Resíduos Sólidos Urbanos
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- Gustavo Garrau Bayer
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1 CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO Seminário Preparatório à XII Conferência das Cidades - Região Norte - Resíduos Sólidos Urbanos Profa. M.Sc. Maria de Valdivia Costa Norat Gomes FAESA/ITEC/UFPA
2 LIXO? RESÍDUOS SÓLIDOS 2
3 RESÍDUOS SÓLIDOS (OMS) Qualquer coisa que o proprietário não quer mais, em certo local e em um certo momento, e que não apresenta valores comerciais, correntes ou percebidos. 3
4 Os resíduos sólidos quando destinados de forma inadequada podem provocar: POLUIÇÃO DO AR POLUIÇÃO DO SOLO POLUIÇÃO DAS ÁGUAS 4
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7 Fonte: ufrrj.br 7
8 LEI Nº /08/2010 DECRETO Nº /12/2010 Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) Contempla todo tipo de RS menos o radioativo CNEN 8
9 LEI Nº , DE Art. 3º XVI - resíduos sólidos: material, substância, objeto ou bem descartado resultante de atividades humanas em sociedade, a cuja destinação final se procede, se propõe proceder ou se está obrigado a proceder, nos estados sólido ou semissólido, bem como gases contidos em recipientes e líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou em corpos d água, ou exijam para isso soluções técnica ou economicamente inviáveis em face da melhor tecnologia disponível. 9
10 CLASSIFICAÇÃO: QUANTO A ORIGEM LEI Nº , DE : Art. 13 a) Domiciliares b) De limpeza urbana c) Urbanos: domiciliares e de limpeza urbana d) De estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços e) Dos serviços públicos de saneamento básico f) Industriais g) De serviços de saúde h) Da construção civil i) Agrossilvopastoris j) De serviços de transportes k) De mineração 10
11 CLASSIFICAÇÃO: QUANTO A PERICULOSIDADE LEI Nº , DE : Art. 13 a) resíduos perigosos: aqueles que, em razão de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade, patogenicidade, carcinogenicidade, teratogenicidade e mutagenicidade, apresentam significativo risco à saúde pública ou à qualidade ambiental, de acordo com lei, regulamento ou norma técnica; b) resíduos não perigosos: aqueles não enquadrados na alínea a. 11
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13 BRASIL (SNIS, 2009) 0,73 kg/dia.hab municípios: (82,4%) < hab 63 % LIXÕES A CÉU ABERTO 18,3 % aterros controlados 13,7% aterrros sanitários 5 % não informado 13
14 DESTINO FINAL A CÉU ABERTO, LIXÃO OU VAZADOURO Forma inadequada de disposição final de resíduos sólidos PROBLEMAS ASSOCIADOS Presença de animais Presença de catadores Risco de incêndios (gases gerados pela decomposição) VANTAGENS É o mais econômico (relativamente). DESVANTAGENS Contamina a água, o ar e o solo; Atrai vetores de doenças como moscas, baratas e ratos. Profa. M. Sc. Ma. de Valdivia C. Norat Gomes 14
15 QUE RESÍDUO É ESTE QUE A CIDADE GERA? RCD 61% DOM 28% outros 11% EQUIPE CONSULTORES MMA SRHU / DAU 15
16 Tempo de decomposição dos resíduos 16 Profa. M. Sc. Ma. de Valdivia C. Norat Gomes
17 Contribuição para a natureza Kg de papel reciclado 20 árvores Kg de vidro reciclado 1.300Kg de areia Kg de plástico reciclado milhares de litros de petróleo Kg de alumínio reciclado 5.000Kg de minérios Areia, petróleo e minérios recursos naturais não renováveis 17
18 COMPOSIÇÃO MÉDIA DOS RESÍDUOS DA COLETA SELETIVA Dive rs os 5% Alum 1% Re je ito 11% Pap & Pap 38% M e tais 9% Vidro 14% L Vida 2% Plas t 20% FONTE: CEMPRE EQUIPE CONSULTORES MMA SRHU / DAU 18
19 Gerenciamento de RS Refere-se aos aspectos tecnológicos e operacionais da questão e relaciona-se à prevenção, redução, segregação, reutilização, acondicionamento, coleta, transporte, tratamento, recuperação de energia e destinação final. 19
