ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE
|
|
|
- Vasco de Sousa Beppler
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE Tratamento cirúrgico da escoliose em pacientes com amiotrofia espinhal com parafusos pediculares (instrumental de 3ª geração) e complicações precoces Surgical treatment of scoliosis in spinal muscular atrophy with pedicle screws (third generation instrumentation) and early complications Tratamiento quirúrgico de la escoliosis en pacientes con amiotrofia espinal con tornillos pediculares (instrumental de 3ª generación) y complicaciones precoces Daniel Cantarelli dos Santos 1 Paulo Tadeu Maia Cavali 2 Marcus Alexandre Mello Santos 3 Maurício Antonelli Lehoczki 3 Alexander Junqueira Rossato 3 Elcio Landim 4 RESUMO Objetivo: avaliar a utilização de artrodese via posterior com parafusos pediculares para correção da escoliose em pacientes com amiotrofia espinhal. Métodos: realizou-se um estudo retrospectivo de 16 pacientes com amiotrofia espinhal submetidos à artrodese via posterior exclusiva, com parafusos pediculares. Foi avaliado o perfil geral dos pacientes e o potencial de correção do ângulo de Cobb e da obliquidade pélvica, além das complicações precoces. Resultados: o ângulo de Cobb pré-operatório foi em média de 94,6º (65 a 132º), no pós-operatório de 40,4º (2 a 70º), percentual de correção de 57,2%. A obliquidade pélvica pré-operatória foi em média 34,7º (25 a 56º), no pós-operatório foi para ABSTRACT Objectives: to report the results on the treatment of scoliosis in spinal muscular atrophy, using posterior arthrodesis with pedicle screws. Methods: a retrospective study was carried out with 16 patients who underwent posterior spinal fusion with pedicle screws. The general status of the patients, correction of the Cobb angle, correction of pelvic obliquity and early complications were analyzed. Results: the initial Cobb angle mean was 94.6 o (65 to 132 o ) turning into 40,4 o (2 to 20 o ) after the surgery, correction of 57.2%. The initial pelvic obliquity mean was 34.7 o (25 to 56 o ) turning into 11.3 o (0 to 20 o ), correction of 67.4%. Conclusions: the treatment RESUMEN Objetivo: evaluar la utilización de la artrodesis vía posterior con tornillos pediculares para la corrección de la escoliosis en pacientes con amiotrofia espinal. Métodos: fue realizado un estudio retrospectivo de 16 pacientes con amiotrofia espinal sometidos a la artrodesis vía posterior exclusiva, con tornillos pediculares. Fue evaluado el perfil general de los pacientes, y el potencial de corrección del ángulo de Cobb y de la oblicuidad pélvica, además de las complicaciones precoces. Resultados: el ángulo de Cobb preoperatorio fue en promedio 94.6 (65 a 132 ), en el postoperatorio 40.4 (2 a 70), porcentual de corrección de 57.2%. La oblicuidad pélvica preoperatoria fue en media 34.7 (25 a 56 ), en el posto- Trabalho realizado na Associação de Assistência à Criança Deficiente AACD São Paulo (SP), Brasil. 1 Estagiário em Cirurgia de Coluna da Assistência à Criança Deficiente AACD São Paulo (SP), Brasil; e do Grupo de Coluna do Hospital das Clínicas da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas UNICAMP Campinas (SP), Brasil. 2 Mestre; Médico Ortopedista do Grupo de Escoliose da Associação de Assistência à Criança Deficiente AACD São Paulo (SP), Brasil; e do Grupo de Coluna do Hospital das Clínicas da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas UNICAMP Campinas (SP), Brasil. 3 Assistente do Grupo de Escoliose da Associação de Assistência à Criança Deficiente AACD São Paulo (SP), Brasil. 4 Doutor; Chefe do Grupo de Escoliose da Associação de Assistência à Criança Deficiente AACD São Paulo (SP), Brasil; Professor Adjunto e Chefe do Grupo de Cirurgia da Coluna Vertebral do Departamento de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas UNICAMP Campinas (SP), Brasil. Recebido em: 29/6/2009 Aceito em: 12/5/2010
2 Tratamento cirúrgico da escoliose em pacientes com amiotrofia espinhal com parafusos pediculares (instrumental de 3ª geração) e complicações precoces 99 11,3º (0 a 20º), com percentual de correção de 67,4%. Cinco pacientes tiveram complicações precoces (31,2%) com boa resolução. Conclusões: o tratamento cirúrgico da escoliose em pacientes com amiotrofia espinhal por meio de artrodese via posterior utilizando parafusos pediculares tem grande potencial de correção da deformidade coronal e da obliquidade pélvica, sem grandes complicações no pós-operatório precoce. of scoliosis in spinal muscular atrophy using posterior arthrodesis with pedicle screws presents a great potential of correction for the coronal deformity and pelvic obliquity, without serious early complications. peratorio fue para 11.3 (0 a 20 ), porcentual de corrección de 67.4%. Cinco pacientes tuvieron complicaciones precoces (31.2%) con buena resolución. Conclusión: el tratamiento quirúrgico de la escoliosis en pacientes con amiotrofia espinal, con artrodesis vía posterior utilizando tornillos pediculares, tiene gran potencial de corrección de la deformidad coronal y de la oblicuidad pélvica, sin grandes complicaciones en el postoperatorio precoz. DESCRITORES: Atrofia muscular espinhal; Escoliose/cirurgia; Artrodese; Fusão vertebral; Instrumentos cirúrgicos KEYWORDS: Muscular atrophy, spinal; Scoliosis/surgery; Arthrodesis; Spinal fusion; Surgical instruments DESCRIPTORES: Atrofia muscular espinal; Escoliosis/cirugía; Artrodesis; Fusión espinal; Instrumentos quirúrgicos INTRODUÇÃO Amiotrofia espinhal (AME) inclui um grupo de patologias neuromusculares autossômicas recessivas que envolve os neurônios motores da porção ventral da medula e núcleo motor cerebral 1,2. É a mais comum doença neuromuscular fatal da infância, e o terceiro diagnóstico neuromuscular mais frequente até os 18 anos de idade, com prevalência de oito para cada 100 mil nascidos vivos 3. Os pacientes apresentam fraqueza, hipotonia, arreflexia e tremores com sensibilidade mantida e inteligência normal. A fraqueza muscular tem início nos membros inferiores e nos músculos proximais ao tronco mais do que nos distais 4. A classificação da AME é dividida em três tipos e se correlaciona com a gravidade da doença e a idade do aparecimento 5. A prevalência da escoliose é proporcional à condição de marcha do paciente e à gravidade da doença. Compromete cerca de 100% dos pacientes do tipo 1 e 2, e a totalidade dos pacientes do tipo 3. As curvas típicas do padrão neuromuscular apresentam forma de C longo, com curva única em 90% dos casos e mais frequente à direita. Destas, 80% são toracolombares e 20% torácicas. A flexibilidade é maior do que nas curvas idiopáticas, porém com uma velocidade de progressão aumentada e associada à cifose 3. A história natural inclui progressão grave da curva, com impotência funcional inclusive dos membros superiores associada ao frágil suporte do tronco. Além disso, os