Liliana Ávila Maltagliati
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- Micaela Lencastre Fortunato
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1 Liliana Ávila Maltagliati AUTOLIGADOS no que diferem? Qual a vantagem em utilizar braquetes autoligados na prática clínica? Introdução Braquetes autoligados têm recebido um grande destaque na Ortodontia, nos últimos anos. Inúmeros modelos de autoligados foram desenvolvidos por quase todas as empresas produtoras de materiais ortodônticos. É, portanto, muito compreensível que questionemos a viabilidade e a vantagem de eleger esses braquetes como opção de tratamento. Na tabela estão listados os principais braquetes autoligados comercialmente disponíveis na atualidade. Todos apresentam características muito semelhantes e podem ser genericamente divididos em dois grupos. O grupo de braquetes autoligados passivos e o grupo de autoligados ativos. No grupo de braquetes passivos encontram-se os modelos que fecham a canaleta do braquete por meio de uma trava que desliza na superfície externa das aletas, transformando todos os braquetes em tubos, criando quatro paredes nas canaletas, rígidas e passivas. No grupo dos braquetes ativos, o fechamento se dá por um clipe que invade uma parte da canaleta, em uma das paredes, superior ou inferior. Estes clipes têm a característica de exercerem certa pressão sobre os fios mais calibrosos, normalmente superiores ao 0,0. Existe ainda um terceiro tipo, com clipes posicionados nas laterais de um braquete com design convencional, mas que se enquadra no grupo dos passivos, pela sua característica de atuação. De forma interessante, os primeiros braquetes autoligados não tinham a pretensão de causar baixa fricção. O primeiro modelo desenvolvido data de, denominado Russell Lock. O pensamento na época era facilitar a inserção dos fios e diminuir o tempo de trabalho, pois os acessórios eram, então, soldados às fitas metálicas e amarrados um a um. Essa vantagem foi, entretanto, logo superada pela introdução no mercado das ligaduras elásticas, mais práticas e de mais rápida inserção. Rosely Suguino Tabela - Principais braquetes autoligados disponíveis comercialmente. NOME Carriere LX MARCA COMERCIAL Ortho Organizers CARACTERÍSTICAS metálico, passivo PRESCRIÇÃO Roth, MBT Carriere SLB Class One metálico, passivo Roth, MBT Clarity SL* Unitek estético com canaleta metálica, passivo MBT Damon ORMCO metálico, passivo High, Standard, Low** Damon ORMCO estético, passivo High, Standard, Low** Damon mx ORMCO metálico, passivo High, Standard, Low** Evolution LT Adenta metálico, para técnica lingual, passivo/ativo Roth In-Ovation C GAC estético, passivo/ativo Roth, Roncone, / In-Ovation L GAC metálico, para técnica lingual, passivo/ativo não disponível In-Ovation R GAC metálico, passivo/ativo Roth, Roncone, / Opal Ultradent estético, passivo Roth Praxis Glide Lancer metálico, passivo Roth, MBT Quick brackets Forestadent metálico, passivo/ativo Roth, MBT Smart Clip Unitek metálico, passivo MBT Speed Strite Industries metálico, passivo/ativo Hanson, Roth, MBT, Bioprogressiva Time Adenta metálico Standard** Time American Orthodontics *Disponível em outubro/00 **Prescrição do fabricante metálico, passivo/ativo Roth, MBT Rev. Clín. Ortodon. Dental Press, Maringá, v., n. - out./nov. 00
2 Entretanto, ao eliminar o contato do material de amarração do fio, o efeito imediato resultante é a redução significativa da fricção na mecânica ortodôntica. Esta característica, entretanto, não chamou a atenção dos ortodontistas da época, devido aos métodos de tratamento, com pouca utilização de recursos de mecânica de deslize (Tab. ). Com o desenvolvimento dos braquetes totalmente programados, por Andrews na década de 0, possibilitou-se a utilização de arcos com menos dobras, tornando a mecânica mais simples e prática, compatível com a dinâmica moderna de atendimento aos pacientes, diminuindo o tempo de tratamento e atendimento clínico. Entretanto, para a utilização do sistema de arcos contínuos, foram necessárias modificações clínicas para adaptação aos recursos que os braquetes totalmente programados disponibilizavam. O desenvolvimento dos fios de níquel-titânio - que permitem grandes deflexões, sem aumento significativo na tensão/carga acumulada - para serem empregados no início do tratamento, permitiu que os fios de aço inoxidável de baixo calibre, com alças de nivelamento pudessem ser substituídos e o sistema de arcos retos pudesse então ser, efetivamente, utilizado. Neste contexto, o atrito relacionado à resistência ao deslize dos fios pelas canaletas dos braquetes