ANÁLISE DE SOBREVIVÊNCIA
|
|
|
- Simone Fartaria Domingos
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ANÁLISE DE SOBREVIVÊNCIA M Eduarda D. S. Matos Coimbra, 9 de Abril de
2 O que é a análise de sobrevivência? A análise de sobrevivência é um conjunto de processos estatísticos, utilizados na análise dos dados, para a qual a variável de interesse é o tempo que decorre até que um acontecimento se verifique. Calcula-se o tempo de sobrevivência iniciando-o num ponto de partida natural para o estudo (ex: data da cirurgia ou diagnóstico de uma doença) até ao ponto em que o doente alcança o limite de interesse. O tempo pode ser analisado em anos, meses, semanas ou dias, desde o início do follow-up até que o acontecimento ocorra Por acontecimento, significamos morte, incidência da doença, recaída/ remissão, cura, ou qualquer experiência de interesse que pode acontecer a uma pessoa (por ex. regresso ao trabalho) Exemplos: Doentes com leucemia/ tempo em remissão (semanas) Coorte livre de doença/ tempo até ocorrer um enfarte População idosa (+) / tempo até à morte Transplantes de coração/ tempo até à morte (meses)
3 Na maioria das análises existem dados truncados ou censurados (censored), quando temos informação acerca do tempo de sobrevivência, mas não temos o tempo de sobrevivência exacto, ou seja o doente durante o estudo não alcançou o limite de interesse. EXEMPLO DE DADOS TRUNCADOS OU CENSURADOS Os doentes de um ensaio de um novo medicamento para a infecção de HIV podem permanecer sem SIDA até à conclusão do estudo. Isto pode dever-se ao facto do ensaio acabar num momento em que ainda não tinham contraído SIDA, ou porque se retiraram estes indivíduos do estudo antes de contraírem a doença, ou ainda porque morreram por causas não ligadas à SIDA, antes do final do estudo. Há geralmente três razões para isto acontecer: O acontecimento não se dá antes do fim do estudo A pessoa não é seguida até ao fim A pessoa não continua no estudo porque por exemplo morre (a morte não é o que se está a analisar).
4 Objectivos da análise de sobrevivência Estimar e interpretar sobrevivência e/ou funções de risco (hazard) de dados de sobrevivência Comparar funções de sobrevivência e/ou de risco Avaliar a relação das variáveis explicativas (exploratórias) com o tempo de sobrevivência
5 REPRESENTAÇÃO DE DADOS DE SOBREVIVÊNCIA Pode ser desenhada uma linha horizontal para cada doente, sendo o seu comprimento o tempo de sobrevivência. Desenham-se as linhas da esquerda para a direita e é possível distinguir-se os doentes que alcançam o limite dos que são censurados, através de diferentes símbolos no final da linha. Contudo, estes gráficos não resumem os dados e é difícil obter-se um significado da sobrevivência global. As curvas de sobrevivência são geralmente calculadas pelo método de Kaplan- Meier Quando se desconhece o tempo exacto de sobrevivência, calculam-se as probabilidades de sobrevivência, através do método actuarial. Muitas vezes, traduz-se a sobrevivência referindo-se às probabilidades de sobrevivência (com intervalos de confiança) em determinados pontos temporais na curva, tal como por exemplo, as taxas de sobrevivência aos anos, em doentes pós tratamento ao cancro da mama. Em alternativa, pode indicar-se a mediana do tempo de sobrevivência (o tempo em que % dos indivíduos fizeram progressos).
6 Pode-se pretender verificar o impacto de inúmeros factores de interesse na sobrevivência, tal como por exemplo, o tratamento e a gravidade da doença. Assim podem representar-se as curvas de sobrevivência, de forma separada, para subgrupos de doentes; estas fornecem um meio de se verificar visualmente se os diferentes grupos de doentes alcançam o limite a taxas diferentes. Exemplo: Acontecimento X: morte
7 O indivíduo A, por exemplo é seguido desde o início do estudo até ter ocorrido o acontecimento de interesse na ª semana; o tempo de sobrevivência foi de semanas e não é truncado O indivíduo B também é observado no início do estudo mas é seguido até ao fim das semanas de estudo sem se ter verificado o acontecimento (morte); o tempo de sobrevivência é truncado, porque apenas podemos dizer que esteve vivo semanas. O indivíduo C entra no estudo entre a ª e a ª semana, e é seguido até ter desaparecido à ª semana; o tempo de sobrevivência é truncado em, semanas. O indivíduo D entra na 4ª semana, e é seguido até ao fim do estudo sem se verificar o acontecimento; o tempo de sobrevivência truncado é de 8 semanas. O indivíduo E entra no estudo na ª semana e é seguida até à 9ª semana, em que é perdido de vista; o seu tempo de sobrevivência truncado é de semanas. O indivíduo F entra na 8ª semana e é seguido até que decorre o acontecimento à semana,. Tal como o indivíduo A não é truncado, o tempo de sobrevivência é de, semanas.
