Profª Ms. Simone Schroeder SANÇÕES PENAIS
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1 Profª Ms. Simone Schroeder SANÇÕES PENAIS
2 PENAS PRIVATIVAS DE LIBERDADE DO CP
3 Pena privativa de liberdade Art. 33 CP Reclusão CP Detenção CP Prisão Simples Dec. Lei 3688/41 Sanções penais Penas Art. 32 CP Penas Restritiva de Direito 43 CP Pena de Multa Art. 49 e 60 CP Prestação pecuniária 43 Inc. I Perda de Bens e Valores 43 Inc. II Prestação de serviços a comunidade ou a entidades públicas 43 Inc IV Interdição temporária de Direitos 43 Inc. V Limitação de Fim de semana 43 Inc. VI Comum Substitutiva art. 60 Parág. 2º CP Medida de segurança Art. 96 CP Internação Tratamento Ambulatorial
4 Reclusão Mais Grave (cumprimento em primeiro Lugar) Art 76 CP Inicia em qualquer Regime Art. 33 Perda do Poder Familiar Art. 92 II CP Se réu for Inimputável (medida de segurança internação Reclusão) art. 97 CP Detenção Mais Leve Inicia só no regime aberto e semiaberto Art 33 CP Não há perda do Poder familiar Se o réu for inimputável (medida de segurança Internação ou Tratamento Ambulatorial Detenção) art 97 CP
5 Regime Penal Quantidade da Pena Art. 33 Parág. 2º Alinea A, B e c Qualidade da Pena Art. 33 CP Reincidência Art. 63 CP As circunstâncias Judiciais Art 59 CP Art. 33 Parág. 3º CP Súmulas do STF / 440 E 269 do STJ
6 Reincidência REINCIDÊNCIA: art. 63 do CP. Verifica-se a reincidência quando o agente comete novo crime, depois de transitar em julgado a sentença que no País ou no estrangeiro, o tenha condenado por crime anterior. Prazo depurador: 05 anos art. 64 inciso I do CP Crime + crime gera reincidência. Art.63 do CP Crime + contravenção gera reincidência. Art. 7 do Decreto Lei n 3.688/41 Contravenção + crime não gera reincidência, porque não há previsão legal, e não é possível fazer analogia in malan partem em matéria penal. Contravenção + contravenção gera reincidência.art. 7º do Decreto Lei nº 3.688/41.
7 Individualização da Pena Fundamentar a pena é apreciar todas as variáveis que dizem respeito a cada uma das fases (Art. 93 inc. IX da CF/88). Uma sentença que desrespeita a exigência de fundamentação é nula no tocante à aplicação da pena. Individualização da Pena (art. 5, LXVI, da CF/88)
8 Montagem da Aplicação da Pena 1 o que deve ser observado: Elementos essenciais: tipicidade (elementares) A conduta punível Elementos acidentais: Punibilidade (circunstâncias) judiciais genéricas Agravantes Atenuantes Majorantes Minorantes circum stare legais específicas Majorantes Minorantes
9 Aplicação da Pena Método Trifásico: 1º Pena Base: circunstâncias Judiciais art. 59 CP 2º Pena Provisória: Circunstâncias Legais genéricas: Agravantes Arts. 61 e Art. 62 CP Atenuantes Arts. 65 e 66 CP 3º Pena Definitiva: (art. 68, parágrafo único CP) Circunstâncias legais genéricas e específicos Majorantes Minorantes
10 1ª fase - Pena-base Se todas as circunstâncias do art. 59 do CP, forem favoráveis ao réu, a pena poderá ser aplicada no mínimo legal. Se houver circunstâncias desfavoráveis devemos fixar a pena afastando da pena mínima cominada para o delito. Se o conjunto for desfavorável, pode aproximar-se do termo médio (pena mínima cominada + pena máxima cominada que deve ser dividida por 2 = termo médio).
11 2ª fase pena provisória Agravantes e atenuantes São circunstâncias legais genéricas. O aumento ou a diminuição ficará a critério do julgador. Entretanto a aplicação das agravantes não pode deixar a pena além do máximo previsto em lei e, as atenuantes não podem ser aplicadas, se deixarem à pena provisória aquém do mínimo legal. súmula nº 231 do STJ A recomendação é que a atenuação ou o a aplicação das agravantes seja proporcional não ultrapassando 1/6 ( parâmetro: menor minorante prevista no CP) Obs: A única agravante objetiva é a reincidência que será aplicada nos delitos culposos e dolosos, as demais são utilizadas para delitos dolosos.
