VOCABULÁRIO DO FOLCLORE INTERATIVO * Claudia Lima
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- Leila Oliveira Canela
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1 VOCABULÁRIO DO FOLCLORE INTERATIVO * Claudia Lima ABAFO - Modalidade de frevo-de-rua, também conhecido como "frevo de encontro", caracterizado pelo predomínio dos trombones. Chama-se de "abafo", quando, na rua, tem o propósito de abafar o som que vem da orquestra de outro clube de frevo. ABOIAR - Cantoria dos vaqueiros na sua marcha de condução do gado em boiadas, ou à noitinha, dos campos de pastagem para os currais da fazenda. ABRE-ALAS - Carro alegórico simbolizando a agremiação no desfile, informando o tema/enredo. ADIVINHAÇÃO - Divertimento por decifração de enigmas, principalmente no folclore infantil, onde os enigmas exercem papel educativo e constituem bom entretenimento. ADUFE - Pandeiro de formato quadrado. ADULFO - Cuíca, instrumento roncador que acompanha o ritmo do samba. AFOXÊ - Cordão carnavalesco de predominância na Bahia, com instrumentos e música do ritual do Candomblé e canto em língua Nagô. AGOGO - Instrumento de percussão, componente das orquestras de maracatus, chamados de gonguê e das baterias de escolas de samba. AGREMIAÇÃO CARNAVALESCA - Divisões de grupos por categorias, que saem as ruas no carnaval. Originariamente, eram formados pela mesma profissão ou ocupação, ou por algo de admiração comum. ALA - Grupo organizado de passistas, uniformemente fantasiados, obedecendo a uma coreografia. ALDEIA - Espaço chamado pelos caboclinhos destinado a sua exibição no carnaval. ALEGORIAS - Enfeites preparados para serem utilizados em carros alegóricos ou nas mãos dos participantes das alas, nas agremiações. APITO - Pequeno instrumento de sopro, de som estridente, usado pelo regente de várias agremiações para avisar o início da introdução musical. ARLEQUIM - Fantasia de imitação ao traje de um personagem da peça teatral italiana "Comeddia dell'arte. Rival de Pierrô pelo amor da Colombina. ARRASTA-PÉ - Baile popular. O mesmo que bate-chinela, bate-coxas, forrobodó e forró. ARRASTA-POVO - Ensaio de "clube de frevo" ou "troça", antigamente, pelas ruas centrais do Recife. Assim, as músicas eram divulgadas para o povo. ARRASTO - Grande rede de pescaria, tecida de algodão fiado, que traz, a cada arremesso, grande quantidade de peixes, inclusive os pequenos, por isso, é proibido o seu uso em determinada época. O mesmo que arrastão. 1
2 ARTESÃO - Indivíduo que atua em atividade predominantemente manual, com produção que requer criatividade ou habilidade pessoal, podendo utilizar ferramentas ou máquinas, em ambiente doméstico ou em pequenas oficinas. ARUENDA - Cortejo assemelhado ao maracatu, antigamente realizado no carnaval da cidade pernambucana de Goiana. AUTO - Encenação popular em forma teatral, com bailados e cantos, tratando assuntos religiosos ou profanos, geralmente, representado no ciclo natalino nos pastoris, marujadas e bumba-meu-boi. BACALHAU - Vareta fina, leve e mais ou menos longa, de uso do batuqueiro da orquestra dos maracatus. BACAMARTE - Arma de fogo, de cano curto e largo, também chamada de riuna ou granadeira. Usada na Guerra do Paraguai, espalhou-se pelo sertão afora, sendo usadas pelos cangaceiros. BACAMARTEIRO - Atirador de bacamarte. Atualmente faz parte do ciclo junino e natalino. Apresentase em grupos, acompanhados de banda de pífanos, onde deflagram grandes descargas de pólvora seca. BAIÃO - É música e dança, catalogada desde o século XIX, tem como acompanhamento a sanfona ou a viola. Foi propagado, pelo Brasil, por Luiz Gonzaga, o Rei do Baião. BALIZA-PUXANTE - Passista do sexo masculino, fantasiado à Luís XV, que dança com o estandarte do clube de frevo. Geralmente são dois ou três balizas fazendo parte da