Qualidade das águas do Rio São João
|
|
|
- Ana Carolina Barreiro da Mota
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Qualidade das águas do Rio São João O presente relatório é um compendio de estudos e dados - referentes ao mês de janeiro de que integra o processo de monitoramento ambiental dos Rios São João, Capivari e Bacaxá. As amostras de água de superfície que foram coletadas - em 30 de janeiro de correspondem aos locais das quatro estações de coleta no rio São João e dos quais diferentes análises de parâmetros físico-químicos foram realizados, com inclusão de dados e algumas informações complementares. Pontos de acesso Geo -referência SJ#1 - Ponte RJ K SJ#2 - Ponte BR K SJ#3 - Ponte Capivari 23 K SJ#4 - Ponte Bacaxá 23 K SJ#5 Capivari Linha Férrea 23 K Fig. Mapa da região de monitoramento ambiental Pontos de acesso Rios São João, Capivari e Bacaxá e geo-referência. 1
2 Turbidez (NTU) Cor (Pt CO) ph (Sorensen) Fósforo (mg/l) Nitrogênio Total (mg/l) Nitrito (mg/l) Nitrato (mg/l) Nitrogênio Kjeldahl (mg/l) Sólidos Suspensos (mg/l) Clorofila (µg/l) DBO (mg/l) Cloretos (mg/l) Salinidade ( ) O.D. (mg/l) Temperatura ( C) Comitê das Bacias Hidrográficas RESULTADOS DOS PARÂMETROS HIDROQUÍMICOS ANALISADOS Os resultados obtidos das análises de campo realizadas in situ, por Analistas do Consórcio Intermunicipal para Gestão Ambiental das Bacias da Região dos Lagos, Rio São João e Zona Costeira (30 de janeiro de 2014) e das análises hidroquímicas, realizadas pela PROLAGOS, são apresentados na tabela I: Tabela I: Parâmetros Hidroquímicos nos pontos de coleta do rio São João Padrão CONAMA 357/05 classe II Águas Salobras - - 6,5 a 8,5 0,186 0,70 0,20 0, <30 > 4,0 - Rio São João Foz 4, ,77 0,4 3, ,1 28,5 Padrão CONAMA 357/05 classe III Águas Doces ,0 a 9,0 0,15 13,3 1, ,5 > 4,0 - Rio São João, BR 101 4, ,34 0,13 8, <1 4,8 27,1 Rio Capivari 13, ,81 0,05 7, <1 5,3 28,2 Rio Bacaxá 16, ,14 0,05 7, <1 3,8 28,8 Rio Capivari L. Férrea 10, ,23 0,24 6, <1 6 29,3 Mínima 4, ,77 0,05 3, ,8 27,1 Máxima 16, ,81 0,4 8, ,3 Média 9,88 94,2 7,26 0,17 6, ,4 24,2 13, ,38 Desvio Padrão 5,29 49,89 0,38 0,15 2, ,06 13,39 7, ,8 0,82 SJ#1 - Ponte RJ 106 SJ#2 - Ponte BR 101 SJ#3 - Ponte Capivari SJ#4 - Ponte Bacaxá SJ #5- Linha Férrea ANALISE DESCRITIVA 2
3 Sólido Suspenso Total - A concentração média foi de 7,4 mg/l, com a variação de 16 mg/l entre os pontos coletados. Foi registrado máximo de 20 mg/l no ponto SJ#1 e mínimo de 4 nos pontos SJ#2, SJ#4 e SJ#5. Os resultados encontrados estão dentro dos valores aceitos na Resolução CONAMA 357/05 - valor máximo de 500 mg/l. Turbidez apresentou-se com uma média de 9,88 NTU, variando em 11,96 NTU em relação aos pontos amostrais. Foi registrado máximo de 13,2 NTU no ponto SJ#3 e mínimo de 4,54 NTU no ponto SJ#2. Cor - apresentou uma média de 94,2 Pt-Co, alcançando uma variação de 113 Pt-Co em relação aos pontos amostrais. Foi registrado máximo de 153 Pt-Co no ponto SJ#4 e mínimo de 40 Pt-Co no ponto SJ#1. Os pontos SJ#3, SJ#4 e SJ#5, não correspondem aos valores aceitos (máximo de 75 Pt-Co para águas doces classe III) pela Resolução CONAMA 357/05. 3
