LGN 313 Melhoramento Genético
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- Luiz Guilherme Carrilho Gameiro
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1 LGN 313 Melhoramento Genético Professores: Antonio Augusto Franco Garcia José Baldin Pinheiro Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Genética - ESALQ/USP Segundo semestre [email protected] [email protected]
2 Melhoramento genético Importância e objetivos do melhoramento, Centros de Origem das plantas cultivadas, Bancos de Germoplasma. Base genética dos caracteres qualitativos e quantitativos, componentes da variação fenotípica, coeficiente de herdabilidade e progresso com seleção. Experimentação em Genética e Melhoramento, interação entre genótipos e ambientes. Sistemas reprodutivos e suas relações com o melhoramento. Melhoramento de espécies de propagação vegetativa. Melhoramento de espécies autógamas. Melhoramento de espécies alógamas.
3 1 Importância e Objetivos do Melhoramento Genético
4 1.1 Introdução Início da agricultura: anos; Início do Melhoramento Genético: início do desenvolvimento de cultivares. É a mais valiosa estratégia para o aumento da produtividade de forma sustentável e ecologicamente equilibrada; Domesticação de plantas e animais: homem deixou as coletas para praticar agricultura. Ex: arroz, trigo, milho. Seleção contra deiscência e dormência de sementes. Melhoramento (desenvolvimento de cultivares) passou a ser ciência com a redescoberta das leis da genética (clássicos experimentos de Mendel), no início do século XX. O melhoramento de plantas está fundamentado no conhecimento de áreas como: genética, fisiologia, estatística, botânica, bioquímica e agronomia. 2006: 100 anos da Genética como área do conhecimento.
5 1.1 Introdução Homem depende das plantas: Alimentação Direta Indireta Vestuário, combustível, fármacos e cosméticos
6 1.2 Aumento da População Aumento da População Pressão Aumento da produçao, da produtividade (via melhoramento genético) Expansão da área cultivada (via melhoramento ambiental) Melhoramento Genético Genótipos: uniformes, nº reduzido = Monocultivo Vulnerabildade genética: ficar sujeito ao ataque de pragas, doenças, problemas ambientais
7 Exemplo 01
8 Exemplo 02
9 Exemplo 03
10 Exemplo 04 Expansão da área cultivada no Brasil: Cerrados: Cultivares tolerantes à Al+++, fotoperíodo, precocidade, doenças e adaptadas à colheita mecanizada. AÇÃO DO MELHORAMENTO GENÉTICO.
11 Exemplo 05 TMV Vírus do mosaico do tabaco Planta de tabaco suscetível ao vírus do mosaico Ataques de vírus, fungos, bactérias, pragas Uso de defensivos: Melhoramento Ambiental; Cultivares Resistentes: Melhoramento Genético. Planta de tabaco resistente ao vírus do mosaico
12 Exemplo 06 Óleo de milho, soja, girassol, BIODIESEL, etc. O melhoramento ambiental não atua, apenas o melhoramento genético.
13 Exemplo 07 Vírus do mosaico do mamoeiro
14 Exemplo 08 Campo infectado por vírus Campo transgênico sadio Vírus do Mosaico do Mamoeiro Engenharia Genética resolveu esse problema. Entretanto, há necessidade de regulamentações para haver liberação do plantio de transgênicos.
15 Exemplo 09 Produtividade de milho nos E.U.A.
16 Importância e Objetivos do Melhoramento Genético FONTE DE ALIMENTO espécies descritas já usadas como alimento Hoje: 300 espécies 15 espécies = 90% de toda alimentação Diminuição da diversidade de espécies EROSÃO GENÉTICA
17 Importância e Objetivos do Melhoramento Genético 15 espécies 90% de toda alimentação Cana Banana Beterraba Soja Feijão Arroz Sorgo Milho Trigo Cevada Amendoin Coco Batata-doce Batata Mandioca
18 Objetivos do Melhoramento Genético Desenvolver cultivares com maior produtividade, estabilidade de produção, resistência à pragas e doenças, secas, ventos, geadas, facilidade de realizar tratos culturais (manejo fitotécnico). Melhorar a qualidade nutricional (óleo, proteína, etc.) e industrial (ex: resistência e comprimento da fibra do algodão), visando atender produtores e consumidores.
