Código de Processo Civil
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- Yan Padilha
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1 Código de Processo Civil ª Edição Atualização nº 1 1
2 Atualização nº 1 EDITOR EDIÇÕES ALMEDINA, S.A. Rua Fernandes Tomás nºs 76, 78, Coimbra Tel.: Fax: [email protected] ISBN ORIGINAL Abril, 2019 PÁGINA INTERNET DO LIVRO 2
3 ATUALIZAÇÃO Nº 1 1) A Lei nº 27/2019, de 28 de março, alterou o Código de Processo Civil e a Lei da Organização do Sistema Judiciário, implicando as seguintes alterações: a) Na página 49, é revogado o artigo 57º do Código de Processo Civil; b) Na página 55, os artigos 87º e 88º do Código de Processo Civil passam a ter a seguinte redação: Artigo 87º Execução pelas indemnizações 1. Para a execução pelas indemnizações referidas no artigo 542º e preceitos análogos é competente o tribunal em que haja corrido o processo no qual tenha sido proferida a condenação. 2. A execução pelas indemnizações corre por apenso ao respetivo processo. (Redação dada pela Lei nº 27/2019, de 28-03) Artigo 88º Execução pelas indemnizações derivadas de condenação em tribunais superiores Quando a condenação em indemnização tiver sido proferida na Relação ou no Supremo Tribunal de Justiça, a execução corre no tribunal de 1ª instância competente da área em que o processo haja corrido. (Redação dada pela Lei nº 27/2019, de 28-03) c) Na página 378, a secção VIII do capítulo V do título V e o artigo 131º da Lei da Organização do Sistema Judiciário passam a ter a seguinte redação: SECÇÃO VIII Execução de decisões relativas a multas penais e indemnizações Artigo 131º Execução por multas penais e indemnizações A execução das decisões relativas a multas penais e indemnizações previstas na lei processual aplicável compete ao juízo ou tribunal que as tenha proferido. (Redação dada pela Lei nº 27/2019, de 28-03) 3
4 CÓDIGO CIVIL 2) A Lei nº 19/2019, de 19 de fevereiro, alterou a Lei da Organização do Sistema Judiciário, aprovada pela Lei nº 62/2013, de 26 de agosto, implicando as seguintes alterações: a) Nas páginas , o artigo 82º passa a ter a seguinte redação: Artigo 82º Realização de audiências de julgamento ou outras diligências processuais 1. Podem ser realizadas em qualquer juízo, ainda que de proximidade, audiências de julgamento ou outras diligências processuais cuja realização aí seja determinada, nos termos da lei do processo, pelo juiz titular ou pelo magistrado do Ministério Público, ouvidas as partes. 2. As audiências judiciais e diligências referidas no número anterior podem ainda, quando o interesse da justiça ou outras circunstâncias ponderosas o justifiquem, ser realizadas em local diferente, na respetiva circunscrição ou fora desta. 3. As audiências de julgamento dos processos de natureza criminal da competência do tribunal singular são realizadas no juízo territorialmente competente de acordo com as regras processuais fixadas para conhecer do crime, ainda que se trate de um juízo de proximidade. 4. Não se aplica o disposto no número anterior aos julgamentos em processo sumário. 5. As audiências de julgamento dos processos de natureza cível da competência dos juízos locais cíveis ou dos juízos de competência genérica são realizadas no juízo territorialmente competente de acordo com as regras processuais aplicáveis, ainda que se trate de um juízo de proximidade. 6. A fim de prevenir o risco de sobreposição de datas de diligências a que devam comparecer ou presidir os magistrados do Ministério Público, deve o juiz providenciar pela marcação do dia e hora da sua realização mediante prévio acordo com aqueles, aplicando-se, com as devidas adaptações, o disposto no artigo 151º do Código de Processo Civil. b) Na página 351, o artigo 82º-A passa a ter a seguinte redação: Artigo 82º-A Realização de diligências em municípios onde não esteja sediado tribunal ou juízo Em municípios onde não esteja sediado tribunal ou juízo, o Ministério da Justiça pode definir por portaria, ouvidos o Conselho Superior da Magistratura e o Conselho Superior do Ministério Público: a) Instalações adequadas, designadamente edifícios públicos, em que se podem realizar atos judiciais, julgamentos criminais da competência de juiz singular e audiên- 4
