Deus. Sérgio Biagi Gregório
|
|
|
- Nicholas de Abreu Silveira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Deus Sérgio Biagi Gregório SUMÁRIO: 1. Introdução. 2. Conceito: 2.1. A Origem da Idéia de Deus; 2.2. Etimologia; 2.3. Significado de Deus. 3. Deus e a Divindade: Monoteísmo e Politeísmo. 4. A Revelação de Deus. 5. Provas da Existência de Deus. 6. Deus da Fé e Deus da Razão. 7. Atributos da Divindade. 8. Imagem de Deus. 9. Conclusão. 10. Bibliografia Consultada. 1. INTRODUÇÃO O objetivo deste estudo é buscar uma compreensão mais abrangente da idéia de Deus. Embora seja difícil não só definir Deus como também provar a sua existência, temos condições de senti-lo e de intui-lo em nossa mente e em nossos corações. É o que faremos neste ensaio sintético. 2. CONCEITO DE DEUS 2.1. A ORIGEM DA IDÉIA DE DEUS A origem da idéia de Deus pode ser concebida: através da antiga doutrina cristã, que afirma que Deus se revelou aos antepassados do povo de Israel por meio das comunicações pessoais que lhes deram uma noção verdadeira, porém incompleta do Deus único, infinito e eterno; depois, no decurso de sua história, foi o povo alcançando gradualmente uma idéia mais adequada e estável acerca da natureza e dos atributos de Deus; como resultado de um desenvolvimento puramente natural. Enquanto o homem se manteve no nível meramente animal não houve nele a idéia de Deus, se bem que existisse uma tendência para a religião. As suas necessidades e aspirações não encontravam satisfação no Mundo ambiente; conheceu as dificuldades e a dor. Em tais circunstâncias, surgiram no seu espírito "por necessidade psicológica" a idéia de encontrar auxílio que de algures lhe viesse, bem como a de algum poder ou poderes capazes de lho ministrar. Uma vez introduzida a idéia de Deus, observa-se a tendência para a multiplicação dos deuses (e daí o politeísmo). Com o alargamento da família para a nação, a esfera de deus também ia se ampliando, e as vitórias sobre outras nações, assim como um mais largo entendimento no que concerne ao Mundo, teriam produzido enfim a idéia de um deus único além do qual todos os outros deuses seriam somente pretensos deuses, sem existência real. (Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira) 2.2. ETIMOLOGIA
2 Deus é um dos conceitos mais antigos e fecundos do patrimônio cultural da humanidade. Deriva do indo-europeu deiwos (resplandecente, luminoso), que designava originariamente os celestes (Sol, Lua, estrelas etc.) por oposição aos humanos, terrestre por natureza. Psicologicamente corresponde ao objeto supremo da experiência religiosa, no qual se concentram todos os caracteres do numinoso ou sagrado. (Enciclopédia Verbo da Sociedade e do Estado) SIGNIFICADO DE DEUS Tomou esta palavra a significação de princípio de explicação de todas as coisas, da entidade superior, imanente ou transcendente ao mundo (cosmos), ou princípio ou fim, ou princípio e fim, ser simplicíssimo, potentíssimo, único ou não, pessoal ou impessoal, consciente ou inconsciente, fonte e origem de tudo, venerado, adorado, respeitado, amado nas religiões e nas diversas ciências. Deste modo, em toda a parte onde está o homem, em seu pensamento e em suas especulações, a idéia de Deus aflora e exige explicações. É objeto de fé ou de razão, de temor ou de amor, mas para ele se dirigem as atenções humanas, não só para afirmar a sua existência, como para negá-la. (Santos, 1965) Para o Espiritismo, Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. 3. DEUS E A DIVINDADE: MONOTEÍSMO E POLITEÍSMO Os termos monoteísmo e politeísmo surgem no processo de identificação ou de distinção entre Deus e a divindade. No politeísmo há uma hierarquia de deuses, de modo que não há uma identidade entre Deus e Divindade. A não observância dessa distinção acaba por confundir muitas mentes. Platão, Aristóteles e Bergson, por exemplo, são qualificados como monoteístas, quando na realidade não o são. No Timeu de Platão, o Demiurgo delega a outros deuses, criados por ele próprio, parte de suas funções criadoras; o Motor de Aristóteles, pressupõe a existência de outros motores menores. Em outros termos, a substância divina é participada por muitas divindades. Convém, assim, não confundir a unidade de Deus com um reconhecimento da unicidade de Deus. A unidade pressupõe a multiplicidade. Quer dizer, Deus sendo uno, ele pode multiplicar-se em vários deuses, formando uma hierarquia. Mas justamente por isso não é único: a unidade não elimina a multiplicidade, mas a recolhe em si mesma. Obviamente a multiplicidade de deuses em que se multiplica e se expande a divindade, não exclui a hierarquia e a função preemintente de um deles (o Demiurgo de Platão, o Primeiro Motor de Aristóteles, o Bem de Plotino); mas o reconhecimento de uma hierarquia e de um chefe da hierarquia não significa absolutamente a coincidência de Divindade e Deus e não é, portanto, monoteísmo. O monoteísmo é caracterizado não pela presença de uma hierarquia, mas pelo
