Elaborado pela equipe do DPSE/SNAS/MDS CNAS CONANDA MDS
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- Ester Sabrosa Álvares
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1 CONANDA Elaborado pela equipe do DPSE/SNAS/MDS MDS 1 CNAS
2 A Atuação do Psicólogo nos Serviços de Acolhimento para Crianças e Adolescentes Elaborado pela equipe do DPSE/SNAS/MDS 2
3 Introdução Os serviços de acolhimento para crianças e adolescente integram os Serviços de Alta Complexidade do Sistema Único de Assistência Social SUAS, sejam eles de natureza públicaestatal ou não-estatal e devem pautar-se nos pressupostos: Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescente a Convivência Familiar e Comunitária, Orientações Técnicas para os Serviços de Acolhimento de Crianças e Adolescentes Política Nacional de Assistência Social Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do SUAS, da Norma Operacional Básica do SUAS Projeto de Diretrizes das Nações Unidas sobre Emprego e Condições Adequadas de Cuidados Alternativos com Crianças. 3
4 Objetivo Tem como finalidade regulamentar, no território nacional, a organização e oferta de Serviços de Acolhimento para Crianças e Adolescentes e de República para Jovens. Os parâmetros devem ser ajustados à realidade e cultura local, sem, todavia, acarretar perda da qualidade dos serviços de acolhimento prestados. Regulamentação prevista no Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária 4
5 OBJETIVO A implantação de serviços de acolhimento deve basear-se em um diagnóstico local que busque identificar a existência ou não de demanda por tais serviços no município e quais serviços são mais adequados para seu atendimento. Destaca-se que nenhum novo serviço de acolhimento para crianças e adolescentes deverá ser criado sem atender aos parâmetros aqui apresentados e que, gradativamente, a infra-estrutura dos serviços já existentes deverá ser adequada para o cumprimento dessas exigências. 5
6 PRINCÍPIOS Excepcionalidade do Afastamento do Convívio Familiar Provisoriedade do Afastamento do Convívio Familiar Preservação e Fortalecimento dos Vínculos Familiares e Comunitários Garantia de Acesso e Respeito à Diversidade e Não- Discriminação Oferta de Atendimento Personalizado e Individualizado Garantia de Liberdade de Crença e Religião Respeito à Autonomia da Criança, do Adolescente e do Jovem 6
7 Estudo Diagnóstico Objetivo: Subsidiar a decisão acerca da necessidade ou não de afastamento da criança/adolescente do convívio familiar Mapeamento dos vínculos significativos na família extensa e análise da rede social de apoio da criança ou adolescente e de sua família. Avaliação criteriosa dos riscos a que estão submetidos as crianças, os adolescentes e suas famílias. Escuta qualificada de todos os membros da família e de suas condições de motivação, dificuldade para superação das violações de direito observadas. Nos casos de violência intra-familiar, se há consciência da inadequação e das consequências negativas destas práticas para a criança e o adolescente e se há movimento em direção à mudança e à construção de novas possibilidades de relacionamento. Percepção da criança ou adolescente em relação à possibilidade de afastamento do convívio familiar se demonstra, por exemplo, medo de permanecer na família ou tristeza por afastar-se da mesma. 7
8 Plano de Atendimento Individual e Familiar - PAI Objetivo: orientar o trabalho de intervenção durante o período de acolhimento, visando a superação das situação que geraram o afastamento. Observação dos motivos que levaram ao acolhimento. Percepção da configuração e dinâmica familiar, relacionamentos afetivos na família nuclear e extensa, período do ciclo de vida familiar, dificuldades e potencialidades da família no exercício de seu papel. Mapeamento da rede de relacionamentos afetivos e vínculos institucionais da criança, do adolescente e da família. (Com quem se conta?). Percepção para demandas específicas e no significado do afastamento do convívio e do serviço de acolhimento para a criança, o adolescente e a família. Estratégias de atuação para superação dos motivos que levaram ao acolhimento (vivências de separação e violação de direitos). Atuação no desenvolvimento da autonomia e construção dos projetos 8 de vida. Fortalecimento das potencialidades das famílias.
