OS GRANITOS DE VILA POUCA DE AGUIAR
|
|
|
- Ana Carolina Mendonça Barateiro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 OS GRANITOS DE VILA POUCA DE AGUIAR COMO FACTOR DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL UMA ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR COORDENAÇÃO: LUÍS SOUSA
2 Ficha Técnica Título Os granitos de Vila Pouca de Aguiar como factor de desenvolvimento regional. Uma abordagem multidisciplinar. Coordenação Luís Sousa Edição Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, 2012 Design Raquel Pimenta - Minfo Gráfica Impressão e acabamento Minfo Gráfica Tiragem 500 ISBN Depósito Legal /13
3 Ín d i c e 1 A geologia da região de vila pouca de aguiar página 11 2 Os recursos geológicos em Vila Pouca de Aguiar página 23 3 Os granitos de Vila Pouca de Aguiar página 29 4 A importância da indústria do granito na região página 43 5 Recursos geológicos e ordenamento do território página 53 6 Prospecção de granito ornamental página 71 7 Licenciamento de pedreiras página 85 8 Extracção mecânica de granito página Extracção de granito com explosivos página Máquinas e equipamento utilizados em pedreiras página Transformação de granito página arquitectura em granito - breve relance da sua história página segurança, higiene e Saúde em pedreiras página Impactes ambientais resultantes da actividade extractiva página Pedreiras sujeitas a Avaliação de Impacte Ambiental página Resíduos da indústria do granito página Aterros de resíduos inertes página Recuperação ambiental e paisagística de pedreiras página Património geológico na região de Vila Pouca de Aguiar página Inovação e investigação página A Rota da Pedra em Vila Pouca de Aguiar página AIGRA - Associação dos Industriais de Granito página 293 Referências bibliográficas página 299
4 Júlio C. P. Santos Bruno M. M. Gonçalves Luís M. O. Sousa Extracção mecânica de granito
5 OS GRANITOS DE VILA POUCA DE AGUIAR COMO FACTOR DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL UMA ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR
6 Introdução As técnicas de extracção de rochas ornamentais, à semelhança de muitos outros sectores, evoluíram de acordo com a capacidade do Homem para fabricar equipamentos e máquinas cada vez mais sofisticados. As características intrínsecas das rochas, como a dureza e a abrasividade, levaram ao aperfeiçoamento de técnicas distintas, de modo a maximizar a produtividade. Estamos já muito longe das técnicas ancestrais de desmonte dos maciços, as fogueiras para causar gradiente térmico e soltar placas de rocha e a madeira verde que ao absorver água dilata e exerce uma força de tracção, não obstante continuarem a serem utilizadas nos países subdesenvolvidos. Faremos referências às duas principais técnicas de extracção mecânica utilizadas nas pedreiras de granito ornamental, as cunhas e o fio diamantado, este último cada vez mais generalizado. Deve referir-se que numa pedreira são, de um modo geral, aplicadas um conjunto de técnicas, complementares entre si, de modo a maximizar a produção. Utilização de cunhas As técnicas de extracção mecânica foram as primeiras a serem utilizadas para fragmentar os maciços em porções com dimensão suficiente para posterior transformação ou aplicação. Os nossos antepassados utilizavam cunhas, inicialmente de madeira e depois de metal, alinhadas em furos feitos manualmente. As cunhas actuam através da sua percussão com uma massa de alguns quilogramas de peso (marreta). Os granitos, mesmo os que à primeira vista apresentam uma textura homogénea, têm direcções preferenciais de rotura que correspondem a alinhamentos de minerais e/ou direcções de fissuração em consequência da implantação dos corpos graníticos e dos esforços tectónicos. Os granitos apresentam direcções preferenciais de corte. Em muitos locais ainda são visíveis os entalhes realizados para a extracção de blocos de rocha. extracção mecânica de granito 117
7 Estes planos são conhecidos pelos operários das pedreiras com as designações de correr (vertical), contra (vertical) e levante (horizontal), e são eles que permitem obter peças compridas e de secção reduzida, à semelhança do que se verifica com algumas rochas xistentas. Esta técnica ainda hoje é utilizada na subdivisão de rocha até à obtenção da forma e tamanho desejado, como por exemplo perpianho ou paralelepípedos, e também na obtenção de grandes blocos para posterior transformação, mas agora com o recurso a moderno equipamento que facilita as operações. Os esforços são aplicados nas cunhas de modo pneumático ou hidráulico, não invalidando que pontualmente ainda se use a força braçal. Nas operações de subdivisão da rocha, realizadas para obter peças fendidas, é frequente fazer-se um entalhe com cerca de 1 cm de profundidade para marcar a superfície de ruptura pretendida. Neste entalhe são depois efectuados pequenos furos onde se introduzem as cunhas, que depois são percutidas manualmente. Deste modo, o entalhe e as cunhas facilitam a abertura da rocha segundo uma direcção coincidente ou não com a de maior facilidade de separação num plano vertical (correr da pedra). Utilização de cunhas para a subdivisão do maciço granítico (desenho da cunha adaptado de Mateus e Araújo, 2008). 118 OS GRANITOS DE VILA POUCA DE AGUIAR COMO FACTOR DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL
8 Utilização de guilhos e cunhas nas operações de transformação. Fio diamantado O fio diamantado sucedeu ao fio helicoidal que foi utilizado pela primeira vez, em Itália, há cerca de um século. O fio helicoidal, formado por três fios de aço torcidos em forma de hélice, era movimentado sob tensão e cortava a rocha ao arrastar um material abrasivo, normalmente sílica ou carboneto de silício. Esta inovação representou uma avanço assinalável no desmonte de rochas ornamentais não muito abrasivas (calcários, mármores), onde até então se continuava a utilizar as técnicas ancestrais. No entanto, o fio helicoidal desgastava-se continuamente e quando era substituído durante um corte havia problemas devido ao maior diâmetro do fio novo. Na década de 70 do século passado foi introduzido o fio diamantado que rapidamente substituiu o fio helicoidal devido às suas características inovadoras, que permitiram a sua utilização em rochas duras. O fio diamantado é composto por um cabo de aço galvanizado flexível, formado por fios torcidos, com diâmetro interno de 5 mm, sobre o qual são colocadas pérolas diamantadas, com cerca de 11 mm de diâmetro, separadas por segmentos de borracha, plástico injectado ou molas espaçadoras. A velocidade de corte em granito até há pouco tempo podia chegar aos 5 m 2 /h e a vida útil aos 6 m 2 /m (Jimeno, 1996), mas a constante inovação tem aumentado estes valores. De um modo geral, esta técnica apresenta as seguintes vantagens: - Manutenção da integridade física da rocha; - Espessura média de corte de apenas 10mm; - Regularidade e excelente trabalho de acabamento das superfícies cortadas; extracção mecânica de granito 119
9 - Elevadas velocidades de corte (m 2 /h); - Menor custo unitário de corte ( /m 2 ) do que as tecnologias tradicionais; - Melhor relação custo-benefício; - Versatilidade de utilização em várias condições operacionais; - Menores impactes ambientais (actividade silenciosa, com ausência de poeira e vibrações). O fio diamantado permite a execução de cortes em grandes áreas com o mínimo desperdício de rocha. A execução de cortes com fio diamantado necessita da realização de algumas etapas operacionais que de seguida se enumeram e explicam sucintamente (Caranassios e Pinheiro, 2004; Regadas, 2006): REALIZAÇÃO DE FUROS: na execução de cortes com fio diamantado torna-se necessário a realização de furos coplanares que irão determinar a superfície cortada. Utiliza-se um martelo de fundo-de-furo, destinado à realização dos furos horizontais e verticais, com diâmetro da ordem de 90 mm a 105 mm, sendo muito usual o de 76 mm; INSTALAÇÃO DE POLIAS GUIAS: as polias guias ou auxiliares deverão ser instaladas e alinhadas em função do corte a ser realizado; INSTALAÇÃO DO FIO: a introdução do fio diamantado nos furos é realizada com o auxílio de um fio de nylon (ou outro), que é transportado por ar comprimido até à sua saída no furo. Amarra-se o fio diamantado ao cordão, que será puxado até à sua passagem pelos furos; APLICAÇÃO DE TORÇÃO: uma vez montada a máquina e as polias e o fio diamantado ter sido introduzido nos furos, deve-se torcer o fio; o procedimento a seguir consiste na aplicação de torções 120 OS GRANITOS DE VILA POUCA DE AGUIAR COMO FACTOR DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL
10 que podem variar de 1,5 a 2,0 voltas por metro de fio, para se obter um desgaste homogéneo das pérolas. As voltas devem ser divididas pelas duas pontas do fio e ser dadas no mesmo sentido do entrançado do cabo de aço; Realização do furo horizontal para permitir a introdução do fio e pormenor da máquina. EMENDA DO FIO: a maneira mais prática de fechar um fio diamantado é unir as duas pontas num tubo sem rosca, sendo depois apertadas com um alicate de pressão específico (10 ton.) para prender o fio. CIRCULAÇÃO PRELIMINAR DO FIO: após o circuito do fio diamantado estar fechado e pronto para o corte, deve-se puxar o fio no sentido que irá circular. Este procedimento permite verificar que o fio não está preso na rocha ou nas polias, evitando a sua possível ruptura; INÍCIO DO CORTE: deve ser aplicada uma baixa velocidade periférica, que deverá ser aumentada gradualmente à medida que se obtenha o arredondamento das quinas do corte. Nesta fase inicial de corte o fluxo de água deve ser maior. Após a fase inicial de corte e, caso a máquina possua controlo de velocidade, deve-se adequar a velocidade linear do fio (m/s) às características do material cortado; REFRIGERAÇÃO DO FIO: o fio diamantado deve transportar a quantidade de água necessária à sua refrigeração, ao longo de toda a extensão de corte, e também para promover a expulsão dos resíduos do corte; Realização de um corte de levante com fio diamantado e aspecto das superfícies obtidas com esta técnica. extracção mecânica de granito 121
