Comendador Rui Nabeiro

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Comendador Rui Nabeiro"

Transcrição

1

2 A Delta tem assumido como preocupação permanente construir um modelo de negócio sustentado na justiça social, ambiental e económica da cadeia de valor, assente na gestão de rosto humano. Comendador Rui Nabeiro

3 A Sustentabilidade como um princípio.

4 AS EMPRESAS ACREDITAM QUE QUANTO MAIOR A ENVOLVÊNCIA E COMPROMISSO COM O MEIO ENVOLVENTE E COM O BEM- ESTAR DOS COLABORADORES, MAIS CREDIBILIDADE TERÃO EM TERMOS DE MERCADO HOJE PASSA TAMBÉM PELO BEM ESTAR DA SOCIEDADE!

5 ? A quantidade de lixo produzida diariamente por humano é de +/- 5Kg? Reciclar é 15 vezes mais caro do que deitar o lixo em aterro? 88% do lixo domestico vai para aterros sanitários? Apenas 2% do lixo é reciclado

6 Investigação Industrial na Valorização dos Resíduos Gerados no Ciclo do Café Início: Abril de 2009 Conclusão: Março de 2011

7 Objectivos do Projecto Redução, Reutilização, Reciclagem e Valorização dos Resíduos Gerados no Ciclo do Café

8 OBJECTIVOS Garantir a sustentabilidade do ciclo do café Desenvolver um sistema que permita uma fácil recolha, separação e aproveitamento das embalagens e dos respectivos resíduos. Optimização da valorização energética dos resíduos Extrapolar o conceito 3R s Delta para o canal Horeca

9 CICLO VIDA CAFÉ CASCARILHA CÁPSULA PLÁSTICO + BORRA CAFÉ

10 Open Innovation À medida que o conhecimento flui rumo à comercialização, a ideia vai-se materializando, criando capital intelectual.

11 porque temos novas redes inovamos de forma diferente!

12 Porque devem as companhias ter modelos de inovação abertos?

13 Cluster de Inovação UNIDEMI Unidade de Investigação e Desenvolvimento em Engenharia Mecânica e Industrial

14 Introduzir uma cultura de I&D na Novadelta e de ligação a centros de Investigação com vista à transferência de tecnologias e de conhecimento. Vantagens Transversais do Projecto Criar uma dinâmica de equipas multidisciplinares capazes de gerar soluções inovadoras e de serem a força motriz da inovação e da diferenciação dos produtos num mercado cada vez mais global e competitivo.

15 Actividades do Projecto 1. Desenho do sistema logístico e localização dos Capsulões 2. Desenvolvimento do Capsulão 3. Desenvolvimento de uma máquina de café Green e do "Capsulãozinho. 4. Valorização de resíduos: Borra + Plástico

16 Sustentabilidade t d do Conceito Delta Q

17 DESENHO DO SISTEMA LOGÍSTICO + Sistema de Recolha e armazenagem das Cápsulas e eventualmente de separação da borra da cápsula. Unidades de Valorização dos resíduos Borra e/ou Cápsula Sistema Logístico de Recolha das Cápsulas e Transporte para os centros de tratamento. Produto ambientalmente sustentável através da reciclagem das Cápsulas e da Borra

18 O capsulão será um dos principais veículos de promoção junto do consumidor. A concepção do capsulão deverá seguir princípios de ecodesign (materiais reciclados) DESENVOLVIMENTO DO "CAPSULÃO" & CAPSULINHO

19 DESENVOLVIMENTO DE UMA MÁQUINA DE CAFÉ INTEGRANDO MATERIAIS RECICLADOS LCA máquina DELTA Qosmo Quantificar os Impactes ambientais do produto, em função dos Indicadores ambientais de relevância + Alternativas ti de materiais i e soluções que possam melhorar a sustentabilidade global da máquina Rótulos de certificação ambiental

20 OPTIMIZAÇÃO DO PROCESSAMENTO DE VALORIZAÇÃO BORRA Identificação dos compostos de alto valor acrescentado existentes nos resíduos a estudar. Análise composicional da borra de café. Produção de Energia e de Biopolímeros. Produção de metano Produção de extractos naturais Extracção de óleo das borras e sua bioactivos. i Optimização i do processo valorização energética na produção de de produção de extractos naturais biodiesel e novos produtos. Extracção bioactivos a partir de borras de café supercrítica de óleo e de anti-oxidantes das borras de café. Valorização energética das borras

21 Valorização da Borra de Café (Actividade 4) Nutracêuticos Cosméticos Indústria Alimentar Energia

22 co-geração!