passou a ser um importante fator a ser considerado na mecânica e este têm sido o apelo das empresas que comercializam braquetes autoligados. A pergunta que é então levantada por muitos ortodontistas, ao compararem as diferenças entre utilizar um braquete autoligado ou um sistema convencional, é: Porque utilizar braquetes autoligáveis? Porque não utilizar as ligaduras convencionais? O efeito na redução do atrito é assim tão significativo na prática clínica? A resposta parece simples, mas é muito mais ampla do que se possa imaginar. As vantagens e possibilidades mecânicas que se vislumbram na Ortodontia com o emprego dos braquetes autoligados, que propiciam baixo atrito, não se restringem apenas à fase de retração anterior dos casos tratados com extração de pré-molares. A ausência de ligaduras e o baixo atrito resultante revelam novas perspectivas na Ortodontia que, certamente, revolucionarão o tratamento ortodôntico. REDUÇÃO DO ATRITO Entretanto, vamos primeiramente considerar o atrito na Ortodontia e entender os benefícios advindos da utilização de um sistema que produz o menor atrito possível. O atrito pode ser estático ou dinâmico e ambos representam a resistência à movimentação, quando a força ortodôntica é aplicada. O atrito estático constitui a força necessária para iniciar o movimento de um corpo. Em Ortodontia, representa a força mínima necessária para que o dente inicie a sua movimentação, suplantando a tendência de permanecer em sua posição inicial, dada pela intercuspidação, contatos com dentes adjacentes, musculatura peribucal e pelo contato do fio com o braquete e com o dispositivo de amarração. Alguns estudos confirmam que os principais fatores envolvidos na determinação do nível de fricção são o material de composição dos braquetes e dos fios, as condições de superfície dos fios e canaletas dos braquetes, o calibre do fio, o torque na interface fio-braquete, a distância interbraquetes, o tipo e a força da amarração, a saliva e a influência das funções orais 0. Além disso, quanto mais mal posicionado estiver o dente, maior a deflexão do fio e, portanto, o contato deste com o braquete, fazendo aumentar o atrito estático e a força necessária à movimentação. Quanto maior a área de contato, e dependendo do material utilizado para amarrar o fio, o atrito pode ser ainda maior. No caso dos amarrilhos metálicos, sabe-se que o atrito estático é significativamente menor, quando comparado com as ligaduras elásticas. E o atrito ainda aumenta consideravelmente (de 0 a 0%) se as ligaduras elásticas forem utilizadas na configuração de, (Fig. ). Quanto ao atrito dinâmico, ele ocorre durante a movimentação, principalmente nas mecânicas de deslize, onde o fio precisa percorrer as canaletas dos acessórios. Nestes casos, o atrito determinado pelo sistema de amarração e o material do braquete e fios é de extrema importância, para que o deslize seja o melhor possível, evitando forças intensas e perda de ancoragem. Na mecânica de deslize, a melhor combinação têm sido o conjunto que compreende fio de aço inoxidável, braquetes metálicos e ligadura metálica nos dentes posteriores. Com a reintrodução dos autoligáveis, têm sido freqüentemente documentado na literatura a sua superioridade em relação aos convencionais, no que se refere ao atrito gerado nas mecânicas de deslize. A título de exemplificação, o trabalho de Kapur e Sinha () revelou que, com fio de níquel-titânio, a fricção gerada é de g com o braquete convencional e de g com o braquete autoligado Damon SL. Com fios de aço, os valores foram g e,g, respectivamente. Em 0, Berger estudou in vitro, a performance dos braquetes SPEED com quatro tipos de fios ortodônticos, comparando-os com quatro modelos de braquetes convencionais amarrados com ligaduras metálicas e elásticas. Em todos os testes, o braquete SPEED provocou redução significativa do atrito. Thortenson e Kusy (00) 0 testaram e compararam braquetes autoligados abertos e fechados aos braquetes convencionais, com fios retangulares variando em angulações de -º a +º e forças de amarração de 00 a 00cN. Em todas as angulações, a resistência ao deslizamento dos braquetes autoligados fechados, na forma passiva, foi menor que os braquetes convencionais, devido à ausência da amarração. Outro exemplo é o trabalho desenvolvido por Pizzoni, Raunholt e Melsen (). Os autores compararam três modelos de braquetes, com relação à força de fricção gerada: um tipo de braquete passivo, um ativo e um braquete convencional Rev. Clín. Ortodon. Dental Press, Maringá, v., n. - out./nov. 00
