Laudo Técnico Ambiental
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- Luiz Guilherme Monteiro Lopes
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1 Laudo Técnico Ambiental Condomínio Residencial Florada da Mata BMS Consulting - Consultoria Ambiental Lei Municipal de 04 de Maio de Dispõe sobre a necessidade de caracterização e monitoramento ambiental dos recursos naturais incidentes em loteamentos fechados e condomínios horizontais residenciais do Município de Valinhos. 2011
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3 Sumário 1. Apresentação Objetivo Responsável Técnico Contratante Caracterização da Área Estudada Localização Geográfica Aspectos Gerais do Empreendimento Entorno Uso e Ocupação Atual Histórico de Ocupação Caracterização Ambiental Caracterização Climática Área de Preservação Permanente - APP Margem de Nascente Margem de Cursos D'água Topo de Morro Geração, Armazenamento e Disposição de Resíduos Domésticos Recicláveis Não Recicláveis Áreas Verdes, Institucional, e Non Aedificandi Áreas Verdes Área institucional e Non Aedificandi Recursos Hídricos Consumo de Água Geração de Efluente Movimentação de Terra (Terraplenagem) Consumo de Energia Elétrica Emissões Atmosféricas Fauna Conclusões Bibliografia Anexos... 40
4 1. Apresentação 1.1 Objetivo No cumprimento da legislação municipal vigente (Lei Municipal de 04 de Maio de 2007 que Dispõe sobre a necessidade de caracterização e monitoramento ambiental dos recursos naturais incidentes em loteamentos fechados e condomínios horizontais residenciais do Município de Valinhos., e por iniciativa da administração do Condomínio Residencial Florada da Mata em busca da conformidade legal deu início em 26 de fevereiro de 2010 o processo de caracterização ambiental nas dependências do empreendimento. Os objetivos principais do Laudo Ambiental são: Com base nos diagnósticos ambientais elaborados nas visitas em campo, mensurar, verificar e caracterizar os recursos naturais incidentes no Condomínio Residencial Florada da Mata. Promover a conformidade legal do empreendimento junto a Prefeitura Municipal de Valinhos. Orientar e Assessorar a administração do Condomínio quanto à gestão dos recursos naturais. Foram realizadas vistorias de campo nas dependências do empreendimento, embasadas em metodologia própria tendo como consequência o levantamento documental e obtenção de dados para a elaboração do laudo em questão. Este documento reflete o melhor julgamento das informações disponibilizadas e dos dados analisados em função da assessoria e elaboração do Laudo Técnico Ambiental. 1.2 Responsável Técnico BMS Consulting - Consultoria Ambiental Tel.: (19) / [email protected] Eng.º Ambiental e Sanitarista - Juliano Ferrari Carneiro Teixeira. CREA
5 1.3 Contratante Condomínio Residencial Florada da Mata Rua Paulo VI, 160, Jd. Soleil - CEP: Valinhos-SP Síndico/Administrador: Claudia Spuras Werneck Covatz 2. Caracterização da Área Estudada 2.1 Localização Geográfica A área, objeto do presente estudo situa-se à Rua Paulo VI, 160, Bairro Jd. Soleil, Município de Valinhos-SP, CEP: e, segundo levantamento, perfaz a área da matrícula descrita a seguir: - Matrícula nº com área total de ,15 m 2 A Planta de Localização (ANEXO I) apresenta os limites da área da matrícula. Nesta planta também é possível visualizar as coordenadas geográficas limítrofes. 2.2 Aspectos Gerais do Empreendimento Conforme Plano Diretor III do Município, regulamentado pela Lei n 4.186, de 10 de outubro de 2007, o empreendimento esta situado em zona urbana, a área em estudo especificamente situada na zona 2A2 - Zona Mista I e não está inserido em Unidade de Conservação. O projeto de edificação foi aprovado pela Prefeitura Municipal de Valinhos através do processo administrativo nº 9.515/01, com licença de Obra sob nº 150 de 17 de março de O empreendimento foi projetado para compor 52 unidades residenciais e conta com todas as obras de infraestrutura tais como rede de coleta e distribuição de esgoto, rede de abastecimento de água, rede de distribuição de energia elétrica, sistema de drenagem de águas pluviais, guias e sarjetas extrusadas em concreto, luminárias para iluminação das áreas comuns e leito carroçável com pavimentação asfáltica nas ruas. Os limites do condômino são murados, sendo o único acesso de veículos e pedestres através da portaria localizada à Rua Paulo VI.
