INTERVENÇÃO COM VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA
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- Luiz de Abreu Chaves
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1 INTERVENÇÃO COM VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA Universidade Estadual de Londrina - PGAC Laboratório de Análise e Prevenção da Violência UFSCar
2 Dados Brasil 30 homicídios por habitantes; América do Norte e Europa 3 mortes por pessoas. 10,5% do PIB é gasto com atendimento médico às vítimas (redução do desenvolvimento); Não há políticas públicas em termos de prevenção.
3 Definição Definição de violência está relacionada com agressão. Não há um consenso. Agressão é igual a Violência. Tentativa de definir o conceito representa essencialmente um convite a caminhar por uma selva semântica (Bandura, 1973).
4 Tipos de Violência Modalidades de Contexto: Urbana; Trânsito; Escolar; Intrafamiliar
5 Tipos de Violência Modalidades Comportamentais Violência Física Violência Sexual Violência Psicológica Negligência Socos, tapas, bater com objetos Ato sexual forçado, toques inapropriados Xingar, ofender, ameaçar, controlar Ausência de cuidados básicos
6 Etiologia O que leva uma pessoa a agir agressivamente? Indivíduos não nascem agressivos, embora tenham uma predisposição filogenética para tal Influência de inúmeros fatores biológicos e ambientais (sociais e culturais)
7 Filogênese Ser humano é predador; Capacidade para caçar e lutar foram naturalmente selecionadas Seleção Natural Essa capacidade é modelada ao longo da vida
8 Ontogênese Interação do indivíduo com o meio fornece consequências diferenciais para comportamentos agressivos Algumas variáveis podem estar associadas à alta probabilidade de ocorrência de resultados socialmente indesejáveis
9 Variáveis Biológicas Alterações genéticas: Cadeias de DNA C57BL/10 e BALB/c Alterações específicas no cromossomo X Exposição à substâncias: Chumbo Testosterona Alto nível Serotonina Baixo nível
10 Variáveis Sociais Variáveis Familiares: Práticas educativas inadequadas Violência doméstica Variáveis Escolares: Métodos educacionais punitivos Ambiente inadequado de interações sociais
11 Variáveis Culturais Fatores Culturais: Violência na mídia, bairro Uso de coerção nas relações Abuso de drogas por pessoas no entorno Interação com pares desviantes
12 Como Funciona Família Cultura Escola Amigos
13 Família Quando criança presenciava agressões na família Aprendizagem por modelação Modelo de resolução de problemas Repertório modelado diferencialmente Bater para conseguir algo Bater para evitar provocação e irritação
14 Família Práticas Parentais Não haviam regras ou não eram consequenciadas Modelo de agressão como punição
15 Escola Punição Inconsistente; Violência psicológica dos professores; Relações sociais baseadas na agressividade; Agressão para se destacar, ganhar popularidade (bullying)
16 Amigos Família é a primeira fonte de socialização. Amigos representam um contexto que influencia diferenças individuais no desenvolvimento social. Grupos dos quais fazem parte aprovam e reforçam diferencialmente comportamentos
17 Cultura História de comportamentos agressivos combinado com: Exposição constante à violência na comunidade; Uso de coerção como cultura no trabalho ou esporte; Estressores como pobreza e envolvimento com sistema de justiça
18 Proteção Apesar dessas variáveis, existem outras que diminuem a probabilidade do indivíduo desenvolver problemas: Suporte da família em ambiente adequado de regras Relacionamento social satisfatório; Habilidades sociais.