8 Assim obteríamos a seguinte tabela Indivíduo A B C D E F Tempo de sobrevivência, 8, Morto () Truncado ()
9 Outro exemplo ID data do diagnostico morte mês da morte última observação follow-up / /7 /4 /9 / / 7 4 / / / /8 FUNÇÃO OU DISTRIBUIÇÃO DE SOBREVIVÊNCIA- É uma função cronológica habitualmente designada pela letra S(t), que se inicia num determinado momento no tempo, com % da população ainda viva e com saúde e nos permite calcular qual a percentagem dessa população ainda viva e com saúde noutros momentos ao longo do tempo.
10 DADOS COMPLETOS O tempo de sobrevivência de doentes é o seguinte,,, 4,, 7,,,,.Construa a tabela pelo método intuitivo. t i n i d i s i S i (s i /N) 9,9 9 7,7 4 7,, 7 4,4 4,,,, O tempo de sobrevivência mediano é de meses ou seja % dos doentes têm um tempo de sobrevivência de meses.
11 . Construa a tabela de sobrevivência pelo método produto-limite (Kaplan-Meier). n =N n i+ = n i -d i t i n i d i q i p i =- q i S i = S i- p i t = e S = 9 / /9 9/ 7/9 *9/=,9 9/*7/9=7/=,7 4 7 /7 /7 7/*/7=/=, / /, 7 / 4/,4 4 /4 /4, / /, / /, / /, t i - momento no tempo n i nº de sobreviventes até ao momento t i d i nº de mortos no instante t i w i nº de censurados no instante t i q i- probabilidade de morrer no instante t i p i probabilidade de sobreviver no instante t i s i nº de sobreviventes no instante t i S i Sobrevivência cumulativa (probabilidade de sobreviver ao ao instante t i )
12 A sobrevivência no final de cada intervalo é igual ao produto da sobrevivência cumulativa até ao final do intervalo anterior pela sobrevivência condicional nesse intervalo As curvas de sobrevivência geralmente calculadas pelo método de Kaplan Meier, representam a probabilidade cumulativa (a probabilidade de sobrevivência) de um indivíduo permanecer livre de doença (acontecimento) em qualquer momento posterior à altura base. A probabilidade de sobrevivência apenas se altera quando ocorre o acontecimento em estudo, sendo a curva resultante numa série de segmentos (curva em escada). Assim o modelo de Kaplan Meier baseia-se na estimativa das probabilidades condicionais, da taxa de sobrevivência em cada ponto no tempo. Um dos pressupostos para a realização das tabelas de sobrevivência pelo método produto-limite de Kaplan Meier é que os indivíduos em que os dados são incompletos têm o mesmo risco que os indivíduos em que o acontecimento se verificou.
13 Exemplo dados completos O tempo de aleitamento, isto é o tempo decorrido desde o nascimento até ao desmame, pode ser considerado como uma variável tempo de sobrevivência Suponha que o tempo até ao desmame, em meses, tenha sido registado para crianças: 8 8 Considerando que não se verificou censura: Represente os tempos de observação das crianças
14 Como representaria uma base de dados para analisar estes dados? Criança tempo 8 8 status
15 Construa a tabela de Kaplan- Meier t i n i d i q i = d i / n i p i =- q i S i =S i- p i / -/=,8,8 / -/=,8,8*,8=,7 / -/=,9,7*,9=, 9 /9 -/9=,7,*,7=,4 / -/=,7,4*,7=,7 8 4 /4 -/4=,,7*,=, / -/=,,*,=,7 / -,7*=,
16
17 Represente a curva de Kaplan Meier
18 Com base na tabela que criou, responda Qual a probabilidade de uma criança ser amamentada pelo menos até ao sexto mês de vida? S() =,7 Qual a probabilidade de ser amamentada por mais de meses? S()=, Qual a probabilidade de ser amamentada por mais de meses? S()=,7 Qual foi o tempo mediano de aleitamento? O tempo mediano de aleitamento está entre e meses
19 EXEMPLO - Dados censurados A tabela anexa representa o tempo de sobrevivência de doentes +,, 4+,,, +, 7, 7, 7+, 8+ (+) dados incompletos Construa a tabela de sobrevivência pelo método produto-limite (Kaplan-Meier)
