Classificação de Zonas Balneares
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- Alexandra Alvarenga Nobre
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1 NORMA DE PROCEDIMENTOS Agosto de / AM Tramitação dos processos de Classificação de Zonas Balneares 1. Apresentação 2. Legislação de enquadramento 3. Tramitação dos processos 4. Fluxograma da Tramitação 5. Anexos 1/8
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3 1. Apresentação De acordo com o Artigo 51º do Decreto-Lei nº 236/98, a classificação de quaisquer águas para fins balneares é obrigatoriamente precedida pela verificação da sua aptidão, com base nos resultados de, no mínimo, uma campanha analítica realizada durante a época balnear anterior. Compete às CCDR, com a colaboração do INAG e mediante parecer vinculativo do Delegado Regional de Saúde, proceder à classificação das águas como balneares. A presente Norma contempla as orientações definidas na legislação em vigor e introduz diversos procedimentos que visam dar a conhecer e tornar mais objectivo o processo de tramitação dos pedidos por parte da CCDR-LVT e dos interessados. 2. Legislação de enquadramento A presente Norma é enquadrada pelos seguintes diplomas legais: Decreto n.º 236/98, de 1 de Agosto. Directiva n.º 76/160/CEE, do Conselho, de 8 de Dezembro. Despacho n.º 7845/02 (2ª série), de 16 de Abril. 3/8
4 3. Tramitação dos processos de Classificação de Zonas Balneares Na sistematização que se apresenta seguidamente consideraram-se as principais etapas e passos da tramitação dos processos de Classificação de Zonas Balneares. A numeração adoptada referencia cada etapa e passo ao fluxograma que se apresenta no ponto 4 desta Norma. 1. ELABORAÇÃO DA PROPOSTA DE CLASSIFICAÇÃO DAS ZONAS BALNEARES 1.1. A CCDR-LVT analisa (trata) os resultados da qualidade da água do ano anterior sendo necessário, no mínimo, os resultados de 9 colheitas; NOTA: Deve ainda existir um histórico da zona balnear a designar Conforme os resultados das análises sejam aceitáveis ou não, seguemse os seguintes procedimentos alternativos: 1.3. Caso o resultado da análise não seja aceitável, a CCDR-LVT não classifica a zona; 1.4. Caso o resultado da análise seja aceitável, a CCDR-LVT verifica a viabilidade em termos de instrumentos de ordenamento do território (OT) em vigor/existentes (POOC, PO Albufeiras e Parques Naturais); 1.5. Caso a viabilidade não seja favorável, a CCDR-LVT não classifica a zona; 1.6. Caso a viabilidade seja favorável, a CCDR-LVT procede à apreciação dos factores que possam influenciar a qualidade da água eventualmente com a colaboração de entidades externas que disponham de informação sobre a praia e sua envolvente (o procedimento segue para o passo 1.8); 1.7. As outras entidades colaboram na apreciação de factores que possam influenciar a qualidade da água (procedimento eventual); 1.8. A CCDR-LVT solicita Pareceres; 1.9. A CCDR-LVT emite Pareceres internos; O Delegado de Saúde respectivo emite Parecer; As outras entidades emitem Pareceres externos; Conforme o Parecer do Delegado de Saúde seja favorável ou desfavorável, seguem-se os seguintes procedimentos alternativos: 4/8
5 1. ELABORAÇÃO DA PROPOSTA DE CLASSIFICAÇÃO DAS ZONAS BALNEARES Caso o Parecer do Delegado de Saúde seja desfavorável, a zona não é classificada; Caso o Parecer seja favorável, a CCDR-LVT, na posse dos outros Pareceres, elabora a Proposta de classificação das zonas balneares e envia-a ao INAG (ver Anexo 1); NOTA: A Proposta tem que ser enviada até Novembro. 2. APROVAÇÃO E DIVULGAÇÃO DA LISTA DAS ZONAS CLASSIFICADAS 2.1. O INAG elabora a lista das zonas balneares e envia-a à CCDR-LVT; NOTA: O envio da lista é feito, normalmente, até ao final de Fevereiro do ano seguinte A CCDR-LVT divulga a lista das zonas balneares classificadas junto das Câmaras Municipais e dos Delegados de Saúde respectivos; 2.3. Os Delegados de Saúde respectivos tomam conhecimento; 2.4. As Câmaras Municipais tomam conhecimento. 5/8
6 4. Fluxograma da Tramitação ENTIDADES ETAPAS CCDRLVT INAG Delegados de Saúde Câmaras Municipais Outras entidades a consultar 1.1. A CCDR-LVT analisa (trata) os resultados da qualidade da água do ano anterior sendo necessário, no mínimo, o resultado de 9 colheitas 1.2. Aceitável? Não Sim 1.3. Não classificada 1.4.Viabilidade em IGT? Não Sim 1.5. Não classificada 1. Elaboração da proposta de classificação das zonas balneares 1.6. A CCDR-LVT procede à apreciação dos factores que possam influenciar a qualidade da água 1.7. Apreciação dos factores que possam influenciar a qualidade da água 1.8. A CCDR-LVT solicita Pareceres 1.9. Pareceres internos Parecer do Delegado de Saúde respectivo Pareceres externos Favorável Parecer favorável? Desfavorável A zona não é classificada A CCDR-LVT elabora a Proposta de classificação das zonas balneares e envia ao INAG 2.1. O INAG elabora a lista das zonas balneares classificadas e envia-a à CCDR-LVT 2. Aprovação e divulgação da lista das zonas balneares classificadas 2.2. A CCDR-LVT divulga a lista das zonas balneares classificadas 2.3. Tomam conhecimento 2.4. Tomam conhecimento 6/8
7 5. Anexos Anexo 1 Elementos que acompanham a Proposta de Classificação das Zonas Balneares Parecer vinculativo do Delegado de Saúde Concelhio; Boletins analíticos; Localização dos pontos de amostragem (coordenadas M e P); Pareceres técnicos internos e/ou externos relativamente a algum factor relevante. 7/8
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