Melhoramento de espécies
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- Eduarda Alves Aquino
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1 Aula 06 Melhoramento de espécies autógamas
2 Introdução As plantas autógamas incluem as espécies que possuem flores hermafroditas que se reproduzem predominantemente por meio da autopolinização. Cleistogamia; Taxa variável de cruzamentos (máximo de 5%). Aula 6.1
3 Tabela 1. Algumas espécies autógamas de importância econômica Cereais Leguminosas Olerícolas Frutíferas Industriais Forrageiras Aveia Arroz Sorgo Trigo Amendoim Feijão Soja Alface Pimenta Tomate Citros Nectarina Pêssego Fumo Linho Crotalária Ervilhaca (Avena sativa) (Oryza sativa) (Andropogon sorghum) (Triticum aestivum) (Arachis hypogeae) (Phaseolus vulgaris) (Glycine max) (Lactuca sativa) (Capsicum annum) (Lycopersicon esulentum) (Citrus sp.) (Prumus sp.) (Prumus percicae) (Nicotiana tabacum) (Linum usitatissimum) (Crotalaria juncea) (Vicia sativa) Aula 6.1
4 Espécies autógamas: A autofecundação sucessiva leva a homozigose genótipo homozigótico - linhagem - ou mistura de linhas fenotipicamente semelhantes. A variabilidade genética ocorre devido à presença de diferentes genótipos homozigotos. Aula 6.1
5 Espécies autógamas: Os indivíduos transmitem o seu genótipo para os descendentes, quando totalmente endogâmicos. Nas espécies autógamas, os genótipos são fixados, e por isso são reproduzidos com precisão. F 1 = G + E 1 F 2 = G + E 2 Genitor Reprodução precisa do genótipo Descendentes O agricultor poderá utilizar como semente, os grãos colhidos na geração anterior. Aula 6.1
6 Variabilidade nas Espécies Autógamas A)Variedades muito antigas Ação conjunta de: Mutações naturais; Mistura mecânica de variedades; Cruzamentos naturais. 2 σ G pronta para ser explorada Aula 6.1
7 Variabilidade nas Espécies Autógamas B) Variedades recentes São normalmente constituídas de um único genótipo, ou alguns poucos genótipos diferentes (2 a 4). Aula 6.1
8 Simbologia utilizada na descrição de indivíduos, duos, O símbolo F, derivado de planta filial, é amplamente utilizado pelos melhoristas emprego em casos de hibridação entre duas linhagens, ou seja, quando a freqüência alélica nas gerações segregantes é igual a ½; Plantas da geração F 1, derivadas de cruzamentos simples ou biparentais, são homogêneas geneticamente; populações e famílias Aula 6.2
9 Simbologia utilizada na descrição de indivíduos, duos, populações e famílias Geração F 2 é derivada do intercruzamento dos F 1 s ou da autofecundação ( ) dos mesmos populações derivadas por sucessivas estarão nas gerações F n (F 3, F 4, F..., F ). O índice do F sempre indica a geração da semente - embrião - e não da planta. Aula 6.2
10 Simbologia utilizada na descrição de indivíduos, duos, populações e famílias O símbolo S será dado quando houver intercruzamento ao acaso de vários (seleção recorrente), ou quando a população segregante é proveniente do cruzamento de vários pais em proporções não definidas; A diferença básica é S 0 é adotado para a população de referência ou em equilíbrio e, portanto, equivale à geração F 2 ; Aula 6.2
11 Simbologia utilizada na descrição de indivíduos, duos, populações e famílias F 2 ou S 0 colhidas individualmente, as famílias derivadas serão simbolizadas por F 2:3, ou S 0:1 o primeiro número do índice refere-se à geração da planta que originou a família e o segundo índice à geração utilizada para a sua avaliação; Como exemplo, uma população F 2:n, corresponderá a avaliação de famílias derivadas de plantas F 2 na geração n. Aula 6.2
12 Efeito da endogamia na constituição genética das populações segregantes Aa 25% AA 50% Aa 25% aa 25% AA 12,5% AA 25% Aa 12,5% aa 25% aa 37,5% AA 6,25% AA 12,5% Aa 6,25% aa 37,5% aa 43,75% AA 3,125% AA 6,25% Aa 3,125% aa 43,75% aa 46,875% AA 1,562% AA 3,125% Aa 1,562% aa 46,875% aa Aula 6.3
13 Em uma geração F qualquer, a freqüência de heterozigotos será fornecida por (1/2) m-1 e a freqüência de homozigotos 1-(1/2) m-1. Assim, no decorrer das autofecundações há incremento na freqüência de locos em homozigose e diminuição dos locos em heterozigose. O que acontecerá na geração F? Aula 6.3
14 Tabela 2. Informações sobre híbridos h provenientes de genótipos com diferente número n de alelos. N de pares de alelos Tipos de gametas possíveis em F 1 Tipos de genótipos possíveis em F 2 Tamanho mínimo m de uma população perfeita n 2 n 3 n 4 n Aula 6.3
15 Considerando n genes pode-se inferir sobre a freqüência de homozigotos e heterozigotos numa geração F x qualquer. Distribuição binomial (locos em homozigose ou heterozigose). Aula 6.3