3 Liliana Ávila Maltagliati Encontraram que a força de fricção seguiu a seguinte ordem de desempenho: braquete passivo < braquete ativo < convencional. Por fim, no início deste ano, foi concluído um trabalho de dissertação de mestrado na Universidade Metodista de São Paulo, que estudou dois tipos de braquetes autoligados - um de policarbonato e outro metálico, ambos passivos - com dois modelos de braquetes convencionais amarrados com ligaduras elásticas, empregando fios de calibre 0,0, 0,0 x0,0 e 0,0 x0,0 de três ligas diferentes, aço inoxidável, níquel-titânio e beta-titânio. O estudo foi laboratorial, com angulações de 0º e de º, simulando dobras de ª e ª ordens. Os resultados mostraram que, com e sem angulação, os braquetes autoligados demonstraram atrito significativamente menor em relação aos convencionais no fio de menor calibre. Com o aumento de calibre, entretanto, o atrito também aumentou, em todos os braquetes. Esses e outros trabalhos, apontam para a superioridade dos braquetes autoligados na redução do atrito, demonstrando uma concordância bastante incomum na literatura. Se temos o desenvolvimento de um sistema responsável por atrito extremamente baixo, automaticamente concluímos que a resistência à movimentação fica reduzida e isto repercute em vantagens como, por exemplo: necessidade de aplicação de força menor, mais compatível com a fisiologia do movimento dentário; diminuição dos efeitos colaterais de mecânica, dentro do princípio de que os momentos A c gerados nas movimentações dentárias - resultantes da incapacidade de aplicar força diretamente ao centro de resistência - são diretamente proporcionais à intensidade da força aplicada; menor tendência de perda de ancoragem - pois a resistência à movimentação com o emprego de dispositivos nos dentes de ancoragem não muda, mas a resistência dos dentes a serem movimentados diminui. Essas vantagens geradas pela baixa produção de atrito, proporcionam, por sua vez, outras possibilidades mecânicas, sobre as quais discorreremos a seguir. INTENSIDADE DA FORÇA DE MOVIMENTAÇÃO A primeira vantagem que se pode tirar desta característica, e que justifica a escolha de braquetes autoligados na prática clínica, é a possibilidade de redução na intensidade de força aplicada para gerar movimentação. Isto pode ser claramente explicado quando se observa que o atrito, tanto estático quanto dinâmico, é composto por forças opostas à força ortodôntica, que tendem a manter o dente sem movimento ou restringi-lo. Portanto, para que o movimento dentário ocorra, a força ortodôntica precisa ser de uma intensidade ultrapasse a força de fricção ou as forças que a ela se opõem. Sem atrito, ou melhor, com a grande redução na fricção, a força ortodôntica não precisa ser de mesma intensidade. Forças menores são suficientes para gerar movimento, porque a resistência diminuiu. As ligaduras metálicas têm sido utilizadas e Figura - Métodos de ligação. A) Ligaduras elásticas em forma de O, B) em forma de, C) ligadura metálica e D) autoligado. b d Rev. Clín. Ortodon. Dental Press, Maringá, v., n. - out./nov. 00
4 A preferidas quando o atrito precisa ser reduzido, pois geram fricção significativamente menor, quando comparadas com as elásticas, mas as forças necessárias de movimentação ainda alcançam níveis indesejáveis, em relação à força ótima de movimentação. Com a eliminação das ligaduras, os braquetes autoligados são os que maiores chances fornecem de aplicar forças mais suaves, mais compatíveis com a força ótima para movimentação. Diante das limitações do aparelho ortodôntico e da necessidade de se utilizar fios de maior calibre para controlar os efeitos colaterais da mecânica, a única forma de possibilitar a redução na força de movimentação é criar mecanismos que possibilitem a redução do atrito. Quando, na prática, se soma o emprego de braquetes autoligados com fios de alta flexibilidade, ou seja, com alto módulo de elasticidade e que exercem limiares baixos de força, o efeito é uma movimentação ortodôntica com níveis reduzidos de força. A vantagem biológica que, teoricamente, decorre dessa conduta é a criação de áreas de hialinização no ligamento periodontal em menor número e extensão. Isso diminui o risco de perda óssea em pacientes periodontais, com redução do periodonto de sustentação, além de diminuir o risco de reabsorção radicular por excesso de carga ortodôntica. A possibilidade de reduzir as áreas de hialini- Figura - A) Foto inicial. Após a erupção dos pré-molares, o paciente retornou para a colagem, que ocorreu em setembro de 00. B) Em maio de 00, já em final de nivelamento, com fio 0,0 x 0,0 termoativado, no º retorno de manutenção. A c Figura - Inclusão de um incisivo no arco inferior. Tempo de movimentação de B para C semanas. De A para D meses e semana. b b d Rev. Clín. Ortodon. Dental Press, Maringá, v., n. - out./nov. 00
