C.N.C. Programação Torno
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- Otávio Schmidt Cavalheiro
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1 C.N.C. Programação Torno Módulo III Aula 03
2 Composição de um Programa CNC A composição de um programa CNC baseia-se nas informações geométricas e tecnológicas necessárias para a execução de uma determinada peça. Esta composição pode ser associada a uma redação. O programa deverá ser estruturado com início, meio e fim. O início do programa deverá conter informações básicas e mínimas necessárias para dar condições de iniciar a usinagem da peça, o meio do programa informações referentes ao perfil que se deseja obter e o fim do programa deverá afastar a ferramenta e como o próprio nome diz, deve-se finalizar o programa. A seguir estudaremos estas etapas passo a passo. Cabeçalho Depois de criado o programa, deve-se iniciar a programação com as informações do cabeçalho, pois o nome do programa não faz parte do mesmo. No cabeçalho do programa são inseridas as funções que determinam a sequência lógica das funções necessárias para a execução do programa, tais como o sistema de coordenadas empregado, o plano de trabalho desejado, o ponto zero-peça e etc. Comentários O comentário é utilizado pelo programador para facilitar a vida do operador e quando necessário deverá ser programado após o caractere ; (ponto e vírgula) e antes de finalizar o bloco. Exemplo: N20 T0101; Ferramenta de desbaste# No exemplo acima, a finalidade do comentário é informar o tipo de ferramenta que será utilizada, no caso será a de desbaste. Os comentários devem ser inseridos no final do bloco ou em blocos isolados, jamais no meio do bloco. Um comentário poderá ter até 120 caracteres dos quais apenas 43 serão apresentados no campo de comentários da tela devido ao número de colunas do monitor. Observação: Quando estiver digitando o programa na máquina, para visualizar o comentário no diretório da máquina, o mesmo deverá ser inserido na primeira linha de programação sem digitar o número do bloco (Função auxiliar N ). Exemplo: ;EIXO COM CANAIS# N
3 Neste exemplo aparecerá no diretório (Máquina) P10 ;EIXO COM CANAIS# Ao entrar no diretório é possível enxergar que o programa número dez (10) refere-se ao EIXO COM CANAIS. Seleção da ferramenta A seleção das ferramentas existentes na máquina é feita através da função auxiliar "T" (formato quatro dígitos), no qual os dígitos numéricos definem o número da ferramenta e corretor. O número da ferramenta é sempre programado após a função T e o número de corretor são os dois últimos números (Função vista neste módulo na aula dois (Módulo 3 aula 2). Para colocar a ferramenta selecionada na posição de usinagem, além de programar a função T, deve-se programar a função miscelânea M6 que faz com que o comando libere o giro da torre. A função T00 cancela todos os corretores e deve ser programada quando for programar o ponto de troca da mesma para evitar fim de curso. Origem Zero peça O ponto zero peça (X0,Z0), é o ponto que nós programadores utilizamos como referência para programar o produto desejado. Para que não haja nenhum tipo de problema, a máquina precisa saber qual a referência que nós utilizamos, ou seja, tanto o programador como a máquina necessita ter uma única referência. Este ponto pode ser programado pela função G54 ou G55, que é o número de ponto zero peça que pode ser registrado na máquina. Esta informação não pode faltar no programa, pois, se não houver a máquina assume o ponto zero máquina como referência e com certeza haverá colisão. Faixa de rotação As funções auxiliares de "M10 a M14", determinam as faixas de rotação que poderão ser utilizadas dentro das etapas de usinagem. FAIXA I M11 RPM 18 a 475 A C FAIXA II M12 RPM 28 a 750 B C FAIXA III M13 RPM 75 a 1900 A D FAIXA IV M14 RPM 118 a 3000 B D 2
4 Observação: Os intervalos das faixas dependem do modelo da máquina. Definição do RPM (Limite de rotação), Sentido de giro e Velocidade de corte. A função G92 tem como objetivo limitar a rotação durante a usinagem e deverá ser utilizada sempre que utilizar velocidade de corte constante, isto é, em função da velocidade de corte informada e da variação do diâmetro em função do programa que está sendo executado, a máquina calcula a rotação durante a usinagem. A finalidade desta função refere-se a um fator importantíssimo em qualquer empresa, fator este denominado segurança. Quando falamos de segurança no CNC, referimo-nos a dois pontos de vista: Segurança do operador e segurança da máquina. Do ponto de vista do operador, se não for programado o limite de rotação, quanto menor o diâmetro a ser usinado maior será a rotação, consequentemente a placa pode não suportar a fixação havendo uma grande possibilidade de a peça escapar e causar um acidente. Do ponto de vista da máquina, se não for programado o limite de rotação, por menor que seja a peça e que a placa resista à fixação, a rotação pode superar os limites da máquina podendo causar danos à parte eletrônica da máquina. Quando programamos a função G92 