COMUNICAÇÃO DE ÁUDIO E VÍDEO. Fernando Pereira
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- Malu Stachinski Lima
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1 COMUNICAÇÃO DE ÁUDIO E VÍDEO V Fernando Pereira
2 Relação Professor-Alunos
3 Página Web e Reflector de Mensagens Para inscrição no reflector de mensagens da cadeira, enviar mensagem para [email protected] Endereço do reflector: [email protected]
4 Página Web e Reflector de Mensagens Para inscrição no reflector de mensagens da cadeira, enviar mensagem para [email protected] Endereço do reflector: [email protected]
5 MEEC: Horário rio das Aulas AULAS TEÓRICAS 2 aulas de 90 minutos por semana - 2ª f. às (EA1) e 4ª f. às h (EA1) AULAS PRÁTICAS/LABORATÓRIO 1 aula de 2 h por semana - 2ª feira às 9.30 h ou h ou 4ª feira às 11 h no Laboratório de Telecomunicações 4 (4º andar da Torre Norte)
6 MERC: Horário rio das Aulas AULAS TEÓRICAS 2 aulas de 90 minutos por semana - 3ª f. às (A5) e 5ª f. às 14.30h (A5) AULAS PRÁTICAS/LABORATÓRIO 1 aula de 2 h por semana - 3ª feira às 16 h no Lab ou na Sala 0.23
7 Algumas Aulas Teóricas em Inglês A decisão de leccionar algumas aulas teóricas na Língua Inglesa tem em vista aumentar a capacidade formativa da LEEC e também o seu valor de mercado considerando que: O domínio da Língua Inglesa é hoje em dia fundamental para o exercício da actividade de engenharia em qualquer país; A actividade de engenharia, mesmo a nível nacional, beneficia fortemente de um bom domínio da Língua Inglesa falada, escrita e ouvida; A livre circulação de pessoas no espaço Europeu tem contribuído para que um número crescente de ex-estudantes do IST desenvolva a sua actividade profissional fora de Portugal; O IST se deve diferenciar das escolas concorrentes através de um aumento da qualidade do ensino e do uso de métodos inovadores; O IST recebe muitos estudantes europeus através do programa SOCRATES; O IST se integrou muito recentemente no CLUSTER; Os estudantes têm hoje um grande contacto com a Língua Inglesa através de material escrito e falado (... e cantado).
8 Material de Estudo O material de estudo disponibilizado na disciplina consiste em: Apresentações das aulas teóricas (disponível na Página Web) Textos de apoio para cada capítulo Disponível na Secção de Folhas da AEIST Disponível na Página Web Colecção de problemas com as respectivas soluções (disponível na Página Web) Guias de laboratório (disponível na Página Web) Exames dos anos anteriores (disponível na Página Web)
9 Método de Avaliação O método proposto para a avaliação da disciplina de Comunicação de Áudio e Vídeo considera 3 componentes, nomeadamente: 1. EXAME FINAL realizado após o final das aulas (com peso de 65%); 2. Escrita de um ARTIGO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA sobre um dado tema, a entregar em data previamente definida (com peso de 25%); 3. PARTICIPAÇÃO NO LABORATÓRIO através do preenchimento de um formulário durante a própria sessão de laboratório (com peso de 10%). A nota final da disciplina será calculada através da seguinte fórmula: Nota_final=int[ 0.65 Nota_Exame Nota_Artigo +0.1 (Soma_Notas_Lab (Soma_Notas_Lab 20/2/Num_Lab)] onde Soma_Notas_Lab é a soma das notas para os Num_Lab formulários de laboratório.
10 EXAME: Método de Avaliação: Regras A nota mínima do exame é de 9.5 valores. LABORATÓRIO: A participação no laboratório não tem nota mínima. A nota de cada trabalho de laboratório pode tomar um valor (inteiro) entre 0 e 2. Aos alunos que não estejam presentes numa dada sessão de laboratório, será atribuída a nota '0' nessa sessão. ARTIGO DE DIVULGAÇÃO: A nota mínima do artigo de divulgação é de 9.5 valores. O artigo de divulgação será escrito (preferencialmente) em grupos de 3. A nota é individual mesmo que o artigo seja escrito em grupo. A avaliação do artigo de divulgação poderá incluir uma apresentação e/ou discussão se o docente achar necessário. NOTA FINAL: Os alunos que obtenham uma nota final superior a 17 valores deverão realizar um exame oral para confirmação da nota; a não realização deste exame oral, se pedido, implica a atribuição automática da nota de 17 valores.
