Recordando: As Reações da Fotossíntese
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- João Guilherme Bergler de Figueiredo
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1 Recordando: As Reações da Fotossíntese luz abundantes na natureza reações luminosas (tilacóides) transformação de compostos simples em complexos utilizando a energia luminosa ciclo de açúcares reações de fixação de carbono (C 2 ) (estroma)
2 Recordando: Fluxo de Elétrons Acíclico e Foto-fosforilação Cloroplasto produtos das reações luminosas: NADP e ATP e - + cadeia de transporte de elétrons NADP PSI - fotossistema I PSII - fotossistema II Q - plastoquinona Cyt - Citocromo CF - ATP sintase 4 el Estroma (p 8) ATP (p 5)
3 Reações de Fixação de Carbono ou: ciclo de Calvin-Benson ou: ciclo de redução da pentose fosfato ATP e o NADP produzidos pelas reações de luz são usados para fixar e reduzir C 2 sintetizando açúcares simples. Estas reações ocorrem no estroma. 3 C ATP + 6 NADP G3P* + 9 ADP + 8 Pi + 6 NADP Reações divididas em três estágios: - ligação covalente de C 2 à ribulose-1,5-bisfosfato - redução do produto formado (de ácido para aldeído) - regeneração da molécula de ribulose-1,5-bisfosfato fórmula geral dos açúcares: (C 2 ) n C C -2 C 2 P 3 *G3P gliceraldeído-3-fosfato ()
4 C C C C D-glicose C 2 Carboidratos (C 2 ) n C C 2 C 2 2 C sacarose (glicose + frutose) amido celulose b-d-glicose + a-d-glicose C C C 2 D-gliceraldeído
5 Reações de Fixação de Carbono 14 C 2 cultura Melvin Calvin álcool fervente Autoradiograma após a exposição de Chlorella a 14 C 2 por 30 s Chlorella em cultivo contínuo via elucidada no fim da década de 40 tlc bidimensional
6 Reações de Fixação de Carbono Autoradiogramas após a exposição de Chlorella a 14 C 2 Elucidadas por Melvin Calvin e colaboradores entre 1946 e Todos os organismos eucarióticos fotossintetizantes reduzem o C 2 pelo mesmo mecanismo. fixação de C redução do produto formado regeneração de ribulose-1,5-bisfosfato
7 Reação de carboxilação catalisada pela enzima Ribulose-1,5-bisfosfato carboxilase/oxigenase (RUBISC): Reações de Fixação de Carbono 1 o estágio: ligação covalente do C 2 RUBISC ribulose-1,5-bisfosfato P P C 2 2 DG o = -51 kj/mol - P - 2 moléculas de 3-fosfoglicerato P P = P 3-2 RUBISC é a enzima mais abundante e pode representar até 50 % do total de enzimas solúveis de uma folha. Quase toda a vida na terra depende da fixação de C por esta enzima. sítios ativos 8 subunidades maiores (cloroplasto) 8 subunidades menores (núcleo)
8 Reações de Fixação de Carbono 2 o estágio: redução de 3-fosfoglicerato à gliceraldeído-3-fosfato - P 3-fosfogliceratoquinase ATP ADP P P gliceraldeído-3- fosfato desidrogenase + + NADP NADP + Pi 3-fosfoglicerato 1,3-bifosfoglicerato gliceraldeído-3-fosfato P ATP e o NADP tem origem na fase luminosa da fotossíntese regeneração de ribulose-1,5-bisfosfato e síntese de outros açúcares no cloroplasto ou citosol
9 Reações de Fixação de Carbono 3 o estágio: regeneração de ribulose-1,5-bisfosfato 3 C ribulose-1,5-bifosfato NADP ATP 6 gliceraldeído-3-fosfato + 6 NADP ADP + 6 Pi 5 moléculas de 3 C = 15 C P 3 x gliceraldeído-3-fosfato 3 ATP 3 ADP 3 moléculas de 5 C = 15 C P P 5 x ribulose-1,5-bisfosfato 5 das 6 moléculas de gliceraldeído-3- fosfato formadas são usadas para regeneração de 3 moléculas de ribulose-1,5-bifosfato
10 Resumo do Ciclo de Calvin e Benson 1 o estágio: fixação covalente do C 2 3 x intermediário instável 6C 6C 6C 6 x 3-fosfoglicerato 2 o estágio: reações de redução 6 ATP 6 NADP x C 2 1C 1C 1C 3 x ribulose- 1,5-bisfosfato 5C 5C 5C 3 ADP 3 ATP 6 ADP 6 P i 6 NADP + 6 x gliceraldeído -3-fosfato 3 o estágio: regeneração da molécula de ribulose-1,5-bisfosfato A ativação das enzimas do ciclo é dependente de luz.