5 cias de julgamento de processos de natureza cível da competência dos juízos locais cíveis ou dos juízos de competência genérica; b) A instalação, em espaços afetos a serviços da justiça ou a outros serviços públicos, de equipamentos tecnológicos que permitam a comunicação, por meio visual e sonoro, em tempo real, com vista à realização de inquirições ou outras diligências processuais, sempre que o magistrado considere que a utilização daquele meio não prejudica a genuinidade da produção e da assunção da prova e que as acessibilidades dificultam o acesso dos cidadãos residentes nesse município ao tribunal ou juízo da causa. c) Nas páginas , o artigo 130º passa a ter a seguinte redação: Artigo 130º Competência 1. Os juízos locais cíveis, locais criminais e de competência genérica possuem competência na respetiva área territorial, tal como definida em decreto-lei, quando as causas não sejam atribuídas a outros juízos ou tribunal de competência territorial alargada. 2. Os juízos locais cíveis, locais criminais e de competência genérica possuem ainda competência para: a) Proceder à instrução criminal, decidir quanto à pronúncia e exercer as funções jurisdicionais relativas ao inquérito, onde não houver juízo de instrução criminal ou juiz de instrução criminal; b) Fora dos municípios onde estejam instalados juízos de instrução criminal, exercer as funções jurisdicionais relativas aos inquéritos penais, ainda que a respetiva área territorial se mostre abrangida por esse juízo especializado; c) Exercer, no âmbito do processo de execução, as competências previstas no Código de Processo Civil, onde não houver juízo de execução ou outro juízo ou tribunal de competência especializada competente; d) Julgar os recursos das decisões das autoridades administrativas em processos de contraordenação, salvo os recursos expressamente atribuídos a juízos de competência especializada ou a tribunal de competência territorial alargada; e) Cumprir os mandados, cartas, ofícios e comunicações que lhes sejam dirigidos pelos tribunais ou autoridades competentes; f) Exercer as demais competências conferidas por lei. 3. Nas situações a que se reporta a alínea b) do número anterior, o Conselho Superior da Magistratura define, detalhadamente, os atos jurisdicionais a praticar por cada um dos juízos locais e juízos de competência genérica. 4. Os juízos de pequena criminalidade, possuem competência para: a) Causas a que corresponda a forma de processo sumário, abreviado e sumaríssimo; 5
6 b) Recursos das decisões das autoridades administrativas em processo de contraordenação a que se refere a alínea d) do nº 2, quando o valor da coima aplicável seja igual ou inferior a ,00, independentemente da sanção acessória. 5. Compete aos juízos de proximidade: a) Assegurar a realização das audiências de julgamento, de acordo com o regime constante dos nºs 3, 4 e 5 do artigo 82º; b) Assegurar a realização das demais audiências de julgamento ou outras diligências processuais que sejam determinadas pelo juiz competente, nomeadamente quando daí resultem vantagens para a aquisição da prova ou as condições de acessibilidade dificultem gravemente a deslocação dos intervenientes processuais. 