a Transparência Newsletter
|
|
|
- Filipe Esteves Caldas
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CENTRO DE INTEGRIDADE PÚBLICA MOÇAMBIQUE a Transparência Newsletter Boa Governação - Transparência - Integridade Edição Nº 10/ Setembro - Distribuição Gratuita OFERTA E DEVOLUÇÃO DO MERCEDES-BENZ Chefe de Estado tem obrigação de conhecer a LPP O Servidor Público deve conhecer as disposições legais e regulamentares sobre impedimentos, incompatibilidades e proibições, e qualquer outro regime especial que lhe seja aplicável, e assegurar-se de cumprir com as acções necessárias para determinar se está ou não abrangido pelas proibições nele estabelecidas, artigo 18 da lei 16/2012, de 14 de Agosto. Por: Baltazar Fael A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) durante a comemoração do seu 18 Aniversário na última sexta-feira dia 26 de Setembro de 2014 procedeu a oferta ao Chefe de Estado de uma viatura luxuosa da marca Mercedes - Benz orçada entre 215 mil e 380 mil dólares americanos (segundo o Jornal o País, de 29 de Setembro de pág. 22), alegadamente como reconhecimento da melhoria do diálogo com o Governo como sendo a maior conquista ao longo da existência desta agremiação de empresários. Quatro dias depois, a Presidência da República anunciou através de um comunicado de imprensa a devolução da viatura. Num comunicado lacónico publicado na página da internet da Presidência da República, datado de 30 de Setembro de 2014, o Chefe de Estado afirma que embora tenha recebido a viatura na ocasião, posteriormente mandou verificar a legalidade do acto à Luz da Lei n.º 16/2012, de 14 de Agosto, Lei de Probidade Publica (LPP), tendo todos os pareceres se referido que não devia aceitar a oferta, e, por isso, procedeu à devolução da mesma a entidade ofertante. Será que o Presidente da República não conhece as suas obrigações? O chefe de Estado foi quem promulgou a LPP e a mandou publicar, sendo que, pelo menos, os seus assessores deviam imediatamente tê-lo elucidado sobre a ilegalidade do acto em que incorreu e não só quatro dias após a recepção do presente ter-se procurado conformar com a legalidade. Outrossim, o Chefe de Estado tem a obrigação de conhecer a LPP e demais legislação (por si ou através dos seus assessores), pois ao abrigo do artigo 18 a mesma prescreve que O Servidor Público deve conhecer as disposições legais e regulamentares sobre impedimentos, incompatibilidades e proibições, e qualquer outro regime especial que lhe seja aplicável, e assegurar-se de cumprir com as acções necessárias para determinar se está ou não abrangido pelas proibições neles estabelecidas. 1
2 A questão que se coloca é: Será que o Chefe de Estado não conhece as suas obrigações legais a luz da LPP, no caso em concreto? Tal questionamento surge porque o comando legal acima feito referência não oferece quaisquer dúvidas acerca da sua interpretação. Tomando em atenção que é sua obrigação observar estritamente os dispositivos Constitucionais e as leis que directamente interferem na sua esfera de actuação (n.º 1 do artigo 8 da LPP), o Chefe de Estado devia ter recusado na ocasião receber o presente que lhe foi apresentado, independentemente do seu valor, pois como sublinhou o representante da CTA na ocasião, o mesmo visava premiar o papel por si desempenhado enquanto servidor público o que é liminarmente proibido pelo n.