Aula 7 Conhecendo o grub e O que é preciso ainda saber do Shell
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- Elisa di Castro Benevides
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1 Aula 7 Conhecendo o grub e O que é preciso ainda saber do Shell Grub Básico de Manutenção Gerenciador de boot do Gnu/Linux. Trataremos da versão 2. /boot/grub/grub.cfg é o seu arquivo de configuração, onde estão armazenadas as informações necessárias para inicializar cada SO cadastrado. O comando update-grub atualiza o arquivo /boot/grub/grub.cfg, com qualquer modificação feita no sistema, como uma inclusão/exclusão de kernel. Configuração Alterações na configuração são normalmente feitas em /etc/defaul/grub e nos arquivos da pasta /etc/grub.d. O arquivo /boot/grub/grub.cfg não deve ser editado pelo usuário; mudanças nesse arquivo são feitas pelos scripts de configuração. Arquivo /etc/default/grub É o principal arquivo de configuração para alterar as configurações padrão. - GRUB_DEFAULT=0 Configura a entrada default pela posição. Como no GRUB a primeira entrada é zero, a segunda 1, etc, - GRUB_DEFAULT=saved Define a entrada de menu padrão com o que foi selecionado anteriormente (a última seleção). - GRUB_DEFAULT="xxxx" Neste caso, a localização no menu não importa. Exemplo: GRUB_DEFAULT="Ubuntu, Linux generic" - GRUB_TIMEOUT= Configura o tempo. - GRUB_HIDDEN_TIMEOUT=0 O menu ficará oculto. # GRUB_HIDDEN_TIMEOUT=0 O menu não será oculto - GRUB_HIDDEN_TIMEOUT_QUIET=true true = nenhuma contagem regressiva é exibida. A tela ficará em branco. false = Um contador será exibido numa tela em branco durante o tempo do GRUB_HIDDEN_TIMEOUT.
2 - #GRUB_GFXMODE=640x480 - descomente essa linha para mudar a resolução. Ela fornece resoluções suportadas pela placa de vídeo do usuário (640x480, 800x600, 1280x1024, etc). aplica-se apenas a resolução do menu de boot. Dica: Definindo a mesma resolução do sistema operacional o tempo de inicialização diminuirá ligeiramente. - GRUB_DISABLE_LINUX_RECOVERY=true Adicione ou descomente essa linha se não desejar o Recovery mode no menu. "Recovery mode" para apenas um kernel, fazer uma entrada especial em /etc/grub/40_custom. Entradas personalizadas GRUB 2 permite ao usuário criar seleções de menus personalizados que serão automaticamente adicionados ao menu principal quando o comando sudo update-grub é executado. Um arquivo 40_custom vazio está disponível em /etc/grub.d/ para uso ou para servir de exemplo para criar menus personalizados. Aqui estão algumas considerações para menus personalizados: - o nome do arquivo determina a ordem das seleções no menu. Nomes numéricos são executados primeiro, seguido por nomes alfabéticos. - Entrada 10_linux aparecerá antes de 30_os prober, que será colocado antes de entradas 40_custom, que irá preceder my.custom.entries. - o usuário que desejar que as suas entradas de menu personalizado apareçam em primeiro lugar no menu principal pode nomear a pasta para 06_custom que suas listas estarão em primeiro lugar no menu. - o arquivo deve ser feito executável : sudo chmod +x /etc/grub.d/filename. - o conteúdo desse arquivo é adicionado ao grub.cfg sem alterações quando o comando sudo update-grub é executado. - ao contrário do grub.cfg, arquivos personalizados podem ser editados a qualquer momento, não são somente leitura, e podem ser propriedade de usuários comuns, se for desejado. - o seu conteúdo não será alterado quando novos kernels forem adicionados ou removidos. Criando menus personalizados O usuário pode editar o arquivo default /etc/grub.d/40_custom ou criar um novo. A maneira mais fácil de criar o conteúdo de um menu personalizado é copiar uma entrada
