BOLETIM TÉCNICO nº 16/2017
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- Vanessa Brezinski Felgueiras
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1 AVALIAÇÃO DO POTENCIAL PRODUTIVO DE CULTIVARES DE SOJA EM LUCAS DO RIO VERDE, MT BOLETIM TÉCNICO nº 16/2017 Safra 2016/17 e Segunda Safra 2017 Autores Rodrigo Pengo Rosa, M. Sc. Engenheiro Agrônomo Fundação Rio Verde, MT [email protected] Fabio Kempim Pittelkow, D. Sc. Engenheiro Agrônomo Fundação Rio Verde, MT [email protected] Rodrigo Marcelo Pasqualli Engenheiro Agrônomo Fundação Rio Verde, MT [email protected] Colaboradores Rafael Prevedelo Técnico Agrícola Ângelo Ribeiro Trentin Eng. Agrônomo Igor Cajá da Silva Estagiário, Convênio UNIVAG João Witor Zani Furlan Estagiário, Convênio UNIR Leandro Grigorio Dutra Silva Estagiário, Convênio UNIVAG COMPETIÇÃO DE HÍBRIDOS DE MILHO EM SEGUNDA SAFRA Objetivo Avaliar o desempenho agronômico de híbridos de milho cultivados em segunda safra no município de Lucas do Rio Verde MT. Material e Métodos O experimento foi instalado nas dependências da Fundação de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico Rio Verde, localizada entre as coordenadas geográficas S W e S W, com altitude média de 387 metros, no município de Lucas do Rio Verde MT. O clima predominante é Aw (Köppen-Geiger, 1936), apresentando duas estações bem definidas (chuvosa, de outubro a abril e seca, de maio a setembro), o solo é classificado como LATOSSOLO VERMELHO AMARELO distrófico de textura argilosa (Embrapa, 2013). A semeadura ocorreu na modalidade de plantio direto sobre palhada da soja, em faixas de semeadura com uma repetição. As faixas foram constituídas por 20 linhas de cultivo no espaçamento de 0,45
2 Pluviosidade (mm) Temp. Média ( C) AVALIAÇÃO DE NÍVEIS TECNOLÓGICOS DE ADUBAÇÃO EM HÍBRIDOS DE MILHO EM SEGUNDA SAFRA metros por 30,0 metros de comprimento, totalizando uma área de 270,0 m 2 por híbrido. O semeio da cultura do milho foi realizado no dia 27 de fevereiro de 2017, com adubação de 350,0 kg ha ¹ do formulado na linha de semeadura e 225,0 kg ha ¹ de em V3/V4 e 150,0 kg ha ¹ de em V5. Os vinte e sete híbridos empregados no ensaio com a cultura do milho estão descritos na Tabela 1 e os dados de precipitação ocorridos 10 dias antes da instalação do ensaio até a colheita estão apresentados na Figura 1. 70,0 60,0 Precipitação Temp. Média 30,0 25,0 50,0 40,0 30,0 20,0 20,0 15,0 10,0 10,0 5,0 0,0 0,0 Fevereiro Março Abril Maio Junho 2017 Figura 1. Temperatura média e precipitação ocorridos 10 dias antes do semeio do milho até a maturação, com acumulado de 540,6 mm de precipitação no período. Fundação Rio Verde, = Data de Semeio O controle de plantas daninhas foi realizado com duas aplicações de Soberan na dose de 0,24 L ha ¹ e duas aplicações de Atrazina na dose de 3,0 L ha ¹. O controle de pragas durante o ciclo da cultura foi realizado com duas aplicações de Galil na dose de 0,3 L ha ¹ e duas aplicações de Belt na dose de 0,15 L ha ¹. Para o controle de doenças foram realizadas duas aplicações de Authority na dose de 0,6 L ha ¹. Tabela 1. Descrição dos tratamentos utilizados no experimento com a cultura do milho em Lucas do Rio Verde, MT. Fundação Rio Verde Nº Trat. Empresa Tratamento Nº Trat. Empresa Tratamento 1 AG 8061 PRO2 15 Dow 2B688 PW Agroceres 2 AG 8700 PRO3 16 2M60 Jmen 3 AS 1555 PRO3 17 2M80 4 Agroeste AS 1633 PRO3 18 Land 468 Land 5 AS 1656 PRO3 19 Land BALU LG 6033 PRO2 Balu LG 7 BALU LG 6036 PRO3 8 Biogene BG 7037 YHR 22 Morgan MG 600 PW 9 CD 3410 PW VYH Coodetec Pioneer 10 CD 3612 PW HR 11 DKB 230 PRO3 25 Formula 12 DKB 290 PRO3 26 Syngenta Supremo Dekalb 13 DKB 310 PRO3 27 Syn 5T78 14 DKB 390 PRO3
