IVAIPORÃ, MARINGÁ E A IDEIA DE CIDADE - JARDIM
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- Emanuel Rosa Leveck
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1 IVAIPORÃ, MARINGÁ E A IDEIA DE CIDADE - JARDIM Gabriela de Oliveira Bragança (PIBIC/CNPq-FA/UEM), Renato Leão Rego (Orientador), [email protected]. Universidade Estadual de Maringá / Centro de Tecnologia/ Maringá, PR. Ciências Sociais Aplicadas Arquitetura e Urbanismo Palavras-chave: cidades novas, Macedo Vieira, morfologia urbana. Resumo: Este trabalho é um estudo comparativo entre duas cidades novas e planejadas do norte do Paraná: Maringá e Ivaiporã. A primeira foi traçada pelo engenheiro civil e, na prática, conceituado urbanista Jorge de Macedo Vieira em 1945, pautada nos princípios formais da cidade-jardim e, portanto, apresenta ruas sinuosas conforme a topografia e arborização abundante. Já Ivaiporã foi projetada pelo recém-formado engenheiro civil Yaroslau Sessak em 1953, quando o projeto de Vieira já havia sido destaque na mídia. Tomando Maringá como modelo projetual de Ivaiporã, este trabalho trata de compreender as semelhanças formais entre as duas cidades a partir da análise dos dois projetos diante dos aspectos formais da cidade-jardim. Introdução Com a constituição da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná (CMNP) em meados dos anos 1940, o esquema de colonização do norte paranaense se dava por meio de quatro cidades principais projetadas a cada 100km e, entre elas, pequenas cidades satélites regularmente espaçadas. A primeira dessas novas cidades principais projetada pela CMNP foi Maringá, traçada em 1945 pelo engenheiro Jorge de Macedo Vieira. O traçado de Vieira teve grande destaque, uma vez que seguiu os conceitos formais de cidade-jardim (REGO, 2009). A cidade-jardim foi idealizada por Ebenezer Howard na Inglaterra no final do século XIX e, efetivamente materializada pelos arquitetos Raymond Unwin e Richard Barry Parker (REGO, 2011). O traçado urbano criado por estes arquitetos acabou por definir uma série de posturas e formas urbanas, que se espalharam mundo afora como sinônimo de bem-estar e qualidade urbana. O projetista de Maringá entrou em contato com essas ideias quando estagiou na Cia City, em São Paulo, no mesmo período em que Parker trabalhava na empresa, criando bairros-jardim na
2 capital paulista. Contratado pela Sociedade Territorial Ubá, uma pequena colonizadora que também fundou cidades no norte-paranaense, o engenheiro Yaroslau Sessak, recém formado em Curitiba e recém chegado à Apucarana, projetou Ivaiporã em Nota-se uma certa semelhança entre o traçado de Sessak para Ivaiporã e o projeto de Vieira para Maringá, em particular no traçado orgânico e na intenção de conformá-lo com o relevo. Dessa forma, com o propósito de sistematizar essas semelhanças formais entre as duas cidades, foi elaborada uma pesquisa teórica com base nas análises morfológicas e no tratado de urbanismo Town planning in practice: an introduction of the art of designing cities and suburbs, escrito pelo urbanista inglês, Raymond Unwin, em 1909, no qual ele discorre sobre a forma urbana ao longo da história e comenta as práticas de desenho urbano aplicadas nos projetos das cidades-jardim. Materiais e métodos Através da morfologia urbana, o estudo do traçado de Ivaiporã e de Maringá analisou seus principais elementos morfológicos: tecido urbano e meio natural suporte, vias, praças, quadras e lotes, entre outras características relevantes como arborização e conformação do centro cívico. Após essas análises, buscou-se compreender os aspectos formais da cidade-jardim sistematizados no tratado de urbanismo Town planning in practice: an introduction of the art of designing cities and suburbs, de Raymond Unwin. Dessa maneira foi possível compreender as aproximações e os distanciamentos entre os traçados analisados e entre eles e a ideia de cidade jardim. Além da análise morfológica, o trabalho foi embasado em pesquisa bibliográfica, levantamento de campo, mapas e fotografias da construção das duas cidades. Resultados e Discussão A partir da análise formal do projeto para Ivaiporã e do estudo da formação acadêmica de Yaroslau Sessak, entendeu-se que o referido engenheiro tinha conhecimento do urbanismo academicista, entendido pela união dos aspectos artísticos e técnicos, especialmente em relação à composição dos elementos urbanos regida pela noção acadêmica de vista, conjunto e ordem na construção da forma urbana, recomendada pelo movimento City Beautiful e pelo tratado de urbanismo de Unwin. Ivaiporã foi implantada entre dois corpos hídricos, o que condiciona o seu traçado alongado e favorece a posição do centro da cidade na linha de cumeada do sítio. Esses aspectos também são reconhecidos no projeto de
