DESENVOLVIMENTO DAS SEMENTES
|
|
|
- Lucca Henriques Arruda
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 DESENVOLVIMENTO DAS SEMENTES Profª. Marcela Carlota Nery Formação da Semente Fonte: Daniel de Granville DAG Fisiologia de Sementes 1
2 Formação da Semente Acúmulo de açúcares Acúmulo Aminoácidos Amidas Substâncias mais simples Sacarose Frutose Glicose Proteínas Amidos Lipídeos, etc Desenvolvimento da Semente Semente É o óvulo desenvolvido após a fecundação com estruturas complexas constituídas de reservas de nutrientes, um embrião, protegido pelo tegumento. -Morfogênese -Maturação da semente Embrião Reservas DAG Fisiologia de Sementes 2
3 Desenvolvimento da Semente Dicotiledôneas O cotilédone funciona como um órgão de reserva transitório, o embrião acumula amido, proteína e fosfato. Monocotiledôneas O embrião armazena uma pequena quantidade de lipídeos no escutelo. A reserva de carboidratos são polimerizadas no endosperma e as proteínas são armazenadas na camada de aleurona. Reguladores de Crescimento São substâncias produzidas naturalmente em pequenas quantidades pela própria planta e normalmente, atuam longe do seu local de origem Auxinas Giberelinas Citocininas Aba Fitatos DAG Fisiologia de Sementes 3
4 Objetivo Determinar a maturidade fisiológica, momento no qual a semente se desliga da planta-mãe, sem prejuízo a qualidade fisiológica. Determinação da melhor época de colheita. Diferenciação Morfogênese Maturação Germinação Pós-Germinação Matéria seca (Emb. e End.) Solidificação do endosperma Mobilização de Reservas Amaciamento do endosperma Tolerância a Dessecação Dessecação Dupl. DNA, div.cel. B-Tubulina, microtúbulos ABA Dormência Quiescência Conteúdo de GA3 Reparo DNA, Dupl. Dupl. DNA B-Tubulina, microtúbulos Protrusão DIAS APÓS A POLINIZAÇÃO HORAS APÓS A EMBEBIÇÃO DAG Fisiologia de Sementes 4
5 Características Bioquímicas NÍVEIS DE HIDRATAÇÃO S I N T E S E D E L E A P R O T E I N A S D I S F U N Ç Ã O D A M E M B R A N A GERMINÁVEL S E M E N T E S R E C A L C I T R A N T E P R O T E Ç Ã O D E M E M B R A N A S F O R M A Ç Ã O D E V ID R O I N Í C I O D O S P R O C E S S O S D E R E P A R O S H I D R Ó L I S E D E P R O T E I N A S D E R E S E R V A M E T A B O L I Z A Ç Ã O D E A Ç U C A R E S GERMINAÇÃO DIFERENCIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO EIXO ACUMULO DE MATÉRIA SECA DESSECAÇÃO QUIESCÊNCIA EMBEBIÇÃO E REATIVAÇÃO DE MEMBRANAS E ENZIMAS REATIVAÇÃO DO METABOLISMO PROTUSÃO DA RADÍCULA E CRESCIMENTO Unidades de Conservação Criopreservação Conservação a longo prazo Espécies com sementes sensíveis à desidratação N 2 líquido 196 C vapor 150 C Desafio - impedir a formação de cristais de gelo. (Wetzel et al., 2003) DAG Fisiologia de Sementes 5
6 Características Físicas e Fisiológicas Tamanho das sementes Teor de água Conteúdo de massa seca Germinação Vigor Características Físicas e Fisiológicas Tamanho da semente Zigoto Semente madura Carvalho e Nakagawa, DAG Fisiologia de Sementes 6
7 Características Físicas e Fisiológicas Teor de água (%) Zigoto Semente madura Carvalho e Nakagawa, Características Físicas e Fisiológicas Teste de tetrazólio em sementes de soja Danos de umidade ESTRIAS DAG Fisiologia de Sementes 7
8 Características Físicas e Fisiológicas Massa seca (g) Zigoto Semente madura Carvalho e Nakagawa, Características Físicas e Fisiológicas Germinação (%) Zigoto Semente madura Carvalho e Nakagawa, DAG Fisiologia de Sementes 8
9 Características Físicas e Fisiológicas Características Físicas e Fisiológicas Vigor Zigoto Semente madura Carvalho e Nakagawa, DAG Fisiologia de Sementes 9
10 Características Físicas e Fisiológicas índices de Maturação (g. %) Teor de umidade Vigor Germinação Tamanho Matéria seca Relação fonte-dreno no desenvolvimento da semente Folhas Açúcares (sacarose) Sacarose glicose + frutose Embrião e Endosperma Outras partes da planta carboidratos + aa s Raiz nutrientes minerais DAG Fisiologia de Sementes 10
11 Germinação de sementes Profa. Marcela Carlota Nery Desenvolvimento de sementes Fonte: Marcos Filho, 2005 DAG Fisiologia de Sementes 11
