MATÉRIA MÉDICA HOMEOPÁTICA

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1 MATÉRIA MÉDICA HOMEOPÁTICA REUNE TODAS AS PATOGENESIAS OU SINTOMAS DESENVOLVIDOS PELAS DROGAS QUANDO ADMINISTRADAS A INDIVÍDUOS SADÍOS E SENSÍVEIS. A COMPLEMENTAÇÃO DESSAS PATOGENESIAS OCORRE ATRAVÉS DE OUTRAS FONTES, NÃO EXPERIMENTAIS(DEVIDO RESTRIÇÕES DE NATUREZA HUMANA, ÉTICA E LEGAL) (0RGANON AO 111) Parágrafos: 105:...Aquisição de conhecimento dos instrumentos destinados à cura das doenças naturais :...a).Investigar o poder patogenético(capacidade de afetar dinamicamente o estado de saúde do homem) e b). Conhecer todos os efeitos patogenéticos dos medicamentos. 107/108/109:..Esta investigação corresponde à experimentação dos medicamentos ou patogenética que: a).não deve ser feita em pessoas doentes... b).só pode ser realizado pela administração experimental dos diversos medicamentos em doses moderadas, a pessoas sãs. S.H. foi o primeiro a utilizar essa linha de pesquisa experimental intimamente ligada à prática clínica /111:...O conjunto de sintomas obtidos na experimentação de determinada substância medicinal recebe o nome de PATOGENESIA. Ao conjunto de PATOGENESIAS denominamos MATÉRIA MÉDICA PATOGENÉTICA São citadas situaçòes artificiais (experimentações não controladas) mas que se caracterizam também como fonte de sintomas para a Matéria Médica Homeopática: a TOXICOLOGIA Ingestão de substâncias medicinais por pessoas sadias em grandes doses por engano (INTOXICAÇÃO ACIDENTAL) ou afim de produzir a morte (INTOXICAÇÃO PROPOSITAL) COMPOSIÇÃO SINTOMÁTICA DA M.M.H SINTOMAS FUNCIONAIS SINAIS LESIONAIS FONTE PATOGENÉTICA FONTE NÃO PATOGENÉTICA MAÍSA LEMOS HOMEM DE MELLO PÁGINA 1 01/07/2010

2 I. PATOGENÉTICA FONTES DA MATÉRIA MÉDICA EXPERIMENTAÇÃO NO HOMEM SÃO E SENSÍVEL (não em doente e não em animais) SAMUEL HAHNEMANN:1790 a 1796 experimenta numerosas substâncias dentro de normas protocolares pré estabelecidas. AUTO EXPERIMENTAÇÃO COM CHINA OFFICINALIS.CURA A FEBRE INTERMITENTE PELA SUA CAPACIDADE DE PRODUZIR QUADRO SEMELHANTE EM ORGANISMOS SADÍOS. EXPERIMENTAÇÃO DO ENXOFRE, MERCÚRIO, BELLADONNA, DIGITALINA PRATA, OURO, FERRO, CICUTA, IPECACUANHA E OUTRAS DROGAS 1796 E 1806: PUBLICAÇÕES NO JORNAL DO PROF. HUFELAND "UM NOVO PRINCÍPIO SOBRE AS PROPRIEDADES CURATIVAS DE SUBSTÂNCIAS MEDICAMENTOSAS,..." E "AS INDICAÇÕES SOBRE O USO HOMEOPÁTICO DOS MEDICAMENTOS" DIFERENTES DROGAS PRODUZEM NO ORGANISMO SADÍO MANIFESTAÇÕES CARACTERÍSTICAS INERENTES A CADA UMA DELAS E CAPAZES DE IDENTIFICÁ-LAS. ORGANON: 19,20 E 21 - "O PODER DINÂMICO DO MEDICAMENTO" 22 AO 27 - "A LEI DA SEMELHANÇA" 108, "METODOLOGIA EXPERIMENTAL" 105 AO "A FARMACODINÂMICA" II. NÃO PATOGENÉTICA ALÉM DOS SINTOMAS PATOGENÉTICOS PROPRIAMENTE DITOS, INDUZIDOS NO INDIVÍDUO SADIO POR DETERMINADA SUBSTÂNCIA EM DOSES DIVERSAS, PORÉM NÃO TÓXICAS FORAM TAMBÉM INCORPORADOS À MATÉRIA MÉDICA OS EFEITOS REGISTRADOS NAS INTOXICAÇÕES ACIDENTAIS BEM COMO AQUELES SINTOMAS E SINAIS CURADOS NA CLÍNICA DURANTE A UTILIZAÇÃO DE DETERMINADA DROGA. MAÍSA LEMOS HOMEM DE MELLO PÁGINA 2 01/07/2010

