5º CONGRESSO NORTE-NORDESTE DE QUÍMICA 3º Encontro Norte-Nordeste de Ensino de Química 08 a 12 de abril de 2013, em Natal (Campus da UFRN)
|
|
|
- Alessandra Gama Gameiro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 5º CONGRESSO NORTE-NORDESTE DE QUÍMICA 3º Encontro Norte-Nordeste de Ensino de Química 08 a 12 de abril de 2013, em Natal (Campus da UFRN) MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO NA CIDADE DE PARAÍSO DO TOCANTINS ALVES 1, Michele Fernandes; VIEIRA 1, Joyce Thalita Francelino; NOGUEIRA 1, Lucas Sousa; MACEDO 1, Athos César de Castro; SOUSA 1, Mikaelly Cristina Monteiro; ALENCAR 1, Paulo Victor de Souza Nascimento;SOUSA 1, Igor Roberto Leão; VIROLI 2, Sérgio Luis Melo. 1 Alunos do Médio Integrado em Meio Ambiente do IFTO Campus Paraíso do Tocantins 2 Professor do IFTO Campus Paraíso do Tocantins. [email protected] RESUMO Os recursos hídricos tornaram-se cada vez mais escassos nos últimos anos. O abastecimento público em termos de quantidade e qualidade é uma preocupação crescente da humanidade, devido à escassez da água e deteriorização dos mananciais pelo lançamento de efluentes e resíduos, tornando-se um fator importante na transmissão de enfermidades. Com o objetivo de avaliar a qualidade da água que abastece a cidade de Paraíso do Tocantins foram analisados dados referentes ao cadastro, controle do Programa de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano desenvolvido pelo município, qualidade da água do sistema público de abastecimento (SAA), na entrada e saída da rede de distribuição, fontes alternativas de abastecimento ( e ) durante o ano de Baseado nos parâmetros: coliformes totais, coliformes termotolerantes, cloro residual, turbidez, os resultados obtidos para o sistema de abastecimento de água SAA encontra-se em concordância com os parâmetros estabelecidos pela Portaria no 518/2004, já o sistema de abastecimento coletivo e individual, apresentaram contaminações microbiológicas. Em relação às ações de Vigilância Sanitária, observa-se a necessidade de implantação de um programa educativo para alertar e conscientizar a população sobre os riscos que a água sem tratamento representa para a saúde humana. PALAVRAS CHAVE: Qualidade da água, vigilância sanitária, portaria INTRODUÇÃO A água é essencial á vida e ao desenvolvimento do ser humano. Ela deve atender a todas as necessidades fisiológicas, da população com um mínimo de qualidade (MATTOS e SILVA, 2002). A água necessária para suprir a população provém de mananciais de superfície ou subterrâneos. A qualidade microbiológica da água para o consumo humano é de suma importância, seja ela de abastecimento, de poço, de mina ou comercializada como água mineral, pois a água pode ser um veículo causador de infecções ao homem (KOTTWITZ e GUIMARÃES, 2001). O uso de água subterrânea contaminada, não tratada ou inadequadamente desinfetada foi responsável por 44% dos surtos de doenças de veiculação hídrica entre 1981 e 1988 (AMARAL et al., 2003). O abastecimento público de água em termos de quantidade e qualidade é uma preocupação
2 crescente da humanidade, em função da escassez do recurso água e da deterioração da qualidade dos mananciais. O Ministério da Saúde do Brasil, através da Agência Nacional de Vigilância Sanitária estabelece a Portaria nº 518 de 25 de março de 2004 que define água potável como sendo água para o consumo humano cujos parâmetros microbiológicos, físicos, químicos atendem ao padrão de potabilidade e que não ofereça riscos á saúde (BRASIL, 2006). O decreto nº 5.540, de 4 de maio de 2005, estabelece que os responsáveis pelo abastecimento de água terão de incluir, nos boletos de cobrança do serviço, informações sobre a procedência, qualidade da água, riscos de possíveis contaminações para a saúde humana e as medidas de correção para