pacientes com AME têm falência respiratória progressiva pela fraqueza da musculatura intercostal e diafragmática, agravada pela escoliose que necessita de estabilização 3-7. O objetivo deste trabalho foi descrever o uso do material de terceira geração na correção da escoliose em pacientes com amiotrofia espinhal e seu potencial de correção. MÉTODOS Foi realizada uma revisão retrospectiva dos pacientes com amiotrofia espinhal submetidos ao tratamento cirúrgico de escoliose via posterior com uso de parafusos pediculares na Associação de Assistência à Criança Deficiente de São Paulo (AACD-SP). No levantamento de 2004 até 2009, havia registro de 29 pacientes operados, sendo excluídos do estudo 13 pacientes por falta de radiografias ou registros detalhados no prontuário, totalizando 16 pacientes no estudo. Ao todo, 8 pacientes eram do sexo masculino (50%) e 8 do sexo feminino (50%). A idade média na data da cirurgia era de 14,8 anos (variação de 9 a 23 anos) e o peso médio era 47,5 kg (variação de 25 a 61 kg). Quanto ao tipo de amiotrofia, 14 eram do tipo 2 (87,5%), e 2 eram do tipo 3 (12,5%). Não foi operado nenhum paciente com diagnóstico de amiotrofia espinhal tipo 1 no estudo (Tabela 1). Dos 16 pacientes operados, 13 apresentaram curva toracolombar para a esquerda (81,3%), 2 tinham curva toracolombar para a direita (12,5%) e um paciente apresentava curva lombar à esquerda (6,3%). O nível de artrodese variou quanto à vértebra proximal, já que todas se estenderam até o ilíaco. Foram 7 casos da quinta vértebra torácica (T5) ao ilíaco (43,8%), 4 casos de T3 ao ilíaco (25%), 3 casos de T2 ao ilíaco (18,8%), e 2 casos de T5 ao ilíaco (12,5%). Foram instrumentados 19,9 pedículos em média (variação de 16 a 23) por cirurgia. Estes pacientes foram encaminhados, já com o diagnóstico de amiotrofia espinhal, do ambulatório de doenças neuromusculares da instituição, sendo referenciados para o grupo de escoliose que define se o caso é elegível ou não para o procedimento cirúrgico. A indicação cirúrgica ocorre nas escolioses de alto grau (superior a 45º), progressivas e com obliquidade pélvica acentuada (superior a 20º) 4,6. Realiza-se avaliação clínica pré-operatória
3 100 Santos DCD, Cavali PTM, Santos MAM, Lehoczki MA, Rossato AJ, Landim E TABELA 1 - Perfil dos pacientes operados, nível de artrodese, número de pedículos instrumentados e complicações precoces Nome Sexo Peso OP Tipo de Nível da Idade* Diagnóstico Cobb (M/F) (kg) pré curva artrodese npi Complicações CCAS F AME-II TLE T2-I 19 Infecção JMSSA F AME-II TLE T4-I 20 NLB F AME-II TLE T2-I 18 ASR F AME-II TLE T4-I 19 LMS F AME-III TLE T5-I 22 Deiscência MMP M AME-II LE T4-I 20 SCC M AME-II TLE T3-I 20 DCF M AME-II TLE T3-I 22 CWAO M AME-II TLE T2-I 22 CRO F AME-II TLD T5-I 16 Infecção CHCS M AME-II TLE T4-I 20 DSF F AME-II TLE T4-I 20 GMO M 9 35 AME-II TLE T3-I 20 WVAS M AME-II TLD T3-I 18 Parestesia RPF F AME-II TLE T4-I 23 HPL M AME-III TLE T4-I 20 Deiscência *Idade em anos na data da cirurgia. OP: obliquidade pélvica; TLD: curva toracolombar direita; TLE: curva toracolombar esquerda; LE: curva lombar esquerda; npi: número de pedículos instrumentados. multidisciplinar. O pneumologista avalia a capacidade pulmonar e define a liberação para o procedimento cirúrgico (Figuras 1 e 2). Figuras 1 e 2 Aspecto clínico da paciente ASR com AME tipo 2 pré e pósoperatório. Foi avaliado no estudo pré-operatório o tipo de curva, com base na vértebra do ápice da convexidade, valor do ângulo de Cobb no plano coronal e valor da obliquidade pélvica. Estes dados apresentam boa confiabilidade como parâmetros radiográficos na escoliose neuromuscular 8, aferidos pelos métodos recomendados pelo Spinal Deformity Group 9. No pós-operatório, foi avaliado nível de artrodese, quantidade de pedículos instrumentados (com parafusos e alguns ganchos), ângulo de Cobb e obliquidade pélvica pós-correção, os respectivos percentuais de correção (Tabelas 2 e 3), além das complicações cirúrgicas pós-operatórias precoces (até três meses do pós-operatório) 10. TABELA 2 - Correção do ângulo de Cobb Nome Cobb pré Cobb pós Correção % de (graus) correção CCAS JMSSA NLB ASR LMS MMP SCC DCF CWAO CRO CHCS DSF GMO WVAS RPF HPL Técnica cirúrgica Para todos os pacientes, foi realizada correção seguida de artrodese da curva por via posterior em um único tempo cirúrgico. O paciente, após anestesia geral, foi colocado em decúbito ventral com coxins de silicone em tórax, quadril e face. Realizada exposição da coluna por
4 Tratamento cirúrgico da escoliose em pacientes com amiotrofia espinhal com parafusos pediculares (instrumental de 3ª geração) e complicações precoces 101 TABELA 3 - Correção da obliquidade pélvica Nome OP pré OP pós Correção (graus) % de correção CCAS JMSSA NLB ASR LMS MMP SCC DCF CWAO CRO CHCS DSF GMO WVAS RPF HPL OP: obliquidade pélvica. incisão mediana e dissecção subperiostal com auxílio de bisturi elétrico até os dois ilíacos. Para instrumentação com parafusos pediculares, foi utilizada a técnica de mãos livres 11 e o controle fluoroscópico final. A curva foi corrigida com a montagem das duas hastes utilizando os princípios de translação, derrotação, compressão e distração conforme necessário, respeitando o limite do implante e resistência óssea do paciente. Foi realizada decorticação das facetas e lâmina. Foram retirados os processos espinhosos que, depois de triturados, são utilizados na enxertia do leito de artrodese já preparado. Realizou-se fechamento por planos com dreno de aspiração. É sempre realizada profilaxia com antibióticos e o pós-operatório imediato acontece em unidade de terapia intensiva (Figuras 3 e 4). Análise estatística Com os dados obtidos, foi realizada uma análise descritiva, calculando-se frequências e porcentagens para as variáveis qualitativas (Tabela 4) e medidas descritivas para variáveis quantitativas (Tabela 5). Para testar as variáveis medidas pré e pós-tratamento, foi utilizado o teste de Wilcoxon pareado. TABELA 4 - Frequências e porcentagens para variáveis: sexo, diagnóstico, nível, complicações e tipo de curva Variável Frequência % Sexo Feminino 8 50 Masculino 8 50 Total Diagnóstico AME-II 14 87,5 AME-III 2 12,5 Total Nível T2-I 3 18,8 T3-I 4 25,0 T4-I 7 43,8 T5-I 2 12,5 Total ,0 Complicações Deiscência FO 2 12,5 Infecção FO 2 12,5 Parestesia sentado 1 6,2 Total 5 31,2 Tipo de curva Lombar E 1 6,3 Toracolombar D 2 12,5 Toracolombar E 13 81,3 Total FO: ferida operatória. Figuras 3 e 4 Aspecto radiológico da paciente ASR pré (Cobb=132 o e OP=56 o ) e pós-operatório (Cobb=60 o e OP=17 o ). TABELA 5 - Estatísticas descritivas para as variáveis quantitativas Variáveis n Mínimo Máximo Média Desvio padrão Idade ,81 3,94 Peso (kg) ,50 10,02 Cobb pré ,62 19,32 OP pré ,75 8,23 npi ,94 1,74 Cobb pós ,44 19,59 % Cobb ,13 18,82 OP pós ,31 6,37 % OP ,44 18,02 OP: obliquidade pélvica; npi: número de pedículos instrumentados.