11 PARAGENS: verificação periódica do diâmetro médio das pérolas para controlo do desgaste. Particularmente, deve-se verificar com cuidado redobrado o estado das pérolas situadas junto à emenda do fio; FINALIZAÇÃO DO CORTE: na fase de término do corte é recomendável diminuir a velocidade de avanço da máquina porque há um aumento de desgaste das pérolas, que sofrerão stress provocado pela diminuição do raio de curvatura do fio. É importante, neste momento, salvaguardar os fios novos, substituindo-os por fios velhos. Após a conclusão do corte, deve-se calcular a velocidade média, obtida a partir da relação entre a área cortada e o tempo efectivo de trabalho, para controlo do rendimento médio (m 2 /h), assim como medir o desgaste das pérolas. 122 OS GRANITOS DE VILA POUCA DE AGUIAR COMO FACTOR DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL
OS GRANITOS DE VILA POUCA DE AGUIAR
OS GRANITOS DE VILA POUCA DE AGUIAR COMO FACTOR DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL UMA ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR COORDENAÇÃO: LUÍS SOUSA Ficha Técnica Título Os granitos de Vila Pouca de Aguiar como factor de
OS GRANITOS DE VILA POUCA DE AGUIAR
OS GRANITOS DE VILA POUCA DE AGUIAR COMO FACTOR DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL UMA ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR COORDENAÇÃO: LUÍS SOUSA Ficha Técnica Título Os granitos de Vila Pouca de Aguiar como factor de
OS GRANITOS DE VILA POUCA DE AGUIAR
OS GRANITOS DE VILA POUCA DE AGUIAR COMO FACTOR DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL UMA ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR COORDENAÇÃO: LUÍS SOUSA Ficha Técnica Título Os granitos de Vila Pouca de Aguiar como factor de
OS GRANITOS DE VILA POUCA DE AGUIAR
OS GRANITOS DE VILA POUCA DE AGUIAR COMO FACTOR DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL UMA ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR COORDENAÇÃO: LUÍS SOUSA Ficha Técnica Título Os granitos de Vila Pouca de Aguiar como factor de
INFRAESTRUTURA DE PONTES FUNDAÇÕES PROFUNDAS
INFRAESTRUTURA DE PONTES FUNDAÇÕES PROFUNDAS GENERALIDADES Fundações são elementos estruturais destinados a transmitir ao terreno as cargas da estrutura; Devem ter resistência adequada para suportar as
FIXAGRAN FIXAGRAN MODELOS FIXAGRAN. Fixação de placas de granito, mármores, cerâmicas e porcelanato. DETALHAMENTO DO PINO FIXADOR
PATENTEADO E EXCLUSIVO Produzido em aço inox FIXAGRAN FIXAGRAN Fixação de placas de granito, mármores, cerâmicas e porcelanato. O sistema FIXAGRAN é um produto conceito, de alta tecnologia desenvolvido
FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS
PP. 1/7 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA UTILIZAÇÃO DE CABOS DE AÇO 2 DESCRIÇÃO Os cabos e cintas são elementos amplamente utilizados na maioria das actividades industriais e de distribuição.
1. RESUMO. Palavras-chave: fio diamantado, granitos comerciais, lavra;
1. RESUMO O fio diamantado é a tecnologia de corte de rochas ornamental mais difundida no mundo atualmente. Sua utilização nas pedreiras brasileiras teve inicio na década de 90, intensificando-se nos últimos
OS GRANITOS DE VILA POUCA DE AGUIAR
OS GRANITOS DE VILA POUCA DE AGUIAR COMO FACTOR DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL UMA ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR COORDENAÇÃO: LUÍS SOUSA Ficha Técnica Título Os granitos de Vila Pouca de Aguiar como factor de
SPEEDCUT 100 FLEXIROC T35,T40. Surface Drill Rig for medium sized drifts and tunnels with a coverage area up to XXX m2
FLEXIROC T35,T40 Surface Drill Rig for medium sized drifts and tunnels with a coverage area up to XXX m2 SPEEDCUT 100 Máquina de fio diamantado para o segmento de rocha ornamental (mármore, granito, quartzito,
the power to innovate 3D-LINE Esteiras Porta Cabos para movimentos 3D ROBOTRAX Modificações reservadas.
the power to innovate 3D-LINE Esteiras Porta Cabos para movimentos 3D ROBOTRAX Modificações reservadas. 165 the power to innovate Esteiras Porta Cabos para movimentos 3D ROBOTRAX 166 Modificações reservadas.
PRÁTICA DE OFICINA - AULA OPERAÇÕES BÁSICAS NO TORNEAMENTO 1 - TORNEAMENTO
1 PRÁTICA DE OFICINA - AULA 01-2015-1 OPERAÇÕES BÁSICAS NO TORNEAMENTO 1 - TORNEAMENTO Processo mecânico de usinagem destinado a obtenção de superfícies de revolução com auxílio de uma ou mais ferramentas
AULA 5. Materiais de Construção II. 1 Características de armaduras para Betão Armado e Pré-esforçado
AULA 5 Materiais de Construção II II Aços para Construção Características de armaduras para Betão Armado e Pré-esforçado; Estruturas de Aço;. 1 Características de armaduras para Betão Armado e Pré-esforçado
Dimensões [mm] Furo padrão [mm] Haste-[mm] max. Quant. 0,35 mm 0,50 mm 0,50 mm D A T B min -1 Embal. Código. Código. Código.