a garantia da qualidade do produto. O consumidor terá que receber um relatório anual sobre a qualidade da água, com a identificação dos mananciais de abastecimento, a descrição simplificada dos processos de tratamento e resumo dos resultados das análises laboratoriais. Esta iniciativa tem por objetivo assegurar uma melhor qualidade de vida á população (BRASIL, 2005). A vigilância da qualidade da água para consumo humano consiste no conjunto de ações adotadas continuamente pelas autoridades de saúde pública para garantir que a água consumida pela população atenda ao padrão e normas estabelecidas na legislação vigente e para avaliar os riscos que a água consumida representa à saúde humana. O objetivo do estudo foi monitorar a qualidade da água tratada oferecida a população, através dos padrões físico químico e microbiológico, determinado pela portaria 518 de 25 de março de 2004, e se o consumo de água sem tratamento é isento de contaminação. 2. MATERIAL E MÉTODOS Trata-se de um estudo descritivo que teve como objetivo analisar os dados referentes ao cadastro dos sistemas de abastecimento de água, o controle (dados fornecidos pela prestadora) e as ações de vigilância no período de janeiro a dezembro de O Programa de Vigilância e Controle da Qualidade da Água para Consumo Humano desenvolvido no município, é realizado pela Secretaria Municipal de Saúde, através da Coordenadoria de Vigilância Sanitária, que dispõe de uma equipe formada por dois técnicos de nível superior, cinco de nível médio, e um coordenador. Consiste na coleta de amostras de água para análises físicoquímicas e microbiológicas, onde são verificados os seguintes parâmetros: Coliformes totais, coliformes termotolerantes, turbidez, cloro residual. As análises são realizadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública LACEN. Os instrumentos de coleta incluíram formulários de cadastro, frascos estilizados pra coleta microbiológica e físico química. Os pontos de coleta estão distribuídos na rede de distribuição e são coletados nos mesmos pontos em que a prestadora coleta. São realizadas 17 coletas em sistema de abastecimento de água SAA, 05 em sistemas de abastecimentos coletivos, e 03 em sistemas de abastecimentos individuais, totalizando 25 amostras mensais. Os resultados das análises são encaminhados à Vigilância Sanitária Municipal, em média, após vinte a trinta dias da data da entrega das amostras. Estes laudos são analisados e quando os mesmos se se encontram fora dos padrões exigidos pela legislação em vigor, é realizada a recoleta. Persistindo análises fora dos padrões, é encaminhada ao responsável pela prestadora uma solicitação para adequações que se fizerem necessária.
3 3. RESULTADOS E DISCUSSÕES O período correspondente ao estudo foi compreendido entre os meses de janeiro a dezembro de Observou-se que a turbidez média de 1,60, sendo a mínima de 0,4 e máxima de 10,9 para o cloro residual a média foi de 0,81, sendo o mínimo de 0,3 e o máximo de 1, 12. Ausência de coliformes totais e termotolerantes para o sistema de abastecimento de água - SAA, presença de 60% de coliformes totais e 33% de coliforme termotolerantes para o sistema alternativo coletivo e 69% para coliformes totais e 39% para coliformes termotolerantes. O gráficos 01 e 02 informam dados referentes a contaminação para coliformes totais e termotolerantes encontrados nas e, os gráficos 03 e 04 apresentam resultados relativos a turbidez e cloro livre respectivamente. PERCENTUAL DOS LAUDOS ENVIADOS PARA ANALISE COM RESULTADOS BACTERIOLÓGICOS POSITIVOS NO ANO DE 2007, PARA CLOFORMES TOTAIS PERCENTUAL DOS LAUDOS ENVIADOS PARA ANALISE COM RESULTADOS BACTERIOLÓGICOS POSITIVOS NO ANO DE 2007, PARA CLOFORMES TERMOTOLERANTES 69% 33% 60% 39% GRÁFICO 01 GRÁFICO 02 UT 5 4,5 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0,5 