19 2 Diversidade Genética
20 Erosão Genética Irreversível; Perda de genótipos ou genes (variabilidade). Exemplo: Passo antes da extinção (áreas degradadas). Pode ocorrer: Condições naturais: queimadas, represas, estradas; Banco de germoplasma: má preservação = perda de germinação; Programas de melhoramento: seleção intensa.
21 UNIFORMIDADE GENÉTICA Ocorre quando todos os membros de uma população têm uma constituição ou genótipos semelhantes.
22 Redução da Variabilidade Genética Histórico Irlanda (1840) Clones de batata Phytophthora infestans (fungo)
23 Histórico França (1860) Videira Phylloxera (pulgão de raíz) porta enxerto americano EUA (1970) Milho (citoplasma Texas) Helminthosporium maydis
24 Histórico No Brasil (1928) Seringueira - Microcyclus ulei (Mal das folhas) Fungo ocorrência natural - plantas dispersas Plantio adensado + condições ambientais = EPIDEMIA
25 Fordlândia Capitalismo Selvagem: A história da Fordlândia na Amazônia Henry Ford: utopia na selva Pesquisa FAPESP abril 2009, nº 158
26 Fordlândia A pastoral americana Henry Ford tentou, sem sucesso, produzir borracha e utopias na Amazônia Fordlândia fantasma: galpões e a caixa d água com o apito de fábrica
27 Fordlândia Sede da Fordlândia na Amazonia
28 Fordlândia Vargas visita Belterra em 1940 Ao fundo, o retrato de Ford
29 Fordlândia
30 Fordlândia Moradia no estilo do Meio-Oeste americano em Fordlândia hoje
31 Fordlândia Imagens de Fordlândia, na Amazônia, em 2004: caixa d água, campo de futebol e oficina, grupo escolar, casa típica de operários e Igreja Católica
32 Bancos de Germoplasma Bancos de germoplasma conservação ex situ e in situ, em que uma amostra da variabilidade genética de determinada espécie é conservada em condições artificiais, fora do habitat da espécie. Locais onde são guardados os genes das plantas (sistemas vivos) coleções. Germoplasma: soma total dos materiais hereditários de uma espécie, ou seja, base física da herança que é transmitida de uma geração para outra.
33 Bancos de Germoplasma Mantém a diversidade genética variedade de genes e genótipos dentro de uma espécie particular; Destinado a coletar, distribuir, avaliar e regenerar. preservar, caracterizar,
34 Exemplo 10 Diversidade Genética em Milho
35 Bancos de Germoplasma Brasil: CENARGEN/EMBRAPA Coordena os bancos de germoplasma no Brasil (cerca de acessos): IAC - amendoim, café e palmito; ESALQ/USP - orquídeas e maracujá; EMRAPA/Soja - soja e girassol; EMRAPA/Milho e Sorgo - milho e sorgo. (
36 Exemplo 11 EMBRAPA - Recursos Genéticos e Biotecnologia. Os Centros desenvolvem pesquisa e atividades rotineiras de enriquecimento, conservação, caracterização e avaliação de germoplasma, objetivando o aumento e uso de sua variabilidade genética. Atenção especial ao germoplasma que vem do exterior cerca de 80% da produção de alimentos no Brasil é geneticamente dependente de espécies exóticas.
37 Bancos de Germoplasma Sistema nacional de curadoria de recursos genéticos 235 Bancos de Germoplasma: mais de amostras de plantas, animais e microorganismos são conservadas. Estes bancos são partes do Sistema Nacional de Pesquisa Agrícola (SNPA), coordenado pela EMBRAPA. Enriquecimento da Variabilidade através da introdução de germoplasma disponível em instituições nacionais e internacionais: apoio aos programas de melhoramento genético. Pesquisa e serviços de quarentena: prevenção de mais de 100 pestes exóticas, entre fungos, bactérias, vírus, nematóides e insetos de alto risco para a agricultura nacional.