3 do /boot/grub/grub.cfg. Depois de copiado, o conteúdo do 40_custom pode ser adaptado a vontade do usuário. De acordo com o arquivo personalizado padrão da amostra (etc/grub.d/40_custom/) as duas primeiras linhas de um arquivo personalizado em /etc/grub.d deve ser: #!/bin/sh exec tail -n +3 $0 Exemplo de menuentry : ### BEGIN /etc/grub.d/10_linux ### menuentry "Ubuntu, Linux generic" { recordfail=1 if [ -n ${have_grubenv} ]; then save_env recordfail; fi set quiet=1 insmod ext2 set root=(hd0,2) search --no-floppy --fs-uuid --set 22290d2e-82c9-48d5-92c1-ce138634eedc linux /boot/vmlinuz generic root=uuid=22290d2e-82c9-48d5-92c1- ce138634eedc ro vga=789 quiet splash initrd /boot/initrd.img generic } Essa entrada do exemplo, copiada do grub.cfg e alterada pode ter este aspecto: menuentry "Ubuntu 9.10" { set root=(hd0,2) search --no-floppy --fs-uuid --set 22290d2e-82c9-48d5-92c1-ce138634eedc linux /boot/vmlinuz generic root=uuid=22290d2e-82c9-48d5-92c1- ce138634eedc ro quiet splash initrd /boot/initrd.img generic } Uma entrada de exemplo para Carregamento em série para um outro gestor de arranque GRUB. } menuentry "Grub 1 Bootloader" { set root=(hd0,8) chainloader +1 Obs: em uma entrada já existente é possível passar parâmetros para o kernel. Por exemplo no 10_linux (etc/grub.d/) localize a primeira ocorrência de menuentry. Logo abaixo começa uma linha com a palavra linux. Ao final dela, basta dá um espaço e acrescentar os nomes dos módulos desejados. Por exemplo vga=788, que coloca uma resolução de 800x600 no shell. Outras Resoluções:
4 640x x x x K K M Dica: Do obs acima faça o seguinte (vale para o Debian 5): Instale o pacote fbi; Com o comando usermod -G video usuario acrescente o seu usuário nesse grupo; Faça logoff e logon; Baixe uma imagem e tente ver com o fbi, ou um pdf para vê-lo com o fbgs: fbi imagem.png fbgs arquivo.pdf Ambos saem com q. Splash Images Imagens e Animações no Grub GRUB 2 Splash Images Instale o pacote padrão GRUB 2 splash images : sudo apt-get install grub2-splashimages. Não confundir este com o pacote grub-splashimages, que não é compatível com o GRUB 2. A localização padrão para essas imagens é /usr/share/images/grub. Configurando splash images As splash images do GRUB 2 são controladas pelo arquivo /etc/grub.d/05_debian_theme Edite esse arquivo como root : sudo gedit /etc/grub.d/05_debian_theme Encontre a linha abaixo : for i in {/boot/grub,/usr/share/images/desktop-base}/moreblue-orbit-grub.{png,tga} ; do Detalhes sobre esta entrada: - por default o GRUB 2 procura por splash images em /boot/grub e /usr/share/images/desktop-base - o pacote grub2splashimages fica em /usr/share/images/grub
5 - o usuário deve: - alterar a localização da pasta na linha acima para apontar para o endereço correto, ou - mover a imagen para uma das pastas acima referenciadas. - para adicionar a pasta grub coloque a entrada para ela e mude o nome do arquivo da imagem pelo que voce quer. Na imagem do nosso exemplo a configuração ficou assim : for i in {/boot/grub,/usr/share/images/desktopbase,/usr/share/images/grub}/lake_mapourika_nz.{png,tga} ; do Depois de ter introduzido o caminho e o nome da imagem em 05_debian_theme você executa sudo update-grub Configurando fonte e cores Estas linhas estão contidas em /etc/grub.d/05_debian_theme. A cor é definida pela linha abaixo. A primeira cor é a cor do texto, a segunda é a cor de fundo. set color_normal=black/black O código abaixo define a cor de entradas selecionadas. A primeira cor é a cor do texto em destaque, a segunda é a cor de fundo da linha selecionada. Se black é a segunda entrada, a linha de destaque será transparente e apenas o texto mudará de cor. set color_highlight=magenta/black O black é a cor de transparência GRUB 2 padrão. Altere apenas a cor do primeiro (ou seja, xxxxx /black), se utilizar uma imagem de splash. Se o segundo valor nesta linha é alterada para uma cor diferente de black a imagem splash será escondida atrás de um fundo de cor sólida. Para mais detalhes : GRUB 2 Splash Images. Manipulando Entradas no GRUB 2 Primeiro faça uma cópia de segurança, na sua pasta pessoal, dos arquivos 10_linux e 30_os-prober, para reverter se algo der errado. Depois rode o comando sudo cat /boot/grub/grub.cfg grep "menuentry" cut -d '"' -f 2 Esse comando mostra o que tem no menu. Isso ajuda a fazer a alteração e vc pode ver se funcionou sem precisar reiniciar.