0 DISTRIBUIÇÃO DOS LAUDOS ENVIADOS PARA ANÁLISE FÍSICO QUÍMICA, SEGUNDO O TIPO DE ABASTECIMENTO ( TURBIDEZ ) JAN FEV MAR ABR MAI SAA JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 1,4 1,2 1 0,8 0,6 0,4 0,2 0 JAN DISTRIBUIÇÃO DOS LAUDOS ENVIADOS PARA ANÁLISE FÍSICO QUÍMICA, SEGUNDO O TIPO DE ABASTECIMENTO ( CLORO LIVRE) GRÁFICO O3 GRÁFICO 04 As soluções alternativas coletivas ( e ) se diferenciam dos sistemas de abastecimento de água (SAA), pois a distribuição da água pode ou não ocorrer por meio de rede canalizada, independentemente de ambas as formas de suprimento serem coletivas. A turbidez elevada influencia nos processos usuais de desinfecção, atuando como escudo aos microorganismos patogênicos minimizando a ação do desinfetante. Águas insuficientemente tratadas, sem garantia do residual mg / L FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV SAA DEZ
4 de cloro, ou infiltrações podem permitir o acúmulo de sedimentos, matérias orgânicas e promover o desenvolvimento de bactérias incluindo aquelas do grupo Coliformes que não E. Coli ou termotolerantes (Bastos et al, 2000). A presença do cloro em concentrações suficientes é fundamental como agente bactericida, sendo notória a eficiência da cloração na redução de doenças de veiculação hídrica (Freitas et al, 2002). 4. CONCLUSÕES Os resultados físico-químicos e microbiológicos do sistema de abastecimento de água - SAA demonstram concordância com os parâmetros estabelecidos pela portaria 518. Água sem tratamento consumida pela população apresentou contaminação microbiológica. Sendo assim, observa-se a necessidade de implementação do programa educativo, para alertar e conscientizar a população que consome água sem tratamento sobre os riscos e perigos para a saúde humana. 5. REFERÊNCIAS AMARAL, L.A., NADER FILHO, A.; ROSSI JUNIOR, O.D.; FERREIRA, F.L.A.; BARROS,L.S.S.. Água de consumo humano como fator de risco á saúde em propriedades rurais. Rev. Saúde Pública, ago. 2003,v.37,nº.4.p KOTTWITZ, L. B. M; GUIMARÃES, I. M. Avaliação da qualidade microbiológica da água consumida pela população de Cascavel, PR. Rev. Higiene Alimentar, v.17, nº 113, MATTOS, M. L. T. SILVA, M. D. Controle da qualidade microbiológica das águas de consumo na microbacia hidrográfica Arroio Passo do Pilão. Ministerio da Agricultura, Pecuária e abastecimento, Pelotas-RS, dez SILVA, R.L.B.; BARRA, C.M.; MONTEIRO, T.C.N. BRILHANTE, O.M.. Estudo da contaminação de poços rasos por combustíveis orgânicos e possíveis conseqüências para a saúde pública no Município de Itaguaí, Rio de Janeiro, Brasil. Cad. Saúde Pública, v.18, nº.6, p , nov/dez SOUZA, R. M. G. L.; PERRONE, M. A. Padrões de Potabilidade da Água (Pro Água. Programa Estadual de Vigilância da Qualidade da Água para consumo Humano). Disponível em: Acesso em: 08 de agosto de BRASIL. Comentários sobre a Portaria MS n.º 518/2004: subsídios para implementação / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Coordenação-Geral de Vigilância em Saúde Ambiental Brasília: Editora do Ministério da Saúde, BRASIL. Comentários sobre a Portaria MS n.º 518/2004: subsídios para implementação / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Coordenação-Geral de Vigilância em Saúde Ambiental Brasília: Editora do Ministério da Saúde, saúde.gov.br/bvs
5 BRASIL. Vigilância e controle da qualidade da água para consumo humano/ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde Brasília : Ministério da Saúde, http. BASTOS, R. K. X.; BEVILACQUA, P.D.; NASCIMENTO, L. E. do; et al. Porto Alegre: Anais do Congresso Interamericano de Engenharia Sanitária e Ambiental, 2000, p27. REITAS, V.P.S.; BRÍGIDO, B. M. ; BADOLATO,M.I.C.; et al. Padrão físico químico da água de abastecimento público da região de Campinas. Rev. Inst. Adolfo Lutz, 61(1):51-58, 2002.