3 CONTRIBUIÇÕES DA TOXICOLOGIA MEDICINA LEGAL MEDICINA DO TRABALHO PSIQUIATRIA ESTUDO DA RESPOSTA BIOLÓGICA ENVENENAMENTOS PROPOSITAIS E INVOLUNTÁRIOS INTOXICAÇÕES ACIDENTAIS E MEDICAMENTOSAS. INTOXICAÇÕES COLETIVAS (POLUIÇÃO AMBIENTAL) TOXICOMANIAS CONTRIBUIÇÃO 1. COMPLEMENTAÇÃO DOS QUADROS PATOGENÉTICOS OBTIDOS COM DOSES EXÍGUAS E DROGAS DINAMIZADAS. 2. MOTIVAÇÃO PARA O ESTUDO DE NOVOS MEDICAMENTOS. 3. CONHECIMENTO DE SÍNDROMES MÓRBIDAS COMPLETAS, INCLUINDO ASPECTOS LESIONAIS NÃO OBTIDOS NA EXPERIMENTAÇÃO PATOGENÉTICA. TÓXICO SINTOMAS NA DEPENDÊNCIA: 1. DOSE 2. TEMPO DE EXPOSIÇÃO 3. SENSIBILIDADE INDIVIDUAL ALTA: INTOXICAÇÕES AGUDAS BAIXA: INTOXICAÇÕES CRONICAS DESVIOS DE COMPORTAMENTO ALTERAÇÕES SENSORIAIS DISTÚRBIOS FUNCIONAIS INJÚRIAS TECIDUAIS MAÍSA LEMOS HOMEM DE MELLO PÁGINA 3 01/07/2010

4 EXEMPLOS A) INTOXICAÇÃO ATROPÍNICA (ATROPA BELLADONNA) CONGESTÃO POR VASODILATAÇÃO, MIDRÍASE, ALUCINAÇÕES. B) INTOXICAÇÃO MERCURIAL (MERCURIUS SOLUBILIS) INFLAMAÇÃO AGUDA OU CRÔNICA SEGUIDA DE QUADRO IRRITATIVO; TENDÊNCIA A ESCLEROSE OU ÚLCERA; TROPISMO SOBRE OS TECIDOS VASCULAR, NERVOSO, ÓSSEO, ELÁSTICO, MUCOSAS E PELE. C) SATURNISMO(PLUMBUM) GERALMENTE CRÔNICA; INTELIGÊNCIA LENTA, DIFICULDADE DA PALAVRA, HIPOCONDRIA, INDIFERENÇA; TACITURNIDADE, DEPRESSÃO MELANCÓLICA, FOBIAS, MANIA RELIGIOSA, IDÉIAS FIXAS DE PERSEGUIÇÃO, ENCEFALOPATIA (CONVULSÃO, DELÍRIO, MELANCOLIA, COMA). ARTERIOESCLEROSE, ATROFIAS, DEGENERAÇÃO GORDUROSA. D) INTOXICAÇÃO PELA CICUTA (CONIUM MACULATUM) PARALISIA ASCENDENTE, EXCITAÇÃO, TREMORES, CONVULSÕES; INCOORDENAÇÃO, HIPERESTESIA, INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA. E) DOENÇAS PROFISSIONAIS FÓSFORO ALTERAÇÕES HEPÁTICAS E SANGUÍNEAS; TROPISMO PELA MANDÍBULA (NECROSE). COMPOSTOS CROMADOS (GALVANIZAÇÃO DE METAIS). ULCERAÇÕES DE MUCOSAS E SEPTO NASAL. PETRÓLEO E DERIVADOS DERMATITES. TOXICOMANIAS VÍCIOS: ÓPIO E TABACO; RELIGIÃO. AGARICUS MUSCARIUS (RÚSSIA): ALUCINÓGENO SEGUIDO PÔR SONOLÊNCIA OU DELÍRIO LOQUAZ (CANTA E GRITA); IDÉIA DE GRANDEZA E IMPULSOS INTRÉPIDOS. MAÍSA LEMOS HOMEM DE MELLO PÁGINA 4 01/07/2010

