COMISSÃO NACIONAL DE ESTÁGIO E FORMAÇÃO
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- Pedro Lucas Thomas Oliveira Camarinho
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1 COMISSÃO NACIONAL DE ESTÁGIO E FORMAÇÃO Organização Judiciária Programa I Introdução 1 Conceito e âmbito da organização judiciária: 1.1. Considerações preliminares 1.2. Conceito 1.3. Âmbito 2 Noções fundamentais 2.1. Tribunais 2.2. Jurisdição 2.3. Competência 2.4. Instância e grau de jurisdição 2.5. Alçada 3 Fontes de direito respeitantes à organização judiciária: 3.1. Constituição da República Portuguesa 3.2. Diplomas legais e regulamentares 4 A independência dos tribunais e seus sentidos 5 Os juízes e a sua independência 5.1. Garantias e incompatibilidades 1
2 5.2. Os órgãos de gestão e disciplina dos juízes Conselho Superior da Magistratura Definição, composição e competências Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais Definição, composição e competências 6 O Ministério Público e a sua autonomia 6.1. Funções do Ministério Público 6.2. Garantias e incompatibilidades 6.3. A responsabilidade e a subordinação hierárquica dos magistrados do Ministério Público 6.4. O órgão de gestão e disciplina do Ministério Público Conselho Superior do Ministério Público Definição, composição e competências II Tribunais 1 Tribunal Constitucional 1.1. O Tribunal Constitucional e a sua disciplina autónoma na Constituição 1.2. A composição do Tribunal Constitucional e o mandato dos juízes 1.3. Jurisdição, sede e funcionamento 1.4. A competência fundamental do Tribunal Constitucional apreciação da inconstitucionalidade e da ilegalidade de normas 1.5. Inexistência de um recurso de amparo 1.6. Outras competências Tribunal de Contas 2.1. Definição e composição 2.2. Jurisdição, sede, secções regionais e funcionamento 2.3. Competência jurisdicional
3 3 Tribunais Judiciais a. Considerações gerais b. Jurisdição c. Enquadramento e organização do sistema judiciário segundo a Lei n.º 62/2013, de 26 de Agosto (LOSJ) e organização e funcionamento dos tribunais judiciais segundo o Decreto Lei n.º 49/2014, de 27 de Março (ROFTJ) d. Categorias e. Critérios determinantes da competência 3.1. Supremo Tribunal de Justiça Organização e funcionamento Competência em via de recurso e em 1ª instância 3.2. Tribunais da Relação Organização e funcionamento Competência em via de recurso e em 1ª instância 3.3. Tribunais de 1ª Instância Tribunais de competência territorial alargada a) tribunal da propriedade intelectual b) tribunal da concorrência, regulação e supervisão c) tribunal marítimo d) tribunal de execução das penas e) tribunal central de instrução criminal Tribunais de comarca o Instância central e instâncias locais o Secções de competência especializada da instância central 3
4 Cível Criminal Instrução criminal Família e menores Trabalho Comércio Execução o Secções de instância local Secções de competência genérica Cível Criminal Pequena criminalidade o Secção de proximidade A representação do MP 4 Tribunais Administrativos e Fiscais a. Considerações gerais b. Órgãos da jurisdição administrativa e fiscal c. Desdobramento e agregação 4.1. Supremo Tribunal Administrativo Sede e área de jurisdição Organização, funcionamento e competência 4.2. Tribunais Centrais Administrativos Sede e área de jurisdição Organização, funcionamento e competência 4.3. Tribunais Administrativos de Círculo e Tribunais Tributários Sede e área de jurisdição Organização, funcionamento e competência 4
5 5 Tribunal de Conflitos 5.1. Espécies de conflitos: conflitos de jurisdição e de competência 5.2. Natureza ad hoc do tribunal 5.3. Conflitos não resolvidos por esse tribunal 6 Julgados de Paz 6.1. Considerações preliminares 6.2. Circunscrição territorial e sede 6.3. Competência em razão do objecto, do valor, da matéria e do território 6.4. Relação entre a sua competência e a dos tribunais judiciais Notas Finais: Os formandos já são licenciados em direito, não competindo à Ordem dos Advogados repetir, no estágio, a formação jurídica teórica ministrada nas universidades, pelo que a metodologia de formação se deve centrar na apresentação e discussão de casos de estudo, evitando aulas de tipo expositivo e incentivando os formandos a uma preparação teórica prévia à frequência das sessões. Neste contexto, o programa que antecede não constitui um roteiro obrigatório ou limitativo das matérias a abordar, mas apenas um índice geral que os senhores formadores podem utilizar com a necessária flexibilidade. Os senhores formadores deverão, sempre que tal seja possível e aplicável à matéria em estudo, servir se de recursos pedagógicos interativos, como a simulação de situações práticas. 5
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