Resoluções das Atividades

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Resoluções das Atividades"

Transcrição

1 Resoluções das Atividades Sumário Aula 11 Morfologia e anatomia da folha...1 Aula 12 Morfologia e anatomia da flor...2 Aula 13 Morfologia e anatomia da semente e do fruto...4 Aula 14 Fisiologia da absorção Condução e transpiração...5 Aula 15 Os hormônios vegetais A 03 E Aula 11 Morfologia e anatomia da folha Plantas carnívoras ou insetívoras ocorrem normalmente em solos pobres em nutrientes, sendo estes, em sua maioria, encharcados (como brejos), de ph baixo e, às vezes, pedregosos. A baixa disponibilidade de nutrientes no solo, principalmente nitrogênio, é um fator crítico que limita o crescimento das plantas em geral. Entretanto, no caso das plantas carnívoras, tal problema foi solucionado com o desenvolvimento de métodos para aprisionar e digerir animais, aproveitando as proteínas do corpo destes seres (insetos, moluscos, pequenos mamíferos etc.) como fonte de compostos nitrogenados. Os vegetais apresentam uma diversidade de adaptações a ambientes secos. Entre essas, é possível citar as que tem por inalidade diminuir a evapotranspiração, fenômeno que ocorre principalmente pelos estômatos presentes na superfície foliar. Vegetais típicos dessas regiões podem apresentar estruturas foliares modiicadas em espinhos, diminuição da superfície foliar, espessamento da cutícula localizada na epiderme (folhas ceriicadas), presença de tricomas recobrindo as folhas, rápido mecanismo de abertura e fechamento dos estômatos, localização de estômatos no interior de criptas etc. Presença de raízes adventícias, alto poder de absorção radicular e associação com micorrizas são características que não garantem ao vegetal melhor sobrevivência, caso ocorra deiciência de água no ambiente. A foto apresenta uma planta do grupo das Cactaceae, família botânica representada pelos cactos. Nessas plantas, ocorreu a seleção de características adaptativas como as folhas transformadas em espinhos, que contribuem para a diminuição da transpiração no clima árido, ou semi- -árido, onde estas plantas ocorrem. Além disso, também colaboram com a proteção da planta contra a herbivoria. 04 C 01 C 02 B A igura exposta apresenta as classiicações de tipos de folha. As folhas completas são providas de pecíolo, limbo, bainha e as estípulas; folhas incompletas são desprovidas de uma das seguintes estruturas: pecíolo, estípulas ou bainha; folhas com ócrea apresentam estípulas bem desenvolvidas e que se enrolam ao redor do caule; as invaginantes possuem bainha muito desenvolvida e que se enrola ao redor do caule, melhorando a ixação da folha; enquanto as folhas sésseis: não apresentam pecíolo e bainha, o limbo insere-se diretamente no caule. Plantas carnívoras apresentam folhas modiicadas que funcionam como armadilhas para a captura de insetos e outros animais de pequeno porte como anfíbios e roedores. A seleção desse tipo de morfose foliar ocorreu devido a tais plantas viverem geralmente em ambientes com solos pobres em nutrientes, principalmente em nitrogênio e, para suprir essa deiciência, realizarem a captura de organismos. Isso não quer dizer que se não capturar presas ela morrerá, ela apenas não crescerá de forma tão viçosa. As folhas são o principal órgão fotossintetizante da planta. Por elas ocorre a maior perda de água devido à evapotranspiração. Em plantas de sombra, as folhas normalmente apresentam maior quantidade de cloroila, o que intensiica seu tom de verde. Nas plantas de regiões áridas, normalmente, as folhas possuem uma menor área foliar e uma maior quantidade de tecidos de sustentação. As folhas de plantas de regiões úmidas normalmente apresentam folhas com tamanho considerável, menor quantidade de elementos de sustentação e um formato afunilado na planta, além de uma cobertura lipídica, que facilita o escorrimento da água de sua superfície. Caso a água não escorresse da superfície da folha, poderia entupir os estômatos e comprometer as trocas de gases pela planta. Pré-Universitário 1

2 03 D 04 D 05 D 06 A 07 C 08 E A folha, sendo o principal órgão vegetal implicado na realização da fotossíntese, possui características que lhe permite executar eicientemente essa função, dentre elas, pode-se destacar uma epiderme delgada, desprovida de cloroila, a qual, assim, proporciona um aproveitamento maior da radiação solar, bem como uma forma laminar, a qual permite uma maior área de exposição à luz. As cactáceas são vegetais que apresentam uma série de adaptações à baixa disponibilidade de água em regiões de clima árido e semi-árido, sendo assim consideradas plantas xeróitas. Entre estas características, temos as folhas, que ao longo de sua evolução, originaram espinhos. Isso cessou a perda de água por meio das folhas: o principal local de transpiração das plantas terrestres. Deve-se lembrar que, neste grupo de plantas, a função fotossintetizante passou a ser realizada pelo caule. A igura ilustra um corte histológico de uma folha pertencente a uma planta terrestre, de região seca e quente, uma vez que exibe uma epiderme pluriestratiicada (diminuição da transpiração cuticular) e estômatos em criptas, situados exclusivamente na epiderme inferior. A igura da questão apresenta as seguintes indicações: I. Limbo da folha (formado por diferentes tecidos que compõem a folha); II. Nervuras foliares (são os vasos condutores); III. Pecíolo (estrutura que liga a folha ao caule); IV. Estípulas (estruturas laminares, geralmente formando um par, presentes na base das folhas); V. Caule. A igura não representa bainha (porção terminal do pecíolo que abraça o caule) ou espículas (estruturas semelhantes às que sustentam e protegem o corpo dos espongiários). Estômatos foliares, uma vez abertos, permitem a fotossíntese (proporcionam a entrada de CO 2, matéria-prima da reação fotossintética), a perda de água sob a forma de vapor (transpiração) e a absorção de água do solo (transpiração foliar arrasta as moléculas de água localizadas no xilema, fazendo a coluna de água ascender). O processo de troca gasosa ocorrerá por meio dos estômatos, representados na igura em V. I. Epiderme superior. II. Parênquima paliçádico. 09 E 10 D III. Parênquima lacunoso. IV. Câmara gasosa. V. Estômatos (trocas gasosas). A palma (Opuntia icus), pertencente à família Cactaceae, apresenta um caule suculento, o que lhe permite acumular água e substâncias nutritivas. Na Bahia, por exemplo, a palma faz parte do rol de atividades agrícolas de sequeiro do semiárido, para suprir a falta de forragem para os animais nos períodos longos de seca. Entretanto, em alguns municípios, normalmente na região da Chapada Diamantina, a palma é utilizada na alimentação humana. Com o broto da palma, também denominado palma- -verdura, são feitos diversos pratos da culinária baiana. São adaptações a ambientes secos: espinhos (diminuição da superfície foliar, evitando perdas consideráveis de água por transpiração), tricomas (proteção da planta contra a perda de água por excesso de transpiração, bem como produzir substâncias oleosas, digestivas plantas carnívoras ou urticantes urtiga) e caules suculentos, os quais armazenam água e substâncias nutritivas. Aula 12 Morfologia e anatomia da lor Ao impedir a autofecundação, a planta aumenta a diversidade genética de seus descendentes, pois acaba mesclando seu material genético com o de outro indivíduo de sua espécie. Diferentes estratégias impedem que ocorra a autopolinização, como a dicogamia (amadurecimento do androceu e gineceu em épocas diferentes); a hercogamia (presença de uma barreira física que impede o pólen de interagir com o estigma da mesma lor); e a autoincompatibilidade. O pólen e o gineceu possuem um mecanismos bioquímico de incompatibilidade. 02 C Pétalas coloridas formam uma corola vistosa (I) que tem como função atrair polinizadores como pássaros (B), insetos etc. Estigmas plumosos (II) podem pender para o lado de fora da lor, permitindo assim que o vento (A) arraste mais facilmente os grãos de pólen. Flores que se abrem à noite (III) regulam seu ciclo reprodutivo à rotina de seu polinizador noturno, que pode ser um morcego (D), um inseto etc. O cheiro de carniça (IV) liberado por algumas lores tem por inalidade atrair polinizadores que buscam cadáveres para pôr seus ovos, como é o caso da mosca-varejeira (C). 2 Pré-Universitário

