Apresentação Transnordestina
|
|
|
- Jonathan Figueiroa Lopes
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Apresentação Transnordestina
2 Histórico 1998 No contrato de concessão foi previsto a construção pela União e sua operação pela CFN DNIT iniciou as providências de implantação (projetos e estudos ambientais) Assinado Protocolo de Intenção Iniciadas as obras em Junho Missão Velha x Salgueiro. (Trecho com projetos e licenças ambientais obtidas pelo DNIT) Estudos básicos e a contratação dos projetos executivos dos demais trechos.
3 Detalhes do Projeto Ferrovia: Ligará Eliseu Martins ao Porto de Suape em 2010 e ao Porto de Pecém em Construída com bitolas larga e mista, com rampa máxima compensada de 0,6% sentido exportação, rampa máxima compensada de 1,0% sentido importação, e raio mínimo de curva de 400 metros. Projetada para minimizar os recursos e tempo de implantação, assim como para garantir serviços logísticos de alta qualidade e baixo custo. Terminais: Terminais portuários de exportação de granéis sólidos instalados estrategicamente próximos aos principais mercados consumidores e em portos capazes de operar com navios cape size, garantindo competitividade ao negócio.
4 CFN e Transnordestina Legenda Bitola Métrica Bitola Larga Bitola Mista PA PA SÃO LUÍS Sobral Porto de Pecém FORTALEZA MA TERESINA CRATEÚS Limoeiro do Norte CE PIQUET CARNEIRO Jucurutú RN NATAL Balsas Ribeiro Gonçalves Uruçuí Eliseu Martins PI Crato MISSÃO VELHA ARARIPINA PARNAMIRIM SALGUEIRO PE C.Grande PB Caruarú JOÃO PESSOA RECIFE Porto de Suape PETROLINA AL MACEIÓ BA SE Propriá Barreiras
5 CFN e Transnordestina Trindade Eliseu Martins (434 km) Trecho totalmente novo PA PA SÃO LUÍS Todos Projetos Contratados Traçado definido Porto de Pecém EIA/RIMA contratado MA FORTALEZA Requerimento de LP protocolado no IBAMA TERESINA CE RN NATAL Uruçuí PI Trindade Crato MISSÃO VELHA C.Grande JOÃO PESSOA Balsas Ribeiro Gonçalves Eliseu Martins PARNAMIRIM SALGUEIRO PE PB Caruarú RECIFE Porto de Suape PETROLINA AL MACEIÓ BA SE Propriá Barreiras
6 CFN e Transnordestina Salgueiro Trindade (170 km) Coincide com a Transnordestina antiga PA PA SÃO LUÍS Projeto, EIA RIMA e LP DNIT LI depende do Projeto executivo Porto de Pecém Contratações possíveis já efetuadas MA TERESINA FORTALEZA Desapropriações serão efetuadas por PE Previsão de início das obras em Jan08 CE RN NATAL Uruçuí PI Trindade Crato MISSÃO VELHA C.Grande JOÃO PESSOA Balsas Ribeiro Gonçalves Eliseu Martins PARNAMIRIM SALGUEIRO PE PB Caruarú RECIFE Porto de Suape PETROLINA AL MACEIÓ BA SE Propriá Barreiras
7 CFN e Transnordestina Salgueiro Missão Velha (100 km) Coincide com a Transnordestina antiga Projeto, EIA RIMA, LP e LI DNIT PA PA SÃO LUÍS Porto de Pecém FORTALEZA Obra em andamento Fotos Filme MA TERESINA CE RN NATAL Uruçuí PI Trindade Crato MISSÃO VELHA C.Grande JOÃO PESSOA Balsas Ribeiro Gonçalves Eliseu Martins PARNAMIRIM SALGUEIRO PE PB Caruarú RECIFE Porto de Suape PETROLINA AL MACEIÓ BA SE Propriá Barreiras
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31 Chegada dos Trilhos (UIC 60)
32 Chegada dos Trilhos (UIC 60)
33 CFN e Transnordestina Salgueiro Suape (536 km) Substituição de trecho existente PA PA SÃO LUÍS Todos Projetos Contratados Traçado definido Porto de Pecém EIA/RIMA contratado MA FORTALEZA Requerimento de LP protocolado no IBAMA TERESINA CE RN NATAL Traçado Uruçuí PI Trindade Crato MISSÃO VELHA C.Grande JOÃO PESSOA Balsas Ribeiro Gonçalves Eliseu Martins PARNAMIRIM SALGUEIRO PE PB Caruarú RECIFE Porto de Suape PETROLINA AL MACEIÓ BA SE Propriá Barreiras
34 Logística Salgueiro x Suape