12 As chamadas preponderantes, (art. 67 do CP). 2ª Fase (cont) Atenuantes: as preponderantes são: a menoridade (ter menos de 21 anos na data do fato ou mais de 70 anos de idade na data da sentença), a confissão espontânea e reparação do dano). OBS: Entretanto, para a ótica garantista, como a reincidência deixará de ser aplicada, somente terão maiores valorações as atenuantes preponderantes. Lembrete! As agravantes são taxativas. As atenuantes não são taxativas, art. 66 do CP (chamadas de atenuante genérica inominada). Geralmente são aumentadas em meses, no máximo em 12 meses ou 1/6 da penabase. OBS: a menoridade do réu é a circunstância que prepondera sobre todas elas, devendo a pena ser diminuída em maior grau. A reincidência deve ser avaliada, pois das agravantes é circunstância preponderante. (Pela ótica tradicional, inclusive adotada pelo STJ) Cuidado! súmula 444 do STJ e súmula 241 do STJ.
13 3ª Fase Pena definitiva Majorantes e Minorantes. As circunstâncias da parte geral, são de aplicação obrigatória. As da parte especial: Quando o juiz observar: Duas (Majorantes ou Minorantes) da parte geral todas são aplicadas. Duas (Majorantes ou Minorantes) da parte especial : A que mais aumente, se forem majorantes se forem duas minorantes, a que mais diminua. (art. 68 parágrafo único do CP). Podem deixar a pena aquém do mínimo ou além do máximo cominado em lei.
14 3ª Fase (cont) Como se aplicará tal variação no tocante as majorantes e minorantes? Crime tentado Quanto mais próximo da consumação, menor será a diminuição da tentativa. Entretanto, quanto mais longe da consumação, maior será a diminuição. Concurso Formal Perfeito aumento será efetuado de acordo com o número de vítimas ( O aumento é de 1/6 até a metade). Art. 70,primeira parte do CP. Crime Continuado - aumento de acordo com o número de infrações ou de bens jurídicos ofendidos.
15 O Juiz Deve na aplicação da pena:(art. 59 do CP) 1º) Estabelecer as penas aplicáveis, dentre as cominadas. A cominação, na norma incriminadora, pode ser: isolada (uma só pena), cumulativa (duas penas - privativa de liberdade e multa) alternativa (uma ou outra pena). 2º) Graduar a pena escolhida dentro dos limites legais. 3º) Determinar o regime inicial de cumprimento da pena. 4º) Dispor sobre a substituição da pena, se cabível.
16 Regras Observar o Art. 93 Inc. IX da CF/88 Observar o Princípio da Individualização da Pena. Art. 5º Inc. XLVI da CF Método Trifásico Art. 68 e Art. 59 Inc. I ao IV CP Aplique o Regime Art. 33 do CP Substitua a Pena Art 44 CP
17 Para Memorizar Art. 59 do CP - súmulas 241 e 444do STJ Arts do CP - súmulas 231 do STJ Majorantes e minorantes art. 68 parágrafo único do CP - súmulas 442 e 443 do STJ Art. 59 inc. III regime penal: art. 33 do CP súmulas 718 e 719 do STF /440 e 269 do STJ Substituição de pena art. 44 do CP Suspensão condicional da pena art. 77 do CP
18 Pena privativa de liberdade Art. 33 CP Reclusão CP Detenção CP Prisão Simples Dec. Lei 3688/41 Sanções penais Penas Art. 32 CP Penas Restritiva de Direito 43 CP Pena de Multa Art. 49 e 60 CP Prestação pecuniária 43 Inc. I Perda de Bens e Valores 43 Inc. II Prestação de serviços à comunidade ou a entidades públicas 43 Inc IV Interdição temporária de Direitos 43 Inc. V Limitação de Fim de semana 43 Inc. VI Comum Substitutiva art. 60 Parág. 2º CP Medida de segurança Art. 96 CP Internação Tratamento Ambulatorial
19 Substituição da Pena Art. 44 CP / Art 44 parág. 2 CP. Crimes Dolosos: Pena até 4 anos (art. 44 inc I CP) Crime Cometido sem violência ou grave ameaça à pessoa (art. 44 inc. I CP) Réu Não reincidente em crime Doloso (art. 44 Inc. II CP) Exceção (Art 44 parág. 3º CP) Circunstâncias judiciais favoráveis Art. 44 Inc. III CP Crimes Culposos: Não Há Requisitos (art 44 inc. I CP)
20 Pena privativa de liberdade Art. 33 CP Reclusão CP Detenção CP Prisão Simples Dec. Lei 3688/41 Sanções penais Penas Art. 32 CP Penas Restritiva de Direito 43 CP Pena de Multa Art. 49 e 60 CP Prestação pecuniária 43 Inc. I Perda de Bens e Valores 43 Inc. II Prestação de serviços a comunidade ou a entidades públicas 43 Inc IV Interdição temporária de Direitos 43 Inc. V Limitação de Fim de semana 43 Inc. VI Comum Substitutiva art. 60 Parágrafo 2º CP Medida de segurança Art. 96 CP Internação Tratamento Ambulatorial