20 t i 4 n i d i w i q i / /9 /8 /7 p i 8/9 /7 S i,889,889, t i - momento no tempo n i nº de sobreviventes até ao momento t i d i nº de mortos no instante t i w i nº de censurados no instante t i q i- probabilidade de morrer no instante t i p i probabilidade de sobreviver no instante t i S i Sobrevivência cumulativa /, 7 4 /4 ½,7 8 /,7 O output do software estatístico SPSS é o seguinte Kaplan-Meier Time Status Cumulative Standard Cumulative Number Survival Error Events Remaining, 9,,8889,48 8 4, 7,,,49,9, 4 7, 4 7,,7,799 7, 8, Number of Cases: Censored: (,%) Events: Survival Time Standard Error 9% Confidence Interval Mean: ( ; 7 ) Median: 7 ( ; 9 )
21 , CURVA DE KAPLAN-MEIER SOBREVIVÊNCIA CUMULATIVA,9,8,7,,,4,,,, 4 8 TEMPO DE SOBREVIVÊNCIA (MESES)
22 EXERCÍCIO Os dados seguintes apresentados de acordo com o sexo relativos ao tempo de sobrevivência (em semanas) de 4 doentes com leucemia, retirados de um estudo clínico que pretendia comparar tratamento com placebo. Preencha os espaços vazios da tabela de sobrevivência obtida pelo método produto limite só para o sexo masculino e represente a curva de Kaplan Meier Sexo masculino: +, 4+, +, +, +,,, +,,,, 8,, 4, 4,,,,, Sexo feminino: 9+, 7+,,, +,, 9+, 7, +,,,, 7,,,,,, 8, 8, 8,
23 EXERCÍCIO,8,9,89 = 4 4,74,8 7,94,87, 8,4 9,4,9,,,99,9 8,,97,8,,9,77,,87, 4,97,,89, 8,9,9 /=, Si pi qi w i di ni ti
24 MÉTODO ACTUARIAL (CUTLER-EDERER) Pode-se utilizar um método alternativo de cálculo das probabilidades de sobrevivência, mediante uma abordagem da tabela da vida, quando o tempo para se alcançar o limite apenas se conhece num determinado intervalo de tempo (ex: no espaço de um ano). Um dos pressupostos para a realização das tabelas de sobrevivência é que os censurados durante um dado intervalo ocorram aleatoriamente nesse intervalo. EXEMPLO Os dados que se seguem representam o tempo de sobrevivência (em meses) de doentes com linfoma de Hodgkin, separados em dois grupos ( A- assintomáticos; B- com febre ou sudação ou emagrecimento superior a %). GRUPO A.+, 4.4+,., 9., 9.9, 4.4,.8, 8., 7.+, 8.,.+,.+,.+, 4., 4.8+, 44.+,.+, 4.+,.,.+,.4+,.+,.7+,.8+,.+, 8.+, 8.7+, 8.8+, 7.9+, 7.+, 74.8+, 7.+, 7.7+ GRUPO B., 4., 4.,.4,.7, 7.4, 7., 7.7, 8.8,.,.4, 8., 9.7,.9, 4.7, 7., 9.7,.+,.9,.,.4+, 7.7+, 4.9+, 4.+, 4.4+, 48.+, 48.9+,.4+, 4.4+,.4+ Construa a tabela de sobrevivência pelo método actuarial só para o grupo A
25 Tabela de sobrevivência dos doentes com linfoma de Hodgkin assintomáticos (método actuarial) t i n i d I w i q i p i S i - -,97,9,9-8 8,7,99,89-4,8,9,8 4-,4,99,77 -,77-4,,949, , ,74 4-,4,9,87-4,87-7 9, ,87 78+,8 Em que q = n d w/
26 ,9,,,,,,9,,,,,,9,,,, 4,,9,,, 4, 48,,9,,,, 7 4,,9,,, 8, 9,,9,,8,7,,,9,4,8,9, 4,,9,,84, 9, 9 8,,9,,9,,,,8,7,78, 7, 7,,,9,9,,, Std. Error of Cumulative Proportion Surviving at End of Interval Cumulative Proportion Surviving at End of Interval Proportion Surviving Proportion Terminating Number of Terminal Events Number Exposed to Risk Number Withdrawing during Interval Number Entering Interval Interval Start Time Sendo o output
27 COMPARAÇÃO DE CURVAS DE SOBREVIVÊNCIA Como se pode avaliar se duas ou mais curvas são estatisticamente equivalentes? O teste mais utilizado é designado por teste de log-rank. Quando dizemos que duas curvas de Kaplan Meier não são estatisticamente significativas, queremos dizer, baseados no teste, que compara as duas curvas na globalidade, que não temos evidência para indicar que as curvas de sobrevivência reais (população) são diferentes. No exemplo dos doentes com linfoma de Hodgkin (exemplo ) fomos comparar as curvas de sobrevivência dos dois grupos A e B. Pelo teste de log rank (estatístico=,8, gl= p=,7), p>,, concluindo-se que as curvas não diferem significativamente, isto é são equivalentes.