Dimensões A podem variar de acordo com o diâmetro e qualidade do arame. A rotação recomendada de tabalho é aproximadamente 50 % da rotação máxima RPM. 26 Escovas circulares, arame trançado tipo agressivo
Elementos de Transmissão Correias
Elementos de Transmissão Correias Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. Transmissão por polias e correias Transmissão por polias e correias As polias são peças cilíndricas, movimentadas pela rotação do eixo
III CONSTRUÇÃO DOS SUPORTES DAS BOBINAS
III CONSTRUÇÃO DOS SUPORTES DAS BOBINAS Serão construídos dois suportes, um para a bobina transmissora, o qual será fixado na barra do detector de metal em posição vertical e outro, para a bobina receptora
Prospecção Geotécnica
Prospecção Geotécnica Define-se como o conjunto de operações que visam a determinação da natureza e características do terreno, sua disposição e acidentes com interesse para a obra/projecto a realizar.
Aula 03. Dimensionamento da Tubulação de Distribuição de Ar Comprimido
Aula 03 Dimensionamento da Tubulação de Distribuição de Ar Comprimido 1 - Introdução A rede de distribuição de ar comprimido compreende todas as tubulações que saem do reservatório, passando pelo secador
3ª LISTA DE EXERCÍCIOS PROBLEMAS ENVOLVENDO DIAGRAMA DE ESFORÇO NORMAL
Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Departamento de Construção e Estruturas Professor: Armando Sá Ribeiro Jr. Disciplina: ENG285 - Resistência dos Materiais I-A www.resmat.ufba.br 3ª LISTA
Processo por pontos, por costura, por projeção, de topo, Aplicações, Vantagens e Desvantagens
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Processo por pontos, por costura, por projeção, de topo, Aplicações, Vantagens e Desvantagens Professor: Anderson Luís Garcia Correia
Fixação da carroceria
Fixação na seção dianteira do chassi auxiliar Fixação na seção dianteira do chassi auxiliar Maiores informações sobre a escolha da fixação se encontram no documento Seleção do chassi auxiliar e da fixação.
Processo de Fabricação: CORTE A LASER E CORTE A ÁGUA
Processo de Fabricação: CORTE A LASER E CORTE A ÁGUA CORTE A LASER O que é o Laser? Amplificação da luz por emissão estimulada de radiação. É um sistema que produz um feixe de luz coerente e concentrado
INTRODUÇÃO EQUIPAMENTOS
Jato de Água Engº Roberto Joaquim Engº José Ramalho INTRODUÇÃO Desde os primórdios o homem busca na utilização de recursos naturais meios para satisfazer as suas necessidades. Dentre os recursos naturais
Rendimentos em Transmissões Mecânicas
Rendimentos em Transmissões Mecânicas NOME: Lucas Ribeiro Machado O que é Transmissões Mecânicas Transmissão mecânica são equipamentos ou mecanismo que tem a função de transmitir potência, torque ou rotação
Organize o seu quadro
LINA 25 >>> Lina 25 canaletas Organize o seu quadro 362 12 Canaletas lina 25 deixa o quadro bem organizado e com circuitos identificados. 362 11 362 08 362 06 Canaletas Lina 25 362 00 Conforme normas NF
(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:
(11) Número de Publicação: PT 10848 (51) Classificação Internacional: E01C 5/00 (2006) (12) FASCÍCULO DE MODELO DE UTILIDADE (22) Data de pedido: 2012.07.29 (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação
A precisão e exatidão de medidas, a qualidade e acabamento superficial da peça são fatores amplamente dependentes do molde.
Moldes Plástico. Na seqüência de desenvolvimento de uma peça injetada, desde o primeiro rascunho até a extração na máquina, o molde de injeção é o último elo, porém não é o menos importante. A precisão
Sistema de cofragens modulares em plástico.
