ARRANJOS ESPACIAIS NO CONSÓRCIO DA MANDIOCA COM MILHO E CAUPI EM PRESIDENTE TANCREDO NEVES, BAHIA INTRODUÇÃO
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- Henrique Azevedo Palma
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1 ARRANJOS ESPACIAIS NO CONSÓRCIO DA MANDIOCA COM MILHO E CAUPI EM PRESIDENTE TANCREDO NEVES, BAHIA JAEVESON DA SILVA 1, JOSÉ RAIMUNDO FERREIRA FILHO 2 1 Eng. Agr., DSc., Pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura. Endereço: Rua Embrapa s/n, Cx. Postal 7, Chapadinha, Cruz das Almas, BA. [email protected]; 2 Eng. Agr., MSc., Pesquisador da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola/Embrapa. [email protected]. INTRODUÇÃO A consorciação entre culturas permite a exploração na mesma área de mais uma espécie agrícola, sendo vantajoso para a agricultura familiar, considerando que a maioria detém de módulo agrícola com área efetiva de 1 a 3 ha, sendo, portanto, importante para a segurança alimentar, pela exploração de culturas com diferentes exigências edafoclimáticas, reduções na população de plantas infestantes e da perda do solo ocasionada por processos erosivos. As principais culturas consorte com mandioca na região Nordeste do Brasil, tem sido o milho e o feijão caupi (Vigna unguiculata), com objetivo maior de complementação e segurança alimentar. A definição de arranjos espaciais das culturas no consórcio é fundamental para que o sistema de produção seja eficiente no uso da terra, no qual se espera que, num mesmo tamanho de área, seja mais vantajoso o cultivo consorciado que as culturas cultivadas separadamente (Schons, 2006). O trabalho apresenta a avaliação da produtividade e de valor da produção da mandioca, milho e feijão caupi, em monocultivo e consorciado, no município de Presidente Tancredo Neves, Bahia. MATERIAL E MÉTODOS A unidade de avaliação foi desenvolvida em março/2004 e em sistema de sequeiro, na Faz. Novo Horizonte, no município de Presidente Tancredo Neves, BA situada na Região
2 Fisiográfica do Baixo Sul do Estado da Bahia, a 13 o 27 0 de latitude Sul e 39 o 25 0 de longitude Oeste de Greenwich, a 160m de altitude, apresentando clima quente subsumido, com médias de temperatura de 19,4 o C a 24,6ºC e precipitação de mm a mm, com boa distribuição ao longo do ano; os meses mais secos são dezembro, janeiro e fevereiro. Para o plantio da mandioca, var. Cigana Preta, foi utilizado os arranjos espaciais 1,00 m x 0,80 m, 1,00 m x 1,00 m e 2,00 m x 0,60 m x 0,80 m (fileiras duplas), de forma solteira e consorciada com as culturas do milho BR 106 e feijão caupi (vigna unguiculata), cujas sementes foram adquiridos em feira livre local. Entre as fileiras simples de mandioca, foram avaliadas parcelas com uma fileira de milho e duas de feijão caupi, e quando em fileiras duplas, com as culturas intercalares foram cultivadas no maior espaçamento (2,00 m), parcelas com duas fileiras de milho e três de feijão caupi. A mandioca sofreu uma poda 0,20 m acima do solo, com quatorze meses após o plantio, e teve colheita realizada cinco meses depois desta poda. Durante o ciclo da mandioca foram realizados dois plantios seguidos de milho e de feijão caupi. Os plantios das culturas intercalares foram realizados aproximadamente 30 dias após a brotação e por ocasião da poda da mandioca. Cada unidade de avaliação apresentou área equivalente a 130 m 2. As práticas agrícolas para o cultivo de mandioca, feijão e milho seguir conforme recomendações técnicas (Souza et al., 2006). Os tratamentos foram avaliados considerando dados de produtividades de raízes e de rendimento de fécula (amido) e farinha de mandioca, produtividade de espigas verdes e de secos de milho e feijão caupi, de valores de Uso Eficiente da Terra (UET) e valor da produção. RESULTADOS E DISCUSSÃO Valores mais elevados de UET, considerando cada cultura intercalar, foi observado quando se utilizou o arranjo espacial de fileiras duplas para a cultura da mandioca, onde se espera menor competição e maior produtividade entre plantas consorciadas, pois favorece melhor distribuição de fileiras das culturas intercalares no momento da implantação do sistema (Tabela 1). Uma análise da UET revela a vantagem para todos os tratamentos consorciados com o feijão caupi e o milho, a uma variação de 29 a 75%. Na Tabela 2 estão