3 reconhecimento de que a divindade é possuída só por Deus e que Deus e divindade coincidem. Nas discussões Trinitárias da Idade Patrística e da Escolástica, a identidade de Deus e da divindade foi o critério dirimente para reconhecer e combater aquelas interpretações que se inclinavam para o Triteísmo. Certamente, a Trindade é apresentada constantemente como um mistério que a razão mal pode roçar. Mas o que importa relevar é que a unidade divina só é considerada abalada quando, com a distinção entre Deus e a divindade, se admite, implícita ou explicitamente, a participação da mesma divindade por dois ou mais seres individualmente distintos. (Abbagnano, 1970) Para o Espiritismo, Deus é o Criador do Universo. Portanto, admite a tese monoteísta. Contudo, os Espíritos por Ele criado, conforme o grau de evolução alcançado, podem ser classificados como Espíritos Co-Criadores em plano maior e Espíritos Co-Criadores em plano menor. De acordo com o Espírito André Luiz, em Evolução em Dois Mundos, os Espíritos Co-Criadores em plano maior "tomam o plasma divino e convertem-no em habitações cósmicas, de múltiplas expressões, radiantes e obscuras, gaseificadas ou sólidas, obedecendo a leis predeterminadas, quais moradias que perduram por milênios e milênios, mas que se desgastam e se transformam, por fim, de vez que o Espírito Criado pode formar ou co-criar, mas só Deus é o Criador de Toda a Eternidade"..."Em análogo alicerce, as Inteligências humanas que ombreiam conosco utilizam o mesmo fluido cósmico, em permanente circulação no Universo, para a Co-Criação em plano menor, assimilando os corpúsculos da matéria com a energia espiritual que lhes é própria, formando assim o veículo fisiopsicossomático em que se exprimem ou cunhando as civilizações que abrangem no mundo a Humanidade Encarnada e a Humanidade Desencarnada". (Xavier, 1977, p.20 a 23). 4. A REVELAÇÃO DE DEUS A revelação de Deus aos homens pode ocorrer de três modos: 1.º) a que atribui à iniciativa do homem e ao uso das capacidades naturais de que dispõe, o conhecimento que o homem tem de Deus; 2.º) a que atribui à iniciativa de Deus e à sua revelação o conhecimento que o homem tem de Deus; 3.º) a que atribui à mescla das duas anteriores: a revelação não faz senão por concluir e levar à plenitude o esforço natural do homem de conhecer a Deus. Desses três pontos de vista, o primeiro é o mais estritamente filosófico, os outros dois são predominantemente religiosos. O segundo ponto de vista pode ser visto em Pascal, quando afirma que "É o coração que sente a Deus, não a razão". O terceiro ponto de vista foi encarnado pela Patrística, que considerou a revelação cristã como complemento da filosofia grega. (Abbagnano, 1970) De acordo com o Espiritismo, o que caracteriza a revelação espírita é o ser divina a sua origem e da iniciativa dos Espíritos, sendo sua elaboração fruto do trabalho do homem. E como meio de elaboração, o Espiritismo procede
4 exatamente da mesma forma que as ciências positivas, aplicando o método experimental: formula hipóteses, testa-as e tira conclusões. (Kardec, 1975, p. 19 e 20) 5. PROVAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS A prova da existência pode ser encontrada no axioma que aplicamos à ciência: não há efeito sem causa. Se o efeito é inteligente, a causa também o é. Diante deste fato, surge a questão: sendo o homem finito, pode ele perscrutar o infinito? Santo Tomas de Aquino dá-nos uma explicação, que é aceita com muita propriedade. A desproporcionalidade entre causa e efeito não tira o mérito da causa. Se só percebemos parte de uma causa, nem por isso ela deixa de ser verdadeira. Allan Kardec, nas perguntas 4 a 9 de O Livro dos Espíritos, diz-nos que para crer em Deus é suficiente lançar os olhos às obras da Criação. O Universo existe; ele tem, portanto, uma causa. Duvidar da existência de Deus seria negar que todo o efeito tem uma causa, e avançar que o nada pode fazer alguma coisa. A harmonia que regula as forças do Universo revela combinações e fins determinados, e por isso mesmo um poder inteligente. Atribuir a formação primária ao acaso seria uma falta de senso, porque o acaso é cego e não pode produzir efeitos inteligentes. Um acaso inteligente já não seria acaso. 6. DEUS DA FÉ E DEUS DA RAZÃO Descartes, no âmago da sua lucubração racionalista, descobre Deus através da razão. Pascal, por outro lado, fala-nos que só podemos conhecer Deus através da Fé. A dicotomia entre fé e razão sempre existiu ao longo do processo histórico. Aceitar Deus pela razão é um atitude eminentemente filosófica; enquanto aceitar Deus pela fé é uma atitude preponderantemente religiosa. De acordo com o Espiritismo, a fé é inata no ser humano, ou seja, ela é um sentimento natural, que precisa, contudo, ser raciocinado. Não adianta apenas crer; é preciso saber porque se crê. É nesse sentido que Allan Kardec elaborou a codificação. Observe que junto ao título de O Evangelho Segundo o Espiritismo, o Codificador colocou uma frase lapidar: "Não há fé inabalável senão aquela que pode encarar a razão face a face, em todas as épocas da Humanidade". Quer dizer, nunca aceitar nada sem o crivo da razão. 7. ATRIBUTOS DA DIVINDADE Allan Kardec, nas perguntas 10 a 13 de O Livro dos Espíritos, explica-nos que se ainda não compreendemos a natureza íntima de Deus, é porque nos falta um sentido. Esclarece-nos, contudo, que Deus deve ter todas as perfeições em grau supremo, pois se tivesse uma de menos, ou que não fosse de grau infinito, não seria superior a tudo, e por conseguinte não seria Deus. Assim: DEUS É ETERNO. Se Ele tivesse tido um começo, teria saído do nada, ou, então, teria sido criado por um ser anterior. É assim que, pouco a pouco, remontamos ao infinito e à eternidade.