proteção ao símbolo do clube. BANDA DE PÍFANOS - Conjunto instrumental de percussão e sopro, conhecida, também, por cabaçal ou zabumba. Apresenta-se nos autos e em todas as festividades folclóricas. BAQUE - Repique produzido pelo bombo da orquestra do maracatu. Por isso, os maracatus são, também, chamados de baque. BARRACÃO - Área coberta onde são preparadas as alegorias e fantasias das agremiações carnavalescas que se apresentam em desfiles organizados. BATALHA DE CONFETE - Brincadeira entre foliões nos bailes de carnaval consistindo em uma guerra de papel picado. Muito utilizado nos carnavais do início do século XX. BATERIA - Grupos de instrumentos de percussão responsável pelo ritmo da escola de samba em desfile. BATIDA - Combinação de ritmo, andamento, compasso e intensidade do som, peculiar a cada agremiação. BATUCADA - Grupo de três ou quatro ritmistas batucando seus instrumentos de percussão. Estilo de música com ritmo bem marcado, originário do batuque de Angola. BISNAGA - Tubo cilíndrico plástico, que as crianças enchem de água para molhar pessoas nos dias de carnaval. Meio termo entre a seringa do entrudo e o lança-perfume. BLOCO CARNAVALESCO - Surgiu das reuniões familiares na cidade do Recife, na década de 30, como extensão dos presépios e ranchos de reis. Sua orquestra é constituída de pau e corda e o lirismo sua característica principal. Cantam frevo-de-bloco. BLOCO DE RUA - Também chamado de "bloco de embalo", pela animação que provoca. É um grupo de foliões semi-organizados, com fantasias variadas e orquestra própria. 2
3 BLOCO DE SUJOS - Grupo ocasional de animados foliões desorganizados, na base do improviso, sem fantasias, com uma batucada de latas vazias, panelas velhas, etc. BOI DE CARNAVAL É a uma das figuras do "Auto do bumba-meu-boi", drama pastoril do ciclo natalino, que no período carnavalesco saem às ruas do Recife, com coreografia própria para os dias de folia. Folguedo que migrou das festas natalinas para o carnaval, apresentando-se sem a encenação de autos. Dele fazem parte Mateus, Catirina, burras, cavalos-marinhos, o capitão, entre outros. BOIADEIRO - Quem faz a boiada andar, também conhecido por tangerino e, ainda, peão. BOMBO - O mesmo que Zabumba. Grandes tambores integrantes das orquestras dos maracatus. Antigamente animava as troças de "Zé Pereiras". BONECA DE MARACATU - Ou calunga, é uma figura dos maracatus. Nos maracatus tradicionais, a boneca é de cor preta e feita de madeira, que representam as divindades femininas do Candomblé. Na atualidade utilizam-se também bonecas de plástico. BONECA DE PANO - Encontrada nas feiras, feitas de retalhos de tecidos de algodão coloridos. Utilizada, também, com a altura de uma pessoa, presa aos sapatos do par, para apresentações públicas de danças, como o forró. BONECOS DE BARRO - Artesanato artístico que ganhou fama com as criações do Mestre Vitalino, de Caruaru. São encontrados representando todos os folguedos e costumes populares como capoeiristas, sertanejos, profissões diversas, animais, etc. BONECOS GIGANTES - Surgiram na Europa, na Idade Média, onde são encontrados na atualidade. Propagou-se no Brasil, em maior número, nas ladeiras de Olinda, onde obteve larga divulgação. A troça O CARIRI confeccionou, em 1932, o primeiro gigante folião de Olinda. BRAW - Dança aos pulos do folião, executada em ritmo lento, no momento em que o trio elétrico apresenta um frevo-de-rua. BUMBA-MEU-BOI - É um drama pastoril, um espetáculo de arena, apresentando-se em campo aberto. O boi dança e é morto por motivos variados, é repartido ou, em outros lugares ressuscitado. Recebe vários nomes pelo Brasil afora: Boi Calemba, Boi de Reis, Boi Bumbá, Boi Mamão, etc. CABOCLINHOS - Ou cabocolinhos, grupos que saem no carnaval pernambucano. São tribos de índios que