MEIO AMBIENTE E BOAS PRÁTICAS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL
|
|
|
- Cássio Barbosa Lombardi
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL CAMPUS DE CAMPO GRANDE CURSINHO PRÓ-ENEM UFMS MEIO AMBIENTE E BOAS PRÁTICAS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL Edson Pereira de Souza [1] [email protected] (067) Campo Grande - MS 11 de Julho de 2016 [1] Técnico de Segurança do Trabalho MTE/MS 9769; Geógrafo CREA/MS 14112D; Acadêmico de Engª Ambiental UFMS. Especialista em Didática do Ensino Superior; Pós Graduado em Engenharia de Qualidade. Mestre em Estudos Fronteiriços - MEF/CPAN/UFMS. Doutorando em Geografia PPGG/UFGD.
2 GEOGRAFIA Espaço Natural Político Cultural Social Econômico AMBIENTAL Espaço Geográfico Conhecimento geográfico Observa Análise Entendimento
3 AGORA VAMOS FALAR SOBRE O
4 O CONCEITO DE LIXO É UMA CONCEPÇÃO HUMANA, PORQUE EM PROCESSOS NATURAIS NÃO HÁ LIXO. Lixo, ou resíduo, é qualquer material, que é considerado inútil, supérfluo, repugnante ou sem valor, gerado pela atividade humana, e a qual precisa ser eliminada. (Wikipédia ) (1) Resto que não se aproveita. (2) Imundície. (Houaiss) Algo que se joga fora ou que não se usa mais (Preserve o mundo) todo e qualquer resíduo sólido proveniente das atividades humanas ou gerado pela natureza em aglomerações urbanas, como folhas, galhos de árvores, terra e areia espalhados pelo vento, etc. (Cartilha de Limpeza Urbana) A palavra lixo deriva do termo latim lix que significa cinzas!
5 Em média uma pessoa produz 500g a 1 kg de lixo diário Produção do Lixo = Idade x 365 x 0,5Kg PRODUÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL = 1 MILHÃO E 500 MIL KG AO DIA Cidade Per capita Kg/hab/dia Brasil 0,50 à 1,00 EUA 1,80 Índia 0,10 à 0,25
6 PLÁSTICO VIDRO METAL PAPEL MATÉRIA ORGÂNICA ENTULHO RESÍDUOS PERIGOSOS LIXO ELETRÔNICO
7 VOCÊ SABE PARA AONDE VAI O SEU LIXO QUANDO É LANÇADO FORA DO LOCAL ADEQUADO OU QUANDO DESCARTADO CORRETAMENTE E EXTRAPOLA A CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO DOS LOCAIS DE DESTINAÇÃO? Podem ir para os rios, mares, lagoas, lençóis freáticos, etc., poluindo esses mananciais de água.
8 DESTINAÇÃO FINAL DO LIXO NO BRASIL (IBGE/1991) 76% lixão (a céu aberto) 13% aterros controlados 10% aterros sanitários 1% reciclagem / compostagem / incineração ATERROS LIXÃO COMPOSTAGEM RECICLAGEM
9 76% lixão (a céu aberto)
10 SEM FALAR NAS DOENÇAS... Macro Vetores Forma de transmissão Enfermidades Rato e pulga Mordida, urina fezes e picada Leptospirose, peste bubônica, tifo murino Mosca Asas, patas, corpo, fezes e saliva Febre tifóide, cólera, amebíase Mosquito Picada Malária, F. amarela, dengue, leishmaniose. Barata Asas, patas, corpo e fezes F. tifoide, cólera, giardíase Gado e porco Ingestão de carne contaminada Teníase, cisticercose Cão e gato Urina e fezes Toxoplasmose
11 AINDA FALANDO SOBRE O
12 Papel e papelão 3 a 6 meses Tecidos de fibras naturais 3 meses a 1 ano Plásticos em geral alguns levam até 500 anos, outros não se desmancham Madeira pintada cerca de 13 anos Vidro 1 milhão de anos Chiclete 5 anos Borracha indeterminado
13 Reduzir, Reutilizar e Reciclar são as palavras-chave para quem quer ser um defensor do meio ambiente!
14 Aterro Controlado UPL
15 VAMOS ACORDAR, Preserve o Meio Ambiente
16 É todo resíduo sólido proveniente de atividades humanas ou mesmo de processos naturais (poeira, folhas e ramos mortos, cadáveres de animais). O LIXO
17 O lixo urbano é um dos adotados pela maioria modernas provocam o maiores problemas ambientais da atualidade, pois os moldes de consumo das sociedades aumento contínuo e exagerado na quantidade de lixo produzido.