5 É IMUTÁVEL. Se Ele estivesse sujeito a mudanças as leis que regem o Universo não teriam nenhuma estabilidade. É IMATERIAL. Quer dizer, sua natureza difere de tudo o que chamamos matéria, pois de outra forma Ele não seria imutável, estando sujeito às transformações da matéria. É ÚNICO. Se houvesse muitos Deuses, não haveria unidade de vistas nem de poder na organização da matéria. É TODO-PODEROSO. Porque é único. Se não tivesse o poder-soberano, haveria alguma coisa mais poderosa ou tão poderosa quanto Ele, que assim não teria feito todas as coisas. E aquelas que ele não tivesse feito seriam obra de um outro Deus. É SOBERANAMENTE JUSTO E BOM. A sabedoria providencial das leis divinas se revela nos menores como nas maiores coisas, e esta sabedoria não nos permite duvidar da sua justiça nem da sua bondade. 8. IMAGEM DE DEUS Imaginar Deus como um velhinho de barbas brancas, sentado em um trono, é tomá-lo como um Deus antropomórfico. Damo-Lhe a extensão de nossa visão. Quer dizer, quanto mais primitivos formos, mais associamo-lo às coisas palpáveis, como trovão, tempestade, bosque etc. À medida que progredimos no campo da espiritualidade, damo-lhe a conotação de energia, de criação, de infinito, de coisa indefinível etc. O homem cria Deus à sua imagem e semelhança. Não se trata de criar Deus, mas sim uma imagem de Deus à nossa imagem e semelhança. Observe que a imagem oriental é uma imagem de aniquilação. No Espiritismo, devemos lembrar sempre que Deus não tem forma, pois difere de tudo o que é material. Devemos, sim, intuí-lo, simplesmente, como a causa primária de todas as coisas. 9. CONCLUSÃO Lembremo-nos de que encontramos Deus em nossa experiência mais íntima. Quer sejamos crentes ou ateus - estamos sempre procurando transcender-nos rumo a metas cada vez mais novas e nunca completamente realizáveis. Nesse sentido, a experiência superficial é alienante. Somente num constante esforço de aprofundamento de tudo o que nos rodeia é que podemos alcançar a riqueza da vida. Desse modo, convém sempre nos dirigirmos a Deus alicerçados na humildade e simplicidade de coração, com o bom ânimo de atender primeiramente à Sua vontade e não à nossa. 10. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ABBAGNANO, N. Dicionário de Filosofia. São Paulo, Mestre Jou, Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira. Lisboa/Rio de Janeiro, Editorial Enciclopédia, s.d. p.
6 KARDEC, A. A Gênese - Os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo. 17. ed., Rio de Janeiro, FEB, KARDEC, A. O Livro dos Espíritos. 8. ed., São Paulo, FEESP, Polis - Enciclopédia Verbo da Sociedade e do Estado. SANTOS, M. F. dos. Dicionário de Filosofia e Ciências Culturais. 3. ed., São Paulo, Matese, XAVIER, F. C. e VIEIRA, W. Evolução em Dois Mundos, pelo Espírito André Luiz, 4. ed., Rio de Janeiro, FEB, (Artigo reproduzido do site do Centro Espírita Ismael, com a autorização do autor)
Deus e Seus Atributos
Deus e Seus Atributos DEUS é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. (LE, Q.1) Atanásio Rocha 07/09/2014 Continuação... Sendo DEUS a causa primária de todas as coisas, a origem de tudo
ARTE PRIMEIRA PRIMÁRIAS CAPÍTULO D EUS. Deus e o infinito Provas da existência de Deus Atributos da Divindade Panteísmo DEUS E O INFINITO
O LIVRO DOS ESPÍRITOS PAR ARTE PRIMEIRA AS CAUSAS PRIMÁRIAS CAPÍTULO 1 D EUS Deus e o infinito Provas da existência de Deus Atributos da Divindade Panteísmo DEUS E O INFINITO 1 O que é Deus? Deus é a inteligência
Aula do Curso Básico DEUS
Aula do Curso Básico DEUS Gênese evolução da ideia de Deus Os mecanismos da evolução Os animais e os fenômenos naturais A vida do ser humano primitivo A descoberta do espírito e suas consequências O animismo
O que é Deus? Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Livro dos Espíritos
O que é Deus? Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Livro dos Espíritos Paulo - Nós vivemos e nos movemos em Deus. André Luiz - Vivemos no hálito Divino. LE Poderíamos dizer
AME NOVA FRIBURGO Agosto de 2014 O HOMEM E DEUS. Claudio C. Conti
AME NOVA FRIBURGO Agosto de 2014 O HOMEM E DEUS Claudio C. Conti www.ccconti.com Objetivo Analisar a nossa relação com a divindade. O estudo será dividido em duas partes: 1. Deus e o espírito; 2. Deus
DEUS A Análise de Kardec.
DEUS A Análise de Kardec www.gede.net.br Objetivo: Aprimorar o entendimento sobre a visão espírita de Deus, delineada por Kardec n'o Livro dos Espíritos e n'a Gênese. Pontos a debater: 1) O que é Deus;
Módulo 1 - Aula 02 - Deus e seus Atributos e Jesus Modelo e Guia - 1 semestre
Módulo 1 - Aula 02 - Deus e seus Atributos e Jesus Modelo e Guia - 1 semestre 10 - Março Objetivo: Apresentar Deus e seus atributos e Jesus Modelo e Guia e desmistificar que Deus não é Jesus Apresentar
Conheça o Espiritismo Sex, 25 de Julho de :45 - Última atualização Sáb, 26 de Julho de :18
CONHEÇA O ESPIRITISMO O QUE É? É o conjunto de princípios e leis, revelados pelos Espíritos Superiores, contidos nas obras de Allan Kardec que constituem a Codificação Espírita: O Livro dos Espíritos,
L I VRO DOS ESPÍ RI TOS. Com o Deus é. N ova Ger ação 129
L I VRO DOS ESPÍ RI TOS Com o Deus é. N ova Ger ação 129 L i v r o d os Esp í r i t os - 13 13. Quando dizemos que Deus é eterno, infinito, imutável, imaterial, único, todo-poderoso, soberanamente justo
O Livro dos Espíritos
Ed. Reserva de Itaúna Outubro de 2014 Claudio C. Conti www.ccconti.com Deus O Livro dos Espíritos Espírito Matéria Deus e o espírito O Livro dos Espíritos Questão 1: Que é Deus? --- "que" (qual coisa),
3ª Aula: Tema: Deus Jesus. Apresentação: Alessandro Ayudarte
1 3ª Aula: 12-03-2019 Tema: Deus Jesus Apresentação: Alessandro Ayudarte A Filosofia nasce de uma atitude de assombro do homem em relação às coisas do mundo, um estado de encanto e surpresa, que o leva
ESPIRITUALISMO = ESPIRITISMO?