têm como característica o uso de "preacas" (arco e flecha fixados com barbante), trajando vistosos cocares. CABOCLO DE LANÇA - Integrante do maracatu rural. Em suas apresentações usa uma lança de dois metros de comprimento; uma cabeleira de papel celofane; uma gola bordada; uma espécie de bolsa, chamada "surrão", onde são presos os chocalhos. CABOCLO DE PENA - Outro integrante do maracatu rural. Confundido com os caboclinhos, tem como característica um enorme capacete de quase um metro de altura, como se fosse uma coroa, adornado de vidrilhos e penas tingidas. Chamados também de "tuxáu" ou "tuxaua". CAIXA DE GUERRA - Tambor de tamanho médio. Instrumento usado nos maracatus e nas escolas de samba. CAMBINDAS Refere-se à brincadeiras de homens trajados de mulher. Precursor do maracatu rural. Foliões vestidos de baianas, organizados para um cortejo nas vilas e povoados nordestinos. Deve ser da mesma origem dos Cucumbis, folguedo com bailados guerreiros e pequenos enredos, outrora, muito populares na Bahia. 3
4 CANGACEIRO - O mais famoso foi Virgulino Ferreira, o Lampião. O cangaço foi um fenômeno social que surgiu no final do século XIX, pela extrema miséria da população do Nordeste: eles roubavam para dar aos flagelados da seca. CARACAXÁ - Ou ganzá, são chocalhos de forma cilíndrica, incluído em algumas orquestras do carnaval de Pernambuco. CARNAVAL - A maior festa popular brasileira entra no calendário, a partir da determinação da Sextafeira da Paixão, que é marcada na primeira lua cheia subseqüente ao dia 21 de março e, assim, o carnaval é realizado sete semanas antes da Páscoa. A forma atual do carnaval foi estabelecida no final do século XIX e início do século XX. Anterior a este tempo era realizado o entrudo, brincadeira trazida pelos portugueses no tempo da colonização brasileira. CARRANCA - Grotescas e curiosas figuras, talhadas em madeiras, colocadas nas proas das embarcações utilizadas no Rio São Francisco, para espantar as assombrações e os maus fluídos. Costuma-se usa-las nas residências, em posição que fique olhando para a porta de entrada da casa, garantindo, assim, a guarda contra os olhos grandes. CAPOEIRA - Luta marcial, hoje jogo atlético, foi introduzida, no Brasil, pelos negros bantos de Angola. São dos capoeiras os primeiros passos do frevo, em um misto de luta e música. CASAMENTO MATUTO - Representação caricatural da instituição do casamento, sobre o aspecto da cerimônia, da severidade do pai, do sexo antes do casamento e da negativa do noivo. Os personagens são quase sempre os mesmos: a noiva grávida, o pai que obriga o noivo a casar com a intervenção da polícia. O casamento matuto é realizado por um padre sob o olhar vigilante do delegado e de soldados de polícia. Ao final da encenação o baile é proclamado e se dança a quadrilha. CAVAQUINHO - De origem portuguesa, é um instrumento de cordas utilizado nas orquestras de ranchos. CLARIM - Trombeta de som agudo e estridente usada na abertura dos desfiles de alguns clubes e troças carnavalescas. CLÓVIS - Corruptela de clown (palhaço em inglês). Fantasia que se assemelha ao palhaço, muito usada no começo do século XX. CLUBES DE ALEGORIA E CRÍTICA - Eram clubes de préstito do início do século XX, isto é, de grupos de pessoas em marcha, em procissão. Tinha como característica grandes carros alegóricos, representando quadros com críticas ao governo; figuras gigantescas; indumentárias ricas e participação dos jovens da sociedade. CLUBES DE FREVO - Agremiação carnavalesca predominante do Recife e Olinda. Sua estrutura assemelha-se às procissões quaresmais, comuns no século XVIII. Traz, no estandarte, seu emblema e tem seu cortejo aberto pelos clarins. Conhecido também como Clube Carnavalesco. COMISSÃO DE FRENTE - Grupo de dez a quinze pessoas, não fantasiadas, mas vestidos com apurada elegância, que simbolizam as tradições da agremiação. CORSO - Cortejo de carros em itinerário antes estabelecido, de grande animação nos carnavais de rua até a década de 30. Automóveis de capotas arriadas e pequenos caminhões conduziam famílias ou grupos de foliões geralmente fantasiados. CUÍCA - Instrumento de percussão constituído de um cilindro metálico, vestido de um lado por uma pele, prendendo-se ao centro, na parte inferior, uma vareta que atritada com a mão, produz um som rouco. 4
