II Simpósio Milho e Soja Coplacana
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- Raul Castel-Branco Caminha
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1 Tecnologia e produção de milho II Simpósio Milho e Soja Coplacana Piracicaba SP Sérgio Antonio Alexandrino Coord. Técnico Sistemas Agronômicos Monsanto do Brasil
2 Evolução Seleção Melhoramento genético Biotecnologia Gregor Mendel Brasil UFLA década de 20(Hunnicultt e Paiva);IAC 1932 ; UFV MG 1935 e 1938 ( Secundino e Drummond); ESALQ SP (Paterniani,Zinsly e Vencovhy; Agroceres 1945 primeira empresa comercializar milho híbrido.
3 Evolução Práticas agronômicas PLANTIO Moitas e misturados Covas Plantio em Linha Plantio Direto
4 Evolução Práticas agronômicas Adubação
5 Evolução Práticas agronômicas Pulverização Manejo de insetos, doenças e ervas daninhas
6 Evolução Práticas agronômicas Colheitadeira
7 1000 ha Área Milho Brasil x Produtividade kg/ha Primeira safra milho x prod. média Brasil Segunda safra milho x prod. Média Brasil 1000 ha kg/ha 1000 ha kg/ha Fonte: CONAB
8 1000 ha Área milho x prod. Média Centro Sul kg/ha Safra 2010/11 Produtividade > ha Ensaio RS > kg/ha EnsaioMG> kg/ha Área 1 safra x prod. Média Centro Sul Área 2 safra x prod. Média Centro Sul 1000 ha kg/ha 1000 ha kg/ha / / / / / /11 0 Fonte: CONAB
9 Perguntas???? 1 Onde estou na evolução? 2 Qual meu objetivo? 3 Como vou fazer para atingir/melhorar? 4 Quais aistecnologias irei utilizar? 5 Tenho precisão e eficácia?
10 Gestão Agrícola POP Empresa, Melhorias Equipe, Individual. AÇÃO Corretiva PLANEJAR Objetivos ou metas CHECAR Conferir FAZER Implementar Levantar fatos DADOS Colocar em prática.
11 Bisel ou Botinha Disco duplo Semente Adubo Adubo Semente Influência do sistema de distribuição de adubo na semeadura (Fancelli, 1999)
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13 Umidade d excessiva Umidade adequada Influência da umidade do solo na operação de semeadura em PD (Fancelli, 1999)
14 8 km / hora 5,5 km / hora Efeito da velocidade d de operação de semeadura na taxa de revolvimento do solo (sistema de facão ou bisel) - foto: FANCELLI (1999)
15 Precisão das operações
16 Efeito da densidade do solo na absorção dos nutrientes pelas raízes das plantas Densidade N P K Ca Mg gcm g.cm 3 μgcm μg.cm 2 1,03 86,4 2,47 82,9 90,0 11,8 1,25 84,0 2,27 79,6 87,0 11,0 1,48 65,8 1,88 61,6 71,0 9, ,72 38, ,91 33,1 41,7 58 5,8 Fonte: EMBRAPA
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18 Fomesafen (Flexstar, Reflex) Chlorimuron (Classic) Fonte: Tecnologia & Desenvolvimento
19 Ocorrências clima Estamos considerando eventos climáticos em nossas recomendações??? Fonte: Estação experimental Coamo Campo Mourão
20 Uma recomendação!!!!!!!!!!!!!!!! Construir DADOS
21 ÉPOCA E MODO DE APLICAÇÃO Função do comportamento do nutriente no solo da fisiologia e nutrição da planta a) Pré plantio: Ca e Mg: calagem Ca e S: gessagem P e K: fosfatagem e potassagem N:? c) Cobertura via solo: d) Via foliar: N e K 2 O: adubação de cobertura b) Sulco de plantio: N, P 2 O 5 e K 2 O: formulação B, Cu, Mn e Zn: formulação Mn, Zn e Cu: no estádio V4 ou nos estádios V4 e V6/V8 e) Semente: Zn: via tratamento de sementes Observação Análise solo e planta.
22 Brachiaria ruziziensis plantio no milho verão em linha Plantio pode ser realizado juntamente com uréia Ideal 20 a 30 DAE Baixo custo a 300 pontos de VC Germinação uniforme Herbicidas residuais, não afetam desenvolvimento da Brachiaria Não compete com o milho Plantio da Brachiaria ruziziensis com incorporadora de ureia
23 Plantio Brachiaria ruziziensis com Plantio com 200 a 300 PVC Observar histórico chuva para escolher quando plantar: Fevereiro na cobertura > Fevereiro plantio junto com o milho. milho safrinha
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27 Detalhe da alta cobertura da B ruziziensis
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29 Maior descompactação, maior aeração, mais vida no solo... Os agregados formam-se em camadas de acordo com a reposição dos resíduos culturais e ação horizontal e vertical de fungos saprofíticos
30 Biotecnologia
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32 YieldGard VT PRO & Roundup Ready 2 estarão presentes em todos os traits futuros. FUTURO!!!