23 FECHAR O CICLO!

24 Estratégia té SENSIBILIZAÇÃO CONSCIENCIALIZAÇÃO RECOLHA HÁBITO Loja DeltaQ Eventos Empresas grupo Delta Office Grande Distribuição Doméstico HoReCa Lojas Mundo Café Ambientes controlados 100% Delta Ambientes onde existe presença Delta

25 O Processo de valorização das Cápsulas

26 Entrega Recolha Actualmente pode depositar as cápsulas usadas nos seguintes locais: Departamentos comerciais Lojas Delta Q Lojas Alentejo (Campo Maior e Elvas) Muito utobe brevementee e teem grandes ga dessuperfícies A Delta Cafés usa a sua rede de logística para a recolha das cápsulas. Das lojas seguem para os departamentos e daí para Campo Maior Separação é A Delta Cafés criou o primeiro moinho e processo de decantação. O moinho parte as cápsulas que seguem para o processo de decantação.

27 O processo de moagem utilizado é um processo já explorado pela Delta. A sua adaptação evidência mais uma vez, a capacidade d de integração e ajustamento da Delta a novas realidades, assim como na captação e utilização da criatividade do Capital Humano interno. A instrumentação inicial é rudimentar pois trata-se de um projecto-piloto, onde a experimentação é a base para a criação de um moinho industrial

28

29 Muito Obrigada

Seminário "Valorização de Resíduos, o Caminho para o Futuro 22 de Junho de 2011

Seminário Valorização de Resíduos, o Caminho para o Futuro 22 de Junho de 2011 Seminário "Valorização de Resíduos, o Caminho para o Futuro 22 de Junho de 2011 A Delta tem assumido como preocupação permanente construir um modelo de negócio sustentado na justiça social, ambiental e

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO REGIONAL ALENTEJO 2020

PLANO DE ACÇÃO REGIONAL ALENTEJO 2020 FORUM REGIONAL ALENTEJO 2020 DESAFIOS E OPORTUNIDADES PLANO DE ACÇÃO REGIONAL ALENTEJO 2020 COMISSÃO DE COORDENAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL DO ALENTEJO Joaquim Fialho [email protected] Vendas

Leia mais

VALORMED. Sociedade Gestora de Resíduos de Embalagens e Medicamentos, Lda. MISSÃO TÉCNICA FIEP A PORTUGAL

VALORMED. Sociedade Gestora de Resíduos de Embalagens e Medicamentos, Lda. MISSÃO TÉCNICA FIEP A PORTUGAL VALORMED Sociedade Gestora de Resíduos de Embalagens e Medicamentos, Lda. MISSÃO TÉCNICA FIEP A PORTUGAL LUIS FIGUEIREDO, Director Geral 20 de Outubro de 2014 CRIADA EM 1999 SOCIEDADE SEM FINS LUCRATIVOS

Leia mais

Valorização dos Resíduos Plásticos

Valorização dos Resíduos Plásticos Valorização dos Resíduos Plásticos CENÁRIO CENÁRIO Consumimos 50% a mais do que o planeta é capaz de produzir, absorver e regenerar 16% da população mundial consome 78% dos recursos 2/3 da população não

Leia mais

Desenvolvimento de uma economia verde. A relevância dos sistemas de gestão de resíduos. Paulo Ribeiro

Desenvolvimento de uma economia verde. A relevância dos sistemas de gestão de resíduos. Paulo Ribeiro Desenvolvimento de uma economia verde A relevância dos sistemas de gestão de resíduos Paulo Ribeiro Conteúdos A importância da gestão de resíduos numa economia sustentável Internalização de custos ambientais

Leia mais

Delta Cafés O Valor da Marca. Horeca Portugal. Portalegre NERPOR 28 Abril 2014

Delta Cafés O Valor da Marca. Horeca Portugal. Portalegre NERPOR 28 Abril 2014 Horeca Portugal Portalegre NERPOR 28 Abril 2014 vantagem competitiva Mudança no papel do consumidor de isolado para conectado de desconhecedor para informado de passivo para activo Acesso à informação

Leia mais

O projecto Biorrefina-Ter: território, floresta e desenvolvimento regional sustentável