11 Artigo de Divulgação O artigo de divulgação consiste num texto de índole tutorial e pedagógica sobre um assunto ligado às Comunicações de Áudio e Vídeo. Este artigo tem como objectivos proporcionar aos alunos o contacto com a pesquisa bibliográfica e com as empresas dando-lhes a conhecer, de uma forma mais profunda e real, uma parte relevante das Comunicações de Áudio e Vídeo. O trabalho deverá ser feito em 2 versões: 1. Versão em papel que não deverá, em qualquer circunstância, exceder 8 PÁGINAS usando o template disponibilizado. 2. Versão em HTML basicamente com o mesmo conteúdo da versão em papel mas explorando as capacidades do HTML e as funcionalidades típicas dos conteúdos disponíveis na Internet. Esta versão pretende levar aos alunos ao contacto directo com o mundo da Internet e da WWW. Para o ano lectivo de 2006/2007, o prazo para a entrega do artigo de divulgação é o dia 25 DE MAIO DE 2007.
12 Exemplos de Temas para o Artigo de Divulgação Aquisição e visualização de imagem Videotelefonia e videoconferência Digital Video Broadcasting Digital Video Disc TV Anytime Televisão interactiva Vídeo na Internet A televisão em Portugal Video on demand Descrição e procura de música A Imagem onde menos se espera Codificação de voz para GSM Codificação de música MP3 Protecção de conteúdos multimédia MP3 versus AAC ipod iphone Multimédia móvel IPTV TV digital terrestre TV por cabo em Portugal: comparação de serviços TV digital: a competição das alternativas Sistemas de videovigilância Vídeo via satélite Codificação de vídeo: a guerra dos formatos Codificação de áudio: a guerra dos formatos Vídeo de alta definição TV digital em Portugal: comparação de serviços Vídeo móvel em Portugal: comparação de serviços
13 MEEC: Atribuição dos Artigos de Divulgação Início esta 4ª feira, na aula de laboratório às 11 horas no LT4!
14 MERC: Atribuição dos Artigos de Divulgação Início esta 3ª feira, na aula de laboratório às 16 horas na sala 0.23!
15 MEEC: Inscrição no Laboratório rio Enviar mensagem para escolhendo entre 2ª (9.30 ou 11.30) e 4ª feira. Atribuição por ordem de chegada!
16 MERC: Inscrição no Laboratório rio Enviar mensagem para com os elementos do grupo.
17 Programa: Uma Visão Rápida
18 Programa 1. Introdução 2. Sistemas Analógicos de Comunicação Audiovisual 2.1 Televisão analógica a preto e branco 2.2 Televisão analógica a cores 3. Sistemas Digitais de Comunicação Audiovisual 3.1 Telecópia 3.2 Imagem fotográfica a cores 3.3 Videotelefonia e videoconferência 3.4 Gravação digital de vídeo 3.5 Televisão digital 3.6 Sistemas avançados de comunicação audiovisual 4. Tendências Futuras nos Serviços Audiovisuais
19 Programa: uma Perspectiva Evolutiva
20 Comunicação de Áudio e Vídeo V Transferência de informação de imagem, som e vídeo através do espaço,, do tempo ou espaço e tempo, simultaneamente.
21 A Importância do Utente
22 Sensações, Percepções e Emoções
23 Comunicando Há Muito Tempo
24 E Depois Telecomunicando
25 O Que Querem os Utentes? Informação Entretenimento Comunicação Jogos Educação Compras
26 Como se Convencem os Clientes... Satisfação de necessidades pessoais Valor acrescentado, novas capacidades Interoperabilidade Qualidade e robustez Variedade e qualidade de conteúdos Baixo custo de equipamento e uso Facilidade de uso
27 Satisfação: Qualidade versus Serviço A qualidade mínima aceitável depende do serviço em causa: Telecópia Fotografia digital binível, com tons de cinzento ou a cores Televisão analógica Videotelefonia Videoconferência Televisão digital Televisão digital com alta definição
28 Comunicações Pessoais versus Difusão Tempo-real versus download Ponto a ponto versus pontomultiponto Unidireccional versus bidireccional
29 Serviços Passivos e Interactivos Requisitos críticos em termos de atraso!
30 O Mundo das Comunica ções Anal ógicas Comunicações Analógicas
31 O Mundo das Comunicações Digitais Débito de representação digital da informação Claude Elwood SHANNON, Harry NYQUIST, Capacidade de canal
32 Bit Jumping
33 Porque se Codifica? Uma imagem é criada e consumida como um conjunto de M N amostras de luminância e crominância, com um certo número de bits por amostra (L) logo o número de bits - e a banda e a memória - necessário para representar digitalmente uma imagem é ENORME!!!