20 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS GERAÇÃO CONFIGURAÇÕES 1-61,19 % ACONDICIONAMENTO COLETA TRANSPORTE DISPOSIÇÃO FINAL Fonte: Norat Carneiro (2007) 20
21 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS GERAÇÃO CONFIGURAÇÕES 1-61,19 % ACONDICIONAMENTO 2-37,21 % COLETA TRANSPORTE TRATAMENTO Fonte: Norat Carneiro, 2007 DISPOSIÇÃO FINAL 21
22 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS GERAÇÃO CONFIGURAÇÕES 1-61,19 % ACONDICIONAMENTO 2-37,21 % 3-1,5 % COLETA TRANSPORTE ESTAÇÃO DE TRANSFERÊNCIA TRANSPORTE DISPOSIÇÃO FINAL Fonte: Norat Carneiro (2007) 22
23 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS GERAÇÃO CONFIGURAÇÕES 1-61,19 % ACONDICIONAMENTO 2-37,21 % 3-1,5 % COLETA 4 - ~ 0,1 % TRANSPORTE ESTAÇÃO DE TRANSFERÊNCIA TRANSPORTE TRATAMENTO Fonte: Norat Carneiro (2007) DISPOSIÇÃO FINAL 23
24 GESTÃO DE RS Abrange atividades referentes à tomada de decisões estratégicas com relação aos aspectos institucionais, administrativos, operacionais, financeiros e ambientais, enfim à organização do setor para esse fim, envolvendo políticas, instrumentos e meios. Modelo de Gestão de Resíduos Sólidos um conjunto de referências político-estratégicas, institucionais, legais, financeiras e ambientais capaz de orientar a organização do setor 24
25 PNRS - Princípios: Art. 6o I - a prevenção e a precaução; II - o poluidor-pagador e o protetor-recebedor; III - a visão sistêmica na gestão dos resíduos sólidos; IV - o desenvolvimento sustentável; V - a ecoeficiência; VI - a cooperação entre poder público, setor empresarial e demais segmentos da sociedade; VII - a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos; VIII - o reconhecimento do resíduo sólido reutilizável e reciclável como um bem econômico e de valor social; IX - o respeito às diversidades locais e regionais; X - o direito da sociedade à informação e ao controle social; XI - a razoabilidade e a proporcionalidade. Profa. M.Sc. Ma. de Valdivia C. Norat Gome.s 25
26 Prioridades no Manejo: Art. 9o não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos. 26
27 PNRS - Priorização no acesso aos recursos da União I - Soluções consorciadas intermunicipais ; II Coleta seletiva com a participação de cooperativas ou outras formas de associação de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis. 27
28 PNRS - Prazos definidos Art. 54. A disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, observado o disposto no 1o do art. 9o, deverá ser implantada em até 4 (quatro) anos após a data de publicação desta Lei. Art. 55. O disposto nos arts. 16 e 18 entra em vigor 2 (dois) anos após a data de publicação desta Lei. (Planos estaduais e municipais) 28
29 GESTÃO ADEQUADA PARA O BRASIL Criação de uma política pública adequada; Racionalização dos recursos para evitar desperdício; Iniciativas que devem ser tomadas em todos os níveis de governo; Maximizar os recursos com a priorização e o esforço integrado de toda a comunidade; Adotar tecnologias limpas (futuro não muito próximo); Criar alternativas para a disposição final no caso das grandes cidades e regiões metropolitanas; Recuperação de áreas já degradadas pelos RS. 29
30 RESPONSABILIDADE O COMPROMISSO COM A GESTÃO DO RS É UM DEVER DE TODOS: SETORES PÚBLICOS, INICIATIVA PRIVADA, SEGMENTOS ORGANIZADOS DA SOCIEDADE CIVIL, CABENDO AOS GOVERNOS FEDERAL E ESTADUAIS O PAPEL DE DEFINIR PARA O SETOR UMA POLÍTICA EFICIENTE E COMPATÍVEL COM A NOSSA REALIDADE DO BERÇO AO TÚMULO 30
31 Obrigada! Contato Profa. M.Sc. Maria de Valdivia Costa Norat Gomes Sala 217-2º andar do ITEC Cidade Universitária Prof. José da Silveira Neto - Campus 2 - Guamá [email protected] Telefones: /
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