16 Pode-se então prever a probabilidade de cada um dos eventos por meio da expansão do binômio: n i i n ( a b) C a b i= 0 em que: a é a freqüência dos locos em homozigose [1-(1/2) m-1 ]; b é a freqüência em heterozigose [(1/2) m-1 ]; i é o nº de locos desejados em homozigose e varia de 0 a n; n é o nº de locos envolvidos. n + = n 1 Aula 6.3
17 Substituindo a e b na expressão do binômio tem-se, após algumas operações matemáticas a expressão apresentada por Allard ( Cap. 6) - [(2 m-1-1)+1] n. Por exemplo, se queremos verificar o que é esperado quando se tem quatro genes segregando (n=4) na geração F 6, isto é, após quatro gerações de autofecundação (m-1=5) 1=5), tem-se: [(2 5-1) +1] 4. Aula 6.3
18 Se i = 0; nenhum loco em homozigose; (31+ 1) 4 = C 0 4 (31 i 1 n i ) = 4! (31 0!(4 0)! ) = 1 Se i = 1; um loco em homozigose; (31+ 1) 4 = C 1 4 (31 i 1 n i ) = 4! (31 1!(4 1)! ) = 124 Se i = 2; dois locos em homozigose; (31+ 1) 4 = C 2 4 (31 i 1 n i ) = 4! (31 2!(4 2)! ) = 5766 Aula 6.3
19 Se i = 3; três locos em homozigose; (31+ 1) 4 = C 3 4 (31 i 1 n i ) 4! = (31 3!(4 3)! ) = Se i = 4; quatro locos em homozigose; (31+ 1) 4 = C 4 4 (31 i 1 n i ) = 4! (31 4!(4 4)! ) = Total de indivíduos, duos, sendo que 88,07% serão completamente homozigóticos e 11,93% ainda terão pelo menos um dos locos em heterozigose Aula 6.3
20 Tabela 3. Número N de plantas em diferentes classes em diferentes gerações segregantes para 4 genes. Gerações de Todos os 4 locos em homoz. F 2 1 (6,25%) F 3 81 (32%) F (59%) F (77,25%) F (88%) F (94%) F (97%) 3 locos em homoz.. e 1 em heteroz. Classes 2 locos em homoz.. e 2 em heteroz. 1 loco em homoz.. e 3 em heteroz. Todos os 4 locos em heteroz. Total de indivíduos duos Desse modo pode ser esperado que famílias derivadas de indivíduos duos após s cinco ou mais gerações de autofecundação poderão ainda segregar. Aula 6.3
21 Tabela 4. Número N de plantas necessários para se ter todos os genes favoráveis veis com diferentes números n de genes avaliados. Geração Número de plantas para se ter todos os genes favoráveis veis 2 genes 4 genes 6 genes 8 genes 10 genes Hom Hom + Het Hom Hom + Het Hom Hom + Het Hom. Hom + Het Hom F Hom + Het F F F F F Número de plantas estimadas pela expressão: [(log.(1 0,95)]/[log.(1 - freq. do evento). Freq. do evento: Homozigotos = [(2 m-1-1)/2 m ] n ; Homozigotos e/ou heterozigotos = [(2 m-1 +1)/2 m ] n ; Em que m é o número de gerações e n é o número de genes avaliados. Aula 6.3
22 Com o decorrer das, conforme já mencionado, a freqüência de homozigotos aumenta e a de heterozigotos diminui. Em função desse fato o número de plantas necessário para manter todos os alelos em homozigose diminui, ao passo que o número necessário de plantas com alelos favoráveis em homozigose ou heterozigose aumenta; Esses resultados mostram que o número de indivíduos na geração F 2 não necessita ser grande, contudo ele deve ser aumentado com o avanço das gerações. Aula 6.3
23 Seleção de linhas puras 1. Teoria das linhas puras A teoria das linhas puras foi desenvolvida pelo botânico dinamarquês W.L. Johannsen em 1903, que conduziu uma série de experimentos com a variedade de feijão Princess; Utilizou um lote de sementes de diferentes tamanhos no qual investigou o efeito da seleção sobre o peso médio das sementes das progênies. Aula 6.4
24 1 Freqüência Seleção por tamanho 3 Seleções posteriores não alteram Variações a distribuição devido ao ambiemte 4 Variações devido ao ambiemte 2 Várias gerações de seleção e formação de linhas puras 5 (Snustad et al., 1997) Teoria das linhas puras de Johannsen Aula 6.4
25 Johannsen estabeleceu três princípios com seus estudos: 1) há variações herdáveis e variações causadas pelo ambiente; 2) a seleção só é efetiva se recair sobre diferenças herdáveis; 3) a seleção não gera variação. Aula 6.4
26 Métodos de Melhoramento de Espécies Autógamas A) Métodos para explorar a variabilidade genética existente nas populações Introdução de linhagens; Seleção massal caracteres de alta h 2; Seleção de Plantas Individuais com teste de progênie caracteres de alta e baixa h 2. Aula 6.5
27 Métodos de Melhoramento de Espécies Autógamas B) Método M em que a variabilidade deve ser gerada artificialmente Método da População (Bulk); Método do Genealógico (Pedigree); Método do SSD; (descendente de uma única semente) Método do Retrocruzamento; (caracteres qualitativos) Aula 6.5
28 1. Introdução de linhagens A introdução de linhagens é considerado um método de melhoramento, pois contribui efetivamente para a melhoria do potencial genético em uma dada região. Visualizada sob dois enfoques: introdução de germoplasma para ser utilizado como fonte de variabilidade em hibridações; uso direto em uma dada região. Aula 6.5