5 102 Santos DCD, Cavali PTM, Santos MAM, Lehoczki MA, Rossato AJ, Landim E Em todos os testes, o nível de significância adotado foi de 5% ou o valor de p correspondente. Todas as análises foram feitas no programa SPSS for Windows, v.12. RESULTADOS O ângulo de Cobb coronal médio das curvas operadas foi de 94,6º (variação de 65 a 132º), e após a cirurgia o Cobb médio foi de 40,4º (variação de dois a 70º), uma correção média de 54,2º (57,2%). Para obliquidade pélvica pré-operatória, o valor médio foi de 34,7º (variação de 25 a 56º), e no pós-operatório a obliquidade pélvica média foi de 11,3º (variação de 0 a 20º), com uma correção média de 23,4º (67,4%). Cinco pacientes apresentaram complicações pós-operatórias precoces (31,2%). Dois casos de infecção (12,5%), sendo uma superficial com resolução após curativos e antibioticoterapia endovenosa, uma infecção profunda que necessitou de limpeza cirúrgica e antibioticoterapia endovenosa, com boa resolução sem necessidade de retirada do implante. Ocorreu deiscência na ferida pós-operatória em dois pacientes (12,5%), ambas resolvidas com desbridamento das bordas e nova sutura, sem necessidade de retalho ou intervenção da cirurgia plástica. Um paciente apresentou parestesia (6,2%) em um membro inferior ao se manter sentado na cadeira durante o pós-operatório que foi resolvida após adaptação da cadeira de rodas. Este paciente foi o que manteve a maior obliquidade pélvica residual (20º), o que poderia justificar o quadro clínico. Pelo teste de Wilcoxon pareado para ângulo de Cobb e obliquidade pélvica, notou-se diferença significativa nos valores obtidos nos períodos pré e pós-operatório. DISCUSSÃO Ainda não existe tratamento medicamentoso específico para AME, mas há um aumento da expectativa de vida dos pacientes que se deve ao melhor manejo pulmonar, com técnicas de ventilação intermitente sob pressão positiva, e importante correção da escoliose 3,7. Utilizamos o método proposto por Byers e Banker 5 na classificação dos pacientes com AME, dividida em três tipos: - AME tipo 1 ou forma aguda da doença de Werdnig- Hoffman. Tipo mais severo de AME, diagnosticado até os seis meses, com alta incidência de falência respiratória e óbito antes dos dois anos de idade. - AME tipo 2 ou forma crônica da doença de Werdnig- Hoffman. Tipo intermediário da doença com início dos sintomas dos 6 aos 18 meses de idade. As crianças são muito fracas, com dificuldade para andar sem auxílio e alguns sentam sem apoio. A sobrevida é variável, com pacientes sobrevivendo até a terceira ou quarta década. A fraqueza muscular afeta, de início, os membros inferiores e os músculos proximais ao tronco mais que os distais. - AME tipo 3 ou doença de Kugelberg-Welander. Forma que se apresenta após os 18 meses de idade. Muitas vezes, a criança tem uma marcha, mesmo com fraqueza da musculatura proximal do quadril, podendo deambular até a terceira década e com leve comprometimento dos membros superiores 6. A idade de início da escoliose varia com a gravidade da doença, o tipo 1 ocorre antes dos 2 anos, entre 1 e 7 anos no tipo 2 e entre 4 e 14 anos no tipo 3 3. Em nosso estudo, foram operados apenas pacientes com AME tipo 2 e 3, que são os que se beneficiam da cirurgia na 2ª década de vida. O manejo desses pacientes com órteses pode ser utilizado para diminuir a progressão da escoliose e tentar postergar a cirurgia nos pacientes mais jovens, entretanto não é um tratamento definitivo, pois essas curvas são progressivas 3,4,6. Além disso, o uso do colete tende a agravar a pneumopatia restritiva, sendo descontinuado pelos pacientes 8. Embora a recomendação para cirurgia sejam curvas progressivas acima de 50º 3,4,6, a maioria das séries aborda pacientes com curvas coronais maiores 12-14, demonstrando a dificuldade de prever o ritmo de progressão e aumento da rigidez dessas curvas. O objetivo é promover uma artrodese numa posição de equilíbrio e conforto na posição sentado. Em geral, a abordagem envolve instrumentação e artrodese via posterior, sem requerer liberação anterior, pela flexibilidade e hipotonia desses pacientes 3. A maioria das séries mostra bons resultados com instrumental de Harrington ou Luque, com correção coronal entre 33 e 50% 12-14, e espera-se que o uso de instrumentos de 3ª geração possam beneficiar ainda mais os pacientes. Não foram encontrados registros de séries com uso exclusivo de parafusos pediculares em pacientes com AME. Desde o advento do instrumental de Harrington 15, muitos outros sistemas de correção foram desenvolvidos. Os parafusos pediculares permitem ao cirurgião uma melhor correção tridimensional da escoliose. Aqueles que defendem seu uso referem como vantagem a fixação das três colunas com melhora da correção coronal sagital e rotacional, menores índices de pseudartrose, menos falha do implante e menos necessidade de órteses no pós-operatório 16,17. Pode-se evitar a via anterior, o que já foi descrito em correção de curvas acima de 100º, e superar o fenômeno do crankshaft, que também foi demonstrado por Suk et al. 18. Evitar a invasão da caixa torácica é benéfico e maximiza a função pulmonar dos pacientes com escoliose, em especial com a derrotação da caixa torácica que pode ser visualizada por tomografia computadorizada 19, o que é uma grande vantagem para os pacientes com AME pela restrição pulmonar. Outra vantagem do parafuso é estar fora do canal em relação aos fios e ganchos. Além disso, facetas, lâmina e transversa livres de implante permitem maior superfície para decorticação e enxertia sem desestabilizar a montagem 19. Embora as taxas de complicação sejam altas no paciente neuromuscular (24-75%) 10, há uma melhora na qualidade de vida dos pacientes 20. Bridwell et al., em seu trabalho com escoliose neuromuscular flácida progressiva (incluídos nesse grupo AME e distrofia muscular de Duchene), observaram que a maioria dos pacientes e familiares