6 2.3 Entorno Uso e Ocupação Atual No entorno imediato, a norte da área, no Bairro Jd. Soleil existem algumas casas em região já urbanizada, ao sul uma grande faixa de extensão de área de pasto e vegetação gramínea, a oeste o condomínio faz fronteira com a Estação Ecológica de Valinhos uma Unidade de Conservação que preserva espécies nativas locais, e finalmente á leste o residencial encontra com a Santa Casa de Misericórdia e uma região bastante urbanizada. Uma melhor visualização da macro divisão da área de estudo está disponível no ANEXO II. 2.4 Histórico de Ocupação A área era utilizada predominantemente para fins agropecuários e antes da implantação do empreendimento a área já se encontrava totalmente antropizada tendo como cobertura vegetal basicamente de capim gordura e braquiária. Constatava-se também que devido à proximidade a Estação Ecológica de Valinhos havia certa ocorrência de pequenas mudas de Ipê-Amarelo e outras Leguminosas originárias da dispersão natural de sementes provenientes da Unidade de Conservação. 3. Caracterização Ambiental Iniciados os trabalhos de campo, em inspeção visual da área sob estudo, através da qual foi possível constatar, além do já acima exposto, o que segue: 3.1 Caracterização Climática Município de Valinhos: Temperatura Média 26ºC; Umidade Relativa do Ar Média de 65%; Altitude 660m;
7 Clima Tropical de Altitude com inverno seco e verão quente (Classificação Climática de Koeppen Cwa); Índice Pluviométrico Ano (2010): mm (mín e Max. 2846,1). 3.2 Área de Preservação Permanente - APP São adotadas as definições de Área de Preservação Permanente descritas pela Lei federal nº 4.771, de 15 de Setembro de complementadas pela resolução CONAMA Nº 303, de 20 de março de 2002 que dispõe sobre parâmetros, definições e limites de Áreas de Preservação Permanente definindo: Art. 2º Para os efeitos desta Resolução são adotadas as seguintes definições: II - nascente ou olho d água: local onde aflora naturalmente, mesmo que de forma intermitente, a água subterrânea; IV - morro: elevação do terreno com cota do topo em relação à base entre cinqüenta e trezentos metros e encostas com declividade superior a trinta por cento (aproximadamente dezessete graus) na linha de maior declividade; Art. 3º Constitui Área de Preservação Permanente a área situada: I - em faixa marginal, medida a partir do nível mais alto, em projeção horizontal, com largura mínima, de: a) Trinta metros, para o curso d'água com menos de dez metros de largura; II - ao redor de nascente ou olho d'água, ainda que intermitente, com raio mínimo de cinquenta metros de tal forma que proteja, em cada caso, a bacia hidrográfica contribuinte; III - ao redor de lagos e lagoas naturais, em faixa com metragem mínima de: a) trinta metros, para os que estejam situados em áreas urbanas consolidadas;
8 V - no topo de morros e montanhas, em áreas delimitadas a partir da curva de nível correspondente a dois terços da altura mínima da elevação em relação à base; Margem de Nascente Como pode se constatar em visitas a campo e confirmar através da Carta do IGC (78/99) dentro dos limites do condomínio, não existe qualquer tipo de nascente ou olho d'água, e em suas intermediações é possível notar uma nascente dentro da E.E.V. (Estação Ecológica de Valinhos) que origina um raio de 50 (cinquenta) metros de Área de Preservação Permanente, que foi totalmente respeitado conforme ilustra o ANEXO III Margem de Cursos D'água Em sua proximidade foi constatado apenas o curso d'água proveniente do escoamento superficial do afloramento de água da nascente acima descrita sendo sua faixa de APP determinada pela faixa marginal de 30 (trinta) metros. Conforme ANEXO III pode se observar que a faixa de APP trecho que faz divisa com a área do condomínio foi integralmente respeitada Topo de Morro Definiu-se a APP diretamente, a partir da determinação da cota altimétrica que delimita o terço superior da FROA num raio de 500 metros em relação ao empreendimento. Determinação da Área de Preservação Permanente de Topo (APPt) Cota do Topo (CT) = altitude, cotada ou inferida, do Cume (C) da forma de relevo. Cota da Base (CB) = altitude, cotada ou inferida, do plano horizontal definido como Nível de Base (NB) da forma de relevo, obtida no lado da forma com maior declive. Amplitude (A) = altura da forma de relevo, dada pela diferença entre a Cota do Topo (CT) e a Cota da Base (CB).