4 Clorofila Apresentou uma concentração média de 24,2 µg/l. Foi registrado máximo de 39 µg/l no ponto SJ#4 e mínimo de 6 µg/l no ponto SJ#1. Todos os pontos estão dentro dos valores aceito pela Resolução CONAMA 357/2005. ph A análise de bancada demonstrou uma média de 7,26, com variação de 1,04 em relação aos pontos amostrais. Foi registrado máximo de 7,81 no ponto SJ#3 e um mínimo de 6,77 no ponto SJ#1. Os valores de ph registrados nos pontos amostrais estão dentro da faixa de valores ambientais permitidos (ph entre 6,5 a 8,5 para águas salobras classe II e ph 6 a 9 para águas doces classe III) pela Resolução CONAMA - 357/2005. D.B.O. - A demanda bioquímica de oxigênio apresentou média de 13,6 mg/l. Foi registrado máximo de 25 m/l no ponto SJ#1. Mínimo de 6 mg/l no ponto SJ#4. Os pontos SJ#2 e SJ#5 estão acima dos valores determinados por norma (máximo de 10mg/L, para águas doces classe III). 4
5 Oxigênio Dissolvido - apresentou média de 5 mg/l, com variação de 2,2 mg/l. Foi registrado máximo de 6 m/l no ponto SJ#5. Mínimo de 3,8 mg/l no ponto SJ#4. O ponto SJ#4 está abaixo dos valores determinados por norma (> 4 mg/l). Fósforo - A concentração apresentada alcançou uma média de 0,17 mg/l, com variação de 0,35 mg/l em relação aos pontos amostrais. Foi registrado máximo de 0,4 mg/l no ponto SJ#1. Mínimo de 0,05 mg/l nos pontos SJ#3 e SJ#4. Os pontos SJ#1 e SJ#5 estão acima dos valores permitidos (máximo de 0,186 mg/l, para águas salobras classe II e 0,15 mg/l para águas doces classe III) pela resolução CONAMA - 357/2005. Nitrogênio Total- A concentração apresentada média de 6,66 mg/l, com variação de 5,43 mg/l. Foi registrado máximo de 8,53 mg/l no ponto SJ#2 e mínimo de 3,1 no ponto SJ#1. Todos os pontos, com exceção do ponto SJ#1, estão dentro dos valores permitidos (máximo de 0,70 mg/l para águas salobras classe II e 13,3 mg/l para águas doces classe III) pela resolução CONAMA - 357/
6 N /P Relação N/P ,8 158, A relação Nitrogênio/Fósforo (N/P) manteve-se com uma média de 80,92 (N/P). O valor mínimo foi obtido no ponto 1 de 7,75 e um valor máximo no ponto 4 de 158,60. (N/P=1/16) ,75 65,61 R. S. J. Foz R. S. J. BR ,87 R. Capivari R. Bacaxá R. Capivari L. Férrea Temperatura apresentou-se com uma média de 28,38 C, alcançando uma variação de 2,2 ºC entre os pontos amostrais. Foi registrado valor máximo de 29,3 ºC no ponto SJ#5 e mínimo de 27,1 ºC no ponto SJ#2. Salinidade apresentou-se com um valor menor que 1 nos pontos SJ#2, SJ#3, SJ#4 e SJ#5. Valor máximo de 25 no ponto SJ#1. 6
7 01/01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/2014 Temperatura ºC Precipitação mm Comitê das Bacias Hidrográficas Precipitação Ao logo do mês de janeiro a média da temperatura mínima foi de 20,72 ºC e a média máxima de 29,69 ºC, com a temperatura máxima de 33,2 ºC no dia 01. A precipitação acumulada ao longo do mês foi de 64,3 mm Mínima, Máxima e Precipitação em Silva Jardim Temp. Mín. ( C) Temp. Máx. ( C) Precipitação (mm) FONTE: Jornal do Tempo 7
8 RESULTADO DA PESQUISA DE ENTEROCOCOS INEA QUALIDADE DAS ÁGUAS BALNEABILIDADE. O INEA para o mês de janeiro seguindo a Conama 274 classifica para Casimiro de Abreu: 1. PRAIAS PROPRIAS PARA BANHO EM: CASIMIRO DE ABREU PRAIÃO. CASIMIRO DE ABREU PRAINHA. UNAMAR PRAIA UNAMAR 2. PRAIAS IMPRÓPRIAS PARA BANHO EM: UNAMAR PRAIA DO PONTAL A pesquisa de enterococos é realizada pelo INEA com finalidade de indicar a condição de balneabilidade das praias na Bacia do Rio São João, na coleta de 07/01/2014 foram encontrados apurou os resultados apresentados na tabela II. Tabela II: Resultado de análises para pesquisa de enterococos nas praias da Bacia Rio São João em 07/01/2014 SÃO JOÃO Enterococos NMP/100 ml Pr. Unamar Orla Pr. Unamar 30 Pr. Unamar Tatuí 72 Pr. Unamar Pontal 225 Praião I - Alm.Tamand. 20 Praião II - Well.Borges 10 Rio S.João - Prainha 83 Praião III - Des. M. Torres 10 Resolução CONAMA 274/ SATISFATÓRIO até 100 NMP/100 ml e INSATISFATÓRIO acima de 100 NMP/100 ml FONTE: INEA - Data: 07/01/2014 8