Sistema de cofragens modulares em plástico www.geoplast.it CONSERVAÇÃO GEOPANEL pode ser desmontado completamente e armazenado mesmo em locais húmidos. MODULAÇÃO Todos os elementos têm uma altura padrão
PORTÕES SECCIONADOS INDUSTRIAIS
PORTÕES SECCIONADOS INDUSTRIAIS CaraCtEríStiCaS - acessórios - opções Vantagens Os portões seccionados industriais são a solução ideal para economizar espaços, uma vez que os painéis são colocados verticalmente
Agregados para argamassas e concreto
Agregados para argamassas e concreto Agregados Materiais em forma de grãos, geralmente inertes, sem tamanho e forma definidos, que têm por objetivo compor argamassas e concretos. Funções dos agregados:
Segunda Etapa 2ª ETAPA 2º DIA 11/12/2006
Segunda Etapa 2ª ETP 2º DI 11/12/2006 CDERNO DE PROVS FÍSIC MTEMÁTIC GEOMETRI GRÁFIC IOOGI GEOGRFI PORTUGUÊS 2 ITERTUR INGÊS ESPNHO FRNCÊS TEORI MUSIC COMISSÃO DE PROCESSOS SEETIVOS E TREINMENTOS FÍSIC
International Diamond Tools, S.A. HEDEL MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS. (w) xdiamondsa.com
International Diamond Tools, S.A. HEDEL MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS (w) diamondsa.com Empresa International Diamond Tools, S.A. A inovação é o resultado de uma ruptura. Para crescer, quebram-se paradigmas
TECNOLOGIA DE CONTROLE NUMÉRICO GEOMETRIA DA FERRAMENTA
TECNOLOGIA DE CONTROLE NUMÉRICO GEOMETRIA DA GEOMETRIA DA A geometria da ferramenta influencia na: Formação do cavaco Saída do cavaco Forças de corte Desgaste da ferramenta Qualidade final da peça GEOMETRIA
Processos Mecânicos de Fabricação. Conceitos introdutórios sobre usinagem dos metais
UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville Processos Mecânicos de Fabricação Conceitos introdutórios sobre usinagem dos metais DEPS Departamento de Engenharia
FASCÍCULO NBR 5410 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO FASCÍCULO 31:
FASCÍCULO NBR 5410 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO FASCÍCULO 31: LINHAS ELÉTRICAS A NBR 5410 traz uma série de prescrições relativas às instalações de baixa tensão, que incluem os tipos de linhas
300.9D. Mini-Escavadora Hidráulica
300.9D Mini-Escavadora Hidráulica Motor Potência 13,7 kw 18,6 hp Peso Peso do veículo sem estrutura de segurança 935 kg Peso do veículo com estrutura de segurança 985 kg Dimensões compactas Fácil acesso
SELECÇÃO DO MÉTODO DE FURAÇÃO
SELECÇÃO DO MÉTODO DE FURAÇÃO Principal premissa: a furação é um método para colher amostra Permite atingir o maciço em profundidade Necessário definir os objectivos Implica produção de detritos ou de
ENG2333 CONSTRUÇÃO CIVIL II
ENG2333 CONSTRUÇÃO CIVIL II Prof. Eng Civil Bruno Rocha Cardoso Aula 02: Instalações Elétricas O Projeto O trabalho do Eletricista não é um processo Contínuo 1) Eletrodutos ou Conduítes 1) Eletrodutos
CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL ROCHA - revisão
CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL ROCHA - revisão Notas: (FCUL) indica acetatos da FCUL, Prof Fernando Marques (FEUP) indica imagens das folhas de Geologia de Engenharia da FEUP CS e JS imagens do estágio de Cláudio
Dimensões [mm] Furo padrão* [mm] Adap- max. Quant. 0,20 mm 0,30 mm 0,20 mm 0,30 mm
*Outros furos fornecidos por pedido! Dimensões A podem variar de acordo com o diâmetro e qualidade do arame. 46 arame trançado tipo agressivo soldaduras Escovas para altas rotações, utilizadas em aplicações
GESTEC. Processos de Construção Licenciatura em Engenharia Civil. DECivil CRAVADAS ESTACAS CAP. XV 1/47
CAP. XV ESTACAS CRAVADAS 1/47 1. INTRODUÇÃO ESTACAS CRAVADAS 2/47 1. INTRODUÇÃO DECivil Pré-fabricadas Estacas cravadas Fundações indirectas (profundas) Alternativa às estacas moldadas ESTACAS CRAVADAS
Lista de Problemas. Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Física FIS01044 UNIDADE III Interferência
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Física FIS01044 UNIDADE III Interferência Lista de Problemas Problemas extraídos de HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos
Modificação do sistema de escape
Todas as alterações do sistema de escape afetam o certificado. Entre em contato com uma concessionária Scania para obter mais informações. Limitações gerais para todos os tipos de motores e sistemas de
O tubo extrator do equipamento compõe-se de um material rígido (tubo de PVC-PBA rígido marrom) com diâmetro interno de 20,5cm, diâmetro externo de
109 O tubo extrator do equipamento compõe-se de um material rígido (tubo de PVC-PBA rígido marrom) com diâmetro interno de 20,5cm, diâmetro externo de 25,0cm e altura de 100,0cm. É possível, ainda, adaptar
FICHA TÉCNICA. Painel Solar WarmSun FKC-2S. Janeiro 2013
Departamento Comercial e Assistência Técnica: Av. Infante D. Henrique, lotes 2E-3E - 1800-220 LISBOA * Tel.: +351. 218 500 300 Janeiro 2013 FICHA TÉCNICA Painel Solar WarmSun FKC-2S www.vulcano.pt FICHA
HUSQVARNA CONSTRUCTION PRODUCTS
HUSQVARNA CONSTRUCTION PRODUCTS Husqvarna Portugal, SA, Edificio Diamant Boart Lagoa-Albarraque, 2635-595 Rio de Mouro. Tel: +351 219 25 47 40, Fax: +351 219 25 47 20. www.husqvarnacp.com 2009 HUSQVARNA
Perfuração de Rochas Perfuratrizes. TRP 1002 Materiais para Infra-Estrutura de Transportes Prof. Deividi Pereira
Perfuração de Rochas Perfuratrizes TRP 1002 Materiais para Infra-Estrutura de Transportes Prof. Deividi Pereira Histórico Perfuração de Rocha Fricção de rochas duras sobre rochas brandas Advento dos metais
PEÇA DESGASTE ELÉCT. MIG-MAG FX c/ GAS FX s/ GAS. Aço bx liga. MT E546 1ª Passo e reconstituir
PEÇA DESGASTE ELÉCT. MIGMAG FX c/ GAS FX s/ GAS MT E315 MT O330 SUP V 600 Dentes, Lâmina e Bordos MT E546 MT F546 MT O546 Balde da Draga Atrito Polie do Cabo da Draga Roda Suporte do Balde MT E310 MT F330
Concreto Protendido. EQUIPAMENTOS DE PROTENSÃO Prof. MSc. Letícia R. Batista Rosas
Concreto Protendido EQUIPAMENTOS DE PROTENSÃO Prof. MSc. Letícia R. Batista Rosas Os equipamentos de protensão são responsáveis por produzir forças e as transferir para as peças de concreto, com o mínimo
A.L.1.4. SATÉLITE GEOESTACIONÁRIO
A.L.1.4. SATÉLITE GEOESTACIONÁRIO FÍSICA 11.ºANO QUESTÃO-PROBLEMA Um satélite geoestacionário descreve uma órbita aproximadamente circular à altitude de 35880 km e com período de 24 horas, independentemente
SERIE SMT125 STD DADOS TÉCNICOS OPCIONAIS * GRADE MOVEL * GRADE FIXA * DUTO FLEXIVEL MEDIDAS INSTALAÇÃO INFORMAÇÕES TÉCNICAS RPM 2100.