6 E, não esqueça de : sudo update-grub depois de alterar o menu. Shell 1 Histórico de comandos: Todos os comandos digitados na linha de comando são registrados, em um arquivo.bash_history, em cada pasta pessoal dos usuários, podendo ser recuperados para nova execução. $ more $HOME/.bash_history (ver o conteúdo do histórico de comando do usuário atual) Formas de acessar os comandos antigos: a Setas de direção <up> e <down>; b Através de seu número na lista. A forma de saber qual é a ordem do comando na lista é através do comando: $ history (você pode paginar com o less ou o more) E a sua execução é da seguinte forma: $!num (ordem na lista) $!nome_do_comando (executa o comando mais recente com nome_do_comando) $!?palavra_presente_no_comando (executa o comando mais recente que tiver palavra_presente_no_comando) $ ^palavra_presente_no_comando^nova_ palavra_presente_no_comando (executa o comando mais recente que tiver palavra_presente_no_comando, mas troca palavra_presente_no_comando por nova_palavra_presente_no_comando) Ex.: $!15 (executa o 15º comando usado) $!ls $!?home (se você digitou antes ls -l /home) $^home^etc (se você usou antes ls -l /home, o comando volta como ls -l /etc) Dica: $ cat.bash_history grep ls -l (mostra as ocorrências com o comando ls -l. Como é um comando existente, tem de proteger com ou '')
7 2 Variáveis e variáveis de Ambiente: contem referencias ou nomes utilizados por vários comandos ou apenas valores. Se comportam da mesma forma que uma variável de uma linguagem de programação. Uma variável de ambiente controla o comportamento de um programa, registram detalhes úteis durante a seção do usuário no sistema, especificam o idioma das mensagens do sistema, etc. Comandos e conceitos: $ nome=valor (atribuição) $ echo $nome (O $ é usado para se ter acesso ao conteúdo da variável, que pode ser utilizado para alguma coisa) $ set (mostra todas as variáveis locais) $ env (mostra todas as variáveis globais) $ export nome=valor (torna a variável disponível para todos, ou seja, global, mas se perde no logoff) Variáveis de ambiente conhecidas: HOME - Esta variável identifica o diretório do usuário doméstico, use o comando echo $HOME para saber qual é o seu diretório HOME. SHELL - Esta variável identifica qual shell está sendo usado, use o comando echo $SHELL para saber qual é o shell que o seu sistema está usando. TERM - Esta variável define o tipo de terminal que está sendo usado, use o comando echo $TERM para saber qual o tipo de terminal está sendo usado pelo sistema. USER - Pré-define o nome de conta como variável de ambiente, ou seja, ao se logar ao sistema a ID do usuário é combinada com um nome de conta, para saber qual é o usuário corrente use o comando "echo USER". PATH - Esta é a variável de ambiente que define quais diretórios pesquisar e a ordem na qual eles são pesquisados para encontrar um determinado comando. Para saber como o sistema faz esta pesquisa e em qual diretório está um comando use o comando "echo $PATH". MAIL - Esta é a variável de correio eletrônico. Para saber como seu mail está definido use o comando "echo $MAIL". LOGNAME - Esta variável é um sinônimo para USER. Para saber qual é o seu logname use o comando "echo $LOGNAME". OSTYPE - Essa variável define o tipo de sistema operacional em uso. Para saber qual é o sistema operacional em uso use o comando "echo $OSTYPE". Uma variável pode se tornal local ou global sempre que o sistema estiver ativo, através de sua inclusão em: /etc/profile (a variável fica disponível para todos, ou seja, global. Este arquivo contém comandos que são executados para todos os usuários do sistema no momento do login. Somente o usuário root pode ter permissão para modificar este arquivo. ) /etc/environment (Armazena as variáveis de ambiente que são exportadas para todo o sistema. )