9 Nos oito pontos amostrais a pesquisa de enterococos revelou resultado insatisfatório apenas para Pr. Unamar Pontal, com registro de concentração de Enterococos acima de 100 NMP/100 ml. Nos demais pontos apresentaram registro satisfatório, com concentrações de Enterococos menores que 100 NMP/100, considerado como excelente nessa data e segundo a Resolução CONAMA 274/2000. FITOPLÂNCTON RIO SÃO JOÃO Janeiro 2014 As amostras de água de superfície foram coletadas em cinco estações de coleta no rio São João, em 30 de janeiro de Caracterização da Comunidade Fitoplanctônica A análise microscópica das espécies registrou 54 táxons, distribuídos em diatomáceas (30), clorofíceas (7), zignematofíceas (10), cianobactérias (3), dinoflagelados (3) e euglenofíceas (1). A densidade celular do fitoplâncton total relativa ao período de coleta (30 de janeiro de 2014) variou entre 4,72 X 10 4 cel. L -1 no Rio Bacaxá a 3,19 X 10 5 cel. L -1 observada no Rio São João Foz R. S. J. Foz R. S. J. BR 101 R. Capivari R. Bacaxá R. Capivari L. Férrea Densidade celular (cels/l) do Fitoplâncton Total nas estações de coleta 9
10 As Diatomáceas constituíram a classe taxonômica mais abundante (média de 3,74 X 10 5 cel. L -1 ) correspondendo a 56 % do fitoplâncton, seguida pelas Clorofíceas (média: 1,09 X 10 5 cel.l -1 ) contribuindo com 16 %, pelas Cianobactérias (média de 7,16 X 10 4 cel. L -1 ) contribuindo com 11 %, pelas Zignematofíceas (média de 6,02 X 10 4 cel. L -1 ) contribuindo com 9 %, pelas Euglenofíceas (média: 4,15 X 10 4 cel.l -1 ) contribuindo com 6 % e pelos Dinoflagelados (média: 1,06 X 10 4 cel.l -1 ) contribuindo com 2 %. DINOPHYCEAE 2% EUGLENOPHYCEAE 6% CYANOBACTERIA 11% ZYGNEMAPHYCEAE 9% CHLOROPHYCEAE 16% BACILLARIOPHYCEAE 56% Porcentagem dos grupos taxonômicos ao longo das estações de coleta 10
11 Distribuição da Comunidade Fitoplanctônica no Rio São João Nesse período (30 de janeiro de 2014) a comunidade fitoplanctônica encontrada nos pontos de coleta ao longo do Rio São João demonstrou - uma maior densidade celular no Rio São João Foz, onde as Diatomáceas contribuíram com 92%; - as Diatomáceas foram bem representadas em número de táxons (30) destacando-se os gêneros Pinnularia sp, Navicula sp e Fragilaria sp; 11
12 - A riqueza específica do fitoplancton nos pontos estudados foi maior no Rio São João Foz; - A diversidade especifica do fitoplancton apresentou maiores valores no Rio Capivari Linha Férrea; - E a equitabilidade foi também maior no Rio Bacaxá; - As Clorofíceas foram importante no Rio Capivari Linha Férrea; - As Zygnemafíceas destacaram-se no Rio Capivari Linha Férrea; - As Euglenofíceas foram significativas no Rio Capivari Linha Férrea ; - As Cianobactérias se destacaram no Rio Capivari; - Observou-se a presença freqüente de fitoflagelados em todas as estações de coleta. 12
Qualidade das águas do Rio São João
2013 02 Qualidade das águas do Rio São João O presente relatório é um compendio de estudos e dados - referentes ao mês de fevereiro de 2013 - que integra o processo de monitoramento ambiental dos Rios