28 Teste de Log- rankχ = ) ( ) ( E E O E E O + ) m )*(m n n n ( e j j j j j j + + = ) m )*(m n n n ( e j j j j j j + + = H : não há diferença entre as curvas de sobrevivência A estatística de Log- rank segue uma distribuição do Quiquadrado com grau de liberdade segundo H j j j n n n + Proporção em risco do grupo no total j j m m + Nº de mortes nos dois grupos No caso de apenas dois grupos
29 LINFOMA DE HODGIN, MÉTODO PRODUTO LIMITE DE KAPLAN MEIER,9,8 Si,7,,,4, B,, A, T em po de sobrevivência (m eses)
30 EXERCÍCIO Complete a tabela de sobrevivência para os doentes com leucemia pertencentes ao grupo B, segundo o método actuarial. t i n i d i w i q i p i S i -,,9,9-7,,778,7,9,9, 8-4 9,8,84 4-,87,8,4 -,7,8,
31 BIBLIOGRAFIA Basic and Clinical Biostatistics. Chap Beth Dawson-Saunders and Robert G. Trapp 99, Prentice-Hall International Inc Survival Analysis David G. Kleinbaum 99 Springer-Verlag New-York,Inc
Análise de sobrevivência aplicada a pacientes HIV positivos
Análise de sobrevivência aplicada a pacientes HIV positivos Orientadora: Professora PhD Silva Shimakura Universidade Federal do Paraná Novembro de 2014 Sumário Resultados Conclusão Sumário Dados: Amostra
EPI3. Aula 6 Estudos de risco: Análise de sobrevida
EPI3 Aula 6 Estudos de risco: Análise de sobrevida 2015 Objetivo Estimar a sobrevida de um grupo populacional desde um determinado tempo T até a ocorrência de algum DESFECHO (doença, morte...) Verificar
ANÁLISE DE SOBREVIVÊNCIA. Airlane P. Alencar IME-USP Alessandra C. Goulart FM-USP
ANÁLISE DE SOBREVIVÊNCIA Airlane P. Alencar IME-USP Alessandra C. Goulart FM-USP Objetivo Estudar o tempo desde um instante inicial até a ocorrência de um evento (alha). Estudar o tempo de sobrevida de
Análise de Sobrevivência. Exercícios - Capítulo 1
Análise de Sobrevivência Profa. Suely Ruiz Giolo Departamento de Estatística - UFPR Exercícios - Capítulo 1 1. Suponha que seis ratos foram expostos a um material cancerígeno. Os tempos até o desenvolvimento
ANÁLISE DE SOBREVIVÊNCIA Teoria e aplicações em saúde. Caderno de Respostas Capítulo 4 Estimação não-paramétrica
ANÁLISE DE SOBREVIVÊNCIA Teoria e aplicações em saúde Caderno de Respostas Capítulo 4 Estimação não-paramétrica Exercício 4.1: Considere os dados de tempo de aleitamento de 15 crianças, descrito no exercício
Associação entre variáveis categóricas e IC95%
Associação entre variáveis categóricas e IC95% Andréa Homsi Dâmaso Programa de pós-graduação em Epidemiologia UFPEL Biotecnologia: Bioestatística e Delineamento Experimental Aula de hoje Teste do qui-quadrado
O passo inicial de qualquer análise estatística consiste em uma descrição dos dados através de análise descritiva (tabelas, medidas e gráficos).