12 Conceitos de Germinação Fim repouso fisiológico início germinação Fisiologistas Tecnologistas Agrônomos É a reativação do crescimento do embrião, resultando na ruptura da cobertura da semente e na emergência da plântula (Copeland & McDonald, 1995) Conjunto de processos fisiológicos no embrião que se inicia com a embebição e culminam na protrusão da radícula dos envoltórios da semente. fl hp rp rs A B C D E rp Representação esquemática das fases da germinação de sementes de Calophyllum brasiliense até o estádio de plântula. A emergência da raiz primária, B alongamento da raiz primária, C-D alongamento do hipocótilo e emissão das raízes secundárias, E folíolos expandidos. rp raiz primária, hp hipocótilo, fl folíolo, rs raiz secundária. UFLA, Lavras, MG, DAG Fisiologia de Sementes 12
13 Processo de Germinação Embebição Protrusão da radícula Processo bioquímico preparatório Processo de Germinação Processo dirigido pelo gradiente de potencial hídrico (Ψ) entre a semente e seu ambiente: Ψ = Ψ m + Ψ p + Ψ s Fase I: rápida entrada de água causa alteração na permeabilidade das membranas; Fase II: estabilização do conteúdo de água e ativação dos processos metabólicos; Fase III: início do crescimento do eixo embrionário e a retomada da absorção de água. DAG Fisiologia de Sementes 13
14 FASE III TEOR DE ÁGUA FASE I -Ψm FASE II - Ψo Ψp GERMINAÇAO VISÍVEL TOLERANTE INTOLERANTE TEMPO DAG Fisiologia de Sementes 14
15 Tipos de germinação Epígea cotilédones saem para fora do solo Ex.: feijão a) Fanerocotiledonar cotilédones libertam do envoltório b) Criptocotiledonar cotilédones+tegumento Hipógea cotilédones permanecem abaixo do solo Ex.: milho DAG Fisiologia de Sementes 15
16 Fanerocotiledonar Criptocotiledonar DAG Fisiologia de Sementes 16
17 MILHO Coleóptilo Primeiras folhas Hipocótilo Radícula Raiz Primária Raiz Seminal Germinação Hipógea DAG Fisiologia de Sementes 17
18 a) Fatores internos Fatores que afetam a germinação 1) Vitalidade e viabilidade Viabilidade: capacidade de uma semente em reter seu potencial germinativo; Vitalidade: se refere a organismo que tem vida. 2) Longevidade Tempo durante o qual a semente conserva a sua viabilidade. 3) Grau de maturidade 4) Dormência Não germinam quando colocadas em ambiente ideal. 5) Sanidade 6) Genótipo b) Fatores do ambiente Fatores que afetam a germinação 1) Água A semente deve atingir determinado conteúdo de água para germinar; As sementes respondem diferentemente à quantidade de água no substrato: Um excesso pode tanto promover como inibir a germinação; A entrada de água na semente depende de um gradiente de potencial hídrico entre o meio e a semente; A deficiência de água pode ou mesmo inibir totalmente a germinação. 2) Temperatura Atua na indução ou quebra de dormência quanto no crescimento embrionário; Quebra de dormência pela estratificação; Em algumas situações na germinabilidade e a velocidade de germinação apresentam temperaturas ótimas. DAG Fisiologia de Sementes 18
19 Fatores que afetam a germinação b) Fatores do ambiente 3) Oxigênio RESPIRAÇÃO DURANTE A EMBEBIÇÃO DAS SEMENTES CONSUMO DE O 2 Padrão de consumo de O 2 por sementes (exemplo hipotético). b) Fatores do ambiente 3) Oxigênio Fatores que afetam a germinação 4) Luz fotoblásticas (+), fotoblásticas ( ) e neutras Dormência Luz Vermelha FV 660 Germinação Vermelho distante FVE 730 DAG Fisiologia de Sementes 19
20 c) Fatores químicos Fatores que afetam a germinação Substâncias orgânicas: aleloquímicos e herbicidas ou pesticidas; Substâncias inorgânicas: íons como o nitrato. d) Fatores bióticos Cobertura vegetal viva; Fungos presente no solo; Animais revolvem o solo; Ingestão de sementes por animais; Formigas que transportam frutos e sementes. DAG Fisiologia de Sementes 20
GERMINAÇÃO DE SEMENTES
GERMINAÇÃO DE SEMENTES JULIO MARCOS FILHO TECNOLOGIA DE SEMENTES DEPTO. DE PRODUÇÃO VEGETAL USP/ESALQ ESTUDO DA GERMINAÇÃO FISIOLOGIA VEGETAL ESTUDOS BÁSICOS E MAIS APROFUNDADOS, INDEPEN- DENTES DA IMPORTÂNCIA
GERMINAÇÃO DE SEMENTES