9 A = CT CB A = A = 60m Determinação de Declividade da Encosta - (D) D = tg a x 100 (em %) tg a = cateto oposto / cateto adjacente Cateto oposto = amplitude da forma de relevo (diferença entre cotas de base e de topo). Cateto adjacente = distância, na horizontal, entre o cume e o ponto de intersecção do plano horizontal que define o nível de base com a encosta, medida na linha de maior declive da encosta e ortogonalmente às curvas de nível. tg a = 60/ tg a = 0,1056 D = 0,1056x100 = 10,56% (aproximadamente 6,02 ) Conclusão Por meios de cálculo e planta de topo de morro (ANEXO IV) pode-se afirmar que dentro da área estudada não foram encontradas elevações superiores a 50m ou declividades acima de 30% (trinta por cento), constatando a não ocorrência de topo de morro na área do empreendimento. 3.3 Geração, Armazenamento e Disposição de Resíduos Domésticos Os resíduos domésticos gerados dentro do condomínio são separados em recicláveis e orgânicos pelos próprios moradores e são coletados internamente por funcionários internos que realizam esta atividade 03 vezes na semana com o auxílio de um carrinho com capacidade de aproximadamente 0,83 m³.
10 3.3.1 Recicláveis São gerados diversos tipos de lixo reciclável dentre os mais comuns podemos citar: garrafas PET, latas de Alumínio, caixas de papelão e retalhos de papel. Os resíduos são coletados e transportados para uma lixeira estrategicamente localizada na porção leste do condomínio junto a Rua Paulo IV onde posteriormente são recolhidos pelo sistema público de coleta de resíduos Não Recicláveis Os resíduos são coletados e transportados para a lixeira descrita no item acima onde posteriormente são recolhidos pelo sistema público de coleta de resíduos. 3.4 Áreas Verdes, Institucional, e Non Aedificandi Áreas Verdes Segundo Lei Municipal n 4.186, de 10 de outubro de 2007 que Dispõe sobre a ordenação do uso e ocupação do solo no Município e dá outras providências temos a seguinte definição para Área Verde: IX. - ÁREA VERDE: área urbana, com arborização, destinada, em regra, à recreação, ao lazer e à preservação, caracterizada pela existência de vegetação contínua, amplamente livre de edificações, mesmo que recortada por caminhos, vielas e outros meios de trânsito de pedestres ou ciclistas, contendo ou não brinquedos infantis com funções recreativas, desde que importem equilíbrio do meio ambiente, podendo ser computadas nestas áreas de reserva legal, áreas de preservação permanente e áreas florestais com impedimentos legais ; O Condomínio Residencial Florada da Mata possui aproximadamente ,60 m² de área verde distribuídas interna e externamente a seus limites conforme ilustrado no ANEXO III.
