HISTÓRICO. Finalidade
|
|
|
- Teresa Álvaro Quintanilha
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 HISTÓRICO Origem A Política de Direitos da Criança e do Adolescente é um processo de construção coletiva, devendo ser concretizadas pelas articulações das políticas setoriais, constituindo parcerias estratégicas na implantação de ações e serviços de demandas de atendimento às políticas de atendimento a criança e ao adolescente. No contexto atual das Políticas de Atendimento a Criança e ao Adolescente, pode-se afirmar que as Diretrizes Nacionais atentam para o atendimento às demandas no que diz respeito a educação, saúde, assistência social, esporte, lazer e cultura, garantindo um aglomerado de ações articuladas e fundamentadas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA, a fim de buscar a implantação e implementação de ações e serviços humanizados e de qualidade, no que se refere ao atendimento à proteção integral à criança e ao adolescente. O Lar Batista F. F. Soren, vem somar forças para que os direitos de crianças e adolescentes sejam efetivados. Em meio a uma guerra entre brancos e índios, o Pr. Francisco Colares, missionário da Junta de Missões Nacionais, encontra algumas crianças sozinhas em fazendas nos arredores: estavam órfãos devido à sangrenta batalha que acontecera. Movido de amor e compaixão, ele as leva para sua casa e diz a sua esposa Beatriz Colares, que iniciaria um Orfanato Batista para acolher aquelas e muitas outras crianças que ainda estariam por vir. Em 10 de abril de 1942 é organizado na cidade de Itacajá, o Orfanato F. F. Soren, hoje denominado Lar Batista F. F. Soren. É uma instituição pertencente à Junta de Missões Nacionais da Convenção Batista Brasileira, uma organização religiosa, de natureza filantrópica, educacional e social, sem fins lucrativos, que acolhe e atende crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade pessoal e social. Durante 68 anos, a instituição funcionou na cidade de Itacajá, TO. Atuava anteriormente ao Estatuto da Criança e do Adolescente ECA, como um orfanato, no abrigamento de crianças e adolescente. Aos poucos, com o surgimento do Estatuto se constatou a necessidade de mudanças em suas ações, porém a cidade não oferecia as condições necessárias para isto. Após várias tentativas de mudança, foi apenas em 2008 que a Junta de Missões Nacionais, decidiu realizar a transferência da instituição para um local mais adequado, com os recursos necessários para desenvolvimento de um trabalho com qualidade. Em outubro de 2008 o terreno foi adquirido no Distrito de Luzimangues, através de doações, assim como toda a infra estrutura tem sido erguida através de doações das igrejas batistas e pessoas de todo o Brasil. Finalidade O Lar Batista F. F. Soren ocupa uma área de 400m², no município de Porto Nacional/TO, possuindo em sua primeira fase de funcionamento as seguintes instalações de acordo com as orientações do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente CONANDA: 04 casas lares, abrigando até 10 crianças e adolescentes, com três quartos, uma sala social, uma sala de estudos, 1 suíte para a
2 educadora social, 2 banheiros (3 pias, 2 vasos e 2 chuveiros), uma cozinha, uma área de serviço com banheiro; 01 casa para a direção; 02 chalés para moradia da equipe técnica; 01 lavanderia central; 01 refeitório com cozinha industrial e despensa 01 Bloco administrativo: sala para a direção, 4 salas de atendimento (psicológico, social, saúde e odontológico); secretaria, sala de reuniões, almoxarifado. 01 Anexo com sete salas para oficinas leves e biblioteca, sala de inclusão digital; 01 Bloco pequeno para brinquedoteca, salão de jogos e banheiros sociais; Na continuidade da obra, estima-se construir as seguintes instalações a longo prazo: 2 chalés para a equipe e visitas, pavimentação e urbanização da propriedade, 1 praça com vários ambientes, 2 casas lares para atender crianças de 03 a 05 anos; quadra poliesportiva, piscina olímpica, vestiário e outro anexo com salas multiusos para cursos profissionalizantes, hortas medicinais, bosque. A instituição funciona em sistema de casas lares, atendendo crianças e adolescentes em suas necessidades básicas, conforme preceitua o Estatuto da Criança e do Adolescente ECA e o Manual de Normas Internas das Instituições - MNI da Junta de Missões Nacionais. Têm por finalidade