º 1 do artigo 41 da LPP, que dispõem como princípio geral nos seguintes termos O Servidor Público não deve, pelo exercício das suas funções, exigir ou receber benefícios e ofertas, directamente ou por interposta pessoa, de entidades singulares ou colectivas, de direito moçambicano ou estrangeiro. Para tornar mais perceptível o princípio geral acima referido a al. d) do n.º 2 do artigo 41 proíbe as ofertas cujo valor seja superior a um terço do salário mensal do titular de cargo político ou servidor público, pago pela entidade pública para que presta serviços, designadamente: viaturas, dentre outros meios de transporte. Ademais, a figura do Chefe de Estado para a aplicação da LPP encontra-se abrangida pela al. a) do artigo 4, pelo que é obrigação do mesmo conhecer as disposições legais que lhe vedam a possibilidade de receber ofertas com o valor da viatura em causa. Comissão Central de Ética Pública esclareceu que ofertas e presentes são ou não admissíveis nos termos da LPP No ano passado, por via da deliberação n.º 6/ CCEP/2013, de 27 de Agosto a Comissão Central de Ética Pública (CCEP) veio clarificar quais são as ofertas admissíveis e não admissíveis por parte dos servidores Públicos. A referida deliberação, que embora não foi amplamente divulgada, tem como finalidade esclarecer dúvidas que as entidades públicas e privadas colocavam com relação a interpretação da alínea c) do artigo 42 da LPP, referente aos valores dos presentes ou ofertas que podem ser aceites pelos servidores públicos por ocasião de datas festivas, aniversários, casamentos e festas religiosas. As dúvidas suscitadas surgiram, ainda, pelo facto de tais instituições desconhecerem o salário de cada uma das entidades que têm sido ofertadas para que com base nisso, calculassem o valor correspondente a um terço admissível para a concessão de ofertas com respeito ao estabelecido legalmente. A CCEP deliberou, com recurso ao estabelecido nas alíneas e) e h), do n.º 1 do artigo 50 da LPP sobre os casos em que o servidor público deve ou não aceitar receber ofertas e presentes. Não terão a Presidência e a CTA tomado conhecimento desta deliberação da CCEP? Sobre os casos em que o servidor público não deve aceitar gratificações, a CCEP se referiu dentre outras, às seguintes situações: I. Os presentes que, independentemente do seu valor pecuniário, sejam susceptíveis de comprometer o exercício de cargo ou função de servidor público, titular ou membro de órgão público, com a lisura requerida, ou que sejam lesivos a boa imagem do Estado; II. Os presentes que sejam oferecidos por pessoas singulares ou colectivas que, pela natureza das actividades que prosseguem são, potencialmente, susceptíveis de ter interesse numa decisão sobre um assunto em que o servidor público ou titular ou membro de órgão público, no exercício normal de suas funções ou por causa delas, se encontre, potencial ou circunstancialmente, em situação de ser solicitado a intervir ou decidir. A referida deliberação termina com a recomendação de a mesma, para efeitos de ser padronizado o entendimento sobre a matéria, ser disseminada por todos titulares ou membros de órgãos públicos e dos servidores públicos, de modo a garantir o cumprimento escrupuloso da legislação vigente sobre a matéria, para que se previnam situações de conflitos de interesse. 2
