Exercícios de Poesia Romântica (Parte 2)
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- Maria das Graças Chagas Miranda
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1 Exercícios de Poesia Romântica (Parte 2) Texto para a questão 1. Na minha Terra Amo o vento da noite sussurrante A tremer nos pinheiros E a cantiga do pobre caminhante No rancho dos tropeiros; E os monótonos sons de uma viola No tardio verão, E a estrada que além se desenrola No véu da escuridão; A restinga d areia onde rebenta O oceano a bramir Onde a lua na praia macilenta Vem pálida luzir; E a névoa e flores e o doce ar cheiroso Do amanhecer na serra, E o céu azul e o manto nebuloso Do céu de minha terra; E o longo vale de florinhas cheio E a névoa que desceu, Como véu de donzela em branco seio, As estrelas do céu. (Álvares de Azevedo) Vocabulário: Bramir produzir estrondo Macilenta sem brilho ou viço 1) (UERJ) O texto de Álvares de Azevedo evidencia o tratamento concedido à natureza pelos poetas do Romantismo. Identifique dois traços que caracterizam esse tratamento e cite um exemplo do texto para cada um deles. Texto para a questão 2. Despedidas à... Se entrares, ó meu anjo, alguma vez Na solidão onde eu sonhava em ti,
2 Ah! vota uma saudade aos belos dias Que a teus joelhos pálido vivi! Adeus, minh alma, adeus! eu vou chorando... Sinto o peito doer na despedida... Sem ti o mundo é um deserto escuro E tu és minha vida... Só por teus olhos eu viver podia E por teu coração amar e crer, Em teus braços minh alma unir à tua E em teu seio morrer! Mas se o fado me afasta da ventura, Levo no coração a tua imagem... De noite mandarei-te os meus suspiros No murmúrio da aragem! Quando a noite vier saudosa e pura, Contempla a estrela do pastor nos céus, Quando a ela eu volver o olhar em prantos Verei os olhos teus! Mas antes de partir, antes que a vida Se afogue numa lágrima de dor, Consente que em teus lábios num só beijo Eu suspire de amor! Sonhei muito! sonhei noites ardentes Tua boca beijar eu o primeiro! A ventura negou-me... até mesmo O beijo derradeiro! Só contigo eu podia ser ditoso, Em teus olhos sentir os lábios meus! Eu morro de ciúme e de saudade; Adeus, meu anjo, adeus! (AZEVEDO, Álvares de. Lira dos vinte anos. In: Grandes poetas românticos do Brasil. São Paulo: LEP, Tomo 1,MCMLIX, p. 273) 2. (PUC) A poética de Álvares de Azevedo filia-se a uma das fases mais representativas da literatura romântica no Brasil, o mal-do-século ou ultrarromantismo. Destaque duas características dessa fase presentes no poema, exemplificando a sua resposta com versos retirados do texto.
3 Estranha forma de vida Foi por vontade de Deus Que eu vivo nesta ansiedade, Que todos os ais são meus Que é toda minha a saudade Foi por vontade de Deus. Que estranha forma de vida Tem este meu coração; Vive de forma perdida Quem lhe daria o condão, Que estranha forma de vida! Coração independente Coração que não comando, Vive perdido entre a gente Teimosamente sangrando, Coração independente! Eu não te acompanho mais. Pára, deixa de bater. Se não sabes aonde vais, Porque teimas em correr? Eu não te acompanho mais! Se não sabes aonde vais, Pára, deixa de bater. Eu não te acompanho mais! (Amália Rodrigues. Álbum duplo em vinil nº C ), Paris Pathe Marconi EMI, 1975) 3. (UNESP) Embora tenha-se originado no Brasil, de onde desapareceu, o Fado é poesia-canção portuguesa, e representa uma das mais fortes expressões populares de identidade nacional. Do ponto de vista literário, identifica-se em muito com o ideário poético do Romantismo, como, de resto, também acontece com significativa parcela de gêneros da chamada Música Popular Brasileira. Tendo em vista estas observações, releia a letra do fado que lhe apresentamos e, a seguir: a) Identifique duas características da poética romântica. b) Comprove sua resposta com elementos extraídos do texto. A minha resolução O que fazes, ó minh alma? Coração, por que te agitas? Coração, por que palpitas? Por que palpitas em vão? Se aquele que tanto adoras