6 Tratamento cirúrgico da escoliose em pacientes com amiotrofia espinhal com parafusos pediculares (instrumental de 3ª geração) e complicações precoces 103 acreditam que a cirurgia da coluna melhorou a função, a cosmética, o equilíbrio para sentar e a qualidade de vida 13. A literatura mostra que, a longo prazo, ocorre uma perda dos resultados com piora do ângulo de Cobb, e nas séries misturam pacientes com diferentes patologias, o que dificulta seu entendimento específico e criação de escalas próprias para avaliação dos resultados 3. Para pacientes com AME, um maior seguimento e séries com mais pacientes podem levar a uma melhor compreensão da progressão da curva e do momento para indicar a cirurgia, resultando na obtenção do máximo de correção. Os parafusos pediculares com certeza devem fazer parte do arsenal terapêutico para esses pacientes. CONCLUSÕES O tratamento cirúrgico de pacientes com AME com artrodese via posterior utilizando parafusos pediculares tem grande potencial de correção da deformidade coronal e da obliquidade pélvica. Os resultados do presente estudo mostraram-se superiores aos valores apresentados na literatura com outros instrumentais, e não houve registro de grandes complicações no pós-operatório precoce. Entretanto, há necessidade de melhor avaliação das complicações tardias, perda de correção e melhora do balanço sagital. Tais dados também devem apresentar melhores resultados que os outros métodos de correção. REFERÊNCIAS 1. Melki J, Abdelhak S, Shet P. Gene for proximal spinal muscular atrophies maps to chromosome 5q. Nature. 1990;344(6268): Werdnig G. In: Ashwal S, editor. The founders of child neurology. San Francisco: Jeremy Norman: Child Neurology Society; p Sucato DJ. Spine deformity in spinal muscular atrophy. J Bone Joint Surg Am. 2007;89 Suppl 1: Bradford DS, Lonstein JE, Winter RB, Ogilve JW. Moe s the text book of scoliosis and other deformities, 3rd ed. Philadelphia: WB Saunders; Byers RK, Banker BQ. Infantile muscular atrophy. Arch Neurol. 1961;5: Weinstein SL. The pediatric spine: principles and practice. 2nd ed. New York: Lippincott Williams & Wilkins; Ioos C, Leclair-Richard D, Mrad S, Barois A, Estournet-Mathiaud B. Respiratory capacity course in patients with infantile spinal muscular atrophy. Chest. 2004;126(3): Comment in: Chest. 2005;127(4):1463; author reply Gupta MC, Wijesekera S, Sossan A, Martin L, Vogel LC, Boakes JL, et al. Reability of Radigraphic parameters in neuromuscular scoliosis. Spine. 2007;32(6): Blanke KM, Kuklo TR, Lenke LG, O Brien MF, Polly Jr DW, Richards BS, et al. Radiographic measurement manual. Spinal Deformity Study Group. USA; p Mohamad F, Parent S, Pawelek J, Marks M, Bastrom T, Faro F, et al. Perioperative complications after surgical correction in neuromuscular scoliosis. J Pediatr Orhtop. 2007;27(4): Kim YJ, Lenke LG, Bridwell KH, Riew KD, O Brien M, et al. CT scan accuracy of free hand thoracic pedicle screw placement in pediatric spinal deformity. In: Scoliosis Research Society Annual Meeting; September 2001; Cleveland, Ohio; Aprin H, Bowen JR, MacEwen GD, Hall JE. Spine fusion in patients with spinal muscular atrophy. J Bone Joint Surg Am. 1982;64(8): Bridwell KH, Baldus C, Iffrig TM, Lenke LG, Blanke KRN. Process measures and patient/parent evaluation of surgical management of spinal deformities in patients with progressive flaccid neuromuscular scoliosis (duchenne s muscular dystrophy and spinal muscular atrophy). Spine. 1999;24(13): Bentley G, Haddad F, Bull TM, Seingry D. The treatment of scoliosis in muscular dystrophy using modified Luque and Harrington-Luque instrumentation. J Bone Joint Surg Br. 2001;83(1): Harrington PR. Treatment of scoliosis: correction and internal fixation by spine instrumentation. J Bone Joint Surg Am. 1962; 44-A; Hamill CL, Lenke LG, Briedell KH. The use of pedicle screw fixation to improve correction in the lumbar spine of patients with idiopathic scoliosis: is it warranted? Spine. 1996;21(10): Gaines RW Jr. The use of pedicle screw internal fixation for operative treatment of spinal disorders. J Bone Joint Surg Am. 2000;82-A(10): Suk EI, Chung ER, Kim JH, et al. Prevention of crankshaft phenomenon with posterior pedicle screw fixation in scoliosis of immature spine: Is it possible? [Presented at the Scoliosis Research Society 37th Annual Meeting, Seattle, WA] p Lenke LG, Kuklo TR, Ondra S, Polly DW. Rationale behind the current state-of-the-art treatment of scoliosis (in pedicle screw era). Spine. 2008;33(10): Mercado E, Alman B, Wright J. Does spine fusion influence quality of life in neuromuscular scoliosis? Spine. 2007;32(19 Suppl) Correspondência Daniel Cantarelli dos Santos Avenida Carlos Botelho, 39, Alemães CEP Piracicaba (SP), Brasil [email protected]
Trabalho realizado pelo Grupo de Escoliose da Associação de Assistência à Criança Deficiente AACD São Paulo (SP), Brasil.
ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE Correlação entre o número de parafusos e o percentual de correção no tratamento cirúrgico da escoliose neuromuscular Correlation between number of screw and curve correction
AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DO TRATAMENTO CIRÚRGICO DA ESCOLIOSE NA ATROFIA MUSCULAR ESPINHAL TIPO 2
Artigo Original/Original Article/Artículo Original AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DO TRATAMENTO CIRÚRGICO DA ESCOLIOSE NA ATROFIA MUSCULAR ESPINHAL TIPO 2 RESULTS EVALUATION OF SURGICAL TREATMENT OF SCOLIOSIS
Estagiário de Coluna do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Universidade Estadual de Campinas UNICAMP Campinas (SP), Brasil.
ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE Parafuso pedicular: método para correção da deformidade na escoliose idiopática do adolescente Pedicular screw: method to correct the deformity in adolescent idiopatic
Escoliose idiopática do adolescente: análise do grau de correção obtido com o uso de parafusos pediculares
Artigo Original Escoliose idiopática do adolescente: análise do grau de correção obtido com o uso de parafusos pediculares Adolescent idiopathic scoliosis: analysis of the degree of correction obtained
Técnicas em Ortopedia Tratamento cirúrgico da escoliose idiopática com instrumentação de terceira geração e manobra de desrotação
Tratamento cirúrgico da escoliose idiopática com instrumentação de terceira geração e manobra de desrotação Luiz Claúdio de Moura França 1, Maurício Pagy Calais 2, Manuel Araújo Porto Filho 2, Roberto
ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE
ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE Avaliação radiográfica de pacientes portadores de escoliose idiopática do adolescente submetidos à instrumentação híbrida posterior tipo Radiologic analysis of patients
Descritores: Escoliose/cirurgia; Fusão vertebral; Doenças da coluna vertebral; Curvaturas da coluna vertebral.
Artigo Original/Original Article/Artículo Original Segurança da Fusão Seletiva na Escoliose Idiopática e Evolução Pós-operatória Safety of Selective Fusion and Postoperative Evolution in Idiopathic Scoliosis
Tratamento cirúrgico da escoliose idiopática do adolescente utilizando parafusos pediculares: análise dos resultados clínicos e radiográficos
Artigo Original/Original Article/Artículo Original Tratamento cirúrgico da escoliose idiopática do adolescente utilizando parafusos pediculares: análise dos resultados clínicos e radiográficos Surgical
Tratamento cirúrgico da escoliose idiopática com o uso do instrumental de Cotrel-Dubousset *
ARTGO ORGNAL H.L.A. DENO, A.E.R. UENTES, A.O. ERNANDES & H.S. SABNO Nº Tratamento cirúrgico da escoliose idiopática com o uso do instrumental de Cotrel-Dubousset * HELTON L.A. DENO 1, ANDRÉS E. RODRGUEZ
Cirurgião de Coluna do Grupo de Escoliose da Associação de Assistência à Criança Deficiente - AACD São Paulo (SP), Brasil. 4
artigo original / original article Uso da prótese vertical expansível de titânio para costela (VEPTR) como opção na instrumentação sem fusão para tratamento da escoliose neuromuscular The vertical expandable
1. Santa Casa de Misericórdia de Santos, Departamento de Ortopedia e Traumatologia, Grupo de Coluna Vertebral, Santos, SP, Brasil.
Artigo Original/Original Article/Artículo Original Avaliação de fatores prognósticos na qualidade de vida de pacientes com escoliose idiopática do adolescente submetidos à artrodese da coluna por via posterior
II Adolescent idiopathic scoliosis (Lenke B and C): Prediction of coronal decompensation. ABSTRACT
Artigo Original Escoliose idiopática do adolescente King II (Lenke B e C): predição da descompensação coronal King II Adolescent idiopathic scoliosis (Lenke B and C): Prediction of coronal decompensation
Corrección de las deformidades sagitales fijas por la técnica de osteotomía de sustracción pedicular (PSO)
Artigo Original/Original Article/Artículo Original Correção das deformidades sagitais fixas pela técnica de osteotomia de subtração pedicular (PSO) Pedicle subtraction osteotomy (PSO) for the treatment
Doença Neuromuscular AMIOTROFIA ESPINHAL PROGRESSIVA
Doença Neuromuscular AMIOTROFIA ESPINHAL PROGRESSIVA Juliana R. Fonseca e Eliane Degutis Terapeutas Ocupacionais Capacitação Deficiência Fisica SRE - Agosto/2014 Amiotrofia Espinhal Progressiva (AMEP)
TEMA: MONITORIZAÇÃO NEUROFISIOLÓGICA NA CIRURGIA CORRETORA DA ESCOLIOSE CONGÊNITA
NTRR29/2013 Solicitante: Ilmo Dr Edgard Penna Amorim Desembargador da 8ª Câmara Cível TJMG Numeração: 1.0079.13.003322-2/003 Data: 22/03/2013 Medicamento Material Procedimento X Cobertura TEMA: MONITORIZAÇÃO
Escoliose Idiopática no Adolescente: Utilização de Auto-enxerto e Homoenxerto no Tratamento Cirúrgico Posterior
Escoliose Idiopática no Adolescente: Utilização de Auto-enxerto e Homoenxerto no Tratamento Cirúrgico Posterior Autoria: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Sociedade Brasileira de Reumatologia
TRATAMENTO CIRÚRGICO DA ESCOLIOSE NA AMIOTROFIA ESPINHAL PROGRESSIVA
Arq Neuropsiquiatr 2003;61(3-A):631-638 TRATAMENTO CIRÚRGICO DA ESCOLIOSE NA AMIOTROIA ESPINHAL PROGRESSIVA Vanderson Roso 1, Simone de Oliveira Bittencourt Bitu 1, Edmar Zanoteli 2, Javier Toledano Beteta
Trabalho realizado no Hospital Mário Covas da Faculdade de Medicina do ABC FMABC Santo André (SP), Brasil.
ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE Avaliação da qualidade de vida em pacientes com escoliose idiopática do adolescente após tratamento cirúrgico pelo questionário SF-36 Health-related quality of life in
Assistente do Grupo de Coluna de Botucatu; Médico Cirurgião de Coluna do Hospital Estadual de Bauru ( SP), Brasil. 2
artigo original / original article Ricardo Correa da Costa Dias 1 Ivan Guidolin Veiga 2 Wagner Pasqualini 3 Marcus Alexandre Mello Santos 4 Élcio Landim 5 Paulo Tadeu Maia Cavali 6 Avaliação do tratamento
AVALIAÇÃO DO TRATAMENTO DA ESCOLIOSE IDIOPÁTICA POR ARTRODESE POR VIA ANTERIOR E POSTERIOR
Artigo Original/Original Article/Artículo Original AVALIAÇÃO DO TRATAMENTO DA ESCOLIOSE IDIOPÁTICA POR ARTRODESE POR VIA ANTERIOR E POSTERIOR EVALUATION OF IDIOPATHIC SCOLIOSIS BY ANTERIOR AND POSTERIOR
Assistência odontológica na Síndrome de Werdning-Hoffman: relato de caso
Assistência odontológica na Síndrome de Werdning-Hoffman: relato de caso Queiroz, A.K.S. 1 ; Queiroz, F.F. 1 ; Ribeiro, S.S.C. 1 ; Ribeiro, E.O.A. 2 ; Mourão, L. 3 1 Alunas da especialização em Odontologia
Programa de Especialização em Ortopedia Infantil e. Reconstrução (R4)
Programa de Especialização em Ortopedia Infantil e Reconstrução (R4) O programa de Especialização em Ortopedia Infantil e Reconstrução (R4) é oferecido pelo Programa de Pós Graduação do Instituto de Assistência
Escoliose idiopática do adolescente: Avaliação do efeito da densidade dos parafusos na correção
Original rtigo Original/Original rticle/rtigo Original/rtículo rticle/rtículo Original Escoliose idiopática do adolescente: valiação do efeito da densidade dos parafusos na correção dolescent idiopathic
Escoliose Idiopática no Adolescente: Instrumentação Posterior
Escoliose Idiopática no Adolescente: Instrumentação Posterior Autoria: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Sociedade Brasileira de Reumatologia Elaboração Final: 23 de janeiro de 2008 Participantes:
Ortopedista e traumatologista do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Vitória Vitória (ES) e do Hospital Meridional Cariacica (ES), Brasil.
ARTIGO DE ATUALIZAÇÃO / UPDATE ARTICLE Auxílio da tomografia computadorizada no planejamento pré-operatório de pacientes portadores de escoliose idiopática do adolescente Computed tomography aid in preoperative
COMPARAÇÃO FUNCIONAL E RADIOgRáFICA DA INSTRUMENTAÇÃO ANTERIOR E POSTERIOR PARA CORREÇÃO DA ESCOLIOSE IDIOPáTICA DO ADOLESCENTE
ARTIGO ORIGINAl COMPARAÇÃO FUNCIONAL E RADIOgRáFICA DA INSTRUMENTAÇÃO ANTERIOR E POSTERIOR PARA CORREÇÃO DA ESCOLIOSE IDIOPáTICA DO ADOLESCENTE FUNCTIONAL AND RADIOgRAPHIC COmPARISON OF ANTERIOR AND POSTERIOR
Trabalho realizado no Grupo de Escoliose da Associação de Assistência à Criança Deficiente AACD São Paulo (SP), Brasil.
ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE Avaliação pré-operatória visando ao uso do halo craniano no tratamento de deformidades rígidas da coluna vertebral Preoperative evaluation for the use of cranial halo
ARTIGO ATUALIZAÇÃO / UPDATING ABSTRACT RESUMO INTRODUÇÃO. Robert W. Gaines. Versão original aceita em português
RTIGO TULIZÇÃO / UPDTING 137 Reconstrução curta para o tratamento da escoliose idiopática do adolescente e doença de Scheuermann baseada na discectomia total Short correction of adolescent idiophatic scoliosis
Mensuração da rotação vertebral na escoliose idiopática tratada pelo instrumental de Cotrel-Dubousset
Mensuração da rotação vertebral na escoliose idiopática tratada pelo instrumental de Cotrel-Dubousset A.E. RODRIGUEZ-FUENTES 1, H.L.A. DEFINO 2, A.D. BELLUCI 1 RESUMO Os autores avaliaram o efeito da utilização
Programa de Especialização em Reconstrução e. Alongamento Ósseo - ASAMI (R4)
Programa de Especialização em Reconstrução e Alongamento Ósseo - ASAMI (R4) O programa de Especialização em Reconstrução e Alongamento Ósseo (R4) é oferecido pelo Programa de Pós Graduação do Instituto
Descritores - Cifose; Coluna vertebral; Doença de Scheuermann; Fusão vertebral; Osteotomia
ARTIGO original Osteotomias segmentares múltiplas para a correção da cifose Multiple segmental osteotomies to the kyphosis correction Carlos Fernando Pereira da Silva Herrero 1, Maximiliano Aguiar Porto
Ortopedista Pediátrico e Cirurgião de Coluna do Serviço de Ortopedia do Hospital Jaraguá e Hospital São José Jaraguá do Sul - Santa Catarina, SC.
ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE 189 Análise dos resultados do tratamento cirúrgico da escoliose distrófica secundária à neurofibromatose Surgical treatment of dystrophic scoliosis in neurofibromatosis:
Parafusos pediculares no tratamento da cifose de Scheuermann: resultados e complicações *
ARTIGO ORIGINAL Parafusos pediculares no tratamento da cifose de Scheuermann: resultados e complicações 23 Parafusos pediculares no tratamento da cifose de Scheuermann: resultados e complicações * Pedicle
AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DA UTILIZAÇÃO DO VEPTR EM PACIENTES PORTADORES DE ESCOLIOSE
Artigo Original/Original Article/Artículo Original AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DA UTILIZAÇÃO DO VEPTR EM PACIENTES PORTADORES DE ESCOLIOSE EVALUATION OF THE RESULTS OF THE USE OF VEPTR IN PATIENTS WITH SCOLIOSIS
Projetado por renomados. cirurgiões da coluna, o. Easyspine apresenta. uma simplificada técnica. cirúrgica e implantes. adaptáveis para se ajustar
Projetado por renomados cirurgiões da coluna, o Easyspine apresenta uma simplificada técnica cirúrgica e implantes adaptáveis para se ajustar a diversas patologias. Parafusos únicos e pré-montados - Componentes
pacientes com paralisia cerebral tetraparéticos ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE RESUMO RESUMEN ABSTRACT
ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE 201 Instrumental de 3 a geração no tratamento de escoliose em pacientes com paralisia cerebral tetraparéticos análise dos resultados clínico e radiográfico Third generation
Wagner Pasqualini. Identificação. Endereço. Formação acadêmica/titulação. Atuação Profissional. Áreas de atuação
Wagner Pasqualini Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/6157475409778116 Última atualização do currículo em 22/08/2013 Possui Doutorado em Cirurgia pela Universidade Estadual de Campinas
ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE
ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE 65 Análise da reprodutibilidade intra e interobservadores das classificações de King e Lenke para Escoliose Idiopática do Adolescente Analysis of reproducibility of king
Assistente Voluntário do Serviço de Ortopedia e Traumatologia da Santa Casa de Belo Horizonte (MG), Brasil. 2
Artigo ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE Prevalência das curvas da classificação de Lenke para escoliose idiopática do adolescente: estudo comparativo Lenke s classification for idiopathic adolescent scoliosis:
A Triagem Escolar: um instrumento de detecção precoce das alterações posturais
A Triagem Escolar: um instrumento de detecção precoce das alterações posturais Autores Helena Amaral Goncalves Orientador Marco Cesar Somazz Apoio Financeiro Fae 1. Introdução A coluna vertebral constitui
Simpósio Interativo Avançado AOSpine: Trauma das transições da Coluna Vertebral
07:30 08:30 Introdução 60 07:30 08:00 Opening remarks Registro 08:00 08:15 Presentation AOSpine Latin America (10 anos) 08:15 08:30 Presentation Apresentação dos Faculties e objetivos de aprendizagem do
Estudo de casos clínicos com Easyspine. Tratamento e Correção de Deformidades Severas Na Coluna
Estudo de casos clínicos com Easyspine Tratamento e Correção de Deformidades Severas Na Coluna PRÉ-OPERATÓRIO Estudo de Caso nº. 1 (Pré-operatório) Idade: 12 anos Sexo: Feminino Ângulo de Cobb: T5-T11
Curriculum Vitae. Thiago Leonardi Azuaga
Curriculum Vitae Thiago Leonardi Azuaga Identificação Thiago Leonardi Azuaga Data de nascimento: 03/10/1980 Naturalidade: São Paulo Nacionalidade: Brasileiro Estado Civil: casado Filiação: Francisco Figueiredo
PROTOCOLO FISIOTERAPÊUTICO DE PÓS- OPERATÓRIO INICIAL DE CIRURGIA LOMBAR. Local: Unidades de Internação
PROTOCOLO FISIOTERAPÊUTICO DE PÓS- OPERATÓRIO INICIAL DE CIRURGIA LOMBAR Edição: 17/09/2012 Local: Unidades de Internação Versão: 001 Data Versão: 17/07/2015 Página: 1/7 1- Considerações gerais As cirurgias
Parafusos pediculares: estruturas anatômicas em risco no tratamento da escoliose idiopática
Universidade de São Paulo Biblioteca Digital da Produção Intelectual - BDPI Departamento de Biomecânica, Medicina e Reabilitação do Aparelho Locomotor - FMRP/RAL Artigos e Materiais de Revistas Científicas
ESCOLIOSE IDIOPÁTICA DO ADOLESCENTE PRÁTICA DESPORTIVA APÓS CIRURGIA DE CORREÇÃO
228 Portuguese Journal of Orthopaedics and Traumatology SOCIEDADE PORTUGUESA DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA Rev Port Ortop Traum 26(3): 228-237, 2018 REVISÃO ESCOLIOSE IDIOPÁTICA DO ADOLESCENTE PRÁTICA DESPORTIVA
PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO
PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO I - Duração: 3 anos II - Número de vagas: 12 por ano III - Objetivo Geral: Formação de médicos para a atividade profissional
ALBERTO OFENHEJM GOTFRYD
ALBERTO OFENHEJM GOTFRYD TRATAMENTO CIRÚRGICO DA ESCOLIOSE IDIOPÁTICA DO ADOLESCENTE COM PARAFUSOS PEDICULARES: A DENSIDADE DE IMPLANTE INFLUENCIA NOS RESULTADOS CLÍNICOS E RADIOGRÁFICOS? ENSAIO CLÍNICO
Médico Cirurgia de Coluna
Caderno de Questões Prova Objetiva Médico Cirurgia de Coluna SRH Superintendência de Recursos Humanos DESEN Departamento de Seleção e Desenvolvimento de Pessoal 01 No adulto, o tumor mais frequente na
3. RESULTADOS DA REVISÃO DE LITERATURA
Nota Técnica 07/2014 Solicitante: Dr. Sergio Henrique Cordeiro Caldas Fernandes Juiz de direito da 23ª Vara Cível de Belo Horizonte/MG Data: 10/09/2014 Medicamento Material Procedimento X Cobertura X Nº
Fixação monossegmentar das fraturas da coluna toracolombar
FIXAÇÃO MONOSSEGMENTAR DAS FRATURAS DA COLUNA TORACOLOMBAR Fixação monossegmentar das fraturas da coluna toracolombar HELTON L.A. DEFINO 1, ANDRÉS E.R. FUENTES 2, PAULO H. REMONDI 3, EDUARDO C. VALLIM
Programa de Especialização em Ortopedia e Traumatologia Pediátrica (R4)
Grupo de Ortopedia e Traumatologia Pediátrica Hospital Universitário Cajuru PUC- PR Hospital do Trabalhador - UFPR Programa de Especialização em Ortopedia e Traumatologia Pediátrica (R4) Curitiba 2017
ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE
68 ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE Vertebrectomia posterior isolada no tratamento das deformidades congênitas da coluna vertebral Posterior vertebrectomy for the treatment of spinal congenital deformities
TÍTULO: ESTUDO DA AUDIÇÃO DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE WERDNIG-HOFFMANN INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS
16 TÍTULO: ESTUDO DA AUDIÇÃO DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE WERDNIG-HOFFMANN CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FONOAUDIOLOGIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/COLUNA CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 22 de Agosto de 2015 NOME:
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/COLUNA CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 22 de Agosto de 2015 NOME: HOSPITAL: ( ) R1 ( ) R2 ( ) R3 ( ) R4 ( ) Não Residentes 1) Nas
PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DO PACIENTE IDOSO INTERNADO EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE JOÃO PESSOA
PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DO PACIENTE IDOSO INTERNADO EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE JOÃO PESSOA Paulo César Gottardo 1, Ana Quézia Peixinho Maia¹, Igor Mendonça do Nascimento
AVALIAÇÃO DO ALINHAMENTO CERVICAL E SUA RELAÇÃO COM A CIFOSE TORÁCICA E PARÂMETROS ESPINOPÉLVICOS APÓS CIRURGIA DE CORREÇÃO DE ESCOLIOSE
Artigo Original/Original Article/Artículo Original AVALIAÇÃO DO ALINHAMENTO CERVICAL E SUA RELAÇÃO COM A CIFOSE TORÁCICA E PARÂMETROS ESPINOPÉLVICOS APÓS CIRURGIA DE CORREÇÃO DE ESCOLIOSE EVALUATION OF
PARADIGM SPINE. Fusão Lombar Minimamente. Tecnologia Interespinhal
PARADIGM SPINE Fusão Lombar Minimamente Invasiva Tecnologia Interespinhal PRINCÍPIO BIOMECÂNICO Extension Flexion intact defect Cage stand alone ROM NZ Cage/ coflex-f TM Cage/ Pedicle screw system Prof.
RESUMO ABSTRACT. Descritores: Coluna vertebral; Escoliose; Radiografia; Curvaturas da coluna Vertebral; Adolescente.