3 A CCEP ordena ainda que a deliberação em causa seja enviada a todos os titulares dos órgãos e instituições centrais e locais do Estado, para conhecimento, divulgação e cumprimento pelos servidores públicos abrangidos pela LPP. Concluindo: Não só por via da lei, mas também da deliberação em referência, o servidor público e no caso Chefe de Estado, Armando Emílio Guebuza devia por maioria de razão conhecer a lei e a sua interpretação, dai que é escusado vir argumentar com o comunicado de imprensa publicado e circulado pela Presidência da República que mandou colher pareceres de um dispositivo que já estava suficientemente esclarecido. Vide a Deliberação da Comissão Central de Ética Publica 3
4 4
5 5
6 6
7 7
8 8
9 Boa Governação, Transparência e Integridade FICHA TÉCNICA Parceiros Director: Adriano Nuvunga Equipa Técnica do CIP: Baltazar Fael; Fátima Mimbire; Lázaro Mabunda; Borges Nhamire; Stélio Bila; Edson Cortez; Jorge Matine; Ben Hur Cavelane; Teles Ribeiro; Nélia Nhacume Layout & Montagem: Nelton Gemo Endereço: Rua Frente de Libertação de Moçambique (ex-pereira do Lago), 354 r/c, Maputo - Moçambique Contactos: Tel.: (+258) , Fax: (+258) , Cel: (+258) , Caixa Postal: 3266, [email protected] Website: Parceiro de assuntos de género: 9
a Transparência Newsletter
CENTRO DE INTEGRIDADE PÚBLICA MOÇAMBIQUE a Transparência Newsletter Boa Governação - Transparência - Integridade Edição Nº 08/2014 - Setembro - Distribuição Gratuita FLAGRANTE ABUSO DO PODER E DE FUNDOS
a Transparência Newsletter
CENTRO DE INTEGRIDADE PÚBLICA MOÇAMBIQUE a Transparência Newsletter Boa Governação - Transparência - Integridade Edição Nº 11/2014 - Outubro - Distribuição Gratuita Partido Frelimo financia-se com dinheiro
Compreendendo os novos termos legais para Actividade Mineira
CENTRO DE INTEGRIDADE PÚBLICA MOÇAMBIQUE Boa Governação, Transparência e Integridade - Edição Nº 13/2014 - Dezembro - Distribuição Gratuita Compreendendo os novos termos legais para Actividade Mineira
a Transparência Newsletter
CENTRO DE INTEGRIDADE PÚBLICA MOÇAMBIQUE a Transparência Newsletter Boa Governação - Transparência - Integridade Edição Nº 07/2014 - Julho - Distribuição Gratuita ISENÇÕES ADUANEIRAS DA FRELIMO Carta do
a Transparência Newsletter
CENTRO DE INTEGRIDADE PÚBLICA MOÇAMBIQUE a Transparência Newsletter Boa Governação - Transparência - Integridade Edição Nº 20/2015 - Maio - Distribuição Gratuita INDÍCIOS DE CORRUPÇÃO NOS NEGÓCIO DE MADEIRA
Multinacionais Asseguram Termos Generosos
CENTRO DE INTEGRIDADE PÚBLICA MOÇAMBIQUE Boa Governação, Transparência e Integridade - Edição Nº 02/2015 - Fevereiro - Distribuição Gratuita Análise do Decreto-lei de LNG do Rovuma Multinacionais Asseguram
a Transparência Newsletter
CENTRO DE INTEGRIDADE PÚBLICA MOÇAMBIQUE a Transparência Newsletter Boa Governação - Transparência - Integridade Edição Nº 03/2014 - Abril - Distribuição Gratuita SEGUINDO PEGADAS DE ANGOLA Importante
Governo deve rever a legislação sobre direitos. e regalias dos altos dirigentes do Estado. Nota de Imprensa nᵒ 01/2011
Governo deve rever a legislação sobre direitos e regalias dos altos dirigentes do Estado Nota de Imprensa nᵒ 01/2011 Maputo, 20 de Janeiro de 2011 A concessão de direitos específicos e seus critérios de
a Transparência Newsletter
CENTRO DE INTEGRIDADE PÚBLICA MOÇAMBIQUE a Transparência Newsletter Boa Governação - Transparência - Integridade Edição Nº 40/2015 - Dezembro - Distribuição Gratuita Moçambique regista estagnação na transparência
a Transparência Newsletter
CENTRO DE INTEGRIDADE PÚBLICA MOÇAMBIQUE a Transparência Newsletter Boa Governação - Transparência - Integridade Edição Nº 56/2016 - Maio - Distribuição Gratuita CRISE FINANCEIRA MOÇAMBICANA: Uma oportunidade