34 O Milagre da Codificação Codificador Descodificador
35 TV Digital: Apenas um Exemplo Norma ITU-R 601: 25 imagens/s com amostras de luminância e amostras de cada crominância, a 8 bit/amostra [( ) + 2 ( )] 8 25 = 166 Mbit/s Débito razoável: 2 Mbit/s => Factor de compressão: 166/2 80 A diferença entre codificar e não codificar pode implicar a existência ou não de um serviço.
36 Serviço TV alta definição TV alta definição TV (qualidade difusão, DVD) TV (qualidade difusão, DVD) TV (gravação CD) Resolução espacial Videoconfer Videoconfer Videotelefonia fixa Videotelefonia móvel (GSM) Resolução temporal Débito binário (PCM) Débito binário codificado Factor de compressão 50 img/s 1.3 Gbit/s 34 Mbit/s img/s 1.3 Gbit/s 17 Mbit/s img/s entrelaçadas 25 img/s entrelaçadas 25 img/s progressivas 25 img/s progressivas 10 img/s progressivas 10 img/s progressivas 5 img/s progressivas 166 Mbit/s 6 Mbit/s Mbit/s 3 Mbit/s Mbit/s 1.15 Mbit/s Mbit/s 2 Mbit/s Mbit/s 384 kbit/s Mbit/s 64 kbit/s Mbit/s 13 kbit/s 100
37 O Segredo do Milagre REDUNDÂNCIA associada às semelhanças, correlação e preditabilidade entre as amostras das imagens, vídeo ou música. IRRELEVÂNCIA associada à informação imperceptível ao olho ou insignificante ao cérebro humano.
38 As Consequências do Milagre (1)
39 As Consequências do Milagre (2)
40 O Impacto da Interoperabilidade
41 Copiando: The Snowball Effect
42 A Importância do Modelo de Negócio... Um modelo de negócio é uma forma de fazer negócio através da qual um produto ou serviço pode gerar lucro para uma empresa. Alguns modelos de negócio são muito simples Outros modelos podem ser muito complexos ainda que não pareçam como é o caso da TV aberta (grátis): o operador de TV faz parte de um circuito complexo de criadores de conteúdos, distribuidores, empresas de publicidade, empresas que publicitam, tele-espectadores, etc. Neste sistema, não é óbvio quem ganha dinheiro e quanto A representação digital de conteúdos multimédia abre as portas a uma muito maior variedade de modelos de negócio uma vez que criar, transmitir, replicar e armazenar conteúdos (apenas bits!) é muito mais fácil que no anterior mundo analógico.
43 Novos Sistemas e Modelos de Negócio O ipod pode reproduzir os formatos de música em MP3, WAV, AAC, AAC Protegido, AIFF e Apple Lossless).
44 A Revolução
45 Da Fome à Abundância ou mais do que isso
46 Filtrando a TV
47 À Procura de Napoleão?
48 Falando uma Nova Língua Visual
49 Falando uma Nova Língua Áudio
50 Simples Mas Poderoso...
51 Multimédia em Portugal É hoje mais fácil criar produtos e serviços na área audiovisual - software ou software em hardware. A Internet pode ajudar ao sucesso de empresas inovadoras de muito pequena dimensão, sem grande investimento. A concorrência crescente deverá estimular as grandes empresas de comunicações a tomar iniciativas mais inovadoras. Os utentes estão agora mais abertos a novos serviços audiovisuais. O maior contacto internacional tem vindo a alterar velhos hábitos e preconceitos. As condições parecem ser propícias a iniciativas inovadoras!
52 Acerca das Previsões Este anúncio de uma televisão com écrã plano surgiu em 1945 num jornal Inglês! Conselho sobre previsões: Pode tentar prever o QUÊ Mas nunca tente prever o QUANDO
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