Checklist da Comunicação das Crianças
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- Mariana Molinari Miranda
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1 Checklist da Comunicação das Crianças Esta checklist contém uma série de afirmações que descrevem aspectos do comportamento da criança. Para cada afirmação, deverá responder consoante a seguinte cotação: não se aplica (0); aplica-se um pouco (1) ou aplica-se definitivamente (2). Por favor, assinale com uma cruz (X) cada afirmação, resposta esta que na sua opinião, melhor descreve a criança. Não deixe nenhuma afirmação em branco nem discuta as suas respostas com alguém. A checklist não pode enquadrar na perfeição o comportamento de cada criança, por essa mesma razão, não se preocupe se sentir que nenhuma das alternativas de resposta é exactamente apropriada. Sendo assim, assinale o que mais se aproxima, e, se necessário, adicione um comentário explicativo. A. Discurso: Inteligibilidade e fluência As pessoas entendem praticamente tudo o que diz. 2. As pessoas têm dificuldade em perceber grande parte do que diz. 3. Raramente comete erros ao produzir sons do discurso. 4. Pronuncia mal, mas faz-se entender: por exemplo, diz "ch" em vez de "s" ou "l" em vez de "r". 5. A produção de sons soa imatura, como a de uma criança mais pequena, por exemplo, diz coisas como "tato" em vez de "gato", ou "chiminé" em vez de "chaminé", ou "gagafa" em vez de "garrafa". 6. Parece não conseguir produzir sons: por exemplo, pode ter dificuldade em pronunciar "t" ou "g", e as palavras "gato" e "tacto" são pronunciadas como "tato". 7. Ignora o início ou fim das palavras, ou omite sílabas inteiras (por exemplo, "aco" em vez de "casaco"). 8. É muito mais difícil entendê-lo em frases, do que quando pronuncia apenas palavras isoladas. 9. O discurso é extremamente rápido. 10. Parece ter dificuldades na construção de tudo o que quer dizer: partidas falsas, e repete palavras e frases inteiras, por exemplo, diz "posso-posso-posso-posso comer umposso comer um gelado". 1
2 11. Tem um discurso articulado e fluido. B. Sintaxe O discurso resume-se a frases com duas ou três palavras, por exemplo "apanhei bola" ou "quero boneca bonita". 13. Pode produzir frases longas e complicadas, como: "Hoje de tarde fomos ao parque e andei nos baloiços"; "Vi um homem de pé encostado a uma parede". 14. Ignora palavras ou finais gramaticais, elaborando frases como: "Encontrei dois cão"; "João foi casa ontem" "Ela recebeu prenda". 15. Às vezes erra nos pronomes, por exemplo, diz "ela" em vez de "ele" ou vice-versa. C. Iniciação imprópria Fala com toda a gente. 17. Fala demasiado. 18. Continua a contar as mesmas coisas a toda a gente. 19. Fala sozinho. 20. Fala repetidamente sobre coisas que ninguém está interessado em ouvir. 21. Faz perguntas, apesar de conhecer as respostas. D. Coerência Às vezes é difícil entender o que diz, porque não soa lógico nem coerente. 23. Conversar com ele pode ser agradável ou interessante. 24. Consegue contar facilmente um evento passado, tal como uma festa de aniversário ou uma viagem. 2
3 25. Consegue falar claramente sobre o que quer fazer no futuro (por exemplo, amanhã ou na próxima semana). 26. Tem dificuldades em explicar a uma criança mais jovem as regras de um jogo simples como a apanhada. 27. Tem dificuldades em contar uma história, ou em descrever o que fez, através de uma sequência ordenada de eventos. 28. Utiliza termos como "ele " ou "ela" sem esclarecer sobre quem está a falar. 29. Não se apercebe da necessidade de explicar sobre quem está a falar, a alguém que não partilha as mesmas experiências; por exemplo, fala sobre o "João" sem explicar quem é. E. Conversa estereotipada Pronuncia as palavras de uma forma demasiado precisa: o sotaque pode soar afectado ou artificial, como se a criança estivesse a imitar uma personalidade da televisão, em vez de falar como as pessoas que lhe estão próximas. 31. Utiliza frequentemente expressões como "por falar nisso", "na realidade", "sabes que mais?", "de facto", "bem, a verdade é que" ou "claro que sim". 32. Muda repentinamente o tema da conversa. 33. Orienta a conversa para um tema favorito, em vez de prestar atenção ao que a outra pessoa pretende dizer. 34. A conversa toma rumos inesperados. 35. Inclui informações demasiado precisas na conversa, por exemplo, refere a hora ou data exacta de uma situação. Por exemplo, quando lhe é perguntado "quando foste de férias?" pode responder "13 de Julho de 1995" em vez de dizer "no Verão". 36. Tem frases, construções ou sequências mais longas de eleição (predilectas), que utiliza frequentemente, às 3
