: MIN. TEORI ZAVASCKI
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1 RECLAMAÇÃO SÃO PAULO RELATOR RECLTE.(S) PROC.(A/S)(ES) RECLDO.(A/S) ADV.(A/S) INTDO.(A/S) ADV.(A/S) : MIN. TEORI ZAVASCKI :ESTADO DE SÃO PAULO :PROCURADOR-GERAL DO ESTADO DE SÃO PAULO :COLÉGIO RECURSAL DE BOTUCATU :SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS :ANA CAROLINA CARNIATO DOS SANTOS :DANIEL TOLEDO FERNANDES DE SOUZA DECISÃO: 1. Trata-se de reclamação contra ato do Colégio Recursal de Botucatu/SP que, ressalvando a admissibilidade de interposição de agravo interno, deixou de remeter ao Supremo Tribunal Federal o agravo do art. 544 do Código de Processo Civil, por considerá-lo via inadequada para questionar a inadmissão do recurso extraordinário pautada na ausência de repercussão geral, conforme o ARE RG (de minha relatoria, DJe 26/3/2015. Alega a reclamante que: (a) o caso paradigma invocado pelo Colégio Recursal não possui identidade com o objeto do recurso extraordinário inadmitido, pois, esta Corte, na questão relativa aos direitos dos servidores temporários, já reconheceu a repercussão geral (art. 543-B, CPC), conforme representativo de controvérsia nº 18, tema 551, debatida no ARE /MG ; (b) a reclamação é o instrumento adequado para levar ao Supremo Tribunal Federal agravo trancado na origem. Requer o deferimento da liminar para a suspensão do ato reclamado. 2. O cabimento da reclamação, instituto jurídico de natureza constitucional, deve ser aferido nos estritos limites das normas de regência, que só a concebem para preservação da competência do Tribunal e para garantia da autoridade de suas decisões (art. 102, I, l, CF/88), bem como contra atos que contrariem ou indevidamente apliquem súmula vinculante (art. 103-A, 3º, CF/88). 3. O art. 543-B do CPC, incluído pela Lei /06, que visa regular o art. 102, 3º, da Constituição Federal, dispõe que, havendo multiplicidade de recursos com fundamento em idêntica controvérsia, será processada a análise da repercussão geral, nos termos do Regimento
2 Interno do Supremo Tribunal Federal. Por decorrência do 1º do art B do CPC, os Tribunais de origem enviarão um ou mais recursos representativos de controvérsia ao STF, sobrestando os demais até pronunciamento definitivo desta Corte. Segundo as normas do CPC, o STF poderá (a) negar a existência de repercussão geral do tema, hipótese em que os recursos sobrestados considerar-se-ão automaticamente não admitidos (art. 543-B, 2º, do CPC); ou (b) reconhecer a repercussão geral do tema e julgar seu mérito, caso em que os recursos sobrestados serão apreciados pelos Tribunais e Juízos de origem, os quais poderão (I) declará-los prejudicados (art B, 3º, do CPC); (II) retratar-se (art. 543-B, 3º, do CPC); ou (III) manter a decisão (art. 543-B, 4º, do CPC). Nessa última situação, e apenas nela, o recurso extraordinário deverá ser remetido ao STF, que poderá cassar ou reformar, liminarmente, o acórdão contrário à orientação firmada (art. 543-B, 4º, do CPC). O art. 3º da Lei /06 conferiu ao Supremo Tribunal Federal a atribuição de estabelecer, no seu Regimento Interno, as normas necessárias à execução da sistemática da repercussão geral. No exercício dessa incumbência, foram editadas as Emendas Regimentais 23/08 e 27/08, que incluíram no RISTF o art. 328-A e seus parágrafos: Art. 328-A. Nos casos previsto no art. 543-B, caput, do Código de Processo Civil, o Tribunal de origem não emitirá juízo de admissibilidade sobre os recursos extraordinários já sobrestados, nem sobre os que venham a ser interpostos, até que o Supremo Tribunal Federal decida os que tenham sido selecionados nos termos do 1º daquele artigo. 1º Nos casos anteriores, o Tribunal de origem sobrestará os agravos de instrumento contra decisões que não tenham admitido os recursos extraordinários, julgando-os prejudicados nas hipóteses do art. 543-B, 2º, e, quando coincidente o teor dos julgamentos, 3º. 2º Julgado o mérito do recurso extraordinário em sentido contrário ao dos acórdãos recorridos, o Tribunal de origem remeterá ao Supremo Tribunal Federal os agravos em que não 2
