BOLETIM TÉCNICO 2015/16
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- Benedicto Mendonça Penha
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1 1 09 AVALIAÇÃO DO POTENCIAL PRODUTIVO DE HIBRIDOS DE MILHO EM SEGUNDA SAFRA EM Objetivo Avaliar os atributos agronômicos e a produtividade de diferentes híbridos de milho cultivados em segunda safra em Lucas do Rio Verde MT. BOLETIM TÉCNICO 2015/16 Lucas do Rio Verde, MT Agosto, 2016 Autores Rodrigo Pengo Rosa, M. Sc. Engenheiro Agrônomo Fundação Rio Verde, MT [email protected] Fabio Kempim Pittelkow, D. Sc. Engenheiro Agrônomo Fundação Rio Verde, MT [email protected] Rodrigo Marcelo Pasqualli Engenheiro Agrônomo Fundação Rio Verde, MT [email protected] Materiais e Métodos O experimento foi instalado nas dependências da Fundação de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico Rio Verde, localizada entre as coordenadas geográficas S W e S W, com altitude média de 387 metros, no município de Lucas do Rio Verde - MT, em um LATOSSOLO VERMELHO Amarelo distrófico de textura argilosa, em semeadura direta sob palhada residual da cultura da soja. A instalação do experimento foi realizada em faixas de semeio, cada faixa foi composta por 15 linhas de plantio no espaçamento de 0,45 metros entre linhas por 30,0 metros de comprimento, totalizando 202,5 m 2 por faixa, conforme Figura 1. O semeio dos híbridos foi realizado dia 16/02/2016 com adubação de 250 kg ha -1 do formulado no sulco de semeio e adubação de cobertura com 100 kg ha -1 de Ureia no estádio V3 e uma segunda aplicação em cobertura com 100 kg ha -1 de Ureia no estádio V5. Os híbridos empregados no ensaio com a cultura do milho estão descritos na Tabela 1 e os dados de precipitação ocorridos a 10 dias antes da instalação do ensaio até a colheita estão apresentados na Figura 2.
2 Precipitação Pluvial (mm) Temperatura Média (ºC) 2 DKB 290 PRO3 AS 1656 PRO3 AG 7088 PRO3 Syn 5T78 VIP3 2B610 PW 2B810 PW SHS 7930 PRO2 BM 812 PRO2 DKB 390 PRO2 LG 6038 PRO2 ADV 9434 PRO2 BG 7439 HX MG 580 PW BM 815 MG 699 PW PAC 105 CD 3612 PW CD 3775 PW 2m60 2m80 2B647 PW 198 Formula Viptera 297 Supremo Viptera 787 Figura 1. Croqui do Experimento. 120,0 100,0 Precipitação Temp. Média 35,0 30,0 80,0 60,0 40,0 25,0 20,0 15,0 10,0 20,0 5,0 0,0 0,0 Fevereiro Março Abril Maio Junho 2016 Figura 2. Temperatura Média e Precipitação ocorridos 10 dias antes da instalação do ensaio até a colheita, com acumulado de 1.001,4 mm de precipitação no período. Fundação Rio Verde, 2016.
3 3 Tabela 1. Descrição dos tratamentos utilizados no experimento com a cultura do milho em Lucas do Rio Verde, MT. Fundação Rio Verde, Nº Trat. Empresa Tratamento 1 Advanta ADV 9434 PRO2 2 Advanta PAC Agroceres AG 7088 PRO3 4 Agroeste AS 1656 PRO3 5 Balu Balu Balu Biogene BG 7439 HX 9 Biomatrix BM 812 PRO2 10 Biomatrix BM Coodetec CD 3612 PW 12 Coodetec CD 3775 PW 13 Dekalb DKB 290 PRO3 14 Dekalb DKB 390 PRO2 15 Dow 2B610 PW 16 Dow 2B810 PW 17 Jmen 2m60 18 Jmen 2m80 19 LG LG 6038 PRO2 20 Morgan MG 580 PW 21 Morgan MG 699 PW 22 Santa Helena 2B647 PW 23 Santa Helena SHS 7930 PRO2 24 Syngenta Formula Viptera 25 Syngenta Supremo Viptera 26 Syngenta Syn 5T78 VIP3 Para o controle de pragas foi realizada duas aplicações de Galil SC na dosagem de 0,3 L ha -1 e duas aplicações de Nomolt 150 na dosagem de 0,1 L ha -1. O controle de plantas daninhas foi realizado com uma aplicação de Roundup WG na dosagem de 2,0 Kg ha ¹, uma aplicação de Gesaprin 500 na dosagem de 1,5 kg ha ¹ e uma aplicação de Soberan na dosagem de 0,24 L ha -1. Para o controle de doenças foi realizada uma aplicação de Opera Ultra na dosagem de 0,5 L ha -1.