1 ESPIRITUALISMO = ESPIRITISMO? ESPIRITUALISMO Oposto do materialismo Quem quer que acredite haver em si alguma coisa mais do que matéria é espiritualista. ESPIRITISMO ou DOUTRINA ESPÍRITA Termo criado
Introdução a Filosofia
Introdução a Filosofia Baseado no texto de Ludwig Feuerbach, A essência do homem em geral, elaborem e respondam questões relacionadas a este tema. 1- Quem foi Feuerbach? PERGUNTAS 2- Qual é a diferença
O QUE É O ESPIRITISMO 1
O QUE É O ESPIRITISMO 1 Facilitadores Alex Olegário e Roberto Camilo 17/18-Janeiro-2016 OBJETIVO Conhecer sobre: O Conceito do Espiritismo O Codificador Se me amais, guardai os meus mandamentos; e eu rogarei
7 FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA
FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Livro III Ensinos e Parábolas de Jesus Parte 2 Módulo II Ensinos Diretos de Jesus Roteiro 7 Objetivo Interpretar, à luz da Doutrina
A Gênese. Os milagres e as predições segundo o espiritismo. Cap. I Caracteres da revelação espírita CEJB - ESDE
A Gênese Os milagres e as predições segundo o espiritismo Cap. I Caracteres da revelação espírita CEJB - ESDE Revelação: sair de sob o véu Astronomia Geologia Química Fisiologia Para se designarem coisas
ROTEIRO 3. Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita. Atributos da divindade. Objetivos específicos. Conteúdo básico
PROGRAMA FUNDAMENTAL MÓDULO III Deus ROTEIRO 3 Atributos da divindade Objetivos específicos Citar os atributos da divindade, segundo o Espiritismo, analisando-os. Destacar a idéia de Deus ensinada por
FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Livro I Cristianismo e Espiritismo Módulo I Antecedentes do Cristianismo
FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Livro I Cristianismo e Espiritismo Módulo I Antecedentes do Cristianismo Roteiro 1 Elaborar uma linha histórica da evolução da ideia
CRITÉRIOS DE ESTUDO E INTERPRETAÇÃO DO EVANGELHO (1)
EADE - LIVRO II - Parte 1 ENSINOS E PARÁBOLAS DE JESUS MÓDULO I - METODOLOGIA PARA O ESTUDO DO EVANGELHO À LUZ DA DOUTRINA ESPÍRITA ROTEIRO 3 Objetivos CRITÉRIOS DE ESTUDO E INTERPRETAÇÃO DO EVANGELHO
Curso Aprendizes do Evangelho 1º Ano. Aula 1 Evolução da Religiosidade através dos tempos
Curso Aprendizes do Evangelho 1º Ano Aula 1 Evolução da Religiosidade através dos tempos Texto para reflexão Pão Nosso Item 41 No Futuro Quem aqui gosta de manga? Prefere comprida ou curta? Evolução da
O QUE É ESPIRITISMO:
O QUE É ESPIRITISMO: O ESPIRITISMO É UM CONJUNTO DE PRINCÍPIOS E LEIS! Revelado por espíritos superiores, codificado por Allan Kardec em cinco obras básicas: O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns,
ESTUDO REFLEXIVO- SISTÊMICO DAS OBRAS DE ALLAN KARDEC E DO EVANGELHO DE JESUS
ESTUDO REFLEXIVO- SISTÊMICO DAS OBRAS DE ALLAN KARDEC E DO EVANGELHO DE JESUS Conheça a www.espiritizar.com.br OBRAS COM FIDELIDADE DOUTRINÁRIA MÓDULO 1 A PRESENÇA AMOROSA DE DEUS EM NOSSAS VIDAS 6ª. ENCONTRO
C & Q CURA & QUÂNTICA - 2. Uma abordagem da cura e autocura à luz do Espiritismo e da Ciência Moderna.
C & Q CURA & QUÂNTICA - 2 Uma abordagem da cura e autocura à luz do Espiritismo e da Ciência Moderna. C & Q Claudio C. Conti www.ccconti.com CURA & QUÂNTICA - 2 ESTUDO 2 - LIBERAÇÃO DAS CAMADAS DO PERISPÍRITO
FONTES. Sagrada Escritura. Sagrada Tradição. Magistério da Igreja
CREIO EM DEUS PAI FONTES Sagrada Escritura Sagrada Tradição Magistério da Igreja DOIS CAMINHOS METODOLÓGICOS PARA FALAR DO PAI: Escrituras Hebraicas Cristo, plenitude da Revelação Padres e Doutores da
TEMA-PROBLEMA. A experiência religiosa como afirmação do espaço espiritual do mundo FENÓMENO UNIVERSAL
TEMA-PROBLEMA A experiência religiosa como afirmação do espaço espiritual do mundo RELIGIÃO FENÓMENO UNIVERSAL Religião e as práticas religiosas têm sido uma constante ao longo dos tempos e têm influenciado
Curso de Teologia VnBteo. Este material é de uso exclusivo do aluno.