9 Acompanhamento da família de origem Objetivo: Acompanhar sistematicamente a situação familiar, devendo ser iniciada imediatamente após o acolhimento, para evitar o enfraquecimento dos vínculos com a família, perda de referências do contexto e de valores familiares e comunitários. Proporcionar, de modo construtivo, a conscientização por parte da família de origem dos motivos que levaram ao afastamento da criança e/ou do adolescente e das consequências que podem advir do fato. Acolhida e desenvolvimento de ações pró-ativas que contribuam para a superação de situações adversas ou padrões violadores que possam ter levado ao afastamento. Promover a articulação das ações de acompanhamento à família, além de reuniões periódicas para discussão e acompanhamento dos casos. Encaminhar relatórios para a Justiça da Infância e da Juventude de modo a subsidiar o acompanhamento da situação jurídico-familiar. 9
10 Acompanhamento da família de origem Avaliar a possibilidade de construção de vinculações significativas e de aceitação mútua do convívio, para se decidir quanto à melhor alternativa a ser recomendada à autoridade judiciária. Perceber a importância do vínculo com profissionais: respeito à diversidade familiar e crença na capacidade de reconstrução de relações. Técnicas possíveis: Estudo de caso Entrevista individual e familiar Grupos com famílias Grupo multifamiliar Visita Domiciliar Orientação individual, grupal e familiar Encaminhamento e acompanhamento de integrantes da família a rede local 10
11 Articulação Intersetorial Objetivo: Articulação dos Serviços de Acolhimento que integram o SUAS fazendo interface com outros serviços da rede socioassistencial.sua atuação deve basear-se no princípio da incompletude institucional, não devendo ofertar em seu interior atividades que sejam da competência de outros serviços. Identificar parcerias estratégicas Promover estreita articulação entre os diversos órgãos envolvidos no atendimento, visando fortalecer a complementaridade das ações e evitar sobreposições. 11
12 Articulação Intersetorial Serviços de acolhimento integram o SUAS Incompletude institucional complementaridade de ações Fundamental articulação com: Demais serviços do SUAS SUS Sistema Educacional Sistema de Justiça Conselho Tutelar Segurança pública Conselhos de direito 12
13 Projeto político-pedagógico Objetivo: Garantir a oferta de atendimento adequado às crianças e aos adolescentes através da elaboração de um Projeto Político-Pedagógico (PPP), que deve orientar a proposta de funcionamento do serviço como um todo, tanto no que se refere ao seu funcionamento interno, quanto seu relacionamento com a rede local, as famílias e a comunidade. 13
14 Projeto político-pedagógico Tópicos a serem considerados para elaboração do mesmo: Apresentação (histórico, atual composição da diretoria, os principais momentos do serviço, as principais mudanças e melhorias realizadas, em especial se sua instalação for anterior ao ECA,); Valores do serviço de acolhimento (valores que permeiam o trabalho e ação de todos os que trabalham e encontram-se acolhidos no serviço); Justificativa (razão de ser do serviço de acolhimento dentro do contexto social); Objetivos do Serviço de Acolhimento; Organização do serviço de acolhimento (espaço físico, atividades, responsabilidades, etc.); Organograma e quadro de pessoal (recursos humanos, cargos, funções, turnos, funcionários, competências e habilidades necessárias para o exercício da função; modo de contratação; estratégias para capacitação e supervisão); 14
15 Projeto político-pedagógico Atividades psicossociais (com as crianças e adolescentes, visando trabalhar questões pedagógicas complementares, auto-estima, resiliência, autonomia; com as famílias de origem, visando a preservação e fortalecimento de vínculos e reintegração familiar); Fluxo de atendimento e articulação com outros serviços que compõe o Sistema de Garantia de Direitos; Fortalecimento da autonomia da criança, do adolescente e do jovem e preparação para desligamento do serviço; Monitoramento e avaliação do atendimento (métodos de monitoramento e avaliação do serviço que incluam a participação de funcionários, voluntários, famílias e atendidos durante o acolhimento e após o desligamento) Regras de convivência (direitos, deveres e sanções) 15
16 Projeto político-pedagógico Atitude receptiva e acolhedora no momento da chegada da criança/ adolescente, durante o processo de adaptação e acolhimento. Preservar e fortalecer vínculos fraternos e de parentesco e evitar o desmembramento de grupos de crianças/adolescentes, visando contribuir para a formação de suas identidades, preservação da história de vida e referência familiar. Organização de registros sobre a história de vida e desenvolvimento de cada criança / adolescente a fim de promover um sentido de identidade própria. Contribuir para a qualidade da interação e postura dos educadores/ cuidadores estabelecida com a criança e do adolescente, pois representam importantes referenciais para seu desenvolvimento. Perceber a relação do serviço com a família de origem e buscar compreender sua configuração, buscar suas competências e entender sua inserção na comunidade. Incentivar a participação de crianças e adolescentes na vida diária da comunidade e ter a oportunidade de construir laços de afetividade significativos com a mesma, além de desenvolver a autonomia e a socialização. Deve-se observar o interesse, as habilidades e grau de desenvolvimento da criança e do adolescente. 16