TÉCNICAS NÃO-PARAMÉTRICAS O passo inicial de qualquer análise estatística consiste em uma descrição dos dados através de análise descritiva (tabelas, medidas e gráficos). Como a presença de censura invalida
ANÁLISE DE SOBREVIVÊNCIA 2ª LISTA DE EXERCÍCIOS
ANÁLISE DE SOBREVIVÊNCIA 2ª LISTA DE EXERCÍCIOS 1. A tabela a seguir apresenta o tempo, em dias, até a ocorrência dos primeiros sinais de alterações indesejadas no estado geral de saúde de 45 pacientes
Métodos Estatísticos Avançados em Epidemiologia
Métodos Estatísticos Avançados em Epidemiologia Análise de Sobrevivência - Conceitos Básicos Enrico A. Colosimo Departamento de Estatística Universidade Federal de Minas Gerais http://www.est.ufmg.br/
ESTUDO DE CASO. Terapêutica e prevenção secundária no tumor do pulmão
ESTUDO DE CASO Terapêutica e prevenção secundária no tumor do pulmão É bem conhecida a relação tabaco / tumor do pulmão, embora existam casos de neoplasia do pulmão sem antecedentes de tabagismo. Mesmo
ANÁLISE DE SOBREVIVÊNCIA Teoria e aplicações em saúde. Caderno de Respostas Capítulo 3 Funções Básicas de sobrevivência
ANÁLISE DE SOBREVIVÊNCIA Teoria e aplicações em saú Carno Respostas Capítulo 3 Funções Básicas sobrevivência Capitulo 3 - Funções básicas sobrevivência Exercício 3.1: A figura abaixo mostra uma curva sobrevivência.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA ANÁLISE DE SOBREVIDA EM 90 HOMENS COM CÂNCER DE LARINGE
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA ANÁLISE DE SOBREVIDA EM 90 HOMENS COM CÂNCER DE LARINGE Aluna: Scheylla Calazans Orientadora: Profa. Dra. Nívea S. Matuda
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Confiabilidade Lista 4. Professor: Enrico Colosimo Aluno: Augusto Filho Belo Horizonte - MG
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS ESPECIALIZAÇÃO EM ESTATÍSTICA Confiabilidade Lista 4 Professor: Enrico Colosimo Belo Horizonte - MG 2 Exercício 1. Os dados abaixo foram apresentados por Nelson & Schmee
Assume que a taxa de risco (hazard rate) é função das variáveis independentes (covariáveis)
MODELO DE RISCO PROPORCIONAL DE COX Uma escolha popular para relacionar a função hazard e um determinado número de covariáveis consiste no modelo de Cox. A função de risco h (t) (hazard function) também
Modelos de Análise de Sobrevivência
1 Modelos de Análise de Sobrevivência Ernesto F. L. Amaral Magna M. Inácio 02 de dezembro de 2010 Tópicos Especiais em Teoria e Análise Política: Problema de Desenho e Análise Empírica (DCP 859B4) TAXA
XXIII Jornadas ROR-SUL. 15, 16 e 17 Fevereiro 2016 Lisboa
XXIII Jornadas ROR-SUL 15, 16 e 17 Fevereiro 2016 Lisboa Estudo de Alta Resolução Linfomas Maria Gomes da Silva Objetivos 1. Descrever a epidemiologia dos diferentes tipos de linfomas na região do ROR
Capítulo 4 Inferência Estatística
Capítulo 4 Inferência Estatística Slide 1 Resenha Intervalo de Confiança para uma proporção Intervalo de Confiança para o valor médio de uma variável aleatória Intervalo de Confiança para a diferença de
Práticas Atuariais em Seguros e Pensões
Práticas Atuariais em Seguros e Pensões 11. Funções de Comutação Thaís Paiva [email protected] 1. Funções Biométricas 2. Tábuas de Mortalidade 3. Funções de Comutação Práticas Atuariais 11. Funções
Ajuste e comparação de modelos para dados grupados e censurados
Ajuste e comparação de modelos para dados grupados e censurados 1 Introdução José Nilton da Cruz 1 Liciana Vaz de Arruda Silveira 2 José Raimundo de Souza Passos 2 A análise de sobrevivência é um conjunto
Introdução à análise estatística com SPSS. Guião nº6: Medidas de associação
Introdução à análise estatística com SPSS Guião nº6: Medidas de associação Experiência sobre volume plasmático e o peso em 13 homens saudáveis Os investigadores pretendem descobrir se as variáveis volume
ESTUDO DE CONFIABILIDADE DE MOTORES DIESEL DE CAMINHÕES FORA DE ESTRADA
ESTUDO DE CONFIABILIDADE DE MOTORES DIESEL DE CAMINHÕES FORA DE ESTRADA Adriano Gonçalves dos Santos Ribeiro 1 Gean Carlo Feliciano de Almeida 1 1 Introdução Uma grande empresa do ramo de exploração de
Análise de Sobrevida. Silvia Emiko Shimakura Marilia Sá Carvalho Valeska Andreozzi. Análise de Sobrevida p. 1
Análise de Sobrevida Silvia Emiko Shimakura Marilia Sá Carvalho Valeska Andreozzi Análise de Sobrevida p. 1 Bibliografia Kleinbaum, D. & Klein, M. Survival analysis: a self-learning text. Springer, 1997.