a Transparência Newsletter
CENTRO DE INTEGRIDADE PÚBLICA MOÇAMBIQUE a Transparência Newsletter Boa Governação - Transparência - Integridade Edição Nº 49/2016 - Março - Distribuição Gratuita DO CONSÓRCIO QUE PRETENDE CONCESSÃO DO
LNG DA BACIA DO ROVUMA Quando É que a Anadarko Vai Investir na Área 1? - Levou tempo, mas Governo cumpriu a sua parte
CENTRO DE INTEGRIDADE PÚBLICA MOÇAMBIQUE Boa Governação, Transparência e Integridade - Edição Nº 20/2016 - Março - Distribuição Gratuita LNG DA BACIA DO ROVUMA Quando É que a Anadarko Vai Investir na Área
Adoptado pela Direcção 26 de Setembro de 2011 e aprovado pela Assembleia Geral 24 de Setembro de 2011
CÓDIGO DE CONDUTA CÓDIGO DE CONDUTA Adoptado pela Direcção 26 de Setembro de 2011 e aprovado pela Assembleia Geral 24 de Setembro de 2011 1. Preâmbulo a. Este Código de Conduta foi elaborado em consonância
Sobre o Decreto nº 61/2010, de 27 de Dezembro. Cobrança de novos valores do Imposto Predial Autárquico é irregular
Observatório de Direito nº2 Um novo serviço do Centro de Integridade Pública i Sobre o Decreto nº 61/2010, de 27 de Dezembro Cobrança de novos valores do Imposto Predial Autárquico é irregular Notas de
Boa Governação - Transparência - Integridade ** Edição N o 27/ Agosto - Distribuição Gratuita
Boa Governação - Transparência - Integridade ** Edição N o 27/2016 - Agosto - Distribuição Gratuita O RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO 2015 LEVANTA SÉRIAS QUESTÕES SOBRE A IMPLEMENTAÇÃO DAS
ASSUNTO:REGIME DE COMISSÕES E OUTROS ENCARGOS
AVISO nº 5/GBM/2009 Maputo, 18 de Maio de 2009 ASSUNTO:REGIME DE COMISSÕES E OUTROS ENCARGOS A bancarização da economia moçambicana, através, nomeadamente, da extensão dos serviços financeiros às zonas
POLÍTICA DE TRANSACÇÕES COM PARTES RELACIONADAS DO BANCO ECONÓMICO E PARTICIPADAS
POLÍTICA DE TRANSACÇÕES COM PARTES RELACIONADAS DO BANCO ECONÓMICO E PARTICIPADAS Aprovada em reunião ordinária do Conselho de Administração aos 03 de Maio de 2018. Nota Preambular A evolução dos princípios
Regulamento de Inscrição de Juristas de Reconhecido Mérito, Mestres e Doutores em Direito, para a Prática de Actos de Consulta Jurídica
Regulamento de Inscrição de Juristas de Reconhecido Mérito, Mestres e Doutores em Direito, para a Prática de Actos de Consulta Jurídica O Regulamento de Inscrição de Juristas de Reconhecido Mérito, Mestres
NOTA INFORMATIVA Nº 3 - MCSP /2008
NOTA INFORMATIVA Nº 3 - MCSP /2008 Competências do Coordenador de Unidade de Saúde Familiar (USF) (Decreto-Lei nº 298/2007, de 22 de Agosto) Tendo surgido actos de dirigentes de diversas ARS, com os mais
CONCURSO PARA ATRIBUIÇÃO, POR SORTEIO DO DIREITO DE OCUPAÇÃO DOS LUGARES VAGOS DO CAMPO DA FEIRA DO CADAVAL
MUNÍCIPIO DE CADAVAL CÂMARA MUNICIPAL CONCURSO PARA ATRIBUIÇÃO, POR SORTEIO DO DIREITO DE OCUPAÇÃO DOS LUGARES VAGOS DO CAMPO DA FEIRA DO CADAVAL PROGRAMA DE CONCURSO Secção I Disposições Gerais ARTIGO
Regulamento da CMVM n.º 10/2005 (Altera os Regulamentos da CMVM no 7/2001 e n.º 4/2004 relativos ao Governo das Sociedades e a Deveres de Informação)
Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República Regulamento da CMVM n.º 10/2005 (Altera os Regulamentos da CMVM no 7/2001 e n.º 4/2004 relativos ao Governo das Sociedades e a Deveres
AS RECEITAS E DESPESAS DA CAMPANHA ELEITORAL
