REQUERIMENTO. (Do Sr. Henrique Afonso) Senhor Presidente:
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1 REQUERIMENTO (Do Sr. Henrique Afonso) Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo para sugerir a implantação de medidas com vistas a identificar e atender alunos com altas habilidades, ou superdotados, e os com déficit de atenção, assim como a qualificar os profissionais da educação para prestar atendimento próprio a tais alunos. Senhor Presidente: Nos termos do art. 113, inciso I e 1º, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, requeiro a V.Exa. seja encaminhada ao Poder Executivo a Indicação em anexo, sugerindo ao Ministério da Educação a implantação de medidas com vistas a identificar e atender alunos com altas habilidades ou superdotados e os com déficit de atenção, assim como a qualificar os profissionais da educação para prestar atendimento próprio a tais alunos. Sala das Sessões, em de de Deputado Henrique Afonso 2012_2023
2 INDICAÇÃO N.º, DE 2012 (Do Sr. Henrique Afonso) Sugere ao Ministério da Educação a implantação de medidas com vistas a identificar e atender alunos com altas habilidades, ou superdotados, e os com déficit de atenção, assim como a qualificar os profissionais da educação para prestar atendimento próprio a tais alunos. Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado da Educação: A Constituição Federal estabelece ser a educação direito de todos e dever do Estado e da família, devendo o ensino ser ministrado com base no princípio da igualdade de condições para o acesso e permanência na escola (CF, art. 205 e art. 206). Para o cumprimento de tais dispositivos, a mesma Carta Magna e a legislação educacional infraconstitucional fixam como dever do Estado com a educação a garantia de atendimento ao educando através de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde, assim como o atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino. É notório o benefício que esse atendimento diferenciado e inclusivo tem trazido aos estudantes com deficiência, às suas famílias e à sociedade de modo geral. É preciso, no entanto, que a educação brasileira seja capaz de garantir semelhante avanço às crianças e aos jovens superdotados, ou com altas habilidades. De acordo com a legislação educacional brasileira, os superdotados constituem segmento do grupo maior de alunos que, por serem detentores de traços individuais específicos, são definidos como portadores de
3 2 necessidades educacionais especiais. Cabe assinalar, contudo, que, a despeito da previsão legal de atendimento próprio, seja por dificuldades conceituais, ideológicas ou mesmo de outra ordem, a escola brasileira não tem cumprido o papel de identificar os alunos superdotados nas salas de aula e dar a eles as condições de aprendizagem adequadas. Enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a média de superdotados de um país esteja entre 3% e 5% da sua população, no Brasil, o Censo Escolar de 2009, com base num total de 52 milhões de alunos matriculados na educação básica das escolas públicas, identificou apenas 5637 alunos superdotados, ou seja, 0,01% do total. A subnotificação de crianças e jovens com altas habilidades nas estatísticas oficiais é sintoma do despreparo das nossas escolas em identificá-los, ou de encaixá-los no critério oferecido por esse Ministério, que define o portador de altas habilidades como a pessoa que demonstra potencial elevado em uma ou mais áreas, como intelectual, acadêmica, de liderança, psicomotricidade e artes, além de apresentar grande criatividade, envolvimento na aprendizagem e na realização de tarefas em áreas de seu interesse 1. O reconhecimento dos superdotados no ambiente escolar não é, de fato, simples. Muitas vezes, esse tipo de aluno, desmotivado diante das situações pedagógicas a que está exposto e tomado por um sentimento de inadequação, acaba por não se destacar positivamente e apresentar, com frequência, comportamento muito próximo ao daqueles que possuem problemas de aprendizagem. A dificuldade de diagnóstico, no entanto, não pode servir de justificativa para o abandono desses alunos à própria sorte. Para a exconsultora da UNESCO, Professora Christina Menna Barreto Cupertino, que desde 1986 estuda a superdotação no País, na medida que esses alunos já são protegidos pela lei e têm verba garantida para o desenvolvimento de programas próprios no âmbito da educação especial, o principal entrave para o tratamento correto da questão é a falta de conhecimento sobre as necessidades especiais das pessoas com altas habilidades e aos mitos criados em torno dessa condição. É possível que o preconceito e a falsa ideia de que a pessoa com altas habilidades já tem algo a mais e pode, portanto, se virar 1