19 Maus Tratos e Negligência O abuso ou maus tratos contra crianças engloba toda forma de abusos físicos e/ou psicológicos, sexual, abandono ou trato negligente, exploração comercial ou outro tipo, do qual resulte um dano real ou potencial para a saúde, a sobrevivência, o desenvolvimento ou a dignidade da criança no contexto de uma relação de responsabilidade, confiança ou poder Organização Mundial de Saúde (2002)
20 Maus Tratos Físicos Qualquer ação não acidental por parte dos pais ou cuidadores que provoque dano físico ou enfermidade ou coloque a criança em risco de vida através de golpes, queimaduras, fraturas (inclusive de crânio), feridas ou machucados, mordidas, cortes, lesões internas, asfixia ou afogamento
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22 Maus Tratos Físicos Recém nascido esfaqueado pelo pai e abandonado em estação do metrô Queimadura por imersão da mão em água fervendo, praticada pela mãe
23 Maus Tratos Físicos Criança colocada em bacia com água fervendo, propositadamente, como castigo Boca queimada por descarga de fio elétrico, pelo pai
24 Maus Tratos Físicos Queimadura por ferro elétrico, causada pelo pai
25 Maus Tratos Psicológicos Comportamento de hostilidade verbal crônica, insultos, depreciação, ameaça de abandono, intimidação, condutas ambivalentes e imprevisíveis, situações ambíguas na comunicação (dupla mensagem-ironia), isolamento, proibição de participar de qualquer atividade com os pares, desvalorização da criança, rechaço das iniciativas de apego, exclusão das atividades familiares.
26 Negligência Inclui tanto eventos isolados como um padrão de cuidado estável por parte dos pais e/ou outros cuidadores, pelos quais deixam de prover o desenvolvimento e o bem-estar da criança/adolescente (considerando que poderiam fazer isso), em uma das seguintes áreas: Saúde, educação, desenvolvimento emocional, nutrição, abrigo e condições seguras
27 Abuso Sexual Infantil Contato sexual de um adulto ou adolescente com uma criança Estupro e Atentado Violento ao Pudor Relacionamento Vítima-Agressor estuprador escondido em uma rua deserta e escura Há uma relação íntima e de confiança da criança com o agressor A maioria dos casos é intrafamiliar (42% o pai; 19% padrasto). Outros eram: vizinhos, lideres religiosos, funcionários de instituição de ensino e de abrigo.
28 Abuso Sexual Infantil Definições controversas Qualquer ato ou contato sexual de adultos com crianças ou adolescentes, com ou sem o uso da violência, que pode ocorrer em um único ou em vários episódios, de curta ou longa duração, e que resulta em danos para a saúde, a sobrevivência ou a dignidade da vítima.
29 Abuso Sexual Infantil Segundo a Secretaria Geral das Nações Unidas: 40 milhões de crianças de 0 a 14 anos são vítimas de abuso sexual por ano, no mundo; Estudos na América do Norte: 27% das mulheres e 16% dos homens já sofreram abuso sexual antes dos 18 anos.
30 Abuso Sexual Infantil Comentários sexuais sobre a criança (atos sem contato) Treinador diz que a criança tem um corpo bonito e que deveriam encontrar um tempo para explorar o corpo de cada um. Ele disse que já fez isso com vários outros do time e todos gostaram. Agressor expõe partes íntimas para a criança, as vezes acompanhado de masturbação (ato sem contato) Avô pede para neta de 6 anos se ajoelhar na sua frente enquanto assiste ele se masturbar
31 Abuso Sexual Infantil Voyeurismo (ato sem contato) Padrasto fez um buraco na parede do banheiro. Ele assiste a enteada tomar banho e pede para ela fazer o mesmo. Agressor mostra pornografia para a criança (ato sem contato) Mãe e pai deixam as duas filhas de 6 e 8 anos na sala, enquanto assistem um filme pornográfico.
32 Abuso Sexual Infantil Agressor induz criança se despir e/ou se masturbar (ato sem contato) Vizinho pagou $5,00 para uma menina de 13 anos deficiente mental se despir e ficar parada na sua frente. Agressor toca partes íntimas da criança, como genitais, peitos e bunda (atos com contato) Pai coloca sua mão por dentro da calça da filha de 4 anos, acariciando sua vagina, enquanto assistem Cocoricó.