01 DOUTRINA DE DEUS Curso de Teologia VnBteo Este material é de uso exclusivo do aluno. 01. Doutrina de Deus Por Eguinaldo Hélio de Souza D eus e a sua existência trina. Os meios da revelação de Deus,
Virtudes: conceito e classificação
Virtudes: conceito e classificação Roteiro 6 FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Livro IV Espiritismo, o Consolador Prometido por Jesus Módulo III Os vícios e as virtudes
Filosofia e Religião.
Filosofia e Religião. Filosofia e Cristianismo. Santo Agostinho. (354 430) É considerado um dos introdutores do pensamento filosófico grego na doutrina cristã. Fortemente influenciado por Platão, concebia
A CAMINHO DE EMAÚS ROTEIRO 5
A CAMINHO DE EMAÚS ROTEIRO 5 FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Livro II Ensinos e Parábolas de Jesus Módulo V Aprendendo com Fatos Cotidianos Objetivo Analisar os ensinamentos
ALBERTO MAGNO E TOMÁS DE AQUINO
1 ALBERTO MAGNO E TOMÁS DE AQUINO A ESCOLÁSTICA E OS PRINCIPAIS REPRESENTANTES ALBERTO MAGNO TOMÁS DE AQUINO Buscaram provar a existência de Deus utilizando argumentos racionais. 2 A UNIDADE ENTRE A FÉ
CENTRO ESPÍRITA NOSSO LAR CASAS ANDRÉ LUIZ - DEPARTAMENTO DE ENSINO
CENTRO ESPÍRITA NOSSO LAR CASAS ANDRÉ LUIZ - DEPARTAMENTO DE ENSINO 2017 PROGRAMA DO CURSO DE DOUTRINA ESPÍRITA - 1 ANO Livro de preparo : Agenda Cristã Chico Xavier Livro de Férias: E a vida Continua...
Roteiro 4 O Espírito imortal
FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Livro IV Espiritismo, o Consolador Prometido por Jesus Módulo II A Morte e seus Mistérios Roteiro 4 O Espírito imortal Objetivo Analisar
Anjos: uma aproximação filosófica por Tomás de Aquino!
Anjos: uma aproximação filosófica por Tomás de Aquino! Bruno Guimarães de Miranda/IFTSSJ O livro De Substantiis Separatis (As substâncias separadas) de Santo Tomás de Aquino, traduzido por Luiz Astorga
Grupo Espírita Samaritano
Grupo Espírita Samaritano Biênio: 2017-2018 ESPÍRITAS, AMAI-VOS, EIS O PRIMEIRO ENSINAMENTO; E INSTRUÍ-VOS, EIS O SEGUNDO! Espírito da Verdade - cap. VI - item 5 - Evangelho Segundo o Espiritismo Mês Março
C & Q. Uma abordagem da cura e autocura à luz do Espiritismo e da Ciência Moderna.
C & Q Uma abordagem da cura e autocura à luz do Espiritismo e da Ciência Moderna. C & Q Datas das aulas do minicurso: CURA E QUÂNTICA Instituto de Cultura Espirita do Brasil 15:45h - 17:00h www.ccconti.com
CANTO: O auxílio virá do Senhor, do Senhor, o nosso Deus, que fez o céu e a terra.
ORAÇÃO INICIAL CANTO: O auxílio virá do Senhor, do Senhor, o nosso Deus, que fez o céu e a terra. A: Bom dia!. Na alegria de estarmos reunidos para este encontro. Queremos louvar a Deu Pai pela vossa presença.
FILOSOFIA MEDIEVAL E OUTROS TEMAS PROFESSOR DANILO BORGES FILOSOFIA 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II
FILOSOFIA MEDIEVAL E OUTROS TEMAS PROFESSOR DANILO BORGES FILOSOFIA 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II FILOSOFIA NA IDADE MEDIEVAL A IDADE MÉDIA INICIOU-SE NA Europa com as invasões germânicas ou bárbaras no
Material de Palestra O que é Deus? Palestra 011
Material de Palestra O que é Deus? Palestra 011 O QUE É DEUS? 011 WILSON DA CUNHA 1 Neste momento pedimos sensibilidade suficiente para que venhamos a ter gratidão e confiança no criador, sentindo-nos
Área da Mediunidade. Mediunidade Desafios e Possibilidades
Área da Mediunidade ENCONTRO MICRORREGIONAL Fortaleza - CE 02-03/09/2017 Mediunidade Desafios e Possibilidades MEDIUNIDADE COMO FERRAMENTA PARA A BUSCA DE DEUS Mediunidade Qualidade da pessoa que, segundo
De onde vim ao nascer? Para onde irei depois da morte? O que há depois dela?
