NOTA INFORMATIVA Nº 3 - MCSP /2008
|
|
|
- Cláudio Benevides Filipe
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 NOTA INFORMATIVA Nº 3 - MCSP /2008 Competências do Coordenador de Unidade de Saúde Familiar (USF) (Decreto-Lei nº 298/2007, de 22 de Agosto) Tendo surgido actos de dirigentes de diversas ARS, com os mais variados argumentos, negando e revogando os actos praticados pelos coordenadores das USF, no uso da competência que lhes atribui o artigo 12º do Decreto-Lei nº 298/2007, de 22 de Agosto, e tendo-se levantando um mar de dúvidas em todas as USF em presença desta actuação, entende-se pertinente divulgar esta Nota no sentido de uma correcta e uniforme interpretação dos dispositivos legais criando, assim, um clima de estabilidade na reforma dos CSP. DECRETO-LEI Nº 298/2007, 22 de Agosto Artigo 12.º Coordenador da equipa 1 - O coordenador da equipa é o médico identificado na candidatura e designado pelo despacho que aprova a constituição da USF. 2 - Não é permitida a acumulação das funções de coordenador da equipa e de director de centro de saúde. 3 - O coordenador da equipa exerce as suas competências nos termos previstos no regulamento interno da USF. 4 - Compete, em especial, ao coordenador da equipa: a) Coordenar as actividades da equipa multiprofissional, de modo a garantir o cumprimento do plano de acção e os princípios orientadores da actividade da USF; b) Gerir os processos e determinar os actos necessários ao seu desenvolvimento; c) Presidir ao conselho geral da USF; d) Assegurar a representação externa da USF; e) Assegurar a realização de reuniões com a população abrangida pela USF ou com os seus representantes, no sentido de dar previamente a conhecer o plano de acção e o relatório de actividades; f) Autorizar comissões gratuitas de serviço no País. 1
2 5 - O coordenador da equipa detém as competências para, no âmbito da USF, confirmar e validar os documentos que sejam exigidos por força de lei ou regulamento. 6 - O coordenador da equipa exerce, também, as competências legalmente atribuídas aos titulares do cargo de direcção intermédia do 1.º grau e outras que lhe forem delegadas ou subdelegadas, com faculdade de subdelegação. 7 - Com excepção das previstas nas alíneas a) e c) do n.º 4 do presente artigo, o coordenador da equipa pode delegar, com faculdade de subdelegação, as suas competências noutro ou noutros elementos da equipa. NOTAS Notas ao nº1 Esta norma dá a indicação clara que a substituição do coordenador, a qualquer momento, terá de seguir o mesmo procedimento da primeira designação, isto é, a deliberação do conselho geral que aprove a substituição do coordenador deve ser comunicada ao CD da ARS para homologação do mesmo modo que a da constituição da equipa. Notas ao nº4 I - De acordo com o artigo 29º do Código do Procedimento Administrativo (CPA) a competência é definida por lei e é irrenunciável e inalienável, sem prejuízo do disposto quanto à delegação de poderes e à substituição. Assim, a norma incluída neste número expressa a legalidade da fixação de competência, vertente do princípio geral da legalidade, princípio elementar de actuação de Administração Pública. II - Deste nº 4 resulta que a competência do coordenador é própria. É um poder que lhe foi atribuído directamente pela lei para a prática de determinados actos. Contudo há que considerar que esse poder próprio para decidir cinge-se às matérias ali enunciadas e devem ser observadas as directivas e orientações gerais dos órgãos ou entidades superiores. III - No caso concreto da autorização das comissões gratuitas de serviço no país, prevista na alínea f), o coordenador deve decidir com acatamento das orientações gerais superiormente fixadas. Salienta-se, a propósito, a vigência do Despacho do Ministro da Saúde nº 867/2002, publicado no DR, 2ª série de 14 de Janeiro de 2002, que define 2