3 03 C Existem pelo menos espécies de morcegos, e entre estas temos seres com dieta baseada em pólen e néctar, frutos, folhas, insetos, anfíbios, peixes etc., mas apenas três espécies são hematófagas. Os morcegos que apresentam dieta baseada em pólen e néctar são fundamentais à dinâmica das lorestas, pois atuam como agentes polinizadores de diferentes espécies de plantas. As espécies que alimentam-se de frutos também viabilizam a dispersão das plantas, o que favorece a recuperação de áreas degradadas naturalmente ou que foram destruídas e abandonadas pelo homem. 04 A Ao referir-se à lor do maracujá como uma lor hermafrodita, determina-se que ela apresenta estruturas reprodutoras femininas e masculinas. Para torná-la totalmente feminina, é necessário retirar todas as estruturas masculinas, no caso, o conectivo, o ilete e a antera. Espécies de plantas que têm o deslocamento de seus grãos de pólen realizados pelo vento (polinização anemóila ou anemoilia) produzem grande quantidade dessas estruturas, devido a esse mecanismo não ser direcionado propositalmente para atingir o gineceu. Dessa forma, a produção de uma enorme quantidade de grãos de pólen aumenta as chances da polinização ocorrer. 02 C O amadurecimento do androceu e do gineceu em épocas diferentes caracteriza a dicogamia. Sendo a proterandria quando o androceu amadurece primeiro, e a protoginia quando o gineceu amadurece primeiro. Ambos garantem a fecundação cruzada dos indivíduos, o que contribui para o aumento da variabilidade genética dos indivíduos da espécie. 03 D O posicionamento dos carpelos, com suas anteras nas quais encontra-se os grãos de pólen, acima do estigma, facilita que um polinizador capture pólen dessa estrutura e o transira para o estigma, onde ocorrerá a sua adesão. 04 D Nas angiospermas, após a polinização, ocorre a formação do tubo polínico. Por meio deste tubos, dois núcleos espermáticos se dirigem para o interior do ovário onde encontrarão, dentro do óvulo, a oosfera e os núcleos polares. A fusão do núcleo espermático, com a oosfera origina o zigoto, enquanto o outro núcleo espermático, ao se fundir com os núcleos polares, forma o endosperma ou albúmen. Este fenômeno de dupla fertilização ou dupla fecundação é típico das plantas angiospermas. 05 C Apesar da maioria das angiospermas apresentar lores hermafroditas, a autofecundação é evitada por meio de uma série de estratégias como: Dicogamia: o amadurecimento do gineceu e androceu em épocas diferentes; Hercogamia: existência de barreiras físicas que impedem a ligação e germinação do grão de pólen no estigma das lores da mesma planta; Autoincompatibilidade: presença de determinada alteração genética que impede a germinação do grão de pólen no estigma das lores da mesma planta. 06 D Muitas plantas polinizadas por insetos apresentam pétalas pigmentadas de azul ou amarelo. Essas plantas produzem substâncias aromáticas que atraem os insetos. As plantas polinizadas por aves geralmente são vermelhas ou alaranjadas, cores que as aves enxergam bem. Contudo, esses vegetais não possuem aroma, o que não impede a polinização, visto que as aves não possuem olfato apurado. Tal fato acaba por não atrair os insetos, tanto pela cor quanto pela ausência de cheiro. Plantas com loração noturna não são muito coloridas, pois, no escuro, a estratégia adaptativa é atrair seus polinizadores pelo odor. É o caso da paineira, que, ao exalar cheiro forte, atrai morcegos; e, também, a dama-da-noite, com lores brancas de intensa fragrância e veios de néctar que atraem as mariposas. 07 E Os estames são originados a partir de modiicações foliares, formando os órgãos reprodutores masculinos do corpo do vegetal. Nessas estruturas ocorre a formação dos grãos de pólen, que transportam os gametas masculinos. O conjunto dos estames forma o androceu. 08 C As estruturas apresentadas na questão podem desempenhar as seguintes funções: 1. Pétala: atração de agentes polinizadores. 2. Pistilo: conjunto formado pelas estruturas femininas da lor (estigma, estilete e ovário) na qual ocorre a formação dos gametas femininos. 3. Estame: conjunto formado pelas estruturas masculinas da lor (ilete e antera), na qual ocorre a formação dos gametas masculinos. 4. Sépala: proteção de outras estruturas da lor. 09 A Vento Anemoilia. Inseto Entomoilia. Pássaro Ornitoilia. Morcego Quiropteroilia. Molusco Malacoilia. Pré-Universitário 3

4 10 C I. (V) As estruturas representadas por A, B, C e D são, respectivamente, cálice e a corola, antera e estigma. O cálice e a corola são responsáveis por proteger as estruturas reprodutoras da lor, antera e estigma. II. (V) A igura II refere-se a detalhes da estrutura interior da antera, estrutura responsável pelo armazenamento dos sacos polínicos, onde encontram-se os grãos de pólen. III. (V) Na porção terminal do gineceu, encontra-se o estigma, por onde haverá a entrada do grão de pólen. IV. (F) A letra F é representada pelo estigma. V. (F) A letra E representa o óvulo que, após a fecundação, origina a semente. Aula 13 Morfologia e anatomia da semente e do fruto 01 E É na semente que se encontram as reservas nutritivas (nutrientes orgânicos) que vão servir de alimento ao embrião durante a germinação. Tais reservas, no caso do feijão, são depositadas nos cotiledónes. Portanto, se eles forma retirados, o embrião deixará de receber os nutrientes essenciais para seu desenvolvimento. 02 B Os frutos são estruturas originadas a partir do desenvolvimento do ovário e que surgem após a fecundação. A banana é uma das exceções, nela não ocorre o desenvolvimento do ovário, não ocorrendo, portanto, fecundação e, consequentemente, não há formação de sementes. Caso o processo de fecundação ocorresse, ela apresentaria sementes. 03 E A função do hidrogel, com substâncias orgânicas e inorgânicas, dentro de uma cápsula de gelatina juntamente com o embrião, é servir de reserva nutritiva para a plântula que iniciará o seu crescimento após a germinação. 04 B Segundo o conceito biológico, o fruto resulta do desenvolvimento do ovário. Essa estrutura contém em seu interior a semente, formada pelo desenvolvimento do óvulo, com o embrião, originado da fusão de um dos núcleos espermáticos com a oosfera. O fruto, além da semente, apresenta o pericarpo (epicarpo, mesocarpo, endocarpo). O pericarpo é formado pela parede do ovário maduro ou então tem estrutura derivada de partes extracarpelares que podem vir a unir-se ao ovário no fruto formado. 02 E I. Endosperma. II. Escutelo (cotilédone). III. Embrião. 03 D A análise dos gráicos permite interpretar que a medida mais eiciente para prolongar a longevidade dos frutos seria reduzir o ph de 4 para 2 e diminuir a temperatura de 40 C para 20 C. Estas alterações efetivamente reduziriam a atividade enzimática, fato indicado pelo eixo da ordenada, que indica a velocidade de reação, que neste caso encontra-se praticamente zerada. 04 E Os frutos partenocárpicos (do grego parthons, virgem, e karpos, fruto) se desenvolvem sem que o núcleo espermático sofra fusão com a oosfera, ou seja, esses frutos são originados sem que haja a fertilização. Por isso, com raras exceções, os frutos partenocárpicos se desenvolvem, mas não apresentam semente, que são provenientes da fusão do núcleo espermático com a oosfera. Exemplos de tal fenômeno são a laranja da baía e a banana. 05 B O processo de estiolamento ocorre quando sementes germinam e o desenvolvimento inicial ocorra em um ambiente desprovido de luz. A ausência de luz inibe a produção de cloroila e estimula o rápido crescimento do caule, que acaba apresentando folhas diminutas. A ausência de luz impossibilita a fotossíntese e a produção de matéria orgânica, portanto, o crescimento da planta será proporcional à reserva de nutrientes (endosperma) encontrada na semente. Dessa forma, pode-se imaginar que a semente A possui uma maior reserva de nutrientes. 06 D As sementes apresentam em seu interior uma reserva de nutriente que o embrião explora durante a germinação, momento no qual ainda não realiza fotossíntese ao ponto de suprir todas as suas necessidades. Essa reserva é chamada de endosperma ou albúmen. 07 D I. (V) Frutos com cores chamativas desenvolveram essa estratégia para atrair animais e serem ingeridos por eles, assim, se não houver a digestão de suas sementes, estas serão dispersas longe da planta mãe. II. (F) Como estes frutos e sementes são transportados por animais, o maior peso deles, devido ao pericarpo e às sementes com grande acúmulo de substâncias nutritivas, seria um empecilho ao transporte. Logo, tais estruturas (pericarpo e nutrientes) são pouco desenvolvidos nestes. 4 Pré-Universitário

