PLURALISMO E LEGITIMA ÄO

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1 ARMANDO MARQUES GUEDES Professor da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa CARLOS FEIJÖ Professor da Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto e da Universidade Catölica de Luanda CARLOS DE FREIT AS Professor da Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto, Luanda N'GUNU TINY Doutorando em Direito, na London School of Economics and Political Science, em Londres FRANCISCO PEREIRA COUTINHO Frequenta o programa de doutoramento da FDUNL RAQUEL BARRADAS DE FREITAS Frequenta o programa de doutoramento da FDUNL RAVI AFONSO PEREIRA Aluno da FDUNL RICARDO DO NASCIMENTO FERREIRA Aluno da FDUNL PLURALISMO E LEGITIMA ÄO A EDIFICAgÄO JURIDICA PÖS-COLONIAL DE ANGOLA ALMEDINA

2 Indice INTRODUCÄO GERAL 13 PARTE I A ADMINISTRACÄO PÜBLICA EM ANGOLA 1. DA ADMINISTRA^ÄO ANGOLANA: UMA introdugäo Uma Perspectiva Cronolögica e Analitica O Periodo Liberal Portugues A Carta Orgänica da Provincia de Angola (1917) A Estrutura Administrativa prevista na Carta: a Provincia, o Distrito, a Capitania- -Mor Os Örgäos do Estado em cada uma das Divisöes Administrativas A "Administragäo Privativa" O Estatuto Politico Administrative) da Provincia de Angola (1963) O Periodo de Transicäo A Estrutura Administrativa e os Novos Corpos da Administraeäo O Periodo Revolucionärio ou de Partido Unico: divisäo Administrativa A Lei Constitucional de Lei n e 1/76: Divisäo e Corpos Administrativos A Lei n 9 20/ A Lei de Revisäo de 1980 e a Lei n s 7/ A Lei de Revisäo de 1980: Örgäos "locais" do Estado A Lei n 9 7/81: Örgäos Singulares e Örgäos Colegiais 56

3 Pluralismo e Legitimagäo A Lei n s 21/88, de 31 de Dezembro de 1988: Governo vs. Administracäo "local" O Periodo Democrätico Lei n 9 12/91 e a Lei n 9 23/ O Decreto-lei n 3 17/ A Provincia O Municfpio A Comuna O Bairro ou Povoagäo A Progressäo do Estatuto Administrativo de Cabinda O ESTADO E O TERRITÖRIO ANGOLANO, OU DA RELEVÄNCIA DAS AUTO- R1DADES TRAD1C1ONAIS O Papel e o Lugar Estrutural das Autoridades Tradicionais em Äfrica O Caso Angolano O Desdobramento, em Paralelo, do Poder Local e das "Autoridades Tradicionais" em Angola Ecos E RESSONÄNCIAS? SUMÄRIO E CONCLUSÖES 109 PARTE II A ORGANIZACÄO JUDICIÄRIA DO ESTADO E OS MEIOS ALTERNATIVOS EM ANGOLA 4. INFORMALIDADE E ESTADO: O PLURALISMO JURISDICIONAL ANGOLANO EM MATERIA DE RESOLU^ÄO DE CONFLITOS A ORGANIZACÄO JUDICIÄRIA DO ESTADO EM ANGOLA Introdu?äo ä Organiza9äo Judiciäria Angolana Contemporänea Um primeiro passo para a Integracäo-Homogeneizagäo: o "Sistema Unificado de Justifa" de finais de Os Tribunais Civis Comuns de Angola O Tribunal Supremo Os Tribunais Provinciais Os Tribunais Municipais Os Nfveis da Organizagao Judiciäria O Tribunal de Contas A Magistratura Judicial 138

4 Indice O Conselho Superior da Magistratura Judicial O Ministerio Publico. A Procuradoria-Geral da Repüblica O Conselho Superior da Magistratura do Ministerio Publico A Justica Militär Os Tribunais Militares e as Autoridades Judiciärias Militares A ORDEM DOS ADVOGADOS O ESTADO DA JUSTICA EM ANGOLA As FORMAS "HIBRIDAS" DE RESOLUCÄO DE CONFLITOS A Resolucäo dos Conflitos Laborais A Resolucäo dos Conflitos Laborais em Angola O Ministerio do Emprego e a Inspeccäo-Geral do Trabalho O papel do Ministerio Publico O Tribunal Populär Revolucionärio As FORMAS "TRADICIONAIS" DE RESOLUCÄO DE CONFLITOS A Resolucäo-Encaminhamento de Conflitos e as "Autoridades Tradicionais" em Angola A Resolucäo de Conflitos no Sambo e no Bailundo Os Conflitos e a sua Resolucäo no Campo de Deslocados Casseque 3, Huambo O Estado e a Multiplicidade de Formas "Espontäneas" em Angola: Um Resumo e uma Reperspectivacäo de Conjunto 193 PARTE III O SISTEMA POLITICO-CONSTITUCIONAL EM ANGOLA 10. A PROGRESSÄO COMPLEXA DO SISTEMA POLITICO-CONSTITUCIONAL ANGOLANO O Estatuto Juridico-Poh'tico de Angola enquanto parte integrante do Imperio Portugues A l a Repüblica em Angola: da Tutela Colonial ä opcäo pelo Bloco Sovietico no contexto da Guerra Fria 212

5 Pluralismo e Legitimagäo AI- Repüblica: a Adopgäo do Marxismo-Leninismo como Modelo de Estado As Conjunturas Internas e Externas e a Independencia de Angola A Evolucäo, na muito lenta continuidade, do Constitucionalismo Angolano durante os anos 70 e A 2- REPÜBLICA: AVANCOS E RECUOS NA TENTATIVA DE RECONCILIACÄO NACIONAL O Emergir da 2 a Repüblica em Angola: a Fase da "Transicäo Democrätica" O Programa de Saneamento Economico-Financeiro (SEF) de 1987 como um primeiro passo numa "Transicäo Democrätica" a longo termo Por uma caracterizacäo das alteracöes constitucionais de 1991 e 1992: a tentativa de construgäo de uma plataforma politica para a reconciliacäo angolana A delinea äo formal do sistema de Governo em Angola Entre um "Sistema de Governo" e um mero "Modo de Governacäo": a utilidade analitica de um maior "realismo" constitucional em Angola Coerenciae Cronologia Consequencias do Protocolo de Lusaca de 1994 no sistema de Governo e no modo de Governacäo Angolanos A EMERGENCIA DE UMA 3 ä REPÜBLICA? A abertura de um novo processo constituinte como factor decisivo na construcäo da paz em Angola Rumo a um presidencialismo? Uma Constituigäo Angolana? Retoma e Resumo 282 PARTE IV CONCLUSÖES: DO ESTADO, DA SOCIEDADE CIVIL E DO DIREITO EM ANGOLA 13. A SOCIEDADE, o PLURALISMO E O ESTADO EM ANGOLA A SOCIEDADE CIVIL E O ESTADO 292

6 Indice As Sociedades Civis e os Estados em Äfrica O caso Angolano Formas organizacionais e movimentos politicos da sociedade civil em Angola Uma perspectivagäo de conjunto DA LEGITTMIDADE Ä LEGITIMACÄO CONCLUSÖES 343 BiBLIOGRAFIA 361 a) textos e diplomas Iegislativos utilizados 363 b) bibliografia geral utilizada (organizada por ordern cronolögica) 367

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