XXIII Jornadas ROR-SUL. 15, 16 e 17 Fevereiro 2016 Lisboa
XXIII Jornadas ROR-SUL 15, 16 e 17 Fevereiro 2016 Lisboa Estudo de Alta Resolução Tumores Malignos do Pulmão Maria Teresa Almodovar Objetivos 1. Detectar as diferenças na sobrevivência do cancro do pulmão
Amostragem. Cuidados a ter na amostragem Tipos de amostragem Distribuições de amostragem
Amostragem Cuidados a ter na amostragem Tipos de amostragem Distribuições de amostragem 1 Muito Importante!! Em relação às amostras, deve assegurar-se a sua representatividade relativamente à população
Para ajudar a interpretar os resultados, o Cartão de Relatórios do Assistente do teste de % de defeituosos para 1 amostra exibe os seguintes
Este documento é de uma série de papéis que explicam a pesquisa conduzida por estatísticos da Minitab para desenvolver os métodos e as verificações de dados usadas no assistente no software estatístico
MODELAGEM E ESCOLHA ENTRE EMBALAGENS USANDO TÉCNICAS DE CONFIABILIDADE E ANÁLISE DE
Revista da Estatística da UFOP, Vol I, 2011 - XI Semana da Matemática e III Semana da Estatística, 2011 ISSN 2237-8111 MODELAGEM E ESCOLHA ENTRE EMBALAGENS USANDO TÉCNICAS DE CONFIABILIDADE E ANÁLISE DE
Estatística Computacional (Licenciatura em Matemática) Duração: 2h Frequência NOME:
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Estatística Computacional (Licenciatura em Matemática) Duração: 2h Frequência 24-05-2011 NOME: Observação: A resolução completa das perguntas inclui
Tipos de estudos epidemiológicos
Tipos de estudos epidemiológicos Vítor Salvador Picão Gonçalves Universidade de Brasília Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária Laboratório de Epidemiologia Veterinária - EpiPlan Objetivos da aula
BIOESTATÍSTICA. Prof ª Marcia Moreira Holcman
BIOESTATÍSTICA Prof ª Marcia Moreira Holcman [email protected] Bibliografia VIEIRA S. Introdução à Bioestatística, Editora Campus Rio de Janeiro, 1998. CALLEGARI-JACQUES SIDIA M. Bioestatísticos Princípios
Universidade de Brasília IE Departamento de Estatística. Análise de Diagnóstico para o Modelo de Regressão de Cox. Camila Farage de Gouveia
Universidade de Brasília IE Departamento de Estatística Análise de Diagnóstico para o Modelo de Regressão de Cox Camila Farage de Gouveia Orientadora: Prof.ª Dra. Juliana Betini Fachini Brasília, 2013.
Conceitos Básicos e Medidas em Demografia Mortalidade e Esperança de Vida
Martin Handford, Where s Wally? População, Espaço e Ambiente Abordagens Espaciais em Estudos de População: Métodos Analíticos e Técnicas de Representação Conceitos Básicos e Medidas em Demografia Mortalidade
Estatística descritiva
Estatística descritiva Para que serve a estatística? Qual o seu principal objectivo? obter conclusões sobre a população usando uma amostra? População Amostragem Amostra Uma ou mais variáveis (X) são observadas
Questionário- Teste de Conhecimento de Bioestatística
Questionário- Teste de Conhecimento de Bioestatística Este inquérito está inserido no trabalho de investigação Statistical interpretation of studies among doctors and medical students. Tem como objetivo
Questionário- Teste de Conhecimento de Bioestatística
Questionário- Teste de Conhecimento de Bioestatística Este inquérito está inserido no trabalho de investigação Statistical interpretation of studies among doctors and medical students. Tem como objetivo
Cap 7 Modelo de Cox. Outline. 2 Cap 2 O tempo. 3 Cap 3 Funções de Sobrevida. 5 Modelo de Cox. Carvalho MS (2009) Sobrevida 1 / 22
Outline Cap 7 Modelo de Cox 1 Cap 1 Introdução 2 Cap 2 O tempo 3 Cap 3 Funções de Sobrevida 4 Cap 4 Não-Paramétrica 5 Modelo de Cox Carvalho MS (2009) Sobrevida 1 / 22 Riscos Proporcionais Cap 7 Modelo
Questionário- Teste de Conhecimento de Bioestatística
Questionário- Teste de Conhecimento de Bioestatística Este inquérito está inserido no trabalho de investigação Statistical interpretation of studies among doctors and medical students. Tem como objetivo