38 Bancos de Germoplasma No mundo: IBPGR (Comitê Internacional de Recursos Genéticos de Plantas) coordena: CIMMYT (México) - milho e trigo; CIAT (Colômbia) - feijão. Comitê da vulnerabilidade genética (EUA-1970): Avaliar situação país; Dependência de número reduzido cultivares: algodão (6) =68% da área plantada; trigo (6) = 41% da área plantada; milho (6) = 71% da área plantada. PORTANTO: Produção agrícola vulnerável geneticamente!
39 Bancos de Germoplasma Problemas na manutenção de coletas: Espécies anuais com semente; Espécies perenes; Ocorrência de pragas e doenças; Número de sementes ou partes vegetativas que devem ser coletadas ou mantidas. Conservação e variabilidade em bancos de germoplasma: Autógamas Alógama e de reprodução vegetativa
40 Bancos de Germoplasma Conservação de germoplasma ex situ: sementes em câmaras com temperatura de - 20º C; in vitro: condições variadas exigidas por espécies de clima tropical e temperado; Como garantia para a produção de alimentos no futuro: ± amostras de sementes são preservadas em câmaras frias; amostras in vitro (±400 espécies de plantas sócio-economicamente importantes estão armazenada na coleção base). Espécies de plantas de difícil conservação ex situ são mantidas em conservação in situ, em cinco reservas de recursos genéticos, nas quais parâmetros genéticos e populacionais são investigados, para garantir uma apropriada conservação de sua variabilidade.
41 Bancos de Germoplasma Germoplasma: avaliação e caracterização Atividades essenciais nos programas de melhoramento: correta identificação de cada espécie; registro do acesso; caracterização biológica por meio de descritores; avaliação preliminar agronômica e zootécnica; subseqüente avaliação é feita através de comparações com cultivares com parâmetros conhecidos. A discriminação da variabilidade está aumentando com as novas técnicas de marcadores moleculares.
42 Bancos de Germoplasma Avaliação da diversidade genética - América Latina (1987): Coordenado por Paterniani: 40 especialistas (Brasil) + 14 outros países: Escala subjetiva (0 a 100) LI = linhagem autógama LS = muitas variedades de polinização livre de alógamas Resultado Brasil 75% Demais países 50% Diversidade nas variedades utilizadas
43 Bancos de Germoplasma Variabilidade genética de espécies autógamas, alógamas e de reprodução vegetativa (assexual) na América Latina. Cultura Autógamas Trigo Soja Feijão Alógamas Milho Forrageiras Cucurbitáceas Nível de variação genética existente Conservação em bancos de germoplasma Base genética das Nível de variedades diversidade cultivadas Alta Alta Alta Ótima Ótima Ótima Restrita Restrita Normal Alta Alta Alta Intermediária Deficiente Intermediária Ampla Restrita Normal Boa Boa Deficiente Normal Restrita Restrita Reprodução Vegetativa Cana Batata doce Banana Alta Alta Reduzida Fonte: Adaptada de Paterniani (1987).
44 Bancos de Germoplasma
45 3 Centros de Origem das Plantas Cultivadas
46 Centros de Origem das Plantas Cultivadas Nikolai Ivanovich Vavilov, 1926 Quantificação e distribuição da diversidade das espécies no mundo.
47 Centros de Origem das Plantas Cultivadas Vavilov Institute
48 Centros de Origem das Plantas Cultivadas Centro de Origem Região onde o ancestral silvestre de uma espécie se distribui em estado nativo. Conforme Vavilov: região onde o ancestral silvestre exibe maior diversidade genética para um número seleto de características, diminuindo a variabilidade à medida que se desloca para a periferia da distribuição. Locais em que as coletas para os bancos de germoplasma devem ser efetuadas. Não coincide necessariamente com o local onde a espécie surgiu.
49 Centros de Origem das Plantas Cultivadas Centro de Diversidade Região geográfica que contém uma concentração da diversidade genética de uma ou mais espécies. Anteriormente designado centro de origem (o centro de origem pode ter desaparecido, p. ex. por migração da espécie, interferência humana, etc). Importância Ecologia: áreas de proteção e conservação; Melhoramento: aproveitamento da variabilidade. Caderneta de poupança : preservação de genes. Centro de Domesticção Região geográfica onde se domesticou determinada espécie. Muitas espécies (exemplo: seringueira) foram domesticadas, independentemente, por vários grupos humanos, em épocas e áreas diferentes, como decorrência da sua grande distribuição geográfica.
