RELIGIÃO E LITERATURA: POSSÍVEIS APROXIMAÇÕES
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- Victor Philippi Malheiro
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1 Anais do V Congresso da ANPTECRE Religião, Direitos Humanos e Laicidade. ISSN: Licenciado sob uma Licença Creative Commons RELIGIÃO E LITERATURA: POSSÍVEIS APROXIMAÇÕES Douglas Pereira e Silva Mestrando do Programa de Pós-graduação em Ciências da Religião Universidade do Estado do Pará (UEPA) [email protected] Agência de financiamento (Bolsista da CAPES) GT 02 Religião Como Texto: Linguagens e Produção de Sentido Resumo: Introdução: esta proposta de comunicação está inserida no contexto do debate religião e literatura, no horizonte de uma hermenêutica da religião que é devedora à compreensão do tipo de relação que o ser humano construiu com a herança religiosa de matriz judaico-cristã e sua influência no contexto sociocultural do ocidente. Objetivo: busca-se um caminho para análise religiosa de obras literárias que possuem um diálogo intertextual com os textos bíblicos. Método: São considerados nesta pesquisa bibliográfica Magalhães (2009), Conceição (2013) e Silva (2008). Resultados: Magalhães aponta que há uma concorrência entre religião e literatura que pode ser superada se a instituição religiosa compreender que suas teologias não são os únicos referenciais para a análise de uma obra literária, mas apenas seu ponto de partida; e que a literatura não deve abrir mão dos textos bíblicos presentes na obra literária como porta de acesso a novas narrativas. De Conceição salienta-se a preservação da crítica à religião cristã presente no texto literário, que torne possível a percepção de outras teologias que não estejam reféns das interpretações eclesiais dogmáticas. Silva considera as relações intertextuais entre a literatura e os textos bíblicos de grande utilidade à compreensão dos sentidos que emergem das obras literárias. Conclusão: é impossível estabelecer fronteiras rígidas entre religião e literatura, haja vista que as tradições religiosas judaico-cristãs nascem literariamente; que a literatura pode criar um homem livre das interpretações dogmáticas das instituições cristãs sem desconsiderar o elemento religioso; e que os textos literários podem estar sempre abertos a novas interpretações, mesmo quando em diálogo com os textos ditos sagrados. Palavras-chave: Religião, literatura, intertextualidade, produção de sentido.
2 Os estudos de religião e literatura estabelecem uma ponte na fronteira entre o texto literário e o texto bíblico, e contemplam análises religiosas de obras literárias de escritores e poetas. Temas que outrora eram percebidos como de exclusividade da religião, como Deus, igreja e os valores cristãos (que pareciam estar reféns das interpretações dogmáticas cristãs e a serviço de suas instituições oficiais) podem ser percebidos a partir de outras perspectivas no seio de contos, romances, prosas e poesias, que revelam formas de estar no mundo e geram pesquisas que estabelecem aproximações para um diálogo profícuo entre os ditos saberes. Na produção literária a trama que envolve sentido religioso é por si só uma provocação à interpretação com procedimentos e métodos hermenêuticos, que relativizam ortodoxias religiosas e aproximam ciência, arte, filosofia e religião; o reconhecimento das tradições religiosas e a influência de suas escrituras no contexto sociocultural do ocidente abrem novos horizontes de compreensão em múltiplas interpretações do texto literário (JOSGRILBERG, 2001, p.17); o que insere esta comunicação na conjuntura de uma hermenêutica da religião, devedora à compreensão de sentido dos textos fundantes de matriz judaico-cristã, que aponte caminhos à análise religiosa de obras literárias que contenham textos bíblicos. Para tal empreitada consideram-se os percursos hermenêuticos de Magalhães (2009), Conceição (2013) e Silva (2008). 1. O método da correspondência Magalhães em Deus no espelho das palavras: teologia e literatura em diálogo (2009) dá sua contribuição ao propor que a Bíblia é livro da cultura, patrimônio eclesiástico, cristão e humano e que seus textos são polifônicos e não devem ficar reféns de uma única interpretação, mas necessitam estar abertos a novas leituras das quais podem emergir questões de criticidade as teologias que as instituições de matriz judaico-cristã querem fossilizar ao tratar das experiências religiosas (MAGALHÃES, 2009, p. 243, 244). Como texto literário a Bíblia não é intocável e escapa ao uso exclusivo de suas instituições, que tendem a sobrepujar novas experiências religiosas, através de um sistema teológico rígido que promove imposição de limites às novas