GERMINAÇÃO DE SEMENTES O tema germinação de sementes tem sido objeto de revisões de literatura extensas e detalhadas. Definir o fenômeno da germinação é muito difícil, visto que uma definição deve ser
Controle harmônico de divisão e diferenciação
Controle harmônico de divisão e diferenciação Padrão indeterminado de crescimento Sistema altamente organizado Crescimento Diferenciação MORFOGÊNESE Angiosperma: semente Organização: a) unidade de crescimento
EMBRIÃO DA SEMENTE DE CAFÉ
GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE CAFÉ Disciplina i LPV 504 PLANTAS ESTIMULANTES ANA DIONISIA L. COELHO NOVEMBRE EMBRIÃO DA SEMENTE DE CAFÉ COTILEDONES EIXO EMBRIÃO Novembre, 2003 FRUTO DE CAFÉ Novembre, 2003
BV581 - Fisiologia Vegetal Geral - Desenvolvimento
BV581 - Fisiologia Vegetal Geral - Desenvolvimento Embriogênese e germina ção MARCELO C. DORNELAS [email protected] carpelos (pistilo) estame pétala carpelos (pistilo) Desenvolvimento do grão de p ólen
Fisiologia Vegetal RESPIRAÇÃO. Prof. Dr. Roberto Cezar Lobo da Costa. Universidade Federal Rural da Amazônia Instituto de Ciências Agrárias (ICA)
Fisiologia Vegetal Prof. Dr. Roberto Cezar Lobo da Costa RESPIRAÇÃO Universidade Federal Rural da Amazônia Instituto de Ciências Agrárias (ICA) I- INTRODUÇÃO Plantas: Transformam energia luminosa em energia
BV581 - Fisiologia Vegetal Básica - Desenvolvimento
BV581 - Fisiologia Vegetal Básica - Desenolimento Prof. Marcelo C. Dornelas Aula 10: Germinação O início do desenolimento e da ida da noa planta. O início da ida de uma planta superior geralmente ocorre
MATURAÇÃO DA SEMENTE PRODUÇÃO DE SEMENTES ANA D.L.C. NOVEMBRE INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO PARÂMETROS QUE CARACTERIZAM A MATURAÇÃO INTRODUÇÃO
MATURAÇÃO DA SEMENTE PRODUÇÃO DE SEMENTES ANA D.L.C. NOVEMBRE MATURAÇÃO OU FORMAÇÃO OU DESENVOLVIMENTO DA SEMENTE PARA A PRODUÇÃO DE SEMENTES, A MATURAÇÃO É ESTUDADA COM O OBJETIVO DE DETERMINAR O MOMENTO
Disciplina: BI62A - Biologia 2. Profa. Patrícia C. Lobo Faria. Germinação da semente, morfologia das folhas.
Curso de Graduação em Engenharia Ambiental Disciplina: BI62A - Biologia 2 Profa. Patrícia C. Lobo Faria http://paginapessoal.utfpr.edu.br/patricialobo Germinação da semente, morfologia das folhas. A semente
MILHO PARA OS DIFERENTES NÍVEIS TECNOLÓGICOS
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira MILHO PARA OS DIFERENTES NÍVEIS TECNOLÓGICOS Prof. Dr. João Antonio da Costa Andrade Departamento de Biologia
GERMINAÇÃO DE SEMENTES
GERMINAÇÃO DE SEMENTES JULIO MARCOS FILHO TECNOLOGIA DE SEMENTES DEPTO. PRODUÇÃO VEGETAL USP/ESALQ ESTUDO DA GERMINAÇÃO FISIOLOGIA VEGETAL ESTUDOS BÁSICOS E MAIS APROFUNDADOS, INDEPEN- DENTES DA IMPORTÂNCIA
Embebição. Síntese de RNA e proteínas. enzimática e de organelas. Atividades celulares fundamentais que ocorrem na germinação. Crescimento da plântula
Embebição Respiração Atividade enzimática e de organelas Síntese de RNA e proteínas Atividades celulares fundamentais que ocorrem na germinação Crescimento da plântula Manifestações metabólicas ou bioquímicas
DESENVOLVIMENTO DA PLÂNTULA: eventos pós-germinativos. Helenice Mercier Laboratório de Fisiologia Vegetal Ano 2008
DESENVOLVIMENTO DA PLÂNTULA: eventos pós-germinativos Helenice Mercier Laboratório de Fisiologia Vegetal Ano 2008 eixo embrionário radícula tegumento cotilédones cotilédones gancho raiz primária endosperma
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO: BIOLOGIA IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME ( T - P ) BLG 1036 FISIOLOGIA VEGETAL (4-2) OBJETIVOS - ao término da disciplina
GERMINAÇÃO DA SEMENTE TESTE DE GERMINAÇÃO TESTE DE GERMINAÇÃO - MÉTODO MÉTODO 05/05/2018 SEMENTES: 400 SEMENTES PURAS CAPÍTULO 5
GERMINAÇÃO DA SEMENTE TESTE DE GERMINAÇÃO LPV PRODUÇÃO DE SEMENTES ANA D. L C. NOVEMBRE Emergência e desenvolvimento das partes essenciais do embrião, indicando a aptidão para produzir uma planta normal
SEMENTE, GERMINAÇÃO E PLÂNTULAS
BIB140 Forma & Função em Plantas SEMENTE, GERMINAÇÃO E PLÂNTULAS Atividade 1 Experimento sobre pressão de embebição Faça essa atividade ao início da aula prática. Só então comece a observação morfológica.