5 Liliana Ávila Maltagliati zação no ligamento periodontal produz, conseqüentemente, queda na intensidade de áreas de reabsorção à distância nas trabéculas ósseas. Esse fenômeno é traduzido, clinicamente, por maior velocidade de movimentação dentária. Com a possibilidade de aplicar a magnitude adequada de força, aumentamos as chances de obter uma resposta adequada dos tecidos periodontais, causando movimentação dentária mais eficiente e rápida, repercutindo em diminuição nos efeitos colaterais e no tempo de tratamento,0. Em 00, Harradine realizou um estudo clínico do desempenho, em tempo de tratamento com braquete autoligado e convencional e verificou que, com o braquete autoligado, por promover movimentação dentária mais rápida, o tempo total de tratamento se reduziria, em média, meses (Fig., ). EFEITOS COLATERAIS DO MOVIMENTO ORTODÔNTICO Com forças mais suaves, o movimento ortodôntico tem a capacidade de gerar menores efeitos colaterais, reduzindo os momentos de inclinação criados, decorrentes da inevitável aplicação da força afastada do centro de resistência dos dentes, uma vez que o momento é diretamente proporcional à intensidade de força aplicada (M = F x D, onde M é o momento gerado, F é a intensidade da força e D a distância do ponto de aplicação da força até o centro de resistência). Além disso, a autoligação exige uma adaptação clínica de seqüenciamento de fios, que acaba interferindo na forma como o alinhamento e nivelamento ocorrem. Na terapia com braquetes convencionais, as ligaduras, tanto metálicas quanto elásticas, permitem a inserção parcial dos fios. Em outras palavras, dentes fora do arco de nivelamento, que ainda não têm espaço para ser alinhados e ni- Figura - Comparação entre a amarração com braquete autoligado e convencional. O fio não pode ser parcialmente inserido, como ocorre no sistema convencional. velados ou que estejam girados, podem ser colados e o fio passar, sendo amarrado em apenas umas das aletas, mesial ou distal para não forçar o nivelamento. Ou ainda, pode-se passar a ligadura em todas as aletas, mantendo-a frouxa no caso da metálica ou contando com a elasticidade da borracha, fazendo com que o fio não receba uma imposição muito intensa de movimentação. Ao utilizar braquetes autoligados, esta possibilidade não existe, ou seja, por haver um clipe ou uma trava que fecha a canaleta, o fio, obrigatoriamente, deverá estar encaixado na canaleta. Portanto, ou ele entra no nivelamento ou não deve ser incluído, nem mesmo colado, antes que o espaço adequado seja providenciado - da mesma forma que acontece com os tubos de molares não conversíveis (Fig. ). Entretanto, mesmo totalmente inserido na canaleta, os primeiros fios de nivelamento ficam completamente soltos, pois não há nem a borracha da ligadura elástica em contato, nem a ligadura metálica forçando o fio para o fundo do braquete. É exatamente esta característica, de ficar solto dentro da canaleta que faz com que o atrito seja tão inferior. Desta forma, os dentes recebem força de menor intensidade, com controle do movimento. Para reduzir o atrito na mecânica convencional, pode-se prender o fio com ligadura metálica frouxa, entretanto, nesta situação, o controle do movimento se perderia. Já as ligaduras elásticas permitem certa liberdade do fio, porém com alto atrito e perdendo boa parte de sua capacidade de manter o fio dentro da canaleta em apenas horas de uso. Taloumis, Smith, Hondrum e Lorton em, mostraram que a força elástica de amarração reduzse em até % nas primeiras horas. Portanto, a autoligação se torna um sistema muito interessante de retenção do fio, porque não tem perda da eficiência de apreensão e pela grande liberdade do fio na canaleta nos primeiros fios de nivelamento, que Figura - Fio de calibre 0,0 termoativado em canaleta 0,0 x 0,0. Observa-se a grande liberdade do fio na canaleta do braquete Rev. Clín. Ortodon. Dental Press, Maringá, v., n. - out./nov. 00