3 interpretações e/ou experiências com o próprio Deus. O autor segue na esteira de Ricoeur. A carga de sentido que um texto literário pode evocar tem inicialmente a ver com o próprio discurso literário e sua recepção pelo leitor, o que gera certa autonomia em relação ao autor da obra, tornando-se um mundo no qual o leitor deseja habitar (RICOEUR, 2011, p. 66); a literatura bíblica ao contribuir na construção da civilização ocidental, desperta uma série de temas com os quais as pessoas constroem seus valores e interpretações da história, o que deveria implicar em remover obstáculos à compreensão dos textos bíblicos por religiosos e críticos literários; entretanto há uma concorrência entre religião e literatura, que implica em pontos convergentes que ambas recusam-se em não reconhecer (MAGALHÃES, 2009, pp. 13,20, 130). Conceição sintetiza essa tensão: a teologia não quer ceder à literatura o seu poder de falar sobre Deus, porém a literatura quer falar sobre Ele e [...] isso pode assumir o potencial de teologia (CONCEIÇÃO, 2004, p. 35). Para solucionar esse problema Magalhães postula a observação de vários critérios: que a religião em seu eixo teológico se não deve ser definida na sua reflexão pelo campo literário, também não deveria tentar determinar que a literatura esteja sob quaisquer tipos de domínio do poder eclesiástico; a literatura não se presta apenas para repetição das narrativas divinas e nem a teologia para ser somente narrativa religiosa; e que a literatura pode também refletir a complexidade da existência humana com suas ambiguidades; partindo desses pressupostos Magalhães propõe aspectos de análise religiosa de uma obra literária e elabora seu percurso hermenêutico que denominou de método da correspondência: Identificação e problematização dos temas que emergem nas obras literárias como centrais por meio de suas formas, seus estilos e suas interpretações. [...] O texto literário é visto como amostra da realidade humana e, como tal, não possui aparentemente consistência teológica, mesmo que não seja negado o valor teológico que ele possui. O segundo aspecto [...] baseia-se numa definição a partir da tradição considerada normativa, daquilo que é considerado o horizonte ou a luz da fé. [...] Numa formulação mais voltada para o mundo da teologia, a cada elemento considerado da revelação na Bíblia e na tradição teológica, podem ser associados um ou mais na literatura mundial. A cada narrativa considerada compreensão da fé, há que se associar outra dentro da literatura. A cada forma de anúncio de uma verdade considerada fonte de fé, há que se associar outra na experiência das pessoas e nas interpretações literárias (MAGALHÃES, 2009, pp ,246).
4 Das limitações de seu método percebe-se pouco avanço na análise do literário presente no texto bíblico e ainda a presença da subordinação da literatura a religião em seu eixo teológico, no qual cada elemento da tradição religiosa pode ser associado à literatura mundial; também nota-se ausência de uma referência mais explícita as interpretações dos textos bíblicos realizadas por teólogos e religiosos, deixando transparecer que as interpretações das instituições religiosas são tão somente dogmáticas; entretanto são pertinentes os subsídios hermenêuticos, que preservam seu eixo central que é ser método interdisciplinar, que aponta a Bíblia como livro de todos; literatura que exige a percepção simultânea do religioso e do literário. Do religioso que suas interpretações e teologias não são os referenciais únicos para a análise de uma obra literária, mas apenas seu ponto de partida, evitando-se compromissos com os interesses de instituições religiosas; e do literário que não deve abrir mão dos textos bíblicos presentes na obra literária, para a leitura reflexiva de novos sentidos, narrativas e interpretações. Na esteira de Magalhães para estabelecer um percurso hermenêutico à análise religiosa de obras literárias, Douglas Conceição busca uma aproximação com viés antropológico. 2. Para uma poética da vitalidade Para alcançar a dimensão religiosa do protagonista de Memórias Póstumas de Brás Cubas, Conceição também dialoga com a teoria hermenêutica de Ricoeur, para construir um eixo interpretativo às questões de sentido contidas na literatura machadiana, mais especificamente o conceito de metáfora viva, ao considerar que é a mesma que confere valor cognitivo a literatura ao gerar uma tensão entre o literal e o metafórico. A interpretação metafórica promove a autodestruição ou transformação da interpretação literal e descortina uma nova relação semântica, aonde seria literalmente absurda uma interpretação literal; a essa extensão de sentido a teoria ricoeuriana denomina metáfora viva (RICOEUR, 2000, pp. 57,61-62). No processo de poder ser no mundo o texto literário opera variações imaginativas fazendo com que a literatura atue sobre o real e este mundo possível é chamado de mundo do texto, o mundo entrecruzado pela ficcionalidade do texto e o mundo real; para Ricoeur o maior papel da literatura parece ser a destruição do mundo,