29 Procedimentos legais a serem seguidos na introdução Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (CENARGEN); Lei de proteção de cultivares não há nenhuma restrição na utilização de linhagens provenientes de outros programas para fins de utilização em hibridação. Aula 6.5
30 Identificar fontes de germoplasma Ensaios de observação ou preliminares Fonte de variabilidade em hibridações Ensaios de rendimento preliminares Ensaios de adaptação preliminares Ensaios discriminatórios rios Ensaios de observação com repetição Registro da cultivar Esquema de condução de populações introduzidas. Aula 6.5
31 É evidente que o trabalho do melhorista, também nesse caso, é fundamental, pois embora ele não tenha criado as linhagens, deve utilizar de suas habilidades para identificar aquelas que deverão ser recomendadas aos agricultores; Com a lei de proteção de cultivares, para que ocorra a introdução de linhagens de outros programas nacionais há necessidade de um acordo formal entre as instituições envolvidas, para que o material recomendado possa se comercializado como semente. Aula 6.5
32 2. Método M Massal Em algumas espécies autógamas, tais como arroz e feijão, os agricultores não possuem o hábito de adquirir sementes anualmente. Nessa condição, é esperado que ocorra variabilidade dentro da cultivar em uso. Variabilidade é devido a mistura mecânica de linhagens diferentes, cruzamentos e ocorrência de mutação Aula 6.5
33 O emprego desse método é relativamente pequeno. Ele utiliza basicamente a habilidade dos melhoristas em, visualmente, identificar os indivíduos genotipicamente superiores. Eficiente para caracteres de alta herdabilidade, onde há uma boa correspondência entre o fenótipo e o genótipo, ou seja, quando é pequena a influência do ambiente na manifestação do caráter. Aula 6.5
34 Esquema de condução de populações pelo método m massal Selecionam-se plantas com base em critérios visuais prédeterminados. As sementes são misturadas e semeadas para formar a população da geração seguinte. ou As linhagens selecionadas, poderão ser utilizadas individualmente para formar uma nova linhagem ou misturadas todas as sementes para formar uma variedade com mistura de linhas puras. Selecionam-se plantas com base em critérios visuais. As sementes são misturadas e semeadas para formar a população da próxima geração. O processo se repete. Aula 6.5
35 Para melhorar a eficiência do método, o melhorista pode ajustar a intensidade de seleção à herdabilidade (h 2 ) do caráter; O método só é aconselhável também para aqueles caracteres que são pouco influenciados pela densidade de semeadura, pois há necessidade que as plantas sejam mais espaçadas para facilitar a seleção visual. Aula 6.5
36 3. Seleção de plantas Individuais com teste de progênie Este método consiste na seleção individual de plantas feita na população original, seguida da observação de suas descendências, para fins de avaliação. Nenhum genótipo é criado, apenas procura-se isolar os melhores genótipos já presentes na população heterogênea. Aula 6.5
37 Esquema da seleção de plantas individuais com teste de progênie Seleção de plantas individuais com os padrões fenotípicos desejáveis dentro de uma população oriunda de uma mistura de amostras obtida entre agricultores L1 L2 L3 L4 L5 L6 L7 L8 L9 L10 L11 As sementes colhidas de cada planta são semeadas, formando uma linhagem. Avaliação das n linhagens e seleção das melhores linhagens para a etapa seguinte. Aula 6.5
38 ESALQ/USP LGN-313 MELHORAMENTO GENÉTICO Esquema da seleção de plantas individuais com teste de progênie L2 L6 L7 L9L As linhagens selecionadas são extensamente avaliadas em experimentos com repetições. Esta etapa de avaliação é repetida em diferentes locais e anos. As linhas puras obtidas no final do processo seletivo, após todas as avaliações poderão ser mantidas isoladas constituindo novas cultivares, ou misturadas, se homogêneas, dando origem a uma multilinha. L6 L9 Multiplicação Multiplicação L6 +L9 ou L6 L9 Aula 6.5
39 Bibliografia 1. ALLARD, R.W. Princípios do melhoramento genético das plantas. Cap. 6, 7, 8, 9 e BORÉM, A. Melhoramento de plantas. Viçosa: UFV. Cap. 10, 13 e RAMALHO, M. A. P.; ABREU, A. F. B.; SANTOS, J. B.. In: NASS, L. L.; VALOIS, A. C. C.; MELO, I. S.; VALADARES-INGLIS, M. C. (ed.) Recursos genéticos e melhoramento. Rondonópolis: Fundação-MT, pp Aula 6.6
40 Aula 06 Obrigado!
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