ROTEIRO DE ESTUDOS DIREITO DO TRABALHO SUJEITOS DA RELAÇÃO DE EMPREGO
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- Rayssa Viveiros Alves
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1 ROTEIRO DE ESTUDOS DIREITO DO TRABALHO SUJEITOS DA RELAÇÃO DE EMPREGO Material de Estudo Legislação: art. 2º, 3º, 6º e 7º, 62, da CLT; 7º, XXXII e parágrafo único, da CRFB/88; Lei n.º 5.859/1972 Lei do Doméstico, Lei n.º /1973 (Estatuto do Trabalhador Rural); Decreto 5.598/2005 (Aprendizagem) Jurisprudência: Súmula 257, 269, 386/TST e OJs 164 e 381 da SDI-1/TST Doutrina I. EMPREGADO 1. Conceito O conceito de empregado deve ser extraído da interpretação conjugada dos artigos 2º e 3º da CLT: Empregado é a pessoa física que presta serviços a outrem, serviços estes caracterizados pela pessoalidade, não eventualidade, onerosidade, subordinação e alteridade. 2. Critério de identificação do empregado Para que se estabeleça a distinção entre a figura do empregado e a de outros trabalhadores, há que se verificar se estão presentes os requisitos já mencionados (prestação dos serviços por pessoa física, pessoalidade, não eventualidade, onerosidade, subordinação e alteridade). Não importa para a identificação do vínculo de emprego o tipo de trabalho realizado, sendo certo que o empregado pode realizar qualquer trabalho lícito. Não importa o local da prestação dos serviços Não se exige exclusividade na prestação dos serviços 3. Tratamento legal diferenciado a determinados empregados a) Detentores de cargos ou funções de gestão ou de confiança (exceto bancários): Continuam sendo empregados, mas alguns direitos são mitigados; A lei estabelece presunção relativa de inaplicabilidade da proteção à duração do trabalho (art. 62, da CLT); A lei admite a reversão ao cargo efetivo de origem (art. 468, parágrafo único, CLT); O empregado se sujeita à transferência compulsória (art. 469, 1º, CLT).
2 b) Detentores de cargos ou funções de confiança do seguimento bancário Não fazem jus à jornada especial do bancário (6h); Estão sujeitos à reversão; Estão sujeitos à transferência compulsória; c) Diretor de sociedade anônima O empregado eleito para ocupar cargo de diretor tem o respectivo contrato de trabalho suspenso, não se computado o tempo de serviço desse período, salvo se permanecer a subordinação jurídica inerente à relação de emprego. d) Sócio empregados Não há, em princípio, incompatibilidade entre a figura do empregado e a do sócio, desde que não detenha intensa participação na sociedade, caracterizada pela affectio societatis (que tenha a conotação de autonomia), bem como que não responda ilimitadamente pelas obrigações da sociedade. 4. EMPREGADO DOMÉSTICO O trabalho doméstico é regulado pela Lei n.º 5.859/1972, cujo art. 1º define empregado doméstico como aquele que presta serviços de natureza contínua e de finalidade não lucrativa à pessoa ou à família no âmbito residencial destas. 4.1 Requisitos de caracterização Pessoalidade; Continuidade (ao invés de não eventualidade) Onerosidade Subordinação Atividade sem finalidade lucrativa Tomador de serviços deve ser pessoa física ou família (ou, no máximo, grupo de pessoas físicas, como república estudantil); Não importa a natureza dos serviços prestados (pode ser cozinheiro, jardineiro, motorista, caseiro, etc.); Não importa o local da prestação dos serviços (mesmo na área rural será doméstico; por exemplo, o caseiro de sítio de lazer). 4.2 Direitos (infraconstitucional do empregado doméstico: Lei n.º 5.859/1972; Aqueles que visem dar eficácia aos direitos concedidos aos domésticos pela CRFB;
