Sobre a apresentação (About( the slides)
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- Anderson Bastos di Castro
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1 Capítulo 1: Introdução
2 Sobre a apresentação (About( the slides) Os slides e figuras dessa apresentação foram criados por Silberschatz, Galvin e Gagne em Esse apresentação foi modificada por Cristiaino Costa ([email protected]). Basicamente, os slides originais foram traduzidos para o Português do Brasil. É possível acessar os slides originais em Essa versão pode ser obtida em The slides and figures in this presentation are copyright Silberschatz, Galvin and Gagne, This presentation has been modified by Cristiano Costa ([email protected]). Basically it was translated to Brazilian Portuguese. You can access the original slides at This version could be downloaded at Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
3 Capítulo 1: Introdução O que faz um Sistema Operacional Organização de um Sistema Computacional Arquitetura de um Sistema Computacional Estrutura de um Sistema Operacional Operações de Sistemas Operacionais Gerência de Processos Gerência de Memória Gerência de Armazenamento Proteção e Segurança Sistemas Distribuídos Sistemas de Propósitos Específicos Ambientes Computacionais 1.3 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
4 Objetivos Proporcionar uma visão geral dos principais componentes de sistemas operacionais Cobrir os conceitos básicos de organização de sistemas computacionais 1.4 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
5 O que é um Sistema Operacional? Um programa que age como um intermediário entre o usuário e o hardware de um computador. Objetivos de um Sistema Operacional: Executar programas do usuário e tornar a solução de problemas mais fácil. Tornar os sistemas computacionais convenientes ao uso. Usar o hardware do computador de maneira eficiente. 1.5 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
6 Estrutura de um Sistema Computacional Sistemas Computacionais podem ser divididos em quatro componentes Hardware provê os recursos básicos de computação CPU, memória, dispositivos de E/S Sistema Operacional Controla e coordena o uso do hardware entre vários aplicativos e usuários Programas Aplicativos definem as formas em que os recursos computacionais são usados para resolver problemas computacionais dos usuários Processadores de Textos, compiladores, navegadores web, bancos de dados, jogos Usuários Pessoas, máquinas, outros computadores 1.6 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
7 Componentes de um Sistema Computacional 1.7 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
8 Definição de Sistema Operacional SO é um alocador de recursos Gerencia todos os recursos Decide entre requisições conflitantes para uso eficiente e justo dos recursos SO é um programa de controle Controla execução de programas para prevenir erros e usos indevidos do computador 1.8 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
9 Definição de Sistema Operacional(Cont.) Não existe definição aceita universalmente Tudo aquilo que um vendedor entrega quando você pede um sistema operacional é uma boa aproximação Muita variação O único programa executando todo o tempo em um computador é o kernel (núcleo). Todo o resto é um programa de sistemas (vendido com o sistema operacional) ou um programa aplicativo 1.9 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
10 Inicialização do Computador programa de bootstrap é carregado ao ligar ou reiniciar o computador Tipicamente armazenado em ROM ou EEPROM, geralmente conhecido como firmware Inicializa todos os componentes do sistema Carrega o kernel do sistema operacional e inicia execução 1.10 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
11 Organização do Sistema Computacional Operação de um Sistema Computacional Uma ou mais CPUs, controladores de dispositivos conectados através de um barramento comum provendo acesso à memória compartilhada Execução concorrente das CPUs e dos dispositivos competindo por ciclos de memória 1.11 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
12 Operação do Sistema Computacional dispositivos de E/S e CPU podem executar concorrentemente. Cada controlador de dispositivo é encarregado de um tipo particular de dispositivo. Cada controlador de dispositivo tem um buffer local. CPU move dados de/para memória principal para/de buffers locais E/S é de um dispositivo para o buffer local da controladora. Controladora de dispositivos informam a CPU que terminaram uma operação gerando uma interrupção 1.12 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
13 Funções Comuns de Interrupções Transferir o controle para a rotina de serviço da interrupção, geralmente através do vetor de interrupção, o qual contém os endereços de todas as rotinas de serviço. Arquitetura da interrupção deve salvar o endereço da instrução interrompida. A geração de novas interrupções é desabilitada enquanto uma outra interrupção está sendo processada para evitar a perda de uma interrupção. Uma trap é uma interrupção gerada por software causada por uma requisição do usuário ou por um erro. Um sistema operacional é acionado por interrupções Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