50 Centros de Origem das Plantas Cultivadas 20 áreas do mundo - centros de diversidade - contém a maior concentração de germoplasma importante para a agricultura moderna e para produção de alimentos. Embora as evidências indiquem que algumas destas culturas listadas originaram-se nos respectivos centros, não se sabe ao certo onde elas foram inicialmente cultivadas.
51 Centros de Origem das Plantas Cultivadas
52 Centros de Origem das Plantas Cultivadas Localização dos centros de origem das espécies cultivadas Chinês: Soja; Feijão. Índiano e Indo-malaio: Arroz; Banana; Manga; Cana. Asiático Central: Linho; Ervilha; Uva. Oriental Próximo: Aveia; Alface. Mediterrânico: Beterraba; Brassicas. Abissínio: Café; Melância. Mexicano do Sul e Centro-Americano: Algodão; Feijão; Mamão; Milho. Sul-Americano (Peru, Equador e Bolívia): Batata; Goiaba; Tomate. Chiloé: Morango. Brasil-Paraguai: Abacaxi (Ananas comosus); Amendoim (Arachis hypogea); Cacau (Theobroma cacao); Mandioca (Manihot esculenta); Maracujá (Passiflora edulis); Seringueira (Hevea brasiliensis).
53 Centros de Origem das Plantas Cultivadas Fontes de diversidade genética: Parentes silvestres; Populações locais e cultivares; Primitivas; Cultivares obsoletas; Linhagens avançadas, mutações; Outros produtos dos programas de melhoramento; Cultivares modernas. POOL genético = Variabilidade passada e presente
54 Centros de Origem das Plantas Cultivadas ATIVIDADES RELACIONADAS COM RECURSOS GENÉTICOS VEGETAIS 1. Intercâmbio de Germoplasma e Quarentena (Regulamentos fitossanitários). 2. Coleta de Germoplasma Tipos de Locais: hortas, pomares, mercados, habitats silvestres; Prioridades de Coleta: variedades obsoletas, raças locais, áreas com mudanças severas; Dados de Coleta : PASSAPORTE (completo).
55 Centros de Origem das Plantas Cultivadas COLETA: População Ne = n / 1 + f Coleta ao acaso de n indivíduos: Ne = 100 f = 0 n = 100 Ne = 100 f = 1 n = 200 n = n de plantas (tamanho físico); Ne = tamanho efetivo populacional (representa o n pl do ponto de vista genético); f = coeficiente de endogamia da espécie (marcador). (Vencovsky & Crossa, 1999 e 2003)
56 Centros de Origem das Plantas Cultivadas ATIVIDADES RELACIONADAS COM RECURSOS GENÉTICOS VEGETAIS 3. Caracterização Agronômica - descritores fenotípicos; Molecular - utilização de marcadores moleculares. 4. Avaliação de germoplasma Características de interesse ETAPAS: Correta identificação botânica (padrão da espécie); Cadastro de acessos por espécie (detecta duplicata); Caracterização de caracteres com alta herdabilidade; Avaliação preliminar; Avaliação complementar: experimentos com equipes multidisciplinares.
57 Centros de Origem das Plantas Cultivadas ATIVIDADES RELACIONADAS COM RECURSOS GENÉTICOS VEGETAIS 5. Documentação (informática): Dados de fácil recuperação e compreensíveis; Estimativas de documentação: acessos sem dados de passaporte = 65%; acessos sem dados de caracterização = 80%; acessos sem dados de avaliação = 95%; acessos com dados extensivos = 1%.