5 III. (V) A estrutura do fruto permite a sua ixação no corpo do animal por longos períodos, o que garante o seu maior distanciamento da planta mãe. IV. (V) A estrutura externa desse fruto lhe permite associar-se aos pelos dos mamíferos ou às penas das aves, para que assim possam ser transportados 08 B Na imagem da questão as letras indicam corretamente: (F) lor; (O) ovário; (P) pecíolo; (F ) caju; (P ) pseudofruto do cajueiro, que é a parte comestível derivada do desenvolvimento do pecíolo; e (O ) fruto verdadeiro do cajueiro, que é a castanha, já que essa é derivada do desenvolvimento do ovário. Com isso, a associação correta entre estruturas é a apresentada quando se indica que o pecíolo (P) origina o pseudofruto (P ), e que a parte comestível do caju na realidade não é um fruto verdadeiro. 09 C Devido à profundidade, essa planta irá se desenvolver na ausência da luz, o que faz com que ela assuma as características de uma planta estiolada. Ao atingir a superfície, na presença da luz, o seu crescimento será normal. 10 C O berimbau é um instrumento musical de origem angolana que é formado pela metade da cabaça, que é obtida por meio do corte do fruto verdadeiro da cabaceira ou aboboreira (Cucurbita sp.). Já o arco deste instrumento é feito do caule do tipo colmo, que não apresenta ramiicações e possui clara divisão de nós e entre nós, características encontradas no bambu. Aula 14 Fisiologia da absorção Condução e transpiração 01 C A transpiração (evapotranspiração) na maioria das plantas ocorre principalmente pelas folhas. Entretanto, também ocorre, de forma menos intensa, pelos estômatos, perda de água por meio da superfície cuticular da folha. Como isso ocorre, mesmo havendo o fechamento dos estômatos, a planta ainda perderá água na forma de vapor. Com isso, é possível concluir que durante o intervalo A-B a evapotranspiração é resultado do somatório da evapotranspiração estomática e cuticular. 02 B A seiva elaborada, material composto principalmente por água e compostos orgânicos, é transportada por meio do loema ou líber. 03 A A absorção de água e sais minerais, que formam a seiva bruta, ocorrerá na zona pilífera, localizada na raiz. Por meio dos vasos condutores, presentes apenas nas plantas vasculares ou traqueóitas, a seiva será transportada até as folhas, onde ocorrerá a fotossíntese. Os vasos que transportam a seiva bruta recebe o nome de xilema ou lento. Em parte, a ascensão da coluna de água no interior destes ocorre como resultado das propriedades de adesão (água formando ligação de hidrogênio com outra molécula de água) e de coesão (interação de moléculas de água com as que compõem a superfície do xilema). 04 E A igura apresenta a estrutura de um estômato. Estes são encontrados principalmente na folha das plantas, sendo sua abertura e fechamento regulados por fatores externos (ambientais) e internos (intracelulares). Os estômatos são compostos por um ostíolo, que pode ser aberto ou fechado, regulando as trocas gasosas na planta, também sendo o principal local de perda de água por evapotranspiração. Além do ostíolo, encontram-se as células-guarda, que possuem cloroplastos e, de acordo com o inluxo ou eluxo de água, provenientes das células subsidiárias ou acessórias, aumentam ou diminuem o seu volume e, consequentemente, o tamanho do ostíolo. A produção de matéria orgânica, na maioria das plantas, ocorre principalmente nas folhas. Essas regiões de intensa produção de glicose e outros compostos orgânicos são chamadas de fonte, enquanto os locais onde o seu consumo ou acúmulo superam a produção são chamados de dreno (como raízes subterrâneas, frutos em desenvolvimento, região meristemática etc.). Como acaba ocorrendo uma diferença osmótica entre essas duas regiões, ocorre a translocação de seiva elaborada da fonte para o dreno (hipótese do luxo de massa ou luxo de pressão elaborado por Ernest Münch). 02 A Estômatos abertos, transpiração elevada, absorção de água elevada, transporte de água rápido. 03 D Fatores exógenos (ambientais) e endógenos (intracelulares) regulam a abertura e o fechamento dos estômatos. A principal causa das alterações osmóticas das células- -guarda é a alteração da concentração de potássio (K + ). Ao receber luz, ou quando ocorre uma baixa concentração de CO 2, íons K + passam das células subsidiárias para o interior das células-guarda. Isso causa uma alteração osmótica, que induz o ganho de água, o aumento do volume das células-guarda e a abertura do ostíolo. Na situação oposta Pré-Universitário 5

6 (ausência de luz ou alta concentração de CO 2 ), as células- -guarda perdem K + e diminuem de volume, causando o fechamento do ostíolo. O ácido abscísico (ABA) também está envolvido com o fechamento do estômato. Quando está presente, causa perda de K + pelas células-guarda e, consequentemente, o fechamento do ostíolo. 04 B As plantas normais não conseguem sobreviver em solos muito salinos porque, neles, as plantas normais perdem água para o meio ambiente por osmose. As plantas que resistem a essa condição apresentam seu vacúolo com uma concentração salina semelhante à do solo, o que evita perdas de água pelos tecidos da planta. 05 E Na igura 1, é possível observar que a solução A e B são isotônicas, dessa forma não há alteração. Ocorre alteração no nível da solução no interior do tubo de vidro. Já na igura 2, a solução A é hipertônica em relação à solução B. Isso resulta na entrada de água por osmose, em direção ao tubo interior, por meio da membrana semipermeável, o que acaba aumentando a quantidade de líquido e o nível da solução A. Esse processo pode ser comparado ao que acontece com as células-guarda dos estômatos que, ao elevarem a concentração de íons potássio acabam ganhando água, icando túrgidas. Devido à disposição estratégica das ibras de celulose nas paredes celulares das células-guarda, o resultado inal desse aumento de volume é a abertura dos estômatos. 06 D Como as folhas foram destacadas do corpo da planta de soja, houve a interrupção do fornecimento de água para tal órgão vegetal, por meio dos vasos do xilema. Isso gera então uma diminuição da taxa de transpiração na folha. Apesar da diminuição, a perda de água continua ocorrendo até que a concentração dessa atinge um nível (concentração osmótica) que induz o fechamento dos estômatos. Ao ocorrer tal fechamento, a intensidade da perda de água diminui ainda mais, já que estes são as estruturas por onde ocorre a maior parte da evapotranspiração. 07 C O transporte de água e sais minerais, ou seja, o transporte de seiva bruta, ocorre desde a raiz até as folhas das plantas que possuem vasos condutores (plantas traqueóitas) devido à sucção exercida pela copa, cujas folhas perdem água por transpiração ou evapotranspiração. A coesão existente entre as moléculas de água, somado à adesão destas com as paredes dos vasos lenhosos ou do xilema permite a ascensão de seiva bruta pelo xilema, em estado de tensão. 08 D A igura esquemática identiica os seguintes fenômenos. A B: absorção de água e sais minerais que ocorre na raiz. B C: condução de seiva bruta (água + sais minerais) pelos vasos do xilema da raiz em direção às partes fotossintetizantes da planta. C D: condução de seiva elaborada (água + substâncias orgânicas) de uma fonte (intensa produção de matéria orgânica) para um local considerado dreno (região na qual o consumo de matéria orgânica é maior que a sua produção). C E: evapotranspiração que ocorre, principalmente, pelas folhas. 09 B No gráico B, pode-se observar que a perda de água por transpiração ocorre principalmente ao longo do período do dia que apresenta luz, entre as 6 e as 18 horas. Dessa maneira, é possível airmar que as plantas de matas tropicais fecham seus estômatos nas horas mais quentes do dia, que são exatamente aqueles com luz solar disponível, com a inalidade de evitar a transpiração excessiva. 10 B A absorção e o transporte de água no corpo da planta são fundamentais para sua sobrevivência. O processo de captação de água ocorre principalmente nos pelos absorventes localizados nas raízes, que, além de absorverem água, também possibilitam a ixação da planta ao solo. A solução formada pela água e pelos sais minerais captados no solo forma a seiva bruta, que é então transportada pelos vasos que compõem o lenho ou xilema. Várias estratégias adaptativas são encontradas nos vegetais, com a intenção de minimizar a perda de água. Algumas delas é o metabolismo ácido das crassuláceas ou CAM (acúmulo de CO 2 durante a noite, armazenando-o sob a forma de ácido málico, que possibilita os estômatos permanecerem fechados durante o dia). Outras adaptações são a presença de tricomas recobrindo as folhas, folhas que originam espinhos etc. Aula 15 Os hormônios vegetais 01 A I. (V) As auxinas são itormônios que regulam o alongamento celular e os tropismos da planta, sendo produzidos em todos os tecidos vegetais, especialmente nos meristemáticos. II. (V) As giberelinas são itormônios que, também, atuam no crescimento do caule e folhas, estimulando tanto as divisões celulares quanto o seu alongamento. Elas ainda desempenham papel importante na quebra da dormência das sementes e na produção de lores e frutos partenocárpicos. 6 Pré-Universitário

7 III. (V) O etileno é um itormônio gasoso liberado pela combustão de certos materiais, como aqueles de origem vegetal, sendo fundamental no processo de amadurecimento de frutos e na abscisão foliar. 02 A As baixas temperaturas, assim como a alta taxa de CO 2, têm como função desacelerar o metabolismo dos frutos e comprometer a produção de energia por meio da respiração celular realizado pelo fruto. Isso garante um amadurecimento mais lento, o que possibilita o fruto chegar com as características apreciadas pelos consumidores ao seu destino inal. 03 C O ácido abscísico (ABA) é um itormônio relacionado à inibição do crescimento das plantas, à indução da dormência das gemas e sementes e aos movimentos de fechamento estomático. 04 B Caules e raízes respondem de modo diferente às concentrações de auxinas, sendo as raízes mais sensíveis, ou seja, respondem à sua presença mesmo em baixas concentrações. 01 C O amadurecimento das bananas colocadas sobre o fogão ocorre porque a queima da lenha libera o etileno. Esse gás, que é o único itormônio gasoso, também é conhecido como hormônio do amadurecimento ; apresentando efeitos metabólicos em concentrações bastante reduzidas. Além de participar do controle do amadurecimento das frutas, o gás etileno provoca senescência de folhas e lores, abscisão, dormência de sementes etc. 02 D O itormônio auxina regula diferentes fenômenos no corpo das plantas. Dentre estes temos a dominância apical. Nesse fenômeno, a região do meristema apical do caule produz taxas de auxinas que inibem a atividade dos meristemas laterais, causando a sua dormência. Ao ser retirado o ápice caulinar, a taxa de auxina que atua sobre as gemas laterais diminui, estimulando a atividade mitótica dessas células e o alongamento dos ramos laterais (galhos). 03 E No experimento I, visualiza-se um experimento que demonstra o itotropismo. A deposição diferenciada dele entre a região na qual a luz incide diretamente (menor concentração de auxina) e a face não iluminada (maior concentração de auxina induz alongamento das células). O segundo experimento demonstra o processo de fechamento e abertura dos estômatos. Entre outros fenômenos internos e externos, o hormônio ácido abscísico, quando presente, induz o fechamento do estômato. 04 A Como o vaso está aderido a uma plataforma giratória, hormônios que interferem no crescimento do vegetal, como as auxinas, e que estejam sendo produzidos nos meristemas (como a gema apical do caule) ou em outros órgãos da planta (folhas jovens, nos frutos e nas sementes em desenvolvimento) são distribuídos de forma equitativa em todas as faces do caule. Como essa concentração é equivalente, o resultado será um alongamento celular igual em todas as células do caule, gerando um crescimento de forma igual nas faces deste. 05 E I. (F) A ausência de hormônio produzido pelo meristema apical do caule não exerce inibição sobre as gemas laterais. Com isso, estas sairão do estado de dormência, dando início ao crescimento de tais gemas e o desenvolvimento dos ramos laterais da planta. II. (V) A planta controle teve a sua gema apical conservada, dessa forma, a produção de auxina não icará comprometida e será observada a dominância apical, fenômeno no qual a gema apical inibe o desenvolvimento das gemas laterais. III. (V) O hormônio aplicado à planta decaptada substituiu o hormônio produzido pela gema apical, havendo, assim, a conservação da dominância apical. IV. (V) Com a retirada da gema apical, permite o desenvolvimento das outras gemas (laterais) e a formação de novos ramos, isso justiica-se pela interrupção da produção de auxina. 06 A A ausência de sementes observada nos frutos do grupo II é o resultado da hipertroia do ovário sem que tenha ocorrido fecundação. Esse tipo de fruto é denominado partenocárpico e pode ser obtido artiicialmente por meio da utilização de hormônios vegetais (auxina). 07 D As auxinas atuam no crescimento vegetal por estarem associadas ao controle do alongamento celular. Dessa forma, ao enterrar parcialmente a folha, será induzido o desenvolvimento de uma concentração ideal de auxinas que acabam por estimular a formação de novas raízes. É válido salientar que esse mecanismo depende da concentração relativa de auxinas e citocinas. Assim, quando a concentração de auxinas é superior ao de citocinas, ocorre a formação de raízes. Se ocorresse o contrário, seriam formados de brotos. Pré-Universitário 7