Estatística Computacional (Licenciatura em Matemática) Duração: 2h Exame 14/06/10 NOME:
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Estatística Computacional (Licenciatura em Matemática) Duração: 2h Exame 14/06/10 NOME: Observação: A resolução completa das perguntas inclui a justificação
Stela Adami Vayego Estatística II CE003/DEST/UFPR
Resumo 1 Teste de hipóteses não paramétricos Os métodos não-paramétricos fazem poucas suposições sobre a natureza das distribuições dos dados. Não exige que as distribuições nas populações sejam normais,
Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa
Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Assunto: Risco Global Cardiovascular Nº: 06/DSPCS DATA: 18/04/07 Para: Contacto na DGS: Serviços Prestadores de Cuidados de Saúde do Serviço Nacional de Saúde
UM MODELO DE FRAGILIDADE PARA DADOS DISCRETOS DE SOBREVIVÊNCIA. Eduardo Yoshio Nakano 1
1 UM MODELO DE FRAGILIDADE PARA DADOS DISCRETOS DE SOBREVIVÊNCIA Eduardo Yoshio Nakano 1 1 Professor do Departamento de Estatística da Universidade de Brasília, UnB. RESUMO. Em estudos médicos, o comportamento
Testes de Hipóteses. : Existe efeito
Testes de Hipóteses Hipótese Estatística de teste Distribuição da estatística de teste Decisão H 0 : Não existe efeito vs. H 1 : Existe efeito Hipótese nula Hipótese alternativa Varia conforme a natureza
ISCTE Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa
ISCTE Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa Licenciatura em Gestão Exame de 2ª Época de Estatística II Duração: 2h +30m Nota: Não são prestados esclarecimentos durante a prova! Só é permitida
Análise de Sobrevivência
Análise de Sobrevivência Modelagem paramétrica Valeska Andreozzi 1 [email protected] & Marilia Sá Carvalho 2 [email protected] 1 Centro de Estatística e Aplicações da Universidade de Lisboa,
Questionário- Teste de Conhecimento de Bioestatística
Questionário- Teste de Conhecimento de Bioestatística Este inquérito está inserido no trabalho de investigação Statistical interpretation of studies among doctors and medical students. Tem como objetivo
Curso de Metodologia da Pesquisa em Ciências da Vida. Tópicos em bioestatística fundamentais para o pesquisador em Ciências da Vida
Tópicos em bioestatística fundamentais para o pesquisador em Ciências da Vida Conceito de bioestatística A bioestatística é um recurso matemático aplicado às ciências biológicas Tem por finalidade de coletar,
A ESTATÍSTICA Introdução Histórica
A ESTATÍSTICA Introdução Histórica Desde a antigu idade, os homens faziam registros: Número de habitantes; Nascimentos e óbitos; Avaliavam bens e riquezas do povo, para cobrar impostos; Estoque de alimentos,
Introdução à análise exploratória de dados
Introdução à análise exploratória de dados Wagner H. Bonat Elias T. Krainski Fernando P. Mayer Universidade Federal do Paraná Departamento de Estatística Laboratório de Estatística e Geoinformação LEG/DEST/UFPR
ESTUDOS DE COORTE. Baixo Peso Peso Normal Total Mãe usuária de cocaína
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA ESTUDOS DE COORTE 1) Com o objetivo de investigar
Conceitos Básicos e Medidas em Demografia Mortalidade e Esperança de Vida
Martin Handford, Where s Wally? População, Espaço e Ambiente Abordagens Espaciais em Estudos de População: Métodos Analíticos e Técnicas de Representação Conceitos Básicos e Medidas em Demografia Mortalidade
XVI COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS - IBAPE/AM 2011 NATUREZA DO TRABALHO: TRABALHO DE AVALIAÇÃO
XVI COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS - IBAPE/AM 2011 NATUREZA DO TRABALHO: TRABALHO DE AVALIAÇÃO Resumo: A abordagem proposta no estudo em questão é a utilização da
Ajustar Técnica usada na análise dos dados para controlar ou considerar possíveis variáveis de confusão.