5 CONTRIBUIÇÕES DA FARMACOLOGIA A. NOS CONCEITOS BÁSICOS B. NO ESTUDO E INTERPRETAÇÃO DAS PATOGENESIAS C. NO "ENRIQUECIMENTO" DA M.M.H. MODERNA A. CONCEITOS BÁSICOS EXEMPLOS Estudo das drogas de acordo com a região anatômica de ação (organotropismo, histotropismo). ATROPINA: TRATO GASTRO -INTESTINAL, OLHO E GLÂNDULA SALIVAR. Estudo das doenças de acordo com o efeito terapêutico. MORFINA: ANALGÉSICO E OBSTIPANTE Estudo das drogas conforme o modo de ação farmacológico. ATROPINA: ANTICOLINÉRGICO. Estudo das drogas de acordo com a origem. MORFINA: ALCALÓIDE DO ÓPIO. Estudo dos "efeitos colaterais" das drogas. ATROPINA: VISÃO BORRADA E BOCA SECA. Estudo das respostas anormais à drogas ou idiossincrasia. IODETOS: REAÇÕES CATARRAIS EM ALGUNS INDIVÍDUOS. Estudo dos sintomas alérgicos ou anafiláticos que seguem o uso das drogas. SULFA: URTICÁRIA. B. NO ESTUDO E INTERPRETAÇÃO DAS PATOGENESIAS NUX VOMICA E A FARMACOLOGIA DA ESTRICNINA EM MEMBRANA PÓS SINAPTICA E APARELHO DIGESTIVO COM RESPOSTA MOTORA DRAMÁTICA, AÇÃO DIGESTIVA TIPO "BITTER" E OBSTIPAÇÀO ATÔNICA. C. NO "ENRIQUECIMENTO" DA M.M.MODERNA ACTH OU CORTICOTROFINA, CLORANFENICOL, SULFANILAMIDA, ETC. MAÍSA LEMOS HOMEM DE MELLO PÁGINA 5 01/07/2010

6 CONTRIBUIÇÃO DA CLÍNICA MÉDICA INDICADOS PELA SmVm DETERMINADOS MEDICAMENTOS DEMONSTRAM TENDÊNCIA A INCIDIR E RESOLVER DETERMINADAS EVENTUALIDADES CLÍNICAS. A REPETIÇÀO SISTEMÁTICA DESTA EVENTUALIDADE PARA DETERMINADO MEDICAMENTO AUTORIZA A INCLUSÃO DA SINDROME CLÍNICA À PATOGENESIA (EXPERIÊNCIA CLÍNICA). EXEMPLOS: GELSEMIUM e quadro gripal. PHOSPHORICUM ACIDUM e diabetes. A MEDICINA POPULAR CONSAGRA O USO DE DETERMINADAS SUBSTÂNCIAS EM DOSES PONDERAIS QUE SÃO EXPERIMENTADAS, PATOGENETICAMENTE OU NÃO, PELOS HOMEOPATAS EM DOSES MÍNIMAS. EXEMPLOS: ARNICA MONTANA e contusões. SYZYGIUM JAMBOLANUM e diabetes. CONTRIBUIÇÃO DO LABORATÓRIO DOSAGENS LABORATORIAIS CLÍNICAS: EXAMES DE SANGUE, URINA E OUTRAS SECREÇÕES, CULTURAS E PARASITOLÓGICOS, MODIFICADOS NA VIGÊNCIA DO TRATAMENTO HOMEOPÁTICO PODEM SUGERIR, QUANDO EVENTUALIDADE SISTEMATICAMENTE REFERIDA, INCLUSÃO DESTE DADO À PATOGENESIA DO MEDICAMENTO. URANIUM NITRICUM E O DESAPARECIMENTO DE GLICOSÚRIA. DADOS ANÁTOMO OU HISTO-PATOLÓGICOS, AINDA PODEM CONTRIBUIR COM A PESQUISA LABORATORIAL, NA DEMONSTRAÇÃO DE SEMELHANÇA HISTO OU ANÁTOMO PATOLÓGICA. PHOSPHORUS E HEPATITE. APIS E ERITEMA SOLAR. CONTRIBUIÇÀO DA VETERINÁRIA COMO É PRÁTICA CLÍNICA OBSERVACIONAL QUE SE VALE DOS SINTOMAS OBJETIVOS PARA A PRESCRIÇÃO, CONTRIBUE SUGERINDO INCLUSÃO DE ENTIDADES CLÍNICAS NA PATOGENESIA DE ALGUNS MEDICAMENTOS. NA MATÉRIA MÉDICA TEMOS: HYDROPHOBINUM: preparado da saliva do cão raivoso.. MAÍSA LEMOS HOMEM DE MELLO PÁGINA 6 01/07/2010

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