3 regras para a concessão da comissão gratuita de serviço, as quais devem ser consideradas na decisão do coordenador. No caso de também existirem normas da ARS o coordenador da USF deve munir-se desses instrumentos e decidir com observância dos mesmos. IV - Por força do artigo 42º do DL 298/2007, o funcionamento das USF depende em primeira linha da ARS e a decisão do coordenador da USF, sobre comissões gratuitas de serviço, deve ser-lhe remetida acompanhada dos fundamentos atinentes, e não um processo para autorização. Aliás, como se determina no nº 12 do despacho acima citado, devem ser remetidas à ARS todas as decisões tomadas durante o mês. No âmbito dos procedimentos não se mostra necessário, portanto, qualquer intervenção do director do Centro de Saúde, nem sequer emissão de parecer, dado que a decisão está legalmente tomada a montante. Todavia, numa actuação de estreita cooperação e manifesta cortesia entende-se que lhe deve ser dado conhecimento da decisão tomada. A matéria em causa também não se insere na esfera do Manual de Articulação com o Centro de Saúde. V - Há que não confundir os conceitos de competência, poder para decidir, e de dependência hierárquica, relação de subordinação. O coordenador da USF, embora possa decidir autonomamente neste segmento, está obrigado a ter em consideração, na sua decisão, as orientações gerais traçadas pela entidade hierarquicamente superior. É de salientar que, de acordo com o preceituado no CPA e na medida em que a competência para autorizar as comissões gratuitas de serviço não é exclusiva do coordenador da USF, mas também do CD da ARS, pode este, na qualidade de superior hierárquico, revogar ou modificar a decisão do coordenador invocando inconveniência ou inoportunidade, se inobservadas as directrizes e orientações gerais vigentes. Por economia processual, e a finalidade deste documento, entende-se por desnecessário maior desenvolvimento desta matéria. Notas ao nº5 Inserem-se neste número as competências relativas à prescrição e prestação de cuidados de saúde, nomeadamente: 3
4 - confirmação de meios complementares de diagnóstico e terapêutica (MCDT); - requisição de transporte de doentes. Notas ao nº6 I - Cabe aqui, e agora, mencionar quais são as competências previstas na Lei 2/2004, de 15 Janeiro, com a redacção dada pela Lei nº51/2005, de 30 Agosto: Artigo 8º Competências dos titulares dos cargos de direcção intermédia 1 Compete aos titulares de cargos de direcção intermédia do 1º grau: a). b).... c).... d). e) Praticar os actos previstos no Anexo II, que é parte integrante da presente lei. 2 - ANEXO II - Autorizar o exercício de funções a tempo parcial. - Justificar ou injustificar faltas. - Conceder licenças e autorizar o regresso à actividade, com excepção da licença sem vencimento por um ano por motivo de interesse público e da licença de longa duração. - Autorizar o gozo e acumulação de férias e aprovar o respectivo plano anual. - Autorizar o abono do vencimento de exercício perdido por motivo de doença. - Autorizar a inscrição e participação do pessoal em congressos, reuniões, seminários, colóquios, cursos de formação em regime de autoformação ou outras iniciativas semelhantes que decorram em território nacional quando não importem custos para o serviço. - Autorizar o pessoal a comparecer em juízo quando requisitado nos termos da lei de processo. II - Embora lhe sejam cometidas as competências de titular de cargo de direcção intermédia, usualmente director de serviços, não é aplicável ao coordenador de USF o estatuto de dirigente. O diploma das USF ao atribuir-lhes autonomia técnica, funcional e organizativa veio, de igual modo no artigo 12º, conferir ao coordenador as competências de gestão equiparadas às de director de serviços para agilizar os procedimentos gestionários e adaptar a resposta da equipa às solicitações dos seus utentes através da intersubstituição. III - Verifica-se que a competência para autorizar comissões gratuitas de serviço também se encontra incluída no anexo II, mas tal facto não acrescenta mais legitimidade ao coordenador da USF. 4
