PROJECTO DE LEI N.º 254/X
|
|
|
- Júlio Leão Maranhão
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 254/X ALTERA A LEI N.º64/93, DE 26 DE AGOSTO (ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS DOS TITULARES DE CARGOS POLÍTICOS E ALTOS CARGOS PÚBLICOS) Exposição de Motivos A Lei n.º 64/93, de 26 de Agosto, alterada sucessivamente pela Lei n.º 39-B/94, de 27 de Dezembro, pela Lei 28/95, de 18 de Agosto, pela Lei n.º 12/96, de 18 de Abril, pela Lei n.º 42/96, de 31 de Agosto e pela Lei n.º 12/98, de 24 de Fevereiro, estabeleceu o regime jurídico de incompatibilidades e impedimentos dos titulares de órgãos de soberania e de cargos políticos e titulares de altos cargos públicos. Independentemente da apreciação das virtualidades do sistema jurídico criado neste conjunto de legislação, nem o diploma inicial nem as sucessivas alterações resolveram uma questão colocada desde o início o de não considerar os Deputados das Assembleias Legislativas Regionais dos Açores e da Madeira como titulares de cargos políticos para efeitos da aplicação desse regime jurídico. O artigo 1º do Regime Jurídico de Incompatibilidades e Impedimentos dos Titulares de Cargos Políticos e de Altos Cargos Públicos abrange apenas os Ministros da 1
2 República para as Regiões Autónomas, os membros dos Governos Regionais, o Provedor de justiça, o Governador e os Secretários Adjuntos de Macau, o Presidente e os Vereadores a tempo inteiro das Câmaras Municipais e os Deputados ao Parlamento Europeu. Sendo por demais evidente que devem ser eliminados desta enumeração o Governador e os Secretários Adjuntos de Macau, interessa fundamentalmente questionar do porquê da não inclusão dos Deputados das Assembleias Legislativas Regionais dos Açores e da Madeira, e se a mesma faz algum sentido ou se, pelo contrário, cria uma zona do poder político não abrangida pelo regime geral relativo às incompatibilidades e impedimentos. Obviamente, a explicação dessa não inclusão não é a autonomia regional que permitiria estatutos próprios e eventualmente distintos, dado que os membros de cada Governo Regional são abrangidos pela Lei e nunca foi suscitada nem poderia sê-lo a inconstitucionalidade dessa norma. A Constituição da República Portuguesa considera como órgãos de governo próprio das Regiões Autónomas as Assembleias Legislativas Regionais e os Governos Regionais, atribuindo às primeiras poderes legislativos e aos segundos poderes exclusivamente executivos na total dependência das Assembleias Regionais. Assim, se o Regime Jurídico de Incompatibilidades e Impedimentos dos Titulares de Cargos Políticos e de Altos Cargos Públicos considera, e bem, como titulares de cargos políticos os membros dos Governos Regionais, por maioria de razões deveria também considerar os Deputados às Assembleias Legislativas Regionais, submetendo-os ao respectivo regime. Ao não incluir este cargo político entre os enumerados, o Regime Jurídico de Incompatibilidades e Impedimentos dos Titulares de Cargos Políticos e de Altos Cargos Públicos, que se pretende que seja geral e nacional, criou uma área de excepção, a qual dá azo, nomeadamente, a que estes titulares de cargos políticos os 2
3 Deputados das Assembleias Legislativas Regionais, não estejam abrangidos, entre outros, pelos impedimentos previstos pelo artigo 8º do referido diploma. Não há, pois, nenhum argumento sério que permita manter de fora do âmbito do Regime Jurídico de Incompatibilidades e Impedimentos dos Titulares de Cargos Políticos e de Altos Cargos Públicos, estes titulares de cargos políticos. Nem tão pouco se argumente que os Estatutos Político-Administrativos das Regiões Autónomas resolvem esta questão, pois para além da discussão sobre se o poderiam ou não fazer, no caso do Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma dos Açores não é abordada a questão das incompatibilidades e impedimentos dos deputados embora a prática política tenha garantido sempre a consonância com a Lei, e no Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma da Madeira, as incompatibilidades e impedimentos previstos ficam aquém das estipuladas pelo regime que se pretende geral e a prática política é