5 CUCUMBIS - Cordão organizado por negros sob a influência de rituais festivos e religiosos da África. Desaparecido do carnaval. DIZER NO PÉ - Dançar bem o samba e com absoluta liberdade de movimentos. EMBAIXADA - Denominação do grupo precursor da escola de samba. EMBOSCADA - Luta simulada travada entre grupos tradicionais de caboclinhos quando se exibem no carnaval. ENSAIO DE RUA - Antiga preparação dos clubes de frevo do Recife para o carnaval que se aproximava. ENTRUDO - Chegou ao Brasil com os costumes portugueses. Eram jogos realizados nos três dias que antecediam à Quaresma. A palavra entrudo vem do latim introitus (introdução). ESTANDARTE - Pavilhão símbolo de um Clube de Frevo, Maracatu ou Bloco, geralmente feito de veludo, com desenhos e figuras em alto relevo bordados com fios dourados. EVOÉ - Antigamente, a palavra chave de toda e qualquer notícia sobre o carnaval de 1910 a "Evohé" é o sobrenome de Dyonisos Baco, passando a significar o grito dos bacantes em honra do deus do vinho na mitologia grega. EVOLUÇÃO - Coordenação de ritmo e dança de todo o conjunto de uma agremiação carnavalesca, durante o desfile. FANFARRA - Orquestra com predomínio dos instrumentos de metal utilizados nos Clubes de Frevo e carnaval de rua de Pernambuco. FIGURAS DE FRENTE - Componentes dos Clubes de Frevo, ricamente vestidos, que desfilam atrás do porta-estandarte. FILHÓS - Bolinhos preparados com farinha de trigo, fritos em óleo e servido com calda de açúcar, durante o carnaval, em Pernambuco. FLABELO - Ou cartaz, é semelhante ao estandarte dos Clubes de Frevo, onde traz o nome e o símbolo do Bloco Carnavalesco. FOLIA - Animação nas festividades carnavalescas. FOLIÃO - Aquele que participa dos folguedos carnavalescos, nas ruas e nos bailes, estando ou não fantasiado. FREVO - Gênero de música carnavalesca, tipicamente pernambucano com três variações clássicas: frevo-de-rua, frevo-de-bloco e frevo-canção, juntando-se a estas uma quarta variante: o frevoeletrizado. FRIGIDEIRA - Tipo de panela de cozinha introduzida como instrumento na bateria das escolas de samba, em 1948, no Rio de Janeiro. FUNGE - Antigamente, reunião informal de foliões no período carnavalesco, com o único intuito de comer e beber. FUNIL - Corneta feita de folha de flandes usada por figurantes de alguns maracatus, para dar aviso de sua aproximação. É também a denominação do chapéu do Caboclo de Lança. 5
6 GRITO DE CARNAVAL - Primeira manifestação festiva do carnaval, tradicionalmente acontecia nos bailes promovidos pelos clubes sociais no último dia do ano (Ano Novo), partindo-se para os bailes da temporada. Expressão popular que define o baile de carnaval, propriamente dito. GUTE-GUTE - Pulos alternativos e sem ritmo que os acompanhantes dos trios elétricos realizam em sentido contrário à evolução da multidão. JATO-PERFUME - Tubo cilíndrico plástico contendo líquido perfumado, surgido no carnaval de 1963, com o sentido de substituir o lança-perfume de uso e fabricação proibidos. Não chegou a popularizar-se pois foi também proibido por decreto federal. JETONES - Ou jetons eram caramelos em formato de bolas, enrolados em papel prateado, com uma cauda de tiras de papel de seda de dois palmos de comprimento. Eram arremessados como se fossem petecas entre