8 .bash_profile (dentro da pasta do usuário, a variável está disponível apenas para um usuário. Usado por shell que requerem autenticação. Também executa comandos nele definidos) ou.bashrc (mesmo jeito do anterior, mas é usado por shells que não requerem autenticação. Também executa comandos nele definidos ) Dica: é possível jogar a saída de um comando dentro de uma variável, através da instrução $(comando). Exemplo: $ saida_ls=$(ls -l /home) (executa o ls e joga o seu resultado dentro da variável saida_ls) $ echo $saida_ls (mostra o conteúdo de saida_ls) 3 Apelidos: criar nomes alternativos para comandos. alias apelido=comando (cria um apelido) unalias apelido (apaga o apelido) Um alias só sobrevive até o logoff. Para se tornar sempre disponível, armazenar o comando em algum dos arquivos de inicialização citados anteriormente. Exs.: $ alias lsh= ls -l /home $ lsh $ unalias lsh 4 Shell instalados: $ cat /etc/shells (mostra todos os shells instalados) ou $ exec nome_shell (abre o shell informado) $ chsh (permite a troca do shell por outro. É solicitado o caminho do novo shell) 5 Coisas estranhas - Operações booleanas: entre comandos: && - And (significa que o próximo comando só executa se o primeiro deu certo) - Or (significa que o próximo comando executa se o primeiro não deu certo)
9 Ex.: cat /etc/default/grub && echo Terminei (O echo só executa se o cat executar sem erros) echo Comecei echo Terminei (O 2º echo executa mesmo que o 1º dê algum erro) - Comando read: lê um valor. Tipo o read de linguagem de programação $ read nome_var (lê um valor e o armazena em nome_var) - Comando test: testa uma condição, retornando true ou false. Parâmetros: Exemplos: $ test 13 -lt 20 (testa se 13 é menor do que (-lt) 20) $ test 30 -gt 11 (testa se 30 é maior do que (-gt) 11) $ test -d /dev && echo Certo. É um diretório (testa se /dev é um diretório (-d) e usa um AND (&&) para rodar um comando qualquer para ver se o primeiro deu certo, como um comando para mostrar que a verificação foi verdadeira) - Comando if: testa se comandos são verdadeiros. Como há o test, ele pode ser combinado com o if: if test 12 -lt 20 then
10 echo é menor else echo é maior fi ou com [ e ] (o [ é atalho para o test), da seguinte forma: if [ 12 -lt 20 ] then echo é menor else echo é maior fi - Comando de loop while: i=0 # a condição de test é se i é menor igual (-le) while test $i -le 10 #(ou while[ $i -le 10 ] ) do echo $i é menor i=$((i+1)) # o $() permite salvar o resultado de um comando dentro de uma variável. No caso do exemplo, os parenteses extras são utilizados para fazer operações matemáticas. done Obs: use tanto o if como o while dentro de shell script. É mais prático de trabalhar com eles... Referências: - GRUB 2 - Um help na apresentação e configuração;
11 - Como configurar o Grub2 no Ubuntu 9.10; - Framebuffer - recursos gráficos sem o X; - Configurando vídeo no Linux usando frame buffer; Canivete Suíço do Shell (Bash) - 1 Operadores; - Canivete Suíço do Shell (Bash) - 6. if, for, select, while, until, case; - Programando em shell-script; - Otimizando o controle e a digitação de comandos no shell; - Trabalhando com shell e variáveis de ambiente.
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