18 O lixo indevidamente administrado provoca mau cheiro, fornece a proliferação de animais nocivos e transmissores de doenças (ratos, formigas, moscas e mosquitos), polui, pelo chorume, o solo e o lençol d água subterrâneo e também o ar, uma vez que é prática comum a queima do lixo em ruas, lotes baldios e lixões.
19 O QUE É COMPOSTAGEM decomposição da matéria orgânica contida em restos de origem animal ou vegetal, por bactérias e fungos. Este processo tem como resultado final um produto - o composto orgânico - que pode ser aplicado ao solo para melhorar suas características, sem ocasionar riscos ao meio ambiente (adubo orgânico).
20 O ATERRO SANITÁRIO É um método em que o lixo é comprimido por intermédio de máquinas que diminuem o volume. Com o trabalho do trator, o lixo é empurrado, espalhado e amassado sobre o solo (compactação), sendo coberto por uma camada de areia, o que minimiza odores, evita incêndios e impede a proliferação de insetos roedores.
21 O LIXÃO São locais onde o lixo é depositado, em grande quantidade, sobre a superfície do solo e a céu aberto, sem qualquer controle sobre os efeitos danosos ao ambiente e a população.
22 TEMPO DE DECOMPOSIÇÃO JORNAIS Duas a seis semanas Pneus Indeterminado EMBALAGENS DE PAPEL um a quatro meses
23 GUARDANAPOS DE PAPEL três meses PONTAS DE CIGARRO dois anos CHICLETES cinco anos
24 Sacos e copos plásticos 200 a 450 anos Latas de alumínio 100 a 500 anos Pilhas 100 a 500 anos
25 RECICLAGEM É a atividade de transformar materiais já usados em novos produtos que podem ser comercializados. Exemplo : papéis velhos retornam às indústrias e são transformados em novas folhas.
26 Resolução CONAMA 275/01 Cores (padrão) Art.1 Estabelecer o código de cores para os diferentes tipos de resíduos, a ser adotado na identificação de coletores e transportadores, bem como nas campanhas informativas para a coleta seletiva. AZUL: papel/papelão; VERMELHO: plástico; VERDE: vidro; AMARELO: metal; PRETO: madeira; LARANJA: resíduos perigosos; BRANCO: resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde; ROXO: resíduos radioativos; MARROM: resíduos orgânicos; CINZA: resíduo geral não reciclável ou misturado, ou contaminado não passível de separação
27 MAS AFINAL, VOCÊ DEVE ESTAR SE PERGUNTANDO: COMO RECICLAR? A Coleta Seletiva é um sistema de recolhimento de materiais recicláveis, tais como papéis, plásticos, vidros e metais que podem ser separados do lixo orgânico na sua casa, no seu trabalho, e em qualquer lugar que o lixo seja produzido.
28 COLETA SELETIVA É separar o lixo para que seja enviado para reciclagem. Significa não misturar materiais recicláveis com o restante do lixo. Ela pode ser feita por um cidadão sozinho ou organizada em comunidades : condomínios, empresas, escolas, clubes, cidades, etc. OBS.: Prática da SOLURB.
29 ALGUNS BENEFÍCIOS DA COLETA SELETIVA :
30 Menor redução de florestas nativas. Reduz a extração dos recursos naturais. Diminui a poluição do solo, da água e do ar. Economiza energia e água. Possibilita a reciclagem de materiais que iriam para o lixo. Conserva o solo. Diminui o lixo nos aterros e lixões. Prolonga a vida útil dos aterros sanitários.
31 Diminui os custos da produção, com o aproveitamento de recicláveis pelas indústrias. Diminui o desperdício. Melhora a limpeza e higiene da cidade. Previne enchentes. Diminui os gastos com a limpeza urbana. Cria oportunidade de fortalecer cooperativas. Gera emprego e renda pela comercialização dos recicláveis.
32 CURIOSIDADES
33 Cinqüenta quilos de papel reciclado poupam o corte de uma árvore de eucalipto se seis anos de idade.
34 Cada brasileiro que viva até os 70 anos vai produzir 25 toneladas de detritos Kg de vidro reciclado= 1300Kg de areia extraída poupada Kg de plástico reciclado= milhares de litros de petróleo poupados
35 Minimização de resíduos 3 Rs : Reduzir o lixo evitando o desperdício, Reaproveitar tudo o que for possível antes de jogar fora e só então enviar para Reciclar.