6 culmina em redução do atrito e forças mais próximas da ideais, os movimentos, além de mais rápidos, são mais controlados, pois não há o efeito binding (de apreensão do fio) e, portanto, o dente se movimenta com mais liberdade e o fio se retifica sem forçar demais o nivelamento. Isso, clinicamente, é traduzido por nivelamento e alinhamento, sem descontrole das inclinações dentárias, abertura de mordida e de diastemas, mesmo que na ausência de espaços no arco. Isso, mais um vez, se explica pelo mínimo atrito produzido pela ausência de ligadura e pela grande liberdade do fio no braquete, que permite seu deslize, conforme os dentes se nivelam. Ou seja, boa parte do excesso de comprimento do fio, incorporado devido ao apinhamento, escorrega para distal, fazendo sobrar fio, como ocorre no movimento de retração anterior (Fig.,, ). É importante lembrar, entretanto, que os efeitos colaterais são reduzidos, mas não completamente eliminados. O desafio do ortodontista é aplicar pressão suficiente para estimular a atividade celular sem bloquear o suprimento sangüíneo no periodonto. Obviamente, dentes se movem com maior eficiência individualmente do que em grupo. Começar o tratamento com força leve, baixa fricção e arcos de pequeno diâmetro permite o movimento individual dos dentes, mesmo que estejam conectados em grupos. Também é muito importante ressaltar que ao empregar fios termoativados, por não aceitarem dobras, é imperativo o planejamento cuidadoso dos dentes que farão parte do nivelamento inicial, para não causar movimentos indesejados. Aqueles que não têm espaço para nivelamento, em casos onde não se deseja protrusão dos dentes adjacentes, devem ser mantidos sem colagem ou fora do arco, até que o espaço tenha sido obtido. Em alguns casos específicos, entretanto, é possível incluir dentes mal posicionados já no primeiro fio, mesmo sem espaço adequado, com poucos efeitos colaterais. Mas isto apenas se dentro dos objetivos estabelecidos para o tratamento estiver a obtenção de espaço por meio de expansão e/ou protrusão. Existem casos em que o apinhamento direciona o ortodontista para a extração, mas a face e o sorriso contra-indicam este procedimento, pelo prejuízo estético que ocasionará. Nestes casos, a inclusão de todos os dentes no nivelamento, acarretando expansão dentária e protrusão anterior, é possível, devido à característica já mencionada da possibilidade de aplicação de forças extremamente suaves, com fios de baixo calibre e de liga termoativa, seguindo o protocolo de maior intervalo entre as consultas, característico das ligas ativas (Fig., ). Diante desta possibilidade, é interessante o emprego de ligas de níquel-titânio, principalmente as termoativadas. Pois, com a alta flexibilidade e o baixo módulo de elasticidade ao início do tratamento, os dentes selecionados podem fazer parte do nivelamento, com o fio introduzido nas canaletas de forma eficiente. A propriedade dos fios termoativados tem muita compatibilidade com a necessidade de promover deflexões que auxiliem na inserção do fio e o travamento do clipe ou trava, sem que haja acúmulo excessivo de carga. Poderia-se, então, considerar a hipótese de introduzir fios de maior calibre para prover controle de torque e maior controle rotacional desde o início do tratamento. Porém esta conduta não contempla a manutenção do fio livre dentro da canaleta e da obtenção de atrito insignificante, prejudicando a aplicação de forças suaves e, conseqüentemente, aumentando os efeitos colaterais da mecânica, forçando o nivelamento e diminuindo a rapidez de movimentação. Portanto, mesmo empregando fios termoativados, o ideal é iniciar com os menores calibres, como por exemplo o 0,0, que vai proporcionar baixa força, baixo atrito, fácil inserção do fio e movimentos mais rápidos. MAIOR INTERVALO ENTRE AS CONSULTAS Como mencionado, ao empregar fios de níquel-titânio termoativos, deve-se respeitar a forma prolongada de atuação desses fios, mantendo-os em posição por mais tempo, não mais mantendo o protocolo clássico de troca mensal dos fios. Se uma seqüência de aumento no calibre do fios for realizada com esse tipo de liga, as primeiras consultas terão o tempo de troca dos fios aumentado, bem como o intervalo entre as consultas. Essa conduta também contempla as mudanças tecnológicas que a Ortodontia tem sofrido. Grande número de ortodontistas utiliza materiais recentemente desenvolvidos, de alta tecnologia, mas continua aplicando a mesma forma de atuação de muitos anos atrás, relutando em mudar. Ao contrário do que muitos podem pensar, o aumento no intervalo entre as consultas agrada ao paciente em vez de desagradá-lo e o controle do tratamento não é perdido. Pois, se o planejamento for preciso e adequado para cada caso e a conduta clínica seguir um protocolo bem desenhado e detalhado - com definição antecipada de cada etapa do tratamento, do tipo de prescrição selecionada, e dos acessórios - até a fase de finalização, não há como ocorrerem movimentos indesejados. Bennett, em 000, recomendou um intervalo de a semanas quando se utiliza fios de níquel