SERIE SMT125 STD DADOS TÉCNICOS Ø MM 125 mm RPM 2100 POTENCIA 25 W VAZÃO 200/270 m³/h PRESSÃO 14/20 mmca RUIDO (db) 00 db ÁREA ATÉ 14 m² 26,2 x 21,7 x 20 cm ACABAMENTO PLÁSTICO BRANCO OPCIONAIS * GRADE
K-FLEX K-FLEX TWIN SOLAR SYSTEM 32 UMA NOVA GERAÇÃO DE MATERIAIS DE ISOLAMENTO
K-FLEX 32 UMA NOVA GERAÇÃO DE MATERIAIS DE ISOLAMENTO K-FLEX TWIN SOLAR SYSTEM K-FLEX SOLAR R Acoplamento rápido à compressão Sistema completo para instalações de painéis solares térmicos Fácil e rápido
CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL ROCHA
CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL ROCHA Notas: (FCUL) indica acetatos da FCUL, Prof Fernando Marques (FEUP) indica imagens das folhas de Geologia de Engenharia da FEUP CS e JS imagens do estágio de Cláudio Santa
TENSÃO NORMAL e TENSÃO DE CISALHAMENTO
TENSÃO NORMAL e TENSÃO DE CISALHAMENTO 1) Determinar a tensão normal média de compressão da figura abaixo entre: a) o bloco de madeira de seção 100mm x 120mm e a base de concreto. b) a base de concreto
Rua do Manifesto, Ipiranga - São Paulo Fone: +55 (11) Discos Abrasivos.
Rua do Manifesto, 16 - Ipiranga - São Paulo Fone: +55 (11) 71-3211 www.irwin.com.br Rua do Manifesto, 16 - Ipiranga - São Paulo Fone: +55 (11) 71-3211 A nova linha de abrasivos IRWIN foi desenvolvida por
NOVOS PRODUTOS FABRICAÇÃO DE MOLDES II / E 3330 e E 3360 Conjuntos de elemento móvel compactos. Encomende agora na nossa loja online!
NOVOS PRODUTOS FABRICAÇÃO DE MOLDES II / 2016 Encomende agora na nossa loja online! www.meusburger.com E 3330 e E 3360 Conjuntos de elemento móvel compactos Conjuntos de elemento móvel de elevada precisão
Capítulo MECÂNICA DOS FLUÍDOS
Capítulo 7 MECÂNICA DOS FLUÍDOS DISCIPLINA DE FÍSICA CAPÍTULO 7 - MECÂNICA DOS FLUÍDOS 7.1 Considere dois corpos ligados por um cabo com massa e volume desprezáveis que são colocados no interior de vaso
Porta Rolo Tensionado
Porta Rolo Tensionado SUMÁRIO Ferramentas e peças necessárias -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ADESIVOS E SELANTES ANAERÓBICOS
ADESIVOS E SELANTES ANAERÓBICOS A Linha de Adesivos e Fixadores Anaeróbicos é composta por produtos de elevada qualidade, com base em resinas especiais de metacrilato, concebidos para bloquear, fi xar,
NOVOS PRODUTOS WORKSHOP EQUIPMENT I / Porta elétrodos com sistema R. Encomende agora na nossa loja online!