O projecto Biorrefina-Ter: território, floresta e desenvolvimento regional sustentável O projecto Biorrefina-Ter: território, floresta e desenvolvimento regional sustentável João Nunes1,2; Paulo Serra e Silva2; Helena Freitas1,2 1 2 Universidade de Coimbra Associação Blc.Ceres.2G Plataforma

Leia mais

Colaboração em logística reversa e reciclagem na indústria elétrica e eletrônica Carlos Ohde Country Manager

Colaboração em logística reversa e reciclagem na indústria elétrica e eletrônica Carlos Ohde Country Manager Colaboração em logística reversa e reciclagem na indústria elétrica e eletrônica Carlos Ohde Country Manager The information contained herein is subject to change without notice. Temos as condições de

Leia mais

PROJECTO ÂNCORA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO NO SECTOR DAS TICE

PROJECTO ÂNCORA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO NO SECTOR DAS TICE Pólo de Competitividade das Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica TICE.PT PROJECTO ÂNCORA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO NO SECTOR DAS TICE Qualificação e Certificação em Gestão da Investigação,

Leia mais

Repensar os Plásticos na Transição para uma Economia Circular no Mundo Delta Desde 1961 até agora

Repensar os Plásticos na Transição para uma Economia Circular no Mundo Delta Desde 1961 até agora TITULO Repensar os Plásticos na Transição para uma Economia Circular no Mundo Delta Desde 1961 até agora EmpresaFamiliar Assinatura Desdeo ínicioque João Nabeiro Rui Nabeirotrata todososclientes comoamigos,

Leia mais

1. ORIENTAÇÕES PARA A VALORIZAÇÃO DO PESCADO EM PORTUGAL

1. ORIENTAÇÕES PARA A VALORIZAÇÃO DO PESCADO EM PORTUGAL 1. ORIENTAÇÕES PARA A VALORIZAÇÃO DO PESCADO EM PORTUGAL Com o objectivo de retirar do Colóquio orientações para desenvolver projectos de valorização do pescado em Portugal, de forma assertiva e coesa,

Leia mais

PRODUÇÃO DE RESÍDUOS NA FEUP ATITUDES DE REDUÇÃO?

PRODUÇÃO DE RESÍDUOS NA FEUP ATITUDES DE REDUÇÃO? 29 de Outubro de 2010 Projecto FEUP PRODUÇÃO DE RESÍDUOS NA FEUP ATITUDES DE REDUÇÃO? Supervisor: Joana Maia Dias Monitor: Gustavo Pizarro Equipa AMB106: Gonçalo Monteiro; Jorge Martins; Mafalda Tuna;

Leia mais

Eficiência Hídrica em Edifícios e Espaços Públicos

Eficiência Hídrica em Edifícios e Espaços Públicos Eficiência Hídrica em Edifícios e Espaços Públicos Seminário Aproveitamento de Águas Pluviais e Cinzentas Aveiro, 18/02/2011 M. Couto, C. Ferreira, A. Silva Afonso, V. M. Ferreira (CIRA; UA) Fases do Projecto:

Leia mais

II CONGRESSO NACIONAL GROQUIFAR. O Pacote da Economia Circular Estratégia da UE

II CONGRESSO NACIONAL GROQUIFAR. O Pacote da Economia Circular Estratégia da UE II CONGRESSO NACIONAL GROQUIFAR O Pacote da Economia Circular Estratégia da UE HOTEL TIVOLI ORIENTE (LISBOA), 27 de outubro de 2016 CARLA DE SOUSA PINTO Economia Linear vs Economia Circular Economia Linear

Leia mais

Terminologia. Comissão Técnica 169. Atividades de Investigação, Desenvolvimento e Inovação

Terminologia. Comissão Técnica 169. Atividades de Investigação, Desenvolvimento e Inovação Comissão Técnica 169 Atividades de Investigação, Desenvolvimento e Inovação INTRODUÇÃO A Comissão Técnica 169 foi criada em 2007 pelo Organismo de Normalização Nacional (IPQ) no âmbito da Iniciativa "Desenvolvimento

Leia mais

SIMPLESMENTE V E R D E WATERLOGIC E O MEIO AMBIENTE

SIMPLESMENTE V E R D E WATERLOGIC E O MEIO AMBIENTE SIMPLESMENTE WATERLOGIC E O MEIO AMBIENTE SIMPLESMENTE Os produtos Waterlogic permitem - REDUZIR A SUA PEGADA DE CARBONO - REDUZIR A DEPOSIÇÃO DE RESÍDUOS EM ATERROS - REDUZIR O CONSUMO ENERGÉTICO - REDUZIR