36 Hora de dizer tchau... Mas só por hoje
Lixo nosso de cada dia
PROJETO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL, UM EXEMPLO Lixo nosso de cada dia Um olhar sobre nosso lixo Na natureza, as plantas e animais mortos apodrecem e se decompõem, sendo destruídos por larvas, bactérias, fungos
ESCOLA ESTADUAL EDGAR BARBOSA OFICINA: QUÍMICA AMBIENTAL E RECICLAGEM NATAL/RN 2013
ESCOLA ESTADUAL EDGAR BARBOSA OFICINA: QUÍMICA AMBIENTAL E RECICLAGEM NATAL/RN 2013 LIXO 2º ENCONTRO OBJETIVO: Relatar a composição química do lixo e os prováveis danos causados, além de discutir principais
O lixo. Média de lixo produzida por dia. Disposição final do lixo
O lixo Lixo é tudo aquilo que não tem mais utilidade. Não podemos dizer que é lixo é aquilo que não tem mais valor, pois o que não tem valor para mim pode ter para outra pessoa. Média de lixo produzida
Estudo Dirigido. Lixo nosso de cada dia
Estudo Dirigido Curso: PEDAGOGIA Disciplina: CONTEÚDO, METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE CIÊNCIAS E EDUCAÇÃO AMBIENTAL 44 h Módulo: 5 Aula 07: EDUCAÇÃO AMBIENTAL ENQUANTO TEMA TRANSVERSAL EXEMPLO Lixo
Profª. Klícia Regateiro. O lixo
Profª. Klícia Regateiro O lixo Tipos de lixo O Definem-se resíduos sólidos como o conjunto dos produtos não aproveitados das atividades humanas: O domésticas, comerciais, industriais, de serviços de saúde
Resíduos Sólidos no Brasil. Resíduos Sólidos? Resíduos Sólidos. Obsolescência Programada RESÍDUOS SÓLIDOS (NBR /04)
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENFERMAGEM DE RIBEIRÃO PRETO Resíduos Sólidos Resíduos Sólidos? São os restos das atividades humanas, consideradas inúteis, indesejáveis ou descartáveis Apresentam-se
COMO SÃO CLASSIFICADOS OS RESÍDUOS EM GERAL?
RESÍDUOS SÓLIDOS COMO SÃO CLASSIFICADOS OS RESÍDUOS EM GERAL? RESÍDUO CLASSE I: São aqueles que apresentam periculosidade ou uma das seguintes características, inflamabilidade, corrosividade, reatividade,
Sistemas de Gestão Ambiental. Gestão de Resíduos. Vídeo. Contextualização. Soluções. Instrumentalização. Aula 5. Prof. Esp.
Sistemas de Gestão Ambiental Aula 5 Gestão de Resíduos Prof. Esp. Felipe Luiz Vídeo Contextualização Lixão no Oceano Pacífico. Disponível em:
[DESTINAÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS]
ATERROS SANITÁRIOS [DESTINAÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS] 2013 O QUE SÃO OS RESÍDUOS SÓLIDOS? É O LIXO QUE PRODUZIMOS. NOSSO LIXO DE TODOS OS DIAS. E ESSES RESÍDUOS OU LIXO PODEM SER CLASSIFICADOS COMO:
Como participar? 1. Crie um brinquedo com embalagens cartonadas vazias e outros materiais recicláveis.
O concurso cultural Tirolzinho Transforma Reino Encantado está percorrendo o estado de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, levando brincadeiras e educação ambiental para os alunos das escolas municipais
Lixo é tudo aquilo que não serve e é jogado fora? Colocar lixo na rua, fora do dia de coleta está certo? R.: Sim. Qualquer matéria ou coisa que rejeit
Lixo é tudo aquilo que não serve e é jogado fora? Colocar lixo na rua, fora do dia de coleta está certo? R.: Sim. Qualquer matéria ou coisa que rejeitamos por estar sujo ou por não tem mais utilidade pode
Os resíduos sólidos considerados inúteis ou indesejáveis formam o que chamamos de lixo.
Nacho Doce/Reuters/Latinstock Os resíduos sólidos considerados inúteis ou indesejáveis formam o que chamamos de lixo. Para onde vai o lixo recolhido das casas e das indústrias? Por que a reciclagem do
CLASSIFICAÇÃO DO LIXO
De uma forma sintetizada, o lixo corresponde a todos os resíduos gerados pelas atividades humanas que é considerado sem utilidade e que entrou em desuso. O lixo é um fenômeno puramente humano, uma vez
31/08/2016. Consiste em usar os recursos do planeta de forma responsável, atendendo às necessidades atuais sem prejudicar as futuras gerações.