abrigar crianças em situação de risco: órfãos, abandonadas, vítimas de violência e conflitos familiares, encaminhadas pelo Conselho Tutelar e Ministério Público, mediante medida judicial. Atualmente, o Lar Batista F. F. Soren acolhe 34 crianças de 05 a 17 anos podendo receber até 40 crianças nesta primeira fase. Já na segunda fase o Lar estará apto a receber um total de 60 crianças e adolescentes. A instituição trabalha utilizando a modalidade Casas Lares. Existem 4 casas, abrigando um total de 34 crianças e adolescentes, tendo o acompanhamento durante 24 horas de uma cuidadora social: Casa das Princesas 09 meninas, na faixa etária de 07 anos a 12 anos. Casa Sorriso 11 meninas, na faixa etária de 13 a 17 anos. Casa Soldados de Cristo 07 meninos na faixa etária de 05 a 10 anos. Casa Embaixadores do Rei 08 meninos de 11 a 15 anos.
3 5. Público Alvo 6. Objetivo Crianças e Adolescentes de ambos os sexos, sem discriminação de etnia, gênero, orientação sexual e religiosa, na faixa etária de 05 a 18 anos incompletos. Famílias das crianças e adolescentes acolhidos; Dar proteção integral a todas as crianças que chegam à instituição, encaminhadas pelo Conselho Tutelar ou pela Vara da Infância, oferecendo-lhes qualidade de vida com atendimento personalizado em pequenos grupos, em ambiente com cara, tamanho e jeito de casa e que realmente seja provisória excepcional e transitória. 7. Objetivo Geral Proporcionar às crianças/adolescentes em vulnerabilidade pessoal e social proteção provisória, excepcional e transitória, ressaltando alguns conceitos de moradia, organização, limpeza, disciplina, educação, e outros. Primando pelo caráter residencial, contribuindo assim, para a participação e inserção das crianças/adolescentes na comunidade, incentivando a preservação dos vínculos familiares ou promovendo a integração familiar ou em família substituta. 8. Objetivos Específicos Acolher crianças e adolescentes na faixa etária de 5 a 18 anos, cujos laços familiares foram desfeitos, conforme decisão judicial; Encaminha-los à educação infantil, ao ensino fundamental, médio e à profissionalização, conforme o curso; Proporcionar alimentação balanceada, em quantidade suficiente, e preparadas de acordo com as necessidades de cada faixa etária; Buscar o desenvolvimento cultural e social dos beneficiários e a melhoria dos indicadores de qualidade de vida; Ensinar as crianças e adolescentes quanto aos valores, atitudes e condutas cristãs, Proporcionar assistência médica, psicológica, odontológica, farmacêutica e outras; Promover participação na vida comunitária local; Promover um ambiente favorável ao desenvolvimento da criança ou adolescentes;
4 Favorecer o desenvolvimento de autonomia e a inclusão do adolescente em programa de qualificação profissional, bem como na inserção no mercado de trabalho; Incentivar o fortalecimento dos vínculos familiares, por meio de visitas dos pais ao abrigo ou o transporte da criança/adolescente até o local de residência de sua família quando possível. Informar ao Judiciário quando se faz necessário a integração em família substituta visto que se esgotaram a possibilidade de retorno a família de origem. Buscar um trabalho em rede, com os órgãos públicos (conselhos Tutelares, Vara da Infância e Juventude, secretarias e outros). Preparar crianças e adolescentes para o processo de desligamento e acompanhar o egresso. Segue em anexo algumas fotos:
5
6
Mostra de Projetos Construindo um Futuro Melhor
Mostra Local de: Dois Vizinhos Mostra de Projetos 2011 Construindo um Futuro Melhor Categoria do projeto: Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa: Prefeitura Municipal
ACOLHIMENTO FAMILIAR E REPÚBLICA
ACOLHIMENTO FAMILIAR E REPÚBLICA Beatriz Guimarães Bernardeth Gondim Claudia Souza Acolhimento Familiar Nomenclaturas utilizadas no Brasil para Acolhimento Familiar: Família acolhedora Família de apoio
Precisamos manter o foco naquilo que queremos conquistar, precisamos manter o foco no que é bom, no que nos fortalece, no que nos estimula a
Precisamos manter o foco naquilo que queremos conquistar, precisamos manter o foco no que é bom, no que nos fortalece, no que nos estimula a continuar caminhando, mesmo quando achamos que já não somos
Abrigo de Mulheres Vanusa Covatti. Serviço de Acolhimento Institucional para Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar.