Leia mais

Criando valor através de resíduos sólidos. Marcelo Luércio, Sérgio Oliveira e Yuri Santos

Criando valor através de resíduos sólidos. Marcelo Luércio, Sérgio Oliveira e Yuri Santos Criando valor através de resíduos sólidos Marcelo Luércio, Sérgio Oliveira e Yuri Santos 2 Promon Intelligens Promon Intelligens 2013 A preocupação com a destinação adequada dos resíduos sólidos urbanos

Leia mais

RECEPÇÃO DE CALOUROS COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS UFES Campus ALEGRE

RECEPÇÃO DE CALOUROS COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS UFES Campus ALEGRE RECEPÇÃO DE CALOUROS 2017-1 COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS UFES Campus ALEGRE RECEPÇÃO DE CALOUROS 2017-1 Dr. Anderson Lopes Peçanha Professor da Universidade Federal do Espírito Santo Departamento

Leia mais

FOOTURE 4.0 ROTEIRO DO CLUSTER DO CALÇADO PARA A ECONOMIA DIGITAL

FOOTURE 4.0 ROTEIRO DO CLUSTER DO CALÇADO PARA A ECONOMIA DIGITAL FOOTURE 4.0 ROTEIRO DO CLUSTER DO CALÇADO PARA A ECONOMIA DIGITAL Plano Estratégico do Cluster do Calçado Ser a referência internacional da indústria de calçado, pela sofisticação e pela criatividade,

Leia mais

Plano Municipal de Gestão de Resíduos do Município de Lisboa

Plano Municipal de Gestão de Resíduos do Município de Lisboa Plano Municipal de Gestão de Resíduos do Município de Lisboa [2015-2020] 4ª Comissão Ambiente e Qualidade de Vida Primeiro Plano Municipal de Resíduos na cidade de Lisboa O Caminho [Lisboa Limpa] Melhorar

Leia mais

27/11/2014. Por quê o ECODESIGN na Natura? Integração do Ecodesign no processo de Inovação: A TRAJETÓRIA DA NATURA

27/11/2014. Por quê o ECODESIGN na Natura? Integração do Ecodesign no processo de Inovação: A TRAJETÓRIA DA NATURA Integração do Ecodesign no processo de Inovação: A TRAJETÓRIA DA NATURA Case 4: Natura - Fabien Brones 5.339 COLABORADORES no Brasil e 1.316 nas OIs 1.290 MILHÕES DE CONSULTORAS no Brasil e 366,5 nas OIs

Leia mais

ATIVIDADES CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Pré-Escolar e 1º Ciclo

ATIVIDADES CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Pré-Escolar e 1º Ciclo GUIA DE ATIVIDADES de educação ambiental ATIVIDADES CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Pré-Escolar e 1º Ciclo Centro de Educação Ambiental de Albufeira Localização: Quinta da Palmeira - R. dos Bombeiros Voluntários

Leia mais

A PNRS e o Acordo Setorial de Embalagens

A PNRS e o Acordo Setorial de Embalagens A PNRS e o Acordo Setorial de Embalagens Jacques Demajorovic Professor Programa de Pós-Graduação em Administração/FEI EPR no ciclo de vida de um produto (MASSOTE, 2014) Evolução da destinação dos resíduos

Leia mais

Certificação Florestal

Certificação Florestal Certificação Florestal Factor de Diferenciação Certificação Florestal 1 - A Certificação Florestal Objectivos Vantagens 2 - Dois Esquemas de Certificação Florestal PEFC FSC 3 - Estatísticas a nível Mundial

Leia mais

DESAFIOS NA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS

DESAFIOS NA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS MINISTÉRIO PARA A COORDENAÇÃO DA ACÇÃO AMBIENTAL DIRECÇÃO NACIONAL DE GESTÃO AMBIENTAL DESAFIOS NA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS Apresentado por: Julia Ussy Félix Maputo, Fevereiro de 2014 SEQUÊNCIA

Leia mais

Agenda Factores de Competitividade

Agenda Factores de Competitividade QREN Agenda Factores de Competitividade 12 Novembro 07 1 Objectivos desenvolvimento de uma economia baseada no conhecimento e na inovação; incremento da produção transaccionável e de uma maior orientação

Leia mais

A GESTÃO DA INOVAÇÃO APCER

A GESTÃO DA INOVAÇÃO APCER A GESTÃO DA INOVAÇÃO APCER A Gestão da Inovação Proposta de Utilização do Guia de Boas Práticas de IDI e das ferramentas desenvolvidas no âmbito da iniciativa DSIE da COTEC para o desenvolvimento do sistema