4 3 sozinha, acabe fazendo com que os recursos sejam mais focados para o atendimento às deficiências físicas e intelectuais 2. O abandono intelectual dos superdotados, além de constituir grave desperdício de talentos que poderiam contribuir sobremaneira para o desenvolvimento da sua comunidade e do País, gera efeitos sociais perversos. Enquanto os alunos com altas habilidades oriundos da classe média ou alta costumam receber apoio das famílias e encontrar algum estímulo, ainda que fora da educação regular, a inadequação ao ambiente escolar leva grande parte dos alunos superdotados mais pobres a abandonar a escola. Muitos deles, sem outra oportunidade, acabam por direcionar sua inteligência para a atuação criminosa. A professora Maria de Lourdes Lunkes, da Universidade Federal de Santa Maria, identificou entre os menores infratores do Município de Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul, o impressionante percentual de 10% de jovens com altas habilidades 3. Para evitar tal situação, sugerimos que esse Ministério desenvolva, com a maior urgência, programas voltados para a formação especializada de gestores e professores, e que ofereça instrumentos diversos de diagnóstico das altas habilidades, garantindo o apoio técnico para orientar a sua utilização pela comunidade escolar. A partir daí, será possível avançar, também, na efetivação de programas voltados para o desenvolvimento dos jovens talentos, especialmente daqueles oriundos de famílias de baixa renda. Nesta mesma oportunidade, cabe-nos destacar outra situação de necessidade educacional própria que não tem recebido a devida atenção do Poder Público a dos alunos com transtorno de déficit de atenção (TDA) ou de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). Segundo a Organização Mundial de Saúde, que já os reconhece oficialmente, esses transtornos têm origem neurobiológica e, provavelmente, causas genéticas, surgindo na infância e acompanhando o indivíduo por toda a vida. Caracterizam-se por sintomas como a desatenção, a inquietude e a impulsividade, que tendem a gerar dificuldades de 2 Artigo publicado no Portal SESC-SP, em agosto de In: 786&IDCategoria=6654&reftype=1 3 Os dados estão no mesmo artigo publicado no Portal SESC-SP, em agosto de &IDCategoria=6654&reftype=1
5 4 aprendizagem e de adaptação aos processos pedagógicos tradicionais. Por tal razão, em alguns países como os Estados Unidos, por exemplo, a lei garante tratamento escolar diferenciado aos portadores desses transtornos. No Brasil, ainda não existe garantia no âmbito da legislação educacional para os portadores desses tipos de transtorno. Não se pode nem mesmo estimar quantos são eles, já que, no Censo Escolar, não há previsão de notificação para esses casos. De acordo com as orientações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão, por meio da Diretoria de Políticas de Educação Especial (SECADI/ DPEE), estudantes que apresentam transtornos funcionais específicos, tais como, TDA Transtorno de Déficit de Atenção, TDHA Transtorno de Déficit de Atenção Hiperatividade, Dislexia, não fazem parte do público alvo da educação especial 4 (grifos nossos). A falta de informação sobre o TDA e o TDAH entre as famílias e na comunidade escolar tem alimentado situação injusta e inaceitável: inúmeros jovens e crianças com esses transtornos e, portanto, com as dificuldades deles decorrentes, têm sido relegados à própria sorte pelas escolas, que se eximem da responsabilidade de se adequar de modo a garantir o direito à aprendizagem desses alunos. O tratamento próprio, nos casos de pessoas com TDA ou TDAH, é uma combinação de medicamentos, orientação aos pais e professores, além de técnicas específicas a serem ensinadas ao portador para lidar com as idiossincrasias características dos transtornos. Nesse quadro, a escola desempenha o papel primordial de detectar as crianças e os adolescentes portadores dos transtornos e encaminhá-los, por meio dos canais apropriados, para o diagnóstico e tratamento adequados. É urgente, portanto, que os educadores brasileiros sejam devidamente informados e capacitados para reconhecer alunos que possam ser portadores desses transtornos e para encaminhá-los ao diagnóstico e ao tratamento adequados. A escola, por sua vez, deve estar apta a lidar com tais alunos, tantas vezes rotulados como indisciplinados, rebeldes, pouco inteligentes, enfim, inaptos para aprender. Não é possível que a solução das dificuldades escolares desses estudantes continue a ser transferida para as 4
6 5 suas famílias, que nem sempre dispõem de recursos para oferecer ajuda efetiva. Considerando que, nos termos da Declaração de Salamanca (UNESCO, 1994), cada criança tem características, interesses, capacidades e necessidades de aprendizagem que lhe são próprios. (...), e que os sistemas educativos devem ser projetados e os programas, ampliados, de modo a que tenham em vista toda gama dessas diferentes características e necessidades, vimos solicitar a esse Ministério especial atenção no sentido de implementar medidas que favoreçam a identificação dos alunos com transtornos de déficit de atenção e que promovam a capacitação adequada do corpo docente e de toda a comunidade escolar para oferecer o atendimento adequado a esses alunos, em cumprimento às diretrizes internacionais e à legislação brasileira. Temos certeza de que toda instituição de ensino pública ou privada deve assegurar às crianças e aos jovens com talentos especiais ou àqueles com transtornos de déficit de atenção o atendimento de que necessitam. Por isso, pedimos o empenho desse Ministério, no sentido de oferecer informação e treinamento à comunidade escolar, de modo a preparála para identificar os estudantes que se enquadrem nesses casos e a eles oferecer condições de desenvolvimento e aprendizagem plenos, em igualdade de condições, conforme assegura a Constituição brasileira. Certos da importância e da viabilidade de nossa proposta, contamos com o seu pronto acolhimento por esse Ministério. Sala das Sessões, em de de Deputado Henrique Afonso 2012_2023
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