Qualidade das águas da Lagoa de Saquarema
2014 02 Qualidade das águas da Lagoa de Saquarema O presente relatório é um compendio de estudos e dados - referentes ao mês de fevereiro de 2014 - que integra o processo de monitoramento ambiental da
Qualidade das águas da Lagoa de Saquarema
2014 03 Qualidade das águas da Lagoa de Saquarema O presente relatório é um compendio de estudos e dados - referentes ao mês de março de 2014 - que integra o processo de monitoramento ambiental da Lagoa
Qualidade das águas da Lagoa de Saquarema
212 8 Qualidade das águas da Saquarema O presente relatório é um compendio de estudos e dados - referentes ao mês de agosto de 212 - que integra o processo de monitoramento ambiental da Saquarema. Em 1
Qualidade das águas da Lagoa de Saquarema
2014 04 Qualidade das águas da Lagoa de Saquarema O presente relatório é um compendio de estudos e dados - referentes ao mês de abril de 2014 - que integra o processo de monitoramento ambiental da Lagoa
Qualidade das Águas Lagoa de Araruama
2014 03 Qualidade das Águas Lagoa de Araruama O presente relatório é um compendio de estudos e dados - referentes ao mês de março de 2014 - que integra o processo de monitoramento ambiental da Lagoa de
CÂMARA TÉCNICA PERMANENTE DE MONITORAMENTO DAS ÁGUAS DA BACIA RELATÓRIO FITOPLÂNCTON RIO SÃO JOÃO Nº 5 SETEMBRO / 2011
RELATÓRIO FITOPLÂNCTON RIO SÃO JOÃO Nº 5 SETEMBRO / 211 Dra. Maria Helena Campos Baeta Neves As amostras de água de superfície foram coletadas em quatro estações de coleta no rio São João, em 14 de setembro
Qualidade das Águas Lagoa de Araruama
212 11 Qualidade das Águas Lagoa de Araruama O presente relatório é um compendio de estudos e dados - referentes ao mês de novembro de 212 - que integra o processo de monitoramento ambiental da Lagoa de
2014 / 04 - Relatório Fitoplancton Rio São João
Programa de Monitoramento de Corpos Hídricos da Bacia Hidrográfica Lagos São João 214 / 4 - Relatório Fitoplancton Rio São João As amostras de água de superfície foram coletadas em cinco estações de coleta
Qualidade das Águas Lagoa de Araruama
2013 08 Qualidade das Águas Lagoa de Araruama O presente relatório é um compendio de estudos e dados - referentes ao mês de agosto de 2013 - que integra o processo de monitoramento ambiental da Lagoa de
Qualidade das Águas Lagoa de Araruama
2013 07 Qualidade das Águas Lagoa de Araruama O presente relatório é um compendio de estudos e dados - referentes ao mês de julho de 2013 - que integra o processo de monitoramento ambiental da Lagoa de
2014/2- Relatório Fitoplancton Lagoa de Jaconé
Programa de Monitoramento de Corpos Hídricos da Bacia Hidrográfica Lagos São João 2014/2- Relatório Fitoplancton Lagoa de Jaconé As amostras de água de superfície foram coletadas em duas estações de coleta
2013/06 - Relatório Fitoplancton Dos Efluentes lançados na Lagoa de Araruama
Programa de Monitoramento de Corpos Hídricos da Bacia Hidrográfica Lagos São João 2013/06 - Relatório Fitoplancton Dos Efluentes lançados na Lagoa de Araruama O objetivo desse relatório é de avaliar as
2014/4 - Relatório Fitoplancton Lagoa de Araruama
Programa de Monitoramento de Corpos Hídricos da Bacia Hidrográfica Lagos São João 214/4 - Relatório Fitoplancton Lagoa de Araruama As amostras de água de superfície foram coletadas em doze estações de
SUMÁRIO 1. Considerações iniciais 2. Bacia do rio Macaé 3. Bacia do rio das Ostras 4. Bacia da lagoa de Imboacica 5.