6º Anos Prof. Leonardo F. Stahnke Consiste em usar os recursos do planeta de forma responsável, atendendo às necessidades atuais sem prejudicar as futuras gerações. Para se alimentar, o ser humano abate
Carlos Eduardo Godoy (Prof. Amparo) 1
Coleta Seletiva Consciência limpa Carlos Eduardo Godoy (Prof. Amparo) E-mail: [email protected] 1 Proposta da palestra Apresentar para a Comunidade Móbile informações importantes sobre Responsabilidade
UDESC- Universidade do Estado de Santa Catarina CCT- Centro de Ciências Tecnológicas. Projeto RENEW Renewable Energy Group
UDESC- Universidade do Estado de Santa Catarina CCT- Centro de Ciências Tecnológicas Projeto RENEW Renewable Energy Group Coordenador: Marcio Rodrigo Loos [email protected] Criação: Ana Paula Meneguzzi
PROPOSTA DE IMPLEMENTAÇÃO DE UMA CENTRAL DE ACONDICIONAMENTO DO LIXO, INCLUINDO COLETA SELETIVA, EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR
PROPOSTA DE IMPLEMENTAÇÃO DE UMA CENTRAL DE ACONDICIONAMENTO DO LIXO, INCLUINDO COLETA SELETIVA, EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR SILVA, Karla Magalhães da (Unitri) [email protected] RESUMO Este
Aula 2 Resíduos Sólidos
RESÍDUOS SÓLIDOS Aula 2 Resíduos Sólidos Coleta seletiva no Brasil Contaminação/ Origem/ Química/ Física/ Biológica Quanto a Contaminação: (NBR 10.004/04 e CONAMA nº23/96) Classe I ou Perigosos: Apresentam
Confederação Nacional do Transporte - CNT Diretoria Executiva da CNT. DESPOLUIR Programa Ambiental do Transporte
Confederação Nacional do Transporte - CNT Diretoria Executiva da CNT DESPOLUIR Programa Ambiental do Transporte Promoção SEST / SENAT Conteúdo Técnico ESCOLA DO TRANSPORTE JULHO/2007 O que é Lixo? Lixo
QUESTÃO 4 (Ciências - Jornadas.cie - 6º ano - Adaptada) Jogar lixo nas ruas contribui para a ocorrência de enchentes nos meses de chuvas fortes? Como?
Colégio Santa Dorotéia Área de Ciências da Natureza Disciplina: Ciências Ano: 6º - Ensino Fundamental Professoras: Danielle Ornelas e Isabela Monteiro Ciências Atividades para Estudos Autônomos Data: 7
Curso de Licenciatura em Ciências da Natureza Componente Curricular: Educação e Saúde. Prof. Vanderlei Folmer / Msc. Maria Eduarda de Lima
Curso de Licenciatura em Ciências da Natureza Componente Curricular: Educação e Saúde Prof. Vanderlei Folmer / Msc. Maria Eduarda de Lima O que é lixo? Latim Lix : cinza ; Europa : resíduos domésticos
AVALIAÇÃO DA USINA DE TRIAGEM E COMPOSTAGEM DA CIDADE DE PARAISÓPOLIS - MINAS GERAIS
AVALIAÇÃO DA USINA DE TRIAGEM E COMPOSTAGEM DA CIDADE DE PARAISÓPOLIS - MINAS GERAIS Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Líquidos Flávio Henrique Cortez Silva 1 Ana Paula Trindade de Souza² Marcelo Antônio
Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS LEI / 08/ 2010 DECRETO 7.404/ 12/ 2010
Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS LEI 12.305 / 08/ 2010 DECRETO 7.404/ 12/ 2010 Cenário brasileiro de resíduos sólidos Aumento da: População nas cidades 50% mundial 85% Brasil (IBGE, 2010).