5 IV - As competências atribuídas ao coordenador por força da 1ª parte deste nº6 também são consideradas como próprias. V - São aplicáveis neste sector as notas feitas ao nº 4. Notas ao nº7 I - Resulta da norma inserida neste número que todas as competências atribuídas ao coordenador podem ser delegadas ou subdelegadas à excepção das alíneas a) e c) do nº 4, ou seja, coordenar as actividades da equipa multiprofissional e presidir ao conselho geral. II - Dada a dimensão da equipa, e no sentido de preservar a sua unidade e coesão, é avisado, no entanto, que outras competências, para além das mencionadas anteriormente, deveriam ser reservadas ao coordenador, ou seja não delegadas, particularmente as que se relacionam com a gestão da equipa. Recomenda-se, assim, que sejam delegadas competências apenas nas situações em que tal delegação resulte na agilização de procedimentos em benefício do utente, e quando daí não advenha risco de prejuízo para a gestão das actividades da equipa. Em 25 de Fevereiro 2008 O Coordenador da MCSP Luís Pisco 5
Regulamento dos Serviços Centralizados do ISCTE- IUL. CAPÍTULO I Natureza e âmbito de aplicação Artigo 1.º Natureza e âmbito de aplicação
Regulamento dos Serviços Centralizados do ISCTE- IUL CAPÍTULO I Natureza e âmbito de aplicação Artigo 1.º Natureza e âmbito de aplicação 1. O presente regulamento define a organização interna das estruturas
REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO DE QUÍMICA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS
REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO DE QUÍMICA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Definição e atribuições 1 O Departamento de Química da Universidade do Minho, adiante designado por departamento, é uma subunidade
Artigo 1.º. Alteração
Projecto de -Lei 41/2009 que define as competências atribuídas ao Instituto Camões I.P. em matéria de gestão da rede de ensino português no estrangeiro Ao abrigo do disposto no 1 do artigo 9.º da Lei 3/2004,
CAPITULO I Âmbito e objecto. Artigo 1.º Âmbito de aplicação
Regulamento de Acumulação de Funções - Aprovado em Conselho Geral do Instituto Politécnico de Viseu, em 31 de Março de 2006 e publicado no D.R. n.º 95 de 17 de Maio de 2006. (Regulamento n.º 42/2006) CAPITULO
Resolução do Conselho de Ministros n.º157/2005, 12 de Outubro
Resolução do Conselho de Ministros n.º157/2005, 12 de Outubro Criar na dependência directa do Ministro da Saúde, a Missão para os Cuidados de Saúde Primários ( MCSP), com a natureza de estrutura de missão,
«Régies Cooperativas»
«Régies Cooperativas» DECRETO-LEI Nº 31/84 DE 21 DE JANEIRO (INSTITUI O REGIME DAS COOPERATIVAS DE INTERESSE PÚBLICO, VULGARMENTE DESIGNADAS «RÉGIES COOPERATIVAS») 1. O nº 4 do artigo 5º do Código Cooperativo,
Decreto-Lei n.º 400/74 de 29 de Agosto
Decreto-Lei n.º 400/74 de 29 de Agosto Artigo 1.º...2 Artigo 2.º...2 Artigo 3.º...2 Artigo 4.º...2 Artigo 5.º...2 Artigo 6.º...3 Artigo 7.º...3 Artigo 8.º...3 Artigo 9.º...3 Artigo 10.º...4 Artigo 11.º...4
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA Gabinete do Ministro. Despacho n.º..
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA Gabinete do Ministro Despacho n.º.. Sem prejuízo do regime de autonomia, administração e gestão dos estabelecimentos públicos da educação pré-escolar e dos ensinos básico
S.A.M.S. REGULAMENTO DE GESTÃO DOS SAMS
S.A.M.S. REGULAMENTO DE GESTÃO DOS SAMS (Regulamento aprovado em 11.11.2003 nos Conselhos Gerais dos Sindicatos dos Bancários do Centro, do Norte e do Sul e Ilhas) Redacção Final aprovada em 5.12.03, pela
I (15 valores) Tenha em conta a seguinte hipótese e responda às 7 questões especificamente colocadas. A saber:
FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA DIREITO ADMINISTRATIVO I Turma B 18 de janeiro de 2019 -Exame Regente: Professor Doutor Vasco Pereira da Silva Duração: 120 minutos Cotações: 20 valores :
REGULAMENTO MUNICIPAL PARA REALIZAÇÃO DE LEILÕES
REGULAMENTO MUNICIPAL PARA REALIZAÇÃO DE LEILÕES (Aprovado na 24ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal realizada em 16 de Dezembro de 2003, na 2ª Reunião da 5ª Sessão Ordinária de Assembleia Municipal,
Regulamento de Estacionamento e Funcionamento das Praças de Táxi no. Município do Funchal
Regulamento de Estacionamento e Funcionamento das Praças de Táxi no Município do Funchal Nota Justificativa O Decreto-Lei nº 251/98, de 11 de Agosto, e subsequentes alterações, veio atribuir aos Municípios
Reitoria. Universidade do Minho, 24 de Fevereiro de 2010
Reitoria RT-21/2010 Por proposta do Conselho Académico da Universidade do Minho, é homologado o Regulamento do Mestrado Integrado em Psicologia, anexo a este despacho. Universidade do Minho, 24 de Fevereiro
