Arquitetos do Urbanismo Progressista e Culturalista
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- Maria do Carmo de Sá Pinho
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1 Arquitetos do Urbanismo Progressista e Culturalista Pontifícia Universidade Católica de Goiás Curso de Arquitetura e Urbanismo Teoria e História da Arquitetura e Urbanismo III TH3 Profa. Ana Paula de Oliveira Zimmermann
2 O Urbanismo Urbanismo Progressista Entre os Urbanistas Progressistas temos: Tony Garnier, Walter Gropius e Charles-Edouard Jeanneret (Le Corbusier) estes urbanistas buscavam adaptar a cidade às necessidades modernas, englobando a indústria e o novo modo de vida. Urbanismo Culturalista No Urbanismo Culturalista temos: Camillo Sitte, Ebenezer Howard, Raymond Unwin. Buscavam uma nova forma de vida, resgatando valores e costumes passados.
3 Walter Gropius ( ) Arquiteto e Urbanista, Professor, fundador da Bauhaus, diretor da Escola de Arquitetura de Harvard Discípulo de Peter Behrens, Um dos criadores da arquitetura Racionalista. Construída em 1911 Fábrica Fagus Esqueleto em aço, frentes de vidro e formas geométricas
4 Fachada de vidro foi liberta da estrutura. Fechamento independente, apenas para definir espaço interno e externo. Volumes definidos formando planos de visão justapostos
5 Walter Gropius Urbanismo: cidades operárias Padronização, préfabricação, criação de um espaço moderno Dammerstock Siemenstadt
6 Construção deriva da essência do edifício e da função que ele deve cumprir; Homogeneidade das edificações tipo deveria haver um standart para cada função (modelo); Repetição de elementos traz unidade, economia, sobriedade e tem uma influência estabilizadora na sociedade; A cidade deveria ser como um organismo planejado; Via vantagem nas edificação baixas (casas térreas) e nos edifícios de 8 a 12 andares; Densidade controlada pela verticalização para diminuir as distâncias urbanas.
7 Os modelos das cidades racionalistas eram altamente segregacionistas, sendo posteriormente criticados por sua atitude pouco democrática. Consideravam as áreas verdes sob a ótica higienista e enfatizavam o zoneamento. Baseavam-se em quatro posturas fundamentais: a) Descongestionar o centro das cidades para fazer face às exigências da circulação e da produtividade; b) Aumentar a densidade do centro das cidades para realizar o contato exigido pelos negócios; c) Aumentar os meios de circulação, ou seja, modificar completamente a concepção atual da rua que se encontra sem efeito diante do novo fenômeno dos meios modernos de transporte (metrôs ou automóveis, trens, aviões, etc.); d) Aumentar as superfícies verdes, a única maneira de assegurar a higiene suficiente e a calma útil ao trabalho atento exigido pelo novo sistema de negócios.
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9 Siemenstadt
10 Le Corbusier ( ) Arquiteto franco-suíço responsável por alguns planos fundamentais do urbanismo racionalista, insuperáveis tanto em termos ideológicos como formais (traçados geométricos e princípios funcionalistas). Arquitetura e urbanismo são indissociaveis; uma arquitetura nova que ponha em prática as novas técnicas de construção e a nova visão do espaço só tem sentido quando integrada a uma cidade moderna. (Choay)
11 Em 1922, apresentou o modelo utópico para Une Ville Contemporaine ; Centro urbano para habitantes dividido em três setores distintos, que seriam delimitados por cinturões verdes e interligado por uma eficiente rede de transportes. A proposta é caracterizada pela simetria do conjunto, a ortogonalidade das vias e a sistematização viária, além da criação de prédios-villas.
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13 Segue os temas da organização urbana racionalista: Classificação das funções urbanas Multiplicação dos espaços verdes Criação de protótipos funcionais Racionalização do habitat coletivo Projetou duas cidades reais: 1925 Pessac Após 1940 Chandigard, capital do Punjab Criou planos-base: ideias generalistas, adaptáveis a diversos sítios e que não chegaram a ser executadas (Argel, Barcelona, Buenos Aires, São Paulo, Paris...)