ESTUDOS E INVENTÁRIO QUALITATIVO DAS ÁGUAS SUPERFICIAIS SUMÁRIO 1. Considerações iniciais 2. Bacia do rio Macaé 3. Bacia do rio das Ostras 4. Bacia da lagoa de Imboacica 5. Próximas etapas 1 - Considerações
PROGRAMA DE MONITORAMENTO DO CORPO RECEPTOR
PROLAGOS S/A RELATÓRIO DE QUALIDADE QUA-RQ-011 Relator: Alexandre Pontes Cargo: Químico Responsável VERSÃO: 0 REVISÃO: 00 RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DO CORPO RECEPTOR - IGUABA GRANDE Nº REL_PCR IG - JAN14
BOLETIM DE QUALIDADE DAS ÁGUAS DA REGIÃO HIDROGRÁFICA IX - BAIXO PARAÍBA DO SUL E ITABAPOANA
REGIÃO HIDROGRÁFICA IX - BAIXO PARAÍBA DO SUL E ITABAPOANA Este boletim apresenta os últimos resultados do monitoramento dos corpos de água doce da Região Hidrogáfica IX, sendo retratados por meio da aplicação
PROGRAMA DE MONITORAMENTO DO CORPO RECEPTOR
Qualidade de Água e Esgotos Página: 01/10 RELATÓRIO MENSAL PROGRAMA DE MONITORAMENTO DO CORPO RECEPTOR ARMAÇÃO DOS BÚZIOS MARÇO/2014 ETE ARMAÇÃO DOS BÚZIOS LO Nº IN 018438 PROCESSO E-07 201.999/03 Qualidade
Monitoramento das margens da Laguna de Araruama
Monitoramento das margens da Laguna de Araruama Maio/2014 SUMÁRIO 1. Apresentação... 3 1.1 Mapa de amostragem... 4 2. Resultados Analíticos... 5 3. Gráficos Comparativos... 11 4. Referências Metodológicas...