3 O capitulo da CLT referente às férias; Os princípios genéricos de proteção ao trabalhador, como inalterabilidade contratual, o contrato de experiência, a periodicidade e a época de pagamento do salário etc; o art. 482 da CLT; Lei 7.418/1985 vale-transporte Lei 605/ Direitos Constitucionais assegurados ao empregado doméstico: salário mínimo art. 7º, IV; irredutibilidade salarial art. 7º, VI; décimo terceiro salário art. 7º, VIII; repouso semanal remunerado art. 7º, XV; gozo de férias anuais remuneradas art. 7º, XVII; licença à gestante art. 7º, XVIII; licença à paternidade art. 7º, XIX; aviso prévio proporcional ao tempo de serviço art. XXI; aposentadoria art. 7º, XXIV. Esquema EMPREGADO DOMÉSTICO Direitos constitucionais assegurados Direitos constitucionais não assegurados Salário Mínimo Proteção contra despedida arbitrária/estabilidade Irredutibilidade salarial Seguro-desemprego Décimo terceiro salário FGTS EMPREGADO DOMÉSTICO Remuneração superior do trabalho noturno Férias Salário-família Licença gestante Limitação da duração do trabalho Licença-paternidade Horas extras Aviso-prévio proporcional Adicional de insalubridade e periculosidade Aposentadoria No tocante ao FGTS e seguro desemprego o artigo 3º-A da Lei n.º 5.859/1972 dispõe que: é facultada a inclusão do empregado doméstico no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço FGTS, de que trata a Lei n.º 8.036/1990, mediante requerimento do empregador, na forma do regulamento. É importante destacar que o FGTS é optativo para o empregador doméstico, entretanto, uma vez feita a opção tornar-se irretratável. Incluído o doméstico no regime do FGTS, naturalmente será devida, em caso de rescisão imotivada do contrato de trabalho, a multa compensatória (40%) sobre os depósitos da conta vinculada. De igual forma, o seguro-desemprego art. 6º-A, da Lei do Doméstico. Quanto à estabilidade da gestante, apesar da CRFB/88 não ter assegurado à doméstica gestante a garantia provisória de emprego, atualmente tal direito aplica-se também à empregada doméstica, por
4 força do disposto no art. 4º-A da lei do Doméstico,incluído pela Lei n.º /2006: É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa da empregada doméstica gestante desde a confirmação da gravidez até 5 (cinco) meses após o marto. 4.4 Trabalhado doméstico do menor É vedado o trabalho doméstico ao menor de 18 anos. 5. Empregado rural (rurícola) Empregado rural é toda pessoa física que, em propriedade rual ou prédio rústico, presta serviços de natureza não eventual a empregador rural, sob a dependência deste e mediante salário. O elemento essencial que distingue o rurícola é a atividade do empregador, e não a qualidade pessoal ou mesmo a atividade efetivamente exercida pelo trabalhador (OJ 315, SDI-1/TST). Os trabalhadores rurais são regidos por lei própria (Lei n.º 5.889/1973), bem como por dispositivos da CLT e outras leis não consolidadas, conforme o artigo 1º da referida lei. 5.1 Requisitos para caracterização pessoalidade não eventualidade onerosidade subordinação tomador de serviços é empregador rural 5.2 Empregador rural É aquele que exerce atividade agroeconômica. Considera-se atividade agroeconômica a atividade agrícola, pastoril ou pecuária que não se destina exclusivamente ao consumo de seus proprietários, bem como a indústria rural. 5.3 Direitos assegurados ao trabalhador rural os mesmos direitos constitucionais assegurados ao trabalhador urbano; Lei n.º 5.889/1973 Estatuto do Trabalhador Rural os direitos previstos na CLT, naquilo que não colidirem com a lei específica (Lei n.º 5.889/1973); DSR e feriados (Lei n.º 605/1949) Décimo terceiro salário 5.3 Peculiaridades quanto ao regime jurídico