6. Incumbe, ainda, aos juízos de proximidade: a) Prestar informações de caráter processual, no âmbito dos tribunais sediados na respetiva comarca, em razão do especial interesse nos atos ou processos, desde que observadas as limitações previstas na lei para a publicidade do processo e segredo de justiça; b) Proceder à receção de papéis, documentos e articulados destinados a processos que corram ou tenham corrido termos em qualquer tribunal sediado na comarca; c) Operacionalizar e acompanhar as diligências de audição com recurso a equipamento tecnológico que permita a comunicação, por meio visual e sonoro, em tempo real; d) Praticar os atos que venham a ser determinados pelos órgãos de gestão. d) Nas páginas , o anexo I passa a ter a seguinte redação: ANEXO I (a que se refere o nº 1 do artigo 32º) Tribunal da Relação de Guimarães Comarcas: Braga, Bragança, Viana do Castelo e Vila Real. Tribunal da Relação do Porto Comarcas: Aveiro, Porto e Porto Este. Tribunais de competência territorial alargada: Tribunal de Execução das Penas do Porto. Tribunal da Relação de Coimbra Comarcas: Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria e Viseu. Tribunais de competência territorial alargada: Tribunal de Execução das Penas de Coimbra. 6
7 Tribunal da Relação de Lisboa Comarcas: Açores, Lisboa, Lisboa Norte, Lisboa Oeste e Madeira. Tribunais de competência territorial alargada: Tribunal da Propriedade Intelectual, Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão, Tribunal Marítimo, Tribunal de Execução das Penas dos Açores, Tribunal de Execução das Penas de Lisboa e Tribunal Central de Instrução Criminal. Tribunal da Relação de Évora Comarcas: Beja, Évora, Faro, Portalegre, Santarém e Setúbal. Tribunais de competência territorial alargada: Tribunal de Execução das Penas de Évora. e) Na página 398, o anexo III passa a ter a seguinte redação: ANEXO III (a que se refere o nº 4 do artigo 83º) Tribunais de Execução das Penas Sede: Coimbra. comarcas de Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria (com exceção do estabelecimento prisional das Caldas da Rainha) e Viseu. Sede: Évora. comarcas de Beja, Évora (com exceção dos estabelecimentos prisionais de Alcoentre e de Vale de Judeus), Faro, Portalegre, Santarém e Setúbal. Sede: Lisboa. comarcas de Lisboa, Lisboa Norte, Lisboa Oeste, Madeira e estabelecimentos prisionais de Alcoentre, das Caldas da Rainha e de Vale de Judeus. Sede: Porto. comarcas de Aveiro, Braga, Bragança, Porto, Porto Este, Viana do Castelo e Vila Real. Sede: Ponta Delgada. comarca dos Açores, estabelecimento prisional de Angra do Heroísmo, estabelecimento prisional regional de Ponta Delgada e cadeia de apoio da Horta. 7
8 Tribunal Marítimo Sede: Lisboa. Departamento Marítimo do Norte, do Centro e do Sul. Tribunal da Propriedade Intelectual Sede: Lisboa. território nacional. Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão Sede: Santarém. território nacional. Tribunal Central de Instrução Criminal Sede: Lisboa. território nacional. O mesmo diploma que altera o anexo III também o republica: 2) O Decreto-Lei nº 38/2019, de 18 de março, e a Lei nº 19/2019, de 19 de fevereiro, alteraram o Regime da Organização e Funcionamento dos Tribunais Judiciais, aprovado pelo Decreto-Lei nº 49/2014, de 27 de março, implicando as seguintes alterações: a) Na página 420, o artigo 65º passa a ter a seguinte redação: Artigo 65º Criação de tribunais de competência territorial alargada São criados os seguintes tribunais de competência territorial alargada: a) Tribunal de Execução das Penas dos Açores; b) Tribunal de Execução das Penas de Coimbra; c) Tribunal de Execução das Penas de Évora; d) Tribunal de Execução das Penas de Lisboa; e) Tribunal de Execução das Penas do Porto; f) Tribunal Marítimo; g) Tribunal da Propriedade Intelectual; h) Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão; i) Tribunal Central de Instrução Criminal. 8
9 b) Nas páginas , são alterados os mapas III, IV e V anexos ao Decreto-Lei nº 49/2014, sendo republicados no mesmo diploma os mapas I, II, III, IV e V do mesmo Decreto-Lei. As versões alteradas e republicadas destes mapas podem se consultadas aqui: 9
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