35 Logística Salgueiro x Suape
36 Logística Salgueiro x Suape
37 Logística Salgueiro x Suape
38 Logística Salgueiro x Suape
39 Logística Salgueiro x Suape
40 Logística Salgueiro x Suape
41 CFN e Transnordestina Missão Velha Pecém (510 km) Adaptação de trecho existente PA PA SÃO LUÍS Todos Projetos Contratados Traçado definido Porto de Pecém EIA/RIMA contratado MA FORTALEZA Requerimento de LP protocolado no IBAMA TERESINA CE RN NATAL Uruçuí PI Trindade Crato MISSÃO VELHA C.Grande JOÃO PESSOA Balsas Ribeiro Gonçalves Eliseu Martins PARNAMIRIM SALGUEIRO PE PB Caruarú RECIFE Porto de Suape PETROLINA AL MACEIÓ BA SE Propriá Barreiras
42 Logística Cronograma de Implantação Original PAC Previsto Em Andamento Usos R$ milhões % Ferrovia ,6% Transnordestina ,9% Ramal Sul ,5% Pátios Comerciais ,2% Terminais Portuários ,3% Estudos e Projetos ,6% Capital de Giro ,5% Total ,0% Fontes R$ milhões % Capital % CSN % CSN Equity % BNDES to CSN % FINOR % FDNE % Dívida % FDNE % BNDES to CFN 400 9% Total APRESENTAÇÃO TRANSNORDESTINA 100%
43 Logística Proposta de Antecipação de Cronograma FONTES TOTAIS TOTAL FINOR FDNE BNDES CSN (Financ) CSN TOTAL 18% % % % % %
44 Necessidades para Abertura de Novas Frentes Até Dez/2007 LOTE 1 SALGUEIRO / JATI ASV RESP IBAMA DESAPROPRIAÇÃO CONCLUÍDA DNIT LOTE 2 JATI / BREJO SANTO RESGATE ARQUEOLÓGICO RESP. CFN ASV RESP IBAMA DESAPROPRIAÇÕES RESP. DNIT SALGUEIRO / TRINDADE PROJETO EXECUTIVO DNIT TITULARIDADE DO TRECHO PARA A CFN DNIT RENOVAR LP DNIT, OBTER LI IBAMA / CFN DESAPROPRIAÇÕES RESP. GOV.PE / DNIT
Ferrovia é infra-estrutura que precisa existir e crescer para que outras atividades prosperem.
Ferrovia é infra-estrutura que precisa existir e crescer para que outras atividades prosperem. A EMPRESA Empresa privada de logística, antiga Companhia Ferroviária do Nordeste Opera com 95 locomotivas,
TUFI DAHER FILHO Presidente da Transnordestina
TUFI DAHER FILHO Presidente da Transnordestina Juiz de Fora, 28 de outubro de 2011 A g e n d a A TRANSNORDESTINA: O PROJETO: Situação da Malha Atual Clientes Trajetória A Transnordestina Indução de Oportunidades
Painel "Logística como Fator de Competitividade. "Importância da Ferrovia Transnordestina para o Complexo de SUAPE".
Painel "Logística como Fator de Competitividade "Importância da Ferrovia Transnordestina para o Complexo de SUAPE". Agenda Painel "Logística como Fator de Competitividade A Transnordestina Indução de Oportunidades
Recursos Hídricos no Brasil: uma visão estratégica para o semi-árido
Recursos Hídricos no Brasil: uma visão estratégica para o semi-árido José Almir Cirilo Universidade Federal de Pernambuco Secretaria de Recursos Hídricos H de Pernambuco A região semi-árida brasileira
Ferrovias do Nordeste
Ferrovias do Nordeste Agosto 2013 ELABORAÇÃO: TLSA A Transnordestina Logística S/A, antiga Companhia Ferroviária do Nordeste CFN, obteve a concessão da Malha Nordeste SR (Recife), SR (Fortaleza) e SR (São
PAINEL SOBRE FERROVIAS. Panorama da Indústria Ferroviária no Brasil. Vicente Abate - Presidente da ABIFER São Paulo, 29 de setembro de 2015
PAINEL SOBRE FERROVIAS Panorama da Indústria Ferroviária no Brasil Vicente Abate - Presidente da ABIFER São Paulo, 29 de setembro de 2015 ABIFER, há 38 anos ABIFER NOSSA MISSÃO Fomentar o crescimento da
NOVOS RUMOS DA FERROVIA NO BRASIL MODERNIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO
SEMINÁRIO PERMANENTE DE DESENVOLVIMENTO NOVOS RUMOS DA FERROVIA NO BRASIL MODERNIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO JAIME FERREIRA BARBOZA Superintendente de Planejamento VALEC - Engenharia, Construções e Ferrovias S.A.