21 Pena de Multa Jamais será convertida em prisão (art 51 CP) Multa Comum Prevista cumulativamente imposta Fixação de Acordo com dias-multa Fixação situação econômica do Réu Atenção! Súmula 171 do STJ Multa Substitutiva Art. 60 Parág. 2º CP Pena 6 meses (1 ano Art. 44 Parág 2º) Art. 44 inc. II CP Art. 44 Inc III CP Olha a redação do art. 44, parágrafo 2º do CP
22 Pena privativa de liberdade Art. 33 CP Reclusão CP Detenção CP Prisão Simples Dec. Lei 3688/41 Sanções penais Penas Art. 32 CP Penas Restritiva de Direito 43 CP Pena de Multa Art. 49 e 60 CP Prestação pecuniária 43 Inc. I Perda de Bens e Valores 43 Inc. II Prestação de serviços a comunidade ou a entidades públicas 43 Inc IV Interdição temporária de Direitos 43 Inc. V Limitação de Fim de semana 43 Inc. VI Comum Substitutiva art. 60 Parág. 2º CP Medida de segurança Art. 96 CP Internação Tratamento Ambulatorial
23 Atenção! Encontramos pontos comuns entre essas sanções penas art. 32 do CP medidas de segurança art. 96 do CP A. Ambas são sanções penais B. Ambas são aplicadas pelo juiz C. São embasadas no princípio da legalidade(art. 1º do CP e art. 5º inc.xxxix da CF/88.
24 Importante Dica! Diferenças entre Pena e a Medida de Segurança: A. As penas têm caráter retributivo- preventivo B. As medidas de segurança têm natureza eminentemente preventiva C. Pena: culpabilidade D. Medida de segurança: periculosidade; E. As penas são determinadas; (mínimo e máximo) F. As medidas de segurança são por tempo indeterminado. Só findam quando cessar a periculosidade; ( observar os informativos do STJ que dizem que o máximo de cumprimento da medida de segurança deve ser o máximo da pena em abstrato.) Já o STF refere que o máximo é de 30 anos. G. As penas são aplicáveis aos imputáveis e semimputáveis; H. As medidas de segurança são aplicáveis aos inimputáveis e, excepcionalmente, aos semimputáveis, quando estes necessitarem de especial tratamento curativo.
25 Requisitos para a aplicação da medida de segurança: Prática de fato típico punível: Periculosidade do agente Ausência de imputabilidade:
26 Espécies de Medidas de Segurança: A. Internação em hospital de custódia e tratamento psiquiátrico. (art. 96 inc. I do CP) (detentiva) A. Sujeição a tratamento ambulatorial. (Art. 96 Inc II. do CP) (restritiva)
27 Não esqueça! Pena: Pode ser aplicada ao: SEMIMPUTÁVEL Deve ser aplicada ao: IMPUTÁVEL Medida de Segurança Deve ser aplicada ao: INIMPUTÁVEL PODE ser aplicada ao: SEMIMPUTÁVEL
28 Prazo de duração da medida de segurança: As Medidas de segurança: Tem prazo indeterminado na legislação penal. Todavia o STJ, nos últimos informativos, entendeu que o prazo da medida de segurança deve ter seu limite no máximo da pena em abstrato. (sob pena da violação do princípio da Isonomia e proporcionalidade) Duram até a cessação da periculosidade. O prazo mínimo, de 1 a 3 anos, é um marco. (art.97 parágrafo 1º do CP). O STF refere que deverão durar, no máximo, 30 anos.
29 Execução, Suspensão e Extinção da Medida de Segurança Será executada após o trânsito em julgado da sentença. Importante! A suspensão da medida de segurança estará sempre condicionada ao transcurso de prazo de um ano de liberação ou desinternação, sem a prática de fato indicativo de persistência de periculosidade (art. 97 parágrafo 3º do CP). (art.171 da LEP).
30 Execução, Suspensão e Extinção da Medida de Segurança Somente se este período transcorrer in albis será definitivamente extinta a medida de segurança suspensa ou revogada, como diz a lei.
31 Medida de segurança: Limite de duração (STJ) Fere o princípio da isonomia o fato de a lei fixar o período máximo de cumprimento da pena para o inimputável (art. 97, 1º, do CP), pela prática de um crime. O tempo de duração máximo da medida de segurança não deve ultrapassar o limite máximo de pena cominada abstratamente ao delito praticado, em respeito aos princípios da isonomia e da proporcionalidade. HC RS, Rel. Min. Maria Thereza de Assis Moura, julgado em 19/11/2009.
32 Boa sorte! Sucesso na carreira escolhida! Simone Schroeder
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