58 Centros de Origem das Plantas Cultivadas ATIVIDADES RELACIONADAS COM RECURSOS GENÉTICOS VEGETAIS 6. Conservação a) Tipos de Coleção: Coleção Base: longo prazo (segurança nacional); Coleção Ativa: curto e médio prazo (BAG); Coleção Nuclear: representa a variabilidade genética da espécie (ex: arroz); Coleção de Trabalho: melhorista. b) Tipos de Sementes: Ortodoxas: suportam redução 4 a 6% de U, -18 a -20 C; Recalcitrantes: não suportam redução na umidade.ex: manga, seringueira, abacate, café, citrus, cacau e coco.
59 Centros de Origem das Plantas Cultivadas ATIVIDADES RELACIONADAS COM RECURSOS GENÉTICOS VEGETAIS 6. Conservação c) Tipos de Conservação: in situ - na natureza, ou seja, no local de origem; ex situ - fora do local de origem banco de sementes (câmaras frias) - mais barato - sementes ortodoxas; in vitro - cultura de tecidos (reprodução vegetativa e sementes recalcitrantes). o Vantagens da conservação in vitro: Facilita o intercâmbio de germoplasma; Espaço físico pequeno; Limpeza clonal - isenção de doenças. o Desvantagens da conservação in vitro: Variação somaclonal; Custo elevado.
60 Centros de Origem das Plantas Cultivadas ATIVIDADES RELACIONADAS COM RECURSOS GENÉTICOS VEGETAIS 6. Conservação c) Tipos de Conservação: in vitro - criopreservação:conservação do material em temperaturas (-196 C ), em nitrogênio líquido. Congelamento rápido (metodologia clássica). ultra baixas Congelamento rápido (metodologia contemporânea).
61 Centros de Origem das Plantas Cultivadas ATIVIDADES RELACIONADAS COM RECURSOS GENÉTICOS VEGETAIS 6. Conservação c) Tipos de Conservação: in vivo - no campo. Sementes recalcitrantes e plantas propagadas vegetativamente. CENARGEN/ EMBRAPA Câmaras frias acessos (coleção base); Duplicatas internacionais (feijão e cevada); In vitro acessos (mandioca, batata, banana, morango, aspargo); Criopreservação (pau-rosa, castanha do Brasil, pinheiro do Paraná); Pólen (café e manga).
62 Referências
63 Referências Bibliográficas 1. ALLARD, R.W. (1960) Princípios do Melhoramento Genético das Plantas. Ed. Edgard Blücher Ltda. Capítulos 1, 2 e BORÉM, A. Cap.4 Variabilidade Genética. In: Melhoramento de plantas. Viçosa: UFV, pp FEHR, W. R. Cap.11 Plant introduction and genetic diversity. In: Principles of cultivar development. Vol.1. Theory and technique. New York: Macmillan, pp HOYT ERICH, Conservação dos parentes silvestres das plantas cultivadas, Roma, FAO, p. 5. MELO, I. S.; VALADARES-INGLIS, M. C. (ed.) Recursos genéticos e melhoramento. Rondonópolis: Fundação-MT, pp MORALES, E. A. V.; VALOIS A. C. C; NASS, L. L. Recursos genéticos vegetales. Brasília: Embrapa, p.
64 Referências Bibliográficas 7. NASS, L. L. Recursos Genéticos Vegetais. Embrapa Recursos Genéticos e Biotcnologia. Brasília, DF p. 8. NASS,L.L.; VALOIS,A.C.C.; MELO,I.S.; VALADARES-INGLIS, M.C. (eds). (2001). Recursos Genéticos e Melhoramento de Plantas. Fundação MT. Capítulo PAIVA, J. R.; VALOIS, A. C. C. Espécies selvagens e sua utilização no melhoramento. In: NASS, L. L.; VALOIS, A. C. C. 10. VAVILOV, N. I. Centros de origem das plantas cultivadas; tradução e compilação por LAM-Sánchez, A. Jaboticabal: FUNEP, p. 11. WALTER, B. M., Fundamentos para a coleta de germoplasma vegetal. Embrapa Recursos Genéticos e Biotcnologia. Brasília, DF p.
65 Sites 1. Instituto Internacional de Recursos Genéticos de Plantas; Biodiversity International ( 2. Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia ( 3. Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação ( Disciplinas Optativas LGN Recursos Genéticos Vegetais LGN Ecologia de Populações
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