29/06/2016. Apresentação: Mário Rodrigues Jr. Presidente da VALEC
29/06/2016 Apresentação: Mário Rodrigues Jr. Presidente da VALEC VALEC EMPREENDIMENTOS DA VALEC Em operação: EF 151: Ferrovia Norte Sul FNS, Açailândia/MA - Palmas/TO EF 151: Ferrovia Norte Sul FNS, Palmas/TO
Tipo de Frete Estado Capital Peso do pedido (até) Frete capital Frete interior 1 AC RIO BRANCO 5,00 57,23 65,81 1 AC RIO BRANCO 10,00 73,49 84,51 1
Tipo de Frete Estado Capital Peso do pedido (até) Frete capital Frete interior 1 AC RIO BRANCO 5,00 57,23 65,81 1 AC RIO BRANCO 10,00 73,49 84,51 1 AC RIO BRANCO 15,00 84,98 97,73 1 AC RIO BRANCO 20,00
UFPR DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT 046 MALHA FERROVIÁRIA. Aula 06
UFPR DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT 046 MALHA FERROVIÁRIA Prof. Djalma Pereira Prof. Eduardo Ratton Profa. Gilza Fernandes Blasi Profa. Márcia de Andrade Pereira Aula 06 MALHA FERROVIÁRIA
A MACROLOGÍSTICA DO MATOPIBA
A MACROLOGÍSTICA DO MATOPIBA EVOLUÇÃO DO ÍNDICE PADRONIZADO DA ÁREA COLHIDA (IAC), QUANTIDADE PRODUZIDA (IQP) E PRODUTIVIDADE (IPR) NO MATOPIBA (1991 E 2011) Fonte: Base de dados do IBGE com correções
Candidatos por Vaga Processo Seletivo Simplificado / 2008: IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - ANALISTA CENSITÁRIO
Candidatos por Vaga Processo Seletivo Simplificado / 2008: IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - ANALISTA CENSITÁRIO UF MUNICÍPIO CARGO AC RIO BRANCO Análise de Sistemas / Suporte à
MOBILIDADE URBANA. Mauricio Muniz Barretto de Carvalho Secretário do PAC
MOBILIDADE URBANA Mauricio Muniz Barretto de Carvalho Secretário do PAC O QUE O GOVERNO FEDERAL JÁ FEZ Sanção da Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei 12.587/2012) Desoneração das tarifas do transporte
SP-348 BR-050 BR-374 BR-373 BR-364, SP-318, SP-334, SP-345 MG-290, SP-191, SP-352 SP-209, SP-300, BR-369 SP-075, SP-340, SP-342, SP-344 BR-272 SP-160
PESQUISA CNT DE RODOVIAS 2013 355 91 São Paulo SP - Limeira SP 58 São Paulo SP - SP-348 BR-050 Ótimo 1º Sim Ótimo 2º Sim 105 Campinas SP - Jacareí SP SP-065, SP-340 Ótimo 3º Sim 89 São Paulo SP - Itaí
Ministério dos Transportes PNLT - Plano Nacional de Logística e Transportes Portfólio dos Projetos por Unidades da Federação - Versão 2011 Ceará
Ministério dos s PNLT - Plano Nacional de Logística e s Carirí (Juazeiro do Norte) - Infraero Carirí (Juazeiro do Norte) - Infraero Construção Não Planejado 3.510 N.A. Pós 2015 Aeroviário Ferroviário Fortaleza/
Andamento das principais obras Agosto/2009
Infraestrutura e Logística do Agronegócio Andamento das principais obras Agosto/2009 Principais Tendências da Produção RODOVIA BR 163 1. 2. 3. 4. Obras em andamento Restauração de 266 km entre Lucas do
Seminário Empresarial Brasil-China Investimentos em Infraestrutura Ferroviária
Seminário Empresarial Brasil-China Investimentos em Infraestrutura Ferroviária Paulo Sérgio Passos Ministro de Estado dos Transportes Brasília, 16.07.2014 Brasil e China: Economias Complementares China
DNIT SETOR FERROVIÁRIO NACIONAL NEGÓCIOS NOS TRILHOS ENCONTREM Diretoria de Infra-Estrutura Ferroviária. Ministério dos Transportes
SETOR FERROVIÁRIO NACIONAL NEGÓCIOS NOS TRILHOS ENCONTREM 2006 Diretoria de Infra-Estrutura Ferroviária DNIT Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes Ministério dos Transportes GESTÃO GOVERNAMENTAL