Projeto: Gerenciamento dos Resíduos Sólidos na Escola/2017
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO NÚCLEO REGIONAL DA EDUCAÇÃO DE APUCARANA Projeto: Gerenciamento dos Resíduos Sólidos na Escola/2017 Nome do Estabelecimento: Município: Endereço: CEP: Estado: Telefone:
Manual Coleta Seletiva DGA. Diretoria de Gestão Ambiental
Manual Coleta Seletiva DGA Diretoria de Gestão Ambiental Universidade Federal de Pernambuco Superintendência de Infraestrutura Diretoria de Gestão Ambiental Diretora Maria de Fátima Morais Xavier Gerência
SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO O QUE É COLETA SELETIVA O QUE É RECICLAGEM CORES DA COLETA SELETIVA...04
SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO...01 2. O QUE É COLETA SELETIVA...02 3. O QUE É RECICLAGEM...03 4. CORES DA COLETA SELETIVA...04 5. COMO REALIZAR A COLETA SELETIVA?...05 6. MATERIAIS RECICLÁVEIS...06 7. MATERIAIS
planetasustentavel.abril.com.br
planetasustentavel.abril.com.br planetasustentavel.abril.com.br planetasustentavel.abril.com.br planetasustentavel.abril.com.br planetasustentavel.abril.com.br planetasustentavel.abril.com.br planetasustentavel.abril.com.br
Ações e atividades que visam ao futuro das próximas gerações
Cartilha REGER REDUÇÃO DA GERAÇÃO DE RESÍDUOS Ações e atividades que visam ao futuro das próximas gerações ÍNDICE 01 - Mensagem das autoras 02 - O conceito de sustentabilidade 03 - Como são destinados
Separação de Resíduos
Separação de Resíduos Tipos de Resíduos Orgânicos Rejeitos Papéis Recicláveis Plásticos Metais Isopor Plástico Existem 7 tipos de resinas plásticas: - PET: polietileno tereftalato: Frascos de refrigerantes
SAÚDE AMBIENTAL E VIGILÂNCIA SANITÁRIA
SAÚDE AMBIENTAL E VIGILÂNCIA SANITÁRIA Conteúdo 9: Gerenciamento de Resíduos Sólidos Não Perigosos: Classificação dos Resíduos Sólidos (perigosos e não perigosos). Função do gerenciamento dos resíduos
CARTILHA DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDÚSTRIA, COMÉRCIO E RESÍDUOS DOMICILIARES
A ARES DO PARANÁ foi criada para atender a todo o CARTILHA DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDÚSTRIA, COMÉRCIO E RESÍDUOS DOMICILIARES processo de geração de resíduos até sua correta disposição
RESÍDUOS SÓLIDOS MUNICIPAIS
RESÍDUOS SÓLIDOS MUNICIPAIS Educação Ambiental: Resíduos Sólidos Municipais Ano I, número 1 Editor: Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT Redação Mônica de Abreu Azevedo André Santos
Colégio Santa Dorotéia
Colégio Santa Dorotéia Tema Transversal: Casa comum, nossa responsabilidade. Disciplina: Ciências / ESTUDOS AUTÔNOMOS Série: 4ª - Ensino Fundamental Aluno(a): N o : Turma: Professora: Data: 17 / 10 / 2016
Resíduos Sólidos Urbanos
CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO Seminário Preparatório à XII Conferência das Cidades - Região Norte - Resíduos Sólidos Urbanos Profa. M.Sc. Maria de Valdivia Costa Norat Gomes FAESA/ITEC/UFPA
Como fazer adubo com o lixo orgânico que você produz em casa
Published on UBB - Desde 1984 - Conquistando benefícios para o funcionalismo ( http://ubbonline.org.br/unificado) Início > Reciclagem - Material Orgânico O que é lixo orgânico? Retos de comida em geral,
CARTILHA SOBRE COLETA SELETIVA DE. Discuta com seus filhos sobre o tema. Todos juntos na proteção do meio ambiente.
CARTILHA SOBRE COLETA SELETIVA DE Discuta com seus filhos sobre o tema. Todos juntos na proteção do meio ambiente. INTRODUÇÃO A coleta seletiva ajuda a proteger o meio ambiente A separação do lixo e a
RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS. Profa. Dra. Wanda M. Risso Günther FSP/USP
RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS Profa. Dra. Wanda M. Risso Günther FSP/USP 1 MINIMIZAÇÃO DE RESÍDUOS REDUÇÃO NA FONTE GERADORA RECUPERAÇÃO TRATAMENTO Estratégias como a Minimização de Resíduos é enfatizada,
Disciplina: Manejo de Resíduos Sólidos. 2 Introdução ao Problema / Conceitos. Professor: Sandro Donnini Mancini. Sorocaba, Agosto de 2018.
Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba Disciplina: Manejo de Resíduos Sólidos Pós-graduação em Engenharia Civil e Ambiental Pós-graduação em Ciências Ambientais 2 Introdução ao Problema / Conceitos
A gestão de resíduos sólidos. Tsuyoshi KITAMOTO Segundo Secretário
A gestão de resíduos sólidos Tsuyoshi KITAMOTO Segundo Secretário O que são os resíduos? Lixos, lixos de grande porte, cinzas, lodo, dejetos, óleo usado, resíduos ácidos e alcalinos, animais mortos, e
O LIXO URBANO NA ESCOLA E EM SEU ENTORNO
O LIXO URBANO NA ESCOLA E EM SEU ENTORNO 1. Identificação NOME DA ESCOLA: E. E. ERNESTO SOLON BORGES. Local: Bandeirantes-MS Turmas(S): 6ºB / 8ºB / 9º A Número de alunos: 28 Professores envolvidos: - Margarete
ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS E AMBIENTAIS DA RECICLAGEM: UM ESTUDO PARA O RIO DE JANEIRO LUIZ CARLOS S. RIBEIRO (DEE/UFS)
I Encontro de Gestão de Resíduos: mecanismo para alcance do Desenvolvimento Sustentável e empresarial no Campus da Universidade Estadual do Ceará ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS E AMBIENTAIS DA RECICLAGEM: UM
A reciclagem e o meio ambiente O que é a reciclagem? Qual a importância da reciclagem?