14 Tratamento de Interrupção O sistema operacional preserva o estado da CPU armazenando registradores e o PC (contador de programas). Determina que tipo de interrupção ocorreu: baseadas em polling (sondagem) através do vetor de interrupções Segmentos de código separados determinam qual ação deve ser realizada para cada tipo de interrupção 1.14 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
15 Linha do Tempo de uma Interrupção 1.15 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
16 Estrutura de E/S Após o início de uma E/S, o controle retorna ao programa do usuário somente quando a requisição de E/S terminar. Instruções de espera liberam a CPU até a próxima interrupção Laço de espera (contenção para acesso a memória). No máximo uma requisição de E/S está pendente de cada vez, não ocorre processamento de E/S simultâneo. Após o início de uma E/S, o controle retorna ao programa do usuário sem aguardar o tratamento da requisição de E/S. Chamada de Sistemas (System call) requisição ao sistema operacional para permitir ao usuário aguardar o término da E/S. Tabela de Estados de Dispositivos contém uma entrada para cada dispositivo de E/S indicando seu tipo, endereço e estado. Sistema operacional acessa a tabela de dispositivos de E/S para determinar a situação do dispositivo e modificar a entrada na tabela para incluir a interrupção Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
17 Dois métodos m de E/S Síncrono Assíncrono 1.17 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
18 Tabela de Estados de Dispositivos 1.18 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
19 Estrutura de Acesso Direto à Memória Usado para dispositivos de E/S de alta velocidade capazes de transmitir informação a uma taxa próxima da memória. Controladores de dispositivo transferem blocos de dados de um buffer de armazenamento diretamente para a memória principal, sem intervenção da CPU. Somente uma interrupção é gerada por bloco, ao invés de uma interrupção por byte Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
20 Estruturas de Armazenamento Memória Principal única grande área de armazenamento que a CPU pode acessar diretamente. Armazenamento Secundário extensão da memória principal que fornece grande capacidade de armazenamento persistente (não volátil). Discos Magnéticos prato de metal rígido ou vidro coberto com material magnético para armazenamento de dados Superfície do disco é dividida logicamente em trilhas, que são subdivididas em setores. A controladora de disco determina a interação lógica entre o dispositivo e o computador Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
21 Mecanismo de Movimento do Disco 1.21 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
22 Hierarquia de Armazenamento Sistemas de Armazenamento são organizados em hierarquia. Velocidade Custo Volatilidade Caching copiar informação em um sistema mais rápido de armazenamento; memória principal pode ser vista como um último cache para o armazenamento secundário 1.22 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
23 Hierarquia de Dispositivos de Armazenamento 1.23 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
24 Caching Princípio importante, realizado em muitos níveis no computador (no hardware, sistema operacional, software) Informação em uso é copiada de um armazenamento mais lento para um mais rápido temporariamente Armazenamento mais rápido (cache) é verificado primeiro para determinar se a informação necessária está lá Se sim, informação é usada diretamente do cache (rápido) Se não, dados são copiados para o cache e usados lá Cache é menor que o armazenamento que está sendo usado Gerência de cache é um problema de projeto importante Tamanho do cache e política de substituição 1.24 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
25 Desempenho de Vários V Níveis N de Armazenamento Movimento entre a hierarquia dos níveis de armazenamento pode ser explícito ou implícito 1.25 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
26 Migração de um Inteiro A do Disco para Registrador Em ambientes multitarefa é preciso tomar cuidado para usar o valor mais recente, não importa onde ele esteja armazenado na hierarquia Ambientes multiprocessados devem fornecer coerência de cache em hardware possibilitando que todas as CPUS tenha o valor mais recente em seu cache Em ambientes distribuídos a situação é ainda mais complexa Várias cópias dos dados podem existir Várias soluções são apresentadas no Capítulo Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