Infraestrutura. Eixo Logístico Paraense
Eixo Logístico Paraense Pavan Infraestrutura Projetos de Infraestrutura Portos, ferrovias, rodovias, saneamento, plataforma logistica,... Greenfield Grande porte Projetos integrados Visão de longo prazo
BRASIL - IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2015 ( t ) ( US$ / t )
BRASIL IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2015 (POR PAÍS) PAÍSES ARGENTINA Volume ( Ton/Liq ) 269.719,83 387.213,30 406.882,12 310.956,48 318.530,07 375.612,10 2.068.913,89 Valor Fob ( Us$/Mil ) 72.142,83 99.905,76 104.619,97
O QUE AFLIGE AS LINHAS DE NAVEGAÇÃO? AUMENTAR O TAMANHO DAS EMBARCAÇÕES, MAS A BAIXAS TAXAS DE UTILIZAÇÃO
PANAMÁ CANAL MAP BREVE HISTÓRICO O Canal do Panamá é um canal artificial que possui 82 km de comprimento, Panamá (País da América Central), ligando o oceano Pacífico ao oceano Atlântico. Para a construção
Discussão Técnica sobre Ferrovias no Paraná
Discussão Técnica sobre Ferrovias no Paraná Macro fluxos Logísticos Conexões Marítimas e Matriz de Transportes Pretendida 2025 (PNLP) Ponto de Ruptura Fluxo Norte e Sul Matriz de Transportes - PNLP Fluxo
AMPLIAÇÃO DA MALHA FERROVIÁRIA. Brasília, 17/10/17
AMPLIAÇÃO DA MALHA FERROVIÁRIA Brasília, 17/10/17 ESTUDOS E OBRAS Concessão do Trecho Norte Ferrovia Norte-Sul Subtrecho Açailândia/MA- Palmas/TO Barcarena Prolongamento Norte da Ferrovia Norte- Sul Barcarena/PA-Açailândia/TO
Figura 3: Itinerário principal da ligação Juazeiro do Norte/CE Juazeiro/BA
1.1 Ligação JUAZEIRO DO NORTE/CE JUAZEIRO/BA A ligação Juazeiro do Norte/CE deverá ser atendida por meio de 01 itinerário principal e por 02 itinerários secundários, conforme mostrado nos subitens seguintes.
DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA
Analista Especialização: Administração de Serviços de Informática Brasília DF 3 176 58,67 Analista Especialização: Assuntos Jurídicos Belo Horizonte MG 3 211 70,33 Analista Especialização: Assuntos Jurídicos
BR-374 SP-209, SP-300, SP-333 BR-373 SP-255, SP-318, SP-334, SP-345 BR-369 SP-075, SP-340, SP-342, SP-344 BR-373 SP-160 BR-265, SP-323, SP-351
353 Nome Rodovias Posição 91 São Paulo SP - Limeira SP SP-348 58 BR-050 Ótimo 1º Sim Ótimo 2º Sim 105 Campinas SP - Jacareí SP SP-065, SP-340 Ótimo 3º Sim 89 São Paulo SP - Itaí SP - Espírito Santo do
PAC E PIL PROGRAMAS DE INFRAESTRUTURA. Maurício Muniz
PROGRAMAS DE INFRAESTRUTURA PAC E PIL Maurício Muniz Secretário do Programa de Aceleração do Crescimento SEPAC Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO PAC PAC
Audiência Pública Plano Nacional de Logística Integrada
Ministério dos Transportes Audiência Pública Plano Nacional de Logística Integrada Novembro de 2015 SUMÁRIO Plano Nacional de Logística Integrada PNLI Programa de Investimento em Logística 2012 PIL I Programa
BRASIL - IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2017 ( t ) ( US$ / t )
BRASIL IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2017 (POR PAÍS) PAÍSES JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ ARGENTINA Volume ( Ton/Liq ) 399.473,26 422.403,60 501.033,08 371.050,32 437.918,87 2.131.879,13 Valor
Projeto da Transposição do São Francisco, Posição do Estágio de obra e Perspectiva da Chegada da Água em Jati.
