DEUS A Análise de Kardec.
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- Rafael Barros Nunes
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1 DEUS A Análise de Kardec
2 Objetivo: Aprimorar o entendimento sobre a visão espírita de Deus, delineada por Kardec n'o Livro dos Espíritos e n'a Gênese. Pontos a debater: 1) O que é Deus; 2) Existência de Deus; 3) Da natureza divina; 4) A providência; 5) A visão de Deus.
3 O Livro dos Espíritos
4 Questão 1 Que é Deus? Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas Como causa primeira, tudo, além de Deus, só existe por causa do próprio Deus.
5 Questão 3 Poder-se-ia dizer que Deus é o infinito? Definição incompleta. Pobreza da linguagem humana, insuficiente para definir o que está acima da linguagem dos homens. Kardec: Deus é infinito em Suas perfeições, mas o infinito é uma abstração. Dizer que Deus é o infinito é tomar o atributo de uma coisa pela coisa mesma, é definir uma coisa que não está conhecida por uma outra que não está mais do que a primeira.
6 Questão 4 Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus? Num axioma que aplicais às vossas ciências. Não há efeito sem causa. Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem e a vossa razão responderá. Kardec: Para crer-se em Deus, basta se lance o olhar sobre as obras da Criação. O Universo existe, logo tem uma causa. Duvidar da existência de Deus é negar que todo efeito tem uma causa e avançar que o nada pôde fazer alguma coisa.
7 Questão 5 Que dedução se pode tirar do sentimento instintivo, que todos os homens trazem em si, da existência de Deus? A de que Deus existe; pois, donde lhes viria esse sentimento, se não tivesse uma base? É ainda uma consequência do princípio - não há efeito sem causa.
8 Questão 7 Poder-se-ia achar nas propriedades íntimas da matéria a causa primária da formação das coisas? Mas, então, qual seria a causa dessas propriedades? É indispensável sempre uma causa primária. Kardec: Atribuir a formação primária das coisas às propriedades íntimas da matéria seria tomar o efeito pela causa, porquanto essas propriedades são, também elas, um efeito que há de ter uma causa..
9 Questão 8 Em que é que, na causa primária, se revela uma inteligência suprema e superior a todas as inteligências? Tendes um provérbio que diz: Pela obra se reconhece o autor. Pois bem! Vede a obra e procurai o autor... Kardec: Do poder de uma inteligência se julga pelas obras. Não podendo nenhum ser humano criar o que a Natureza produz, a causa primária é, conseguintemente, uma inteligência superior à Humanidade. Quaisquer que sejam os prodígios que a inteligência humana tenha operado, ela própria tem uma causa e, quanto maior for o que opere, tanto maior há de ser a causa primária. Aquela inteligência superior é que é a causa primária de todas as coisas, seja qual for o nome que lhe dêem.
10 Questão 11 Será dado um dia ao homem compreender o mistério da Divindade? Quando não mais tiver o espírito obscurecido pela matéria. Quando, pela sua perfeição, se houver aproximado de Deus, ele o verá e compreenderá. Kardec: A inferioridade das faculdades do homem não lhe permite compreender a natureza íntima de Deus. Na infância da Humanidade, o homem O confunde muitas vezes com a criatura, cujas imperfeições lhe atribui; mas, à medida que nele se desenvolve o senso moral, seu pensamento penetra melhor no âmago das coisas; então, faz idéia mais justa da Divindade e, ainda que sempre incompleta, mais conforme à sã razão.
11 Atributos da divindade Suprema e soberana inteligência Eterno Imutável Imaterial Onipotente Soberanamente justo e bom Infinitamente perfeito Único É limitada a inteligência do homem, pois que não pode fazer, nem compreender tudo o que existe. Isto é, não teve começo e não terá fim. Se estivesse sujeito a mudanças, nenhuma estabilidade teriam as leis que regem o Universo. Sua natureza difere de tudo o que chamamos matéria. Se não possuísse o poder supremo, sempre se poderia conceber uma entidade mais poderosa e assim por diante, até chegar-se ao ser cuja potencialidade nenhum outro ultrapassasse. Esse então é que seria Deus. A providencial sabedoria das leis divinas se revela nas mais pequeninas coisas, como nas maiores. Sem o infinito das perfeições, sem o que não seria Deus, Consequência do fato de serem infinitas as suas perfeições.
