NORMA DE PROCEDIMENTOS N.ºN.º/MÊS/08
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- Bianca Fonseca de Sequeira
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1 NORMA DE PROCEDIMENTOS N.ºN.º/MÊS/08 AM/09 FEVEREIRO/2009 TRAMITAÇÃO DOS PROCESSOS DE PARECER SOBRE A EMISSÃO DE COMPOSTOS ORGÂNICOS VOLÁTEIS (COV) ÍNDICE: 1. APRESENTAÇÃO 2. LEGISLAÇÃO DE ENQUADRAMENTO 3. TRAMITAÇÃO DOS PROCESSOS 4. FLUXOGRAMA DA TRAMITAÇÃO 1 / 7
2 1. Apresentação De acordo com o art. 5º do Decreto-Lei n.º 242/2001, o procedimento administrativo para a autorização ou licenciamento de instalações que emitam compostos orgânicos voláteis (COV) para a atmosfera pela utilização de solventes orgânicos em quantidades anuais superiores às estabelecidas no seu Anexo II-A e que não estejam abrangidas pelo Decreto-Lei n.º 172/2008, de 26 de Agosto (Prevenção e Controlo Integrado da Poluição Licença Ambiental), passa a compreender obrigatoriamente a sujeição do respectivo projecto a parecer favorável da CCDR territorialmente competente. Esta Norma deve ser aplicada de forma sistemática a todos os processos deste tipo em que a CCDRC intervém. 2. Legislação de Enquadramento A presente Norma de Procedimentos é enquadrada pelos seguintes diplomas legais: Decreto-Lei n.º 242/2001, de 31 de Agosto Decreto-Lei n.º 259/2007, de 17 de Julho Decreto-Lei n.º 181/2006, de 6 de Setembro Decreto-Lei n.º 69/2003, de 10 de Abril, na redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 183/2007, de 9 de Maio; Decreto-Lei n.º 8/2003, de 11 de Abril, na redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 61/2007, de 9 de Maio (RELAI) Despacho /2007 de 3 de Agosto, do Secretário de Estado do Ambiente. 2 / 7
3 3. Tramitação dos Processos Na sistematização que se apresenta seguidamente, consideraram-se as principais etapas e passos da tramitação dos processos de Parecer sobre as Emissões de Compostos Orgânicos Voláteis (COV) para a atmosfera, no âmbito da Autorização ou Licenciamento de estabelecimentos industriais ou comerciais que utilizam determinados solventes orgânicos na sua actividade. A numeração adoptada referencia cada etapa e passo do fluxograma que se apresenta no ponto 4 desta Norma. NOTAS PRÉVIAS: O Parecer favorável da CCDRC é obrigatório nos seguintes casos: 1. Autorização ou licenciamento de novas instalações industriais ou comerciais que: - Desenvolvam as actividades constantes no Anexo I do DL n.º 242/2001, sempre que essas actividades operem acima dos limiares de consumo de solventes constantes no Anexo II-A do referido decreto-lei (DL n.º242/2001, art. 1º.2) e - Não estejam sujeitas a Licença Ambiental (DL n.º 242/2001, art. 5º.2). 2. Autorização ou licenciamento de instalações industriais ou comerciais existentes que, em consequência de alterações substanciais nelas introduzidas, devam ser consideradas novas instalações e que satisfaçam as condições referidas no ponto anterior (DL n.º 242/2001, art. 6º.2). A instalação que sofre uma alteração será considerada uma nova instalação se a alteração for considerada substancial na acepção da alínea b) do artigo 2º do Decreto-Lei n.º 242/2001. ENQUADRAMENTO LEGAL TRAMITAÇÃO DO PROCESSO Parecer da CCDRC 1. A Entidade Coordenadora do Licenciamento (ECL) solicita à CCDRC parecer sobre o Projecto. DL n.º242/2001 Nota: Compete à ECL receber e fazer a primeira verificação da Instrução do Processo, confirmando se contém elementos que permitam a verificação do disposto nos artigos 7º, 8º e 9º e Anexo III do DL n.º 242/ A CCDRC regista a entrada do Processo e verifica se já existe processo anterior ou cria novo processo. 3. A CCDRC calcula a taxa a aplicar e emite a Guia de Pagamento que remete à ECL. 3 / 7