Fisiologia da germinação. Formação de mudas. Propagação e plantio de café
"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina Cora Coralina Fisiologia da germinação. Formação de mudas. Propagação e plantio de café USP/Esalq Piracicaba/SP agosto - 2016 Prof. José Laércio
Fisiologia da germinação. Propagação assexuada. Formação de mudas.
"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina Cora Coralina Fisiologia da germinação. Propagação assexuada. Formação de mudas. USP/Esalq Piracicaba/SP agosto - 2017 Prof. José Laércio Favarin
O controle do crescimento e do desenvolvimento de um vegetal depende de alguns fatores:
O controle do crescimento e do desenvolvimento de um vegetal depende de alguns fatores: Disponibilidade de luz Disponibilidade de água Nutrientes minerais Temperatura Um outro fator que regula o crescimento
28/01/2013. Profª Marcela Carlota Nery. Processo progressivo e irreversível. Respiração. Alterações na atividade enzimática
Deterioração e vigor Profª Marcela Carlota Nery Deterioração Processo progressivo e irreversível Respiração Alterações na atividade enzimática Alterações no tegumento das sementes Alterações nas taxas
DESENVOLVIMENTO OU MATURAÇÃO
DESENVOLVIMENTO (MATURAÇÃO) DE SEMENTES Julio Marcos Filho Tecnologia de Sementes Depto. Produção Vegetal USP/ESALQ DESENVOLVIMENTO OU MATURAÇÃO Início indução do florescimento e diferenciação Desenvolvimento
INFLUÊNCIA DA LUZ NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES MORFOFISIOLOGIA DE SEMENTES
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA INFLUÊNCIA DA LUZ NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES P R O F. D R. R O B E R T O C E Z A R L O B O DA C O S TA O QUE É GERMINAÇÃO? BOTÂNICOS A germinação é um fenômeno biológico
DORMÊNCIA DE SEMENTES
DORMÊNCIA DE SEMENTES JULIO MARCOS FILHO TECNOLOGIA DE SEMENTES DEPTO. DE PRODUÇÃO VEGETAL USP/ESALQ ESTUDO DA GERMINAÇÃO FISIOLOGIA VEGETAL ESTUDOS BÁSICOS E MAIS APROFUNDADOS, INDEPEN- DENTES DA IMPORTÂNCIA
MEMÓRIA HÍDRICA EM SEMENTES DE REGIÕES SEMIÁRIDAS E SUAS IMPLICAÇÕES ECOLÓGICAS
MEMÓRIA HÍDRICA EM SEMENTES DE REGIÕES SEMIÁRIDAS E SUAS IMPLICAÇÕES ECOLÓGICAS Marcos Vinicius Meiado Universidade Federal de Sergipe [email protected] TECNOLOGIA DE SEMENTES FLORESTAIS NATIVAS: A IMPORTÂNCIA
Alimento vivo. Benefícios do consumo de grãos germinados
Alimento vivo Benefícios do consumo de grãos germinados Mestranda Nathalia Diogo Out/2018 1. CRUDIVORISMO Raw food Prática de se alimentar somente de alimentos crus A alimentação é baseada em frutas frescas,
RELAÇÕES ÁGUA/SEMENTES
RELAÇÕES ÁGUA/SEMENTES IMPORTÂNCIA E FUNÇÕES DA ÁGUA Julio Marcos Filho Tecnologia de Sementes Depto. Produção Vegetal USP/ESALQ PRESENTE EM TODOS OS PROCESSOS DINÂMICOS DA CÉLULA VIVA IMPORTÂNCIA E FUNÇÕES
FISIOLOGIA VEGETAL 24/10/2012. Crescimento e desenvolvimento. Crescimento e desenvolvimento. Onde tudo começa? Crescimento e desenvolvimento
FISIOLOGIA VEGETAL Crescimento e desenvolvimento Pombal PB Crescimento e desenvolvimento Onde tudo começa? Crescimento e desenvolvimento Polinização: transferência do grão de pólen da antera ao estigma
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA (UFRA) COORDENADORIA DO CURSO DE AGRONOMIA ANO DA ÚLTIMA REVISÃO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA (UFRA) COORDENADORIA DO CURSO DE AGRONOMIA DEPARTAMENTO INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS (ICA) CARGA HORÁRIA SEMESTRAL CÓDIGO ANO DA ÚLTIMA REVISÃO
Hormônios vegetais Prof.: Eduardo
Prof.: Eduardo Fitormônios: É um composto orgânico sintetizado em alguma parte do vegetal que pode ser transportado para outra parte e assim em concentrações muito baixas causar uma resposta fisiológica
A ESTRUTURA DE SEMENTES E SUAS
A ESTRUTURA DE SEMENTES E SUAS SUBSTÂNCIAS DE RESERVA J.D. Bewley & M. Black Apresentação Renato Gama UnB www.renatogdn.com.br ESTRUTURA - TESTA É geralmente uma camada dura. A importância fisiológica