3 Vieira para Maringá e no tratado de desenho urbano de Unwin (1984, p.140), segundo o qual o centro deve estar no local mais alto e plano do terreno. O traçado de Maringá, no entanto, é mais orgânico devido à característica natural do sítio; em Ivaiporã também se nota um traçado irregular, porém mais geometricamente definido, ou seja, há um maior formalismo no desenho de Sessak, especialmente quando se observa o perímetro da forma urbana. Em Ivaiporã são encontradas rotatórias de diversas escalas, assim como em Maringá; no entanto, em Maringá elas estão na convergência de muitas vias, de modo a ordenar o tráfego e facilitar o encontro de vias irregulares (REGO, 2001), solução recomendada no tratado de desenho urbano de Unwin (1984, p.177). Em Ivaiporã as rotatórias não têm este caráter funcional. Nas duas cidades é igualmente possível verificar a hierarquização de vias por meio da variação da largura e da presença de canteiro central, outra recomendação de Unwin (1984, p.179). Em Ivaiporã, Sessak previu o centro principal em um grande espaço circular onde são localizados o centro cívico e a igreja. A noção de centro cívico, também aplicada em Maringá, é um forte componente do urbanismo city beautiful. Sessak previu ainda edifícios públicos posicionados diante de praças, distribuídas ao longo das vias mais importantes, o que possibilitaria a criação de pontos focais. Em Maringá, a cidade planejada possuía uma estrutura poli nuclear, onde o centro principal estava articulado com centros secundários (REGO, 2001) em consonância com os princípios de Unwin (1984, p.7), e isso não acontece em Ivaiporã. Nas duas cidades as áreas residenciais estão organizadas ao redor de pontos focais, geralmente localizados na convergência de vias importantes. Em Maringá, ao redor da praça de cada bairro há um núcleo comercial (REGO, 2001). A arborização de Ivaiporã ocorre de forma pouco expressiva, somente em praças ou no canteiro central das vias principais. Já em Maringá, houve uma maior preocupação com a arborização e o ajardinamento (REGO, 2001). Conforme os preceitos de Unwin (1984), em cada via foi plantada uma espécie diferente, o que confere uma maior legibilidade urbana, uma vez que é possível identificar algumas avenidas pela sua vegetação (REGO, 2001). Conclusões Diferentemente de Maringá, no projeto de Ivaiporã nota-se um traçado mais formalista, particularmente no perímetro da forma urbana, com o aspecto artístico muito marcado e por vezes menos ajustado em relação às
4 características topográficas do sítio, como se viu em Maringá e nos princípios formais da cidade jardim. Desse modo, entendeu-se que a forma urbana de Ivaiporã foi moldada pela topografia mais geral e condicionada pelo aspecto artístico e formal da geometria, o que a difere de Maringá e das cidades-jardim, nas quais a forma urbana mais orgânica é determinada pelas características topográficas do lugar em que surgem. De todo modo, concluiu-se que, pelas semelhanças existentes nos traçados urbanos de Maringá e Ivaiporã, Sessak se atentou para o traçado de Maringá, uma vez que o projeto de Vieira foi considerado inovador e destaque na região nos meios de comunicação da década de Assim, foi possível constatar que Ivaiporã possui ressonâncias indiretas da forma de cidade-jardim, através do projeto de Maringá. Esses conceitos aparecem de forma mais natural e fiel no traçado da cidade projetada por Vieira do que naquela riscada por Sessak. Agradecimentos Agradeço ao meu orientado, Renato Leão Rego, pela paciência e por me guiar sempre com muita sabedoria no caminho acadêmico, à minha família e amigos pelo apoio e a todas as pessoas que contribuíram para essa pesquisa. Referências FERREIRA, Silvia Barbosa de Souza. O Território e a forma urbana: o papel do suporte físico natural na conformação das cidades novas planejadas do norte do paraná Dissertação (Pós-graduação em engenharia urbana do departamento de Engenharia Civil) - Universidade Estadual de Maringá, Maringá, HEGEMANN, Werner; PEETS, Elbert. The American Vitruvius: an architect's handbook of urban design. New York: Dover, PINHEIRO, Eloísa Petti. Las ideas extranjeras creando ciudades deseables en Sudamérica: del academicismo al modernismo. La planificación territorial y el urbanismo desde el diálogo y la participación. Actas del XI Coloquio Internacional de Geocrítica, Universidad de Buenos Aires, 2-7 de mayo de 2010 < m> REGO, Renato Leão. O desenho urbano de Maringá e a ideia de cidade-jardim. Acta Scientiarium, Maringá, v.23, n. 6, p , REGO, Renato Leão. As cidades plantadas: os britânicos e a construção da paisagem do norte do Paraná. Londrina: Humanidades, REGO, Renato Leão. Cidades novas planejadas no Brasil da primeira metade do século XX: traço de engenheiro, urbanismo acadêmico. Vitruvius, Disponível em: < Acesso em: 01 dezembro, 2012.
5 ROSANELI, Alessandro Filla. Cidades novas da fronteira do café: história e morfologia urbana das cidades fundadas por companhias imobiliárias do norte do Paraná Tese (Doutorado) Universidade de São Paulo. São Paulo, UNWIN, Raymond. La practica del urbanismo: una introducción al arte de proyectar ciudades e barrios. Barcelona: GG, 1984.
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