Brasília, 30 de novembro de 2016 Fortaleza, 23 de julho de 2018 SIH/MI Projeto da Transposição do São Francisco, Posição do Estágio de obra e Perspectiva da Chegada da Água em Jati. Eng Civil Msc. Doutor
UNINASSAU CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU/ º semestre
CAMPUS VITÓRIA DA CONQUISTA Av. Otávio Santos, 158 Recreio CEP 45020-750 Vitória da Conquista BA Tel.: (77) 3429-6450 CAMPUS TERESINA Rua Tabelião José Basílio, 630 Bairro Jóquei Clube CEP 64048-190 Teresina
EMPRESA DE PLANEJAMENTO E LOGÍSTICA S.A. - EPL. JULIANA KARINA PEREIRA SILVA Gerente de Meio Ambiente
EMPRESA DE PLANEJAMENTO E LOGÍSTICA S.A. - EPL JULIANA KARINA PEREIRA SILVA Gerente de Meio Ambiente 26 de maio de 2017 EMPRESA DE PLANEJAMENTO E LOGÍSTICA S.A. - EPL EMPRESA DE PLANEJAMENTO E LOGÍSTICA
O Backbone 100G 2020 e o Programa Veredas Novas: ações e parceria nos Estados
O Backbone 100G 2020 e o Programa Veredas Novas: ações e parceria nos Estados Eduardo Grizendi RNP Agenda Infraestrutura da RNP backbone, backhaul e acessos Parcerias atuais: Elétricas & Telebras Compartilhamento
6 ECOINFRA - WORKSHOP ARQUEOLOGIA E EMPREENDIMENTOS DE INFRAESTRUTURA ARQUEOLOGIA NO METRÔ DE SÃO PAULO
6 ECOINFRA - WORKSHOP ARQUEOLOGIA E EMPREENDIMENTOS DE INFRAESTRUTURA ARQUEOLOGIA NO METRÔ DE SÃO PAULO São Paulo, 25 de Maio de 2017 ARQUEOLOGIA NO METRÔ DE SÃO PAULO DADOS INSTITUCIONAIS DO METRÔ ESTRUTURA
Exportação de Frutas e Derivados
Exportação de Frutas e Derivados A Importância da Logística e do Transporte Profª Paola Piedrabuena O Brasil é um dos três maiores produtores de frutas. Atrás apenas da China e da Índia 5% da produção
Grau de satisfação com as rodoviárias (Médias - escala de 6 pontos)
16. AVALIAÇÃO DOS TERMINAIS RODOVIÁRIOS 6,00 Grau de satisfação com as rodoviárias (Médias - escala de 6 pontos) 4,49 4,5 4,9,9 4,22,65 4, 4,44,00 1,00 1 2 4 5 6 9 10 11 12 1 16 1 1 19 1-2 - - 4-5 - 6
CORREDOR MULTIMODAL DO SÃO FRANCISCO
CORREDOR MULTIMODAL DO SÃO FRANCISCO SUMÁRIO DO PROJETO Contexto geral do projeto: potencias benefícios Eixo de integração e desenvolvimento regional Corredor facilitador do comércio interno: produção
- Valor - Fob ( Us$/Mil ) - Preço Médio ( Us$/Ton ) OUTROS
BRASIL IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2018 (POR PAÍS) PAÍSES JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ TOTAL ARGENTINA Volume ( Ton/Liq ) 618.931,34 618.931,34 Valor Fob ( Us$/Mil ) 115.218,56 115.218,56 Preço
III SEMINÁRIO DE PORTOS E VIAS NAVEGÁVEIS UM OLHAR SOBRE A INFRAESTRUTURA
III SEMINÁRIO DE PORTOS E VIAS NAVEGÁVEIS UM OLHAR SOBRE A INFRAESTRUTURA Painel 2 EXPERIÊNCIAS DE PARTIPAÇÕES DO SETOR PRIVADO EXPERIÊNCIAS DE EMPRESAS EM TERMINAIS PRIVADOS 15/12/2015 (51%) (49%) 2 SOCIEDADE
ZPE CEARÁ. A primeira a operar no Brasil. Mário Lima Junior Presidente ZPE Ceará. zpeceara.ce.gov.br facebook.com/zpeceara twitter.