Centro de Estudos de Artes Decorativas da Escola Superior de Artes Decorativas da FRESS. Regulamento
Centro de Estudos de Artes Decorativas da Escola Superior de Artes Decorativas da FRESS Regulamento Os Estatutos da Escola Superior de Artes Decorativas (ESAD) da Fundação Ricardo Espírito Santo Silva
Mapa de Pessoal 2011
Mapa de Pessoal 2011 Ocupados A ocupar Trabalhadores ausentes por motivo de: Carreira Categoria Atribuições/ Competências/ Actividades Área de Formação Académica e/ou Profissional e/ou competência específica
REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA. Artigo 1.º. Âmbito
Sociedade Comercial Orey Antunes, S.A. Sociedade aberta com o Capital Social: 12.000.000,00 (doze milhões de euros) Sede: Rua Carlos Alberto da Mota Pinto, n.º 17, 6.º andar, 1070-313 Lisboa Registada
Universidade do Minho PROPOSTA DE REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS INTEGRADO CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE
Universidade do Minho PROPOSTA DE REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS INTEGRADO CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM ENGENHARIA ELECTRÓNICA INDUSTRIAL E COMPUTADORES 1 Artigo 1º (Natureza e âmbito de aplicação)
DL 495/ Dez-30 CIRC - Sociedades Gestoras de Participações Sociais (SGPS) - HOLDINGS
DL 495/88 1988-Dez-30 CIRC - Sociedades Gestoras de Participações Sociais (SGPS) - HOLDINGS SOCIEDADES HOLDING Artigo 1º (sociedades gestoras de participações sociais) 1 As sociedades gestoras de participações
Anteprojeto de decreto-lei sobre os consórcios entre. instituições de ensino superior públicas
Anteprojeto de decreto-lei sobre os consórcios entre instituições de ensino superior públicas CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Artigo 2.º Objeto e âmbito Características gerais CAPÍTULO II SECÇÃO
REGULAMENTO DO ESTATUTO DO DIRIGENTE ASSOCIATIVO
REGULAMENTO DO ESTATUTO DO DIRIGENTE ASSOCIATIVO 1 PREÂMBULO Os diplomas que disciplinam o Estatuto do Dirigente Associativo Estudantil e o Estatuto do Dirigente Associativo Juvenil, são, respectivamente,
Ministério da Educação Decreto-Lei nº 344/93 De 1 de Outubro
Ministério da Educação Decreto-Lei nº 344/93 De 1 de Outubro Criado em 1979, pelo Decreto-Lei nº 513-L1/79, de 27 de Dezembro, então como Conselho Coordenador da Instalação dos Estabelecimentos de Ensino
PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS
DL 659/2008 2008.11.14 A Lei 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, que consagra os regimes de vinculação, de carreiras e remunerações dos trabalhadores que exercem funções públicas vem estabelecer novos e mais
Estatuto do Pessoal Dirigente da Administração Central, Local e Regional do Estado
CÓDIGOS ELECTRÓNICOS DATAJURIS DATAJURIS é uma marca registada no INPI sob o nº 350529 Estatuto do Pessoal Dirigente da Administração Central, Local e Regional do Estado Todos os direitos reservados à
ASSOCIAÇÃO DE UNIDADES DE CUIDADOS NA COMUNIDADE
Ofício nº: 03/2016 Data: 04/01/2016 Assunto: Parecer sobre nomeação para cargos de chefia, de enfermeiros coordenadores de UCC, conforme o Decreto-lei nº 248/2009, de 22 de setembro, A AUCC teve conhecimento
ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA SECUNDÁRIA DA BAIXA DA BANHEIRA ESTATUTOS
1 ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA SECUNDÁRIA DA BAIXA DA BANHEIRA ESTATUTOS CAPÍTULO I Da Natureza Jurídica, Denominação, Sede e duração da Associação Artigo 1.º Natureza Jurídica,
Acumulação de funções. Decreto-Lei n.º 413/93 de 23 de Dezembro
Acumulação de funções Decreto-Lei n.º 413/93 de 23 de Dezembro O Estatuto Disciplinar dos Funcionários e Agentes da Administração Central, Regional e Local, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 24/84, de 16 de
UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional do Porto Faculdade de Economia e Gestão. Centro de Estudos em Gestão e Economia CEGE
UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional do Porto Faculdade de Economia e Gestão Centro de Estudos em Gestão e Economia CEGE Capítulo I Disposições gerais Artigo 1º (Natureza) 1. O Centro de Estudos
Decreto-Lei n.º 296-A/98, de 25 de Setembro