11 É importante ressaltar que a vegetação regional em maior parte é delimitada pela Floresta Estacional Semidecidual, sendo este um dos tipos vegetacionais que mais sofreu intervenções antrópicas e que a área analisada encontra-se totalmente urbanizada. A cobertura vegetal das áreas verdes externas ao condomínio é composta por plantas em estagio de crescimento, é possível identificar árvores nativas isoladas como Ipê Amarelo e outras leguminosas que já se agrupam a área da E.E.V. Estação Ecológica de Valinhos. É feita manutenção das áreas verdes localizadas dentro do condomínio como poda, cobertura, coroamento e roçadas sempre que necessário. Já nas áreas externas ao condomínio fica sob responsabilidade da Prefeitura Municipal de Valinhos a Estação Ecológica de Valinhos para a qual foi doada a área através do Decreto Municipal de 04 de Julho de Área institucional e Non Aedificandi Segundo Lei Municipal n 4.186, de 10 de outubro de 2007 que Dispõe sobre a ordenação do uso e ocupação do solo no Município e dá outras providências temos a seguinte definição para Área Institucional: VII. - ÁREA INSTITUCIONAL: área destinada à prestação de serviços públicos e à implantação de equipamentos destinados a este fim; Foi doada a Prefeitura Municipal de Valinhos através do Decreto Municipal de 04 de Julho de 2.003, as áreas á seguir: ,69 m² para prolongamento da Rua Paulo IV; - 982,76 m² para alargamento da Rua João Batista Von Zuben; - 775,23 m² para prolongamento Auto Estrada Francisco Von Zuben; ,70 m² para área institucional; - 139,21 m² para faixa de desaceleração. Obs.: As áreas estão delimitadas no ANEXO III.
12 3.4.3 Caracterização de Vegetação No dia foi realizado o levantamento das espécies nativas, foram fotografadas todas as árvores existentes no condomínio, onde se verificou a altura e o DAP, anexo segue a tabela de fotos de cada espécie junto a planta de localização da Vegetação se encontra no ANEXO V. IDENTIFICAÇÃO DE VEGETAÇÃO - CONDOMINIO FLORADA DA MATA N NOME POPULAR NOME CIENTIFICO ALTURA (m) DAP (cm) UTM LATITUDE LONGITUDE 01 Aroeira Salsa Schinus molle 2, Quaresmeira Tibouchina granulosa 3, Aroeira Salsa Schinus molle 2, Aroeira Salsa Schinus molle 2, Aroeira Salsa Schinus molle Aroeira Salsa Schinus molle 2, Aroeira Salsa Schinus molle 1, Aroeira Salsa Schinus molle 1, Quaresmeira Tibouchina granulosa 1, Quaresmeira Tibouchina granulosa 2, Aroeira Salsa Schinus molle 4, Aroeira Salsa Schinus molle 3, Quaresmeira Tibouchina granulosa 3, Aroeira Salsa Schinus molle 3, Aroeira Salsa Schinus molle 1, Aroeira Salsa Schinus molle 2, Quaresmeira Tibouchina granulosa 1, Aroeira Salsa Schinus molle 2, Aroeira Salsa Schinus molle 4, Aroeira Salsa Schinus molle 3, Aroeira Salsa Schinus molle 3, Aroeira Salsa Schinus molle 3, Quaresmeira Tibouchina granulosa 1, Aroeira Salsa Schinus molle 1, Aroeira Salsa Schinus molle 4, Aroeira Salsa Schinus molle 2, Aroeira Salsa Schinus molle 4, Aroeira Salsa Schinus molle 2, Aroeira Salsa Schinus molle 2, Quaresmeira Tibouchina granulosa Aroeira Salsa Schinus molle 2, Aroeira Salsa Schinus molle 2, Aroeira Salsa Schinus molle 2, Aroeira Salsa Schinus molle 2,