Resultados das análises referentes aos parâmetros básicos de qualidade da água na rede de distribuição N ANÁLISES REALIZADAS N ANÁLISES REALIZADAS
Turbidez 51 59 59 Cloro Residual Livre 51 59 59 Cor Aparente 10 59 59 atenderam atenderam atenderam 51 59 01 amostra apresentou presença de CT (*) 03 Ausência Constatada a presença de CT em 01 amostra,
Escritório Central: Av. Getúlio Vargas, 455 Centro CEP: 89.245-000 Araquari SC Fone: (47) 3447-1195
RELATORIO ANUAL DE QUALIDADE DA ÁGUA DISTRIBUÍDA CASAN - COMPANHIA CATARINENSE DE ÁGUAS E SANEAMENTO AGÊNCIA DE ARAQUARI Responsável legal: Diretor Presidente Valter Gallina As informações complementares
XXVII Congresso Interamericano de Engenharia Sanitária e Ambiental
VII-012 - PANORAMA DO ABASTECIMENTO PÚBLICO DE ÁGUA NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, TRAÇADO A PARTIR DE DADOS DO SETOR DE VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO Julce Clara da Silva (1) Engenheira
Programa Nacional de Vigilância em Saúde Ambiental relacionada à Qualidade da Água para Consumo Humano - VIGIAGUA
Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental Programa Nacional de Vigilância em Saúde Ambiental relacionada à Qualidade da Água para Consumo
INCIDÊNCIA DE ESCHERICHIA COLI
INCIDÊNCIA DE ESCHERICHIA COLI E COLIFORMES TOTAIS EM FONTES DE ÁGUA DE UMA COMUNIDADE RURAL Sonáli Amaral de Lima 1; Maniza Sofia Monteiro Fernandes 2 ; Rodrigo Vieira Alves 3 ;Valéria Kelly Alves da
XI Encontro de Iniciação à Docência
7CTDTQAMT04-P ESTUDO DA QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE 10 AMOSTRAS DE ÁGUA MINERAL NATURAL ENVASADA POR UMA EMPRESA DE MINERAÇÃO DA CIDADE DE JOÃO PESSOA-PB/2008 Vanessa Pedro da Silva (1), Dayana do Nascimento
DETERMINAÇÃO DO PH DE AMOSTRAS DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CÂMPUS CAMBORIÚ. Instituto Federal Catarinense, Camboriú/SC
DETERMINAÇÃO DO PH DE AMOSTRAS DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CÂMPUS CAMBORIÚ. Gubertt, Leticia 1 ; Silveira, Vitor Terra Munari da 1 ; Teixeira, Ana Cristina Franzoi 1 ; Martendal,
VII-001 DESAFIOS NO CONTROLE DE DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA ASSOCIADAS AO TRATAMENTO E AO ABASTECIMENTO DE ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO
VII-001 DESAFIOS NO CONTROLE DE DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA ASSOCIADAS AO TRATAMENTO E AO ABASTECIMENTO DE ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO Júlio César Teixeira (1) Engenheiro Civil e de Segurança no Trabalho.
CONFORMIDADE DE PADRÕES MICROBIOLÓGICOS DE ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO DE UMA SOLUÇÃO ALTERNATIVA DE ABASTECIMENTO EM ATALHO, PETROLINA, PE.