8 08 D O etileno está envolvido no mecanismo de envelhecimento vegetal, na queda das folhas e no amadurecimento de frutos. Citocininas participam do desenvolvimento de gemas laterais. O ácido abscísico desempenha uma inibição da germinação de sementes e das gemas durante condições desfavoráveis (falta de água, frio ou calor extremo etc.). As auxinas estimulam o alongamento do caule e a formação de raízes, enquanto as giberilinas estimulam a germinação de sementes. 09 C Nos momentos A e B, visualiza-se o aumento do número de células, processo controlado por itormônios como a auxina e as citocininas. Nos momentos C e D, as células dão início ao processo de diferenciação celular, pois observa-se o surgimento de órgãos como a raiz e o caule. As citocininas são hormônios que, além da divisão celular, estimulam a diferenciação celular e o crescimento de raízes e de gemas laterais. Juntamente com a auxina, a concentração relativa desses dois hormônios é que regula o surgimento das raízes e dos caules. 10 A O fototropismo resulta no crescimento da planta direcionado pela fonte de luz que incide nela. Nesse caso, tem-se um caule sendo iluminado unilateralmente, pelo fato da luz incidir pelo lado direito. É exatamente essa incidência desigual de luz que resulta também em uma distribuição desigual de auxinas entre as faces iluminada e sombreada. Como esse itormônio é sensível à luz, acaba sendo depositado em maior quantidade na face sombreada, promovendo assim o alongamento das células dessa área e o consequente curvamento do caule, que é um órgão que geralmente tem fototropismo positivo, em direção à fonte de luz. 8 Pré-Universitário

TRANSPIRAÇÃO. perda de vapor d água. pelos ESTÔMATOS. pela CUTÍCULA VISTO DE CIMA 2 CÉLULAS GUARDA. Que regulam a abertura do OSTÍOLO.

TRANSPIRAÇÃO. perda de vapor d água. pelos ESTÔMATOS. pela CUTÍCULA VISTO DE CIMA 2 CÉLULAS GUARDA. Que regulam a abertura do OSTÍOLO. Fisiologia Vegetal perda de vapor d água TRANSPIRAÇÃO CONSTANTE pela CUTÍCULA REGULÁVEL pelos ESTÔMATOS VISTO DE CIMA 2 CÉLULAS GUARDA Que regulam a abertura do OSTÍOLO Cloroplastos Fatores que afetam

Leia mais

BIOLOGIA. Fisiologia Vegetal. Professora: Brenda Braga

BIOLOGIA. Fisiologia Vegetal. Professora: Brenda Braga BIOLOGIA Fisiologia Vegetal Professora: Brenda Braga 4.TRANSPIRAÇÃO FOLIAR perda de vapor d água CONSTANTE pela CUTÍCULA REGULÁVEL pelos ESTÔMATOS VISTO DE CIMA 2 CÉLULAS GUARDA Que regulam a abertura

Leia mais

Biologia Professor Leandro Gurgel de Medeiros

Biologia Professor Leandro Gurgel de Medeiros Biologia Professor Leandro Gurgel de Medeiros Fisiologia Vegetal 1. Conceito: Ramo da botânica destinado a estudar as funções vitais das plantas. Absorção; Transpiração; Condução; Fotossíntese; Fotoperíodos;

Leia mais

O controle do crescimento e do desenvolvimento de um vegetal depende de alguns fatores:

O controle do crescimento e do desenvolvimento de um vegetal depende de alguns fatores: O controle do crescimento e do desenvolvimento de um vegetal depende de alguns fatores: Disponibilidade de luz Disponibilidade de água Nutrientes minerais Temperatura Um outro fator que regula o crescimento

Leia mais

ABSORÇÃO. - A absorção de água e sais minerais acontece principalmente pela raiz, na região dos pêlos absorventes;

ABSORÇÃO. - A absorção de água e sais minerais acontece principalmente pela raiz, na região dos pêlos absorventes; FISIOLOGIA VEGETAL - É o estudo dos mecanismos responsáveis por manter o equilíbrio das funções da planta. - São a absorção de nutrientes e água, o transporte das seivas, fatores reguladores do crescimento

Leia mais

A. CONDUÇÃO DE SEIVA BRUTA

A. CONDUÇÃO DE SEIVA BRUTA 01 10 FISIOLOGIA VEGETAL H9 Compreender a importância dos ciclos biogeoquímicos ou do fluxo energia para a vida, ou da ação de agentes ou fenômenos que podem causar alterações nesses processos. H13 Reconhecer

Leia mais

Biologia 2 Capítulos 5 e 6 Professor João ANGIOSPERMAS & HISTOLOGIA VEGETAL

Biologia 2 Capítulos 5 e 6 Professor João ANGIOSPERMAS & HISTOLOGIA VEGETAL Biologia 2 Capítulos 5 e 6 Professor João ANGIOSPERMAS & HISTOLOGIA VEGETAL ANGIOSPERMAS Vegetais que possuem flores e frutos; Fanerógamas: flores; Espermatófitas: possuem sementes; Vasculares: possuem

Leia mais

FOLHA. Conceito: É um órgão laminar. Possui grande superfície. Dotado de clorofila. Função: realizar a fotossíntese.

FOLHA. Conceito: É um órgão laminar. Possui grande superfície. Dotado de clorofila. Função: realizar a fotossíntese. FOLHA Conceito: É um órgão laminar. Possui grande superfície. Dotado de clorofila. Função: realizar a fotossíntese. FOLHA Modificações de Folhas Algumas folhas podem se modificar, assumindo outras funções,

Leia mais

Angiospermas. Prof. Fernando Belan Biologia Mais

Angiospermas. Prof. Fernando Belan Biologia Mais Angiospermas Prof. Fernando Belan Biologia Mais Angiospermas Novidades: Ovário (protege o óvulo) e Fruto (protege a semente). O fruto é o ovário desenvolvido após a fecundação. O óvulo fecundado forma

Leia mais

ANGIOSPERMAS. Professor Fernando Stuchi

ANGIOSPERMAS. Professor Fernando Stuchi ANGIOSPERMAS Professor Fernando Stuchi Características Gerais Grupo diversificado, com representantes de diversos tamanhos e complexibilidades; Vasculares (traqueófitas); Produzem flores (fanerógamos),

Leia mais

Fisiologia Vegetal 1) Introdução

Fisiologia Vegetal 1) Introdução 1) Introdução A fisiologia vegetal é a parte da biologia que estuda o funcionamento do organismo das plantas, que inclui: a nutrição vegetal, o crescimento, a ação dos hormônios vegetais e a floração.