13 35 Aroeira Salsa Schinus molle 2, Quaresmeira Tibouchina granulosa 2, Aroeira Salsa Schinus molle 2, Quaresmeira Tibouchina granulosa 0, Quaresmeira Tibouchina granulosa 1, Aroeira Salsa Schinus molle 2, Aroeira Salsa Schinus molle 2, Aroeira Salsa Schinus molle 3, Quaresmeira Tibouchina granulosa 2, Aroeira Salsa Schinus molle 2, Aroeira Salsa Schinus molle 2, Aroeira Salsa Schinus molle 5, Aroeira Salsa Schinus molle 4, Aroeira Salsa Schinus molle 0, Resedá Lagerstroemia indica 1, Aroeira Salsa Schinus molle 2, Aroeira Salsa Schinus molle 4, Aroeira Salsa Schinus molle 3, Ipê Rosa Tabebuia avellanedae 2, Ipê Amarelo Tabebuia ochracea 2, Aroeira Salsa Schinus molle 3,
14 Árvore 1 Folha Árvore 1 Aroeira Salsa Árvore 1 Caule Árvore 2 Folha Árvore 2 Quaresmeira Árvore 2 Caule Árvore 3 Folha Árvore 3 - Aroeira Salsa Árvore 3 Caule
15 Árvore 4 Folha Árvore 4 Aroeira Salsa Árvore 4 Caule Árvore 5 Folha Árvore 5 Aroeira Salsa Árvore 5 Caule Árvore 6 Folha Árvore 6 Aroeira Salsa Árvore 6 Caule
16 Árvore 7 Folha Árvore 7 Aroeira Salsa Árvore 7 Caule Árvore 8 Folha Árvore 8 Aroeira Salsa Árvore 8 Caule Árvore 9 Folha Árvore 9 Quaresmeira Árvore 9 Caule
17 Árvore 10 Folha Árvore 10 Aroeira Salsa Árvore 10 Caule Árvore 11 Folha Árvore 11 Aroeira Salsa Árvore 11 Caule Árvore 12 Folha Árvore 12 Aroeira Salsa Árvore 12 Caule
18 Árvore 13 Folha Árvore 13 Quaresmeira Árvore 13 Caule Árvore 14 Folha Árvore 14 Aroeira Salsa Árvore 14 Caule Árvore 15 Folha Árvore 15 Aroeira Salsa Árvore 15 Caule
19 Árvore 16 Folha Árvore 16 Ipê - Aroeira Salsa Árvore 16 Caule Árvore 17 Folha Árvore 17 - Quaresmeira Árvore 17 Caule Árvore 18 Folha Árvore 18 - Aroeira Salsa Árvore 18 Caule
20 Árvore 19 Folha Árvore 19 Aroeira Salsa Árvore 19 Caule Árvore 20 Folha Árvore 20 - Aroeira Salsa Árvore 20 Caule Árvore 21 Folha Árvore 21 Aroeira Salsa Árvore 21 Caule
21 Árvore 22 Folha Árvore 22 Aroeira Salsa Árvore 22 Caule Árvore 23 Folha Árvore 23 Quaresmeira Árvore 23 Caule Árvore 24 Folha Árvore 24 - Aroeira Salsa Árvore 24 Caule
22 Árvore 25 Folha Árvore 25 Aroeira Salsa Árvore 25 Caule Árvore 26 Folha Árvore 26 Aroeira Salsa Árvore 26 Caule Árvore 27 Folha Árvore 27 Aroeira Salsa Árvore 27 Caule
23 Árvore 28 Folha Árvore 28 Aroeira Salsa Árvore 28 Caule Árvore 29 Folha Árvore 29 - Aroeira Salsa Árvore 29 Caule Árvore 30 Folha Árvore 30 - Quaresmeira Árvore 30 Caule
24 Árvore 31 Folha Árvore 31 Aroeira Salsa Árvore 31 Caule Árvore 32 Folha Árvore 32 - Aroeira Salsa Árvore 32 Caule Árvore 33 Folha Árvore 33 Aroeira Salsa Árvore 33 Caule
25 Árvore 34 Folha Árvore 34 Aroeira Salsa Árvore 34 Caule Árvore 35 Folha Árvore 35 Aroeira Salsa Árvore 35 Caule Árvore 36 Folha Árvore 36 - Quaresmeira Árvore 36 Caule
26 Árvore 37 Folha Árvore 37 Aroeira Salsa Árvore 37 Caule Árvore 38 Folha Árvore 38 Aroeira Salsa Árvore 38 Caule Árvore 39 Folha Árvore 39 - Quaresmeira Árvore 39 Caule
27 Árvore 40 Folha Árvore 40 Aroeira Salsa Árvore 40 Caule Árvore 41 Folha Árvore 41 - Aroeira Salsa Árvore 41 Caule Árvore 42 Folha Árvore 42 - Aroeira Salsa Árvore 42 Caule
28 Árvore 43 Folha Árvore 43 - Quaresmeira Árvore 43 Caule Árvore 44 Folha Árvore 44 - Aroeira Salsa Árvore 44 Caule Árvore 45 Folha Árvore 45 - Aroeira Salsa Árvore 45 Caule
29 Árvore 46 Folha Árvore 46 - Aroeira Salsa Árvore 46 Caule Árvore 47 Folha Árvore 47 - Aroeira Salsa Árvore 47 Caule Árvore 48 Folha Árvore 48 - Ipê - Amarelo Árvore 48 Caule
30 Árvore 49 Folha Árvore 49 - Resedá Árvore 49 Caule Árvore 50 Folha Árvore 50 - Aroeira Salsa Árvore 50 Caule Árvore 51 Folha Árvore 51 - Aroeira Salsa Árvore 51 Caule
31 Árvore 52 Folha Árvore 52 - Aroeira Salsa Árvore 52 Caule Árvore 53 Folha Árvore 53 - Ipê - Rosa Árvore 53 Caule Árvore 54 Folha Árvore 54 - Ipê - Amarelo Árvore 54 Caule