4 4 Abaixo estão descritas as avaliações realizadas durante a condução do ensaio. Altura de Plantas Final: Altura de oito plantas aleatórias dentro de cada faixa de semeio, medindo do nível do solo até a inserção da folha bandeira, avaliação realizada no final do ciclo da cultura; Altura de Inserção da Espiga: Altura de oito plantas aleatórias dentro de cada faixa de semeio, medindo do nível do solo até a inserção da espiga principal, avaliação realizada no final do ciclo da cultura; População de Plantas: Contagem de plantas presentes em 4 metros lineares, realizado em 4 pontos aleatórios dentro de cada faixa de semeio, e convertido para unidade de área padrão, avaliação realizada no final do ciclo da cultura; Massa de Mil Grãos: Realizado após a colheita e trilhagem das parcelas, pesagem de 100 grãos de milho por parcela, convertidos para massa de mil grãos, com umidade de comercialização padrão de 13%; Produtividade: Peso dos grãos de milho colhidos, que foi composta por duas linhas de 5 metros cada, com 4 repetições dentro de cada faixa de plantio, convertidos para unidade de área com umidade de comercialização padrão de 13%. Posteriormente os dados foram submetidos à análise de variância e comparação de médias pelo Teste de Skott-Knott ao nível de 5% de probabilidade através do programa computacional Sisvar 5.6 (Ferreira, 2008). Resultados e Discussão As maiores alturas de plantas foram observadas para os híbridos ADV 9434 PRO2, AG 7088 PRO3, AS 1656 PRO3, 198, BG 7439 HX, DKB 290 PRO3, 2m80, LG 6038 PRO2 e Supremo Viptera com média de 256,6 centímetros de altura. A altura de inserção da primeira espiga apresentou as menores médias para os híbridos AS 1656 PRO3, 297, 787, BM 815, 2B610 PW, 2B810 PW, MG 580 PW, 2B647 PW e Formula Viptera com média de 119,5 centímetros de altura, a maior média para esta variável foi de 135,1 centímetros de altura (Tabela 2). A população final de plantas não apresentou diferença estatística entre os híbridos testados, com uma média de plantas por hectare (Tabela 2). Os híbridos BG 7439 HX, DKB 290 PRO3, LG 6038 PRO2 e MG 580 PW foram os que apresentaram as melhores médias para a massa de mil grãos com 311,9 gramas (Tabela 3). A produtividade apresentou uma variação de 59,3 sc ha ¹ entre os materiais, sendo os híbridos mais produtivos o 297, BG 7439 HX, CD 3612 PW, DKB 390 PRO2, 2B610 PW, 2B810 PW, 2m80, LG 6038 PRO2, MG 580 PW, 2B647 PW, Formula Viptera e Syn 5T78 VIP3 com uma média de 8.684,3 kg ha ¹ equivalente a 144,7 sc ha ¹ (Tabela 3).
5 5 Tabela 2. Altura de Plantas (AP), Altura de Inserção da Espiga (AIE) e População de Plantas (POP) para a cultura do milho em função dos tratamentos testados. Fundação Rio Verde, Empresa Híbridos AP* AIE* POPⁿˢ cm pl ha ¹ Advanta ADV 9434 PRO2 264,4 a 138,8 a Advanta PAC ,6 b 125,6 b Agroceres AG 7088 PRO3 251,9 a 135,0 a Agroeste AS 1656 PRO3 255,6 a 120,6 c Balu ,9 a 133,1 a Balu ,9 b 121,3 c Balu ,8 b 113,1 c Biogene BG 7439 HX 251,9 a 130,6 b Biomatrix BM 812 PRO2 245,0 b 136,9 a Biomatrix BM ,3 b 121,9 c Coodetec CD 3612 PW 248,8 b 126,9 b Coodetec CD 3775 PW 245,0 b 127,5 b Dekalb DKB 290 PRO3 259,4 a 133,1 a Dekalb DKB 390 PRO2 248,1 b 128,1 b Dow 2B610 PW 243,1 b 123,1 c Dow 2B810 PW 247,5 b 113,8 c Jmen 2m60 244,4 b 127,5 b Jmen 2m80 255,0 a 126,3 b LG LG 6038 PRO2 258,8 a 135,6 a Morgan MG 580 PW 233,1 b 122,5 c Morgan MG 699 PW 244,4 b 129,4 b Santa Helena 2B647 PW 241,9 b 120,0 c Santa Helena SHS 7930 PRO2 245,6 b 133,1 a Syngenta Formula Viptera 249,4 b 119,4 c Syngenta Supremo Viptera 255,6 a 126,9 b Syngenta Syn 5T78 VIP3 242,5 b 125,6 b Média 248,7 126, Coeficiente de Variação (%) 3,2 4,8 9,3 *As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o Teste de Scott-Knott ao nível de 5% de probabilidade. ns não significativo.