titânio ativo. Para Bagden (000), uma das razões da incapacidade de alguns ortodontistas em verificar a superioridade de performance destes fios sobre os demais é que o arco não é mantido em posição por tempo longo o suficiente. Este autor também recomendou manter o arco ortodôntico de liga termoativa por a semanas. Obviamente que este intervalo aumentado de consultas não se refere a pacientes que necessitam de maior controle, por negligência de escovação ou colaboração, bem como não inclui consultas de emergência que, eventualmente, possam acontecer. Em se tratando, em especial, dos fios de níquel titânio ativos, definitivamente, menos significa mais, ou seja, quanto menos intervimos, mais eles funcionam. Desconsiderando os benefícios de ter mais tempo para gastar Rev. Clín. Ortodon. Dental Press, Maringá, v., n. - out./nov. 00
7 Liliana Ávila Maltagliati Figura - Exemplo. Paciente com Classe II, ª divisão, subdivisão, apinhamento superior severo e inferior suave. Seqüência de tratamento com inclusão dos caninos superiores, sem provocar, de forma excessiva, a abertura de mordida e a protrusão dentária. Tempo de tratamento até o momento meses, consultas Rev. Clín. Ortodon. Dental Press, Maringá, v., n. - out./nov. 00
8 A d g Figura - Exemplo. A, B, C) Má oclusão inicial de Classe I, com falta de espaço para erupção do canino superior direito e desvio de linha média superior para a direita. D, E, F) Primeiro fio de nivelamento, colocando um stop no fio, na distal do primeiro pré-molar, para que o fio não consiga escorregar entre os slots dos dentes deste lado, de forma que o nivelamento do canino se faça com protrusão dos incisivos e desvio destes dentes para a esquerda. G, H, I) Segundo fio de nivelamento, canino nivelado, pouca protrusão dos incisivos superiores e linha média praticamente corrigida. Tempo de tratamento até o presente semanas, consultas. com seus pacientes e maiores espaços na agenda, que acomodem mais pacientes, o maior intervalo de ativação traz um benefício que vem intrigando muitos pesquisadores e incitado a realização de trabalhos de pesquisa com exames de tomografia computadorizada, para comprovar uma suposta capacidade da utilização do sistema braquete autoligado + fios termoativados + grandes intervalos de ativação: de permitir a vestibularização dos dentes, promovendo uma expansão lenta dos arcos dentários, sem provocar os reconhecidos efeitos colaterais desse tipo de movimento, como fenestração óssea ou aumento exagerado da inclinação vestibular, que aumenta a instabilidade do tratamento. Infelizmente, estes trabalhos ainda são incipientes e não foram lançadas, na literatura, evidências científicas que provem a eficácia dessa conduta. O que temos são evidências clínicas, suportadas por exames tomográficos que denotam a manutenção da integridade do periodonto de sustentação. Estas evidências clínicas são relatadas em casos clínicos e os pacientes apresentados nas figuras, e são exemplos da reação positiva a esta modalidade de tratamento. Além dos exames de tomografia, pode-se observar clinicamente que, mesmo com grandes quantidades de movimentação, os efeitos colaterais normalmente visualizados com a mecânica convencional, ou seja inclinações vestibulares exageradas e abertura de diastemas, não são observados. Ainda, um sinal clínico da menor protrusão provocada é a sobra de fio na distal do arco dentário, gerando emergência para corte da sobra. Isso ocorre porque, para incluir todos os dentes apinhados no nivelamento, há a necessidade de incorporar maior comprimento de fio. Quando este retorna à sua forma original, ele é maior, em comprimento, do que no arco com os dentes alinhados. A grande folga e mínimo atrito entre fio e canaleta, faz com que o fio escorregue por entre os braquetes e sobre no final do arco, na distal do último dente incorporado. Com ligaduras convencionais isso não ocorre, porque o atrito é muito grande, não permite que o fio deslize e acaba retificando o excesso de comprimento de fio incorporado com protrusão anterior e lab e h c f i Rev. Clín. Ortodon. Dental Press, Maringá, v., n. - out./nov. 00