32 Árvore 55 Folha Árvore 55 Aroeira Salsa Árvore 55 Caule
33 3.5 Recursos Hídricos Consumo de Água O abastecimento de água potável é feita em sua totalidade pelo sistema público. Todo o sistema foi dimensionado e construído conforme diretriz DAEV nº 06/2001. O projeto foi dimensionado para atender uma população total de 260 pessoas considerando um consumo diário de 200 litros/habitante por dia. A água é utilizada para diversos fins domésticos como: abastecimento residencial, irrigação, limpeza e etc. O abastecimento é monitorado em sua chegada no condomínio através de hidrômetro e posteriormente distribuído pela rede interna às residências conforme disposto na tabela abaixo: Consumo de Água Condomínio Residencial Florada da Mata Ano base: 2011 Consumo (m³) Mês H1 Média 2010 Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Total Ano Média ,92
34 3.5.2 Geração de Efluente O esgoto gerado decorrente de atividades domésticas, (uso sanitário, manutenção/limpeza residencial, etc. é destinado através de rede coletora interna até a rede pública onde é tratado e por fim despejado no curso d'água. Todo o sistema foi dimensionado e construído conforme diretriz DAEV nº 06/2001. O projeto foi dimensionado para atender uma população total de 660 pessoas considerando um consumo diário de 160 litros/habitante/dia, o que corresponde a 80% do consumo de água previsto, os dados foram dispostos na tabela abaixo: Geração de Efluentes Domésticos Condomínio Residencial Florada da Mata Ano Base: 2011 População de Projeto (Hab.): 260 Consumo per capta do Pojeto(L/hab.x dia): 200 Mês Consumo de Água (m³) Geração per capita/dia (L) Janeiro ,74 Fevereiro ,31 Março ,64 Abril ,18 Maio ,62 Junho ,15 Julho ,82 Agosto ,74 Setembro ,28 Outubro ,15 Novembro 61 6,26 Dezembro 57 5,85 Total Ano Média 644,92 66,15
35 3.6 Movimentações de Terra (Terraplenagem) Não existem registros disponíveis em relação à movimentação de terra (Terraplenagem) para nivelamento ou corte nos lotes, e posterior construção até a presente data. Há ainda disponível, no empreendimento, 25 (vinte e cinco) lotes residenciais cujo controle/monitoramento de geração de resíduos provenientes da atividade de construção civil será realizado através da planilha de Controle de Resíduos ANEXO VI. 3.7 Consumo de Energia Elétrica O consumo de energia elétrica das áreas comuns (Portaria, Escritório Administrativo) e arruamentos do condomínio são registrados por 02 (dois) relógios e foram dispostos com base nas marcações do ano de 2009 conforme tabela abaixo: Consumo de Energia Elétrica Condomínio Residencial Florada da Mata Ano base: 2011 Consumo (kwh) Mês R1 R2 R3 Total Média 2010 Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Total Ano Média
36 3.8 Emissões Atmosféricas O local onde o Condomínio está situado pertence à Região de Controle da Qualidade do Ar da Região de Campinas RCQA 5 conforme Lei Estadual 997 de 31 de maio de 1976, regulamentada pelo Decreto Estadual nº de 08 de setembro de 1976 em seu artigo Fauna Durante as vistorias em campo observou-se que devido o alto grau de urbanização da área sob estudo, a fauna do local ficou reduzida apenas as pequenas aves típicas da região que utilizam as áreas verdes do condomínio como abrigo e fonte de alimentação. Apesar da proximidade com a E.E.V. a fauna terrestre presente nesta Unidade de Conservação fica restrita a esta área devido ao fato de a divisa ser murada impedindo qualquer passagem.