Leia mais

Escola: Nome: Turma: N.º: Data: / / FICHA DE TRABALHO 1A. estigma proteção suporte. antera reprodução carpelos. filete ovário estames

Escola: Nome: Turma: N.º: Data: / / FICHA DE TRABALHO 1A. estigma proteção suporte. antera reprodução carpelos. filete ovário estames Conteúdo: Flor: Órgãos FICHA DE TRABALHO 1A Completa o texto com os termos: estigma proteção suporte antera reprodução carpelos filete ovário estames Uma for hermafrodita é constituída por: (1) órgãos

Leia mais

Reino Plantae. Angiospermas

Reino Plantae. Angiospermas Reino Plantae Angiospermas Angiospermas A palavra angiosperma vem do grego angeios, que significa 'bolsa', e sperma, 'semente'. Essas plantas representam o grupo mais variado em número de espécies entre

Leia mais

LISTA RECUPERAÇÃO FINAL - BIOLOGIA 3ª SÉRIE (fisiologia vegetal e hormônios vegetais) PROFESSOR: WELLINGTON

LISTA RECUPERAÇÃO FINAL - BIOLOGIA 3ª SÉRIE (fisiologia vegetal e hormônios vegetais) PROFESSOR: WELLINGTON 1. Analise as imagens de uma mesma planta sob as mesmas condições de luminosidade e sob condições hídricas distintas. Os estômatos desta planta estão a) abertos na condição 1, pois há intenso bombeamento

Leia mais

Ciências Naturais, 6º Ano. Ciências Naturais, 6º Ano FICHA DE TRABALHO 1A. Escola: Nome: Turma: N.º: Escola: Nome: Turma: N.º: Conteúdo: Flor: Órgãos

Ciências Naturais, 6º Ano. Ciências Naturais, 6º Ano FICHA DE TRABALHO 1A. Escola: Nome: Turma: N.º: Escola: Nome: Turma: N.º: Conteúdo: Flor: Órgãos Conteúdo: Flor: Órgãos FICHA DE TRABALHO 1A Completa o texto com os termos: estigma proteção suporte Conteúdo: Flor: Órgãos FICHA DE TRABALHO 1A Completa o texto com os termos: estigma proteção suporte

Leia mais

Aula 13 Hormônios Vegetais

Aula 13 Hormônios Vegetais BIOLOGIA III Hormônios Vegetais Atributos dos seres vivos: responder a estímulos ambientais. Fitormônios: estimulam ou inibem atividades específicas (às vezes compartilhada). BIOLOGIA III Hormônios Vegetais

Leia mais

Folhas e Flores: estrutura, morfologia e adaptações. Licenciatura em Ciências Exatas IFSC Profa. Ana Paula

Folhas e Flores: estrutura, morfologia e adaptações. Licenciatura em Ciências Exatas IFSC Profa. Ana Paula Folhas e Flores: estrutura, morfologia e adaptações Licenciatura em Ciências Exatas IFSC Profa. Ana Paula - 2017 A FOLHA Órgão lateral: expansão laminar do caule Altamente variável em estrutura e função!!

Leia mais

FISIOLOGIA VEGETAL FISIOLOGIA VEGETAL 24/05/2017. Prof. Leonardo F. Stahnke

FISIOLOGIA VEGETAL FISIOLOGIA VEGETAL 24/05/2017. Prof. Leonardo F. Stahnke FISIOLOGIA VEGETAL Prof. Leonardo F. Stahnke FISIOLOGIA VEGETAL A fisiologia vegetal é a parte da biologia que estuda o funcionamento do organismo das plantas, que inclui: Nutrição vegetal; Crescimento

Leia mais

BOTÂNICA ANGIOSPERMAS. Prof. Gassem ANGIOSPERMAS. Grupo de plantas vasculares (traqueófitas) que apresentam sementes protegidas por frutos:

BOTÂNICA ANGIOSPERMAS. Prof. Gassem ANGIOSPERMAS. Grupo de plantas vasculares (traqueófitas) que apresentam sementes protegidas por frutos: BOTÂNICA ANGIOSPERMAS Prof. Gassem ANGIOSPERMAS Grupo de plantas vasculares (traqueófitas) que apresentam sementes protegidas por frutos: do grego, angios (aggeîon) = vaso, urna; sperma = semente espermatófitas;

Leia mais

Angiospermas. (Antófitas) Cap. 34 do Livro texto

Angiospermas. (Antófitas) Cap. 34 do Livro texto Angiospermas (Antófitas) Cap. 34 do Livro texto Angiospermas Mais de 300 mil espécies Sucesso na conquista do meio terrestre Único grupo que produz frutos Angio do grego aggeîon = vaso, urna A flor padrão

Leia mais

Angiospermas - Anatomia, Fisiologia, Histologia e Morfologia

Angiospermas - Anatomia, Fisiologia, Histologia e Morfologia INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL - IFRS/CAMPUS OSÓRIO INFORMÁTICA PARA INTERNET Pedro Braga Alves Turma 201 Angiospermas - Anatomia, Fisiologia, Histologia e Morfologia

Leia mais

FISIOLOGIA DE ANGIOSPERMAS

FISIOLOGIA DE ANGIOSPERMAS BIOLOGIA FISIOLOGIA DE ANGIOSPERMAS Prof. TOSCANO O que você deve saber sobre FISIOLOGIA DAS PLANTAS ANGIOSPERMAS A capacidade de responder a mudanças ambientais e a adaptação a diferentes situações são

Leia mais

Mecanismo Hidroativo = Depende da quantidade de água disponível

Mecanismo Hidroativo = Depende da quantidade de água disponível TRANSPIRAÇÃO: PERDA DE ÁGUA NA FORMA DE VAPOR - 90% da água absorvida nas raízes é perdida nas folhas pela transpiração. - A TRANSPIRAÇÃO CUTICULAR é um processo físico que não é regulado pela planta e

Leia mais

Angiospermas. É o grupo de plantas que contêm o maior número de espécies, sendo caracterizado pela presença de fruto envolvendo a semente.

Angiospermas. É o grupo de plantas que contêm o maior número de espécies, sendo caracterizado pela presença de fruto envolvendo a semente. Angiospermas É o grupo de plantas que contêm o maior número de espécies, sendo caracterizado pela presença de fruto envolvendo a semente. Angiospermas Embriófitas Traqueófitas (plantas vasculares) Espermatófitas

Leia mais

Angion = u r n a Sperma = semente

Angion = u r n a Sperma = semente Angiospermas ANGIOSPERMAS Angion = u r n a Sperma = semente Quais características das angiospermas são compartilhadas com as gimnospermas? gimnospermas angiospermas órgão reprodutor evidente semente grãos

Leia mais

O movimento da água e dos solutos nas plantas

O movimento da água e dos solutos nas plantas O movimento da água e dos solutos nas plantas A água Princípios do movimento da Água O movimento da água em qualquer sistema é governado por 3 processos: Difusão Osmose Fluxo de massa; Osmose glicose Membrana

Leia mais

27/03/2018. Eucariontes; Multicelulares; Autótrofas fotossintetizantes; Cloroplastos : clorofila a e b;

27/03/2018. Eucariontes; Multicelulares; Autótrofas fotossintetizantes; Cloroplastos : clorofila a e b; Diversidade de plantas Eucariontes; Multicelulares; Autótrofas fotossintetizantes; Cloroplastos : clorofila a e b; Adaptações ao ambiente terrestre Epiderme cutícula (cera) Embrião protegido; 1 2 Metagênese

Leia mais

Resoluções das Atividades

Resoluções das Atividades Resoluções das Atividades Sumário Módulo 4 Morfologia e anatomia Raiz e caule...1 Módulo 5 Morfologia e anatomia Folha e flor...3 Módulo 6 Morfologia e anatomia Semente e fruto...5 01 C 02 A 03 C 04 E

Leia mais

Hormônios vegetais Prof.: Eduardo

Hormônios vegetais Prof.: Eduardo Prof.: Eduardo Fitormônios: É um composto orgânico sintetizado em alguma parte do vegetal que pode ser transportado para outra parte e assim em concentrações muito baixas causar uma resposta fisiológica

Leia mais

Hormônios Vegetais Regulação do crescimento

Hormônios Vegetais Regulação do crescimento Hormônios Vegetais Regulação do crescimento Interações de fatores no desenvolvimento vegetal Genoma da planta Codificação de enzimas catalisadoras de reações bioquímicas de desenvolvimento Estímulos ambientais

Leia mais

Reino Plantae. Todos os seres incluídos no Reino Plantae são: EUCARIONTES PLURICELULARES AUTÓTROFOS

Reino Plantae. Todos os seres incluídos no Reino Plantae são: EUCARIONTES PLURICELULARES AUTÓTROFOS Reino Plantae Reino Plantae Todos os seres incluídos no Reino Plantae são: EUCARIONTES PLURICELULARES AUTÓTROFOS A clorofila encontra-se dentro dos plastos (também chamados de cloroplastos). Cloroplastos

Leia mais

Mankets!! Angiospermas

Mankets!! Angiospermas Mankets!! Angiospermas Mankets! Uma flor completa: 1. Pedúnculo. 2. Receptáculo. 3. Sépalas. 4. Pétalas. 5. Estames. 6. Carpelos ou pistilos. Angiospermas Mankets!! Angiospermas Mankets!! As sépalas são

Leia mais

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 18 MOVIMENTOS E CRESCIMENTO VEGETAL, HORMÔNIOS E FOTOPERÍODO

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 18 MOVIMENTOS E CRESCIMENTO VEGETAL, HORMÔNIOS E FOTOPERÍODO BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 18 MOVIMENTOS E CRESCIMENTO VEGETAL, HORMÔNIOS E FOTOPERÍODO Crescimento Inibição Produção Raízes Gemas Caules Produção de Etileno 10-11 10-9 10-7 10-5 10-3 10-1 Concentração

Leia mais

EXERCÍCIOS PARA A PROVA 2º TRIMESTRE

EXERCÍCIOS PARA A PROVA 2º TRIMESTRE 7 O ANO EF CIÊNCIAS EXERCÍCIOS Thiago Judice EXERCÍCIOS PARA A PROVA 2º TRIMESTRE Esta lista de exercícios conta com um gabarito. Procure utilizá-la da seguinte forma: 1. Tente responder as perguntas com

Leia mais

Síntese: meristemas, sementes, raízes e brotos foliares; Transporte: xilema; Atuam estimulando o crescimento de caules e folhas (pouco efeito sobre

Síntese: meristemas, sementes, raízes e brotos foliares; Transporte: xilema; Atuam estimulando o crescimento de caules e folhas (pouco efeito sobre Síntese: meristemas, sementes, raízes e brotos foliares; Transporte: xilema; Atuam estimulando o crescimento de caules e folhas (pouco efeito sobre raízes); Elongação celular: estimula a entrada de água

Leia mais

GABARITO DA AVALIAÇÃO TRIMESTRAL DE CIÊNCIAS 2º TRIMESTRE

GABARITO DA AVALIAÇÃO TRIMESTRAL DE CIÊNCIAS 2º TRIMESTRE GABARITO DA AVALIAÇÃO TRIMESTRAL DE CIÊNCIAS 2º TRIMESTRE 1. No processo de adaptação ao ambiente terrestre, animais e plantas sofreram modificações morfológicas e funcionais. Considere a classificação

Leia mais

SLC Aula 10 Profa. Ana Paula O movimento da água e dos solutos nas plantas

SLC Aula 10 Profa. Ana Paula O movimento da água e dos solutos nas plantas SLC 0622 - Aula 10 Profa. Ana Paula O movimento da água e dos solutos nas plantas Para cada grama de matéria orgânica produzida pela planta, cerca de 500g de água são absorvidos pelas raízes, transportados

Leia mais

Botânica Ecologia e suas interações.