11 Destinos do giceraldeído-3-fosfato No cloroplasto: síntese de amido grãos de amido Durante a noite este amido é transformado em sacarose, transportado pelo floema e utilizado para suprir as necessidades energéticas da planta. No citosol: sacarose
12 Regulação do Ciclo de Calvin 1.expressão gênica concentração de enzimas 2.modificações pós-transcrição A reações do ciclo de Calvin-Benson eram chamadas de reações da fase escura. oje sabe-se que estas são também reguladas pela luz. Enzimas cuja atividade é modulada pela luz: RUBISC Frutose-1,6-bisfosfato fosfatase Sedoheptulose-1,7-bisfosfato fosfatase Ribulose-5-fosfato quinase 4 el NADP-gliceraldeído-3-fosfato desidrogenase mais ativas: p 8 co-fator Mg 2+ A absorção de luz pelos fotossintemas leva a um aumento do p e da concentração de Mg 2+ no estroma. Estroma (p 8) [Mg 2+ ] [Mg 2+ ] (p 5)
13 Fotorespiração - RUBISC atividade de oxigenase (independe da origem da enzima) RUBISC ribulose-1,5-bifosfato P P fosfoglicerato P P - 2-fosfoglicolato Concentração na atmosfera: C 2 = 0,04 % 2 = 20 % Solubilidade em água a 25 o C: C 2 : 1,5 g/kg 2 : 0,04 g/kg Constantes de Michaelis: K M C 2 = 20 mm K M 2 = 200 mm Durante a fotorespiração não há fixação de C 2 e portanto há redução na eficiência da fotossíntese. Para regenerar parte dos C do 2- fosfoglicolato é necessário gastar E. Na atmosfera, a 25 o C, a fixação de C 2 é 3 vezes mais rápida que a reação com 2.
14 Fotorespiração - RUBISC atividade de oxigenase Proteínas de transporte (2C) 2 (2C) (2C) RESUMIND: 2 2-fosfoglicolato (2 x 2 C) () C 2 3-fosfoglicerato (3 C) + C 2 (1 C) Ao contrário da respiração, a fotorespiração não produz ATP (modificado)
15 Fotorespiração - RUBISC atividade de oxigenase Fatores que favorecem a fotorespiração (aumento da concentração de 2 ): Alta densidade de organismos fotossintetizantes Baixo fluxo de ar Excesso de calor Falta de água Suposta função: Recupera 75% do C perdido com a atividade oxigenase da RUBISC Dissipa excesso de ATP e poder redutor, prevenindo danos ao aparato fotossintético em condições de alta luminosidade e baixa concentração de C 2 (experimentos com mutantes de Arabidopsis).
16 Mecanismos de Concentração de C 2 I: via C 4 Em algumas plantas pode ocorrer que primeiro composto marcado após a exposição de cana de açúcar a 14 C 2 é o malato (com 4 C). A enzima fosfoenol piruvato carboxilase (PEP carboxilase) catalisa a reação: C 2-2 P 3 C - fosfoenol piruvato + C 3 - bicarbonato PEP carboxilase C - C 2 C - + oxaloacetato P 3-2 P i PEP carboxilase é encontrada no citosol das células do mesófilo e tem alta afinidade por C 2.
17 Mecanismos de Concentração de C 2 I: via C 4 Anatomia de Kranz * corte transversal de folha de planta C 3 corte transversal de folha de planta C 4 Nas plantas C4 as enzimas do ciclo de Calvin-Benson ocorrem somente nas células da bainha do feixe*.
18 Mecanismos de Concentração de C 2 I: via C 4 (separação espacial) elucidado por Marshall atch e Rodger Slack durante os anos 60 por experimentos de adição de 14 C 2
19 Mecanismos de Concentração de C 2 I: via C 4 Ar NADP NADP + NADP + enzima málica NADP C 3 - PEP -C compartimentalização: cloroplasto AMP + PP i ATP + P i células do mesófilo plasmodesmas células da bainha do feixe mitocôndria PEP-C fosfoenolpiruvato carboxilase á separação espacial da fixação de C 2, descarboxilação dos ácidos, e fixação do C pelo ciclo de Calvin.
20 Mecanismos de Concentração de C 2 I: via C 4 em plantas sem anatomia de Kranz Imunolocalização* RUBISC (cloroplasto tipo 1) PEPcarboxilase (citosol) Bienertia cycloptera Chenopodiaceae enzima málica (mitocôndria) piruvato Pi diquinase (cloroplasto tipo 2) 50 mm Cortes transversais no clorênquima de Borszczowia aralocaspica, Chenopodiaceae. *Edwards et al. 2001, Nature, vol 414, pg 543 Microtuúbolos são essenciais para a compartimentalização desigual dos dois tipos de cloroplastos nas células.
21 Existem variações de metabolismo C 4 conhecidas: Diferem quanto: ao composto de 4 C que difundem para as células da bainha do feixe (malato ou aspartato) ao composto de 3 C que retorna às células do mesófilo (piruvato ou alanina). A abundância de plantas C 4 é maior em climas quentes (crescem a intensidades altas de luz e altas temperaturas) Características de plantas C 4 : Apresentam alta taxa de fotossíntese Apresentam alta taxa de crescimento Baixa taxa de fotorespiração Baixa taxa de perda de água Estrutura da folha característica (nem sempre) 0 30% C % C % C 4 Apesar do custo energético mais alto, plantas C 4 são capazes de crescer mais rapidamente do que as C 3 a temperaturas acima de o C.
22 Mecanismos de Concentração de C 2 II: via CAM separação temporal noite dia ácido málico CAM - Metabolismo Ácido das Crassuláceas
23 Skript, p. 36 Evolução convergente de plantas com CAM Gymnocalycium asterias, uma Cactaceae da América Central. Euphorbia gymnocalycoides, uma Euphorbiaceae descoberta em 1982 na Etiópia. Características das plantas CAM: cutícula grossa baixa razão superfície/volume grandes vacúolos pequena abertura dos estômatos Comparação de perda de água por g de C 2 fixado: metabolismo perda 2 (g) CAM C C
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