12 Escala Espírita (LE parte 2 cap. 1) Espíritos Primeira ordem Espíritos puros Segunda ordem Bons espíritos Terceira ordem Espíritos imperfeitos 1 classe 4 classes 5 classes
13 Primeira Ordem Espíritos Puros LE-112. CARACTERES GERAIS. - Nenhuma influência da matéria. Superioridade intelectual e moral absoluta, com relação aos Espíritos das outras ordens. LE-113. Primeira classe. Classe única. - Os Espíritos que a compõem percorreram todos os graus da escala e se despojaram de todas as impurezas da matéria... Essa felicidade, porém, não é a ociosidade monótona, a transcorrer em perpétua contemplação. Eles são os mensageiros e os ministros de Deus, cujas ordens executam para manutenção da harmonia universal.
14 O Livro dos Médiuns
15 Cap. XXIV Da Identidade dos Espíritos 256. À medida que os Espíritos se purificam e elevam na hierarquia, os caracteres distintivos de suas personalidades se apagam, de certo modo, na uniformidade da perfeição; nem por isso, entretanto, conservam eles menos suas individualidades. É o que se dá com os Espíritos superiores e os Espíritos puros Os Espíritos superiores formam, por assim dizer, um todo coletivo, cujas individualidades nos são, com exceções raras, desconhecidas... Se não conseguimos distinguir entre espíritos elevados, como distinguiríamos vários deuses?
16 A Gênese Cap. II
17 Existência de Deus 3. - Outro princípio igualmente elementar e que, de tão verdadeiro, passou a axioma é o de que todo efeito inteligente tem que decorrer de uma causa inteligente. Conceito muitas vezes mal interpretado. É preciso lembrar que o espírito também é inteligente.
18 Obras humanas
19 Obras não-humanas
20 As obras não-humanas demonstram causa além da capacidade humana.
21 As obras humanas e nãohumanas apresentadas são efeitos de uma causa inteligente. Todavia, são obras materiais.
22 Existência de Deus 6. As obras ditas da Natureza são produzidas por forças materiais que atuam mecanicamente, em virtude das leis de atração e repulsão... Ora, as forças orgânicas da Natureza são puramente automáticas. Tudo isso é verdade; mas, essas forças são efeitos que hão de ter uma causa e ninguém pretende que elas constituam a Divindade. Observamos o universo, porém não necessariamente é criação direta de Deus.
23 Da Natureza Divina 8. - Sem o conhecimento dos atributos de Deus, impossível seria compreender-se a obra da criação. Esse o ponto de partida de todas as crenças religiosas e é por não se terem reportado a isso, como ao farol capaz de as orientar, que a maioria das religiões errou em seus dogmas.
24 Da Natureza Divina 8. - Não é dado ao homem sondar a natureza íntima de Deus. Para compreendê-lo, ainda nos falta o sentido próprio, que só se adquire por meio da completa depuração do Espírito. Mas, se não pode penetrar na essência de Deus, o homem, desde que aceite como premissa a sua existência, pode, pelo raciocínio, chegar a conhecer-lhe os atributos necessários, porquanto, vendo o que ele absolutamente não pode ser, sem deixar de ser Deus, deduz daí o que ele deve ser. A análise da natureza de Deus deve se basear no que Ele não é.
25 Deus único Não poderia existir outro Deus, salvo sob a condição de ser igualmente infinito em todas as coisas, visto que, se houvesse entre eles a mais ligeira diferença, um seria inferior ao outro, subordinado ao poder desse outro e, então, não seria Deus. Se houvesse entre ambos igualdade absoluta, isso equivaleria a existir, de toda eternidade, um mesmo pensamento, uma mesma vontade, um mesmo poder. Confundidos assim, quanto à identidade, não haveria, em realidade, mais que um único Deus.
26 Conclusão
27 O Livro dos Espíritos 14. Deus é um ser distinto, ou será, como opinam alguns, a resultante de todas as forças e de todas as inteligências do Universo reunidas? Se fosse assim, Deus não existiria, porquanto seria efeito e não causa. Ele não pode ser ao mesmo tempo uma e outra coisa....
28 Continuação Deus existe; disso não podeis duvidar e é o essencial. Credeme, não vades além. Não vos percais num labirinto donde não lograríeis sair. Isso não vos tornaria melhores, antes um pouco mais orgulhosos, pois que acreditaríeis saber, quando na realidade nada saberíeis. Deixai, consequentemente, de lado todos esses sistemas; tendes bastantes coisas que vos tocam mais de perto, a começar por vós mesmos. Estudai as vossas próprias imperfeições, a fim de vos libertardes delas, o que será mais útil do que pretenderdes penetrar no que é impenetrável.
29 Deus existe; disso não podeis duvidar e é o essencial. Crede-me, não vades além. Não vos percais num labirinto donde não lograríeis sair... Fica claro o motivo pelo qual se reconhece o verdadeiro espírita pelo esforço e não pela crença em Deus.
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