CONFORMIDADE DE PADRÕES MICROBIOLÓGICOS DE ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO DE UMA SOLUÇÃO ALTERNATIVA DE ABASTECIMENTO EM ATALHO, PETROLINA, PE. Miriam Cleide C de Amorim 1 ; Everaldo R. Porto 2 ; & Ana Nery
Qualidade Microbiológica da Água para Consumo em Creches Municipais de Lages, Santa Catarina¹
Qualidade Microbiológica da Água para Consumo em Creches Municipais de Lages, Santa Catarina¹ Camila Rodrigues de Oliveira², Jaqueline dos Santos², Felipe Nael Seixas 3 Leandro Parussolo 3 (1) Trabalho
23º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental
VI-025 - AVALIAÇÃO DAS VARIÁVEIS FÍSIC0-QUÍMICAS E MICROBIOLÓGICAS DO CÓRREGO BEBEDOURO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO BAIXO PARDO/GRANDE, MUNICÍPIO DE BEBEDOURO-SP Joaquim Ozório Manoel de Souza Pinto (1) Licenciado
Padrões de Potabilidade da Água e Estação de Tratamento de Água
Universidade Regional do Cariri URCA Pró Reitoria de Ensino de Graduação Coordenação da Construção Civil Disciplina: Saneamento Básico Padrões de Potabilidade da Água e Estação de Tratamento de Água Renato
ANÁLISE MICROBIOLÓGICA E PARASITOLÓGICA DA ÁGUA DO DISTRITO DE VALE VERDE, MINAS GERAIS.
ANÁLISE MICROBIOLÓGICA E PARASITOLÓGICA DA ÁGUA DO DISTRITO DE VALE VERDE, MINAS GERAIS. DANIEL AVILAR SILVA 1 RESUMO Observando a importância da potabilidade da água para saúde publica, tomou-se a iniciativa
Programa Analítico de Disciplina EAF210 Microbiologia de Alimentos
0 Programa Analítico de Disciplina Campus de Florestal - Campus de Florestal Número de créditos: 4 Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 5 Carga horária semanal 2 2 4 Períodos - oferecimento: I Carga
A VIGILÂNCIA E A CONDUTA DA HIGIENE SANITÁRIA DOS AMBIENTES
A VIGILÂNCIA E A CONDUTA DA HIGIENE SANITÁRIA DOS AMBIENTES Alan Ramos COSTA Discente UNILAGO Ellen de Lima BORGES Docente UNILAGO AUTORES RESUMO O objetivo deste projeto de pesquisa é divulgar a gravidade
VII-002 - VIGIÁGUA: A VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO NO ESPÍRITO SANTO
VII-002 - VIGIÁGUA: A VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO NO ESPÍRITO SANTO Marluce Martins de Aguiar(1) Engenheira Civil e Sanitarista - UFES (1978), Pós-graduada em Engenharia de Saúde
RELATÓRIO DE ENSAIOS Nº151401000001 Nº Processo: Ponto 01
Nº151401000001 Nº Processo: Ponto 01 DADOS DO SOLICITANTE Nome: SECRETARIA MUNICIPAL DE SAUDE DE IBIRAMA (CNES: 6379869) DADOS DA COLETA Finalidade: VIGIAGUA MENSAL Motivo: POTABILIDADE Local: RESIDÊNCIA
Eixo Temático ET-08-010 - Recursos Hídricos MANEJO, PERCEPÇÃO E AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DE CISTERNAS DO MUNICÍPIO DE ARARUNA-PB
Anais do Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental e Sustentabilidade - Vol. 3: Congestas 2015 833 Eixo Temático ET-08-010 - Recursos Hídricos MANEJO, PERCEPÇÃO E AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DE CISTERNAS
II-388 - REDUÇÃO E ECONOMIA DE ÁGUA NO SETOR INDUSTRIAL DE CURTUME COM O REUSO DO SEU EFLUENTE TRATADO
II-388 - REDUÇÃO E ECONOMIA DE ÁGUA NO SETOR INDUSTRIAL DE CURTUME COM O REUSO DO SEU EFLUENTE TRATADO Maria de Fátima Almeida Vieira (1) Engenheira Química pela Universidade Federal da Paraíba. Mestre
LICENÇA DE OPERAÇÃO - LO
LICENÇA DE OPERAÇÃO - LO Autoriza o início da atividade, do empreendimento ou da pesquisa científica, após a verificação do efetivo cumprimento das medidas de controle ambiental e condicionantes determinadas
FREE PHASE REMOVAL BY IN SITU HEATING
V Seminário Internacional sobre Remediação e Revitalização de Áreas Contaminadas São Paulo, 5 a 7 de Novembro de 2007 REMOÇÃO DE FASE LIVRE POR AQUECIMENTO IN SITU FREE PHASE REMOVAL BY IN SITU HEATING
Secretaria de Saúde do Estado Agência Estadual de Vigilância Sanitária AGEVISA - PB. Resolução RDC AGEVISA nº. 006, 11 de dezembro de 2002.