Artigo Original/Original Article/Artículo Original ESCOLIOSE IDIOPÁTICA DO ADOLESCENTE (EIA): PERFIL CLÍNICO E RADIOGRÁFICO DA LISTA DE ESPERA PARA TRATAMENTO CIRÚRGICO EM HOSPITAL TERCIÁRIO DE ALTA COMPLEXIDADE
Correção de pé cavo pela técnica de Japas
RECONSTRUÇÃO MANGUITO ROTATOR ARTROSCÓPICA Correção de pé cavo pela técnica de Japas Luiz Sérgio M. Pimenta 1, Paulo Sampaio 2, Sérgio Abrahão 2, Wellington F. Molina 3 RESUMO Os autores apresentam um
Espinha Bífida. Dr. Fábio Agertt
Espinha Bífida Dr. Fábio Agertt Neurônio Motor Superior/Inferior Espinha Bífida Defeito de fechamento do tubo neural; Variedade de apresentações e gravidade; As características podem ser diagnosticadas
Autoria: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica
Autoria: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica Elaboração Final: 31 de janeiro de 2011 Participantes: Sternick MB, Pires RES As Diretrizes Clínicas
APENDICITE AGUDA O QUE É APÊNCIDE CECAL? O QUE É APENDICITE E PORQUE OCORRE
APENDICITE AGUDA O QUE É APÊNCIDE CECAL? O apêndice vermiforme ou apêndice cecal é uma pequena extensão tubular, com alguns centímetros de extensão, terminada em fundo cego, localizado no ceco, primeira
RETALHOS ÂNTERO-LATERAL DA COXA E RETO ABDOMINAL EM GRANDES RECONSTRUÇÕES TRIDIMENSIONAIS EM CABEÇA E PESCOÇO
Artigo Original RETALHOS ÂNTERO-LATERAL DA COXA E RETO ABDOMINAL EM GRANDES RECONSTRUÇÕES TRIDIMENSIONAIS EM CABEÇA E PESCOÇO ANTEROLATERAL THIGH AND RECTUS ABDOMINUS FLAPS IN LARGE TRIDIMENSIONAL HEAD
ESPONDILOLISTESE TRAUMÁTICA DO AXIS FRATURA DO ENFORCADO
ESPONDILOLISTESE TRAUMÁTICA DO AXIS FRATURA DO ENFORCADO André Lima Batista, Marcelo A. Duva Borgheresi, Ricardo Vieira Botelho Introdução A fratura dos elementos posteriores (lâmina, facetas, pedículos
T É C N I C A C I R Ú R G I C A. Medyssey. C a g e E x p a n s i v o e C a g e D i n â m i c o
T É C N I C A C I R Ú R G I C A Medyssey C a g e E x p a n s i v o e C a g e D i n â m i c o Cage expansivo VariAn Cage Dynamic Técnica Cirúrgica Medyssey www.medyssey.com O ISO 13485 CERTIFIED COMPANY
PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA 2015 EDITAL N. 001/2014 CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DE HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA 25 EDITAL N. 0/24 CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DE HABILIDADES E COMPETÊNCIAS O Centro de Seleção da Universidade Federal de Goiás coloca à disposição
Acta Ortopédica Brasileira Print version ISSN
Estudo morfométrico do pedículo das vértebras lombares Acta Ortopédica Brasileira Print version ISSN 1413-7852 Acta ortop. bras. vol.15 no.4 São Paulo 2007 doi: 10.1590/S1413-78522007000400001 ARTIGO ORIGINAL
Estado da arte da radiocirurgia na
Estado da Arte da Radiocirurgia na Metástase de Coluna: Estado da arte da radiocirurgia na seleção de pacientes e resultados clínicos metástase de coluna SELEÇÃO DE PACIENTES E RESULTADOS CLÍNICOS Eduardo
MODELO DE INSTRUÇÃO DE USO INSTRUMENTAL PAGODA
MODELO DE INSTRUÇÃO DE USO INSTRUMENTAL CÓDIGO DESCRIÇÃO IMAGEM 852-0001 MANOPLA CATRACA RETA 852-0002 MANOPLA CATRACA T 852-0003 PUNÇÃO 852-0004 PROBE RETO 852-0005 PROBE CURVO 852-0006 PINÇA DE HASTE
ÓRTESES PARA TRONCO E PESCOÇO
ÓRTESES PARA TRONCO E PESCOÇO P R O F. A N A E L Y M A R I C A T O D E C A M A R G O T E R A P E U TA O C U PA C I O N A L e l y m a r i c a t o @ h o t m a i l. c o m ÓRTESES PARA TRONCO E PESCOÇO As
Efficacy and Safety of Nonoperative Treatment for Acute Appendicitis: A Meta-analysis Pediatrics, Março 2017
Compartilhe conhecimento: Analisamos duas recentes publicações que demonstram a segurança de realizar tratamentos clínicos da apendicite aguda não complicada, com resultados comparáveis aos da apendicectomia.
Emergências Oncológicas - Síndrome de. Compressão Medular na Emergência
Emergências Oncológicas - Síndrome de Compressão Medular na Emergência Autores e Afiliação: José Maurício S C Mota. Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, ex-médico assistente da Unidade de Emergência,
Estagiário de Coluna do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - Campinas (SP), Brasil.
ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE Avaliação do posicionamento de parafusos pediculares na coluna torácica e lombar introduzidos com base em referenciais anatômicos e radioscópicos Placement analysis of
Reabilitação LESÃO MEDULA ESPINAL. Julia Maria D Andréa Greve Professora Associada FMUSP
Reabilitação LESÃO MEDULA ESPINAL Julia Maria D Andréa Greve Professora Associada FMUSP T.R.M. Coluna cervical Paciente 1 Paciente 2 RESSONÂNCIA TRM Traumas = 85% casos Com lesão medular Estabilização
Avaliação da telelaringoscopia no diagnóstico das lesões benignas da laringe
Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo Avaliação da telelaringoscopia no diagnóstico das lesões benignas da laringe Márcio Cavalcante Salmito SÃO PAULO 2012 Márcio Cavalcante Salmito Avaliação
Análise radiográfica comparativa da cifose juncional entre instrumentação híbrida, ganchos e parafusos en escoliosis idiopática del adolescente
Artigo Original/Original Article/Artículo Original Análise radiográfica comparativa da cifose juncional entre instrumentação híbrida, ganchos e parafusos Comparative radiographic analysis of junctional
ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE
ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE Correção da cifose de Scheuermann: estudo comparativo da fixação híbrida com ganchos e parafusos versus fixação apenas com parafusos Correction of Scheuermann kyphosis:
AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE VITAL (CV) EM PACIENTES PORTADORES DE ESCOLIOSE TORÁCICA.
AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE VITAL (CV) EM PACIENTES PORTADORES DE ESCOLIOSE TORÁCICA. FABIANA MÁRCIA M. DA S. NASCIMENTO¹ CAMILLA OLIVEIRA FIRMINO¹ ELENILDO AQUINO DOS SANTOS² ELTON BARROS DO NASCIMENTO³ NEWTON