Glossário Ajustar Técnica usada na análise dos dados para controlar ou considerar possíveis variáveis de confusão. Análise de co-variância: Procedimento estatístico utilizado para análise de dados que
ANÁLISE DE SOBREVIDA DE PACIENTES COM CÂNCER Modelo de Riscos proporcionais de COX
ANÁLISE DE SOBREVIDA DE PACIENTES COM CÂNCER Modelo de Riscos proporcionais de COX Renato Azeredo Teixeira (UFMG / SES-MG) Prof a. Arminda Lucia Siqueira (UFMG) Ana Paula Azevedo Travassos (UFMG) Fonte
Princípios de Bioestatística
Princípios de Bioestatística Medidas de efeito: Risco Relativo e Razão de Chances Enrico A. Colosimo/UFMG http://www.est.ufmg.br/ enricoc/ Depto. Estatística - ICEx - UFMG 1 / 19 2 / 19 Medidas de Efeito
1 Introdução. 2 Variáveis Aleatórias Discretas (VAD)
Prof. Janete Pereira Amador 1 1 Introdução Muitas situações cotidianas podem ser usadas como experimento que dão resultados correspondentes a algum valor, e tais situações podem ser descritas por uma variável
Introdução em Probabilidade e Estatística II
Introdução em Probabilidade e Estatística II Lista 7 Exercicio Em estudo genético um gene A foi destacado para detectar uma doença. Se dita que em pessoas doentes (pacientes) este gene mostra atividade
Introdução à Bioestatística Turma Nutrição
Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas Departamento de Estatística Introdução à Bioestatística Turma Nutrição Aula 8: Intervalos de Confiança para Média e Proporção Distribuição
Estimação de curvas de sobrevivência para estudos de custo-efetividade
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE MATEMÁTICA DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA Estimação de curvas de sobrevivência para estudos de custo-efetividade Autora: Letícia Herrmann Orientadora:
Capítulo 6 Estatística não-paramétrica
Capítulo 6 Estatística não-paramétrica Slide 1 Teste de ajustamento do Qui-quadrado Testes de independência e de homogeneidade do Qui-quadrado Algumas considerações Slide 2 As secções deste capítulo referem-se
Estatística Vital Aula 1-07/03/2012. Hemílio Fernandes Campos Coêlho Departamento de Estatística UFPB
Estatística Vital Aula 1-07/03/2012 Hemílio Fernandes Campos Coêlho Departamento de Estatística UFPB Programa proposto Noções de estatística descritiva Noções de probabilidade Noções de Intervalo de confiança
CAPÍTULO 6 CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DOS PLANOS DE AMOSTRAGEM
CAPÍTULO 6 CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DOS PLANOS DE AMOSTRAGEM A CCO define para cada plano de amostragem: a probabilidade de aceitação do lote (P) que tem uma qualidade p em porcentagem defeituosa, e
PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 35. Entende-se por comportamento endêmico de uma doença quando:
8 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 35 QUESTÃO 17 Entende-se por comportamento endêmico de uma doença quando: a) apresenta uma variação sazonal bem definida. b) ocorre em grande número de países
Aplicações de Análise de Sobrevivência na Área da Saúde
Aplicações de Análise de Sobrevivência na Área da Saúde Prof. Lupércio França Bessegato Departamento de Estatística UFJF E-mail: [email protected] Site: www.ufjf.br/lupercio_bessegato Lupércio
Metodologia Científica I Roumayne Andrade
Metodologia Científica I 2018.1 Roumayne Andrade 1- Qual das alternativas a seguir NÃO é um dos elementos geralmente utilizados para definir uma questão clínica específica que pode ser estudada por meio
Distribuição Normal. Apontamentos para a disciplina de Estatística I. Tomás da Silva, 2003/2006
Distribuição Normal Apontamentos para a disciplina de Estatística I Tomás da Silva, 2003/2006 Introdução: Curvas normais e distribuições normais A regra 689599,7 A distribuição normal padronizada (ou:
ANÁLISE DE SOBREVIVÊNCIA (MÓDULO II)
Universidade Federal do Pará Instituto de Ciências Exatas e Naturais Faculdade de Estatística Estatística Aplicada ANÁLISE DE SOBREVIVÊNCIA (MÓDULO II) Franciely Farias da Cunha (201007840014), aluna do
Amostragem Aleatória e Descrição de Dados - parte II
Amostragem Aleatória e Descrição de Dados - parte II 2012/02 1 Diagrama de Ramo e Folhas 2 3 4 5 Objetivos Ao final deste capítulo você deve ser capaz de: Construir e interpretar disposições gráficas dos
Capítulo 6 Estatística não-paramétrica
Capítulo 6 Estatística não-paramétrica Slide 1 Teste de ajustamento do Qui-quadrado Testes de independência e de homogeneidade do Qui-quadrado Testes dos sinais e de Wilcoxon Teste de Mann-Whitney Teste
METODOLOGIA EPIDEMIOLOGICA
METODOLOGIA EPIDEMIOLOGICA CLASSIFICAÇÃO DOS ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS: ESTUDOS DESCRITIVOS Os estudos descritivos objetivam informar sobre a distribuição de um evento, na população, em termos quantitativos.
Inferência Estatística: Conceitos Básicos II
Inferência Estatística: Conceitos Básicos II Distribuição Amostral e Teorema do Limite Central Análise Exploratória de dados no SPSS Flávia F. Feitosa BH1350 Métodos e Técnicas de Análise da Informação
Inferência Estatística:
Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas Departamento de Estatística Inferência Estatística: Princípios de Bioestatística decidindo na presença de incerteza Aula 8: Intervalos