27 Estrutura de Sistema Operacional Multiprogramação é necessária para eficiência Um único usuário não pode manter CPU e dispositivos de E/S ocupados todo o tempo Multiprogramação organiza jobs (código e dados) de forma que a CPU sempre tenha um para ser executado Um subconjunto do total de jobs no sistema é mantido na memória Um job é selecionado e executa via escalonamento de job Quando ele deve esperar (E/S por exemplo), SO executa outro job Tempo Compartilhado ou Timesharing (multitarefa) é uma extensão lógica na qual a CPU altera jobs tão frequentemente que os usuários podem interagir com cada job durante sua execução, criando computação interativa Tempo de Responsta deve ser < 1 segundo Cada usuário tem no mínimo um programa executando na memória processo Se vários jobs estão prontos para executar ao mesmo tempo escalonamento de CPU Se o processo não cabe na memória, swapping move alguns processos para o armazenamento secundário para carregá-lo e executá-lo Memória Virtual permite execução de processos que não estejam completamente na memória 1.27 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
28 Memória em Sistemas Multiprogramados 1.28 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
29 Operações de Sistemas Operacionais Acionado por Interrupções pelo hardware Erro de Software ou requisições criam exceções ou trap Divisão por zero, requisição por serviços do sistema operacional Outros problemas de processos incluem loops (laços) infinitos, processos que modificam outros ou o sistema operacional operação em Dois Modos possibilita que o SO se proteja e proteja outros componentes do sistemas modo Usuário e modo Kernel (Supervisor ou Monitor) Mode bit fornecido pelo hardware Possibilita determinar quando o sistema está executando código do usuário ou do kernel Algumas instruções são projetadas como privilegiadas, sendo somente executáveis em modo kernel System call (Chamada de sistema) troca o modo para kernel, no retorno da chamada volta para modo usuário 1.29 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
30 Transição do Modo Usuário para Modo Kernel Timer (Temporizador) para prevenir laços infinitos / processos monopolizando recursos Gera interrupção após um período específico Sistema Operacional decrementa contador Quando um contador atinge zero é gerada uma interrupção Inicializado antes de escalonar o processo para ganhar novamente o controle ou terminar o programa que excede o tempo alocado 1.30 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
31 Gerência de Processos Um processo é um programa em execução. É uma unidade de trabalho no sistema. Programa é uma entidade passiva, processo é uma entidade ativa. Processo necessita de recursos para realizar sua tarefa CPU, memória, E/S, arquivos Dados de inicialização terminação de processos necessita reaproveitar quaisquer recursos reusáveis processos com uma única thread (Single-threaded) têm um contador de programas (PC) especificando a localização da próxima instrução a ser executada Processos executam instruções sequencialmente, uma por vez, até acabar processos com várias threads (Multi-threaded) possuem um contador de programas por thread Tipicamente sistemas possuem vários processos, alguns usuários, algum sistema operacional executando concorrentemente em uma ou mais CPUs A Concorrência é obtida multiplexando as CPUs entre os processos / threads 1.31 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
32 Atividades da Gerência de Processos O sistema operacional é responsável pelas seguintes atividades relacionadas com gerência de processos: Criar e deletar processos do usuário e do sistema Suspender e retomar processos Fornecer mecanismos para sincronização de processos Fornecer mecanismos para comunicação entre processos Fornecer mecanismos para tratamento de deadlocks 1.32 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
33 Gerência de Memória Todos dados estão na memória antes e depois do processamento Todas instruções estão na memória para serem executadas Gerência de Memória determina o que está na memória e quando Otimizando a utilização da CPU e a resposta do computador aos usuários Atividades da Gerência de Memória Controlar as partes da memória que estão sendo utilizadas e por quem Decidir quais processos (ou partes deles) e dados colocar e retirar da memória Alocação e desalocação de espaços de memória quando necessário 1.33 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
34 Gerência de Armazenamento SO fornece uma visão lógica e uniforme do armazenamento de informações Propriedades físicas são abstraídas para unidade de armazenamento lógico - arquivo Cada mídia é controlada por um dispositivo (ex., drive de disquete, drive de fita) Propriedades variam: velocidade de acesso, capacidade, taxa de transferência de dados, método de acesso (seqüencial ou aleatório) Gerência de Sistemas de Arquivos Arquivos são normalmente organizados em diretórios Existe controle de acesso na maioria dos sistemas para determinar quem acessa o que Atividades do SO incluem Criação e deleção de arquivos e diretórios Primitivas para manipular arquivos e diretórios Mapeamento de arquivos em armazenamento secundário Cópia de Segurança de arquivos em mídias de armazenamento estáveis (não voláteis) 1.34 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