ZPE CEARÁ A primeira a operar no Brasil Mário Lima Junior Presidente ZPE Ceará zpeceara.ce.gov.br facebook.com/zpeceara twitter.com/zpeceara CONCEITO A ZPE Zona de Processamento de Exportação é uma área
A CBTU vem se constituindo no principal agente do governo federal para o apoio à expansão do setor metroferroviário no país.
www.cbtu.gov.br A CBTU, constituída em 22 de fevereiro de 1984, passou a ser, em 2003, vinculada ao Ministério das Cidades, com a missão de planejar, realizar estudos e projetos, implantar e construir
Aspectos teóricos da integração entre hidrovias e ferrovias
Aspectos teóricos da integração entre hidrovias e ferrovias Introdução Os portos têm importância para as operações de carga (transporte de mercadorias) e de passageiros. Porém, o transporte hidroviário
Secretaria de Portos. Ministério dos Transportes. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Secretaria de s Ministério dos Transportes Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Principais Corredores para Escoamento da Safra de Grãos CE Velho PE RN PB SE AL Salvador Ilhéus Hidrovias
FERROVIA LITORÂNEA. Estado de Santa Catarina EF 451/SC. Engº Jean Carlo Trevizolo de Souza, MSc
EF 451/SC FERROVIA LITORÂNEA Estado de Santa Catarina Engº Jean Carlo Trevizolo de Souza, MSc [email protected] PROJETO EXECUTIVO DE ENGENHARIA PARA A IMPLANTAÇÃO DO TRECHO FERROVIÁRIO IMBITUBA/SC
Corredor Ferroviário de Santa Catarina
Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil VALEC Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. Corredor Ferroviário de Santa Catarina Florianópolis / SC 05/04/2018 1 Diretrizes de Ferrovias Previstas
CGPLAN COORDENAÇÃO GERAL DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE INVESTIMENTOS BALANÇO ANUAL DPP
CGPLAN COORDENAÇÃO GERAL DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE INVESTIMENTOS BALANÇO ANUAL DPP - 2015 Contratos CONTRATOS POR OBJETO QUANTIDADE VALOR TOTAL CONTRATADO (PI+R) PNCT 5 R$55.030.720,25 TOPOGRAFIA
Complexo portuário de São Luís
Porto do ITAQUI Complexo portuário de São Luís Porto do Itaqui no dia-a-dia das pessoas Insumos e bens duráveis chegam diariamente pelo Porto do Itaqui para serem distribuídos ao Maranhão e área de influência
ZONA DE PROCESSAMENTO DE EXPORTAÇÃO - ZPE
ZONA DE PROCESSAMENTO DE EXPORTAÇÃO - ZPE O Que é uma ZPE? Áreas delimitadas, especialmente designadas a indústrias exportadoras, nas quais estas usufruem de regimes tributário e cambial diferenciados,
Histórico das ações implementadas pelo Estado. Fortaleza e o lixão do Jangurussu. Histórico das ações implementadas pelo Estado.
Histórico das ações implementadas pelo Estado Construção do Aterro Sanitário Metropolitano Oeste em Caucaia ASMOC 1988 1989 1990 Início da operação do ASMOC - Recebendo os resíduos provenientes do município
ESCALA BRASIL TRANSPARENTE. Secretaria de Transparência e Prevenção da Corrupção
ESCALA BRASIL TRANSPARENTE Secretaria de Transparência e Prevenção da Corrupção Avaliação de estados e municípios quanto à transparência passiva Período de avaliação: Entes públicos: EBT 1 Janeiro a Abril
. a d iza r to u a ia p ó C II
II Geografia 5 o ano Unidade 4 5 Unidade 4 Nome: Data: Observe o mapa a seguir. Ele será usado para responder às questões 1 e 2. São Luís OCEANO ATLÂNTICO PA TO MA Teresina CE PI BA Fortaleza RN Natal
PROJETO DE DRAGAGEM DOS PORTOS BRASILEIROS METAS E REALIZAÇÕES
Presidência da República Secretaria Especial de Portos I CONFERÊNCIA HEMISFÉRICA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PROJETO DE DRAGAGEM DOS PORTOS BRASILEIROS METAS E REALIZAÇÕES Eng MARCOS PAGNONCELLI Coordenador-Geral
ANUT REUNIÃO PLENÁRIA DE 01 DE JULHO DE 2015 PROGRAMA DE INVESTIMENTOS EM LOGÍSTICA FASE 2
ANUT REUNIÃO PLENÁRIA DE 01 DE JULHO DE 2015 PROGRAMA DE INVESTIMENTOS EM LOGÍSTICA FASE 2 PRESSUPOSTOS DO PROGRAMA Aumentar a competitividade da economia; Escoar com eficiência a produção agrícola crescente