5 sua reconstrução e a projeção de sentidos dos textos e dos mundos revelados por meio deles (RICOEUR, 2011, p. 66). A partir da teoria ricoeuriana abre-se para Conceição a plausibilidade que a oscilação de sentido religioso da antropologia dos textos machadianos se revele através de atuação metafórica, (CONCEIÇÃO, 2013, p.27). O caráter plurissignificacional da literatura machadiana permite analisar o problema da finitude humana e do amor incondicional à vida que manifesta Brás Cubas, quando defrontado com o fim de sua existência. Conceição dialoga com Tillich (1987) e Moltmann (1998); o conceito de preocupação última potencializa o de Vitalidade; a primeira inclui toda forma de experiência do ser humano que o toma incondicionalmente com a coragem de afirmar a vida quando defrontado à antecipação da morte, a segunda é essa incondicionalidade com capacidade de dissipar toda e qualquer instrumentalização da moral em favor de uma livre intensificação da vida, a despeito de reconhecer que todo esforço para dissipar o senso de finitude é vã, e que por isso mesmo, admite que a sua vida precise ter uma intensidade ininterrupta na dimensão das experiências vividas como tendo um dentro transcendente; assim a vitalidade é para Brás Cubas o intenso processo de amor à vida (CONCEIÇÃO, 2013, pp ,146). O protagonista afirma os poderes da vida, sob a perspectiva das relações eróticas com Marcela e Vigília como uma experiência religiosa, apesar da intransitividade da vida com a radical experiência, que é o embate da vida contra a morte. A expressão religiosa da antropologia machadiana em Brás Cubas consiste no fato de transcender na imanência, com apagamento de uma vida fundamentada na eternidade. Se a eternidade é para o protagonista a representação do nada, a vida terrena ganha um maior significado e não há lugar para a instrumentalização da moral em favor de uma eternidade da qual não se tem certeza; com base nessas premissas Conceição constrói um recurso conceitual, para dar conta do ser humano no espaço literário machadiano, ao qual denominou de homo vitalis (CONCEIÇÃO, 2013, p. 143, 145,155). O aparato hermenêutico aplicado por Conceição à dimensão religiosa de Brás Cubas demonstra a singularidade da literatura que pode construir um ser humano livre das amarras das interpretações da teologia cristã tradicional, sem desprezar sua
6 capacidade de refletir sobre o sentido da existência humana no horizonte da religião, e que se mostrou presente nas múltiplas faces da obra machadiana. Faz-se necessário avançar ao exame da problematização de Eli Brandão da Silva, que articula de modo muito particular temas teológicos e construção de uma estrutura metodológica para análise religiosa de uma obra literária. 3. Hermenêutica transtexto-discursiva Silva desenvolve um percurso temático interpretativo que ousou chamar de hermenêutica transtexto-discursiva, que permite a análise religiosa da presença de textos sagrados no seio de textos literários, a partir das interpretações da tradição judaico-cristãs, mas assinalando concordâncias e discordâncias hermenêuticas nessa intertextualidade. O autor em Resignação de Jó em Ritual de Danação, de Gilvan Lemos (2008) ao analisar a obra do escritor, parte da concepção palimpsêstica de Gérard Genette, (SILVA, 2008, p. 97, 98). De acordo com Genette um palimpsesto é um pergaminho que sofreu raspagem de sua primeira inscrição para se traçar outra, mas que não a esconde de fato, de modo que se pode ler o antigo sobre o novo por transparência; para o autor o palimpsesto é mais literalmente toda obra derivadas de uma obra anterior, por transformação ou por imitação que une um texto B (hipertexto), a um texto anterior A (hipotexto), do qual ele brota da forma que não é a do comentário, tal relação o autor denomina de hipertextualidade (GENETTE, 2006, p.12). A identificação do texto de origem (hipotexto) que sofreu processo de transformação e gerou outro texto (hipertexto), possibilita análise de elementos que dão significados aos discursos presentes na obra literária de modo criativo e dialogicamente crítico, distinguindo percursos temáticos e figurativos que revelam identidade e diferenças. (SILVA, 2008, p.95). A percepção de Silva do tema da resignação tem como porta de entrada os elementos paratextuais da obra, mas especificamente o título Ritual de Danação, o que permitiu apontar à teologia cristã presente na novela e suas possíveis relações com o Livro de Jó. A estória narra à vida de Simão Pedro. O protagonista é homem pobre, católico devoto e que mora num sótão de um sobradinho num bairro do centro antigo da cidade de recife com sua mulher e seus