4 4. A ECL recebe a Guia de Pagamento da Taxa e remete-a ao Operador. 5. O Operador efectua o pagamento da taxa e remete o comprovativo à CCDRC. Nota: O pagamento da taxa é efectuado por Multibanco, ou na Caixa geral de Depósitos ou, ainda, na Divisão de Gestão Financeira e Património da CCDRC (Tesouraria). 6. A CCDRC verifica a instrução do Processo. 7. A instrução do Processo pode permitir, ou não, a análise do Projecto e a emissão do Parecer. 8. Se não permite, a CCDRC solicita à ECL elementos em falta, determinando um prazo para a resposta. Notas: 1. Na instrução do processo podem faltar um ou mais elementos que só podem ser apurados depois de a instalação entrar em actividade. Neste caso, a CCDRC prossegue a análise do Projecto (ver nota no Passo 15). 2. Se a Instrução do Processo permite a análise do Projecto, o procedimento segue para o Passo 9. DL n.º242/ A ECL solicita ao Operador elementos em falta. 10. O Operador remete à ECL os elementos solicitados, no prazo estabelecido. 11. A ECL remete à CCDRC os elementos que recebeu do Operador. 12. A CCDRC analisa o Projecto. 13. A CCDRC emite o Parecer e remete à ECL. Nota: O Parecer é emitido no prazo de 60 dias para os estabelecimentos industriais (DL n.º 69/2003 e RELAI) e 30 dias para os estabelecimentos comerciais (DL n.º 259/2007) a que esta Norma se refere (DL n.º 242/2001, art. 5º.4, alíneas a e b). 14. O parecer pode ter sido favorável, favorável condicionado ou desfavorável. 15. Se o parecer foi favorável ou favorável condicionado, a ECL prossegue com o processo de licenciamento do estabelecimento. Nota: Os processos com análise favorável mas cuja Instrução não pode ser completada antes da entrada em funcionamento do estabelecimento, terão parecer favorável condicionado, estabelecendo a CCDRC um prazo para o Operador entregar os 4 / 7
5 elementos em falta na ECL. A ECL remete os elementos à CCDRC, para apreciação. DL n.º242/ Se o parecer foi desfavorável, a ECL notifica o Operador para, querendo, corrigir o Projecto. 17. O Operador corrige o Projecto (eventualmente) e retoma o processo no Passo A CCDRC arquiva o Processo. Nota Final: De acordo com o DL n.º 242/2001, as CCDR são a autoridade competente para exercer as seguintes competências no âmbito do controle de emissões de COV: 1. Análise dos Relatórios Anuais de Monitorização das emissões de Compostos Orgânicos Voláteis (DL n.º 242/2001, art.9º): a análise é comunicada à ECL, com conhecimento ao Operador. 2. Análise de situações excepcionais de ultrapassagem dos valores limite de emissão e medidas de correcção (DL n.º 242/2001, art.10º). 3. Planos Gerais de Redução de Emissões de COV: De acordo com o artigo 13º do DL n.º 242/2001, a APA é a entidade competente para a aprovação, ao nível nacional, das propostas de planos gerais de redução de COV. As CCDR pronunciam-se apenas quando solicitadas por esta Entidade. 4. Publicitação (DL n.º 242/2001, art.15º): As CCDR devem colocar à disposição do público os resultados dos controlos das emissões recebidas dos operadores, referentes ao ano anterior. 5. Relatórios de Ponto de Situação sobre a implementação do DL n.º 242/2001, na Região Centro, a enviar à APA por forma a que a mesma possa reportar à CE nos termos do artigo 4º, alínea e, do DL n.º 242/ / 7
6 4. Fluxograma da Tramitação 6 / 7
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