aberta e violentamente contraditória com a definida pela Lei. A Constituição define, no número 2 do seu artigo 117º, que A lei dispõe sobre os deveres, responsabilidades e incompatibilidades dos titulares dos cargos políticos, as consequências do respectivo incumprimento, bem como sobre os respectivos direitos, regalias e imunidades. No número 7 do artigo 231º, é determinado que O estatuto dos titulares dos órgãos de governo próprio das regiões autónomas é definido nos respectivos estatutos político-administrativos, cabendo embora à Assembleia da República aprovar estes estatutos bem como as leis eleitorais aplicáveis nas regiões autónomas (artigo 161º). Não restam portanto dúvidas de que só existem duas vias legislativas para se obter a uniformização dos regimes de incompatibilidades e impedimentos em toda a República: ou por iniciativa própria das Assembleias Legislativas Regionais para a conformação do seu estatuto político-administrativo com a Lei, através de alteração daquele a submeter à Assembleia da República, ou, na sua falta, pela iniciativa da Assembleia da República para a determinar a 3
4 aplicação em todo o território da mesma lei sobre incompatibilidades e impedimentos. No caso da Região Autónoma da Madeira, esta segunda via torna-se necessária dado existir um regime de excepção que é contraditório com o entendimento nacional e certamente partilhado pela maioria da população das regiões autónomas do que deve ser a transparência e responsabilidade do exercício dos cargos públicos electivos. Ora, a autonomia regional não requer nem justifica nenhuma excepção para que os deputados regionais possam ser beneficiários de contratos concedidos pelo Governo Regional, através de empresas de que sejam proprietários. De facto o Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma da Madeira, aprovado pela Lei 13/91, 5 Junho, alterado pela Lei 130/99, 21 de Agosto e pela Lei 12/2000, 21 de Junho, relativamente à matéria das incompatibilidades e impedimentos, determina: Artigo 34º Incompatibilidades 1. É incompatível com o exercício do mandato de deputado à Assembleia Legislativa Regional o desempenho dos cargos seguintes: a) Presidente da República, membro do Governo e Ministro da República; b) Membro do Tribunal Constitucional, do Supremo Tribunal de Contas e do Conselho Superior da Magistratura e Provedor de Justiça; c) Deputado ao Parlamento Europeu; d) Deputado à Assembleia da República; e) Membro dos demais órgãos de governo próprio das Regiões Autónomas; f) Embaixador não oriundo da carreira diplomática; g) Governador e vice-governador civil; h) Presidente e vereador a tempo inteiro das câmaras municipais; 4
5 i) Funcionário do Estado, da Região ou de outras pessoas colectivas de direito público; j) Membro da Comissão Nacional de Eleições; l) Membro dos gabinetes ministeriais ou legalmente equiparados; m) Funcionário de organização internacional ou de Estado estrangeiro; n) Presidente e vice-presidente do Conselho Económico e Social; o) Membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social; p) Membro dos conselhos de administração das empresas públicas; q) Membro dos conselhos de administração das empresas de capitais públicos maioritariamente participadas pelo Estado ou pela Região; r) Membro dos conselhos de administração de institutos públicos autónomos; 2. É ainda incompatível com a função de deputado: a) O exercício das funções previstas no n.º 2 do artigo 28º; b) O exercício do cargo de delegado do Governo Regional no Porto Santo; c) O exercício do cargo de director regional no Governo Regional; 3. O disposto na alínea i) do n.º 1 não abrange o exercício gratuito de funções docentes, de actividade de investigação e outras similares como tal reconhecidas caso a caso pela Assembleia Legislativa Regional. Artigo 35º Impedimentos 1. Os deputados carecem de autorização da Assembleia Legislativa Regional para serem jurados, árbitros, peritos ou testemunhas. 2. A autorização a que se refere o número anterior deve ser solicitada pelo juiz competente ou pelo instrutor do processo em documento dirigido ao Presidente da Assembleia Legislativa Regional e a decisão será precedida de audição do deputado. 3. É vedado aos deputados da Assembleia Legislativa Regional: a) Exercer o mandato judicial como autores nas acções cíveis contra o Estado e contra a Região; b) Servir de peritos ou árbitros a título remunerado em qualquer processo em que sejam parte o Estado, a Região e demais pessoas colectivas de direito público; c) Integrar a administração de sociedades concessionárias de serviços públicos; d) Figurar ou de qualquer forma participar em actos de publicidade comercial. 5