NOVOS PRODUTOS WORKSHOP EQUIPMENT I / 2017 Encomende agora na nossa loja online! www.meusburger.com Porta elétrodos com sistema R ELEMENTOS DE APERTO System R Porta elétrodos agora também com sistema R
Sistemas C.A.T 3 C.A.T 3 C.A.T 7
FACHADAS VENTILADAS Fachada Ventilada O sistema de Fachada Ventilada da Portinari foi desenvolvido para atender aos critérios de desempenho de estanqueidade à água, de resistência às cargas de vento, de
ALTA TECNOLOGIA VISANDO PRATICIDADE E CONFORTO
LINHA DE PRODUTOS ALTA TECNOLOGIA VISANDO PRATICIDADE E CONFORTO Equipamento instalado na cidade de Bauru, produzido por Elevadores Consiste. ELEVADORES Residenciais Equipamento com design diferenciado
FÍSICA. Constantes físicas necessárias para a solução dos problemas: Aceleração da gravidade: 10 m/s 2. Constante de Planck: 6,6 x J.s.
FÍSIC Constantes físicas necessárias para a solução dos problemas: celeração da gravidade: 10 m/s Constante de lanck: 6,6 x 10-34 J.s 01. Um barco de comprimento L = 80 m, navegando no sentido da correnteza
CARACTERIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE MACIÇOS ROCHOSOS
CARACTERIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE MACIÇOS ROCHOSOS MACIÇO ROCHOSO É Do ponto de vista do seu aproveitamento em engenharia Um conjunto de BLOCOS DE ROCHA Justapostos e articulados MATERIAL que forma os
RESPOSTA TÉCNICA. Informações técnicas sobre desenvolvimento de projetos de rede de ar comprimido.
RESPOSTA TÉCNICA Título Cálculo para desenvolvimento de redes de ar comprimido Resumo Informações técnicas sobre desenvolvimento de projetos de rede de ar comprimido. Palavras-chave Ar comprimido; compressor
Agregados para argamassas e concreto
Agregados para argamassas e concreto Agregados Materiais em forma de grãos, geralmente inertes, sem tamanho e forma definidos, que têm por objetivo compor argamassas e concretos. Funções dos agregados:
SISTEMAS DE MANGUEIRA DE POLPA PARA MANUSEIO DE MATERIAIS REMA TIP TOP REMA TIP TOP INOVAÇÃO EM PRODUTOS 2016
REMA TIP TOP INOVAÇÃO EM PRODUTOS 2016 SERVIÇOS PROCESSAMENTO DE MATERIAIS PROTEÇÃO DE SUPERFÍCIES SISTEMAS DE MANGUEIRA DE POLPA PARA MANUSEIO DE MATERIAIS REMA TIP TOP AUTOMOTIVO REMA TIP TOP Soluções
Instruções para a redução, o tratamento e a separação de resíduos de materiais resultantes de convenções e exposições
Instruções para a redução, o tratamento e a separação de resíduos de materiais resultantes de convenções e exposições Introdução: Para se articular com a política de tratamento de resíduos sólidos Reciclagem
CONHEÇA NOSSOS PRODUTOS
ABRASIVOS SOLUÇÕES DIFERENCIADAS E SATISFAÇÃO TOTAL A VEGA FERRAMENTAS E ABRASIVOS LTDA surgiu em 1993 para suprir a demanda das indústrias de beneficiamento de rochas ornamentais. Buscando uma atuação
O que é uma cremalheira?
Cremalheiras O que é uma cremalheira? Peça mecânica que consiste numa barra ou trilho dentado que, com o auxílio de uma engrenagem do mesmo passo (módulo), exerce/transforma movimentos retilínios (cremalheira)
CONSTRUÇÃO DE RAMAIS ISOLADOS EM POLIETILENO
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET 602 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET 602 16 de Novembro de 2007 Página 1 de 9 ÍNDICE Registo das revisões... 2 Preâmbulo... 3 1. Objectivo... 3 2. Âmbito... 3 3. Referências... 3 3.1.
Novos produtos. Fabrico de ferramentas de estampagem Sistema de guiamento para ferramentas modulares. Sistema de guiamento compacto
Novos produtos Fabrico de ferramentas de estampagem 2014 CD 5.8.3.1 Catálogo em e lin Catálogo on Ampliámos novamente a nossa gama de produtos, indo de encontro às suas necessidades e sugestões. Desta
METALURGIA FÍSICA TECNOLOGIA DA CONFORMAÇÃO PLÁSTICA. Tecnologia em Materiais Prof. Luis Fernando Maffeis Martins
15 METALURGIA FÍSICA TECNOLOGIA DA CONFORMAÇÃO PLÁSTICA Tecnologia em Materiais Prof. Luis Fernando Maffeis Martins Processos de conformação Processos mecânicos Processos metalúrgicos Processos de conformação
CAIXAS DE TRANSPORTE E ARMAZENAGEM EMPILHÁVEIS ACESSÓRIOS. Interiores feitos à base de placas de plástico ou espuma para um transporte estável
CAIXAS DE TRANSPORTE E ARMAZENAGEM EMPILHÁVEIS Interiores feitos à base de placas de plástico ou espuma para um transporte estável Divisórias feitas à base de uma só peça, ajustáveis ou personalizadas
Rubigrün Mola Gás. Informações Técnicas - Edição 01 Mola Gás
Rubigrün A Rubigrün é uma empresa brasileira em constante crescimento que atua no desenvolvimento de molas gás eficientes para diversas necessidades. A busca constante por inovações e a pesquisa por ferramentas
ENSAIO DE DUREZA. F. Jorge Lino (Prof. Associado da FEUP/DEMEGI) Investigador do INEGI
ENSAIO DE DUREZA F. Jorge Lino (Prof. Associado da FEUP/DEMEGI) Investigador do INEGI 1 INTRODUÇÃO A dureza define-se como sendo a resistência que um material oferece a sofrer uma deformação plástica na
Relógio Comparador O relógio comparador é um instrumento de medição por comparação, dotado de uma escala e um ponteiro, ligados por mecanismos diverso
Relógio Comparador Relógio Comparador O relógio comparador é um instrumento de medição por comparação, dotado de uma escala e um ponteiro, ligados por mecanismos diversos a uma ponta de contato. Relógio
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA
3.7. REBAIXAMENTO DO LENÇOL FREÁTICO Quando as escavações atingem o nível das águas subterrâneas e há o afloramento das mesmas, torna-se necessária a drenagem ou o rebaixamento do lençol freático com o
NOVOS PRODUTOS FABRICAÇÃO DE MOLDES II / E 1307 Bloco de travamento reto. Encomende agora na nossa loja online!