A Cartilha de Reciclagem de Lixo é um manual simples de uma nova prática a ser adotada pela sociedade. O objetivo é mostrar que apenas a mudança de uma rotina pode transformar o mundo em um planeta melhor.
GESTÃO AMBIENTAL E GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS
ESTADO DE MATO GROSSO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GESTÃO AMBIENTAL E GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS
Colégio Nomelini Anglo Barretos - Ensino Fundamental II. CIÊNCIAS PROFª Íris. LISTA EXTRA Recuperação 2 Bimestre Aluno: Série:6º A
LISTA EXTRA Recuperação 2 Bimestre Aluno: Série:6º A Disciplina : Ciências Professora : Íris Data : 01/08/2011 Nº 1. Observe o gráfico abaixo que representa a distribuição de gases que compõem a atmosfera
Como implementar o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) em sua empresa
Como implementar o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) em sua empresa Como implementar o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) em sua empresa Definição O Plano de Gerenciamento
Gestão De D Resídu d os
Gestão De Resíduos COLETA SELETIVA Projeto Gestão de Resíduos EcoMalzoni Como funcionava a coleta de resíduos antes do Projeto de Gestão de Resíduos? - 85% dos sacos retirados eram pretos, com
CARACTERIZAÇÃO GRAVIMÉTRICA DO RSU DO MUNICÍPIO DE SINOP MT PARA CLASSES DE BAIXA RENDA
CARACTERIZAÇÃO GRAVIMÉTRICA DO RSU DO MUNICÍPIO DE SINOP MT PARA CLASSES DE BAIXA RENDA Jéssika dos Santos Haubert (*), Júlio Cesar Beltrame Benatti, Bianca Harumi Yamaguti Garcia, Ariany Cardoso Pereira,
PHA 2219 Introdução à Engenharia Ambiental
PHA 2219 Introdução à Engenharia Ambiental Aula 4 Resíduos Sólidos - Tratamento e Disposição Final José Carlos Mierzwa Resíduos Sólidos LIXO: Restos das atividades humanas, considerados inúteis, indesejáveis
RECEPÇÃO DE CALOUROS COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS UFES Campus ALEGRE
RECEPÇÃO DE CALOUROS 2017-1 COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS UFES Campus ALEGRE RECEPÇÃO DE CALOUROS 2017-1 Dr. Anderson Lopes Peçanha Professor da Universidade Federal do Espírito Santo Departamento
Cultura do lixo. Premissas. Modelo Linear
Premissas Ecossistemas naturais Produção de bens e serviços Sociedade: uso e descarte Modelo Linear O modelo de produção e gestão de resíduos pode ser definido como linear, onde extraímos os recursos naturais
Sobre Cores. Professor Heli Meurer Design Uniritter
Sobre Cores Professor Heli Meurer Design Uniritter Norma brasileira para cores Existem diversas normas que regulamentam o uso de cores, como a norma NBR 6503/1984, que fixa a terminologia das cores. A
Métodos de disposição final de resíduos sólidos no solo. Disposição final AVALIAÇÃO. Impactos ambientais. Lixão. Aterro Sanitário DOMICILIAR
Disposição final DOMICILIAR Aterro Sanitário Métodos de disposição final de resíduos sólidos no solo Enquadramento das instalações de destinação final de RSD PODA E CAPINA Solos agrícolas IQR AVALIAÇÃO
Figura 1 - Latas de alumínio Fonte: ABAL
A RECICLAGEM DAS LATAS DE ALUMÍMIO Figura 1 - Latas de alumínio Fonte: ABAL CONTEÚDOS Reciclagem do alumínio Vantagens e benefícios da reciclagem Reciclagem e sustentabilidade AMPLIANDO SEUS CONHECIMENTOS
O Nosso Meio Ambiente
O Nosso Meio Ambiente Educação Ambiental para a Coleta Seletiva de Lixo P R B - VERDE Maio de 2011 Esta Cartilha poderá ser reproduzida e distribuída somente com a finalidade Educativa A Cartilha Para
Plano de Gerenciamento de Resíduos. Jeniffer Guedes
Jeniffer Guedes PLURAL Indústria Gráfica Ltda Parque gráfico da PLURAL com 33.500m 2. Fundada em 1996. Atualmente a PLURAL emprega 841 profissionais. Composição Acionária 51% 49% 90 anos de história Jornal
Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio
Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio Lista de exercícios de Ciências - 2º Bimestre Nome: Ano: 6º A / B Prof. Paula Jacinto N.: / /17 Volume 2: Solo e vida Poluição do solo. 1) O solo é um componente
Núcleo Proecco Em parceria com as empresas. Centro de Referências para Triagem e Tratamento de Resíduos Orgânicos e Inorgânicos.