3 As avaliações realizadas durante a condução do ensaio estão descritas abaixo. Altura de Plantas: Distância do nível do solo até a folha bandeira, sendo realizada no final do ciclo da cultura em duas plantas aleatórias em cada parcela; Altura de Inserção da Espiga: Distância do nível do solo até a inserção da espiga, sendo realizada no final do ciclo da cultura em duas plantas aleatórias em cada parcela; População de Plantas: Número de plantas por hectare, sendo realizada no final do ciclo da cultura em quatro metros lineares das duas linhas centrais de cada parcela, convertido para unidade de área; Massa de Mil Grãos: Pesagem de 100 grãos de cada parcela e convertidos para massa de mil grãos com a umidade de comercialização padrão de 13%, realizado em pós colheita; Produtividade: Massa dos grãos colhidos em cada parcela, convertidos para unidade de área com umidade de comercialização padrão de 13%, sendo realizado quando a cultura se encontrava em maturação plena em 4 metros lineares das duas linhas centrais de cada parcela, onde o material colhido foi trilhado em equipamento especifico para debulha. Posteriormente os dados coletados foram submetidos à análise de variância e comparação de médias pelo teste de Scott-Knott ao nível de 5% de probabilidade através do programa computacional Sisvar 5.6 (Ferreira, 2008). Resultados e Discussão A altura de plantas e altura de inserção da espiga apresentaram diferença estatística significativa com uma variação média de altura de plantas de 2,32 a 2,56 metros, e de altura de inserção de espigas de 1,12 a 1,40 metros, se mostrando bastante heterogêneos quantos ao porte de plantas. A população de plantas não apresentou diferença estatística entre os híbridos, com uma média de pl ha ¹ valor muito próximo do almejado no ensaio que era de pl ha ¹, vale ressaltar que a variação máxima observada entre os híbridos foi equivalente a 0,3 pl m ¹. A massa de mil grãos apresentou diferença estatística entre os híbridos testados onde os maiores valores foram observados para os híbridos AS 1656 PRO3, BG 7037 YHR, CD 3410 PW, LAND 468, Pioneer 3380 HR e Pioneer 2830 VYH com média de 287,7 gramas, valor que é 48,4% superior à média das menores massas observadas (Tabela 2)
4 Tabela 2. Altura de plantas, altura de inserção da espiga, população final de plantas e massa de mil grãos em função dos híbridos testados na cultura do milho em Lucas do Rio Verde, MT. Fundação Rio Verde, Híbridos AP AIE POP MMG m pl ha ¹ g AG 8700 PRO3 2,44 b 1,14 d ,3 d AG 8061 PRO3 2,43 b 1,26 b ,3 c AS 1555 PRO3 2,30 c 1,12 d ,1 c AS 1633 PRO3 2,54 a 1,41 a ,7 b AS 1656 PRO3 2,47 b 1,20 c ,9 a BG 7037 YHR 2,43 b 1,32 b ,0 a CD 3612 PW 2,43 b 1,25 c ,6 b CD 3410 PW 2,31 c 1,22 c ,6 a DKB 390 PRO3 2,45 b 1,44 a ,9 c DKB 290 PRO3 2,57 a 1,31 b ,8 b DKB 310 PRO3 2,45 b 1,39 a ,8 b DKB 230 PRO3 2,44 b 1,35 b ,7 c 2B688 PW 2,35 c 1,16 d ,8 b JMEN 2MBO 2,48 b 1,25 c ,9 c JMEN 2M60 2,54 a 1,33 b ,6 b LG 6033 PRO2 2,39 c 1,10 d ,5 c LG 6036 PRO3 2,56 a 1,41 a ,1 b MG 600 PW 2,31 c 1,15 d ,1 b SYN 5T78 2,57 a 1,32 b ,2 d SUPREMO 2,42 b 1,24 c ,3 c FORMULA 2,25 c 1,04 d ,0 d LAND 544 2,29 c 1,12 d ,9 d LAND 468 2,56 a 1,37 a ,4 a Pioneer 3380 HR 2,47 b 1,30 b ,8 a Pioneer 2830 VYH 2,38 c 1,22 c ,5 a BALU 787 2,42 b 1,12 d ,0 c BALU 460 2,29 c 1,15 d ,8 b Média 2,43 1, ,7 Coeficiente de Variação (%) 3,0 5,9 6,0 7,2 AP = Altura de plantas; AIE = altura de inserção da espiga; POP = População de plantas; MMG = Massa de mil grãos. *As médias seguidas pela mesma letra minúscula na coluna não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o Teste de Scott-Knott ao nível de 5% de probabilidade. ns não significativo. A variável produtividade também apresentou diferença estatística significativa entre os híbridos testados, onde as maiores produtividades foram observadas para os híbridos 2B688 PW, LG 6036 PRO3 e MG 600 PW com média de 104,8 sc ha ¹, valor que está de acordo com a média de produtividade para a região nesta segunda safra, que segundo IMEA, 2017 é estimada em 106,3 sc ha ¹, já a média de produtividade do ensaio está abaixo desse valor com 85,8 sc ha ¹ (Tabela 3).