AS RECEITAS E DESPESAS DA CAMPANHA ELEITORAL Manual de Candidatura Eleições Autárquicas 2001 REGRAS A RETER Os partidos, coligações e grupos de cidadãos eleitores devem : abrir conta bancária afecta à
ESTATUTO DO PROVEDOR DO CLIENTE
ESTATUTO DO PROVEDOR DO CLIENTE Princípios Gerais Artigo 1º Funções O Provedor do Cliente é um órgão independente da APAVT, que tem por função principal a defesa e promoção dos direitos e interesses legítimos
PROJECTO DE LEI N.º 254/X
Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 254/X ALTERA A LEI N.º64/93, DE 26 DE AGOSTO (ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS DOS TITULARES DE CARGOS POLÍTICOS E ALTOS CARGOS PÚBLICOS)
Eleições Autárquicas 2013
Eleições Autárquicas 2013 Boletim sobre o processo político em Moçambique Número EA 19-5 de Julho de 2013 Editor: Joseph Hanlon Editor Adjunto: Adriano Nuvunga Chefe de redação: Fatima Mimbire Repórter:
a Transparência Newsletter
CENTRO DE INTEGRIDADE PÚBLICA MOÇAMBIQUE a Transparência Newsletter Boa Governação - Transparência - Integridade Edição Nº 12/2014 - Novembro - Distribuição Gratuita Exploração das areias pesadas de Moma:
IV SESSÃO ORDINÁRIA DO COMITÉ CENTRAL COMUNICADO DE IMPRENSA
IV SESSÃO ORDINÁRIA DO COMITÉ CENTRAL COMUNICADO DE IMPRENSA Sob o lema 50 Anos Unidos na Luta contra a Pobreza; FRELIMO a Força da Mudança, decorreu de 26 a 29 de Março de 2015, na Escola Central do Partido,
REGULAMENTO RELATIVO À COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES DA THE NAVIGATOR COMPANY S.A. 1.º. (Objecto)
REGULAMENTO RELATIVO À COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES DA THE NAVIGATOR COMPANY S.A. 1.º (Objecto) 1.1. O presente Regulamento enquadra e regulamenta a comunicação por quaisquer interessados, sejam eles
Juiz Conselheiro do Tribunal Administrativo pode ter violado regra sobre suspeições
Juiz Conselheiro do Tribunal Administrativo pode ter violado regra sobre suspeições - A intervenção do Juiz - Conselheiro Paulo Daniel Comoane nos autos do processo n.º 214/2010 1ª Secção Introdução O
PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O MUNICÍPIO DE MANTEIGAS E A FÁBRICA DA IGREJA PAROQUIAL DA FREGUESIA DE SÃO PEDRO DO CONCELHO DE MANTEIGAS
PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O MUNICÍPIO DE MANTEIGAS E A FÁBRICA DA IGREJA PAROQUIAL DA FREGUESIA DE SÃO PEDRO DO CONCELHO DE MANTEIGAS Considerando que: a) nos termos do disposto no artigo 23º da Lei
PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DAS FINANÇAS PÚBLICAS ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE.
Decreto n.º 11/99 Protocolo de Cooperação no Domínio das Finanças Públicas entre a República Portuguesa e a República de Moçambique, assinado em Maputo aos 10 de Outubro de 1998 Nos termos da alínea c)
Lei Nº 29/1987, de 30 de Junho. (republicada pela Lei nº 52-A/2005 de 10 de Outubro) Estatuto dos Eleitos Locais. Artigo 1º Âmbito
Lei Nº 29/1987, de 30 de Junho (republicada pela Lei nº 52-A/2005 de 10 de Outubro) Estatuto dos Eleitos Locais Artigo 1º Âmbito 1 - A presente lei define o Estatuto dos Eleitos Locais. 2 - Consideram-se
SEMINÁRIO SOBRE PROPOSTAS DE MEDIDAS DE APERFEIÇOAMENTO DA PROTECÇÃO SOCIAL OBRIGATÓRIA
SEMINÁRIO SOBRE PROPOSTAS DE MEDIDAS DE APERFEIÇOAMENTO DA PROTECÇÃO SOCIAL OBRIGATÓRIA Projecto de Decreto Presidencial que Estabelece o Regime Jurídico de Vinculação e de Contribuição da Protecção Social
Preâmbulo. 1. É aprovado o Regulamento de Bolsa de Estudos do ISPT. 2. O presente Regulamento entra imediatamente em vigor.