37 4 Conclusões Entende-se que na área objeto do estudo era inevitável a urbanização devido à proximidade com o centro da cidade, o encurtamento de limites entre municípios e ao crescimento demográfico do Município de Valinhos. Todas as medidas mitigatórias foram tomadas para amenizar os impactos ambientais decorrentes da implantação do empreendimento tais como: reserva de áreas verdes, sistemas de coleta e afastamento de efluentes domésticos, sistema de drenagem de águas pluviais, coleta e segregação de resíduos sólidos e etc. Através do monitoramento mensal esta sendo possível aprimorar a avaliação dos recursos naturais incidentes no Condomínio Residencial Florada da Mata tal como garantir a continuidade e integridade no cumprimento da legislação vigente. Juliano Ferrari Carneiro Teixeira Eng.º Ambiental e Sanitarista CREA ART:
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39 5 Bibliografia CRESTANA, Marcelo de Souza Machado. Florestas- Sistemas de Recuperação com Essências Nativas, Produção de Mudas e Legislação. 2 ed..campinas, CATI, p. VALINHOS. Lei nº de 04 de Maio de Dispõe sobre a necessidade de caracterização e monitoramento ambiental dos recursos naturais incidentes em loteamentos fechados e condomínios horizontais residenciais do Município de Valinhos. Valinhos, SP. VALINHOS. Lei n 4.186, de 10 de outubro de Dispõe sobre a ordenação do uso e ocupação do solo no Município e dá outras providências. Valinhos, SP. SÃO PAULO (Estado). Lei nº 997 de 31 de maio de Dispõe sobre o Controle da Poluição do Meio Ambiente. SÃO PAULO (Estado). Decreto nº de 08 de setembro de Aprova o Regulamento da Lei nº 997, de 31 de maio de 1976, que dispõe sobre a prevenção e o controle da poluição do meio ambiente. VALINHOS. Decreto nº de 04 de Julho de Autoriza a Prefeitura Municipal a receber em doação pura e simples, áreas do terreno desmembradas da Gleba B, da Fazenda Tapera, do Bairro Nações, destinadas, a constituição de logradouros públicos, a Area institucional e a Area verde, de propriedade de Florada da Mata empreendimentos S/C Ltda., ou sucessores. Valinhos, SP. SÃO PAULO. Decreto nº de 22 de novembro de Dispõe sobre o enquadramento dos corpos de água receptores na classificação prevista no Decreto nº 8.468, de 8 de setembro de 1976, e dá providências correlatas. SÃO PAULO. Decreto nº de 04 de Fevereiro de Declara as Espécies da Fauna Silvestre Ameaçadas de Extinção e as Provavelmente Ameaçadas de Extinção no Estado de São Paulo e dá providências correlatas. BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Instrução Normativa nº 3 de 27 de Maio de BRASIL. Resolução CONAMA Nº 303, de 20 de março de Dispõe sobre parâmetros, definições e limites de Áreas de Preservação Permanente. BRASIL. Lei nº 4.771, de 15 de Setembro de Institui o novo Código Florestal.