33 Abuso Sexual Infantil Agressor induz criança a tocar suas partes íntimas (ato com contato) Mãe encoraja filho de 10 anos a acariciar seu peito enquanto estão na cama. Esfregar genitais contra o corpo da vítima ou roupas Frottage (ato com contato) Pai, deitado na cama, coloca sua filha com roupa, para brincar de cavalinho
34 Abuso Sexual Infantil Agressor coloca dedo na vagina ou ânus da vítima (penetração digital) Pai usa penetração digital com sua filha, para lhe ensinar sobre sexo. Agressor induz criança a colocar o dedo na vagina ou ânus do agressor (penetração digital) Adolescente pede a menino de 10 anos passar vaselina em seu dedo e inseri-lo no ânus do adolescente como iniciação ao clube.
35 Abuso Sexual Infantil Agressor coloca objetos na vagina ou ânus da criança (penetração de objetos) Mãe psicótica colocou vela na vagina da filha. Agressor induz criança a colocar objetos em sua vagina ou ânus (penetração de objetos) Babá pede para menino de 6 anos introduzir em sua vagina um cabo de escova.
36 Abuso Sexual Infantil Beijo de Língua (sexo oral) Várias crianças que fazem parte de uma mesma sala em uma creche tentaram dar beijo francês em seus pais. Disseram que foi a dona Célia quem ensinou Chupar, beijar, lamber ou morder os seios (sexo oral) Mãe pede para filha de 6 anos sugar seu peito
37 Abuso Sexual Infantil Cunnilingus Lamber, beijar, chupar, morder a vagina ou colocar a língua na vulva (sexo oral) A namorada do pai que estava drogada de cocaína pede ao filho dele para lamber sua vagina no banheiro Felação lamber, beijar, chupar, morder o pênis (sexo oral) Adolescente que estava lendo revista pornô pede para sua prima de 7 anos fechar os olhos e abrir a boca. Quando ela atendeu o pedido, ele colocou seu pênis na boca dela.
38 Abuso Sexual Infantil Anilingus lamber, beijar o ânus (sexo oral) Mãe estarrecida com o relato do filho e seu colega se referindo ao monitor de um campo de férias como lambe-bunda. O garoto afirmou que o conselheiro lambeu seu ânus e de seu colega. Penetração vaginal (penetração peniana) Menina de 7 anos foi colocada em um abrigo pelo seu pai por ser incorrigível. Ela foi observada trepando em cima de seu urso de pelúcia. Em terapia ela contou que seu pai fazia a mesma coisa com ela.
39 Abuso Sexual Infantil Penetração anal (penetração peniana) Durante exame médico de um menino de 8 anos, foram encontradas evidências de penetração anal repetida. Ele relatou que o pai colocou o bilau e permitiu que 2 amigos também fizessem o mesmo. Relação com animais
40 Indicadores de Abuso Sexual Requisitar estimulação sexual de outras pessoas Curiosidade sexual excessiva Masturbação excessiva ou pública Ansiedade relacionada a temas sexuais Agressividade sexual Colocar objetos no ânus ou vagina Brinquedos e/ou jogos sexualizados Conhecimento sexual inapropriado para a idade Exposição frequente dos genitais
41 Abuso Sexual Infantil Profissionais totalmente despreparados para enfrentar os casos reais que se apresentam, temerosos em se posicionar diante destes e receosos de que o encaminhamento de uma suspeita resulte em algum tipo de inconveniente legal para o profissional. Art. 245 do ECA
42 Encaminhamentos Recuperação da criança depende da revelação e desdobramento do caso Obter informações com cuidado (não induzir ou pressionar) Denúncia ao Conselho Tutelar Substanciar a denúncia para facilitar o processo de condenação do agressor Cuidado ao afirmar ( criança contou )
43 Encaminhamentos Prevenção do abuso Explicar sobre toques inapropriados e como a criança deve agir (falar não, fugir da situação e contar para outro adulto de confiança) Prevenção primária: Educação sobre maneiras de se enfrentar o abuso por parte de indivíduos estranhos e familiares; Prevenção secundária: Atuação em situação já existente, com capacitação de profissionais que lidam diretamente com as vítimas, para redução das consequências prejudiciais
44 Trabalhar nessa área é como viver apagando incêndios Obrigado
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