FISIOLOGIA VEGETAL Uma abordagem prática em multimídia
FISIOLOGIA VEGETAL Uma abordagem prática em multimídia Organizador: Dr. Paulo Henrique Pereira Peixoto Autores: Paulo Henrique Pereira Peixoto: Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal de Lavras (UFLA),
As bases bioquímicas da vida
As bases bioquímicas da vida Água, Sais Minerais, Carboidratos, Lipídios, Proteínas e Vitaminas 1º Ano Profª Priscila F Binatto Constituintes Bioquímicos da Célula Água e Minerais Carboidratos Lipídios
DORMÊNCIA DE SEMENTES
DORMÊNCIA DE SEMENTES JULIO MARCOS FILHO FRANCISCO G GOMES JUNIOR TECNOLOGIA DE SEMENTES DEPTO. DE PRODUÇÃO VEGETAL USP/ESALQ ESTUDO DA GERMINAÇÃO FISIOLOGIA VEGETAL ESTUDOS BÁSICOS E MAIS APROFUNDADOS,
PROGRAMA DE DISCIPLINA
PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Produção e Tecnologia de Sementes Código da Disciplina: AGR 271 Curso: Agronomia Semestre de oferta da disciplina: 6 Faculdade responsável: Agronomia Programa em vigência
culturas Milho 19,30 4,60 1,95 12,70 65,80 Batata 94,10 28,3 17,78 50,90 54,10 Trigo 14,50 1,88 0,73 11,90 82,10
FISIOLOGIA VEGETAL Conceito de estresse: Estresse Abiótico em Plantas É um fator externo que exerce uma influência desvantajosa sobre a planta Estresse abiótico em plantas Plantas sob estresse apresenta:
USO DA ESCALA BBCH MODIFICADA PARA DESCRIÇÃO DOS ESTÁDIOS DE CRESCIMENTO DAS ESPÉCIES DE PLANTAS DANINHAS MONO- E DICOTILEDÔNEAS
USO DA ESCALA BBCH MODIFICADA PARA DESCRIÇÃO DOS ESTÁDIOS DE CRESCIMENTO DAS ESPÉCIES DE PLANTAS DANINHAS MONO- E DICOTILEDÔNEAS A escala BBCH é viável para uso com plantas daninhas: permite a definição
ECOFISIOLOGIA APLICADA À PRODUÇÃO DE SOJA
ECOFISIOLOGIA APLICADA À PRODUÇÃO DE SOJA Prof. Dr. Gil Miguel de Sousa Câmara Professor Associado ESALQ / USP APRESENTAÇÃO LINHAS DE TRABALHO NA CULTURA DA SOJA C O M P L E X I D A D E Ambientes de Produção
SLC Aula 10 Profa. Ana Paula O movimento da água e dos solutos nas plantas
SLC 0622 - Aula 10 Profa. Ana Paula O movimento da água e dos solutos nas plantas Para cada grama de matéria orgânica produzida pela planta, cerca de 500g de água são absorvidos pelas raízes, transportados
TRANSPIRAÇÃO. perda de vapor d água. pelos ESTÔMATOS. pela CUTÍCULA VISTO DE CIMA 2 CÉLULAS GUARDA. Que regulam a abertura do OSTÍOLO.
Fisiologia Vegetal perda de vapor d água TRANSPIRAÇÃO CONSTANTE pela CUTÍCULA REGULÁVEL pelos ESTÔMATOS VISTO DE CIMA 2 CÉLULAS GUARDA Que regulam a abertura do OSTÍOLO Cloroplastos Fatores que afetam
BIOLOGIA E FISIOLOGIA DE PLANTAS FORRAGEIRAS
BIOLOGIA E FISIOLOGIA DE PLANTAS FORRAGEIRAS A pastagem vista como um ecossistema Crescimento de uma gramínea Crescimento de uma leguminosa Do que as plantas precisam para crescer? Fotossíntese Quanto
SECAGEM DE SEMENTES CURIOSIDADE. LPV-0638: Produção de Sementes IMPORTÂNCIA E FUNÇÕES DA ÁGUA PRESENTE EM TODOS OS PROCESSOS DINÂMICOS DA CÉLULA VIVA
LPV-0638: Produção de Sementes SECAGEM DE SEMENTES Julio Marcos Filho DEPTO. DE PRODUÇÃO VEGETAL USP/ESALQ IMPORTÂNCIA E FUNÇÕES DA ÁGUA PRESENTE EM TODOS OS PROCESSOS DINÂMICOS DA CÉLULA VIVA CURIOSIDADE
Bioquímica: Componentes orgânicos e inorgânicos necessários à vida. Leandro Pereira Canuto
Bioquímica: orgânicos e inorgânicos necessários à vida Leandro Pereira Canuto Toda matéria viva: C H O N P S inorgânicos orgânicos Água Sais Minerais inorgânicos orgânicos Carboidratos Proteínas Lipídios
Fotomorfogênese LUZ ESCURO
Fotomorfogênese LUZ ESCURO O que as plantas enxergam? Como as plantas enxergam? Luz (λ=nm) Fotomorgênese A luz é um importante fator ambiental para as plantas, não somente para a fotossintese, mas também
SECAGEM DE SEMENTES INTRODUÇÃO. LPV-0638: Produção de Sementes TEOR DE ÁGUA DAS SEMENTES INTRODUÇÃO. - Importância da Água
LPV-0638: Produção de Sementes SECAGEM DE SEMENTES Julio Marcos Filho DEPTO. DE PRODUÇÃO VEGETAL USP/ESALQ - Importância da Água INTRODUÇÃO - Teor elevado de água X germinação e vigor de sementes ortodoxas