4 vezes em situações inadequadas. 37. Às vezes, parece dizer coisas que não compreende totalmente. F. Utilização de contexto de conversação Repete o que outros acabaram de dizer. 39. A capacidade de comunicação varia claramente dependendo da situação. 40. Incide apenas em uma ou duas palavras de uma frase, e interpreta mal o que foi dito. 41. Identifica o sarcasmo (por exemplo, diverte-se quando alguém diz "que dia fantástico!" quando está a chover) 42. É demasiado literal, às vezes com resultados humorísticos (não intencionais). Por exemplo, quando foi perguntado a uma criança se "Custou-te muito a sair da cama, hoje de manhã?", ela respondeu "Não. Bastou tirar uma perna da cama, depois a outra, e levantar-me". Ou, depois de dizer "olha as mãos" a uma criança que estava a utilizar tesouras, esta permaneceu imóvel a observar os dedos. 43. Arranja problemas por não entender sempre as regras de bom comportamento, e é visto pelas pessoas como maleducada ou estranha. 44. Pode dizer coisas indelicadas ou socialmente desadequadas. 45. Trata todas as pessoas da mesma forma, independentemente do estatuto social: por exemplo, fala com o director da escola da mesma forma como fala com os colegas de turma. G. Relatório de Conversação Ignora as introduções de conversação das outras pessoas (por exemplo, quando lhe é perguntado "o que estás a 4
5 fazer? A criança continua a trabalhar como se nada tivesse acontecido) 47. Nunca ou raramente inicia uma conversa; não dá informações voluntárias sobre o que aconteceu. 48. Não sabe interpretar expressões faciais ou tons de voz adequadamente, e pode não saber se as pessoas estão incomodadas ou zangadas. 49. Não sabe usar convenientemente as expressões faciais ou gestos para comunicar os sentimentos; pode parecer inexpressivo ou sorrir quando está ansioso. 50. Utiliza adequadamente os gestos para comunicar. 51. Raramente ou nunca olha para a pessoa com quem está a falar: parece evitar activamente o contacto visual. 52. Não olha para a pessoa com quem está a falar: parece distraído ou preocupado. 53. Sorri adequadamente ao falar com as pessoas. H. Relações sociais É popular entre as outras crianças. 55. Tem um ou dois bons amigos. 56. É gozado, provocado ou magoado pelas outras crianças. 57. É deliberadamente agressivo com as outras crianças. 58. Pode magoar ou incomodar as outras crianças sem intenção. 59. Solitário: negligenciado, mas não odiado pelas outras crianças. 60. Visto como estranho pelas outras crianças e evitado activamente. 61. Tem dificuldades em relacionar-se devido a problemas de ansiedade. 5
6 62. Com adultos que conhece, parece distraído, distante ou preocupado. 63. Demasiado interessado em interagir com adultos, sem a inibição que a maior parte das crianças apresenta com estranhos. I. Interesses Utiliza palavras sofisticadas ou pouco comuns, por exemplo, ao escolher nomes para animais, sugere nomes como "papa-formigas" ou "anta". 65. Apresenta um grande número de informação factual: por exemplo, sabe os nomes de todas as capitais do mundo, ou os nomes de muitas espécies de dinossauros. 66. Apresenta um ou mais interesses específicos que se sobrepõem (por exemplo, computadores, dinossauros) e prefere estas actividades a qualquer outra. 67. Gosta de programas de televisão para crianças da mesma idade 68. Parece não ter interesses: gosta de não fazer nada 69. Prefere fazer coisas com outras crianças em vez de as fazer sozinho 70. Prefere a companhia de adultos por oposição à de outras crianças 6
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