Botânica Ecologia e suas interações. Profº Leonardo Eduardo Ferreira Fozdo Iguaçu, 28 de Julho, 2017. Botânica Ecologia e suas interações. Fotossíntese, Fase Clara, Fase Escura. Bioenergética Autótrofos: Sintetizam alimento orgânico a partir

Leia mais

Reprodução nas plantas. Apresentação feita por Prof. Mónica Moreira

Reprodução nas plantas. Apresentação feita por Prof. Mónica Moreira Reprodução nas plantas Apresentação feita por Como se reproduzem as plantas com flor? As plantas com flor reproduzem-se por sementes, que resultam da reprodução sexuada, que ocorre quando as células sexuais

Leia mais

Indivíduos haplóides (n) gametófitos formam gametas (n). Zigoto diplóide (2n) faz mitose e forma o indivíduo esporófito, que por meiose forma os

Indivíduos haplóides (n) gametófitos formam gametas (n). Zigoto diplóide (2n) faz mitose e forma o indivíduo esporófito, que por meiose forma os REINO VEGETAL Organismos eucariontes, pluricelulares, autótrofos e fotossintetizantes. Todas as plantas apresentam alternância de gerações em seu ciclo de vida. Indivíduos haplóides (n) gametófitos formam

Leia mais

Substâncias orgânicas produzidas pelo vegetal que atuam em pequenas doses e em diferentes órgãos das plantas.

Substâncias orgânicas produzidas pelo vegetal que atuam em pequenas doses e em diferentes órgãos das plantas. Fitormônios Fitormônios Substâncias orgânicas produzidas pelo vegetal que atuam em pequenas doses e em diferentes órgãos das plantas. Auxina Giberelina Citocinina Ácido abscísico Etileno Locais de produção:

Leia mais

ASSUNTO: FISIOLOGIA VEGETAL

ASSUNTO: FISIOLOGIA VEGETAL ASSUNTO: FISIOLOGIA VEGETAL Macro e Micronutrientes: MACRONUTRIENTES: - CO2, Água e Sais Minerais - Hidrogênio, Carbono, Oxigênio, Nitrogênio, Fósforo, Potássio, Magnésio, Enxofre, Potássio, Silício, Cálcio

Leia mais

ÓRGÃOS VEGETAIS. Raízes:

ÓRGÃOS VEGETAIS. Raízes: ÓRGÃOS VEGETAIS Raiz: fixação no solo, absorção de água e sais minerais (seiva bruta); Caule: sustentação das partes aéreas, conexão entre a raiz e folhas (condução das seivas); Folha : Fotossíntese (seiva

Leia mais

FISIOLOGIA VEGETAL MÓDULO 6 BOTÂNICA

FISIOLOGIA VEGETAL MÓDULO 6 BOTÂNICA FISIOLOGIA VEGETAL MÓDULO 6 BOTÂNICA FISIOLOGIA VEGETAL Apesar de parecerem estáticas, um número incrível de processos ocorre nas plantas o tempo todo. Nesta aula nós vamos ver o transporte de seiva, a

Leia mais

MORFOLOGIA E ANATOMIA DA FOLHA

MORFOLOGIA E ANATOMIA DA FOLHA Origem e funções Partes da folha MORFOLOGIA E ANATOMIA DA FOLHA Biologia Professor João Exemplos Origem e funções Partes da folha Exemplos Origem e funções Partes da folha Originam-se da parte externa

Leia mais

09/06/2011. Hormônios Vegetais (Fitormônios) Hormônios Vegetais. Ação hormonal na floração.

09/06/2011. Hormônios Vegetais (Fitormônios) Hormônios Vegetais. Ação hormonal na floração. Hormônios Vegetais (Fitormônios) Hormônios Vegetais Os fitormônios, como também são chamados os hormônios vegetais, são substâncias orgânicas atuantes nos diferentes órgãos das plantas: raiz, caule, folhas,

Leia mais

18/04/2017. Cerca de 235 mil espécies; Fanerógamas; Espermatófitas; Novidades: flores e sementes (óvulo) protegidas por frutos (ovário); FLOR

18/04/2017. Cerca de 235 mil espécies; Fanerógamas; Espermatófitas; Novidades: flores e sementes (óvulo) protegidas por frutos (ovário); FLOR Cerca de 235 mil espécies; Fanerógamas; Angiospermas Espermatófitas; Novidades: flores e sementes (óvulo) protegidas por frutos (ovário); 1 2 Vasculares ou traqueófitas; Independe de água para a reprodução:

Leia mais

Raiz. Geralmente subterrânea, mas podem ser aquática e áreas. Função de sustentação, fixação da planta e absorção de água, sais minerais e seiva.

Raiz. Geralmente subterrânea, mas podem ser aquática e áreas. Função de sustentação, fixação da planta e absorção de água, sais minerais e seiva. Raiz Geralmente subterrânea, mas podem ser aquática e áreas. Função de sustentação, fixação da planta e absorção de água, sais minerais e seiva. A primeira raiz é a primária, a partir da radícula Partes

Leia mais

Disciplina: BI62A - Biologia 2. Profa. Patrícia C. Lobo Faria. Ciclo de vida e características reprodutivas das Angiospermas

Disciplina: BI62A - Biologia 2. Profa. Patrícia C. Lobo Faria. Ciclo de vida e características reprodutivas das Angiospermas Curso de Graduação em Engenharia Ambiental Disciplina: BI62A - Biologia 2 Profa. Patrícia C. Lobo Faria http://paginapessoal.utfpr.edu.br/patricialobo Ciclo de vida e características reprodutivas das Angiospermas

Leia mais

UERJ 2016 e Hormônios Vegetais

UERJ 2016 e Hormônios Vegetais UERJ 2016 e Hormônios Vegetais Material de Apoio para Monitoria 1. O ciclo de Krebs, que ocorre no interior das mitocôndrias, é um conjunto de reações químicas aeróbias fundamental no processo de produção

Leia mais

AS PARTES DE UMA ANGIOSPERMA

AS PARTES DE UMA ANGIOSPERMA AS PARTES DE UMA ANGIOSPERMA A flor padrão de uma angiosperma É um sistema de reprodução sexuada Reprodução Formada por folhas modificadas Sépalas: são folhas verdes, pequenas, para proteção do botão

Leia mais

Respostas Caderno de Exercícios 4

Respostas Caderno de Exercícios 4 4 Biologia capítulo 23 Tecidos e órgãos vegetais 1. E 2. A 10. a) Os tecidos são: * Esclerênquima, constituído por células mortas, fibrosas, alongadas, com parede lignificada que confere rigidez. * Xilema,

Leia mais

Relações Hídricas na estrutura vegetal FISIOLOGIA VEGETAL. Fenômenos relacionados com a água: Propriedades da água. Alto calor específico

Relações Hídricas na estrutura vegetal FISIOLOGIA VEGETAL. Fenômenos relacionados com a água: Propriedades da água. Alto calor específico Relações Hídricas na estrutura vegetal FISIOLOGIA VEGETAL Fenômenos relacionados com a água: Transpiração Absorção e transporte de água Transporte de açúcares Nutrição mineral Pigmentos Crescimento e desenvolvimento

Leia mais

HORMÔNIOS VEGETAIS OU FITORMÔNIOS

HORMÔNIOS VEGETAIS OU FITORMÔNIOS HORMÔNIOS VEGETAIS OU FITORMÔNIOS São substâncias ativas, em quantidades mínimas que induzem efeitos especiais crescimento e desenvolvimento vegetal ( estimulando ou inibindo ). Ex. Auxinas, Giberelinas,

Leia mais

Lista de exercícios de Biologia - revisão geral - 3º ano Valor 2,0 pontos (NT) Profa Deborah

Lista de exercícios de Biologia - revisão geral - 3º ano Valor 2,0 pontos (NT) Profa Deborah Lista de exercícios de Biologia - revisão geral - 3º ano Valor 2,0 pontos (NT) Profa Deborah 1. (Unesp-SP) Um botânico tomou dois vasos, A e B, de uma determinada planta. O vaso A permaneceu como controle

Leia mais

2. (Ufrgs 2016) No processo evolutivo das Angiospermas, ocorreram vários eventos relacionados à reprodução.