Talvez você já tenha feito perguntas como estas: De onde vim ao nascer? Para onde irei depois da morte? O que há depois dela? 1 / 7 Por que uns sofrem mais do que outros? Por que uns têm determinada aptidão
Sesquicentenário da obra O Evangelho Segundo o Espiritismo
Sesquicentenário da obra O Evangelho Segundo o Espiritismo Em 2014 comemoramos os 150 anos de lançamento da obra que contém a essência do ensino moral de Jesus e serve de consolo para os adeptos de todas
HERMENÊUTICA E INTERPRETAÇÃO
HERMENÊUTICA E INTERPRETAÇÃO Hermenêutica e Interpretação não são sinônimos: HERMENÊUTICA: teoria geral da interpretação (métodos, estratégias, instrumentos) INTERPRETAÇÃO: aplicação da teoria geral para
COPYRIGHT TODOS OS DIREITOS RESERVADOS - SABER E FÉ
Aviso importante! Esta disciplina é uma propriedade intelectual de uso exclusivo e particular do aluno da Saber e Fé, sendo proibida a reprodução total ou parcial deste conteúdo, exceto em breves citações
ESTUDO REFLEXIVO- SISTÊMICO DAS OBRAS DE ALLAN KARDEC E DO EVANGELHO DE JESUS
ESTUDO REFLEXIVO- SISTÊMICO DAS OBRAS DE ALLAN KARDEC E DO EVANGELHO DE JESUS MÓDULO 1 A PRESENÇA AMOROSA DE DEUS EM NOSSAS VIDAS 3º. ENCONTRO A ESSÊNCIA DO RELIGARE Objetivo refletir sobre o significado
Em termos religiosos, qual era a compreensão tradicional da realidade?
PERISPÍRITO Em termos religiosos, qual era a compreensão tradicional da realidade? Compreensão dual da realidade - espírito - matéria Qual o equívoco da compreensão dual da realidade? Qual o equívoco da
No século 19, um fenômeno agitou a Europa: as mesas girantes. Nos salões elegantes, após os saraus, as mesas eram alvo de curiosidade e de extensas
No século 19, um fenômeno agitou a Europa: as mesas girantes. Nos salões elegantes, após os saraus, as mesas eram alvo de curiosidade e de extensas reportagens, pois moviam-se, erguiamse no ar e respondiam
JESUS CRISTO FOI CONCEBIDO PELO PODER DO ESPÍRITO SANTO, E NASCEU DA VIRGEM MARIA
JESUS CRISTO FOI CONCEBIDO PELO PODER DO ESPÍRITO SANTO, E NASCEU DA VIRGEM MARIA 04-02-2012 Catequese com adultos 11-12 Chave de Bronze Porque é que o Filho de Deus se fez homem? para nossa salvação,
Introdução à Espiritualidade Cristã
Fundamentos da Espiritualidade Cristã Introdução à Espiritualidade Cristã PROFESSOR: CARLOS CACAU MARQUES AULA 01 DEFINIÇÕES Transcendência: característica do que está além do mundo sensível. Metafísica:
FÉ E RAZÃO MUNDO MEDIEVAL
FÉ E RAZÃO MUNDO MEDIEVAL Santo Agostinho séc. IV São Tomás de Aquino séc. XIII PATRÍSTICA e ESCOLÁSTICA Platão séc. IV a.c. Aristóteles séc. III a.c A RELAÇÃO ENTRE FÉ E RAZÃO Questões fundamentais para
Aula 09. Gente... Que saudade!!!! Filosofia Medieval Patrística Sto. Agostinho
Aula 09 Gente... Que saudade!!!! Filosofia Medieval Patrística Sto. Agostinho Filosofia Patrística (séc. I ao VII) Inicia-se com as Epístolas de São Paulo e o Evangelho de São João. Foi obra não só desses
14 DE JUNHO DE 2009 FÉ E RAZÃO
14 DE JUNHO DE 2009 FÉ E RAZÃO Para o dicionarista, a definição de fé é a convicção e crença firme e incondicional, alheia a argumentos da razão. Todavia, concebemos como uma espécie de força intrínseca,
Formas incorretas de se entender a Trindade
Formas incorretas de se entender a Trindade INTRODUÇÃO A partir do século II, começaram a aparecer na região de Alexandria (norte do Egito, que era um grande centro de estudos e debates) uma grande safra
C & Q. O homem que apenas crê e não procura refletir esquece-se de que é
O homem que apenas crê e não procura refletir esquece-se de que é C & Q alguém constantemente exposto à dúvida, seu mais íntimo inimigo, pois onde a fé domina, ali também a dúvida está sempre à espreita.
Tema Rumo ao monismo absoluto
Tema Rumo ao monismo absoluto Nasceu em Amsterdã, na Holanda era judeu até ser excomungado (cherém) em 1656 acusado de ser um panteísta. Após o cherém adotou o nome de Benedito Considerado um dos grandes
CAPORALINI, José Beluci. Reflexões sobre O Essencial de Santo Agostinho. Maringá: Clichetec Gráfica Editora, 2007, 132 p.
CAPORALINI, José Beluci. Reflexões sobre O Essencial de Santo Agostinho. Maringá: Clichetec Gráfica Editora, 2007, 132 p. Celestino Medica * O livro apresenta um trabalho de coordenação, de seleção e de
Israel Mazzacorati Ibaviva 2016
Israel Mazzacorati Ibaviva 2016 O caminho de Jesus e os atalhos da Igreja. Eugene H. Peterson A IGREJA AOS OLHOS DE QUEM? Avaliar bem-sucedido e malsucedido, crescimento, impacto e relevância a partir
A Doutrina Espírita e seu Tríplice Aspecto Movimento Espírita Centro Espírita
A Doutrina Espírita e seu Tríplice Aspecto Movimento Espírita Centro Espírita Facilitadora: Mônica Oliveira / Mônica Urbano Data: 22/09/2012 Doutrina = Do latim Doctrina 1 - Conjunto de princípios em que
A ORIGEM DA FILOSOFIA
A ORIGEM DA FILOSOFIA UMA VIDA SEM BUSCA NÃO É DIGNA DE SER VIVIDA. SÓCRATES. A IMPORTÂNCIA DOS GREGOS Sob o impulso dos gregos, a civilização ocidental tomou uma direção diferente da oriental. A filosofia
Aristóteles, Ética a Nicômaco, X 7, 1177 b 33.