Secretaria de Saúde do Estado Agência Estadual de Vigilância Sanitária AGEVISA - PB Resolução RDC AGEVISA nº. 006, 11 de dezembro de 2002. Dispõe sobre o Regulamento Técnico para transporte, distribuição,
LEGISLAÇÃO SANITÁRIA FEDERAL DE LEITE E DERIVADOS
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA DEPARTAMENTO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL SERVIÇO DE INSPEÇÃO DE LEITE E DERIVADOS LEGISLAÇÃO SANITÁRIA
AVALIAÇÃO DE CONTAMINAÇÃO POR Escherichia coli EM AMOSTRAS DE ÁGUA DE LAGOA
AVALIAÇÃO DE CONTAMINAÇÃO POR Escherichia coli EM AMOSTRAS DE ÁGUA DE LAGOA Vitor Irineu Oliveira (1) Estudante de Graduação do Curso de Tecnologia em Gestão Ambiental da Universidade Federal de Viçosa-
PAC 08. Procedimento Padrão de Higiene Operacional - PPHO Derivados Cárneos
Página 1 de 7 Procedimento Padrão de Higiene Operacional - PPHO Derivados Cárneos Página 2 de 7 1. Objetivo-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------03
Importância da associação do ELISA IgM e Soroaglutinação Microscópica para diagnóstico e epidemiologia da leptospirose humana
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COODENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS INSTITUTO ADOLFO LUTZ - SOROCABA Importância da associação do ELISA IgM e Soroaglutinação Microscópica para diagnóstico e epidemiologia
IMPLANTAÇÃO DE TÉCNICAS DE PRODUÇÃO MAIS LIMPA EM UMA PROPRIEDADE DE GADO LEITEIRO
IMPLANTAÇÃO DE TÉCNICAS DE PRODUÇÃO MAIS LIMPA EM UMA PROPRIEDADE DE GADO LEITEIRO PAIVA, Rodrigo Brum 1, MILANI, Idel Cristiana Bigliardi 2, NEBEL, Álvaro Luis Carvalho 3 ; TAVARES, Vitor Emanuel Quevedo
Avaliação dos resultados e demais produtos entregues pela empresa IMPOM Pesquisas e Inteligência Competitiva Ltda. relativos à pesquisa
Avaliação dos resultados e demais produtos entregues pela empresa IMPOM Pesquisas e Inteligência Competitiva Ltda. relativos à pesquisa realizada para avaliação sobre o atendimento dos objetivos da cobrança
Gestão de Tecnologias em Saúde na Saúde Suplementar. GRUPO TÉCNICO REVISÃO DO ROL Karla Santa Cruz Coelho Fevereiro/2009
Gestão de Tecnologias em Saúde na Saúde Suplementar GRUPO TÉCNICO REVISÃO DO ROL Karla Santa Cruz Coelho Fevereiro/2009 Tecnologias em saúde: considerações iniciais O que é tecnologia em saúde? Medicamentos,
- Para padarias, acrescentar o atestado de regularidade do Corpo de Bombeiros.