40 6 Anexos - ANEXO I Campinas - SP Rod. Francisco Von Zuben C2 C5 C4 C3 C12 C1 C6 C7 C8 C9 C11 C LEGENDA Área do Condomínio Rod. Francisco Von Zuben Cn Coordenadas Geográficas Santa Casa de Misericórdia EEV - Estação Ecológica de Valinhos Laudo Técnico Ambiental Planta de Localização da Área Requerente:Condomínio Residencial Florada da Mata Local: Valinhos /SP Dez/2011 Base:Folha IGC (78/99) Juliano Ferrai Carneiro Teixeira CREA /SP Claudia Spuras Werneck Covatz tzpesseti Síndica
41 - ANEXO II LEGENDA Área do Condomínio Área Residencial Área de Baixa Urbanização - Predominância de Gramíneas Área Reservada Área de Mata Preservada Santa Casa de Misericórdia Estrada Francisco Von Zuben Laudo Técnico Ambiental Carcaterização da Área de Entorno Requerente: Condomínio Residencial Florada da Mata Local: Valinhos /SP Dez/2011 EEV - Estação Ecológica de Valinhos Juliano Ferrai Carneiro Teixeira CREA /SP Claudia Spuras Werneck Covatz Síndico
42 - ANEXO III Quadro de Áreas (m²) (%) Área Verde - 01 Área Verde - 02 Área de Preservação Permanente - 01 Área de Preservação Permanente - 02 Área Arborizada (Calçadas) Área Reservada Área Uso Comum Área Institucional Alargamento da Estrada 2.126, , , , , ,33 610, ,70 982,76 4,34 2,26 4,74 5,98 5,53 8,64 1,24 5,10 2,00 LEGENDA Área Verde Área de Preservação Permanente Área Arborizada (Calçadas) Área Reservada Alargamento da Estrada Limite da Gleba Inicial Divisa do Condomínio Laudo Técnico Ambiental Delimitação das Áreas Verdes, APP`s, Área Institucional, etc. Requerente:Condomínio Residencial Florada da Mata Local: Valinhos /SP Dez/2011 Área Uso Comum Curso d'agua Área Institucional Nascente Juliano Ferrai Carneiro Teixeira CREA /SP Claudia Spuras Wernek Covatz Síndica
43 - ANEXO IV Campinas - SP Raio de 500 m Declividade Inclinação de 10,56% (aproximadamente 6,02º) 698 Rod. Francisco Von Zuben 568,08 m Área do Condomínio Rod. Francisco Von Zuben Raio de 500 m LEGENDA Cota do Topo (CT) Cota da Base (CB) Laudo Técnico Ambiental Planta de Localização da Área Requerente:Condomínio Residencial Florada da Mata Local: Valinhos /SP Dez/2011 Base:Folha IGC (78/99) Escala: 1: Juliano Ferrai Carneiro Teixeira CREA /SP Claudia Spuras Werneck Covatz Síndica
44 -ANEXO V Juliano Ferrari Carneiro Teixeira CREA /SP Claudia Spuras Wernek Covatz Síndica
45 - ANEXO VI CONTROLE DE SAÍDA DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Condomínio Residencial Florada da Mata 2011 Dia Tipo (Terra/ Areia/ Brita/ Geral) Volume (m³) Lote Nome do Proporietário Transportadora Nome do Motorista Placa Destino
QUADRO RESUMO DA LEI /12 ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE
CÓDIGO FLORESTAL QUADRO RESUMO DA LEI 12.651/12 ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE Eng. Agr. Renata Inês Ramos Eng. Ftal. Irene Tosi Ahmad 1 QUADRO RESUMO DA LEI 12.651/12, alterada pela Lei 12.727/12 ÁREA
PREFEITURA MUNICIPAL NOVA VENEZA
ANTEPROJETO - PARCELAMENTO DO SOLO ALTERA A LEI MUNICIPAL Nº 1.705, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004, QUE DISPÕE SOBRE O PARCELAMENTO DE OCUPAÇÃO E USO DO SOLO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL
ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE - APP -
ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE - APP - Área de Preservação Permanente - APP (definição do Código Florestal-Lei 4771/65) Área protegida nos termos dos arts. 2º e 3º desta Lei, COBERTA OU NÃO POR VEGETAÇÃO
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