Composição química. Profª Maristela. da célula
Composição química Profª Maristela da célula Compostos inorgânicos Água Sais minerais Compostos orgânicos Carboidratos Lipídios Proteínas Ácidos nucleicos Vitaminas Água Solvente universal Atua no transporte
O movimento da água e dos solutos nas plantas
O movimento da água e dos solutos nas plantas A água Princípios do movimento da Água O movimento da água em qualquer sistema é governado por 3 processos: Difusão Osmose Fluxo de massa; Osmose glicose Membrana
Hormônios Vegetais Regulação do crescimento
Hormônios Vegetais Regulação do crescimento Interações de fatores no desenvolvimento vegetal Genoma da planta Codificação de enzimas catalisadoras de reações bioquímicas de desenvolvimento Estímulos ambientais
Potássio, Cálcio e Magnésio
Nutrição Mineral de Plantas Potássio, Cálcio e Magnésio Josinaldo Lopes Araujo 1. POTÁSSIO 1.1 Aspectos gerais Segundo nutriente mais consumido como fertilizantes no Brasil. A sua principal fonte no solo
Regulação do crescimento e desenvolvimento vegetal:
Regulação do crescimento e desenvolvimento vegetal: Fatores internos de controle LCE SLC0622- Biologia 3 2016 Hormônios Vegetais ou Fitormônios: fatores internos de controle Regulam o desenvolvimento e
ANÁLISE DE IMAGENS EM TECNOLOGIA DE SEMENTES
Produção de Sementes (LPV-638) Graduação Engenharia Agronômica Segundo Semestre de 2015 ANÁLISE DE IMAGENS EM TECNOLOGIA DE SEMENTES Francisco Guilhien Gomes Junior Tecnologia de Sementes Depto de Produção
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO PAULO R. C. CASTRO ESALQ/USP CANA-DE-AÇÚCAR: RELAÇÕES HÍDRICAS E ESTRESSE STAB - 2016 PROPRIEDADES EDÁFICAS CICLO DA CANA, TEMPERATURA E CHUVA Fonte: Casagrande, A. A., 1991.
Constituintes químicos dos seres vivos
REVISÃO Bioquímica Constituintes químicos dos seres vivos S A I S I N O R G Â N I C O S CARBOIDRATOS São denominados: açúcares, hidratos de carbono, glicídios ou glicosídeos Energia para o trabalho celular
Biologia Professor Leandro Gurgel de Medeiros
Biologia Professor Leandro Gurgel de Medeiros Fisiologia Vegetal 1. Conceito: Ramo da botânica destinado a estudar as funções vitais das plantas. Absorção; Transpiração; Condução; Fotossíntese; Fotoperíodos;
Plano de Aulas. Biologia. Módulo 4 A célula e os componentes da matéria viva
Plano de Aulas Biologia Módulo 4 A célula e os componentes da matéria viva Resolução dos exercícios propostos Retomada dos conceitos 12 CAPÍTULO 1 1 b Graças ao microscópio óptico descobriu-se que os seres
Água A superfície da Terra é constituída de três quartos de água, cerca de 70%, a maior parte está concentrada nos oceanos e mares, cerca de 97,5%, o
A química da Vida Água A superfície da Terra é constituída de três quartos de água, cerca de 70%, a maior parte está concentrada nos oceanos e mares, cerca de 97,5%, o restante 2,5% está concentrado em
Vitaminas As vitaminas são nutrientes essenciais para nos.o organismo humano necessita destas vitaminas em pequenas quantidades para desempenhar
A Química da vida A água A água é a mais abundante de todas as substâncias da célula, representando cerca de 80% da sua massa; funciona como solvente para grande parte das outras substâncias presentes
Substâncias orgânicas produzidas pelo vegetal que atuam em pequenas doses e em diferentes órgãos das plantas.
Fitormônios Fitormônios Substâncias orgânicas produzidas pelo vegetal que atuam em pequenas doses e em diferentes órgãos das plantas. Auxina Giberelina Citocinina Ácido abscísico Etileno Locais de produção:
AS MOLÉCULAS DA VIDA. COMPOSIÇÃO DOS SERES VIVOS De que são formados os seres vivos? ELEMENTOS QUÍMICOS QUE COMPÕEM OS
AS MOLÉCULAS DA VIDA COMPOSIÇÃO DOS SERES VIVOS De que são formados os seres vivos? ELEMENTOS QUÍMICOS QUE COMPÕEM OS SERES VIVOS CERCA DE TRINTA ELEMENTOS CONSTITUEM AS CÉLULAS QUE COMPÕEM OS SERES VIVOS.
CURVA DE ABSORÇÃO DE ÁGUA EM SEMENTES DE MAMONA.
CURVA DE ABSORÇÃO DE ÁGUA EM SEMENTES DE MAMONA Luciana Aparecida de Souza 1, Maria Laene Moreira de Carvalho 1, Antônio Lucrécio Santos Neto 1, Diego Coelho dos Santos 1 e Verônica Yumi Kataoka 1 1 UFLA,
Material didático do Prof. Leonardo Bianco de Carvalho UNESP - Câmpus de Jaboticabal MATOLOGIA. Disseminação e Sobrevivência
MATOLOGIA Disseminação e Sobrevivência 1 Cronograma da aula Reprodução Dispersão Banco de sementes Germinação e dormência Aspectos importantes de manejo 2 Reprodução Tipos: Sexuada (fusão dos gametas masculino
COMPOSIÇÃO QUÍMICA (RESERVAS ARMAZENADAS) DE SEMENTES
COMPOSIÇÃO QUÍMICA (RESERVAS ARMAZENADAS) DE SEMENTES Julio Marcos Filho Tecnologia de Sementes Depto. Produção Vegetal USP/ESALQ Semente x Planta: Variação quantitativa e qualitativa Importância: Uso
Introdução à Fisiologia Vegetal
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO PÓLO AVANÇADO DE XERÉM GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA CURSO FISIOLOGIA VEGETAL(XBT355) TURMA 2014/2 Introdução à Fisiologia Vegetal Prof. Dr. Silas Pessini Rodrigues
CABOIDRATOS, FIBRAS, LIPÍDEOS, PROTEÍNAS E ÁGUA
CABOIDRATOS, FIBRAS, LIPÍDEOS, PROTEÍNAS E ÁGUA ÁGUA É o componente majoritário dos seres vivos; Na carne pode chegar a 70% e nas verduras até 95%; É o solvente universal; Desempenha diversas funções:
ALIMENTOS E NUTRIENTES. 8º ano Profª Daniela
ALIMENTOS E NUTRIENTES 8º ano Profª Daniela Os alimentos como veículos de nutrientes É Importante sabermos diferenciar o significado de alimento do nutriente. Alimentos são os produtos que ingerimos. Nutrientes
RELAÇÕES ÁGUA/SEMENTES
RELAÇÕES ÁGUA/SEMENTES Julio Marcos Filho Tecnologia de Sementes Depto. Produção Vegetal USP/ESALQ Relações água / sementes reúnem, basicamente, atividades dirigidas à garantia da continuidade da espécie
Exigências Edafoclimáticas Sistema de Cultivo. Thomas Newton Martin
Exigências Edafoclimáticas Sistema de Cultivo Thomas Newton Martin Exigências Climáticas Temperatura Temperatura do ar - Extensão do ciclo - Acúmulo de graus dias - Acúmulo líquido de carbono - Se T o
DINÂMICA FISIOLÓGICA DOS HERBICIDAS. INSTITUTO AGRONÔMICO/PG Tecnologia da Produção Agrícola/Manejo e Biologia de Plantas Daninhas/AZANIA(2018)
DINÂMICA FISIOLÓGICA DOS HERBICIDAS DEFINIÇÃO dinâmica fisiológica dos herbicidas Dinâmica fisiológica de herbicidas Processos que envolvem a absorção e a translocação dos herbicidas nas plantas, assim
AVALIAÇÃO DO POTENCIAL FISIOLÓGICO DE SEMENTES
INTRODUÇÃO AVALIAÇÃO DO POTENCIAL FISIOLÓGICO DE SEMENTES JULIO MARCOS FILHO TECNOLOGIA DE SEMENTES DEPTO. DE PRODUÇÃO VEGETAL USP/ESALQ Qualidade de sementes: conjunto de características que determinam
O que as plantas enxergam?
Fotomorfogênese O que as plantas enxergam? Como as plantas enxergam? Luz (λ=nm) Fotomorgênese A luz é um importante fator ambiental para as plantas, não somente para a fotossintese, mas também para a sua
LISTA RECUPERAÇÃO FINAL - BIOLOGIA 3ª SÉRIE (fisiologia vegetal e hormônios vegetais) PROFESSOR: WELLINGTON
1. Analise as imagens de uma mesma planta sob as mesmas condições de luminosidade e sob condições hídricas distintas. Os estômatos desta planta estão a) abertos na condição 1, pois há intenso bombeamento
26/6/2012. Em muitos casos, uma semente viável poderá não germinar mesmo que as condições ambientais sejam adequadas.
UNIDADE XIII DORMÊNCIA E GERMINAÇÃO 1. Introdução 2. Estrutura de sementes, plântulas e órgãos dormentes 2.1. Sementes e plântulas 2.2. Gemas 2.3. Rizomas, tubérculos, bulbos, bulbos sólidos, raízes modificadas
Germinação de sementes de Inga vera com diferentes graus de umidade
SEMENTES Longevida: INTRODUÇÃO Período em que asemente permanece viva, quando conservada sob as condições ambientais mais favoráveis para a espécie e cultivar (Barton, 1961) Evolução do conhecimento tolerância
Tipos de propagação de plantas. Propagação de plantas. Propagação sexuada ou seminífera. Agricultura geral. Vantagens da propagação sexuada
Agricultura geral Propagação de plantas UFCG Campus Pombal Tipos de propagação de plantas Sexuada ou seminífera Sistema de propagação de plantas que envolve a união de gametas, gerando a semente que é
Valter Francisco Hulshof Eng. Agrônomo
REGULADORES DE CRESCIMENTO MAIS QUATRO FITORMÔNIOS DE DESTAQUE Valter Francisco Hulshof Eng. Agrônomo Holambra - SP GIBERELINAS Descobertas por cientistas japoneses na segunda metade do séc. XX que estudavam
PRODUÇÃO DE SEMENTES Ai de ti, se por tua causa semente morrer semente.
PRODUÇÃO DE SEMENTES Ai de ti, se por tua causa semente morrer semente. Eng. Agr. Clélia Maria Mardegan O QUE VAMOS ESTUDAR SOBRE SEMENTES Conceitos iniciais. Um pouco de estória. Importância das sementes.
Teste de raios X: princípio e interpretação
Teste de raios X: princípio e interpretação Aula 2 LPV 5731 - ANÁLISE DE IMAGENS DE SEMENTES E PLÂNTULAS Programa de pós-graduação em Fitotecnia Francisco G Gomes-Junior Escola Superior de Agricultura
Apresentação da disciplina Fisiologia Vegetal
Apresentação da disciplina Fisiologia Vegetal DISCIPLINA: CI0906 - Fisiologia vegetal HORÁRIO: 2ª, 4ª e 6ª feira. Turma 02-10:00 às 12:00 horas. OBJETIVOS DA DISCIPLINA: Fornecer os fundamentos teóricos
Água, Sais e Carboidratos
Água, Sais e Carboidratos A Bioquímica estuda as reações químicas dos organismos vivos e tem revelado inúmeras substancias presentes nas células e em outras que ela participa. A bioquímica estuda as moléculas
Modelando a Fotossíntese e a Respiração Vegetal
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO CEN0257 - Modelagem de Sistemas Agrícolas e Ecológicos 1 o Semestre de 2017 Modelando a Fotossíntese e a Respiração Vegetal Crescimento de Plantas Cultivadas Fotossintese Respiração
Agricultura geral. de plantas. UFCG Campus Pombal
Agricultura geral Propagação de plantas UFCG Campus Pombal Tipos de propagação de plantas Sexuada ou seminífera Sistema de propagação de plantas que envolve a união de gametas, gerando a semente que é
Nutrição Mineral de Plantas FÓSFORO NA APLANTA. Josinaldo Lopes Araujo
Nutrição Mineral de Plantas FÓSFORO NA APLANTA Josinaldo Lopes Araujo 1 ASPECTOS GERAIS Macronutriente menos exigido pelas plantas. Nutriente mais usado em adubações no Brasil É o que mais limita a produção
Biologia Molecular (Parte I)
Biologia Molecular (Parte I) Introdução 1. Substâncias Inorgânicas 1.1. Água A água faz pontes de hidrogênio Polaridade Propriedades da água Solvente Universal Participa de reações químicas vitais Adesão
COOPERCITRUS SIMPÓSIO DE ALTA TECNOLOGIA / 2018
COOPERCITRUS SIMPÓSIO DE ALTA TECNOLOGIA / 2018 ECOFISIOLOGIA DA SOJA EM AMBIENTE DE PALHADA DE CANA-DE-AÇÚCAR Prof. Dr. Gil Miguel de Sousa Câmara ESALQ / USP Produção Vegetal Bebedouro - SP Junho / 2018
Dinâmica de nutrientes: solo e planta. Rosana Alves Gonçalves
Dinâmica de nutrientes: solo e planta Rosana Alves Gonçalves Índice Introdução: - Composição elementar das plantas; - Classificação dos elementos. Absorção, transporte e redistribuição dos nutrientes;
TESTES DE VIGOR: CONCEITO, IMPORTÂNCIA E APLICAÇÕES
Produção de Sementes (LPV-638) Graduação Engenharia Agronômica Segundo Semestre de 2014 TESTES DE VIGOR: CONCEITO, IMPORTÂNCIA E APLICAÇÕES Francisco Guilhien Gomes-Junior Tecnologia de Sementes Depto
UNIDADE VIII DESENVOLVIMENTO (CRESCIMENTO, DIFERENCIAÇÃO E MORFOGÊNESE)
UNIDADE VIII DESENVOLVIMENTO (CRESCIMENTO, DIFERENCIAÇÃO E MORFOGÊNESE) 1. INTRUDUÇÃO 2. CONCEITOS 3. ANÁLISE CINÉTICA DO CRESCIMENTO 4. PADRÕES DE CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO 4.1. ETAPAS DO CRESCIMENTO
Desaceleração do metabolismo
Desaceleração do metabolismo Plantas têm um estágio em seu ciclo de vida em que o seu metabolismo é reduzido. estágio vegetativo estágio reprodutivo permite a sobrevivência: falta de água extremos de temperatura
O FITOCROMO E O CONTROLE DO DESENVOLVIMENTO DAS PLANTAS PELA LUZ PROF. DR. ROBERTO CEZAR LOBO DA COSTA
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA (UFRA) INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS (ICA) DISCIPLINA: FISIOLOGIA VEGETAL O FITOCROMO E O CONTROLE DO DESENVOLVIMENTO DAS PLANTAS PELA LUZ PROF. DR. ROBERTO CEZAR