91 tornar-se tanto quanto possível imortal Aristóteles, Ética a Nicômaco, X 7, 1177 b 33. 92 5. Conclusão Qual é o objeto da vida humana? Qual é o seu propósito? Qual é o seu significado? De todas as respostas
Aula Véspera UFU Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Uilson Fernandes Uberaba 16 Abril de 2015
Aula Véspera UFU 2015 Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Uilson Fernandes Uberaba 16 Abril de 2015 NORTE DA AVALIAÇÃO O papel da Filosofia é estimular o espírito crítico, portanto, ela não pode
LIÇÃO 1 - TEMPO PARA TODAS AS COISAS. Prof. Lucas Neto
LIÇÃO 1 - TEMPO PARA TODAS AS COISAS Prof. Lucas Neto A GLÓRIA É DE DEUS INTRODUÇÃO TRANSCENDÊNCIA E IMANÊNCIA DE DEUS Deus é transcendente (está fora do tempo) e ao mesmo tempo é imanente (se manifesta
Capítulo 10 Religião e Filosofia, fé e razão (p.73) 1ª série Ensino Médio Filosofia Prof.º Tiago Fontanella.
Capítulo 10 Religião e Filosofia, fé e razão (p.73) 1ª série Ensino Médio Filosofia Prof.º Tiago Fontanella. Como a Filosofia influencia o Cristianismo? A Filosofia em Santo Agostinho e na vida dos mosteiros.
DATA: VALOR: 20 PONTOS NOTA: ASSUNTO: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL NOME COMPLETO:
DISCIPLINA: FILOSOFIA PROFESSOR: ENRIQUE MARCATTO DATA: VALOR: 20 PONTOS NOTA: NOME COMPLETO: ASSUNTO: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 1ª EM TURMA: Nº: I N S T R U Ç Õ E S 1. Esta atividade contém
As provas da existência de Deus: Tomás de Aquino e o estabelecimento racional da fé. Colégio Cenecista Dr. José Ferreira
As provas da existência de Deus: Tomás de Aquino e o estabelecimento racional da fé. Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Tomás de Aquino (1221-1274) Tomás de Aquino - Tommaso d Aquino - foi um frade dominicano
AFIRMAÇÕES ESPIRITUAIS
AFIRMAÇÕES ESPIRITUAIS Afirmações Para Aumentar a Energia Espiritual e Conectar-se ao Eu Superior www.pranaviolethealing.com www.sanacionpranicavioleta.com Permita que o Fogo Divino venha e o envolva ao
Tratamento energético do próximo
Curso de Reforma Íntima e Cura Tratamento energético do próximo Por Marco Bechara (Encontros 28-29-30) 10, 17 e 24 OUT / 2015 Essas próximas 3 aulas são a consolidação da teoria na prática! É necessário
RESOLUÇÕES DE QUESTÕES PROFESSOR DANILO BORGES FILOSOFIA 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II
RESOLUÇÕES DE QUESTÕES PROFESSOR DANILO BORGES FILOSOFIA 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II (UEL) Tales foi o iniciador da filosofia da physis, pois foi o primeiro a afirmar a existência de um princípio originário
14:24:31 PREPARAÇÃO DE TRABALHADORES PARA A EVANGELIZAÇÃO DA INFÂNCIA NA CASA ESPÍRITA
14:24:31 PREPARAÇÃO DE TRABALHADORES PARA A EVANGELIZAÇÃO DA INFÂNCIA NA CASA ESPÍRITA 14:24:31 A progressão de todas as coisas leva necessariamente à transubstanciação [...]. Não só o seu pessoal humano,
A casa espírita e seu funcionamento
FUNDAMENTOS DO ESPIRITISMO I 2013 4ª FEIRA PROGRAMA DE ESTUDO Módulo I 01. Acolhimento dos Participantes E A casa espírita e seu funcionamento Função e significação Escola ou templo? Doutrina e movimento
Das Células aos Ecossistemas
Aula I Ano 2011 Das Células aos Ecossistemas ICEB Claudio C. Conti www.ccconti.com Reencarnação 469A.C. Atenas - Grécia Desencarnação 399A.C. Atenas - Grécia Sócrates é uma das mais importantes figuras
CAPÍTULO 10 ATRIBUTOS COMUNICÁVEIS - O Conhecimento de Deus
CAPÍTULO 10 ATRIBUTOS COMUNICÁVEIS - O Conhecimento de Deus Todos os atributos incomunicáveis de Deus estão intimamente relacionados; eles não são estanques entre si. Deus é independente e, por isso, é
Curso de Formação de Monitores do Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita
Curso de Formação de Monitores do Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita Estrutura dos Roteiros Programa Fundamental Tomo I Módulo I: Introdução ao estudo do Espiritismo Módulo II: A codificação espírita
Consequências do Conhecimento Espírita
Consequências do Conhecimento Espírita Roteiro 6 FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Programa Filosofia e Ciência Espíritas 1 Objetivo 2 Avaliar a importância do conhecimento
LIÇÃO 3 - POR QUE DEUS NOS CRIOU. Prof. Lucas Neto
LIÇÃO 3 - POR QUE DEUS NOS CRIOU Prof. Lucas Neto A GLÓRIA É DE DEUS INTRODUÇÃO O SENHOR DEUS CRIADOR No princípio criou Deus os céus e a terra e ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém,
O SENHOR DEUS. B) Argumentos Bíblicos para a Existência de Deus: Os autores bíblicos tanto presumem quanto defendem a existência de Deus.
I. A EXISTÊNCIA DE DEUS. O SENHOR DEUS A) Argumentos Naturalistas para a Existência de Deus: 1) Cosmológico. Da palavra grega Kosmos, mundo. O universo é um efeito que exige uma causa adequada, e a única
Disciplina: Filosofia Série: 10 Unidade: Primeira Content Area: Philosophy Grade 10 Quarter I
Disciplina: Filosofia Série: 10 Unidade: Primeira Content Area: Philosophy Grade 10 Quarter I 1.1 1.2 1.3 Conhecimento filosófico, religioso, científico e senso comum. Filosofia e lógica. Milagre Grego.