Federação Nacional dos Professores www.fenprof.pt Decreto-Lei n.º 296-A/98, de 25 de Setembro Nos termos da nova redacção do artigo 12.º da Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei n.º 46/86, de 14 de Outubro,
DECRETO N.º 379/X. Artigo 1.º Alteração à Lei n.º 57/98, de 18 de Agosto
DECRETO N.º 379/X Procede à terceira alteração à Lei n.º 57/98, de 18 de Agosto, adaptando o regime de identificação criminal à responsabilidade penal das pessoas colectivas A Assembleia da República decreta,
Estatutos da Fundação Casa Carvalho Cerqueira
Estatutos da Fundação Casa Carvalho Cerqueira Capítulo I Natureza, fim, actividades, duração, sede e lugares de exercício Artigo 1.º (Natureza) A Fundação da Casa Carvalho Cerqueira é uma pessoa colectiva
Regulamento do Conselho Pedagógico do ISPAJ
Regulamento do Conselho Pedagógico do ISPAJ Versão aprovada em Conselho de Direcção de 9 de Julho de 2015 Documento Regulamento do Conselho Pedagógico do ISPAJ Data 05/07/2015 Conselho de Direcção 09/07/2015
REGULAMENTO DO CONSELHO COORDENADOR DE AVALIAÇÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE MONDIM DE BASTO (CMMB) Preâmbulo
REGULAMENTO DO CONSELHO COORDENADOR DE AVALIAÇÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE MONDIM DE BASTO (CMMB) Preâmbulo O Sistema Integrado de Avaliação de Desempenho na Administração Pública (SIADAP), estabelecido na
REQUERIMENTO DE AUTORIZAÇÃO DO REGIME DE ACUMULAÇÃO DE FUNÇÕES
do Norte REQUERIMENTO DE AUTORIZAÇÃO DO REGIME DE ACUMULAÇÃO DE FUNÇÕES DATA DE Nº DO PROCESSO 1 EXMO. (ª) SR. (ª): 1 2 NATUREZA DA ACUMULAÇÃO: Pública Privada FASE: Inicial Renovação 2 Situação no serviço
CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE
MUNICÍPIO DE GUIMARÃES CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE REGULAMENTO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objecto O presente regulamento estabelece o regime jurídico do Conselho Municipal de Juventude
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GUALDIM PAIS AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PESSOAL NÃO DOCENTE REGULAMENTAÇÃO DOS CRITÉRIOS DE PONDERAÇÃO CURRICULAR
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PESSOAL NÃO DOCENTE REGULAMENTAÇÃO DOS CRITÉRIOS DE PONDERAÇÃO CURRICULAR (Aprovados na reunião do Conselho de Coordenação de Avaliação de 11 de Outubro de 2010) PREÂMBULO A
Autonomia e Gestão Novos Desafios
Autonomia e Gestão Novos Desafios Francisco Oliveira Reforço da participação das famílias e comunidades na direcção estratégica da Escola Reforçar a liderança das Escolas Reforço da autonomia das Escolas
Regulamento de Deslocações da Universidade da Madeira
Regulamento de Deslocações da Universidade da Madeira A Lei nº 59/2008, de 11 de Setembro, que regula o Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas, com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2009,
REGULAMENTO INTERNO DO PROVEDOR DO CLIENTE DO BCN CAPÍTULO I. Princípios Gerais
REGULAMENTO INTERNO DO PROVEDOR DO CLIENTE DO BCN CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1.º Funções 1. O Provedor do Cliente do BCN tem por função principal a defesa e promoção dos direitos, garantias e
ARSENAL DO ALFEITE, S. A. ESTATUTOS
ARSENAL DO ALFEITE, S. A. (Constituída pelo Decreto-Lei n.º33/2009, de 5 de Fevereiro) ESTATUTOS CAPÍTULO I Denominação, sede, objecto e duração Artigo 1º Forma e denominação A sociedade adopta a forma
REGULAMENTO DO GABINETE DE ESTUDOS E PLANEAMENTO. Artigo 1.º. Definição e Finalidade
REGULAMENTO DO GABINETE DE ESTUDOS E PLANEAMENTO O presente regulamento explicita as competências, responsabilidades e funcionamento do Gabinete de Estudos e Planeamento. Artigo 1.º Definição e Finalidade
Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos
Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos Estatutos Capítulo I (Princípios Gerais) Art.º1 (Denominação, Natureza e Duração) É constituída por tempo indeterminado,
REGULAMENTO DA DIREÇÃO E GESTÃO DOS CICLOS DE ESTUDOS DA ESCOLA DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DO MINHO 12
Escola de Medicina REGULAMENTO DA DIREÇÃO E GESTÃO DOS CICLOS DE ESTUDOS DA ESCOLA DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DO MINHO 12 1 2 Aprovado em reunião de Conselho Pedagógico da Escola de Medicina (CP) no dia