Leia mais

Logística e Distribuição. Conceito

Logística e Distribuição. Conceito Logística e Distribuição Logística Reversa 1 Logística e Distribuição 2 Logística e Distribuição Conceito É uma nova área da logística empresarial que atua de forma a gerenciar e operacionalizar o retorno

Leia mais

Logística Reversa, Economia Circular e Empresas B

Logística Reversa, Economia Circular e Empresas B Café da Manhã Logística Reversa, Economia Circular e Empresas B São Paulo, 5 de abril de 2017 Quem somos? A TriCiclos é uma Empresa B Certificada que busca a compreender e solucionar as questões ligadas

Leia mais

Case study. Mais-valias para clientes através de serviços ambientais RECOLHA DE ÓLEOS ALIMENTARES USADOS EMPRESA ENVOLVIMENTO

Case study. Mais-valias para clientes através de serviços ambientais RECOLHA DE ÓLEOS ALIMENTARES USADOS EMPRESA ENVOLVIMENTO Case study 2010 Mais-valias para clientes através de serviços ambientais RECOLHA DE ÓLEOS ALIMENTARES USADOS EMPRESA A actividade de Pingo Doce, empresa do grupo Jerónimo Martins, iniciou-se em 1980, na

Leia mais

I SEMINÁRIO DE INTERCÂMBIO DE EXPERIÊNCIAS NO ÂMBITO DA SUSTENTABILIDADE PROJECTO ECOPONTO EM CASA

I SEMINÁRIO DE INTERCÂMBIO DE EXPERIÊNCIAS NO ÂMBITO DA SUSTENTABILIDADE PROJECTO ECOPONTO EM CASA I SEMINÁRIO DE INTERCÂMBIO DE EXPERIÊNCIAS NO ÂMBITO DA SUSTENTABILIDADE PROJECTO ECOPONTO EM CASA CARLOS MENDES 07.06.2016 çã ±136.000 FUNDAÇÃO: 2001 INÍCIO ACTIVIDADE: 2003/2005 SER RECONHECIDA COMO

Leia mais

Apresentação. Julho Resíduos?

Apresentação. Julho Resíduos? Apresentação Julho 2012 Resíduos? 1 Reflexão Os problemas Causados pelos resíduos são tão velhos quanto a humanidade Nos nossos dias 2 Resíduos Resíduos Assiste-se a uma verdadeira explosão na produção

Leia mais

Case de Reciclagem de EPS na Argentina São Paulo, 14 de abril de 2016x Juan Cruz Pando Gerente de ventas Styropek Argentina

Case de Reciclagem de EPS na Argentina São Paulo, 14 de abril de 2016x Juan Cruz Pando Gerente de ventas Styropek Argentina Case de Reciclagem de EPS na Argentina São Paulo, 14 de abril de 2016x Juan Cruz Pando Gerente de ventas Styropek Argentina Quem somos? Empresa mexicana com receita de US$16 Bilhões Mais de 60.000 funcionários

Leia mais

No caminho da Sustentabilidade. Óbidos Carbono Social

No caminho da Sustentabilidade. Óbidos Carbono Social No caminho da Sustentabilidade Óbidos Carbono Social Objectivos Implementação de medidas que visam a redução das emissões de CO 2 Execução de soluções de sequestração de CO 2 no Concelho Projectos de Mitigação

Leia mais

ECONOMIA CIRCULAR E SIMBIOSE INDUSTRIAL Experiência de Portugal e as transições nas políticas de resíduos

ECONOMIA CIRCULAR E SIMBIOSE INDUSTRIAL Experiência de Portugal e as transições nas políticas de resíduos ECONOMIA CIRCULAR E SIMBIOSE INDUSTRIAL Experiência de Portugal e as transições nas políticas de resíduos Missão Internacional Brasil Portugal São Paulo, 31 de janeiro 2018 PANORAMA ATUAL PORTUGAL E EUROPA

Leia mais

EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE

EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE 1. 2. 3. 4. 5. QUEM É A SPV? SUSTENTABILIDADE CICLO DE VIDA DAS EMBALAGENS VANTAGENS DA RECICLAGEM REGRAS DE SEPARAÇÃO/BOAS PRÁTICAS 1. QUEM É A SPV? 3 O QUE FAZ A? A Sociedade