2. (Ufrgs 2016) No processo evolutivo das Angiospermas, ocorreram vários eventos relacionados à reprodução. 1. (Imed 2016) Observe o seguinte trecho do Hino Nacional: (...) Do que a terra mais garrida Teus risonhos, lindos campos têm mais flores; "Nossos bosques têm mais vida", "Nossa vida" no teu seio "mais

Leia mais

Colégio Marista Diocesano Biologia PC 2º ano EM turmas A e B B18 FISIOLOGIA VEGETAL

Colégio Marista Diocesano Biologia PC 2º ano EM turmas A e B B18 FISIOLOGIA VEGETAL Colégio Marista Diocesano Biologia PC 2º ano EM turmas A e B B18 FISIOLOGIA VEGETAL Fisiologia vegetal De forma objetiva, a fisiologia vegetal ou fitofisiologia é o ramo da botânica que trata dos fenômenos

Leia mais

Disciplina: BI62A - Biologia 2. Profa. Patrícia C. Lobo Faria. Ciclo de vida e características reprodutivas das Angiospermas

Disciplina: BI62A - Biologia 2. Profa. Patrícia C. Lobo Faria. Ciclo de vida e características reprodutivas das Angiospermas Curso de Graduação em Engenharia Ambiental Disciplina: BI62A - Biologia 2 Profa. Patrícia C. Lobo Faria http://paginapessoal.utfpr.edu.br/patricialobo Ciclo de vida e características reprodutivas das Angiospermas

Leia mais

Angiospermas. Vasculares; Espermatófitas; Fanerógamas; Antófitas. NOVIDADES EVOLUTIVAS: flor, fruto e dupla fecundação

Angiospermas. Vasculares; Espermatófitas; Fanerógamas; Antófitas. NOVIDADES EVOLUTIVAS: flor, fruto e dupla fecundação ANGIOSPERMAS Angiospermas Vasculares; Espermatófitas; Fanerógamas; Antófitas. NOVIDADES EVOLUTIVAS: flor, fruto e dupla fecundação Flor Folhas modificadas (peças florais) para a reprodução sexuada 1) Sépalas

Leia mais

ASSUNTO: FISIOLOGIA VEGETAL PARTE II- NUTRIÇÃO ORGÂNICA E HORMÔNIOS VEGETAIS

ASSUNTO: FISIOLOGIA VEGETAL PARTE II- NUTRIÇÃO ORGÂNICA E HORMÔNIOS VEGETAIS ASSUNTO: FISIOLOGIA VEGETAL PARTE II- NUTRIÇÃO ORGÂNICA E HORMÔNIOS VEGETAIS Cita e explica os 4 fatores que interferem na fotossíntese. Temperatura Concentração CO2 na atmosfera Intensidade e Comprimento

Leia mais

Fisiologia Vegetal. Natália A. Paludetto

Fisiologia Vegetal. Natália A. Paludetto 0 Fisiologia Vegetal Natália A. Paludetto [email protected] http://proenem.sites.ufms.br/ Fisiologia da água e dos sais minerais Solo Raízes planta! Água + SMs Absorção de água pela raiz: Zona

Leia mais

GLOSSÁRIO FRUTIFICAÇÃO

GLOSSÁRIO FRUTIFICAÇÃO GLOSSÁRIO FRUTIFICAÇÃO PRODUÇÃO DE RECURSOS EXPLORANDO A VISUALIDADE NO ENSINO DE FRUTIFICAÇÃO: UMA ABORDAGEM PARA ALUNOS SURDOS FICHA TÉCNICA: Projeto de mestrado de: Aline Gonzalez Saller Orientação:

Leia mais

Disciplina: BI62A - Biologia 2. Profa. Patrícia C. Lobo Faria. Ciclo de vida e características reprodutivas das Angiospermas

Disciplina: BI62A - Biologia 2. Profa. Patrícia C. Lobo Faria. Ciclo de vida e características reprodutivas das Angiospermas Curso de Graduação em Engenharia Ambiental Disciplina: BI62A - Biologia 2 Profa. Patrícia C. Lobo Faria http://paginapessoal.utfpr.edu.br/patricialobo Ciclo de vida e características reprodutivas das Angiospermas

Leia mais

Fanerógamas e Histofisiologia Vegetal

Fanerógamas e Histofisiologia Vegetal Fanerógamas e Histofisiologia Vegetal 1. Fanerógamas e Histofisiologia Vegetal alternativa incorreta. a) Os tecidos de sustentação promovem a manutenção da forma do organismo; apresentam na sua constituição

Leia mais

Aula 15 Transpiração nos vegetais

Aula 15 Transpiração nos vegetais Aula 15 Transpiração nos vegetais Transpiração é o processo em que as plantas perdem água sob forma de vapor. A folha é o principal órgão responsável pela transpiração vegetal; mas outros órgãos como flor,

Leia mais

FISIOLOGIA VEGETAL 24/10/2012. Crescimento e desenvolvimento. Crescimento e desenvolvimento. Onde tudo começa? Crescimento e desenvolvimento

FISIOLOGIA VEGETAL 24/10/2012. Crescimento e desenvolvimento. Crescimento e desenvolvimento. Onde tudo começa? Crescimento e desenvolvimento FISIOLOGIA VEGETAL Crescimento e desenvolvimento Pombal PB Crescimento e desenvolvimento Onde tudo começa? Crescimento e desenvolvimento Polinização: transferência do grão de pólen da antera ao estigma

Leia mais

Transferência de água da folha para a atmosfera FISIOLOGIA VEGETAL

Transferência de água da folha para a atmosfera FISIOLOGIA VEGETAL Transferência de água da folha para a atmosfera FISIOLOGIA VEGETAL Profº: MSc. André Sellaro Frigoni 1 2 4.1. Transpiração A trajetória final do movimento de vapor de água através da folha até a atmosfera

Leia mais

Características gerais Reprodução Grupos de angiospermas. Angiospermas

Características gerais Reprodução Grupos de angiospermas. Angiospermas Angiospermas São plantas bem variadas, entre os exemplares estão o coqueiro, ipê, milho, trigo, jacarandá, feijão e muitas outras. As gimnospermas possuem vasos condutores e reproduzem-se por alternância

Leia mais

Agente laranja: auxina + dioxina

Agente laranja: auxina + dioxina Agente laranja: auxina + dioxina (hormônio vegetal) (conservante) Utilizado entre 1961 e 1971 pelo exército dos EUA durante a Guerra do Vietnã. Mensageiros químicos altamente específicos; Produzidos pelo

Leia mais

A Diversidade de Plantas. Como as plantas evoluíram?

A Diversidade de Plantas. Como as plantas evoluíram? A Diversidade de Plantas Como as plantas evoluíram? Como classificar as plantas? Briófitas Características: Apresentam rizóides, caulóides e filóides. Vivem em locais úmidos e sombreados. Não possuem vasos

Leia mais

Ficha 6 - Pantas vasculares com flor

Ficha 6 - Pantas vasculares com flor Ficha 6 - Pantas vasculares com flor Angiospérmicas As angiospérmicas (do grego angios - "urna" e sperma - "semente") são plantas cujas sementes são protegidas por uma estrutura denominada fruto. São o

Leia mais

Gabarito de Biologia Frente 3

Gabarito de Biologia Frente 3 Gabarito de Biologia Frente 3 Módulo 05 01 [C] A autoincompatibilidade entre o grão de pólen e o estigma da mesma flor impede o processo de autofecundação, possibilitando o aumento da variabilidade genética.

Leia mais

ORGANOLOGIA VEGETAL VEGETATIVOS: Raízes, caules e folhas. REPRODUTIVOS: Flores, sementes e frutos.

ORGANOLOGIA VEGETAL VEGETATIVOS: Raízes, caules e folhas. REPRODUTIVOS: Flores, sementes e frutos. ORGANOLOGIA VEGETAL VEGETATIVOS: Raízes, caules e folhas. REPRODUTIVOS: Flores, sementes e frutos. 1) RAIZ: órgão vegetativo, normalmente subterrâneo e aclorofilado, que faz parte do eixo da planta. Exerce

Leia mais

FISIOLOGIA VEGETAL. Profº. Msc. José Cesar de Souza

FISIOLOGIA VEGETAL. Profº. Msc. José Cesar de Souza FISIOLOGIA VEGETAL Profº. Msc. José Cesar de Souza Fenômenos relacionados com a: Transpiração Absorção Transporte de água e sais Transporte de açúcares Nutrição Crescimento e desenvolvimento Fotoperiodismo

Leia mais

Transporte nas Plantas

Transporte nas Plantas Transporte nas Plantas Para sua sobrevivência, os seres vivos necessitam de substâncias (moléculas e iões) que têm de ser transportadas a cada uma das células que os constituem. Os seres vivos simples

Leia mais

Aula Multimídia. Prof. David Silveira

Aula Multimídia. Prof. David Silveira Aula Multimídia Prof. David Silveira BOTÂNICA HISTOLOGIA VEGETAL 1) GERMINAÇÃO: Partes da semente: - TEGUMENTO (casca) proteção. - ENDOSPERMA (álbume/3n) reserva nutritiva. - EMBRIÃO Cotilédone (folhas

Leia mais

Para a sua adaptação ao meio terrestre, as plantas desenvolveram algumas. estratégias como a presença de cutículas, estômatos e raízes.