4 Te despreza, como ingrato, Coração sê mais sensato, Busca outro coração! Corre o ribeiro suave Pela terra brandamente, Se o plano condescendente Dele se deixa regar; Mas, se encontra algum tropeço Que o leve curso lhe prive, Busca logo outro declive, Vai correr noutro lugar. Segue o exemplo das águas, Coração, por que te agitas? Coração, por que palpitas? Por que palpitas em vão? Se aquele que tanto adoras Te despreza, como ingrato, Coração, sê mais sensato, Busca outro coração! Nasce a planta, a planta cresce, Vai contente vegetando, Só por onde vai achando Terra própria a seu viver; Mas, se acaso a terra estéril As raízes lhe é veneno. Ela vai noutro terreno As raízes esconder. Segue o exemplo da planta, Coração, por que te agitas? Coração, por que palpitas? Por que palpitas em vão? Se aquele que tanto adoras Te despreza, como ingrato, Coração, sê mais sensato, Busca outro coração! Saiba a ingrata que punir Também sei tamanho agravo: Se me trata como escravo, Mostrarei que sou senhor; Como as águas, como a planta, Fugirei dessa homicida; Quero dar a um alma fida Minha vida e meu amor. (Rabelo, Laurindo. Poesias Completas. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1966) 4. (UNESP) Tendo em vista a ênfase romântica no eu, em consequência da qual as experiências mais concretas dos artistas tendem a subjetivar-se, examine os textos apresentados,
5 anteriormente, e responda que semelhanças existem, em ambos os poemas, no emprego do signo coração? A lagartixa A lagartixa ao sol ardente vive E fazendo verão o corpo espicha: O clarão de teus olhos me dá vida, Tu és o sol e eu sou a lagartixa. Amo-te como o vinho e como o sono, Tu és meu copo e amoroso leito... Mas teu néctar de amor jamais se esgota, Travesseiro não há como teu peito. Posso agora viver: para coroas Não preciso no prado colher flores; Engrinaldo melhor a minha fronte Nas rosas mais gentis de teus amores. Vale todo um harém a minha bela, Em fazer-me ditoso ela capricha... Vivo ao sol de seus olhos namorados, Como ao sol de verão a lagartixa. (AZEVEDO, Álvares de. Poesias completas (ed. crítica de Péricles Eugênio da Silva Ramos/ org. Iumna Maria Simon). Campinas/SP: UNICAMP; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2002.) 5. (UFRJ) A poética da segunda geração romântica é frequentemente associada ao melancólico, ao sombrio, ao fúnebre; a lírica amorosa, por sua vez, costuma ser caracterizada como lamentação de amores perdidos ou frustrados. Relacione essas duas afirmativas ao texto de Álvares de Azevedo no que se refere à seleção vocabular relativa aos amantes e a seu tratamento poético. Texto para as questões 6 e 7. Senhor Deus dos desgraçados! Dizer-me vós, senhor Deus! Se é loucura... se é verdade Tanto horror perante os céus... Ó mar! Por que não apagas Com a esponja de tuas vagas De teu manto esse borrão?... Astros! Noites! Tempestades! Rolai das imensidades! Varrei os mares, tufão! (Castro Alves)
6 6. (PUC SP Adaptada) No Romantismo brasileiro, podemos reconhecer três gerações poéticas, com traços peculiares a cada uma, mas distintos entre si. Assim sendo: o que torna a obra de Castro Alves diferente da de poetas como Gonçalves Dias, Casimiro de Abreu e Álvares de Azevedo, nesse contexto romântico? 7. (PUC SP Adaptada) Mostre, no trecho citado, os recursos estilísticos empregados pelo poeta. 8. (UNIRIO Adaptada) Vinte anos! derramei-os gota a gota Num abismo de dor e esquecimento... De fogosas visões nutri meu peito... Vinte anos!... não vivi um só momento! Eu sonhei tanto amor, tantas venturas, Tantas noites de febre e d esperança Mas hoje o coração desbota, esfria, E do peito no túmulo descansa! (Álvares de Azevedo) Boa noite, Maria! E eu vou-me embora, A lua nas janelas bate em cheio. Boa noite, Maria! É tarde... é tarde... Não me apertes assim contra teu seio. Boa noite!... E tu me dizes Boa noite. Mas não digas assim por entre beijos... Mas não me digas descobrindo o peito, Mar de amor onde vagam meus desejos. (Castro Alves) Embora os fragmentos acima sejam de autores que pertencem ao mesmo estilo literário, a concepção da mulher amada e a abordagem do sentimento de amor divergem. Explique a afirmativa anterior.
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PORTUGUÊS - 3 o ANO MÓDULO 52 PROCESSO DE PRODUÇÃO LITERÁRIA E FORMAÇÃO NACIONAL: ROMANTISMO POESIA 2 Como pode cair no enem (ENEM) O trecho a seguir é parte do poema Mocidade e morte, do poeta romântico
1 A folha levada ao vento sussurra um canto de amor, voando em doce acalento numa oração ao Senhor. 2 A humanidade oprimida procura por um caminho,
1 A folha levada ao vento sussurra um canto de amor, voando em doce acalento numa oração ao Senhor. 2 A humanidade oprimida procura por um caminho, não sentiu no amor guarida nem em Cristo fez seu ninho.