Núcleo Proecco Em parceria com as empresas. Centro de Referências para Triagem e Tratamento de Resíduos Orgânicos e Inorgânicos. 12/08/2015 1 12/08/2015 2 Profissionais envolvidos no projeto Biologia ;Geografia
Hsa GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS. Resíduos Sólidos. PROFa. WANDA R. GÜNTHER Departamento Saúde Ambiental FSP/USP
Hsa 109 - GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Resíduos Sólidos PROFa. WANDA R. GÜNTHER Departamento Saúde Ambiental FSP/USP E-mail: [email protected] Resíduos Sólidos Interrelação: Ambiente Saúde HOMEM MEIO AMBIENTE
Disciplina: Manejo de Resíduos Sólidos. 2 Introdução ao Problema / Conceitos. Professor: Sandro Donnini Mancini. Sorocaba, Agosto de 2016.
Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba Disciplina: Manejo de Resíduos Sólidos Pós-graduação em Engenharia Civil e Ambiental 2 Introdução ao Problema / Conceitos Professor: Sandro Donnini Mancini
Tema: Tratamento de Resíduos Sólidos
Curso: Engenharia Tema: Tratamento de Resíduos Sólidos Grupo B: Anaclaudia Vilaronga Givanildo Alves dos Santos (Relator) Henrique Simões de Andrade Rene Tadeu da Veiga Vinicius Luiz de Souza Gobbe Vinicius
EBI 123 de Pedome. Diana Dinis Nº7. Inês Marques Nº9. Sónia Nunes Nº20. Vera Oliveira Nº23 8ºB 1
Poluição do Solo Trabalho elaborado por: Diana Dinis Nº7 Inês Marques Nº9 Sónia Nunes Nº20 Vera Oliveira Nº23 Turma: Disciplina: Ciências Naturais Professora: Raquel Soares 1 Índice Poluição do Solo...
PANORAMA ATUAL DO GERENCIAMENTO DE RESIDUOS SÓLIDOS NO RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO DA UFRB EM CRUZ DAS ALMAS
PANORAMA ATUAL DO GERENCIAMENTO DE RESIDUOS SÓLIDOS NO RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO DA UFRB EM CRUZ DAS ALMAS Jéssica Valéria Florêncio Barreto Raiza Bandeira dos Santos e Henrique Santos Junqueira Universidade
Educação ambiental. Publicado em Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (
Publicado em Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (http://www.epsjv.fiocruz.br) Educação ambiental Talita Rodrigues - EPSJV/Fiocruz 19/05/2016 15h04 - Atualizado em 23/05/2016 14h19 Em um mundo
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE- PPGEMA GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS SAMARA MONAYNA ALVES VASCONCELOS CARRILHO Conceito LIXO: Qualquer material
GUACIARA, FEVEREIRO DE PROFESSORA DRA. MIRIAM MACHADO CUNICO GEDAM
GUACIARA, FEVEREIRO DE 2010. PROFESSORA DRA. MIRIAM MACHADO CUNICO GEDAM PROJETO AÇÃO ECOLÓGICA NO ACAMPAMENTO ADVENTISTA DE GUACIARA NO CARNAVAL DE 2010. RESUMO Este projeto sugere a aplicação de um Ensino
Aprendendo a Reciclar para Cuidar do Planeta
VAMOS CUIDAR DO NOSSO PLANETA Aprendendo a reciclar para cuidar do planeta 1 Latusco, muito divertido, gosta de explicar sobre a importância da reciclagem das latas de alumínio! Aninha é muito divertida,
SEGREGAÇÃO NA ORIGEM. Reciclável. Orgânico. Rejeito. Embalagens plásticas; Vidro, Papéis limpos; Latinha...
LIXO OU RESÍDUO? SEGREGAÇÃO NA ORIGEM Reciclável Orgânico Rejeito Embalagens plásticas; Vidro, Papéis limpos; Latinha... Restos de alimentos; Cascas de frutas; Grama e poda; Cinzas de carvão e lenha...