Abrigo de Mulheres Vanusa Covatti Serviço de Acolhimento Institucional para Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar. Fundação Em 1998 a delegada titular da Delegacia da Mulher solicitou
EDUCADOR SOCIAL SITE: FACEBOOK: CARITAS ARQUIDIOCESANA DE PORTO ALEGRE SAS FACEBOOK: MENSAGEIRO DA CARIDADE
EDUCADOR SOCIAL SITE: WWW.CARITASPORTOALEGRE.ORG FACEBOOK: CARITAS ARQUIDIOCESANA DE PORTO ALEGRE SAS FACEBOOK: MENSAGEIRO DA CARIDADE ATUAÇÃO PROFISSIONAL CRIANÇAS ADOLESCENTES ADULTOS IDOSOS ÁREAS DE
ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL: Qual destino dos adolescentes que atingem a maioridade dentro de unidades de acolhimento em São Luís-MA?
ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL: Qual destino dos adolescentes que atingem a maioridade dentro de unidades de acolhimento em São Luís-MA? Maria de Jesus da Conceição Assistente Social Eixo Temático: Assistência
CASA DE ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL ABRIGO MUNICIPAL PÂMELA SILVA: Caminhos e Descaminhos Mariana Leal de Souza 1
CASA DE ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL ABRIGO MUNICIPAL PÂMELA SILVA: Caminhos e Descaminhos Mariana Leal de Souza 1 RESUMO: Este artigo é resultado de estudos realizados sobre o processo de reordenamento do
HISTORICO DO ACOLHIMENTO FAMILIAR NO BRASIL IMPORTANTES DISTINÇÕES
HISTORICO DO ACOLHIMENTO FAMILIAR NO BRASIL IMPORTANTES DISTINÇÕES JANE VALENTE NECA 2010 Mudanças legais à mudança de paradigmas De abrigo aos serviços de acolhimento Ouvir a criança ou o adolescente
DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Direitos Fundamentais Parte 2 Profª. Liz Rodrigues - Após a decisão de suspensão ou perda do poder familiar, surge a questão de se definir quem vai receber a criança
Revitalização de Salas de Aula da Sede Círculo de Amigos do Menor Patrulheiro de Praia Grande
Revitalização de Salas de Aula da Sede Círculo de Amigos do Menor Patrulheiro de Praia Grande Objetivo: Propiciar ampliação dos locais de capacitação profissional de adolescentes na entidade, para que
Art. 2. O programa fica vinculado à Secretaria Municipal de Saúde e Ação Social e tem por objetivos:
Projeto: 11/2012 Lei nº 4.036/2012 Institui o Programa Família Acolhedora de Crianças e Adolescentes e dá outras providências. Art. 1º. Fica instituído o Programa Família Acolhedora de Crianças e Adolescentes
Cuidado. Crack, é possível vencer Aumento da oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários
Prevenção Educação, Informação e Capacitação Cuidado Aumento da oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários Autoridade Enfrentamento ao tráfico de drogas e às organizações criminosas Crack, é
MISSÃO. de famílias e indivíduos em situação de risco e. Coordenar e implementar a política de assistência social no município para a proteção
MISSÃO Coordenar e implementar a política de assistência social no município para a proteção de famílias e indivíduos em situação de risco e vulnerabilidade social. DIRETRIZES Atuação integrada, com gestão
ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE ENCONTRO COM DEUS
CNPJ N 03.858.312/0001-29 Utilidade Publica Estadual Lei N 13.713 Utilidade Publica Municipal Lei N 10.311 Utilidade Publica Federal Portaria 556 05/05/2006 Conselho Municipal dos Direitos da Criança e
Relatório Anual. Associaçao Crista de Osasco-Centro Social Carisma
Resumo da ONG Os projetos do Centro Social têm como fundamento e importância o desenvolvimento de ações no campo da prevenção. Nossa atuação é orientada no sentido de promover a articulação entre as famílias
1 PROTOCOLO DOS SERVIÇOS DE ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL E FAMILIAR DO MUNICÍPIO DE BELO HORIZONTE RESOLUÇÃO CONJUNTA N 01/2009 CONANDA/CNAS