Preâmbulo Tornando-se necessário regulamentar o processo de atribuição de Bolsas de Estudos à estudantes matriculados no Instituto Superior Politécnico de Tete (ISPT) e, no uso da competência que lhe é
Estatutos do Núcleo de Estudantes de Criminologia do ISMAI. Capítulo I Princípios Gerais. Artigo 1º Denominação, Sede, Sigla e Logótipo
1 Estatutos do Núcleo de Estudantes de Criminologia do ISMAI Capítulo I Princípios Gerais Artigo 1º Denominação, Sede, Sigla e Logótipo 1 - É constituída por tempo indeterminado, nos termos previstos no
Protecção dos Utentes de Serviços Públicos Essenciais (Lei nº 23/96, de 23.7)
Protecção dos Utentes de Serviços Públicos Essenciais (Lei nº 23/96, de 23.7) ÍNDICE Artigo 1.º Objecto e âmbito Artigo 2.º Direito de participação Artigo 3.º Princípio geral Artigo 4.º Dever de informação
POLÍTICA ANTI-FRAUDE
1/9 POLÍTICA ANTI-FRAUDE Índice 1. Objectivo.... 2 2. Âmbito de Aplicação... 2 3. Definições.... 2 4. Compromisso... 3 5. Formas de Actuação.... 3 5.1. Conflito de Interesses... 3 5.2. Decisões relativas
LEI ANTI-CORRUPÇÃO LEI DE PROBIDADE PÚBLICA ANTICORRUPÇÃO. Centro de Integridade Pública
LEI ANTI-CORRUPÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO CÓDIGO PENAL LEI DE PROBIDADE PÚBLICA ANTICORRUPÇÃO Centro de Integridade Pública Anticorrupção - Transparência - Integridade Edição N o 26/2017 - Julho - Distribuição
CÓDIGO DE CONDUTA DA FUNDAÇÃO VISABEIRA INSTITUIÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL CÓDIGO DE CONDUTA
CÓDIGO DE CONDUTA DA FUNDAÇÃO VISABEIRA INSTITUIÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL (Aprovado em reunião do Conselho de Administração de 28 de Março de 2014) PREÂMBULO As fundações são instituições privadas sem
Decreto-Lei nº 144/2009, de 17 de Junho
Decreto-Lei nº 144/2009, de 17 de Junho O presente decreto-lei vem introduzir no ordenamento jurídico português a figura do mediador do crédito, cuja actividade visa a defesa e promoção dos direitos, garantias
Minuta de Contrato de Adesão ao Serviço de. Interruptibilidade. (ao abrigo da Portaria n.º 1309/2010)
Minuta de Contrato de Adesão ao Serviço de Interruptibilidade (ao abrigo da Portaria n.º 1309/2010) Página 1 de 9 Condições Específicas do Contrato Entre A entidade identificada no Anexo e REN - Rede Eléctrica
Lei n.º 29/87, de 30 de Junho. Estatuto dos Eleitos Locais. Artigo 1.º Âmbito
Lei n.º 29/87, de 30 de Junho Estatuto dos Eleitos Locais Artigo 1.º Âmbito 1 - A presente lei define o Estatuto dos Eleitos Locais. 2 - Consideram-se eleitos locais, para efeitos da presente lei, os membros
CENTRO HOSPITALAR E UNIVERSITÁRIO DE COIMBRA, E.P"+ Código de Ética./t'.l./j L~ Preâmbulo ~ t~ ; C>
~o-jt1 CENTRO HOSPITALAR E UNIVERSITÁRIO DE COIMBRA, E.P"+ Código de Ética./t'.l./j L~ Preâmbulo ~ t~ ; C> o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, E.P.E., adiante designado por CHUC, EPE, criado
PROGRAMA PARA A COMUNICAÇÃO SOCIAL ALUSIVO À 32ª CIMEIRA DE CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA SADC DE 2 A 18 DE AGOSTO DE 2012 MAPUTO, MOÇAMBIQUE
PROGRAMA PARA A COMUNICAÇÃO SOCIAL ALUSIVO À 32ª CIMEIRA DE CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA SADC DE 2 A 18 DE AGOSTO DE 2012 MAPUTO, MOÇAMBIQUE 5ª-FEIRA: 02/08/12 (Ministério dos Negócios Estrangeiros
1) Princípios Gerais. Política de Privacidade Pagina 2 de 5
1) Princípios Gerais A privacidade e a proteção dos dados pessoais de todos os Clientes e Utilizadores dos serviços disponibilizados ou prestados pela empresa Vertente Natural Actividades Ecológicas e
A Regulamentação do Mercado de Valores Mobiliários Uma Perspectiva Geral (Parte III)
A Bolsa de Valores Na parte final do artigo anterior caracterizámos o mercado secundário de valores e, neste âmbito, apresentámos a definição basilar da bolsa de valores, como uma entidade que tem por
Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE
Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE Aprovado em 3 de Março de 2016 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE
Curso de Indução sobre Liderança e Gestão Municipal. Descentralização e Legislação Autárquica
REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE Município de Maputo Curso de Indução sobre Liderança e Gestão Municipal Descentralização e Legislação Autárquica Por: Edson da Graça Francisco Macuácua Doutorando em Direito; Doutorando
ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS DOS TITULARES DE CARGOS POLÍTICOS E ALTOS CARGOS PÚBLICOS
ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS DOS TITULARES DE CARGOS POLÍTICOS E ALTOS CARGOS PÚBLICOS Com as alterações introduzidas pelas Leis n. os 39-B/94, de 27 de Dezembro; 28/95,