Leia mais

BEM-VINDO AO MOVIMENTO GREENING INOVANDO COM SUSTENTABILIDADE NÓS CRIAMOS PRODUTOS

BEM-VINDO AO MOVIMENTO GREENING INOVANDO COM SUSTENTABILIDADE NÓS CRIAMOS PRODUTOS BEM-VINDO AO MOVIMENTO GREENING INOVANDO COM SUSTENTABILIDADE NÓS CRIAMOS PRODUTOS Chicko Sousa Engenheiro mecânico, louco por natureza, com vivência internacional em diversos países como Suécia, Alemanha,

Leia mais

O desafio das compras sustentáveis. Fábio Cyrillo Diretor Comercial 15 de Maio de 2008

O desafio das compras sustentáveis. Fábio Cyrillo Diretor Comercial 15 de Maio de 2008 O desafio das compras sustentáveis Fábio Cyrillo Diretor Comercial 15 de Maio de 2008 Wal-Mart no Mundo Canadá Reino Unido México Estados Unidos Porto Rico Índia China Japão El Salvador Guatemala Costa

Leia mais

PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS - 8º ANO -Sustentabilidade na Terra-

PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS - 8º ANO -Sustentabilidade na Terra- PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS - 8º ANO -Sustentabilidade na Terra- Tema / Capítulos Competências/Objectivos Estratégias / Actividades Recursos/ Materiais Avaliação Aulas previstas (45 min) Tema I Ecossistemas

Leia mais

Departamento de Energia e Tecnologias Limpas DENE

Departamento de Energia e Tecnologias Limpas DENE Departamento de Energia e Tecnologias Limpas DENE A Finep A Finep é uma empresa pública vinculada ao MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) criada em 24 de julho de 1967. Seu objetivo é atuar

Leia mais

Perspectiva do CICLO DE VIDA. do produto

Perspectiva do CICLO DE VIDA. do produto Perspectiva do CICLO DE VIDA do produto A SABARÁ QUÍMICOS E INGREDIENTES faz parte do GRUPO SABARÁ, que com mais de 60 anos de história, é genuinamente brasileiro e reconhecido pela sua capacidade de inovação

Leia mais

Responsabilidade Social e Ambiental na Edificação. Funchal, 4 Junho

Responsabilidade Social e Ambiental na Edificação. Funchal, 4 Junho Responsabilidade Social e Ambiental na Edificação Funchal, 4 Junho 2 instrumentos para a Responsabilidade Social, Económica e Ambiental na Edificação Declaração de conformidade que visa verificar o cumprimento

Leia mais

- Estratégia LIPOR - 2M menos Resíduos, menos Carbono. Pelo Grupo Carbono Zero

- Estratégia LIPOR - 2M menos Resíduos, menos Carbono. Pelo Grupo Carbono Zero - Estratégia LIPOR - 2M menos Resíduos, menos Carbono Pelo Grupo Carbono Zero LIPOR 8 municípios Área de abrangência 648 km 2 População 1 milhão de habitantes Produção de RSU (2008) 500.000 ton Per capita

Leia mais

PROJECTO PRODUÇÃO DE COGUMELOS EM BORRAS DE CAFÉ

PROJECTO PRODUÇÃO DE COGUMELOS EM BORRAS DE CAFÉ PROJECTO PRODUÇÃO DE COGUMELOS EM BORRAS DE CAFÉ OS BALDIOS DA LOUSÃ UMA SERRA. UMA FLORESTA A PROTEGER OS BALDIOS DA LOUSÃ Os Baldios da Lousã têm como principal meta a proteção da floresta e consequentemente

Leia mais

Reciclar, Transformar, Valorizar Lixo Urbano

Reciclar, Transformar, Valorizar Lixo Urbano Reciclar, Transformar, Valorizar Lixo Urbano 10-08-2009 Apresentação da Empresa O Grupo KÜTTNER se desenvolveu a partir de uma empresa de engenharia, fundada em Essen/Alemanha no ano de 1949 pelo Engenheiro

Leia mais

Projecto Gestão Integrada dos Recursos Hídricos na Zona Costeira

Projecto Gestão Integrada dos Recursos Hídricos na Zona Costeira SEMINÁRIO PARTICIPATIVO DE REUTILIZAÇÃO DAS ÁGUAS RESIDUAIS TRATADAS Intercambio de experiências, nova normativa, sistemas de controlo, código de boas práticas, gestão e tecnologias de tratamento 15 de

Leia mais