1 PROTOCOLO DOS SERVIÇOS DE ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL E FAMILIAR DO MUNICÍPIO DE BELO HORIZONTE 26 de abril de 2017 Acolher implica escutar, diagnosticar a situação, ampliar o campo da queixa, buscando
O PROJETO Escola Construindo Saber Instituto Morena Rosa
O PROJETO O Projeto Escola Construindo Saber é um Centro de Educação Infantil criado para atender as necessidades de mães trabalhadoras da indústria e da comunidade carente do município de Cianorte. Foi
GAADI- Grupo de Apoio à Adoção de Itapetininga
PROJETO SOCIAL GAADI / 2016 I) IDENTIFICAÇÃO: GAADI Grupo de Apoio a Adoção de Itapetininga Av. Padre Antônio Brunetti, 1122 Vila Rio Branco CEP: 18208-080 Itapetininga/SP E-mail: [email protected] Telefone:
Secretaria de Políticas Para Crianças Adolescentes e Juventude do Distrito Federal
Secretaria de Políticas Para Crianças Adolescentes e Juventude do Distrito Federal Criada pelo Decreto nº 32.716 de 01 de janeiro de 2011 CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 227. É dever da família, da sociedade
PLANO DE TRABALHO 2018
PLANO DE TRABALHO 2018 1. IDENTIFICAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO SOCIAL PROPONENTE Razão Social: Lar Irmã Terezinha Data de criação: 23/09/1945 C.N.P.J. 54.122.031/0001-44 Inscrição no CMAS nº 07 Inscrição no CMI
Elaborado pela equipe do DPSE/SNAS/MDS CNAS CONANDA MDS
CONANDA Elaborado pela equipe do DPSE/SNAS/MDS MDS 1 CNAS A Atuação do Psicólogo nos Serviços de Acolhimento para Crianças e Adolescentes Elaborado pela equipe do DPSE/SNAS/MDS 2 Introdução Os serviços
EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO PARA IMPLANTAÇÃO DO SERVIÇO EM FAMÍLIA ACOLHEDORA
EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO PARA IMPLANTAÇÃO DO SERVIÇO EM FAMÍLIA ACOLHEDORA EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO PARA IMPLANTAÇÃO DO SERVIÇO EM FAMÍLIA ACOLHEDORA 1- JUSTIFICATIVA: A Secretaria Municipal de
PROGRAMA DE GOVERNO. Prefeito: Jair da Silva Ramos Vice-Prefeito: José do Egito Bezerra Cabral (Zé Hermínio) Coligação pelo bem de Caturité
PROGRAMA DE GOVERNO Prefeito: Jair da Silva Ramos Vice-Prefeito: José do Egito Bezerra Cabral (Zé Hermínio) Coligação pelo bem de Caturité EDUCAÇÃO Melhoramento da infraestrutura das escolas municipais;
PLANO DE AÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PALHOÇA
2013 PLANO DE AÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PALHOÇA 1- POLÍTICAS DE PROTEÇÃO POLÍTICA PÚBLICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL/ PROTEÇÃO ESPECIAL 1.1- META: COMBATE AO TRABALHO
DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Medidas de Proteção Profª. Liz Rodrigues - A chamada situação de risco existe quando a criança ou o adolescente estão em uma condição de maior vulnerabilidade e precisam
RESOLUÇÃO - RDC Nº 29, DE 30 DE JUNHO DE 2011
! RESOLUÇÃO - RDC Nº 29, DE 30 DE JUNHO DE 2011! Legislações!+!ANVISA! Sex,!01!de!Julho!de!2011!00:00! RESOLUÇÃO - RDC Nº 29, DE 30 DE JUNHO DE 2011 Dispõe sobre os requisitos de segurança sanitária para
Curso online Super Professores Voe mais alto. Seja Super! Ao vivo Pedro II Professora Márcia Gil LDB e ECA
Página 1 ESTUDANDO LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL 9394/96 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 8069/90 LDB 9394/96 TOQUES ESSENCIAIS Princípios e fins da Educação Nacional ( art.2º) A educação,
Portaria nº 2.874/00
Portaria nº 2.874/00 Altera dispositivos da Portaria N.º 2854, de 19 de julho de 2000. A SECRETÁRIA DE ESTADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, no uso de suas atribuições conferidas pela Portaria Ministerial MPAS
VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL E A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA CASA SANTA LUIZA DE MARILLAC.
VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL E A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA CASA SANTA LUIZA DE MARILLAC. LANGA, Xenia Renata 1 BOMFATI, Adriana 2 SOUZA, Cristiane
DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente) Paulo Sérgio Lauretto titular da DEPCA Campo Grande/MS
DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente) Paulo Sérgio Lauretto titular da DEPCA Campo Grande/MS Objetivo Fazer um resgate histórico do funcionamento da DEPCA como era e como
PLANO DE AÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PALHOÇA
2012 PLANO DE AÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PALHOÇA POLÍTICAS DE PROTEÇÃO POLÍTICA PÚBLICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL/ PROTEÇÃO ESPECIAL META: COMBATE AO TRABALHO INFANTIL
COM AMOR: VOLUNTARIADO UNIVERSITÁRIO TRANSFORMANDO O FUTURO
COM AMOR: VOLUNTARIADO UNIVERSITÁRIO TRANSFORMANDO O FUTURO Letícia Marcasi Cerosi 1 ; Juliano Gil Alves Pereira 2 1 Estudante do Curso de Direito da UEMS, Unidade Universitária de Paranaíba; E-mail: [email protected].
UM POUCO DE NOSSA HISTÓRIA
UM POUCO DE NOSSA HISTÓRIA SURGIMENTO A história do Colégio Adventista de Taboão da Serra se funde com a história do Colégio Adventista de Campo Limpo. Devido à crescente demanda por vagas, alguns pais
SUGESTÃO DE PLANO INDIVIDUALIZADO DE ATENDIMENTO PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL
SUGESTÃO DE PLANO INDIVIDUALIZADO DE ATENDIMENTO PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL Angela Mendonça e Fernando Guiraud 1 Dados de Identificação: Nome completo do(a) acolhido(a):...
Instituto Pobres Servos da Divina Providência - Centro Educacional e Social de Marituba
Instituto Pobres Servos da Divina Providência - Centro Educacional e Social de Marituba Relatório Social Marituba Pa Ano 2016 CNPJ/MF 92.726.819/0013-91 O presente relatório apresenta as ações, programas
Neusa de Oliveira Costa Diretora Administrativa do Meu Guri. Miguel Torres Presidente do Sind. Metalúrgicos SP e Força Sindical
promovendo Cidadania, Inclusão Social e Cultura Contribuir de forma diferenciada para o aprimoramento do programa de apoio socioeducativo em meio aberto, atendendo crianças, adolescentes e famílias, produzindo,
Gabinete do Prefeito
LEI N o 1.025, DE 15 DE MAIO DE 2009. O Prefeito Município de Piên, Estado do Paraná. A Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: Institui o Programa Família Acolhedora de Crianças e Adolescentes
Fiscalização dos Abrigos e Casas de Acolhida da PCR
Fiscalização dos Abrigos e Casas de Acolhida da PCR PERFIL: O espaço Andaluz acolhe em caráter temporário mães adolescentes com filhos ou filhas com trajetória de rua. As usuárias as escolas da rede pública,
04 Federações Integrantes: Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos #juntossomosmaisfortes. Resolução 01/2015 do CONAD de 28/08/2016:
04 Federações Integrantes: Suspensa Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos #juntossomosmaisfortes Resolução 01/2015 do CONAD de 28/08/2016: Principais Tópicos MUDANÇAS DE NOMENCLATURAS: Diferenciar
Critérios de para análise Projetos para captação de recursos do FIA Palhoça
Critérios de para análise Projetos para captação de recursos do FIA Palhoça Resolução 001/2013 O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), de Palhoça, No uso de suas atribuições
DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Aula 1 Sistema Jurídico dos Direitos da Criança e do Adolescente Prof. Diego Vale de Medeiros 1.1 INTRODUÇÃO Especialização da organização judiciária Contextualização