35 Gerência de Armazenamento em Massa Tipicamente discos são usados para armazenar dados que não cabem na memória principal ou dados que devem ser guardados por um longo período de tempo. Gerência adequada é de vital importância A velocidade das operações do computador dependem fortemente dos subsistemas de disco e seus algoritmos Atividades do SO Gerência do espaço livre Alocação de armazenamento Escalonamento de disco Alguns armazenamentos não precisam ser rápidos Armazenamento terciário inclui armazenamento óptico, fitas magnéticas Ainda devem ser gerenciados Varia entre WORM (write-once, read-many-times escreve uma vez, lê muitas vezes) e RW (read-write leitura-escrita) 1.35 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
36 Subsistema de E/S Um dos objetivos do SO é esconder peculiaridades dos dispositivos de hardware do usuário Subsistema de E/S é responsável por Gerência de Memória do E/S incluindo: bufferização - armazenando dados temporariamente enquanto estão sendo transferidos caching - armazenando partes dos dados em armazenamento mais rápido para aumentar o desempenho spooling - sobreposição da saída de um job com a entrada de outros jobs Interface geral para drivers de dispositivos Drivers para dispositivos de hardware específicos 1.36 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
37 Proteção e Segurança Proteção qualquer mecanismo para controlar acesso de processos ou usuários aos recursos definidos pelo SO Segurança defesa do sistema contra ataques internos e externos Conceito muito amplo, incluindo negação de serviços (DOS), worms, vírus, roubo de identidade, roubo de serviço Sistema geralmente primeiro identifica os usuários, para determinar quem pode fazer o que Identidades de Usuários (user IDs, security IDs) incluem nomes e associam números, um por usuário user ID é associado com todos os arquivos, processos daquele usuário para determinar o controle de acesso Identificador de Grupo (group ID) permite que um conjunto de usuários seja definido e seu controle gerenciado, também sendo associado com cada processo e arquivo aumento de privilégio (privilege escalation) permite que usuários alterem para uma identificação com mais direitos 1.37 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
38 Ambientes Computacionais Computadores Tradicionais Ficam obsoletos com o tempo Ambiente de Escritório PCs conectados a um rede, terminais ligados ao mainframe ou minicomputadores fornecendo batch (execução em lote) e tempo compartilhado Hoje existem portais permitindo acesso a redes e sistemas remotos e aos mesmos recursos Redes Caseiras Costumava ser um sistema isolado, com modem Hoje conectado em rede e com firewall 1.38 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
39 Ambientes Computacionais (Cont.) Computação Cliente-Servidor Terminais burros suplantados por PCs mais poderosos Muitos sistemas agora servidores, respondendo a requisições geradas pelos clientes Servidor fornece uma interface ao cliente permitindo a requisição de serviços (ex. bancos de dados) Servidor de Arquivos fornece interface para clientes armazenar e acessar arquivos 1.39 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
40 Computação Igualitária (Peer( Peer-to-Peer) Outro modelo de sistema distribuído P2P não faz distinção entre clientes e servidores Ao contrário todos os nodos são considerados igualitários Cada um pode agir como cliente, servidor ou ambos Nodo deve se juntar a rede P2P Registrar seus serviços com um serviço de procura central na rede, ou Distribuir requisição por serviço e responder para requisições por serviço via protocolo de descoberta Exemplos incluem Napster e Gnutella 1.40 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
41 Computação Baseada na Web Web se tornou ubíqua PCs são os dispositivos mais predominantes Mais dispositivos estão sendo conectados em redes permitindo acesso pela web Nova categoria de dispositivos para gerenciar tráfego na web entre servidores similares: balanceamento de carga Uso de sistemas operacionais como Windows 95, no lado do cliente, desenvolveram-se para Linux e Windows XP, que podem ser clientes e servidores 1.41 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005
42 Fim do Capítulo 1
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Capítulo 1: Introdução Silberschatz, Galvin and Gagne 2009 Capítulo 1: Introdução O que faz um Sistema Operacional Organização de um Sistema Computacional Arquitetura de um Sistema Computacional Estrutura
Estrutura de Sistemas Operacionais. Capítulo 1: Introdução
Estrutura de Sistemas Operacionais 1.1 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005 Capítulo 1: Introdução O que faz um sistema operacional? Revisão da organização de um computador Revisão de alguns conceitos de
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