9 Liliana Ávila Maltagliati A d Figura - A) Vista oclusal, mostrando apinhamento superior inicial. B) Instalação de braquete autoligado e fio 0,0 termoativado. C) semanas após. D) Imagem tomográfica da foto C, porção cervical da raiz. E) Imagem tomográfica da foto C, porção média da raiz. F) Imagem tomográfica da foto C, porção apical. Pode-se verificar que não há rompimento das corticais e, em todas as regiões, foram mantidas as raízes dentro do osso alveolar. Na imagem da porção cervical, observa-se um acompanhamento do nivelamento das coroas, muito parecido com o da figura C. Já na porção apical (F), o alinhamento dos incisivos se assemelha ao da imagem A, confirmando que o movimento é, eminentemente, de inclinação, o que é compatível com a utilização de um fio de calibre 0,0. Figura - Exames tomográficos da mesma paciente, após o nivelamento com fio calibre 0,0 x 0,0. teral dos dentes, que estão presos ao fio, pelo efeito de apreensão (binding effect). De acordo com Damon, um sistema assim empregado não enfrenta as forças dos tecidos circundantes e guia os dentes para regiões de menor resistência. Comparando braquetes autoligados com convencionais e dois tipos de ligadura convencional, Sims, b e 0,0 x 0,0 cervical 0,0 x 0,0 médio 0,0 x 0,0 ápice c f Waters, Birnie e Pethybridge () relataram que o uso de fios de baixo calibre, no início do nivelamento, em braquetes autoligados com canaleta passiva permite que os dentes se movimentem em direção à área de menor resistência, sem forçar o nivelamento. Acredita-se que a utilização de braquetes autoligados traz inúmeras vantagens, as principais serão listadas a seguir. Porém, este Rev. Clín. Ortodon. Dental Press, Maringá, v., n. - out./nov. 00
10 A D G Figura - Paciente padrão I, com má oclusão de Classe I, apinhamento superior e inferior. A-H) Fotos iniciais. I-P) Fotos finais. Tempo de tratamento meses, consultas. assunto ainda será motivo de muitos estudos e pesquisas e trará maior suporte científico ao seu emprego, quebrando, com certeza, muitos paradigmas na Ortodontia. Estar aberto a estas mudanças é fundamental para proporcionar aos pacientes o melhor da Ortodontia. É importante salientar-se, entretanto, que o diagnóstico e o planejamento são e sempre serão soberanos, independentemente b E H c F da técnica ortodôntica empregada ou dos aparelhos empregados. A possibilidade de instituir um aparelho que permita movimentar dentes com menor efeito colateral e, portanto, que possa incluir dentes no nivelamento sem que o espaço seja, previamente, oferecido, não significa que podemos utilizar essa mecânica em todos os casos. A avaliação cuidadosa do caso, considerando as possibilidades de Rev. Clín. Ortodon. Dental Press, Maringá, v., n. - out./nov. 00
11 Liliana Ávila Maltagliati I L O obtenção de espaço e a forma mais indicada para tal, deve preceder a escolha do aparelho. Casos que, conceitualmente, não aceitam expansão ou protrusão como forma de obtenção de espaço, não devem envolver todos os dentes no primeiro fio, mesmo que seja mecanicamente possível alinhá-los com esta técnica. Outras formas devem ser utilizadas, como desgastes ou extrações, antes que o nivelamento J M P K N seja totalmente realizado. Casos com corredor bucal ausente, altura facial ântero-inferior aumentada, falta de selamento labial, por exemplo, preferencialmente devem receber intervenções que privilegiem a diminuição de volume dentário, independente da técnica a ser empregada, seja o aparelho constituído de braquetes autoligados ou não Rev. Clín. Ortodon. Dental Press, Maringá, v., n. - out./nov. 00
12 A D G b E Figura - Paciente padrão II, com má oclusão de Classe I, apinhamento superior e inferior. A-H) Fotos iniciais. I-P) Fotos finais. Tempo de tratamento meses, consultas. H c F Rev. Clín. Ortodon. Dental Press, Maringá, v., n. - out./nov. 00
13 Liliana Ávila Maltagliati I L O J M P K N Rev. Clín. Ortodon. Dental Press, Maringá, v., n. - out./nov. 00
14 A D b E G H I Figura - Paciente padrão III, com má oclusão de Classe III, apinhamento superior e inferior e mordida aberta anterior. A-F) Fotos iniciais. G, H, I) Nivelamento. J-Q) Fotos finais. Tempo de tratamento meses, consultas. c F Rev. Clín. Ortodon. Dental Press, Maringá, v., n. - out./nov. 00
15 Liliana Ávila Maltagliati J M P Os braquetes autoligados têm se mostrado uma alternativa interessante para o tratamento de casos com apinhamentos dentários, pela redução no tempo inicial de tratamento. Pouco foi mencionado sobre a aplicabilidade em mecânica de fechamento de espaço, pois há um único trabalho na literatura que comparou, clinicamente, os métodos de retração com braquetes autoligados e convencionais, não encontrando diferenças estatisticamente significativas. Entretanto, há falhas de metodologia, o que nos deixa ainda sem informação. Estamos já há anos com uma nova linha K N Q L O de pesquisa em nosso departamento na Universidade Metodista, dedicada à realização de trabalhos que objetivam esclarecer as características do tratamento ortodôntico com braquetes autoligados, pois atenta-se para a necessidade da realização de trabalhos comparativos, não da fricção - normalmente realizados em laboratório, porque estes já são em grande número - mas de trabalhos clínicos de desempenho, que fundamentem cientificamente esta técnica de tratamento, tanto para a correção dos apinhamentos dentários, como para a mecânica de fechamento de espaços Rev. Clín. Ortodon. Dental Press, Maringá, v., n. - out./nov. 00