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA CORRESPONDENTE AO PROGRAMA DE MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA SUPERFICIAL UHE MONJOLINHO
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA CORRESPONDENTE AO PROGRAMA DE MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA SUPERFICIAL UHE MONJOLINHO CAMPANHA DE MAIO DE 218 APRESENTAÇÃO O presente relatório apresenta
Tarefa 2 - Monitorização de nutrientes e atividade trófica na albufeira do Enxoé
PTDC/AGR-AAM/098100/2008 Gestão integrada de fósforo para controlo da eutrofização de bacias hidrográficas EUTROPHOS Tarefa 2 - Monitorização de nutrientes e atividade trófica na albufeira do Enxoé Âmbito
Estrutura do Boletim (Report Card) da Baía de Guanabara e sua Bacia Hidrográfica guanabara- bay/
23 de junho, 2016 Estrutura do Boletim (Report Card) da Baía de Guanabara e sua Bacia Hidrográfica guanabara- bay/ Como é a saúde da sua Baía de Guanabara? Bill Dennison Newsletter do workshop inicial
BOLETIM DE QUALIDADE DAS ÁGUAS DA REGIÃO HIDROGRÁFICA I - BAÍA DA ILHA GRANDE
REGIÃO HIDROGRÁFICA I - BAÍA DA ILHA GRANDE Este boletim apresenta os últimos resultados do monitoramento dos corpos de água doce da Região Hidrogáfica I, sendo retratados por meio da aplicação do Índice
MONITORAMENTO EDÁFICO HÍDRICO
MONITORAMENTO EDÁFICO HÍDRICO A Veracel realiza monitoramento dos solos e da água de rios nas áreas de influência dos plantios de eucalipto, com o objetivo de acompanhar os impactos da atividade silvicultural
Amostragem e monitoramento de corpos d água
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Faculdade de Engenharia Campus de Ilha Solteira Programa de Pós-graduaçãoem Engenharia Civil Amostragem e monitoramento de corpos d água Maurício
GABARITO PROVA DE QUALIDADE DA ÁGUA E DO AR SELEÇÃO PPGRHS
GABARITO PROVA DE QUALIDADE DA ÁGUA E DO AR SELEÇÃO PPGRHS 2016.1 1. Em uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) periodicamente é realizado o monitoramento para verificar sua eficiência. Em um determinado
INFLUÊNCIA DO LANÇAMENTO DE ESGOTO ORGÂNICO NAS CARACTERÍSTICAS LIMNOLÓGICAS DE CÓRREGOS AFLUENTES DO RIO CAMANDOCAIA, AMPARO/SP ETAPA II
INFLUÊNCIA DO LANÇAMENTO DE ESGOTO ORGÂNICO NAS CARACTERÍSTICAS LIMNOLÓGICAS DE CÓRREGOS AFLUENTES DO RIO CAMANDOCAIA, AMPARO/SP ETAPA II CAMILA FAIONATO FRANCO¹, EMÍLIO CARLOS NARDINI², BASÍLIO GOMES
GIAIA - Relatório Comunidade Fitoplanctônica e Zooplanctônica referente à 1ª Expedição ao Rio Doce (dezembro/2015).
GIAIA - Relatório Comunidade Fitoplanctônica e Zooplanctônica referente à 1ª Expedição ao Rio Doce (dezembro/2015). Equipe responsável amostragem: André Cordeiro Alves dos Santos Flávia Bottino Eliane
ESTADO DO RIO DE JANEIRO PREFEITURA MUNICIPAL DE MACAÉ SECRETARIA DE AMBIENTE COORDENADORIA DE RECURSOS HÍDRICOS
Monitoramento da Lagoa de Imboassica e do Rio Imboassica Relatório Mensal Agosto 2011 1 Sumário Sumário...2 Introdução...3 Área de Estudo...4 Resultados e Discussão...5 Educação Ambiental...7 Fotos...8
II-173 A FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO COMO ORIGEM DA POLUIÇÃO DOS CORPOS RECEPTORES: UM ESTUDO DE CASO.