3 se retratar. Cumpre perquirir, assim, se será cabível impugnação dirigida ao STF quando a instância de origem obsta a admissão do recurso extraordinário aplicando precedente decidido sob a sistemática da repercussão geral. 4. A Súmula 727/STF dispõe que não pode o magistrado deixar de encaminhar ao Supremo Tribunal Federal o agravo de instrumento interposto da decisão que não admite recurso extraordinário, ainda que referente a causa instaurada no âmbito dos juizados especiais. Seguindo essa orientação, em 5 de março de 2009, o Min. Menezes Direito julgou procedente, de forma monocrática, a Rcl 7.523, ajuizada contra decisão do Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo que reputou prejudicado o recurso extraordinário, bem como o respectivo agravo de instrumento interposto. Segundo sustentou Sua Excelência, (a) o precedente utilizado pelo Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo trata de indenização decorrente da aplicação do Código do Consumidor, matéria diversa da discutida nestes autos ( ) ; e (b) não caberia à Presidência do Tribunal de origem negar seguimento ao agravo de instrumento interposto contra a decisão que julgou prejudicado o recurso extraordinário, mas sim processá-lo. Do mesmo modo, o Min. Eros Grau julgou procedente, também de forma monocrática, a Rcl 7.577, ajuizada contra ato do Presidente do TJSP que, após inadmitir recurso extraordinário com base em precedente da repercussão geral, julgou prejudicado o agravo de instrumento posteriormente interposto. Além de fundamentar a procedência da reclamação na ausência de similitude entre o caso analisado e o leading case da repercussão geral, o Min. Eros Graus consignou que não caberia à Presidência do Tribunal de origem julgar prejudicado o agravo de instrumento interposto contra a decisão que não admitiu o recurso extraordinário, mas processá-lo. Posteriormente, a questão foi apreciada pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal em 19 de novembro de 2009, nas Rcl e 7.547, ambas da relatoria da Min. Ellen Gracie. Na ocasião, assentou-se o entendimento de que, como a negativa de seguimento do recurso extraordinário, na 3
4 origem, com base nos 2º e 3º do art. 543-B do CPC e no art. 328-A do RISTF, não constitui juízo de admissibilidade do apelo, não é cabível o ajuizamento de reclamação ou a interposição do agravo do art. 544 do CPC, razão pela qual o não encaminhamento desse recurso a esta Corte não importa em violação à Súmula 727/STF. A Rcl foi assim ementada: RECLAMAÇÃO. SUPOSTA APLICAÇÃO INDEVIDA PELA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE ORIGEM DO INSTITUTO DA REPERCUSSÃO GERAL. DECISÃO PROFERIDA PELO PLENÁRIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NO JULGAMENTO DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO RG/RO. ALEGAÇÃO DE USURPAÇÃO DE COMPETÊNCIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL E DE AFRONTA À SÚMULA STF 727. INOCORRÊNCIA. 1. Se não houve juízo de admissibilidade do recurso extraordinário, não é cabível a interposição do agravo de instrumento previsto no art. 544 do Código de Processo Civil, razão pela qual não há que falar em afronta à Súmula STF O Plenário desta Corte decidiu, no julgamento da Ação Cautelar MC-QO/PE, que a jurisdição do Supremo Tribunal Federal somente se inicia com a manutenção, pelo Tribunal de origem, de decisão contrária ao entendimento firmado no julgamento da repercussão geral, nos termos do 4º do art. 543-B do Código de Processo Civil. 3. Fora dessa específica hipótese não há previsão legal de cabimento de recurso ou de outro remédio processual para o Supremo Tribunal Federal. 4. Inteligência dos arts. 543-B do Código de Processo Civil e 328-A do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal. 5. Possibilidade de a parte que considerar equivocada a aplicação da repercussão geral interpor agravo interno perante o Tribunal de origem. 6. Oportunidade de correção, no próprio âmbito do Tribunal de origem, seja em juízo de retratação, seja por decisão 4