temos que programar a função S que é o limite de rotação e também a função M03 (sentido horário de giro) ou M04 (sentido anti-horário de giro) que definem o sentido de giro da placa, visto neste mesmo módulo na aula 1. Na definição da rotação a função preparatória G96 deverá ser utilizada, quando desejar que a máquina calcule a rotação em função da variação do rpm dentro de uma determinada faixa de rotação, caso contrário, deve-se usar a função G97, ou seja, independente do diâmetro a ser usinado a rotação da placa não terá variação. Blocos de Usinagem Um bloco de usinagem contém todas as informações necessárias à execução de uma etapa do programa. Estes blocos podem ser formados por uma única função ou várias funções e está limitado em 43 caracteres por linha. Ao utilizar a função N que serve para identificar o número do bloco, não existe uma seqüência ou intervalos para ser programado. O número do bloco pode ser escolhido livremente, com variação entre eles definidos pelo programador e não deverá haver mais de um bloco com o mesmo número. Exemplo: N10...# N20...# N30...# 3
5 N40...# Neste exemplo pode-se observar que não há repetição do número de blocos e o intervalo está sendo de dez em dez, mas vale lembrar que este intervalo quem determina é o programador. Ao programar, é permitida a omissão do número de blocos, porém, neste caso não será possível a utilização da função para saltar parte do programa, pois a mesma depende do número do bloco (função H ). Ponto de troca O ponto de troca é um posicionamento definido na programação para executar as trocas de ferramentas necessárias durante a execução do programa. Lembramos que para isso deve-se desligar o eixo árvore através da função M05. Quando não houver troca automática da ferramenta deve-se programar a função M00 que possibilitada parar o programa sem interrompê-lo. Quando houver troca automática da ferramenta deve-se programar a função M06. Independente se a troca for manual ou automática deve-se programar o ponto de troca para que a mesma seja executada com segurança, evitando assim o risco de causar acidente com o operador e também de haver colisões da ferramenta com a peça. No próximo bloco programa-se a função M06 ou executa-se a troca manualmente. Exemplo 1: T00# G54# G0 X120. Z180.# M06# Normalmente o ponto de troca é programado através da sintaxe T00 seguida pela função que define o ponto zero peça e posicionamento desejado e no próximo bloco programa-se a função para executar a troca (M06), quando há troca automática de ferramentas. Exemplo 2: T00 G54 G0 X120. Z200.# M00# A sintaxe permanece a mesma, porém, no próximo bloco programa-se a função que para o programa (M00) para executar a troca, sem que haja interrupção do programa. 4
6 Final de Programa A finalização do programa será representada por uma função miscelânea específica entendida pelo comando (geralmente M30 ), e esta instrução deverá ser programada sozinha e no último bloco de programação, a qual finalizará o programa e retornará ao início, deixando a máquina pronta para que execute o programa novamente. 5
7 Estrutura Básica de Programação Um programa CNC deverá ser estruturado basicamente pelos seguintes elementos: Cabeçalho de Programa ; Eixo # (Nome do Programa) G99 # (Zero máquina como referência) G95 # (Programação de avanço por rotação) G90 # (Programação no Sistema de Coordenadas Absolutas) G71 # (Programação em Milímetros) G20 # (Programação em diâmetro) G18 # (Plano de trabalho X,Z) : Observação: Na maioria dos comandos estas funções de programação são "Default", ou seja, já estão programadas automaticamente, logo, não há necessidade de programá-las. N10 T00# Cancela os corretores da última ferramenta utilizada. N20 G54 # Define qual ponto Zero Peça será utilizado. N30 G00 X150. Z150. # Posicionamento do ponto de troca em função do ponto zero peça para executar a troca da ferramenta. N40 T0202; DESBASTE# Seleciona a ferramenta T02 e corretores 02 e comenta que é uma ferramenta de desbaste. N50 M06 # Executa o giro de torre em caso de troca automática de ferramenta. N60 M13 # Define a faixa de rotação a ser utilizada (Depende do modelo da máquina) N70 G96 # Programação em velocidade de corte constante (Vc), ou seja, a máquina calcula a rotação. 6
8 N80 S180. # Programa o valor da velocidade de corte que é dada em m/min. (não pode ser programado no mesmo bloco da função G96) N90 G92 S1500 M03 # Mesmo a máquina calculando a rotação, limita ao máximo com 1500rpm e define que o sentido de giro durante a usinagem será horário. Blocos de usinagem : N100...# N110...# N120...# N130...# N140...# N150...# N160...# N170...# : Nestes blocos são programados os pontos que determinarão o perfil da peça. Final de programa : N180 T00 # Cancela os corretores de ferramenta N190 G54 # Define qual ponto Zero Peça será utilizado. N200 G00 X150. Z150. # Posicionamento do ponto de troca em função do ponto zero peça para executar a troca da ferramenta. N210 M30 # Finaliza o programa e retorna ao início. 7
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