II-173 A FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO COMO ORIGEM DA POLUIÇÃO DOS CORPOS RECEPTORES: UM ESTUDO DE CASO. Anaxsandra da Costa Lima (1) Graduanda em Engenheira Civil pela Escola Universidade Federal do Rio
Título: Autores: Filiação: ( INTRODUÇÃO
Título: Avaliação da qualidade das águas do Arroio Tega, Rio Grande do Sul, BR Autores: Maffessoni Daiana (1), Sutil Thaise (1), Benvenuti Tatiane (2) & Rodrigues Marco Antonio S (3) Filiação: (1) Universidade
PHD-5004 Qualidade da Água
PHD-5004 Qualidade da Água Introdução A água na natureza Usos da água Requisitos de qualidade da água Impactos provocados por cargas pontuais e difusas Estrutura do curso Características de qualidade da
DIAGNÓSTICO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO SURUVI, CONCÓRDIA SC
DIAGNÓSTICO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO SURUVI, CONCÓRDIA SC Marilete Maria Feruck 1 ; Magda Mulinari 2 ; Celi Teresinha Araldi Favassa 1 ; Jonatas Alves 1 & Alexandre Matthiensen 2 *. RESUMO: Para uma
AVALIAÇÃO QUALITATIVA DA LAGOA JACUNÉN COM ÊNFASE À EUTROFIZAÇÃO
AVALIAÇÃO QUALITATIVA DA LAGOA JACUNÉN COM ÊNFASE À EUTROFIZAÇÃO Luiz Henrique Pinheiro Silva (1) Engenheiro Químico pela Universidade Federal da Bahia (1990); Mestrando em Eng. Ambiental pela Universidade
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC ENSAIO
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-016 Folha: 1 Total de Folhas: 6 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO TOMMASI ANALÍTICA LTDA ALIMENTOS E BEBIDAS ORIGEM ANIMAL
MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA DE ALGUNS AFLUENTES DO RIO IGUAÇU NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA - PARANÁ
MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA DE ALGUNS AFLUENTES DO RIO IGUAÇU NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA - PARANÁ Wosiack, A.C.; Pagioro, T.A.; Dias, L.N.; Azevedo, J.C., Silva, E. F. da IAP (Instituto
Sensoriamento Remoto no Estudo da Água
Sensoriamento Remoto no Estudo da Água Autores do seminário: Amanda Leone Amanda Pereira Beatriz Stadler Maria Julia Battaglini Metodologia para Monitoramento da Qualidade da Água de Reservatórios utilizando
Raoni de Paula Fernandes
19 de Agosto de 2010, Rio de Janeiro ANÁLISE DA QUALIDADE DO EFLUENTE FINAL DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO ETE BREJO COMPRIDO E DE SEU CORPO RECEPTOR, O CÓRREGO BREJO COMPRIDO. Raoni de Paula Fernandes
Ciências do Ambiente
Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil Ciências do Ambiente Aula 29 O meio aquático V: Eutrofização e Índices de Qualidade de Água 2º Semestre/ 2015 1 Mecanismos de circulação de lagos/reservatórios
MONITORAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO BENFICA COM VISTAS À SUA PRESERVAÇÃO
MONITORAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO BENFICA COM VISTAS À SUA PRESERVAÇÃO J. S. M. NOGUEIRA 1, L.F. SANTOS 2 1 Escola de Engenharia de Lorena USP 2 Escola de Engenharia de Lorena
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC ENSAIO
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-016 Folha: 1 Total de Folhas: 5 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO QUALY LAB ANÁLISES AMBIENTAIS LTDA / QUALY LAB ANÁLISES
AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO RESERVATÓRIO DE PEDRA DO CAVALO BA.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS AMBIENTAIS E BIOLÓGICAS V SEMINÁRIO INTERNO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO RESERVATÓRIO DE PEDRA DO CAVALO
D.Sc. Eng. EDWIN ALVARO ZULETA ITURRI
D.Sc. Eng. EDWIN ALVARO ZULETA ITURRI CTR - MACAÉ LOCALIZAÇÃO REGIONAL MUNICÍPIO DE MACAÉ BR101 (KM 148) Glicério Frade Sana Cachoeiras de Macaé Córrego do Ouro Distrito de Macaé CTR-MACAÉ ATERRO SANITÁRIO