1 A Prefeitura Municipal de Gavião, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR.
ANO. 2013 DO MUNICÍPIO DE GAVIÃO - BAHIA 1 A Prefeitura Municipal de Gavião, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. Este documento foi assinado digitalmente por certificação
Anexo 7 - Despesa por Projeto e Atividade - Detalhado
Folha N. 1 01 LEGISLATIVA 120.000,00 4.543.000,00 4.848.000,00 01.031 AÇÃO LEGISLATIVA 120.000,00 4.543.000,00 4.848.000,00 01.031.0001 PROCESSO LEGISLATIVO 4.543.000,00 4.728.000,00 01.031.0001.0125 INATIVOS
{ } CURITIBA TEM UM MODELO INOVADOR DE EDUCACAO INCLUSIVA! CEI Mundo Para Todo Mundo VEJA COMO SUA EMPRESA PODE NOS AJUDAR A MANTER ESTE PROJETO
CURITIBA TEM UM MODELO INOVADOR DE EDUCACAO INCLUSIVA! VEJA COMO SUA EMPRESA PODE NOS AJUDAR A MANTER ESTE PROJETO { } Solicitação de doação por incentivo scal COMTIBA Prefeitura Municipal de Curitiba
1 1 Considerações iniciais quanto ao Programa Nacional de Promoção do Acesso ao Mundo do Trabalho Acessuas Trabalho.
PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O PROGRAMA ACESSUAS TRABALHO (versão Atualizado em 19.12.2016) 1 1 Considerações iniciais quanto ao Programa Nacional de Promoção do Acesso ao Mundo do Trabalho Acessuas Trabalho.
DIREITOS HUMANOS. Política Nacional de Direitos Humanos. Universalizar Direitos em um Contexto de Desigualdades. Profª.
DIREITOS HUMANOS Política Nacional de Direitos Humanos Profª. Liz Rodrigues - Eixo Orientador III: Universalizar direitos em um contexto de desigualdades: - a) Diretriz 7: Garantia dos Direitos Humanos
PREFEITURA MUNICIPAL DE LIMOEIRO ESTRUTURA ORGANIZACIONAL LEI Nº LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO SECRETARIA HABITAÇÃO E ASSISTÊNCIA SOCIAL
SECRETARIA HABITAÇÃO E ASSISTÊNCIA SOCIAL I- Promover a universalização do direito dos cidadãos e cidadãs à proteção e à inclusão social; II- acompanhar a praticar as normas e diretrizes da Política Nacional
PLANO DE TRABALHO 2018
PLANO DE TRABALHO 2018 1. IDENTIFICAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO SOCIAL PROPONENTE Razão Social: Lar Irmã Terezinha Data de criação: 23/09/1945 C.N.P.J. 54.122.031/0001-44 Inscrição no CMAS nº 07 Inscrição no CMI
Certidão de Nascimento: (Cartório, Livro, Folha e número) Registro de Antecedentes Infracionais (para adolescentes: sim ou não)
I ) IDENTIFICAÇÃO Processo n Guia de Acolhimento n Data do acolhimento institucional: Entidade de Acolhimento Institucional (Abrigo): Nome da Criança/Adolescente: Data de Nascimento: Filiação: Certidão
TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Sexta-feira, 6 de Dezembro de 2013 Ano XIX - Edição N.: 4451 Poder Executivo Secretaria Municipal de Políticas Sociais - CMDCA RESOLUÇÃO CMDCA/BH Nº 102/2013 Dispõe sobre a política municipal para execução
PROJETO DE LEI N o, DE 2014
PROJETO DE LEI N o, DE 2014 (Do Sr. Paulo Freire) Cria o Programa Família Acolhedora na Família Extensa, conforme artigo 227 da Constituição Federal e artigos 4º, 25 e 101 do Estatuto da Criança e do Adolescente,
Direitos da Pessoa com Deficiência
Direitos da Pessoa com Deficiência A constitucionalização dos direitos das pessoas com deficiência. A política nacional para a integração das pessoas com deficiência; diretrizes, objetivos e instrumentos
DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Conceito de Criança e Adolescente e Doutrina da Proteção Integral Parte 1 Profª. Liz Rodrigues - Art. 227, CF/88: É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar
ESTADO DO PARANÁ PREFEITURA MUNICIPAL DE LUPIONÓPOLIS CNPJ / LEI Nº 52/2010
PREFETURA MUNCPAL DE LUPONÓPOLS LE Nº 52/2010 SÚMULA: Cria o Programa Família Acolhedora de Crianças e Adolescentes e dá outras providências. A CÂMARA MUNCPAL DE LUPONÓPOLS, ESTADO DO PARANÁ, aprovou e
ANEXO III ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS
ANEXO III ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS CARGO ATRIBUIÇÕES COORDENADOR DO CENTRO POP Coordenar as rotinas administrativas, os processos de trabalho e os recursos humanos da Unidade; Participar da elaboração, do
Cuarta Conferencia Regional Intergubernamental sobre Envejecimiento y Derechos de las Personas Mayores en América Latina y el Caribe Asunción, junio
Cuarta Conferencia Regional Intergubernamental sobre Envejecimiento y Derechos de las Personas Mayores en América Latina y el Caribe Asunción, junio de 2017 Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa
SUAS. Serviços, programas, projetos e benefícios da assistência social definidos por níveis de complexidade; Território como base de organização;
SUAS Modelo afiançador da unidade da política visando alterar a história de fragmentação programática, entre as esferas do governo e das ações por categorias e segmentos sociais Serviços, programas, projetos
AULA 04 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; ; LEI DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 04
AULA 04 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; 205 214; 227 229 LEI 8.069 DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 04 CAPÍTULO VII DA FAMÍLIA, DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DO
Famílias - Abrigos: direito ao convívio familiar e social
Famílias - Abrigos: direito ao convívio familiar e social INTRODUÇÃO A família é o principal grupo social para o desenvolvimento afetivo-emocional da criança e adolescente. O trabalho a ser desenvolvido
DESENVOLVIMENTO SOCIAL LDO 2016 ANEXO III
DESENVOLVIMENTO SOCIAL LDO 2016 ANEXO III Assistência Social Código: 5241 Nome do Programa Benefícios Eventuais Objetivo do Programa Fornecer benefícios previstos em Lei, em forma de benefício, para atender
POLÍTICAS PÚBLICAS. Profa. Dra. Júnia Mara do Vale
POLÍTICAS PÚBLICAS Profa. Dra. Júnia Mara do Vale Definição de Política Pública Peters (1986) política pública é a soma das atividades dos governos, que agem diretamente ou através de delegação, e que
DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Aula 3 Direitos Fundamentais I Prof. Diego Vale de Medeiros 3.1 Do Direito à Vida e à Saúde Art. 7º A criança e o adolescente têm direitoaproteçãoà vida e à saúde, mediante
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA- 1990) regulamenta o Artigo da Constituição Federal de 1988 que prevê:
1 O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA- 1990) regulamenta o Artigo - 227 da Constituição Federal de 1988 que prevê: É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente,