5 intervalo intrajornada é de no mínimo uma hora e o máximo varia conforme os usos e costumes da região; serviços intermitentes: não é computado o tempo transcorrido entre uma e outra parte da tarefa diária, desde que a circunstância tenha sido anotada na CTPS; trabalho noturno diferenciado e remuneração da hora noturna diferenciada Empregado Horário noturno Hora noturna reduzida Adicional noturno Urbano 22h às 5h Sim = 52'30'' 20% RURAL pecuária 20h às 4h Não 25% RURAL lavoura 21h às 5h Não 25% fornecimento de utilidades: só poderão ser descontadas, a título de utilidades as seguintes parcelas, calculadas sobre o salário mínimo, independentemente do salário recebido pelo empregado: a) até 20% para habitação/moradia; b) até 25% para alimentação sadia e farta;. O desconto deve ser previamente autorizado pelo empregado; EMPREGADO Desconto moradia Desconto alimentação Autorização para desconto Moradia coletiva de famílias URBANO 25% do salário contratual 20% do salário contratual Não é obrigatória Vedada RURAL 20% do salário mínimo 25% dos salário mínimo É obrigatória Vedada redução da jornada durante o aviso-prévio: um dia por semana (ao invés de 2h por dia ou 7 dias corrido) A prescrição é a mesma aplicada ao trabalhador urbano. 6. Mãe social Nos termos da Lei n.º 7.644/1987, a mãe social é a empregada que se ativa em casas-lares, cuja atividade consiste na assistência de menores abandonados, sendo que a mãe social deve residir na casa-lar com até dez menores. O vínculo de emprego, no caso, se forma com a entidade de assistência social para a qual trabalha a mãe social. Os direitos garantidos à mãe social são aqueles previstos na Lei n.º 7.644/41987 (salário mínimo, RSR, anotação na CTPS, férias, previdência, décimo terceiro salário e FGTS). 7. Aprendiz O contrato de aprendizagem é um contrato de trabalho especial, marcado não só pela prestação de serviços, mas também pela formação técnico-profissional metódica, visando qualificar o aprendiz para o exercício pleno da atividade profissional.
6 7.1 Peculiaridades quanto ao regime jurídico A lei exige forma solene (contrato escrito); a contratação é por prazo determinado (máximo 2 anos, salvo para o trabalhador portador de necessidades especiais); podem ser aprendizes trabalhadores entre 14 e 24 anos (salvo se o aprendiz for portador de necessidades especiais, hipótese em que não se aplica idade máxima); devem ser preenchidos outros requisitos legais, como matrícula no curso de aprendizagem técnico-profissional metódica, frequência regular à escola e anotação das circunstâncias especial do contrato na CTPS; o aprendiz tem direito ao salário mínimo hora, salvo previsão mais benéfica em contrato ou norma coletiva; o FGTS é recolhido com alíquota de 2%; a jornada de trabalho é limitada a seis horas, salvo se o aprendiz já tiver completado o ensino fundamental, hipótese em que a jornada pode ser de até oito horas, já computadas as horas destinadas à aprendizagem teórica; são vedadas a prorrogação e a compensação de jornada; a jornada do aprendi que não ultrapasse 25 horas semanais não configura regime de tempo parcial; as férias devem coincidir preferencialmente com as férias escolares, e devem estar previstas no programa de aprendizagem. No caso do aprendiz menor de 18 anos, as férias devem necessariamente coincidir com as férias escolares e não podem ser fracionadas. 7.2 Obrigatoriedade de contratação de aprendizes (cota minima e máxima): mínimo 5% e máximo 15% dos trabalhadores existentes em ada estabelecimento, cujas funções demandem formação profissional; frações de unidade dão lugar à contratação de um aprendiz; ME e EPP não são obrigadas a contratar aprendizes. 7.3 Extinção do contrato não há possibilidade de dispensa sem justa causa pelo empregador; as hipóteses de extinção do contrato de aprendizagem são previstas taxativamente: Termo final do contrato; quando o aprendiz completar 24 anos; por desempenho insuficiente ou inadaptação do aprendiz; por falta disciplinar grave; por ausência injustificada à escola que implique perda do ano letivo; a pedido do aprendiz Nas hipóteses de extinção antecipada não se aplica o disposto nos arts. 479 e 480 da CLT,
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