6 6 Tabela 3. Massa de Mil Grãos (MMG) e Produtividade dos diferentes híbridos de milho em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso. Fundação Rio Verde, Empresa Híbridos MMG* Produtividade* gramas kg ha ¹ sc ha ¹ Morgan MG 580 PW 309,0 a 9.540,9 a 159,0 a Jmen 2m80 261,9 c 9.125,7 a 152,1 a Syngenta Syn 5T78 VIP3 289,8 b 9.098,6 a 151,6 a Dekalb DKB 390 PRO2 294,5 b 9.027,9 a 150,5 a Coodetec CD 3612 PW 288,6 b 9.002,4 a 150,0 a Santa Helena 2B647 PW 278,8 b 8.523,0 a 142,1 a Dow 2B610 PW 280,8 b 8.475,7 a 141,3 a Syngenta Formula Viptera 271,3 b 8.441,1 a 140,7 a LG LG 6038 PRO2 304,1 a 8.437,7 a 140,6 a Dow 2B810 PW 244,8 d 8.339,2 a 139,0 a Balu ,6 b 8.191,5 a 136,5 a Biogene BG 7439 HX 315,4 a 8.007,9 a 133,5 a Coodetec CD 3775 PW 291,3 b 7.884,7 b 131,4 b Advanta PAC ,5 b 7.830,6 b 130,5 b Agroceres AG 7088 PRO3 256,9 c 7.797,8 b 130,0 b Dekalb DKB 290 PRO3 319,1 a 7.783,4 b 129,7 b Morgan MG 699 PW 291,8 b 7.550,3 b 125,8 b Jmen 2m60 242,2 d 7.387,6 b 123,1 b Syngenta Supremo Viptera 242,4 d 7.267,7 b 121,1 b Advanta ADV 9434 PRO2 278,7 b 7.261,0 b 121,0 b Balu ,1 b 7.039,5 c 117,3 c Biomatrix BM ,9 b 6.996,4 c 116,6 c Balu ,5 b 6.990,3 c 116,5 c Agroeste AS 1656 PRO3 282,9 b 6.650,5 c 110,8 c Santa Helena SHS 7930 PRO2 263,0 c 6.483,3 c 108,1 c Biomatrix BM 812 PRO2 234,3 d 5.982,8 c 99,7 c Média 279, ,1 131,5 Coeficiente de Variação (%) 5,3 9,6 *As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o Teste de Scott-Knott ao nível de 5% de probabilidade. ns não significativo. Considerações Finais A altura de plantas e altura de inserção de espiga não influenciaram diretamente a produtividade dos híbridos testados, apresentando as médias de 248,7 e 126,8 centímetros. A população de plantas não apresentou diferença estatística, porém apresentou uma variação de a plantas por hectare, sendo equivalente a 0,75 plantas por metro linear. Apesar da diferença numérica observada para a população de plantas esta não influenciou a produtividade da cultura, sendo a maior média de produtividade de 144,7 sc ha ¹ obtida com uma população de plantas de pl ha ¹ e a menor média de produtividade de 111,5 sc ha ¹ obtida com uma média de pl ha ¹.
7 7 Referências Bibliográficas MARTINEZ, H.E.P.; CARVALHO, J.G.; SOUZA, R.B. Diagnose foliar. In: RIBEIRO, A.C.; GUIMARÃES, P.T.G.; ALVAREZ V., V.H. (eds.). Recomendações para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais. 5ª Aproximação. Viçosa: UFV, p FERREIRA, DANIEL FURTADO. SISVAR: Um programa para análises e ensino de estatística. Revista Symposium (Lavras), v.6, p.36-41, Boletim Técnico Safra 2015/16 e Segunda Safra 2016 Fundação de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico Rio Verde Rodovia MT 449 KM 08 Caixa Postal 159 CEP: Lucas do Rio Verde MT [email protected] Telefone: (65) Versão on-line (2016)
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