Avaliacao do Corrego Campestre Apos a Implantacao da ETE do Municipio de Lins-SP. Ferreira Rina, Carlos
Avaliacao do Corrego Campestre Apos a Implantacao da ETE do Municipio de Lins-SP Ferreira Rina, Carlos INTRODUÇÃO Município de Lins cerca de 50.000 habitantes mais importante da Bacia Hidrográfica do Rio
IV-120- AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DA ZONA ESTUARINA DO RIO REIS MAGOS
IV-12- AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DA ZONA ESTUARINA DO RIO REIS MAGOS Levi Pompermayer Machado(1) Graduando do Curso Superior de Tecnologia em Saneamento Ambiental pelo Centro Federal de Educação Tecnológica
CARACTERIZAÇÃO QUALITATIVA DO ESGOTO
Sistema de Esgotamento Sanitário e Pluvial CARACTERIZAÇÃO QUALITATIVA DO ESGOTO Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental Universidade Federal de Minas Gerais Caracterização do esgoto doméstico
LEVANTAMENTO DA QUALIDADE DE ÁGUAS DO RIO CARAGUATÁ, MUNICÍPIO DE COXILHA - RS
Belo Horizonte/MG a 7/11/1 LEVANTAMENTO DA QUALIDADE DE ÁGUAS DO RIO CARAGUATÁ, MUNICÍPIO DE COXILHA - RS Juliano Jose Piccoli (*), Roberto Valmorbida de Aguiar, Jeonice Techio, Carina Scolari, Lucas Bagnara
AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DAS ÁGUAS SUPERFICIAIS DO RIO PARAGUAÇU E AFLUENTES, BAHIA, BRASIL
I Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental - COBESA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DAS ÁGUAS SUPERFICIAIS DO RIO PARAGUAÇU E AFLUENTES, BAHIA, BRASIL Márcia de Andrade Macêdo, Esp. (SENAI/CETIND) Charlene
I Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental - COBESA
I Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental - COBESA ANÁLISE INTEGRADA DA QUALIDADE DAS ÁGUAS SUPERFICIAIS DA BACIA DO RIO IPITANGA, BAHIA, BRASIL Charlene Luz, MSc (SENAI/CETIND) Luiz Roberto
Poluição Ambiental Poluição Hídrica
Poluição Ambiental Poluição Hídrica Resolução CONAMA 357/05 Resolução CONAMA 430/11 Prof. Dr. Antonio Donizetti G. de Souza Qualidade das Águas 1. PNMA Lei Federal 6.938/1981 Dentre seus Instrumentos:
Relatório de Ensaios Engequisa Nº 10317/16 Revisão 00
Amostra Entrada da Estação de Tratamento - Efluente Sanitário Código 10317/16-01 Coleta em 21/11/16 10:00 Término da Coleta 10:05 Resultado Unidade Limite aceitável (L1) LQ Método Agentes Tensoativos 0,8
SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO LESTE MINEIRO SUPRAM-LM
Pág. 1 de 8 ANEXO DE ALTERAÇÃO, EXCLUSÃO E OU INCLUSÃO DE CONDICIONANTES INDEXADO AO PROCESSO: PA COPAM: SITUAÇÃO: Licenciamento Ambiental FASE DO LICENCIAMENTO: PROTOCOLO SIAM Nº 00405/2003/007/2007 Sugestão
Relatório Final PESQUISA DA QUALIDADE DA ÁGUA DO MANANCIAL RIO SÃO JOÃO NA REGIÃO HIDROGRÁFICA VI DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
PESQUISA DA QUALIDADE DA ÁGUA DO MANANCIAL RIO SÃO JOÃO NA REGIÃO HIDROGRÁFICA VI DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 2017 PESQUISA DA QUALIDADE DA ÁGUA DO MANANCIAL RIO SÃO JOÃO NA REGIÃO HIDROGRÁFICA VI DO ESTADO
ÍNDICE DE QUALIDADE DA ÁGUA NO CÓRREGO ANDRÉ, MIRASSOL D OESTE MT 1
ÍNDICE DE QUALIDADE DA ÁGUA NO CÓRREGO ANDRÉ, MIRASSOL D OESTE MT 1 2 Anderson Peretto [email protected] ²Ione Cristina de Souza Sodré 3 Célia Alves de Souza [email protected] 3 Juberto
ANEXO I DOCUMENTAÇÃO SOLICITADA PARA O PROCEDIMENTO SIMPLIFICADO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL
ANEXO I DOCUMENTAÇÃO SOLICITADA PARA O PROCEDIMENTO SIMPLIFICADO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL 1. Requerimento de licenciamento ambiental do empreendimento (Modelo IMA); 2. Certificado de Regularidade no
Eixo Temático ET Gestão Ambiental em Saneamento
486 Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento IMPACTO AMBIENTAL GERADO NA BACIA DO RIO CUIÁ COM BASE QUALIDADE DO EFLUENTE TRATADO DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO DE JOÃO PESSOA - UNIDADE