Projeto Meio Ambiente TCA 8º A
Projeto Meio Ambiente TCA 8º A Prof.ª. : Inês, Rosicler e Silvia. EMEF Des. Francisco Meirelles. 2015 Reciclagem de metal 1- Como fazer a reciclagem? Tem que fazer a limpeza do metal. A reciclagem do metal
RELATORIO DE COLETA SELETIVA
RELATORIO DE COLETA SELETIVA ABRIL E MAIO DE 2017 - FLUMINENSE FOOTBALL CLUB A Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS, instituída pela Lei nº 12.305/10, prevê técnicas e metodologias específicas
ANÁLISE DOS MATERIAIS RECICLÁVEIS RESULTANTES DA COLETA SELETIVA DESENVOLVIDA PELA UEPG
ANÁLISE DOS MATERIAIS RECICLÁVEIS RESULTANTES DA COLETA SELETIVA DESENVOLVIDA PELA UEPG 30 Introdução: BERTONI, Aline Cristina CAMPOS, Sandro Xavier de CRUZ, Gilson Campos Ferreira da As Universidades
Reduzir, Reutilizar e Reciclar
Reduzir, Reutilizar e Reciclar Vamos fazer a nossa parte em favor do Meio Ambiente? O que é Reciclagem? Reciclagem é o processo de conversão de desperdício em materiais ou produtos de potencial utilidade.
Líder: Ana Carolina Freire RA: Organizador: Vanessa Rocha RA:
Líder: Ana Carolina Freire RA: 010522010 Organizador: Vanessa Rocha RA:007762013 Programador:Carlos Eduardo RA:027409 Construtor: Felipe Avilez RA:121908 Produtor:Carlos Eduardo RA:027409 O nosso objetivo
Gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil
Sociedade, Meio Ambiente e Cidadania Prof. Dr. Paulo Santos de Almeida Gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil LIMA, Jose Dantas 01. Ed. JOAO PESSOA: JOSE DANTAS DE LIMA, 2001. v. 2000. 267 p. ISBN
Apresentação. Incentivamos inovações e iniciativas que levem à qualidade ambiental e à redução dos efeitos das mudanças climáticas.
Apresentação Na 3corações temos consciência de que a natureza é um bem de todos e origem dos recursos necessários para a nossa sobrevivência como pessoas e como negócio. Nosso objetivo é preservar e até
Disposição Final de Resíduos Sólidos Urbanos
1 Disposição Final de Resíduos Sólidos Urbanos 2 Disposição Final dos RSU s O poder público confunde aterro sanitário com vazadouros, lixões e depósitos de resíduos; Maior problema dos aterros orgânica
Lixões X Aterros Sanitários. Eng. Francisco José Pereira de Oliveira
Lixões X Aterros Sanitários Eng. Francisco José Pereira de Oliveira LIXÕES Contaminação do solo; Contaminação do lençol freático; Produção de gases tóxicos e malcheiroso; Atração de animais que transmitem
Limpeza urbana e a proliferação de animais sinantrópicos
Limpeza urbana e a proliferação de animais sinantrópicos Instituto de Engenharia SP Divisão Técnica de Engenharia Sanitária do Instituto de Engenharia DTES/I.E 06 de abril de 2011 Francisco Luiz Rodrigues
III-008 COMPOSIÇÃO GRAVIMÉTRICA E VALOR ECONÔMICO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EXCLUSIVAMENTE DOMICILIARES DE BAIRROS DE CLASSE MÉDIA ALTA EM JOÃO PESSOA
III-008 COMPOSIÇÃO GRAVIMÉTRICA E VALOR ECONÔMICO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EXCLUSIVAMENTE DOMICILIARES DE BAIRROS DE CLASSE MÉDIA ALTA EM JOÃO PESSOA Marcela Gomes Seixas Graduanda em Engenharia Civil pela
Coleta Seletiva. O seu lixo tem valor
Coleta Seletiva O seu lixo tem valor Cartilha sobre Coleta Seletiva Esta cartilha tem por principal objetivo, informar os processos da coleta seletiva para empresas e seus colaboradores, ajudando-os como
DISPOSIÇAO FINAL DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DO MUNICÍPIO DE JACARACI- BAHIA
DISPOSIÇAO FINAL DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DO MUNICÍPIO DE JACARACI- BAHIA Adeid Rodrigues Santos Silva¹; Aline Aguiar Dourado 2 ; Andresa Sampaio Santos Soares 3 ; Ronny da Silva Duarte 4 Tácio Luís de Andrade
Tratamento de resíduos
Tratamento de resíduos Resíduo: Um resíduo é qualquer substância ou objecto de que o ser humano pretende desfazer-se por não lhe reconhecer utilidade. Prioridades a seguir no tratamento de resíduos sólidos:
