WAGNER COSTA. As mães e os pais da gente
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- Laura Palma Figueiroa
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1 Leitor iniciante Leitor em processo Leitor fluente ILUSTRAÇÕES: SIMONE MATIAS PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega
2 De Leitores e Asas MARIA JOSÉ NÓBREGA Andorinha no coqueiro, Sabiá na beira-mar, Andorinha vai e volta, Meu amor não quer voltar. [ [ Numa primeira dimensão, ler pode ser entendido como decifrar o escrito, isto é, compreender o que letras e outros sinais gráficos representam. Sem dúvida, boa parte das atividades que são realizadas com as crianças nas séries iniciais do Ensino Fundamental têm como finalidade desenvolver essa capacidade. Ingenuamente, muitos pensam que, uma vez que a criança tenha fluência para decifrar os sinais da escrita, pode ler sozinha, pois os sentidos estariam lá, no texto, bastando colhê-los. Por essa concepção, qualquer um que soubesse ler e conhecesse o que as palavras significam estaria apto a dizer em que lugar estão a andorinha e o sabiá; qual dos dois pássaros vai e volta e quem não quer voltar. Mas será que a resposta a estas questões bastaria para assegurar que a trova foi compreendida? Certamente não. A compreensão vai depender, também, e muito, do que o leitor já souber sobre pássaros e amores. Isso porque muitos dos sentidos que depreendemos ao ler derivam de complexas operações cognitivas para produzir inferências. Lemos o que está nos intervalos entre as palavras, nas entrelinhas, lemos, portanto, o que não está escrito. É como se o texto apresentasse lacunas que devessem ser preenchidas pelo trabalho do leitor. 2
3 Se retornarmos à trova acima, descobriremos um eu que associa pássaros à pessoa amada. Ele sabe o lugar em que está a andorinha e o sabiá; observa que as andorinhas migram, vão e voltam, mas diferentemente destas, seu amor foi e não voltou. Apesar de não estar explícita, percebemos a comparação entre a andorinha e a pessoa amada: ambas partiram em um dado momento. Apesar de também não estar explícita, percebemos a oposição entre elas: a andorinha retorna, mas a pessoa amada não quer voltar. Se todos estes elementos que podem ser deduzidos pelo trabalho do leitor estivessem explícitos, o texto ficaria mais ou menos assim: Sei que a andorinha está no coqueiro, e que o sabiá está na beira-mar. Observo que a andorinha vai e volta, mas não sei onde está meu amor que partiu e não quer voltar. O assunto da trova é o relacionamento amoroso, a dor-de-cotovelo pelo abandono e, dependendo da experiência prévia que tivermos a respeito do assunto, quer seja esta vivida pessoalmente ou vivida através da ficção, diferentes emoções podem ser ativadas: alívio por estarmos próximos de quem amamos, cumplicidade por estarmos distantes de quem amamos, desilusão por não acreditarmos mais no amor, esperança de encontrar alguém diferente... Quem produz ou lê um texto o faz a partir de um certo lugar, como diz Leonardo Boff*, a partir de onde estão seus pés e do que vêem seus olhos. Os horizontes de quem escreve e os de quem lê podem estar mais ou menos próximos. Os horizontes de um leitor e de outro podem estar mais ou menos próximos. As leituras produzem interpretações que produzem avaliações que revelam posições: pode-se ou não concordar com o quadro de valores sustentados ou sugeridos pelo texto. Se refletirmos a respeito do último verso meu amor não quer voltar, podemos indagar, legitimamente, sem nenhuma esperança de encontrar a resposta no texto: por que ele ou ela não quer voltar? Repare que não é não pode que está escrito, é não quer, isto quer dizer que poderia, mas não quer voltar. O que teria provocado a separação? O amor acabou. Apaixonou-se por outra ou outro? Outros projetos de vida foram mais fortes que o amor: os estudos, a carreira, etc. O eu é muito possessivo e gosta de controlar os passos dele ou dela, como controla os da andorinha e do sabiá? * Cada um lê com os olhos que tem. E interpreta a partir de onde os pés pisam. A águia e a galinha: uma metáfora da condição humana (37 a edição, 2001), Leonardo Boff, Editora Vozes, Petrópolis. 3
4 Quem é esse que se diz eu? Se imaginarmos um eu masculino, por exemplo, poderíamos, num tom machista, sustentar que mulher tem de ser mesmo conduzida com rédea curta, porque senão voa; num tom mais feminista, poderíamos dizer que a mulher fez muito bem em abandonar alguém tão controlador. Está instalada a polêmica das muitas vozes que circulam nas práticas sociais... Se levamos alguns anos para aprender a decifrar o escrito com autonomia, ler na dimensão que descrevemos é uma aprendizagem que não se esgota nunca, pois para alguns textos seremos sempre leitores iniciantes. [ [ DESCRIÇÃO DO PROJETO DE LEITURA Contextualiza-se o autor e sua obra no panorama da literatura para crianças. ] Apresentamos uma síntese da obra para permitir que o professor, antecipando a temática, o enredo e seu desenvolvimento, possa considerar a pertinência da obra levando em conta as necessidades e possibilidades de seus alunos. ] Procuramos evidenciar outros aspectos que vão além da trama narrativa: os temas e a perspectiva com que são abordados, certos recursos expressivos usados pelo autor. A partir deles, o professor poderá identificar que conteúdos das diferentes áreas do conhecimento poderão ser explorados, que temas poderão ser discutidos, que recursos lingüísticos poderão ser explorados para ampliar a competência leitora e escritora do aluno. ] a) antes da leitura Ao ler, mobilizamos nossas experiências para compreendermos o texto e apreciarmos os recursos estilísticos utilizados pelo autor. Folheando o livro, numa rápida leitura preliminar, podemos antecipar muito a respeito do desenvolvimento da história. ] 4
5 As atividades propostas favorecem a ativação dos conhecimentos prévios necessários à compreensão do texto. ü Explicitação dos conhecimentos prévios necessários para que os alunos compreendam o texto. ü Antecipação de conteúdos do texto a partir da observação de indicadores como título (orientar a leitura de títulos e subtítulos), ilustração (folhear o livro para identificar a localização, os personagens, o conflito). ü Explicitação dos conteúdos que esperam encontrar na obra levando em conta os aspectos observados (estimular os alunos a compartilharem o que forem observando). b) durante a leitura São apresentados alguns objetivos orientadores para a leitura, focalizando aspectos que auxiliem a construção dos significados do texto pelo leitor. ü Leitura global do texto. ü Caracterização da estrutura do texto. ü Identificação das articulações temporais e lógicas responsáveis pela coesão textual. c) depois da leitura Propõem-se uma série de atividades para permitir uma melhor compreensão da obra, aprofundar o estudo e a reflexão a respeito de conteúdos das diversas áreas curriculares, bem como debater temas que permitam a inserção do aluno nas questões contemporâneas. ü Compreensão global do texto a partir da reprodução oral ou escrita do texto lido ou de respostas a questões formuladas pelo professor em situação de leitura compartilhada. ü Apreciação dos recursos expressivos mobilizados na obra. ü Identificação dos pontos de vista sustentados pelo autor. ü Explicitação das opiniões pessoais frente a questões polêmicas. ü Ampliação do trabalho para a pesquisa de informações complementares numa dimensão interdisciplinar ou para a produção de outros textos ou, ainda, para produções criativas que contemplem outras linguagens artísticas. ] ü do mesmo autor ü sobre o mesmo assunto ü sobre o mesmo gênero 5
6 Gira-rosa e Rosa-gira são um casal de irmãos, órfãos de pai e mãe, que vivem num orfanato junto com diversas outras crianças, sob a direção de uma supermãe-avó-drasta-tia. A história começa no primeiro dia de aula dos dois numa nova escola. Ambos entram confiantes na classe, porém, são mal recebidos pelas crianças da turma, que não deixam de reparar que os dois usam roupas muito mais simples do que os demais colegas. Alguns instantes depois, porém, o Vento, amigo dos irmãos, corre em defesa dos dois e ensina às outras crianças que padrastos, madrastas, avós, tios e tias também podem ser pais e mães... O livro de Wagner Costa é dividido em duas partes: a primeira consiste numa narrativa em prosa e a segunda, numa peça de teatro. Tanto a peça quanto a narrativa relatam a trajetória da família de Gira-rosa e Rosa-gira e descrevem seu encontro com as demais crianças da escola onde passam a estudar. A narrativa tem o propósito de discutir com as crianças temas difíceis como a adoção, a separação dos pais e a morte, porém, sempre de uma maneira bastante otimista: os dois irmãos, a despeito de seu destino trágico perderam os pais, o padrasto, a madrasta e os avós, foram enviados para um orfanato, mantêm um estado de espírito alegre e uma atitude positiva diante das dificuldades que encontram. Sua chegada na escola desperta seus novos colegas para a importância de respeitar as diferenças. 3. Mais uma vez, deixe que os alunos folheiem o livro, agora para prestar atenção à silhueta do texto, isto é, ao modo como se organiza na página. É possível identificar o gênero observando o modo como ele se dispõe na página? Veja se percebem que o livro se divide em duas partes: uma em prosa, outra em forma de peça de teatro. Chame a atenção deles, ainda, para outros textos menores que se encontram encaixados dentro da narrativa e da peça, organizados de forma distinta: as canções, escritas em versos. 4. Pergunte aos alunos se algum deles já leu uma peça de teatro. Se sim, pergunte quais as principais diferenças entre um texto dramático e outros textos em prosa. Durante a leitura: 1. Proponha que os alunos leiam, a princípio, apenas a primeira parte do livro, escrita em prosa. Quais das suas hipóteses sobre o conteúdo da narrativa se confirmaram, quais se mostraram equivocadas? 2. Estimule-os a atentar para as delicadas ilustrações de Simone Matias, procurando perceber a relação que existe entre o texto e as imagens. 3. A leitura da peça de teatro pode ser mais interessante se feita em conjunto: o professor pode ficar encarregado das rubricas e deixar que cada um dos alunos fique responsável por uma das personagens. Diga a eles que, quando se lê uma peça de teatro, é importante ler as falas colocando-se no lugar das personagens, deixando entrever suas intenções. Nascido em São Paulo, em 1950, Wagner Costa é jornalista e durante muito tempo atuou como repórter policial em grandes jornais diários de São Paulo. Atualmente, como escritor, percorre escolas em todo o Brasil, proferindo palestras, conversando com alunos, palavreando com professores. Pela Editora Moderna publicou Quando meu pai perdeu o emprego, O segredo da amizade, Das Dores & Já Passou, Eu, pescador de mim, Aí, Né... e E Depois? e Os bigodes do palhaço. É Wagner Costa que diz: Escrevo porque acredito naquilo que acontece quando a palavra se aninha no coração e na consciência das pessoas. Minha literatura nasce de/ para crianças, adolescentes, aborrecentes. Antes da leitura: 1. Mostre para os alunos a capa do livro e deixe que eles o folheiem um pouco, observando as ilustrações. A seguir, estimule-os a levantar hipóteses sobre o conteúdo da obra. 2. Leia com os alunos a epígrafe do texto. Aproveite para explicar o que é uma epígrafe: uma frase ou fragmento de texto de outras obras que serve para sintetizar o conteúdo da obra. Depois da leitura: 1. Pergunte aos alunos quais as diferenças que perceberam entre ler a história de Rosa-gira e Gira-rosa na forma de narrativa e na forma de peça de teatro. De que modo o autor dispõe a ordem dos acontecimentos em cada caso? Quais passagens da história são privilegiadas na narrativa? Quais se sobressaem na peça? Existem informações que aparecem em um gênero de texto, mas não no outro? Deixe que eles voltem ao livro para investigar. 2. É uma boa oportunidade para conversar um pouco com os alunos sobre a organização do texto teatral, que difere bastante de um texto convencional: não é um texto escrito para ser lido, mas para ser encenado. A maior parte das informações do texto está, em geral, contida nos diálogos, divididos em falas. Cada fala é introduzida com o nome da personagem que a emite, escrito em geral em letras maiúsculas e seguido de travessão. Antes do texto, geralmente, aparece uma relação de todas as personagens da peça, seguida de uma breve descrição das mesmas e algumas indicações de cenário. Durante todo o texto, o autor dá algumas Enc as maes e os pais.indd 2 Áreas envolvidas: Língua Portuguesa Temas transversais: Ética Público-alvo: Leitor fluente informações sobre mudanças de cenário e iluminação bem como sobre a movimentação dos atores e a entonação correta para as falas por meio da rubrica, que normalmente aparece isolada e entre parênteses. A rubrica deve ser sucinta, clara e objetiva, uma vez que as informações que ela traz não farão parte do texto dito pelos atores serão percebidas pelo espectador apenas por meio das imagens e da ação da peça. 3. As possibilidades de um texto dramático se revelam apenas em parte na sua leitura o teatro só se completa na relação direta entre ator e espectador. Proponha aos alunos que, em grupos, escolham uma cena da peça para apresentar para a classe. Deixe que eles exercitem sua criatividade na interpretação das personagens e na escolha do cenário e dos figurinos. 4. Wagner Costa brinca, em diversos momentos, com a invenção de novas palavras a partir da junção de duas ou mais palavras já existentes. Estimule as crianças a voltar ao livro à procura de exemplos de palavras inventadas, tentando perceber qual a mudança de sentido das palavras originais que elas propõem: mãedrasta, por exemplo, dá um aspecto mais afetuoso à palavra madrasta. A seguir, proponha que as crianças, em duplas, brinquem, elas também, de criar novas palavras a partir de outras que elas já conhecem. 5. Gira-rosa e Rosa-gira se apresentam para sua turma cantando um rap. O rap, assim como o movimento hip-hop, são manifestações culturais nascidas nas regiões de periferia que apenas recentemente têm sido valorizadas como formas de arte. Proponha que os alunos realizem uma pesquisa sobre os centros de produção cultural da periferia de suas cidades, buscando, se possível, trazer algumas gravações de músicas para ouvir em classe. 6. O livro busca mostrar, em especial, que existem muitas figuras que, apesar de não serem nossos pais sangüíneos, também exercem a função de pai e mãe. Converse um pouco sobre isso com seus alunos e proponha que cada um deles pense em uma pessoa mais velha que exerça um papel importante em sua vida e a procure para entrevistá-la sobre sua trajetória. Antes da entrevista, auxilie as crianças a traçarem um pequeno roteiro de perguntas e aconselhe-as a preparar um gravador para registrar a conversa. 7. Depois da entrevista, peça aos alunos que escrevam um pequeno texto em prosa narrando um pouco da trajetória da pessoa escolhida. Diga a eles que não é necessário que registrem em seu texto todas as informações colhidas na entrevista; podem selecionar apenas aquelas que considerarem mais interessantes. 8. Agora é a vez de os próprios alunos experimentarem seu talento como dramaturgos peça a eles que se reúnam em 9 pequenos grupos e escolham uma passagem da narrativa de um dos componentes para adaptar para o teatro. 9. Proponha que montem suas cenas para apresentar para a classe, caprichando nos cenários e figurinos. Se eles gostarem da idéia, encoraje-os a fazer uma apresentação aberta para o restante da escola. 1. DO MESMO AUTOR O segredo da amizade São Paulo, Moderna Eu, pescador de mim São Paulo, Moderna Quando meu pai perdeu o emprego São Paulo, Moderna Das Dores & Já Passou São Paulo, Moderna Os bigodes do palhaço São Paulo, Moderna Aí, Né... e E Depois? São Paulo, Moderna 2. SOBRE O MESMO ASSUNTO Pollyanna Eleonor H. Porter, São Paulo, Ática O jardim secreto Francis Hodgson Burnett, São Paulo, 34 A princesinha Francis Hodgson Burnett, São Paulo, 34 Mau começo, vol. 1 da coleção Desventuras em série Lemony Snicket, São Paulo, Cia. das Letras A sala dos répteis, vol. 2 da coleção Desventuras em série Lemony Snicket, São Paulo, Cia. das Letras 5/16/05 9:17:16 AM
7 Gira-rosa e Rosa-gira são um casal de irmãos, órfãos de pai e mãe, que vivem num orfanato junto com diversas outras crianças, sob a direção de uma supermãe-avó-drasta-tia. A história começa no primeiro dia de aula dos dois numa nova escola. Ambos entram confiantes na classe, porém, são mal recebidos pelas crianças da turma, que não deixam de reparar que os dois usam roupas muito mais simples do que os demais colegas. Alguns instantes depois, porém, o Vento, amigo dos irmãos, corre em defesa dos dois e ensina às outras crianças que padrastos, madrastas, avós, tios e tias também podem ser pais e mães... O livro de Wagner Costa é dividido em duas partes: a primeira consiste numa narrativa em prosa e a segunda, numa peça de teatro. Tanto a peça quanto a narrativa relatam a trajetória da família de Gira-rosa e Rosa-gira e descrevem seu encontro com as demais crianças da escola onde passam a estudar. A narrativa tem o propósito de discutir com as crianças temas difíceis como a adoção, a separação dos pais e a morte, porém, sempre de uma maneira bastante otimista: os dois irmãos, a despeito de seu destino trágico perderam os pais, o padrasto, a madrasta e os avós, foram enviados para um orfanato, mantêm um estado de espírito alegre e uma atitude positiva diante das dificuldades que encontram. Sua chegada na escola desperta seus novos colegas para a importância de respeitar as diferenças. 3. Mais uma vez, deixe que os alunos folheiem o livro, agora para prestar atenção à silhueta do texto, isto é, ao modo como se organiza na página. É possível identificar o gênero observando o modo como ele se dispõe na página? Veja se percebem que o livro se divide em duas partes: uma em prosa, outra em forma de peça de teatro. Chame a atenção deles, ainda, para outros textos menores que se encontram encaixados dentro da narrativa e da peça, organizados de forma distinta: as canções, escritas em versos. 4. Pergunte aos alunos se algum deles já leu uma peça de teatro. Se sim, pergunte quais as principais diferenças entre um texto dramático e outros textos em prosa. Durante a leitura: 1. Proponha que os alunos leiam, a princípio, apenas a primeira parte do livro, escrita em prosa. Quais das suas hipóteses sobre o conteúdo da narrativa se confirmaram, quais se mostraram equivocadas? 2. Estimule-os a atentar para as delicadas ilustrações de Simone Matias, procurando perceber a relação que existe entre o texto e as imagens. 3. A leitura da peça de teatro pode ser mais interessante se feita em conjunto: o professor pode ficar encarregado das rubricas e deixar que cada um dos alunos fique responsável por uma das personagens. Diga a eles que, quando se lê uma peça de teatro, é importante ler as falas colocando-se no lugar das personagens, deixando entrever suas intenções. Nascido em São Paulo, em 1950, Wagner Costa é jornalista e durante muito tempo atuou como repórter policial em grandes jornais diários de São Paulo. Atualmente, como escritor, percorre escolas em todo o Brasil, proferindo palestras, conversando com alunos, palavreando com professores. Pela Editora Moderna publicou Quando meu pai perdeu o emprego, O segredo da amizade, Das Dores & Já Passou, Eu, pescador de mim, Aí, Né... e E Depois? e Os bigodes do palhaço. É Wagner Costa que diz: Escrevo porque acredito naquilo que acontece quando a palavra se aninha no coração e na consciência das pessoas. Minha literatura nasce de/ para crianças, adolescentes, aborrecentes. Antes da leitura: 1. Mostre para os alunos a capa do livro e deixe que eles o folheiem um pouco, observando as ilustrações. A seguir, estimule-os a levantar hipóteses sobre o conteúdo da obra. 2. Leia com os alunos a epígrafe do texto. Aproveite para explicar o que é uma epígrafe: uma frase ou fragmento de texto de outras obras que serve para sintetizar o conteúdo da obra. Depois da leitura: 1. Pergunte aos alunos quais as diferenças que perceberam entre ler a história de Rosa-gira e Gira-rosa na forma de narrativa e na forma de peça de teatro. De que modo o autor dispõe a ordem dos acontecimentos em cada caso? Quais passagens da história são privilegiadas na narrativa? Quais se sobressaem na peça? Existem informações que aparecem em um gênero de texto, mas não no outro? Deixe que eles voltem ao livro para investigar. 2. É uma boa oportunidade para conversar um pouco com os alunos sobre a organização do texto teatral, que difere bastante de um texto convencional: não é um texto escrito para ser lido, mas para ser encenado. A maior parte das informações do texto está, em geral, contida nos diálogos, divididos em falas. Cada fala é introduzida com o nome da personagem que a emite, escrito em geral em letras maiúsculas e seguido de travessão. Antes do texto, geralmente, aparece uma relação de todas as personagens da peça, seguida de uma breve descrição das mesmas e algumas indicações de cenário. Durante todo o texto, o autor dá algumas Enc as maes e os pais.indd 2 Áreas envolvidas: Língua Portuguesa Temas transversais: Ética Público-alvo: Leitor fluente informações sobre mudanças de cenário e iluminação bem como sobre a movimentação dos atores e a entonação correta para as falas por meio da rubrica, que normalmente aparece isolada e entre parênteses. A rubrica deve ser sucinta, clara e objetiva, uma vez que as informações que ela traz não farão parte do texto dito pelos atores serão percebidas pelo espectador apenas por meio das imagens e da ação da peça. 3. As possibilidades de um texto dramático se revelam apenas em parte na sua leitura o teatro só se completa na relação direta entre ator e espectador. Proponha aos alunos que, em grupos, escolham uma cena da peça para apresentar para a classe. Deixe que eles exercitem sua criatividade na interpretação das personagens e na escolha do cenário e dos figurinos. 4. Wagner Costa brinca, em diversos momentos, com a invenção de novas palavras a partir da junção de duas ou mais palavras já existentes. Estimule as crianças a voltar ao livro à procura de exemplos de palavras inventadas, tentando perceber qual a mudança de sentido das palavras originais que elas propõem: mãedrasta, por exemplo, dá um aspecto mais afetuoso à palavra madrasta. A seguir, proponha que as crianças, em duplas, brinquem, elas também, de criar novas palavras a partir de outras que elas já conhecem. 5. Gira-rosa e Rosa-gira se apresentam para sua turma cantando um rap. O rap, assim como o movimento hip-hop, são manifestações culturais nascidas nas regiões de periferia que apenas recentemente têm sido valorizadas como formas de arte. Proponha que os alunos realizem uma pesquisa sobre os centros de produção cultural da periferia de suas cidades, buscando, se possível, trazer algumas gravações de músicas para ouvir em classe. 6. O livro busca mostrar, em especial, que existem muitas figuras que, apesar de não serem nossos pais sangüíneos, também exercem a função de pai e mãe. Converse um pouco sobre isso com seus alunos e proponha que cada um deles pense em uma pessoa mais velha que exerça um papel importante em sua vida e a procure para entrevistá-la sobre sua trajetória. Antes da entrevista, auxilie as crianças a traçarem um pequeno roteiro de perguntas e aconselhe-as a preparar um gravador para registrar a conversa. 7. Depois da entrevista, peça aos alunos que escrevam um pequeno texto em prosa narrando um pouco da trajetória da pessoa escolhida. Diga a eles que não é necessário que registrem em seu texto todas as informações colhidas na entrevista; podem selecionar apenas aquelas que considerarem mais interessantes. 8. Agora é a vez de os próprios alunos experimentarem seu talento como dramaturgos peça a eles que se reúnam em 9 pequenos grupos e escolham uma passagem da narrativa de um dos componentes para adaptar para o teatro. 9. Proponha que montem suas cenas para apresentar para a classe, caprichando nos cenários e figurinos. Se eles gostarem da idéia, encoraje-os a fazer uma apresentação aberta para o restante da escola. 1. DO MESMO AUTOR O segredo da amizade São Paulo, Moderna Eu, pescador de mim São Paulo, Moderna Quando meu pai perdeu o emprego São Paulo, Moderna Das Dores & Já Passou São Paulo, Moderna Os bigodes do palhaço São Paulo, Moderna Aí, Né... e E Depois? São Paulo, Moderna 2. SOBRE O MESMO ASSUNTO Pollyanna Eleonor H. Porter, São Paulo, Ática O jardim secreto Francis Hodgson Burnett, São Paulo, 34 A princesinha Francis Hodgson Burnett, São Paulo, 34 Mau começo, vol. 1 da coleção Desventuras em série Lemony Snicket, São Paulo, Cia. das Letras A sala dos répteis, vol. 2 da coleção Desventuras em série Lemony Snicket, São Paulo, Cia. das Letras 5/16/05 9:17:16 AM
8 Gira-rosa e Rosa-gira são um casal de irmãos, órfãos de pai e mãe, que vivem num orfanato junto com diversas outras crianças, sob a direção de uma supermãe-avó-drasta-tia. A história começa no primeiro dia de aula dos dois numa nova escola. Ambos entram confiantes na classe, porém, são mal recebidos pelas crianças da turma, que não deixam de reparar que os dois usam roupas muito mais simples do que os demais colegas. Alguns instantes depois, porém, o Vento, amigo dos irmãos, corre em defesa dos dois e ensina às outras crianças que padrastos, madrastas, avós, tios e tias também podem ser pais e mães... O livro de Wagner Costa é dividido em duas partes: a primeira consiste numa narrativa em prosa e a segunda, numa peça de teatro. Tanto a peça quanto a narrativa relatam a trajetória da família de Gira-rosa e Rosa-gira e descrevem seu encontro com as demais crianças da escola onde passam a estudar. A narrativa tem o propósito de discutir com as crianças temas difíceis como a adoção, a separação dos pais e a morte, porém, sempre de uma maneira bastante otimista: os dois irmãos, a despeito de seu destino trágico perderam os pais, o padrasto, a madrasta e os avós, foram enviados para um orfanato, mantêm um estado de espírito alegre e uma atitude positiva diante das dificuldades que encontram. Sua chegada na escola desperta seus novos colegas para a importância de respeitar as diferenças. 3. Mais uma vez, deixe que os alunos folheiem o livro, agora para prestar atenção à silhueta do texto, isto é, ao modo como se organiza na página. É possível identificar o gênero observando o modo como ele se dispõe na página? Veja se percebem que o livro se divide em duas partes: uma em prosa, outra em forma de peça de teatro. Chame a atenção deles, ainda, para outros textos menores que se encontram encaixados dentro da narrativa e da peça, organizados de forma distinta: as canções, escritas em versos. 4. Pergunte aos alunos se algum deles já leu uma peça de teatro. Se sim, pergunte quais as principais diferenças entre um texto dramático e outros textos em prosa. Durante a leitura: 1. Proponha que os alunos leiam, a princípio, apenas a primeira parte do livro, escrita em prosa. Quais das suas hipóteses sobre o conteúdo da narrativa se confirmaram, quais se mostraram equivocadas? 2. Estimule-os a atentar para as delicadas ilustrações de Simone Matias, procurando perceber a relação que existe entre o texto e as imagens. 3. A leitura da peça de teatro pode ser mais interessante se feita em conjunto: o professor pode ficar encarregado das rubricas e deixar que cada um dos alunos fique responsável por uma das personagens. Diga a eles que, quando se lê uma peça de teatro, é importante ler as falas colocando-se no lugar das personagens, deixando entrever suas intenções. Nascido em São Paulo, em 1950, Wagner Costa é jornalista e durante muito tempo atuou como repórter policial em grandes jornais diários de São Paulo. Atualmente, como escritor, percorre escolas em todo o Brasil, proferindo palestras, conversando com alunos, palavreando com professores. Pela Editora Moderna publicou Quando meu pai perdeu o emprego, O segredo da amizade, Das Dores & Já Passou, Eu, pescador de mim, Aí, Né... e E Depois? e Os bigodes do palhaço. É Wagner Costa que diz: Escrevo porque acredito naquilo que acontece quando a palavra se aninha no coração e na consciência das pessoas. Minha literatura nasce de/ para crianças, adolescentes, aborrecentes. Antes da leitura: 1. Mostre para os alunos a capa do livro e deixe que eles o folheiem um pouco, observando as ilustrações. A seguir, estimule-os a levantar hipóteses sobre o conteúdo da obra. 2. Leia com os alunos a epígrafe do texto. Aproveite para explicar o que é uma epígrafe: uma frase ou fragmento de texto de outras obras que serve para sintetizar o conteúdo da obra. Depois da leitura: 1. Pergunte aos alunos quais as diferenças que perceberam entre ler a história de Rosa-gira e Gira-rosa na forma de narrativa e na forma de peça de teatro. De que modo o autor dispõe a ordem dos acontecimentos em cada caso? Quais passagens da história são privilegiadas na narrativa? Quais se sobressaem na peça? Existem informações que aparecem em um gênero de texto, mas não no outro? Deixe que eles voltem ao livro para investigar. 2. É uma boa oportunidade para conversar um pouco com os alunos sobre a organização do texto teatral, que difere bastante de um texto convencional: não é um texto escrito para ser lido, mas para ser encenado. A maior parte das informações do texto está, em geral, contida nos diálogos, divididos em falas. Cada fala é introduzida com o nome da personagem que a emite, escrito em geral em letras maiúsculas e seguido de travessão. Antes do texto, geralmente, aparece uma relação de todas as personagens da peça, seguida de uma breve descrição das mesmas e algumas indicações de cenário. Durante todo o texto, o autor dá algumas Enc as maes e os pais.indd 2 Áreas envolvidas: Língua Portuguesa Temas transversais: Ética Público-alvo: Leitor fluente informações sobre mudanças de cenário e iluminação bem como sobre a movimentação dos atores e a entonação correta para as falas por meio da rubrica, que normalmente aparece isolada e entre parênteses. A rubrica deve ser sucinta, clara e objetiva, uma vez que as informações que ela traz não farão parte do texto dito pelos atores serão percebidas pelo espectador apenas por meio das imagens e da ação da peça. 3. As possibilidades de um texto dramático se revelam apenas em parte na sua leitura o teatro só se completa na relação direta entre ator e espectador. Proponha aos alunos que, em grupos, escolham uma cena da peça para apresentar para a classe. Deixe que eles exercitem sua criatividade na interpretação das personagens e na escolha do cenário e dos figurinos. 4. Wagner Costa brinca, em diversos momentos, com a invenção de novas palavras a partir da junção de duas ou mais palavras já existentes. Estimule as crianças a voltar ao livro à procura de exemplos de palavras inventadas, tentando perceber qual a mudança de sentido das palavras originais que elas propõem: mãedrasta, por exemplo, dá um aspecto mais afetuoso à palavra madrasta. A seguir, proponha que as crianças, em duplas, brinquem, elas também, de criar novas palavras a partir de outras que elas já conhecem. 5. Gira-rosa e Rosa-gira se apresentam para sua turma cantando um rap. O rap, assim como o movimento hip-hop, são manifestações culturais nascidas nas regiões de periferia que apenas recentemente têm sido valorizadas como formas de arte. Proponha que os alunos realizem uma pesquisa sobre os centros de produção cultural da periferia de suas cidades, buscando, se possível, trazer algumas gravações de músicas para ouvir em classe. 6. O livro busca mostrar, em especial, que existem muitas figuras que, apesar de não serem nossos pais sangüíneos, também exercem a função de pai e mãe. Converse um pouco sobre isso com seus alunos e proponha que cada um deles pense em uma pessoa mais velha que exerça um papel importante em sua vida e a procure para entrevistá-la sobre sua trajetória. Antes da entrevista, auxilie as crianças a traçarem um pequeno roteiro de perguntas e aconselhe-as a preparar um gravador para registrar a conversa. 7. Depois da entrevista, peça aos alunos que escrevam um pequeno texto em prosa narrando um pouco da trajetória da pessoa escolhida. Diga a eles que não é necessário que registrem em seu texto todas as informações colhidas na entrevista; podem selecionar apenas aquelas que considerarem mais interessantes. 8. Agora é a vez de os próprios alunos experimentarem seu talento como dramaturgos peça a eles que se reúnam em 9 pequenos grupos e escolham uma passagem da narrativa de um dos componentes para adaptar para o teatro. 9. Proponha que montem suas cenas para apresentar para a classe, caprichando nos cenários e figurinos. Se eles gostarem da idéia, encoraje-os a fazer uma apresentação aberta para o restante da escola. 1. DO MESMO AUTOR O segredo da amizade São Paulo, Moderna Eu, pescador de mim São Paulo, Moderna Quando meu pai perdeu o emprego São Paulo, Moderna Das Dores & Já Passou São Paulo, Moderna Os bigodes do palhaço São Paulo, Moderna Aí, Né... e E Depois? São Paulo, Moderna 2. SOBRE O MESMO ASSUNTO Pollyanna Eleonor H. Porter, São Paulo, Ática O jardim secreto Francis Hodgson Burnett, São Paulo, 34 A princesinha Francis Hodgson Burnett, São Paulo, 34 Mau começo, vol. 1 da coleção Desventuras em série Lemony Snicket, São Paulo, Cia. das Letras A sala dos répteis, vol. 2 da coleção Desventuras em série Lemony Snicket, São Paulo, Cia. das Letras 5/16/05 9:17:16 AM
9 Gira-rosa e Rosa-gira são um casal de irmãos, órfãos de pai e mãe, que vivem num orfanato junto com diversas outras crianças, sob a direção de uma supermãe-avó-drasta-tia. A história começa no primeiro dia de aula dos dois numa nova escola. Ambos entram confiantes na classe, porém, são mal recebidos pelas crianças da turma, que não deixam de reparar que os dois usam roupas muito mais simples do que os demais colegas. Alguns instantes depois, porém, o Vento, amigo dos irmãos, corre em defesa dos dois e ensina às outras crianças que padrastos, madrastas, avós, tios e tias também podem ser pais e mães... O livro de Wagner Costa é dividido em duas partes: a primeira consiste numa narrativa em prosa e a segunda, numa peça de teatro. Tanto a peça quanto a narrativa relatam a trajetória da família de Gira-rosa e Rosa-gira e descrevem seu encontro com as demais crianças da escola onde passam a estudar. A narrativa tem o propósito de discutir com as crianças temas difíceis como a adoção, a separação dos pais e a morte, porém, sempre de uma maneira bastante otimista: os dois irmãos, a despeito de seu destino trágico perderam os pais, o padrasto, a madrasta e os avós, foram enviados para um orfanato, mantêm um estado de espírito alegre e uma atitude positiva diante das dificuldades que encontram. Sua chegada na escola desperta seus novos colegas para a importância de respeitar as diferenças. 3. Mais uma vez, deixe que os alunos folheiem o livro, agora para prestar atenção à silhueta do texto, isto é, ao modo como se organiza na página. É possível identificar o gênero observando o modo como ele se dispõe na página? Veja se percebem que o livro se divide em duas partes: uma em prosa, outra em forma de peça de teatro. Chame a atenção deles, ainda, para outros textos menores que se encontram encaixados dentro da narrativa e da peça, organizados de forma distinta: as canções, escritas em versos. 4. Pergunte aos alunos se algum deles já leu uma peça de teatro. Se sim, pergunte quais as principais diferenças entre um texto dramático e outros textos em prosa. Durante a leitura: 1. Proponha que os alunos leiam, a princípio, apenas a primeira parte do livro, escrita em prosa. Quais das suas hipóteses sobre o conteúdo da narrativa se confirmaram, quais se mostraram equivocadas? 2. Estimule-os a atentar para as delicadas ilustrações de Simone Matias, procurando perceber a relação que existe entre o texto e as imagens. 3. A leitura da peça de teatro pode ser mais interessante se feita em conjunto: o professor pode ficar encarregado das rubricas e deixar que cada um dos alunos fique responsável por uma das personagens. Diga a eles que, quando se lê uma peça de teatro, é importante ler as falas colocando-se no lugar das personagens, deixando entrever suas intenções. Nascido em São Paulo, em 1950, Wagner Costa é jornalista e durante muito tempo atuou como repórter policial em grandes jornais diários de São Paulo. Atualmente, como escritor, percorre escolas em todo o Brasil, proferindo palestras, conversando com alunos, palavreando com professores. Pela Editora Moderna publicou Quando meu pai perdeu o emprego, O segredo da amizade, Das Dores & Já Passou, Eu, pescador de mim, Aí, Né... e E Depois? e Os bigodes do palhaço. É Wagner Costa que diz: Escrevo porque acredito naquilo que acontece quando a palavra se aninha no coração e na consciência das pessoas. Minha literatura nasce de/ para crianças, adolescentes, aborrecentes. Antes da leitura: 1. Mostre para os alunos a capa do livro e deixe que eles o folheiem um pouco, observando as ilustrações. A seguir, estimule-os a levantar hipóteses sobre o conteúdo da obra. 2. Leia com os alunos a epígrafe do texto. Aproveite para explicar o que é uma epígrafe: uma frase ou fragmento de texto de outras obras que serve para sintetizar o conteúdo da obra. Depois da leitura: 1. Pergunte aos alunos quais as diferenças que perceberam entre ler a história de Rosa-gira e Gira-rosa na forma de narrativa e na forma de peça de teatro. De que modo o autor dispõe a ordem dos acontecimentos em cada caso? Quais passagens da história são privilegiadas na narrativa? Quais se sobressaem na peça? Existem informações que aparecem em um gênero de texto, mas não no outro? Deixe que eles voltem ao livro para investigar. 2. É uma boa oportunidade para conversar um pouco com os alunos sobre a organização do texto teatral, que difere bastante de um texto convencional: não é um texto escrito para ser lido, mas para ser encenado. A maior parte das informações do texto está, em geral, contida nos diálogos, divididos em falas. Cada fala é introduzida com o nome da personagem que a emite, escrito em geral em letras maiúsculas e seguido de travessão. Antes do texto, geralmente, aparece uma relação de todas as personagens da peça, seguida de uma breve descrição das mesmas e algumas indicações de cenário. Durante todo o texto, o autor dá algumas Enc as maes e os pais.indd 2 Áreas envolvidas: Língua Portuguesa Temas transversais: Ética Público-alvo: Leitor fluente informações sobre mudanças de cenário e iluminação bem como sobre a movimentação dos atores e a entonação correta para as falas por meio da rubrica, que normalmente aparece isolada e entre parênteses. A rubrica deve ser sucinta, clara e objetiva, uma vez que as informações que ela traz não farão parte do texto dito pelos atores serão percebidas pelo espectador apenas por meio das imagens e da ação da peça. 3. As possibilidades de um texto dramático se revelam apenas em parte na sua leitura o teatro só se completa na relação direta entre ator e espectador. Proponha aos alunos que, em grupos, escolham uma cena da peça para apresentar para a classe. Deixe que eles exercitem sua criatividade na interpretação das personagens e na escolha do cenário e dos figurinos. 4. Wagner Costa brinca, em diversos momentos, com a invenção de novas palavras a partir da junção de duas ou mais palavras já existentes. Estimule as crianças a voltar ao livro à procura de exemplos de palavras inventadas, tentando perceber qual a mudança de sentido das palavras originais que elas propõem: mãedrasta, por exemplo, dá um aspecto mais afetuoso à palavra madrasta. A seguir, proponha que as crianças, em duplas, brinquem, elas também, de criar novas palavras a partir de outras que elas já conhecem. 5. Gira-rosa e Rosa-gira se apresentam para sua turma cantando um rap. O rap, assim como o movimento hip-hop, são manifestações culturais nascidas nas regiões de periferia que apenas recentemente têm sido valorizadas como formas de arte. Proponha que os alunos realizem uma pesquisa sobre os centros de produção cultural da periferia de suas cidades, buscando, se possível, trazer algumas gravações de músicas para ouvir em classe. 6. O livro busca mostrar, em especial, que existem muitas figuras que, apesar de não serem nossos pais sangüíneos, também exercem a função de pai e mãe. Converse um pouco sobre isso com seus alunos e proponha que cada um deles pense em uma pessoa mais velha que exerça um papel importante em sua vida e a procure para entrevistá-la sobre sua trajetória. Antes da entrevista, auxilie as crianças a traçarem um pequeno roteiro de perguntas e aconselhe-as a preparar um gravador para registrar a conversa. 7. Depois da entrevista, peça aos alunos que escrevam um pequeno texto em prosa narrando um pouco da trajetória da pessoa escolhida. Diga a eles que não é necessário que registrem em seu texto todas as informações colhidas na entrevista; podem selecionar apenas aquelas que considerarem mais interessantes. 8. Agora é a vez de os próprios alunos experimentarem seu talento como dramaturgos peça a eles que se reúnam em 9 pequenos grupos e escolham uma passagem da narrativa de um dos componentes para adaptar para o teatro. 9. Proponha que montem suas cenas para apresentar para a classe, caprichando nos cenários e figurinos. Se eles gostarem da idéia, encoraje-os a fazer uma apresentação aberta para o restante da escola. 1. DO MESMO AUTOR O segredo da amizade São Paulo, Moderna Eu, pescador de mim São Paulo, Moderna Quando meu pai perdeu o emprego São Paulo, Moderna Das Dores & Já Passou São Paulo, Moderna Os bigodes do palhaço São Paulo, Moderna Aí, Né... e E Depois? São Paulo, Moderna 2. SOBRE O MESMO ASSUNTO Pollyanna Eleonor H. Porter, São Paulo, Ática O jardim secreto Francis Hodgson Burnett, São Paulo, 34 A princesinha Francis Hodgson Burnett, São Paulo, 34 Mau começo, vol. 1 da coleção Desventuras em série Lemony Snicket, São Paulo, Cia. das Letras A sala dos répteis, vol. 2 da coleção Desventuras em série Lemony Snicket, São Paulo, Cia. das Letras 5/16/05 9:17:16 AM
10 Gira-rosa e Rosa-gira são um casal de irmãos, órfãos de pai e mãe, que vivem num orfanato junto com diversas outras crianças, sob a direção de uma supermãe-avó-drasta-tia. A história começa no primeiro dia de aula dos dois numa nova escola. Ambos entram confiantes na classe, porém, são mal recebidos pelas crianças da turma, que não deixam de reparar que os dois usam roupas muito mais simples do que os demais colegas. Alguns instantes depois, porém, o Vento, amigo dos irmãos, corre em defesa dos dois e ensina às outras crianças que padrastos, madrastas, avós, tios e tias também podem ser pais e mães... O livro de Wagner Costa é dividido em duas partes: a primeira consiste numa narrativa em prosa e a segunda, numa peça de teatro. Tanto a peça quanto a narrativa relatam a trajetória da família de Gira-rosa e Rosa-gira e descrevem seu encontro com as demais crianças da escola onde passam a estudar. A narrativa tem o propósito de discutir com as crianças temas difíceis como a adoção, a separação dos pais e a morte, porém, sempre de uma maneira bastante otimista: os dois irmãos, a despeito de seu destino trágico perderam os pais, o padrasto, a madrasta e os avós, foram enviados para um orfanato, mantêm um estado de espírito alegre e uma atitude positiva diante das dificuldades que encontram. Sua chegada na escola desperta seus novos colegas para a importância de respeitar as diferenças. 3. Mais uma vez, deixe que os alunos folheiem o livro, agora para prestar atenção à silhueta do texto, isto é, ao modo como se organiza na página. É possível identificar o gênero observando o modo como ele se dispõe na página? Veja se percebem que o livro se divide em duas partes: uma em prosa, outra em forma de peça de teatro. Chame a atenção deles, ainda, para outros textos menores que se encontram encaixados dentro da narrativa e da peça, organizados de forma distinta: as canções, escritas em versos. 4. Pergunte aos alunos se algum deles já leu uma peça de teatro. Se sim, pergunte quais as principais diferenças entre um texto dramático e outros textos em prosa. Durante a leitura: 1. Proponha que os alunos leiam, a princípio, apenas a primeira parte do livro, escrita em prosa. Quais das suas hipóteses sobre o conteúdo da narrativa se confirmaram, quais se mostraram equivocadas? 2. Estimule-os a atentar para as delicadas ilustrações de Simone Matias, procurando perceber a relação que existe entre o texto e as imagens. 3. A leitura da peça de teatro pode ser mais interessante se feita em conjunto: o professor pode ficar encarregado das rubricas e deixar que cada um dos alunos fique responsável por uma das personagens. Diga a eles que, quando se lê uma peça de teatro, é importante ler as falas colocando-se no lugar das personagens, deixando entrever suas intenções. Nascido em São Paulo, em 1950, Wagner Costa é jornalista e durante muito tempo atuou como repórter policial em grandes jornais diários de São Paulo. Atualmente, como escritor, percorre escolas em todo o Brasil, proferindo palestras, conversando com alunos, palavreando com professores. Pela Editora Moderna publicou Quando meu pai perdeu o emprego, O segredo da amizade, Das Dores & Já Passou, Eu, pescador de mim, Aí, Né... e E Depois? e Os bigodes do palhaço. É Wagner Costa que diz: Escrevo porque acredito naquilo que acontece quando a palavra se aninha no coração e na consciência das pessoas. Minha literatura nasce de/ para crianças, adolescentes, aborrecentes. Antes da leitura: 1. Mostre para os alunos a capa do livro e deixe que eles o folheiem um pouco, observando as ilustrações. A seguir, estimule-os a levantar hipóteses sobre o conteúdo da obra. 2. Leia com os alunos a epígrafe do texto. Aproveite para explicar o que é uma epígrafe: uma frase ou fragmento de texto de outras obras que serve para sintetizar o conteúdo da obra. Depois da leitura: 1. Pergunte aos alunos quais as diferenças que perceberam entre ler a história de Rosa-gira e Gira-rosa na forma de narrativa e na forma de peça de teatro. De que modo o autor dispõe a ordem dos acontecimentos em cada caso? Quais passagens da história são privilegiadas na narrativa? Quais se sobressaem na peça? Existem informações que aparecem em um gênero de texto, mas não no outro? Deixe que eles voltem ao livro para investigar. 2. É uma boa oportunidade para conversar um pouco com os alunos sobre a organização do texto teatral, que difere bastante de um texto convencional: não é um texto escrito para ser lido, mas para ser encenado. A maior parte das informações do texto está, em geral, contida nos diálogos, divididos em falas. Cada fala é introduzida com o nome da personagem que a emite, escrito em geral em letras maiúsculas e seguido de travessão. Antes do texto, geralmente, aparece uma relação de todas as personagens da peça, seguida de uma breve descrição das mesmas e algumas indicações de cenário. Durante todo o texto, o autor dá algumas Enc as maes e os pais.indd 2 Áreas envolvidas: Língua Portuguesa Temas transversais: Ética Público-alvo: Leitor fluente informações sobre mudanças de cenário e iluminação bem como sobre a movimentação dos atores e a entonação correta para as falas por meio da rubrica, que normalmente aparece isolada e entre parênteses. A rubrica deve ser sucinta, clara e objetiva, uma vez que as informações que ela traz não farão parte do texto dito pelos atores serão percebidas pelo espectador apenas por meio das imagens e da ação da peça. 3. As possibilidades de um texto dramático se revelam apenas em parte na sua leitura o teatro só se completa na relação direta entre ator e espectador. Proponha aos alunos que, em grupos, escolham uma cena da peça para apresentar para a classe. Deixe que eles exercitem sua criatividade na interpretação das personagens e na escolha do cenário e dos figurinos. 4. Wagner Costa brinca, em diversos momentos, com a invenção de novas palavras a partir da junção de duas ou mais palavras já existentes. Estimule as crianças a voltar ao livro à procura de exemplos de palavras inventadas, tentando perceber qual a mudança de sentido das palavras originais que elas propõem: mãedrasta, por exemplo, dá um aspecto mais afetuoso à palavra madrasta. A seguir, proponha que as crianças, em duplas, brinquem, elas também, de criar novas palavras a partir de outras que elas já conhecem. 5. Gira-rosa e Rosa-gira se apresentam para sua turma cantando um rap. O rap, assim como o movimento hip-hop, são manifestações culturais nascidas nas regiões de periferia que apenas recentemente têm sido valorizadas como formas de arte. Proponha que os alunos realizem uma pesquisa sobre os centros de produção cultural da periferia de suas cidades, buscando, se possível, trazer algumas gravações de músicas para ouvir em classe. 6. O livro busca mostrar, em especial, que existem muitas figuras que, apesar de não serem nossos pais sangüíneos, também exercem a função de pai e mãe. Converse um pouco sobre isso com seus alunos e proponha que cada um deles pense em uma pessoa mais velha que exerça um papel importante em sua vida e a procure para entrevistá-la sobre sua trajetória. Antes da entrevista, auxilie as crianças a traçarem um pequeno roteiro de perguntas e aconselhe-as a preparar um gravador para registrar a conversa. 7. Depois da entrevista, peça aos alunos que escrevam um pequeno texto em prosa narrando um pouco da trajetória da pessoa escolhida. Diga a eles que não é necessário que registrem em seu texto todas as informações colhidas na entrevista; podem selecionar apenas aquelas que considerarem mais interessantes. 8. Agora é a vez de os próprios alunos experimentarem seu talento como dramaturgos peça a eles que se reúnam em 9 pequenos grupos e escolham uma passagem da narrativa de um dos componentes para adaptar para o teatro. 9. Proponha que montem suas cenas para apresentar para a classe, caprichando nos cenários e figurinos. Se eles gostarem da idéia, encoraje-os a fazer uma apresentação aberta para o restante da escola. 1. DO MESMO AUTOR O segredo da amizade São Paulo, Moderna Eu, pescador de mim São Paulo, Moderna Quando meu pai perdeu o emprego São Paulo, Moderna Das Dores & Já Passou São Paulo, Moderna Os bigodes do palhaço São Paulo, Moderna Aí, Né... e E Depois? São Paulo, Moderna 2. SOBRE O MESMO ASSUNTO Pollyanna Eleonor H. Porter, São Paulo, Ática O jardim secreto Francis Hodgson Burnett, São Paulo, 34 A princesinha Francis Hodgson Burnett, São Paulo, 34 Mau começo, vol. 1 da coleção Desventuras em série Lemony Snicket, São Paulo, Cia. das Letras A sala dos répteis, vol. 2 da coleção Desventuras em série Lemony Snicket, São Paulo, Cia. das Letras 5/16/05 9:17:16 AM
CÉSAR OBEID. O cachorro do menino
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BIA VILLELA. O que é que tem no seu quintal?
Leitor iniciante Leitor em processo Leitor fluente BIA VILLELA O que é que tem no seu quintal? ILUSTRAÇÕES: da autora PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega Leitor
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SONIA SALERNO FORJAZ. Um caso para Mister X
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TATIANA BELINKY. O caso do bolinho
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IZOMAR CAMARGO GUILHERME
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NILTON TORNERO. Um detetive muito louco
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SONHO DE CARNAVAL PEDRO BANDEIRA. Leitor fluente 4 o e 5 o anos do Ensino Fundamental
PEDRO BANDEIRA SONHO DE CARNAVAL Leitor fluente 4 o e 5 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega De Leitores e Asas MARIA JOSÉ NÓBREGA Andorinha
WALCYR CARRASCO. Leitor fluente 6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental. PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega
WALCYR CARRASCO Leitor fluente 6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega De Leitores e Asas MARIA JOSÉ NÓBREGA Andorinha no coqueiro,
O p e q u e n o fa n t a s m a
Pedro Bandeira Carlos Edgard Herrero O p e q u e n o fa n t a s m a Leitor iniciante 1 os anos do Ensino Fundamental Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega De Leitores
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A menina que queria ser anjo Leitor em processo 2 o e 3 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega De Leitores e Asas MARIA JOSÉ NÓBREGA Andorinha
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Leitor iniciante Leitor em processo Leitor fluente FLÁVIA MUNIZ O tubo de cola ILUSTRAÇÕES: Ricardo Girotto PROJETO DE LEITURA Maria José Nóbrega Rosane Pamplona De Leitores e Asas MARIA JOSÉ NÓBREGA Andorinha
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Ana maria machado Um pra lá, outro pra cá ILUSTRAÇÕES: ELISABETH TEIXEIRA Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega Leitor fluente De Leitores e Asas Maria José Nóbrega
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Leitor iniciante Leitor em processo Leitor fluente SUZANA DIAS-BECK Voltando pra casa ILUSTRAÇÕES: FÊ PROJETO DE LEITURA Maria José Nóbrega Rosane Pamplona De Leitores e Asas MARIA JOSÉ NÓBREGA Andorinha
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O p e q u e n o lo b i s o m e m
Pedro Bandeira Carlos Edgard Herrero O p e q u e n o lo b i s o m e m Leitor iniciante 1 os anos do Ensino Fundamental Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega De Leitores
ANA MARIA MACHADO. A velhinha maluquete
ANA MARIA MACHADO A velhinha maluquete ILUSTRAÇÕES: ELISABETH TEIXEIRA PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega Leitor em processo 2 o e 3 o anos do Ensino Fundamental
PEDRO BANDEIRA. A hora do desconto
Leitor iniciante Leitor em processo Leitor fluente PEDRO BANDEIRA A hora do desconto Fábulas recontadas em versos e comentadas por Pedro Bandeira ILUSTRAÇÕES: AVELINO GUEDES, ELISABETH TEIXEIRA, OPENTHEDOOR,
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Leitor iniciante Leitor em processo Leitor fluente DULCE RANGEL Um amor de confusão ILUSTRAÇÕES DULCE RANGEL PROJETO DE LEITURA Maria José Nóbrega Rosane Pamplona De Leitores e Asas MARIA JOSÉ NÓBREGA
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ANA MARIA MACHADO Simbad, o Marujo Ilustrações: IGOR MACHADO Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega Leitor fluente De Leitores e Asas Maria José Nóbrega Andorinha
STELLA CARR. As confusões de Aninha
Leitor iniciante Leitor em processo Leitor fluente STELLA CARR As confusões de Aninha ILUSTRAÇÕES: JOTAH PROJETO DE LEITURA Maria José Nóbrega Rosane Pamplona De Leitores e Asas MARIA JOSÉ NÓBREGA Andorinha
O p e q u e n o dr a g ã o
Pedro Bandeira Carlos Edgard Herrero O p e q u e n o dr a g ã o Leitor iniciante 1 os anos do Ensino Fundamental Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega De Leitores
Chapeuzinho e o Lobo Mau
Pedro Bandeira Chapeuzinho e o Lobo Mau Leitor fluente 4 o e 5 o anos do Ensino Fundamental Projeto de Leitura Coordenação e elaboração: Maria José Nóbrega De Leitores e Asas Maria José Nóbrega Andorinha
O p e q u e n o mo n s t r o
Pedro Bandeira Carlos Edgard Herrero O p e q u e n o mo n s t r o Leitor iniciante 1 os anos do Ensino Fundamental Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega De Leitores
PEDRO BANDEIRA. Robin Hood. A lenda da liberdade. Leitor fluente 4 o e 5 o anos do Ensino Fundamental
PEDRO BANDEIRA Robin Hood A lenda da liberdade Leitor fluente 4 o e 5 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega De Leitores e Asas MARIA
RENATO PACHECO E LUIZ GUILHERME SANTOS NEVES. Tião Sabará
Leitor iniciante Leitor em processo Leitor fluente RENATO PACHECO E LUIZ GUILHERME SANTOS NEVES Tião Sabará ILUSTRAÇÕES: JESUS DIAS PROJETO DE LEITURA Maria José Nóbrega Rosane Pamplona De Leitores e Asas
TATIANA BELINKY. Tatu na casca
Leitor iniciante Leitor em processo Leitor fluente TATIANA BELINKY Tatu na casca ILUSTRAÇÕES: Cris Eich PROJETO DE LEITURA Maria José Nóbrega Alfredina Nery De Leitores e Asas MARIA JOSÉ NÓBREGA Andorinha
RICARDO AZEVEDO. Vou-me embora desta terra, é mentira eu não vou não!
RICARDO AZEVEDO Vou-me embora desta terra, é mentira eu não vou não! ILUSTRAÇÕES DO AUTOR PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega Leitor fluente De Leitores e Asas
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PEDRO BANDEIRA O poeta e o cavaleiro Leitor fluente 4 o e 5 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega De Leitores e Asas MARIA JOSÉ NÓBREGA
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Leitor iniciante Leitor em processo Leitor fluente WAGNER COSTA O segredo da amizade ILUSTRAÇÕES: MARILDA CASTANHA PROJETO DE LEITURA Maria José Nóbrega Rosane Pamplona O segredo da amizade WAGNER COSTA
O f a n t á s t i c O
Pedro Bandeira O f a n t á s t i c O mistério de feiurinha Leitor em processo 3 o ao 5 o ano do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega De Leitores
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Contador de histórias de bolso Brasil Texto: Ilan Brenman Ilustrações: Fernando vilela Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona Leitor fluente De Leitores e Asas Maria
Critérios de Avaliação de Português 7.º ano de escolaridade 2018/2019. Domínio cognitivo/ procedimental 80%
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o menino transparente
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