16 Referências. ANDREWS, L. F. Straight Wire: o conceito e o aparelho. Los Angeles: San Diego... BAGDEN, A. The Damon system: questions and answers. Clinical Impressions, Glendora, v., no., p. -, 00.. BENNETT, R. K. Extending treatment intervals Clinical Impressions, Glendora, v., no., p. -, BERGER, J. Self ligation in the year 000. J. Clin. Orthod., Boulder, v., no., p. -, Feb BERGER, J. L. The influence of the SPEED brackets self ligating design on force levels in tooth movement: a comparative in vitro study. Am. J. Orthod. Dentofacial Orthop., St. Louis, v., no., p. -, Mar. 0.. CACCIAFESTA, V. et al. Evaluation of friction of stainless steel and esthetic self-ligating brackets in various bracket-archwire combinations. Am. J. Orthod. Dentofacial Orthop., St. Louis, v., no., p. -0, Oct DAMON, D. The rationale, evolution and clinical aplication of the self-ligating bracket. Clin. Orthod. Res., Copenhagen, v., no., p. -,.. HARRADINE, N. W. T. Self-ligating brackets and treatment efficiency. Clin. Orthod. Res., Copenhagen, v., no., p. 0, 00.. HARRADINE, N. W. T. Self-ligating brackets: where are we now? J. Orthod., London, v. 0, no., p. -, Sept HENAO, S. P.; KUSY, R. P. Evaluation of the frictional resistance of conventional and selfligating brackets designs using standardized archwires and dental typodonts. Angle Orthod., Appleton, v., no. p. 0-, Apr KAPUR, R.; SINHA, P. K.; NANDA, R. S. Frictional resistance of the Damon SL bracket. J. Clin. Orthod., Boulder, v., no., p. -, Aug... MELING, T. R.; ODEGAARD, J.; HOLTHE, K.; SEGNER, D. The effect of friction on the bending stiffness of orthodontic beams: a theoretical and in vitro study. Am. J. Orthod. Dentofacial Orthop., St. Louis, v., no., p. -, July.. MILES, P. G. Self-ligating vs conventional twin brackets during en-masse space closure with sliding mechanics. Am. J. Orthod. Dentofacial Orthop., St. Louis, v., no., p. -, Aug PICCHIONI, M. S. Análise comparativa dos níveis de atrito em braquetes convencionais e autoligados. 00. Dissertação (Mestrado) Faculdade de Odontologia, Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo, 00.. PIZZONI, L.; RAVNHOLT, G.; MELSEN, B. Frictional forces related to self-ligating brackets. Eur. J. Orthod., Oxford, v. 0, no., p. -, June.. PROFFIT, W. H. The biologic basis of orthodontic therapy In:. Contemporary orthodontics. nd ed. St. Louis: Mosby Year Book,. cap., p. -.. SHIJAPUJA, P. K.; BERGER, J. A comparation study of conventional ligation and self-ligation bracket systems. Am. J. Orthod. Dentofacial Orthop., St. Louis, v., no., p. -0, Nov... SIMS, A. P.; WATERS, N. E.; BIRNIE, D. J.; PETHYBRIDGE, R. J. A comparison of the forces required to produce tooth movement in vitro using self-ligating brackets and a preadjusted bracket employing two types of ligation. Eur. J. Orthod., Oxford, v., no., p. -,.. TALOUMIS, L. I.; SMITH, T. M.; HONDRUM, S. O.; LORTON, L. Force decay and deformation of orthodontic elastomeric ligatures. Am. J. Orthod. Dentofacial Orthop., St. Louis, v., no., p. -, Jan.. 0. TECCO, S.; FESTA, F.; CAPUTI, S.; TRAINI, T.; Di LORIO, D.; D ATTILIO, M. Friction of conventional and self-ligating brackets using a bracket model. Angle Orthod., Appleton, v., no., p. -, Nov THORSTENSON, G. A.; KUSY, R. P. Resistance to sliding of self-ligating brackets versus conventional stainless steel twin brackets with second-order angulation in the dry and wet (saliva) states. Am. J. Orthod. Dentofacial Orthop., St. Louis, v. 0, no., p. -0, Oct. 00. Endereço para correspondência Liliana Ávila Maltagliati Rua Salete, 00 s/ CEP: São Paulo / SP [email protected] Rev. Clín. Ortodon. Dental Press, Maringá, v., n. - out./nov. 00
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RETRAÇÃO DA BATERIA ANTERIOR UTILIZANDO MINI-IMPLANTE COMO ANCORAGEM RETRACTION OF ANTERIOR TEETH USING ORTHODONTIC MINI- IMPLANTS AS ANCHORAGE
RETRAÇÃO DA BATERIA ANTERIOR UTILIZANDO MINI-IMPLANTE COMO ANCORAGEM RETRACTION OF ANTERIOR TEETH USING ORTHODONTIC MINI- IMPLANTS AS ANCHORAGE DIEGO PETTERSON POLICARPO GOMES. Especialista em Ortodontia
Mini-implantes ortodônticos como auxiliares da fase de retração anterior
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