5 Tabela 3. Produtividade dos híbridos de milho testados na segunda safra em Lucas do Rio Verde, MT. Fundação Rio Verde, Híbridos Produtividade kg ha ¹ sc ha ¹ AG 8700 PRO ,3 c 73,9 c AG 8061 PRO ,5 c 85,1 c AS 1555 PRO ,0 c 75,8 c AS 1633 PRO ,5 b 93,2 b AS 1656 PRO ,2 c 71,0 c BG 7037 YHR 5.519,4 b 92,0 b CD 3612 PW 5.625,4 b 93,8 b CD 3410 PW 4.783,9 c 79,7 c DKB 390 PRO ,0 b 89,4 b DKB 290 PRO ,7 b 95,7 b DKB 310 PRO ,5 b 93,7 b DKB 230 PRO ,8 c 86,5 c 2B688 PW 6.250,0 a 104,2 a JMEN 2MBO 4.429,5 c 73,8 c JMEN 2M ,5 c 77,3 c LG 6033 PRO ,9 c 86,8 c LG 6036 PRO ,0 a 105,9 a MG 600 PW 6264,2 a 104,4 a SYN 5T ,4 c 69,1 c SUPREMO 4.513,3 c 75,2 c FORMULA 4.970,6 c 82,8 c LAND ,4 c 81,6 c LAND ,2 c 77,3 c Pioneer 3380 HR 5.352,7 b 89,2 b Pioneer 2830 VYH 5.722,1 b 95,4 b BALU ,2 c 80,2 c BALU ,6 c 83,5 c Média 5.147,4 85,8 Coeficiente de Variação (%) 10,3 *As médias seguidas pela mesma letra minúscula na coluna não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o Teste de Scott-Knott ao nível de 5% de probabilidade. ns não significativo. Considerações Finais Nas condições em que o ensaio foi realizado podemos concluir que: - Os híbridos se apresentaram bastante heterogêneos quanto ao porte de plantas e massa de mil grãos, porém, esses fatores não apresentaram relação direta com a produtividade da cultura. - A população de plantas apresentou valores ideais para todos os híbridos testados. - A produtividade média dos híbridos apresentou um valor de 85,8 sc ha ¹, sendo que a produtividade média dos híbridos mais produtivos foi de 104,8 sc ha ¹, valor que está de acordo com a média para região e 22,2% superior à média geral do ensaio.
6 Referências Bibliográficas Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Sistema de Classificação de solos. Rio de Janeiro, EMBRAPA Solos, p. FERREIRA, D. F. SISVAR: Um programa para análises e ensino de estatística. Revista Symposium (Lavras), v.6, p.36-41, INSTITUTO MATO-GROSSENSE DE ECONOMIA AGROECUÁRIA IMEA. Boletim Semana do Milho nº 465, 2017b. Disponível em < Acessado em agosto de KÖPPEN, W.: Das geographisca System der Klimate, in: Handbuch der Klimatologie, edited by: Köppen, W. and Geiger, G., 1. C. Gebr, Borntraeger, 1 44, Boletim Técnico Safra 2016/17 e Segunda Safra 2017 Fundação de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico Rio Verde Rodovia MT 449 KM 08 Caixa Postal 159 CEP: Lucas do Rio Verde MT [email protected] Telefone: (65) Versão on-line (2017)
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