Federação Espírita Catarinense 14ª União Regional Espírita Departamento de Estudo e Divulgação Doutrinária PROJETO O CONSOLADOR
PROJETO O CONSOLADOR TEMÁRIO PARA PALESTRAS DO TRIMESTRE JULHO, AGOSTO e SETEMBRO/2016 no HOSPITAL REGIONAL DE SÃO JOSÉ MÊS DE JULHO/2016 Dia 01/07/16 DIFERENTES ESTADOS DA ALMA NA ERRATICIDADE 1) O Evangelho
Apometria e universalismo. Escrito por Victor Rebelo
Muitos leitores têm se manifestado expressando suas opiniões, críticas e elogios. Muitos nos parabenizam por nossa linha editorial, sempre de cunho universalista. Portanto, gostaria de abordar este tema.
Fundamentos Monoteístas. por Sha ul Bensiyon
Fundamentos Monoteístas por Sha ul Bensiyon Aula 1 O Eterno Ateus e o Universo Uma piada diz: A crença de que não havia nada, e nada aconteceu ao nada, e então o nada magicamente explodiu sem razão alguma,
Assim, costumamos dizer que o Pai foi o Criador, o Filho, o Redentor e o Espírito Santo o Santificador, por Apropriação.
APROPRIAÇÃO - Em Teologia, a Apropriação é a atribuição de uma qualidade, um nome ou uma operação, a uma só das Pessoas da SS. Trindade. Isto, todavia, não significa que essa ação, esse nome ou operação
FEB - EADE - Livro III - Módulo I - Roteiro 3 - A pedra angular
Esclarecer, à luz do Espiritismo, por que o Cristianismo é considerado pedra angular. Realizar análise espírita destas palavras do Cristo: O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar
CURSO DE VERÃO 2019 Tema: Mente Cristã
CURSO DE VERÃO 2019 Tema: Mente Cristã A mente cristã na doutrina Pr. Lucas Carvalho 1. Introdução O cristianismo não e uma se rie de verdades no plural, mas e a Verdade escrita com V maiúsculo. E a Verdade
O Deus de Abraão e de Jesus Cristo - 1
O Deus de Abraão e de Jesus Cristo - 1 Deus em questão CREIO EM UM SÓ DEUS A Fé dirige-se a Deus, tem Deus por objecto. Deus é actualmente posto em questão. Deus em questão A hipótese de Deus parece desnecessária
Grupo de estudo A Gênese
Grupo de estudo A Gênese Os milagres segundo o Espiritismo Sessão 13 Capítulo 14: Os fluidos 25 de maio de 2018 I. NATUREZA E PROPRIEDADES DOS FLUIDOS Elementos fluídicos (01) De que forma a Ciência resolveu
Estude e Viva. Carlos Alberto Iglesia Bernardo Editor. Grupo de Estudos Avançados Espíritas. 25 Anos
Estude e Viva Grupo de Estudos Avançados Espíritas 25 Anos 1992-2017 Carlos Alberto Iglesia Bernardo Editor Prof. Hippolyte Léon Denizard Rivail ALLAN KARDEC 3 de outubro de 1804 Paris, 31 de março de
O Céu e o Inferno e a Ciência Contemporânea
V Congresso Espiritismo O Céu e o Inferno de Platão e Dante à Kardec O Céu e o Inferno e a Ciência Contemporânea Agosto de 2015 Claudio C. Conti www.ccconti.com Qual a melhor receita para uma vitamina
PADRES APOLOGISTAS, APOSTÓLICOS E CONTROVERSISTAS... PROFESSOR UILSON FERNANDES 19/09/2016
PADRES APOLOGISTAS, APOSTÓLICOS E CONTROVERSISTAS... PROFESSOR UILSON FERNANDES 19/09/2016 DEFINIÇÕES CONCEITUAIS... O nome patrística advém diretamente das figuras desse grande primeiro momento da Filosofia
Slide 2
( ) 5. Na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo podem restaurá-lo a Deus (Rm;3:23; At.3:19). www.portalebd.org.br
PROGRAMA BÁSICO DA DOUTRINA ESPÍRITA SEMP -2017
PROGRAMA BÁSICO DA DOUTRINA ESPÍRITA SEMP -2017 COORDENADORES Carlos Massucci Fernanda Chueire Luiz Arthur Chagas Nicole Ventura FICHAS DE INSCRIÇÃO Sociedade Espírita Os Mensageiros da Paz Fundada em
ESTÉTICA: Plotino, Sto. Agostinho e Sto. Tomás. Prof. Arlindo F. Gonçalves Jr.
ESTÉTICA: Plotino, Sto. Agostinho e Sto. Tomás Prof. Arlindo F. Gonçalves Jr. http://www.mural-2.com PLOTINO A BELEZA FÍSICA É UMA IMAGEM QUE POSSIBILITA AO HOMEM PRESSENTIR A BELEZA DA ALMA, A QUAL, EM
CRISTO, IDEAL DA PROCURA DE DEUS COMO CONVERSÃO. CIMBRA 2014 MOSTEIRO DA TRANSFIGURAÇÃO SANTA ROSA RS
CRISTO, IDEAL DA PROCURA DE DEUS COMO CONVERSÃO. CIMBRA 2014 MOSTEIRO DA TRANSFIGURAÇÃO SANTA ROSA RS Introdução A fidelidade ao espírito do evangelho e aos ensinamentos de São Paulo, o sentido da Igreja