7 filhos; é drama urbano e a prévia leitura da obra sugere uma conjectura palimpsêstica entre a estória de Simão Pedro e de Jó da Bíblia (SILVA, 2008, p. 99). Silva identifica o tema da resignação na novela e o referido livro bíblico como seu hipotexto e procede a todo um percurso hermenêutico nessa relação hipertextual; a relação contratual é reconhecida pelo leitor por causa de um pré-conhecimento dos textos envolvidos e por uma determinada interpretação do fato (SILVA, 2008, p. 98); esse é o fundamento da hermenêutica transtexto-discursiva, pois a relação contratual entre os textos cria possibilidades para compreensão semântica dos mesmos. Na perspectiva interpretativa de Silva a resignação de Simão Pedro está relacionada à paciência de Jó: Jó: cúmulo de posses; aposta do Diabo; privação de tudo e miséria geral; acusação dos amigos; silêncio e grito de desespero; revolta contra os discursos dos amigos; como no início, cúmulo de posses e de filhos. Simão Pedro: cúmulo e falta de posses; aposta do amigo; privação de tudo e miséria geral; acusação do amigo; silêncio e grito de desespero; revolta contra o representante do governo; como no início, cúmulo de miséria Nas duas obras, Deus fica sob juízo (SILVA, 2008, p.104,105). É possível constatar que o protagonista bíblico não foi paciente e sim um contestador, que em face de sua inocência a justiça de Deus apresenta-se como injustiça e que se distende para o protagonista da novela. A aplicabilidade da hermenêutica transtexto-discursiva a novela do escritor pernambucano mostrou-se eficiente. Reflete sobre a teologia que estaria implícita nas atitudes de Simão Pedro diante do sofrimento e constata que a mesma está relacionada a motivos da fé teológica cristã tradicional, pois identifica o preceito teológico que permeou toda a obra Ritual de Danação e o Livro de Jó: o da inquirição sobre a causa das aflições do justo. Silva desvela uma interpretação que permite desvencilhar-se de visões cristalizadoras, aponta heterodoxias no sofrimento de ambos os protagonistas e escreve um novo capítulo no diálogo religião e literatura ao deixar o palimpsesto aberto a novas interpretações. Conclusão O percurso hermenêutico de Magalhães (2009) para análise religiosa de uma obra literária aponta que as tradições religiosas judaico-cristãs nascem literariamente e influenciam na construção literária do ocidente, o que impossibilita demarcar fronteiras
8 muito rígidas entre religião e literatura; de Conceição (2013) que a literatura pode criar um homem livre das interpretações dogmáticas das instituições eclesiásticas cristãs sem menosprezar o elemento religioso presente em sua escritura; de Silva (2008) a compreensão dos sentidos religiosos de uma obra literária, através de um processo de reescritura, que mesmo em diálogo com os textos da tradição judaico-cristã pode deixar o palimpsesto sempre aberto a novas interpretações. Referenciais CONCEIÇÃO, Douglas. Teologias e Literaturas 3. Aspectos religiosos em Machado de Assis. São Paulo: Fonte Editorial, CONCEIÇÃO, Douglas. Fuga da promessa e nostalgia do divino. A antropologia de Dom Casmurro de Machado de Assis como tema no diálogo teologia e literatura. Rio de Janeiro: Horizonal, GENETTE, Gérard. Palimpsestos: a literatura de segunda mão. 2ª ed. Minas Gerais: FALE/UFMG, JOSGRILBERG, Rui. Ciências da Religião e/ou Teologia: uma questão epistemológica. Caminhando, Ano VI n.8. São Bernardo do Campo, SP: Editeo/Umesp, MAGALHÃES, Antonio. Deus no Espelho das Palavras. Teologia e literatura em diálogo. 2ª ed. São Paulo: Paulinas, MOLTMANN, Jürgen. O espírito da vida: uma pneumatologia integral. Petrópolis: Vozes, RICOEUR, Paul. Hermenêutica e ideologias. Petrópolis: Vozes, Teoria da interpretação. Lisboa: Edições 70, SILVA, Eli Brandão. Resignação de Jó em Ritual de Danação, de Gilvan Lemos. In: FERRAZ, et al. Deuses em Poéticas. Estudo de Literatura e Teologia. Belém: EDUEP, TILLICH, Paul. Teologia Sistemática. 2. ed. São Leopoldo, RS: Sinodal, 1987.
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