6 4. Os impedimentos constantes da alínea b) do número anterior poderão ser supridos, em razão de interesse público, por deliberação da Assembleia Legislativa Regional. É óbvio, que estas disposições ficam aquém do disposto pela Lei n.º 64/93, de 26 de Agosto, nomeadamente no que se refere ao disposto no artigo 8º deste regime: Artigo 8º Impedimentos aplicáveis a sociedades 1 - As empresas cujo capital seja detido numa percentagem superior a 10% por um titular de órgão de soberania ou titular de cargo político, ou por alto cargo público, ficam impedidas de participar em concursos de fornecimento de bens ou serviços, no exercício de actividade de comércio ou indústria, em contratos com o Estado e demais pessoas colectivas públicas. 2 - Ficam sujeitas ao mesmo regime: a) As empresas cujo capital, em igual percentagem, seja titular o seu cônjuge, não separado de pessoas e bens, os seus ascendentes e descendentes em qualquer grau e os colaterais até ao 2º grau, bem como aquele que com ele viva nas condições do artigo 2020º do Código Civil; b) As empresas em cujo capital o titular do órgão ou cargo detenha, directa ou indirectamente, por si ou conjuntamente com os familiares referidos na alínea anterior, uma participação não inferior a 10%. Por outras palavras, na Região Autónoma da Madeira é possível um deputado proprietário de uma empresa participar e ganhar concursos públicos e portanto ser simultaneamente parte da decisão e beneficiário de decisão dos poderes públicos. Quanto ao Estatuto Político Administrativo da Região Autónoma dos Açores, aprovado pela Lei 39/80, de 5 Agosto, alterada pela Lei n.º 9/87, de 26 Março, e pela Lei n.º 61/98, de 27 Agosto, limita-se a equiparar o estatuto dos deputados da Assembleia Legislativa Regional ao dos deputados da Assembleia da República, quanto aos direitos, regalias e imunidades, a definir os deveres dos deputados, bem como a perda, renúncia e suspensão do mandato. Na alínea a) do n.º 1 do artigo 28º deste diploma, encontramos uma referência às incompatibilidades como motivo de 6
7 perda de mandato: 1- Perdem o mandato os Deputados que: (a) Venham a ser feridos por alguma das incapacidades ou incompatibilidades previstas na lei. Este artigo remete assim para as incompatibilidades previstas na lei, embora a Lei n.º 64/93, que define o regime jurídico das incompatibilidades e impedimentos, não seja aplicável aos deputados das Assembleias Legislativas Regionais senão por via desta extensão consagrada no Estatuto. Não restam no entanto dúvidas de que o entendimento desta aplicação da lei na Região Autónoma dos Açores é igual à da República. Assim, os deputados do Bloco de Esquerda, nos termos regimentais e constitucionais aplicáveis, apresentam o seguinte projecto de lei: Artigo 1º Alterações à Lei n.º 64/93, de 26 de Agosto O artigo 1º da Lei n.º 64/93, de 26 de Agosto, alterada pela Lei n.º 39-B/94, de 27 de Dezembro, Lei 28/95, de 18 de Agosto, pela Lei n.º 12/96, de 18 de Abril, pela Lei n.º 42/96, de 31 de Agosto e Lei n.º 12/98, de 24 de Fevereiro, passam a ter a seguinte redacção: Artigo 1º ( ) 1 ( ) 2 ( ): a) ( ); b) Os deputados das Assembleias Legislativas Regionais; c) Anterior alínea b); d) Anterior alínea c); e) ( ); 7
8 f) ( ). Artigo 2º (Entrada em vigor) O presente diploma entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação. Assembleia da República, 26 de Abril de 2006 As deputadas e os Deputados do Bloco de Esquerda 8
ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS DOS TITULARES DE CARGOS POLÍTICOS E ALTOS CARGOS PÚBLICOS
ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS DOS TITULARES DE CARGOS POLÍTICOS E ALTOS CARGOS PÚBLICOS Com as alterações introduzidas pelas Leis n. os 39-B/94, de 27 de Dezembro; 28/95,