17 Projeto político-pedagógico Fortalecer a autonomia da criança e do adolescente, assegurando o direito à informação e à escuta nas diversas decisões que puderem repercutir sobre seu desenvolvimento e sua trajetória de vida. Respeitar o processo individual de apropriação da história de vida das crianças e dos adolescentes, orientando os profissionais que os acompanham. Promover um processo de desligamento gradativo, com o preparo da criança/ adolescente, oportunizando- lhe a despedida necessária do ambiente, dos colegas, dos educadores/ cuidadores e dos demais profissionais. Criar oportunidades de conversar, ainda, sobre suas expectativas e inseguranças quanto ao retorno ao convívio familiar, bem como sobre o sentimento de saudade do ambiente de acolhimento, da família acolhedora, dos profissionais do serviço e dos colegas. Articular permanentemente com a Justiça, visando garantir um planejamento conjunto do processo de desligamento, de modo a prevenir separações abruptas e permitir a avaliação do momento mais adequado para a ocorrência do desligamento. 17
18 Gestão do trabalho e educação permanente Na Seleção: contratação de pessoal qualificado e com perfil adequado ao desenvolvimento de suas funções, possibilitando a oferta de um serviço de qualidade aos usuários. Na Capacitação: qualidade no atendimento e uma equipe com conhecimento técnico adequado. É importante estabelecer parcerias de profissionais que detenham conhecimento reconhecido no assunto e de outros atores da rede, promovendo intercâmbio e troca de experiências. Formação continuada: capacitações continuadas e discussões frequentes para repensar a prática e atuações profissionais que em determinados momentos afetam emocionalmente os funcionários. 18
19 Acolhimento Institucional e Casa-Lar Elaboração, em conjunto com o/a coordenador(a) e demais colaboradores, do Projeto Político Pedagógico do serviço; Acompanhamento psicossocial dos usuários e suas respectivas famílias, com vistas à reintegração familiar; Apoio na seleção dos cuidadores/educadores e demais funcionários; Capacitação e acompanhamento dos cuidadores/educadores e demais funcionários; Apoio e acompanhamento do trabalho desenvolvido pelos educadores/ cuidadores; Encaminhamento, discussão e planejamento conjunto com outros atores da rede de serviços e do SGD das intervenções necessárias ao acompanhamento das crianças e adolescentes e suas famílias; 19
20 Acolhimento Institucional e Casa-Lar Organização das informações das crianças e adolescentes e respectivas famílias, na forma de prontuário individual; Elaboração, encaminhamento e discussão com a autoridade judiciária e Ministério Público de relatórios semestrais sobre a situação de cada criança e adolescente apontando: i. possibilidades de reintegração familiar; ii. necessidade de aplicação de novas medidas; ou, iii. quando esgotados os recursos de manutenção na família de origem, a necessidade de encaminhamento para adoção; Preparação da criança / adolescente para o desligamento (em parceria com o (a) cuidador(a)/educadora(a) de referência); Mediação, em parceria com o educador/cuidador de referência, do processo de aproximação e fortalecimento ou construção do vínculo com a família de origem ou adotiva, quando for o caso. 20
21 Família Acolhedora Acolhida, avaliação, seleção, capacitação, acompanhamento, desligamento e supervisão das famílias acolhedoras; Articulação com a rede de serviços e Sistema de Garantia de Direitos; Preparação e acompanhamento psicossocial das famílias de origem, com vistas à reintegração familiar; Acompanhamento das crianças e adolescentes; Organização das informações de cada caso atendido, na forma de prontuário individual; Encaminhamento e discussão/ planejamento conjunto com outros atores da rede, das intervenções necessárias ao acompanhamento das crianças e adolescentes e suas famílias; Elaboração, encaminhamento e discussão com a autoridade judiciária e Ministério Público de relatórios, com frequência bimestral ou semestral, sobre a situação de cada criança e adolescente apontando: i. possibilidades de reintegração familiar; ii. Necessidade de aplicação de novas medidas; ou, iii. quando esgotados os recursos de manutenção na família de origem, a necessidade de encaminhamento para adoção. 21
22 República Elaboração, em conjunto com o/a coordenador(a) e demais colaboradores, do projeto político-pedagógico do serviço. Encaminhamento e discussão/ planejamento conjunto com outros atores da rede de serviços das intervenções e encaminhamentos necessários ao acompanhamento dos(as) jovens; Organização das informações dos(as) jovens, na forma de prontuário individual; Supervisão para a gestão coletiva da moradia (regras de convívio, atividades domésticas cotidianas, gerenciamento de despesas, etc.) Organização de espaços de escuta e construção de soluções coletivas por parte dos(as) jovens para as questões que lhes são próprias, com vistas ao desenvolvimento de habilidades de autogestão. Orientação individual e apoio na construção do projeto de vida dos(as) usuários(as) Preparação do(a) jovem para o desligamento, acompanhamento após o desligamento. 22
23 Obrigada! FIM Elaborado pela equipe do DPSE/SNAS/MDS 23
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