33 2ª Geração de Biotecnologia no Milho Controle superior das principais pragas* da cultura do milho *lagarta do cartucho, lagarta da espiga e broca do colmo Maior Produtividade Redução da área de refúgio para 5% Company Confidential
34 2ª Geração de Biotecnologia no Milho Controle superior das principais pragas* da cultura do milho *lagarta do cartucho, lagarta da espiga e broca do colmo Redução da área de refúgio para 5% Company Confidential Maior Produtividade O único com 2 proteínas
35 2ª Geração de Biotecnologia no Milho 1 a geração Milho Bt 1 proteína Cry1Ab 2 a geração Milho Bt 2 proteínas Cry1A Cry2Ab2 2 proteínas trazendo maior segurança ao milho: Maior espectro de controle Menor risco de resistência a insetos Company Confidential
36 2ª Geração de Biotecnologia no Milho Além de 2 proteínas, o milho YieldGard VT PRO foi desenvolvido usando um processo chamado: Tecnologia VecTran Processo genético mais preciso Maior controle dos insetos Maior produtividade Company Confidential
37 2ª Geração de Biotecnologia no Milho Tecnologia VecTran 2 proteínas Maior controle Menor refúgio: 5% Maior produtividade Company Confidential
38 2ª Geração de Biotecnologia no Milho 1ª Geração - Tecnologia de Biobalística Menor precisão 2ª Geração - Tecnologia VecTran A tecnologia VecTran é um processo de introdução de dois ou mais genes em um local de inserção mais preciso, gerando melhores resultados na expressão das características genéticas desejáveis Mais precisa
39 Por que plantar o refúgio? Redução do refúgio REFÚGIO MILHO BT Adultos suscetíveis Não Controlado Controlado Controlado Adultos suscetíveis Adultos resistentes Refúgio de 5% Fonte de indivíduos suscetíveis Mantém a proporção suscetíveis x resistentes Previne o desenvolvimento da resistência Preserva a tecnologia Bt
40 2ª Geração de Biotecnologia no Milho Produtividade Verão (Safra 08/09) a Produtiv vidade (kg/h ha) b + 10% Convencional com inseticida aplicação YieldGard VT PRO Fonte: Depto Tecnologia Monsanto Company Confidential
41 1 Proteína Cry1Ab Cry1F Cry1Ab Vip3Aa 1 Modo de Ação 2 Proteínas 22 Modos de Aã Ação Redução da Área de Refúgio para 5% Cry1A Cry2Ab2 Incremento de Produtividade
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43 O produtor tem agora 3 opções de manejo à sua escolha... Dessecação Pré Emergência 1a. aplicação 2a. aplicação Opção 1 Aplicação complementar de Roundup, se necessário, próxima à data de plantio 1,2 a 2.25 L/ha de Roundup Ready estágio V3 a V4 Aplicação sequencial com Atrazina ou Atrazina + Simazina
44 O produtor tem agora 3 opções de manejo à sua escolha... Dessecação Pré Emergência 1a. aplicação 2a. aplicação Opção 2 Aplicação complementar de Roundup, se necessário, próxima à data de plantio Atrazina ou Atrazina + Simazina após o plantio 1,2 a 2.25 L/ha de Roundup Ready estágio V3 a V4
45 O produtor tem agora 3 opções de manejo à sua escolha... Dessecação Pré Emergência 1a. aplicação 2a. aplicação Opção 3 Aplicação complementar de Roundup, se necessário, próxima à data de plantio 1,2 a 2.25 L/ha de Roundup Ready estágio V3 a V4 Se necessária, no máximo 1l/ha de Roundup Ready
46 ...podendo optar pela mais conveniente para sua lavoura Dias antes do plantio Estádio fenológico V2 V3 V4 V5 V6 V7 d ou d d 1a 2a d 1a 2a = dessecação * 1 = primeira aplicação de glifosato (pós emergência) = segunda aplicação de glifosato (pós emergência) Flexibilidade Havendo reincidência de plantas daninhas, uma dose complementar de Roundup Ready pode se fazernecessária (Max. 1,0L/ha) * 1 Campos com Azevém ou capim amargoso resistente: fazer o manejo sequencial com herbicidas de folha estreita na dessecação de pré plantio. * 2 Campos com buva resistente, fazer manejo sequencial com herbicidas hormonais ou de contato na dessecação de pré plantio. Company Confidential
47 O produtor tem várias opções para controle do milho voluntário Herbicida Empresa Ingrediente ativo Dose (L/ha) Cultura (Pós emergência) Aramo (200) Basf Tepraloxydim 0,375 a 0,5 Soja, Algodão Select EC (240) Arysta Clethodim 0,35 a 0,45 Soja, Algodão Fusilade EW (250) Syngenta Fluazifope p butilico 0,5 a 0,75 Soja, Algodão Verdict R (120) Dow Haloxifope p metilico p 0,4 a 0,5 Soja, Algodão Company Confidential
48 Field Testing Showed Lead Drought Event Increased Yield in Stressed Conditions DROUGHT TOLERANT CORN FAMILY Control With Gene COLLABORATION WITH Control With Gene Discovery Phase 1 Proof of Concept Phase 2 Early Development Phase 3 Adv. Development Phase 4 Pre-Launch Launch
49 Temos que ser a mudança que queremos no mundo Gandi OBRIGADO [email protected]
Altura Espiga (cm) Planta (cm) Verão - Sul, centro Semi-duro. Semi-duro. Semi-duro. Semi-dentado Amarelo alaranjado. Semi-dentado Amarelo alaranjado
Híbrido Tecnologia Investimento Finalidade 2B346 Planta Altura Espiga Safra / Regiões de Adaptação População (x 1.000 pl/ha) Pontos Fortes 50-65 205 104 Superprecocidade com qualidade de grãos Safrinha
Controle de gramíneas perenes e anuais em pós-emergência. Seletivos às culturas dicotiledôneas como a soja e algodão.
Com o foco no controle de plantas daninhas e lagartas, as culturas geneticamente modificadas têm ganhado espaço na preferência do produtor rural, pela redução nos custos de produção, comodidade e boas
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