Regime Jurídico de Incompatibilidades e Impedimentos dos Titulares de Cargos Políticos e Altos Cargos Públicos
Regime Jurídico de Incompatibilidades e Impedimentos dos Titulares de Cargos Políticos e Altos Cargos Públicos Lei n.º 64/93, de 26 de Agosto, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 39-B/94, de 27
Regime Jurídico de Incompatibilidades e Impedimentos dos Titulares de Cargos Políticos e Altos Cargos Públicos
Regime Jurídico de Incompatibilidades e Impedimentos dos Titulares de Cargos Políticos e Altos Cargos Públicos Lei n.º 64/93, de 26 de Agosto, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 39-B/94, de 27
Lei n.º 64/93, de 26 de agosto
Lei n.º 64/93, de 26 de agosto Estabelece o regime jurídico de incompatibilidades e impedimentos dos titulares de cargos políticos e altos cargos públicos Artigo 1.º Âmbito 1 A presente lei regula o regime
Direito Constitucional Português
Direito Constitucional Português Legislação Fundamental I CONSTITUIÇÃO E LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR 1. Constituição da República Portuguesa (depois da VII revisão constitucional Lei Constitucional nº 1/2005,
CONSTITUIÇÂO DA REPÚBLICA PORTUGUESA. (texto integral) Tribunais SECÇÃO V CAPÍTULO I. Princípios gerais. Artigo 202. (Função jurisdicional)
CONSTITUIÇÂO DA REPÚBLICA PORTUGUESA (texto integral) Tribunais SECÇÃO V CAPÍTULO I Princípios gerais Artigo 202. (Função jurisdicional) 1. Os tribunais são os órgãos de soberania com competência para
DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 8/2007 REGIME DAS PRECEDÊNCIAS PROTOCOLARES E DO LUTO REGIONAL NA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES
DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 8/2007 REGIME DAS PRECEDÊNCIAS PROTOCOLARES E DO LUTO REGIONAL NA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES A particular configuração que as regras das precedências protocolares assumem
Exmo. Senhor (Nome e morada)
Exmo. Senhor (Nome e morada) Na sequência da reclamação apresentada em (data de apresentação da reclamação), do acto de processamento do seu vencimento, relativo ao mês de Janeiro de 2011, e em resposta
PROJECTO DE LEI N.º 154/XI ELIMINA AS RESTRIÇÕES DE ACESSO AO PROVEDOR DE JUSTIÇA POR PARTE DOS ELEMENTOS DAS FORÇAS ARMADAS
Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 154/XI ELIMINA AS RESTRIÇÕES DE ACESSO AO PROVEDOR DE JUSTIÇA POR PARTE DOS ELEMENTOS DAS FORÇAS ARMADAS Exposição de motivos O Provedor de Justiça tem por função
Dossier de Acompanhamento de Votação em Comissão. Artigo 76.º. Alteração à Lei n.º 52-A/2005, de 10 de outubro
Processo Legislativo AR@Net Dossier de Acompanhamento de Votação em Comissão Artigo 76.º Alteração à Lei n.º 52-A/2005, de 10 de outubro PROPOSTA DE LEI 178/XII/3 1 - Os artigos 9.º e 10.º da Lei n.º 52-A/2005,
Diploma. Estatuto remuneratório dos titulares de cargos políticos. Estatuto remuneratório dos titulares de cargos políticos
Diploma Estatuto remuneratório dos titulares de cargos políticos Estatuto remuneratório dos titulares de cargos políticos A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 164.º, alínea d), 167.º,
CONSTITUIÇÃO DA REPUBLICA PORTUGUESA
A MARCELO REBELO DE SOUSA Professor Catedrático da Faculdade de Direito de Lisboa JOSÉ DE MELO ALEXANDRINO Assistente da Faculdade de Direito de Lisboa CONSTITUIÇÃO DA REPUBLICA PORTUGUESA ^ COMENTADA
Acumulação de funções. Decreto-Lei n.º 413/93 de 23 de Dezembro
Acumulação de funções Decreto-Lei n.º 413/93 de 23 de Dezembro O Estatuto Disciplinar dos Funcionários e Agentes da Administração Central, Regional e Local, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 24/84, de 16 de
Lei n.º 4/85, de 9 de Abril. Estatuto remuneratório dos titulares de cargos políticos
Lei n.º 4/85, de 9 de Abril Estatuto remuneratório dos titulares de cargos políticos A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 164.º, alínea d), 167.º, alínea g), e 169.º, n.º 2, da Constituição,
II O Conselho Distrital tem competência para emitir parecer, nos termos do disposto no artigo 50.º, nº 1, al. f) do E.O.A.