foliões. LANÇA-PERFUME - Bisnaga de vidro ou metal, contendo éter perfumado para ser esguichado em pessoas participantes dos festejos carnavalescos. Apareceu em 1903, vindo da França, em substituição às limas de cheiro desaparecidas com a proibição do entrudo. LANCEIRO - Menino com trajes de guarda romano, participantes dos cortejos de antigos maracatus. LIMA DE CHEIRO - Ou laranjinha, era uma pequena esfera, geralmente feita de cera e contendo água perfumada, para arremessar nas pessoas visadas e molha-las. Proibidas pelo uso com águas mal cheirosas e com a proibição do entrudo. LÍNGUA DE SOGRA - Instrumento de animação carnavalesca, feito de papel, simulando uma língua muito comprida e enrolada, crescendo quando soprada. Surgiu no carnaval de Atualmente serve como brinquedo infantil. LIVRO DE OURO - Caderno escolar de capa dura, para anotação e assinaturas das doações em dinheiro destinadas as despesas das agremiações carnavalescas. LOAS - Versos recitados pelos caboclinhos quando se apresentam no carnaval. É também os cantos entoados pelos maracatus rurais. MARACÁ - Cabaça cheia de sementes, servindo como instrumento musical na marcação do ritmo. Usada nas orquestras das Tribos de Caboclinhos. MARACATU - Folguedo do carnaval pernambucano, imitando um cortejo real, reminiscência dos negros cativos. Apresentam-se em duas categorias: Maracatu Nação ou Baque-virado e Maracatu Rural ou de Baque-solto. MARCANTE - Bombo mestre de uma orquestra de maracatu, de som grave, geralmente feito de pele de carneiro. Sua finalidade é liderar o ritmo de todo o conjunto percussivo. MARCHA - Música propriamente carnavalesca, alegre e com letra crítica ou irônica, é uma das modalidades da música do carnaval do Rio de Janeiro. Já a marcha-rancho tem ritmo lento e pastoral. MÁSCARAS - Peças de variados estilos, formatos e tamanhos, feitas de papelão, pano, cortiça, plástico, cera ou couro, com que se cobre o rosto para disfarces. Nos carnavais de antigamente, a influência era tanta que um terço dos foliões saíam às ruas com máscaras. MASCARADA - Grupo de foliões disfarçados com máscaras. Também denominados "Turmas". MASCARADOS - Foliões anônimos peculiares nos carnavais de antigamente, isolados ou em grupos pequenos. 6
7 MEIÃO - Bombo componente de uma orquestra de maracatu, geralmente feito de pele de carneiro. Produz um som intermediário, entre o grave e o agudo. MELA-MELA - Tentativa de foliões recifenses de restaurar o desaparecido entrudo, disfarçado em corso. Começando em 1960 e sendo proibido em MESTRA - Componente da ala feminina dos Blocos Carnavalescos recifenses, encarregada de ensaiar os frevos-de-bloco. MESTRE DAS TOADAS - Pessoa responsável pelo ensaio do coro feminino de um maracatu rural. MI-CARÊME - Vocábulo francês com o significado de meia-quaresma. No Brasil com o sentido de segundo carnaval de comemoração à Aleluia, que se realiza logo depois da Semana Santa. MICARETA - Gíria baiana para designar o segundo carnaval da cidade de Feira de Santana, festejando a Aleluia no final da Semana Santa. Precursor dos carnavais fora de época existente, hoje, em todo o Brasil. PANDEIRO - Instrumento de percussão, constituído de uma pele esticada num aro ou num quadrado de madeira ou de metal, com ou sem guizos, no qual se bate com as mãos e acrobaticamente com os cotovelos. PAPANGU - Folião com fantasia improvisada, aproveitando peças velhas, enfeites ordinários e comportamento abobalhado. No início do século XX, vestiam-se com sacos de estopa, fronhas na cabeça e meias nas mãos. PONTILHADO - Passo de frevo. O passista flexiona a perna direita, cruza a esquerda à altura do joelho e toca o calcanhar no chão. PREACA - As peças que simulam o arco e a flecha dos índios, usados pelos integrantes das Tribos de Caboclinhos do Recife. RASGADO - Acorde estridente dos instrumentos de metal de uma fanfarra tocando um frevo-de-rua. RASTEIRA - Passo de frevo. O passista movimenta as pernas e forçando os joelhos, quando flexiona o corpo ficando de costas para o chão, procura empurrar os joelhos de outro passista. RECO-RECO - Instrumento de percussão introduzido nas baterias das escolas de samba. Originariamente feito com um gomo de bambu. REI MOMO - Símbolo da grandeza do Carnaval, sempre representado por um folião muito gordo e de simpatia irradiante, vestindo fantasia vistosa, com coroa majestática. É uma figura mitológica grega. REINADO DE MOMO - Bailes, desfiles de escolas de samba, cortejos de clubes, blocos de ruas, troças brincalhonas, mascarados e foliões fantasiados, música, tudo o que tem sentido carnavalesco. SÁBADO GORDO - Sábado que precede o domingo de carnaval. É também chamado de sábado de Zé Pereira. SACA-ROLHA - Passo de frevo. O passista, cruzando a perna direita sobre a esquerda, vira-se nas pontas dos pés descrevendo uma volta completa para ficar com a perna esquerda sobre a direita. SAFARRASCO - Antigamente, baile carnavalesco sem programa e organização, realizado na base do improviso. SERPENTINA - Fita estreita de papel, muito comprida e de cores variadas, enrolada em forma de disco que se desenrola em arremesso nos festejos carnavalescos. Surgiu no carnaval de
8 TALABARTE - Grosso cinto de couro, apoiado em um dos ombros do porta-estandarte para facilitar a sustentação do pavilhão do clube de frevo ou outras agremiações durante o desfile. TERNO - Orquestra de maracatu rural. TESOURA - Passo de frevo. O passista flexiona o corpo num pequeno agachamento e, rapidamente, com as pernas em forma de tesoura, logo se levanta dando uma volta completa na ponta dos pés. TORÉ - Dança de caboclinhos. TRIBO DE ÍNDIOS - Folguedo popular originário da Paraíba, atualmente apresenta-se com raridade no carnaval. TRÍDUO MOMESCO - São os três dias de carnaval, embora a abertura dos festejos dedicados a Momo seja muito antes, tento que já se diz "semana do carnaval". Por decreto municipal, é de 11 dias o carnaval da cidade de Olinda, Pernambuco. TRIOLIM - Violão de quatro cordas que, eletrificado, surgiu como o terceiro instrumento do trio elétrico. TROÇA - Grupos de foliões em brincadeiras improvisadas e sem a mínima organização, animando o carnaval nos subúrbios dos grandes centros urbanos e das cidades do interior. Raras as troças que se apresentam com orquestras ou fantasias. URSO DO CARNAVAL - Ou La ursa, é uma brincadeira do carnaval recifense, onde um homem vestido com trapos e uma máscara de urso, amarrado pela cintura, e puxado por outro figurante, o domador, arrecada dinheiro e assusta a meninada. Se o urso for endinheirado apresentam-se outros figurantes e até orquestra. VÔO DE ANDORINHA - Passo de frevo. O passista, usando a sombrinha, procura espaços desocupados para desenvolver sua dança: elevando o corpo com grande impulso, cuzando as pernas no ar e, simultaneamente, abrir os braços. Logo em seguida cai com os tornozelos cruzados para recomeçar o passo. XERE - Chocalho introduzido nas apresentações no auto dos caboclinhos. ZABUMBA - Grupo de instrumentos barulhentos que, antigamente, animava a troça carnavalesca dos Zé Pereira. É também a denominação de grandes tambores, no passado de fabricação artesanal, integrante das orquestras de maracatus, também chamados de bombos. * Claudia Lima: Graduação em Comunicação Social, Especialização em História do Brasil, Mestre em Gestão de Políticas Públicas pela Fundação Joaquim Nabuco, folclorista, etnógrafa, pesquisadora e escritora. PARA COLABORAR COM ESTE VOCABULÁRIO ENVIE VERBETES PARA UM DOS SEGUINTES E- MAILS: [email protected] ou [email protected] 8
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