Processo originário da 4ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.
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- Bianca Igrejas Lobo
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1 ACÓRDÃO 8ª TURMA CONTRATO DE EXPERIÊNCIA. PRORROGAÇÃO. AUSÊNCIA DE NULIDADE. É lícita a prorrogação do contrato de experiência inicialmente firmado por trinta dias, para mais sessenta. Recorrente: DAIANA CRIS VIEIRA CAZE Recorrida: DELUY CRED PROMOTORA DE VENDAS LTDA. Relatora: Giselle Bondim Lopes Ribeiro I RELATÓRIO Processo originário da 4ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro. Prolatou se a sentença de fls. 50/51, da lavra da juíza ROSEANA MENDES MARQUES, julgando improcedentes os pedidos formulados pela Autora. A Autora recorre às fls. 52/59. Pretende a reforma da sentença para que sejam julgados procedentes os pedidos de gratuidade de justiça, nulidade do contrato de experiência e, consequentemente, de pagamento do aviso prévio e multa do art. 477 da CLT; horas extras e indenização por danos morais. Contrarrazões às fls. 63/65, com preliminar de deserção e, no mérito sustentou se o não provimento do recurso
2 É o relatório. II FUNDAMENTAÇÃO Conhecimento gratuidade de justiça Argui a Ré preliminar de deserção, pois a Autora, ao invés de recolher as custas judiciais que lhe foram imputadas, por meio de GRU, o fez por guia de depósito judicial. E, de fato, o recolhimento deu se de forma incorreta. Não obstante, a Autora também recorre pretendendo a gratuidade de justiça que lhe foi indeferida na sentença. Considera se que tal tópico do recurso é prejudicial à preliminar deduzida em contrarrazões pelo que é apreciado previamente. E, no caso, a hipótese é de deferimento. A Autora, quando empregada, recebia salário inferior a dois mínimos mensais e declarou a impossibilidade de arcar com as custas judiciais sem prejuízo de seu sustento (fl. 08), o que é suficiente para autorizar se o deferimento da gratuidade de justiça, nos termos do art. 4º, 1º da Lei 1.060/50 e do art. 790, 3º da CLT. Assim, concede se provimento ao recurso, deferindo se a gratuidade de
3 justiça e, por isso, rejeita se a preliminar de deserção formulada em contrarrazões. recurso. Assim, satisfeitos os pressupostos formais de admissibilidade, conhece se o Mérito Da nulidade do contrato de experiência Insurge se a Autora contra a sentença que não reconheceu a nulidade do contrato de experiência. Argumenta que o contrato possuía cláusulas de prorrogação automática e rescisão recíproca. Não é que se verifica dos autos, contudo. O contrato de experiência foi, inicialmente, firmado por 30 dias e, após, houve prorrogação expressa até o dia 29 de novembro de 2011 (fl. 16). Diversamente do que alegado, o contrato não possui cláusula automática de renovação, devendo esta ser expressa como efetivamente o foi. Também não consta do contrato cláusula de rescisão recíproca a qualquer tempo, mas apenas ao final do lapso contratual ajustado: 9 Fica estabelecido que findo o prazo acima, este contrato poderá ser prorrogado ou rescindido, independentemente de aviso prévio, o qual já se acha convencionado no presente ajuste... e, ao final... Por mútuo acordo entre as partes, fica o presente contrato de experiência, que deveria vencer em 30/09/2011, prorrogado até 29/11/2011. (grifou se)
4 Deste modo, não tem razão a Autora em suas razões recursais, estando correta a sentença que julgou improcedentes os pedidos de nulidade do contrato de trabalho de experiência e direitos acessórios. Nega se provimento. Das horas extras Também aqui sem razão a Autora. A alegação de que os controles de ponto eram britânicos não procede. Embora seja certo que os horários nos três meses de trabalho sejam praticamente invariáveis _ 7h30 às 16h30 _ houve algumas poucas marcações que descaracterizaram tal invariabilidade, como, por exemplo as constantes às fls. 37/38 e que demonstram que não havia proibição de marcar se o horário correto. Ademais, a própria Autora diverge das informações prestadas na inicial, pois naquela informa que iniciava sua jornada 7h e findava 17h, mas em depoimento afirmou que os controles de ponto eram bons (marcam como saída 16h30), exceto quanto ao horário de entrada que era 6h (consignam 7h30). Diante disso, correta a sentença que julgou improcedente o pedido. Nega se provimento. Da multa do art. 477 da CLT A Autora alega que as verbas resilitórias foram pagas com atraso e que para
5 ocultar tal fato, o termo resilitório não foi datado. A sentença julgou improcedente o pedido, afirmando que a Autora não alegou a data de percepção das verbas resilitórias presumindo se verídica a constante no termo resilitório de fls. 39/40. E de fato, não há data na via do termo resilitório que está às fls. 17/18 e foi juntada pela Autora, mas também não há assinatura, presumindo se que trate se de mera cópia e, por isso, não datada e não assinada. Já o documento de fls. 40/41 está datado e assinado, de modo que presume se que retrate a real data de recebimento das verbas resilitórias, até porque ao manifestar se sobre o documento à fl. 43, a Autora limitou se a dizer que o valor ali expresso seria insuficiente, isto é, não impugnou a data. Não se verifica atraso, portanto, na medida em que o pagamento ocorreu no dia seguinte à dispensa. Nega se provimento. Da indenização por danos morais A pretensão foi formulada com base na alegação de que era perseguida pela supervisora Patrícia e nada foi comprovado em tal sentido. Correta, assim a sentença que julgou improcedente a pretensão. III DISPOSITIVO
6 Ante o acima exposto, decide se conhecer o recurso e, no mérito, concederlhe parcial provimento para deferir a gratuidade de justiça. ACORDAM os Desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, por unanimidade, conhecer do recurso e, no mérito, por unanimidade, conceder lhe parcial provimento para deferir a gratuidade de justiça. Rio de Janeiro, 22 de Janeiro de Giselle Bondim Lopes Ribeiro Relatora
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