14 À crise de espaço nas cidades industriais ele propõe a seguinte solução:...fundações localizadas, supressão dos muros de arrimo, possibilidade de dispor de toda a fachada para a iluminação, solo livre entre as estreitas estacas, telhados que constituem um solo novo para o uso dos habitantes. Vê a casa como máquina de morar necessidades gerais (iguais para todos) atendidas de uma forma racional, com o máximo de eficiência. Vias de circulação devem ser o mais retilíneas possível. A linha reta é limpa, saudável, corajosa. Nela se adaptam as novas instalações (esgoto, água, calçadas, luz elétrica) Hierarquia de vias
15 Ruas devem ser reduzidas em número. A circulação preferencial do homem é a pé, no caminho verde, espontâneo. Sistemas de circulação/transporte integrados, com grandes estações de interligação Princípios fundamentais da cidade moderna: Descongestionamento do centro da cidade Aumento da densidade Aumento dos meios de circulação Aumento das superfícies verdes
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17 Características Culturalismo A cidade era circunscrita dentro de limites precisos contrastando com a natureza ao redor; Dimensões modestas, baseadas na Idade Média; Ausência de geometria - irregularidade e assimetria do traçado urbano; Arte e higiene de igual importância; Nada de protótipos - cada lote, cada construção tem suas dimensões particulares.
18 Camillo Sitte ( ) Nasceu em Viena; Foi um arquiteto e historiador da arte Austríaco, Diretor da Escola Imperial e Real de Artes Industriais de Viena; Seus conhecimentos inspiraramlhe uma teoria e um modelo da cidade ideal que ele desenvolveu na obra Der Städtebau nacj seinen kunstlerischen Gründsätzen (A construção das cidades segundo seus princípios artísticos), de 1889.
19 toda arte verdadeira devia ter em sua base no impulso nacional do povo ; Criticou o projeto nascente do planejamento urbano moderno Haussmanniano, e propôs a releitura das cidades medievais e italianas e de suas praças como forma de retomar o planejamento artístico das cidades; Preocupava com a estética da cidades defendendo o urbanismo como arte, e com a preservação de monumentos históricos; Apontou a escassez de motivos e a monotonia dos complexos urbanos modernos; Foi considerado um retrógrado pelas gerações que se seguiram.
20 Considerado o primeiro pensador que olha para a cidade do passado sob o ponto de vista estético, porque tinha fascínio pela cidade medieval, por como as pessoas se relacionavam, os bairros (a relação cidade x pessoas).
21 Busca recuperar o sistema de planejamento urbano orgânico, em oposição a elementos da cidade industrial. Estudou a função e distribuição das praças públicas, a fim de que voltassem a ser um Centro Cívico urbano. Define o tipo urbano ideal: Ruas tortuosas e estreitas Manter irregularidades do local Casas de diferentes alturas Praças enclausuradas.
22 Patrick Geddes Biólogo, evolução Estuda e cidade e o urbanismo segundo o conceito da antropópolis. Antropo = homem polis = cidade cidade do homem Posição do trabalhador: Ordem Paleotécnica O trabalhador não tem tido uma casa adequada, nem decente. Ordem Neotécnica Ele construirá sua vivenda e se porá a planejar a cidade, semelhante ou superior às glórias passadas.
23 Define a polística como ciência da cidade, ramo da sociologia que estuda a distribuição, suas origens e evolução. Recomenda, de forma prévia a qualquer projeto urbano, uma pesquisa polística completa. Equipe de planejamento urbano deve ser multidisciplinar (arquitetos, sociologos, economistas, geógrafos, etc) A pesquisa polística deve fazer um levantamento da situação e dos projetos passados e presentes para então buscar propostas e estudos para o futuro da urbe.
24 Referências CHOAY, Françoise. O Urbanismo. Ed. Perspectiva. São Paulo BENEVOLO, Leonardo. História da Cidade. Ed. Perspectiva. São Paulo. GIEDION, Sigfried. Espaço, Tempo e Arquitetura. Martins Fontes. São Paulo; Próximas aulas Reforma de Paris Hausmann Reforma de Barcelona Cerdá 7/4 2ª avaliação N1
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