MAIS UM DIA. Tom: B. Intro: B9. Nasce mais um dia F# Nasce com o sol E Vejo a primeira luz. Vejo alem do olhar. G#m7
MAIS UM IA Tom: Intro: 9 9 #m7 Nasce mais um dia # Nasce com o sol Vejo a primeira luz 9 Vejo alem do olhar #m7 Preciso de algo novo # ansado de esperar evia ter amado mais #m7 evia ter me dado mais Por
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Poesias De Amor EU TE AMOR Ah, se já perdemos a noção da hora Se juntos já jogamos tudo fora Me conta agora como hei de partir Se, ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos desvarios Rompi com o mundo,
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ROMANTISMO POESIA: PRIMEIRA, SEGUNDA E TERCEIRA GERAÇÕES e a PROSA (romances, contos, etc.) Antes do ROMANTISMO, o Movimento do Arcadismo imperava. Ele iniciou-se com a fundação em Portugal, em 1756,
PRIMEIRO DOMINGO DA QUARESMA
PRIMEIRO DOMINGO DA EVANGELHO: Mc 1, 12-15 Era tentado por Satanás e os Anjos serviam-n O ATITUDE: ARREPENDIMENTO E FÉ ARROZ Tu és o Pai que me salva. Ajudame, em especial quando me sinto indeciso entre
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JACK KIM ESCRITOR DE RUA
JACK KIM ESCRITOR DE RUA 2016 Todos os direitos reservado ao autor. Está autorizado a cópia parcial (2pág. Max) deste documento desde que seja citada a fonte. Proibido a reprodução total ou mais de 2 poemas.
PERTO DE TI AUTOR: SILAS SOUZA MAGALHÃES. Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma.
PERTO DE TI Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma. Jesus! Perto de ti, sou mais e mais. Obedeço a tua voz. Pois eu sei que tu és Senhor, o
Consternação. Beija-me mais uma vez. Tudo e nada Eu quero Um dilema Em que vivo!
Amor perfeito À noite, o mar desponta Nos teus olhos doces No teu corpo, O doce brilho do luar Mexe a brisa Em teus cabelos negros E nessas mãos Tão cheias de carinho Encontro esse amor perfeito Que tens
AMOR Grande, Profundo, Indestrutível...
AMOR Grande, Profundo, Indestrutível... 1 DEDICATÓRIA Porque Ele me amou primeiro, dedico a Ele esse livro, em letras cadenciadas, com todo o meu amor, louvor e adoração. Em unidade com o Espírito Santo,
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO ANUAL DE LITERATURA
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO ANUAL DE LITERATURA - 2016 Nome: Nº 1ª Série Professores : Danilo / Fernando / Nicolas Nota: I Introdução Caro aluno, Neste ano, você obteve média inferior a 6,0 e, portanto, não
Aos Poetas. Que vem trazer esperança a um povo tristonho, Fazendo os acreditar que ainda existem os sonhos.
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1. Observe o seguinte trecho do Sermão da Sexagésima de Padre Antônio Vieira:
3º EM Literatura Renata Romero Av. Dissertativa 20/05/15 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO 1. Verifique, no cabeçalho desta prova, se seu nome, número e turma estão corretos.
Cânticos de Acolhimento
13 JUNTO AO MAR Junto ao mar, eu ouvi hoje, Senhor, Tua voz que me chamou e me pediu que me entregasse a meu irmão. Essa voz me transformou, a minha vida ela mudou e só penso agora, Senhor, em repetir-te:
Discussão de Temas. Redação Professor: Rafael Cunha 16/12/2014. Material de apoio para Aula ao Vivo. Texto 1: Vidas Secas
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Soneto Serás sempre o mais belo. rosto no meio do nevoeiro. que orla a duna do medo. em ser a copa do pinheiro. Com sabor a sal na brisa
António Fernandes 2 Soneto 1-2018 Serás sempre o mais belo rosto no meio do nevoeiro que orla a duna do medo em ser a copa do pinheiro Com sabor a sal na brisa o tronco pelo vento curvado as pinhas, a
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Minha inspiração. A Poesia harmoniza o seu dia
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QUANDO EU, SENHORA... Sá de Miranda Quando eu, senhora, em vós os olhos ponho, e vejo o que não vi nunca, nem cri que houvesse cá, recolhe-se a alma em si e vou tresvariando, como em sonho. Isto passado,
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