5 colegiada, do eventual equívoco. 7. Não-conhecimento da presente reclamação e cassação da liminar anteriormente deferida. 8. Determinação de envio dos autos ao Tribunal de origem para seu processamento como agravo interno. 9. Autorização concedida à Secretaria desta Suprema Corte para proceder à baixa imediata desta Reclamação. (Rcl 7.569, Rel. Min. ELLEN GRACIE, Tribunal Pleno, DJe de 11/12/2009) Esse mesmo entendimento foi manifestado pelo Pleno no julgamento do AI QO, Rel. Min. GILMAR MENDES (Presidente), DJe de 12/2/2010. Confira-se: Questão de Ordem. Repercussão Geral. Inadmissibilidade de agravo de instrumento ou reclamação da decisão que aplica entendimento desta Corte aos processos múltiplos. Competência do Tribunal de origem. Conversão do agravo de instrumento em agravo regimental. 1. Não é cabível agravo de instrumento da decisão do tribunal de origem que, em cumprimento do disposto no 3º do art. 543-B, do CPC, aplica decisão de mérito do STF em questão de repercussão geral. 2. Ao decretar o prejuízo de recurso ou exercer o juízo de retratação no processo em que interposto o recurso extraordinário, o tribunal de origem não está exercendo competência do STF, mas atribuição própria, de forma que a remessa dos autos individualmente ao STF apenas se justificará, nos termos da lei, na hipótese em que houver expressa negativa de retratação. 3. A maior ou menor aplicabilidade aos processos múltiplos do quanto assentado pela Suprema Corte ao julgar o mérito das matérias com repercussão geral dependerá da abrangência da questão constitucional decidida. 4. Agravo de instrumento que se converte em agravo regimental, a ser decidido pelo tribunal de origem. (AI
6 QO, Rel. Min. GILMAR MENDES (Presidente), Tribunal Pleno, DJe de 12/2/2010) Dessa forma, a única hipótese em que a aplicação da sistemática da repercussão geral pela instância de origem enseja a remessa do recurso ao STF é quando, julgado o mérito do leading case, o Órgão de origem se recusa a retratar-se para adequar o acórdão recorrido à orientação desta Corte. Em todas as demais situações, qualquer irresignação manifestada pela parte contra a aplicação do art. 543-B do CPC pela origem seja no caso do 2º, seja no caso do 3º deverá ser apreciada no âmbito do próprio juízo a quo, por meio de agravo interno, sendo incabível a interposição do agravo do art. 544 do CPC ou o ajuizamento de reclamação para o STF. É importante enfatizar que essa orientação é aplicável nos casos em que a fundamentação da inadmissão do extraordinário pela origem esteja amparada em precedente do STF formado sob a sistemática da repercussão geral, seja indicando a inexistência da relevância da matéria, seja reconhecendo-a e pronunciando-se acerca do mérito em sentido contrário ao pretendido pelo recorrente. Independentemente da conclusão adotada pela instância a quo para obstar a admissão do recurso extraordinário seja (I) negando-lhe seguimento, (II) inadmitindo-o, (III) não o conhecendo ou (IV) julgando-o prejudicado, desde que se aponte na fundamentação precedente do STF submetido ao rito da repercussão geral, não caberá agravo para esta Corte. Afasta-se, nessas circunstâncias, a aplicação da Súmula 727/STF. 5. O entendimento acima se aplica à hipótese dos autos, em que o recurso extraordinário foi indeferido liminarmente, nos termos do art. 543-A, 5º, do CPC (na sequência, foi negado seguimento ao agravo do art. 544 do CPC interposto contra esta decisão). É que os precedentes do Pleno acima referidos (Rcl 7.569, Rel. Min. ELLEN GRACIE, Tribunal Pleno, DJe de 11/12/2009; e AI QO, Rel. Min. GILMAR MENDES (Presidente), Tribunal Pleno, DJe de 12/2/2010) são categóricos ao afirmar 6
7 que apenas na hipótese do art. 543-B, 4º, do CPC, em que se mantém acórdão contrário ao entendimento firmado pelo STF em sede de repercussão geral, caberá a remessa do recurso extraordinário a esta Corte. Nas demais hipóteses em que a origem obstar o processamento do apelo, seja com base no art. 543-B, 2º e 3º, do CPC, seja com fundamento no art. 543-A, 5º, do CPC, não caberá agravo ou reclamação ao STF. Nessas circunstâncias, não há falar em usurpação da competência do Supremo Tribunal Federal. 6. Diante do exposto, nego seguimento ao pedido. Publique-se. Intime-se. Brasília, 2 de fevereiro de Ministro TEORI ZAVASCKI Relator Documento assinado digitalmente 7
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