3 relacionados os valores da produção das culturas, considerando as produtividades alcançadas quando em monocultivo e consórcio. Tabela 1. Rendimentos médios de raízes frescas, amido e farinha de mesa, espigas verdes e secos de milho e caupi e de valores de UET. Presidente Tancredo Neves, BA, 2004/ Tratamentos Raízes Amido Farinha Milho, em Milho (espigas) Feijão, em Mandioca (1,0 m x 0,8 m) + Caupi 27,71 8,55 10, ,15 1,46 Mandioca (1,0 m x 1,0 m) + Caupi 30,28 9,51 11, ,35 1,63 Mandioca (2,0 m x 0,6 m x 0,8 m) + Caupi 31,73 9,96 11, ,66 1,67 Mandioca (1,0 m x 0,8 m) + Milho 21,25 6,79 7,30 2, ,29 Mandioca (1,0 m x 1,0 m) + Milho 31,25 9,81 11,44 3, ,70 Mandioca (2,0 m x 0,6 m x 0,8 m) + Milho 35,26 10,48 12,91 3, ,75 Mandioca (1,0 m x 0,8 m) 31,21 9,63 11, ,00 Mandioca (1,0 m x 1,0 m) 31,41 9,69 11, ,00 Mandioca (2,0 m x 0,6 m x 0,8 m) 37,18 10,30 13, ,00 Feijão caupi ,01 1,00 Milho , ,00 1/Unidade com poda da mandioca aos 14 meses. UET Tabela 2. Valores da produção de raízes frescas, amido, farinha de mesa, espigas de milho verdes, de milho, de feijão caupi. 1 Tratamentos Raízes (t) Fécula (25 kg) Farinha (50 kg) Milho (60 kg) Milho 2 espiga (unid.) Feijão (60 kg) Total R$ Mandioca (1,0m x 0,8m) + Caupi 5.181, , , , ,89 Mandioca (1,0m x 1,0m) + Caupi 5.662, , , , ,41 Mandioca (2,0m x 0,6m x 0,8m) + Caupi 5.933, , , , ,36 Mandioca (1,0m x 0,8m) + Milho 3.973, , , , , ,60 Mandioca (1,0m x 1,0m) + Milho 5.843, , , , , ,01 Mandioca (2,0m x 0,6m x 0,8m) + Milho 6.593, , , , , ,56 Mandioca (1,0m x 0,8m) 5.836, , , ,27 Mandioca (1,0m x 1,0m) 5.873, , , ,67 Mandioca (2,0m x 0,6m x 0,8m) 6.952, , , ,66 Feijão Caupi , ,23 Milho , , ,76
4 Preço 187,00 30,49 43,60 28,42 0,20 113,38-1/ Preço médio para Bahia, Agosto de CONAB. 2/Preço praticado em Presidente Tancredo Neves, BA Junho de 2011 (informação local). 3/Considerando somente dados de produtividade de raízes de mandioca e de culturas intercalares. Percentualmente, os totais de valores da produção dos cultivos consorciados apresentaram vantagens em comparação aos monocultivos de mandioca, milho e feijão, variando de 6% a 290%, com exceção somente quando se comparou o consórcio mandioca x milho, no espaçamento de 1,0 m x 0,8 m, que apresentou valores de produção inferiores à mandioca em monocultivo. No caso do milho ser comercializado na forma de espigas verdes, o consorcio de mandioca x milho apresenta vantagem comparativa aos seus respectivos monocultivos variando de 17% a 125%, com exceção também quando a mandioca está no espaçamento de 1,0 m x 0,8 m em comparação ao milho em monocultivo. A tendência é observada quando se utiliza valores da produção de fécula e farinha de mandioca. O milho geralmente apresenta comportamento competitivo em relação à mandioca, considerando sua fisiologia de crescimento, mesmo sendo implantado posteriormente no consórcio, sendo importante considerar, nesse caso maiores arranjos espaciais (Schons, 2006). CONCLUSÕES Para cada cultura intercalar, o consórcio de mandioca utilizando o arranjo espacial em fileiras duplas indica maiores índices de uso eficiente da terra e de valor da produção. AGRADECIMENTOS À Cooperativa de Produtores Rurais e à Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves, à Fundação Odebrecht e à Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária da Bahia, pelo apoio e financiamento. REFERÊNCIAS BRASIL. Companhia Nacional de Abastecimento. Acessado em 05/10/2011.
5 Souza, L.S., Farias, A.R.N., Mattos, P.L.P., Fukuda, W.M.G. Aspectos socioeconômicos e agronômicos da mandioca. Cruz das Almas, Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical, p. Schons, A. Crescimento e desenvolvimento da mandioca e do milho em cultivo solteiro e consorciado. Santa Maria, UFSM, p.
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