NOVOS PRODUTOS FABRICAÇÃO DE MOLDES II / 2017 Encomende agora na nossa loja online! www.meusburger.com E 1307 Bloco de travamento reto BLOCOS DE TRAVAMENTO Para um travamento preciso dos postiços moldantes
Hidrostática e Calorimetria PROF. BENFICA
Hidrostática e Calorimetria PROF. BENFICA [email protected] www.marcosbenfica.com LISTA 1 Conceitos Iniciais/Hidrostática 1) Calcular o peso específico, o volume específico e a massa específica de
Tecnologia de conexões para tubos
F1 Prestabo Com SC-Contur Tecnologia de conexões para tubos ZM_F1_BR_pt_20171128_122325_5.pdf 1 28.11.2017 12:52:51 Sistema de prensar com conectores de prensar e tubos em aço carbono 1.0308 (E235), conforme
MANGUEIRAS HIDRÁULICAS
MANGUEIRAS HIDRÁULICAS www.hidraport.com.br LEITURA TÉCNICA DAS MANGUEIRAS CODIFICAÇÃO DE MANGUEIRA MONTADA R1-1 x 1000 mm Tipo de mangueira: Mangueira norma SAE 100 R1 Diâmetro interno da mangueira Comprimento
Alta produtividade Engenharia de projetos Qualidade assegurada Certificado de garantia Sigilo industrial Confiabilidade.
Há mais de 50 anos no mercado, a Torcisão iniciou as suas atividades no desenvolvimento de materiais para a indústria automobilística, que exigia um rigoroso controle técnico e de qualidade. Em 2006, com
Pinos e cupilhas. Pinos e cavilhas
A U A UL LA Pinos e cupilhas Introdução Até agora você estudou rebites que constituem um dos principais elementos de fixação. Mas existem outros elementos que um mecânico deve conhecer como pinos, cavilhas
LISTA DE EXERCÍCIOS RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS 2
LISTA DE EXERCÍCIOS RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS 2 I) TRANSFORMAÇÃO DE TENSÕES 1) Uma única força horizontal P de intensidade de 670N é aplicada à extremidade D da alavanca ABD. Sabendo que a parte AB da
DP e BP Ferramentas de demolição silenciosas
DP e BP Ferramentas de demolição silenciosas Indispensável para a demolição e reciclagem: ferramentas de demolição silenciosas da Atlas Copco Graças a máquinas e aparelhos orientados para a prática, nos
FIEIRAS DE DIAMANTE E SUAS MÚLTIPLAS APLICAÇÕES
1 2 FIEIRAS DE DIAMANTE E SUAS MÚLTIPLAS APLICAÇÕES 3 Administração do Grupo Esteves Introdução O Grupo Esteves é uma empresa global com mais de 100 anos de experiência na produção de fieiras para fios
Micrômetros B-37. Medidor de Espessura Quick-Mini Série 700
Medidor de Espessura Quick-Mini Série 700 700-119-20 Instrumento leve e compacto. Utilizado para medições rápidas da espessura de objetos pequenos, finos ou delicados. Funções: configuração de zero e de
Pinos e cupilhas. Pinos e cavilhas
A U A UL LA Pinos e cupilhas Introdução Até agora você estudou rebites que constituem um dos principais elementos de fixação. Mas existem outros elementos que um mecânico deve conhecer como pinos, cavilhas
Ferramentas utilizadas em Instalações Elétricas
Ferramentas utilizadas em Instalações Elétricas ALICATE UNIVERSAL É o modelo mais conhecido e utilizado de toda a família dos alicates. Esse tipo de alicate é uma das principais ferramentas usadas pelo
CARROS 2 RODAS - AÇO. > Carros Transportadores > Carros para Transporte de Bidões > Carros para Transporte de Paletes
CARROS 2 RODAS - AÇO Carros 2 Rodas - Aço Carros 2 Rodas - Alumínio Carros 3 / 4 Rodas Compre Produtos Certificados. Na Equipleva todos os equipamentos cumprem com as diretivas da CE. Robustos, especialmente