PARECER Nº 59/PP/2014-P CONCLUSÕES 1 - Não existe incompatibilidade para o exercício da advocacia por parte de Advogado que seja Tesoureiro de junta de freguesia. 2 O advogado que tesoureiro de uma junta
Diário da República, 1. a série N. o de Agosto de Artigo 6. o
Diário da República, 1. a série N. o 164 25 de Agosto de 2006 6185 Artigo 6. o Atenuação especial da coima até 50 % 1 A Autoridade da Concorrência pode conceder uma atenuação especial até 50% do montante
PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 18/XII. Exposição de Motivos
Proposta de Lei n.º 18/XII Exposição de Motivos Nos últimos anos, os serviços e órgãos da administração directa e indirecta do Estado, bem como as Regiões Autónomas e as autarquias locais, têm, no âmbito
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA. Despacho normativo n.º xxx/2012. O sistema de avaliação do desempenho do pessoal docente consagrado no Estatuto da
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA Despacho normativo n.º xxx/2012 O sistema de avaliação do desempenho do pessoal docente consagrado no Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores
de :09 Lei das precedências do Protocolo do Estado
Lei das precedências do Protocolo do Estado Português Lei n.º 40/2006, de 25 de Agosto A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: SECÇÃO I Princípios
PARECER JURÍDICO N.º 62 / CCDR-LVT / Validade Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA
Validade Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA ASSUNTO ELEITOS LOCAIS QUESTÃO A Câmara Municipal é um serviço processador de senhas de presença aos membros da Assembleia Municipal, sendo estas funções
Lei Nº 29/1987, de 30 de Junho. (republicada pela Lei nº 52-A/2005 de 10 de Outubro) Estatuto dos Eleitos Locais. Artigo 1º Âmbito
Lei Nº 29/1987, de 30 de Junho (republicada pela Lei nº 52-A/2005 de 10 de Outubro) Estatuto dos Eleitos Locais Artigo 1º Âmbito 1 - A presente lei define o Estatuto dos Eleitos Locais. 2 - Consideram-se
Novo estatuto do gestor público
Decreto Lei n.º 71/2007, de 27 de março Novo estatuto do gestor público CAPÍTULO I Âmbito Artigo 1.º Gestor público 1 Para os efeitos do presente decreto lei, considera se gestor público quem seja designado
PARECER JURÍDICO N.º 47 / CCDR-LVT / Validade Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS
Validade Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA ASSUNTO GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS QUESTÃO A Junta de Freguesia pretende saber o seguinte: 1. O regime de incompatibilidades do art. 78.º do Estatuto da
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA 7.ª revisão 2005 (excertos) Princípios fundamentais. ARTIGO 10.º (Sufrágio universal e partidos políticos)
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA 7.ª revisão 2005 (excertos) Princípios fundamentais ARTIGO 10.º (Sufrágio universal e partidos políticos) 1. O povo exerce o poder político através do sufrágio universal,
Lei n.º 29/87, de 30 de Junho. Estatuto dos Eleitos Locais. Artigo 1.º Âmbito
Lei n.º 29/87, de 30 de Junho Estatuto dos Eleitos Locais Artigo 1.º Âmbito 1 - A presente lei define o Estatuto dos Eleitos Locais. 2 - Consideram-se eleitos locais, para efeitos da presente lei, os membros
Direito Constitucional -Poder Legislativo- Profº. Cleiton Coutinho
Direito Constitucional -Poder Legislativo- Profº. Cleiton Coutinho 01. Quanto ao Congresso Nacional, considere: I. O número total de Deputados, bem como a representação por Estado e pelo Distrito Federal,
Estatutos do Centro de Arbitragem Comercial 1
Estatutos do Centro de Arbitragem Comercial 1 Artigo 1.º 1 O Centro de Arbitragem da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa é a instituição de arbitragem através da qual a Câmara de Comércio e Indústria
Lei n.º 29/87, de 30 de Junho 1. Estatuto dos Eleitos Locais
Lei n.º 29/87, de 30 de Junho 1 Estatuto dos Eleitos Locais A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 164.º, alínea d), 167.º, alínea g), e 169.º, n.º 2, da Constituição, o seguinte: Artigo
ESTATUTO DOS DEPUTADOS (LEI N.º 7/93, DE 1 DE MARÇO)
ESTATUTO DOS DEPUTADOS (LEI N.º 7/93, DE 1 DE MARÇO) Atualizado pela última vez em 30 de novembro de 2011 Lei n.º 7/93, de 1 de março * A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 164.º,
REPÚBLICA DA GUINÉ BISSAU ASSEMBLEIA NACIONAL POPULAR CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA ÍNDICE CAPÍTULO IV DA ASSEMBLEIA NACIONAL POPULAR ARTIGO 76
REPÚBLICA DA GUINÉ BISSAU ASSEMBLEIA NACIONAL POPULAR CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA 1996 ÍNDICE CAPÍTULO IV DA ASSEMBLEIA NACIONAL POPULAR ARTIGO 76 A Assembleia Nacional Popular é o supremo órgão legislativo
ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2012
ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2012 Por alteração da Orientação de Gestão n.º 1/2010 (29-03-2010) e da Orientação de Gestão n.º 7/2008 (21-01-2009) REGRAS ASSOCIADAS À CONTRATAÇÃO PÚBLICA A APLICAR PELA AUTORIDADE
Funções Essenciais à Justiça Arts. 127 a 135, CF/88
Direito Constitucional Funções Essenciais à Justiça Arts. 127 a 135, CF/88 Art. 127: O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da