Para a sua adaptação ao meio terrestre, as plantas desenvolveram algumas. estratégias como a presença de cutículas, estômatos e raízes. Adaptações das plantas ao meio terrestre Para a sua adaptação ao meio terrestre, as plantas desenvolveram algumas estratégias como a presença de cutículas, estômatos e raízes. É impossível imaginarmos

Leia mais

TRABALHO PARA RECUPERAÇÃO OPCIONAL - BIOLOGIA II

TRABALHO PARA RECUPERAÇÃO OPCIONAL - BIOLOGIA II GRUPO EDUCACIONAL PRO CAMPUS JUNIOR ALUNO(A): 2ª Série - Ensino Médio Rua Rui Barbosa, 724 Centro/Sul Fone: (86) 2106-0606 Teresina PI Site: E-mail: [email protected] TURMA TURNO: MANHÃ PROFº(A):

Leia mais

Ciências - 7 ano. Estudo Dirigido PROVA Aluna: Leticia Fernandes Sobral, 7 B. Prof. Roberto Oliver.

Ciências - 7 ano. Estudo Dirigido PROVA Aluna: Leticia Fernandes Sobral, 7 B. Prof. Roberto Oliver. Ciências - 7 ano Estudo Dirigido PROVA Aluna: Leticia Fernandes Sobral, 7 B. Prof. Roberto Oliver. Características gerais das plantas! A ciência que estuda e classifica as plantas é a Botânica; São pluricelulares

Leia mais

Escola do 2º Ciclo do Ensino Básico - Cód Benedita Ciências Naturais - 6ºANO Ficha informativa Nº

Escola do 2º Ciclo do Ensino Básico - Cód Benedita Ciências Naturais - 6ºANO Ficha informativa Nº ************************************************************************************************ Escola do 2º Ciclo do Ensino Básico - Cód. 310 130 - Benedita Ciências Naturais - 6ºANO Ficha informativa

Leia mais

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! CIÊNCIAS - UNIDADE 4 AS PARTES DAS PLANTAS

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! CIÊNCIAS - UNIDADE 4 AS PARTES DAS PLANTAS Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! Use canetas coloridas ou escreva palavras destacadas, para facilitar na hora de estudar. E capriche! Não se esqueça

Leia mais

PRODUÇÃO DE SEMENTES Ai de ti, se por tua causa semente morrer semente.

PRODUÇÃO DE SEMENTES Ai de ti, se por tua causa semente morrer semente. PRODUÇÃO DE SEMENTES Ai de ti, se por tua causa semente morrer semente. Eng. Agr. Clélia Maria Mardegan O QUE VAMOS ESTUDAR SOBRE SEMENTES Conceitos iniciais. Um pouco de estória. Importância das sementes.

Leia mais

Raízes, caules, folhas, frutos e flores são estruturas que comumente chamamos órgãos vegetais.

Raízes, caules, folhas, frutos e flores são estruturas que comumente chamamos órgãos vegetais. ESTRUTURAS VEGETAIS ESTRUTURAS VEGETAIS Raízes, caules, folhas, frutos e flores são estruturas que comumente chamamos órgãos vegetais. Cada órgão possui sua função definida e várias formas possíveis. ESTRUTURAS

Leia mais

Sistemática As angiospermas constituem o maior grupo de vegetais do planeta, compreendendo cerca de 2/3 de todas as espécies de plantas.

Sistemática As angiospermas constituem o maior grupo de vegetais do planeta, compreendendo cerca de 2/3 de todas as espécies de plantas. ANGIOSPERMAS -angio = envoltório; sperma = semente Sistemática As angiospermas constituem o maior grupo de vegetais do planeta, compreendendo cerca de 2/3 de todas as espécies de plantas. Esse grupo encontra-se

Leia mais

Biologia Professor Leandro Gurgel de Medeiros

Biologia Professor Leandro Gurgel de Medeiros Biologia Professor Leandro Gurgel de Medeiros Histologia e Morfologia Vegetal Histologia Vegetal Ramo da Botânica que se preocupa em estudar os tecidos vegetais quanto as suas características, organização,

Leia mais

Nome: 2º ANO A Nº Disciplina: Biologia Professor: Marcelo Corte Real

Nome: 2º ANO A Nº Disciplina: Biologia Professor: Marcelo Corte Real Data: Bimestre : 4º Nome: 2º ANO A Nº Disciplina: Biologia Professor: Marcelo Corte Real Valor da Prova / Atividade: 2,0 Nota: Objetivo / Instruções: Lista de Exercícios - Recuperação 1. (PUC-RS) As folhas

Leia mais

GIMNOSPERMAS CARACTERÍSTICAS

GIMNOSPERMAS CARACTERÍSTICAS GIMNOSPERMAS CARACTERÍSTICAS vegetais fanerógamas, espermatófitas, embriófitas, sifonógamas e vasculares ou traqueófitas; que se caracterizam por apresentarem sementes nuas, ou seja, não possuem frutos.

Leia mais

Agente laranja: auxina + dioxina

Agente laranja: auxina + dioxina Agente laranja: auxina + dioxina (hormônio vegetal) (conservante) Utilizado entre 1961 e 1971 pelo exército dos EUA durante a Guerra do Vietnã. Mensageiros químicos altamente específicos; Produzidos pelo

Leia mais

pluricelulares eucariontes são autotróficas fotossíntese

pluricelulares eucariontes são autotróficas fotossíntese Reino Plantae Reino Plantae As plantas são seres pluricelulares e eucariontes. Nesses aspectos elas são semelhantes aos animais e a muitos tipos de fungos; entretanto, têm uma característica que as distingue

Leia mais

Tecidos Meristemáticos ou Embrionários

Tecidos Meristemáticos ou Embrionários Tecidos Meristemáticos ou Embrionários São tecidos presentes no embrião, os quais, por diferenciação, dão origem a todos os demais tecidos do vegetal, respondendo também pelo crescimento das partes de

Leia mais

FICHA INFORMATIVA Nº 1 Biologia e Geologia Módulo 3 O transporte nas plantas

FICHA INFORMATIVA Nº 1 Biologia e Geologia Módulo 3 O transporte nas plantas FICHA INFORMATIVA Nº 1 Biologia e Geologia Módulo 3 O transporte nas plantas As plantas, através da fotossíntese, conseguem sintetizar os compostos orgânicos de que necessitam nas folhas. Para tal, precisam

Leia mais

2) Órgãos da planta. Anatomia interna da folha. Epiderme: Geralmente uniestratificada Pluriestratificada (plantas xerófitas) o o

2) Órgãos da planta. Anatomia interna da folha. Epiderme: Geralmente uniestratificada Pluriestratificada (plantas xerófitas) o o C) Folhas Anatomia interna da folha Epiderme: Geralmente uniestratificada Pluriestratificada (plantas xerófitas) o o Possui estômatos (trocas gasosas) Pode apresentar camada de cutina cobrindo as células

Leia mais

Angeion: urna; Sperma: semente. Raiz: cenoura, beterraba, batata doce, nabo, rabanete. Caule: batata inglesa, cebola e alho

Angeion: urna; Sperma: semente. Raiz: cenoura, beterraba, batata doce, nabo, rabanete. Caule: batata inglesa, cebola e alho ANGIOSPERMAS Angeion: urna; Sperma: semente Também são denominadas por antófitas (anthos = flor), espermáfitas, traqueófitas e fanerógamas É o grupo mais numeroso de todos os vegetais, com cerca de 90%

Leia mais

BOTÂNICA: TECIDOS DE SUSTENTAÇÃO E CONDUÇÃO / RAÍZ / CAULE HORMONIOS E MOVIMENTOS VEGETAIS 2016

BOTÂNICA: TECIDOS DE SUSTENTAÇÃO E CONDUÇÃO / RAÍZ / CAULE HORMONIOS E MOVIMENTOS VEGETAIS 2016 1. (Unisa - Medicina 2016) A figura 1 mostra uma abelha na flor de uma laranjeira e a figura 2 indica o local em que foi removido um anel completo de um ramo (cintamento ou anel de Malpighi) dessa planta.

Leia mais

Fisiologia Vegetal. Prof. Leandro Breseghelo

Fisiologia Vegetal. Prof. Leandro Breseghelo Prof. Leandro Breseghelo 1) Introdução A fisiologia vegetal é a parte da biologia que estuda o funcionamento do organismo das plantas, que inclui: a nutrição vegetal, o crescimento, a ação dos hormônios

Leia mais

Regulação do crescimento e desenvolvimento vegetal:

Regulação do crescimento e desenvolvimento vegetal: Regulação do crescimento e desenvolvimento vegetal: Fatores internos de controle LCE SLC0622- Biologia 3 2016 Hormônios Vegetais ou Fitormônios: fatores internos de controle Regulam o desenvolvimento e

Leia mais

Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio

Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio Recuperação do 3 Bimestre disciplina :Biologia Conteúdo: Evolução Biológica II: teoria sintética ou moderna da evolução, mutação, isolamento geográfico, isolamento

Leia mais

FLORES. Mundo das Plantas Morfologia das Angiospermas. Aula aplicada ao 6º ano Escola Municipal Otávio Manoel Anastácio. Professor: Luiz Carlos.

FLORES. Mundo das Plantas Morfologia das Angiospermas. Aula aplicada ao 6º ano Escola Municipal Otávio Manoel Anastácio. Professor: Luiz Carlos. Mundo das Plantas Morfologia das Angiospermas FLORES Aula aplicada ao 6º ano Escola Municipal Otávio Manoel Anastácio. Professor: Luiz Carlos. Material de apoio didático ao experimento Microscópio Remoto

Leia mais