RENOVAÇÃO DE LICENÇA DE OPERAÇÃO - RLO INDÚSTRIA: IMOBILIÁRIOS: ESGOTAMENTO SANITÁRIO: COMERCIAIS E SERVIÇOS: - Para padarias, acrescentar o atestado de regularidade do Corpo de Bombeiros. POSTO DE COMBUSTÍVEL:
Perdas salariais da categoria desde novembro de 1990. Docentes das Universidades Estaduais da Bahia
Perdas salariais da categoria desde novembro de 1990 Docentes das Universidades Estaduais da Bahia Itapetinga, 10 de Abril de 2012 Sobre o estudo de perdas O estudo feito pelo DIEESE teve como objetivo
MONITORAMENTOS DA QUALIDADE DA ÁGUA SUBTERRÂNEA NA UNIDADE DE TRATAMENTO E DESTINAÇÃO FINAL DE RESÍDUOS NO MUNICÍPIO DE RIO BRANCO-ACRE
MONITORAMENTOS DA QUALIDADE DA ÁGUA SUBTERRÂNEA NA UNIDADE DE TRATAMENTO E DESTINAÇÃO FINAL DE RESÍDUOS NO MUNICÍPIO DE RIO BRANCO-ACRE RIBEIRO, M. R. 1 ; OLIVEIRA, M. M. N. 2 ; FISCHER, T. M. 3 RESUMO
Vacinação Contra a Gripe 2015 Perguntas e Respostas
Vacinação Contra a Gripe 2015 Perguntas e Respostas SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA DEPARTAMENTO REGIONAL DE MINAS GERAIS SESI/DRMG Vacinação Contra a Gripe 2015 Perguntas e Respostas BELO HORIZONTE 2015 Serviço
CARACTERIZAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO CANAL ÁGUA CRISTAL PARA SUBSIDIAR A IMPLANTAÇÃO DA ETE TAVARES BASTOS, BELÉM - PA.
CARACTERIZAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO CANAL ÁGUA CRISTAL PARA SUBSIDIAR A IMPLANTAÇÃO DA ETE TAVARES BASTOS, BELÉM - PA. Jaqueline Maria Soares (1) Engenheira Sanitarista pela Universidade Federal do
QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR / GESTÃO DE RECLAMAÇÕES. Susana Sousa Consultoria e Formação
QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR / GESTÃO DE RECLAMAÇÕES Susana Sousa Consultoria e Formação HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR o Porquê? Consumidor mais exigente Maior qualidade dos produtos Maior qualidade
5) Defina Saúde Pública. Saúde Pública: promoção da saúde por meio de medidas de alcance coletivo.
1) O que é saneamento? É o controle de todos os fatores do meio físico do homem que exercem efeito deletério sobre seu bem-estar físico, mental ou social (OMS). 2) Como podemos definir Sistemas de Abastecimento
Informe Técnico n. 72, de 1 de agosto de 2016. Resultados do monitoramento do teor de sódio nos alimentos processados - Terceiro termo de compromisso.
Informe Técnico n. 72, de 1 de agosto de 2016 Assunto: Resultados do monitoramento do teor de sódio nos alimentos processados - Terceiro termo de compromisso. 1. Introdução Em 13 de dezembro de 2011 o
ANÁLISE DA QUALIDADE MICROBIOLÓGI- CA DE QUEIJO RALADO COMERCIALIZA- DOS EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO SP
ANÁLISE DA QUALIDADE MICROBIOLÓGI- CA DE QUEIJO RALADO COMERCIALIZA- DOS EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO SP Alessandra Maria Stefani NOGUEIRA Discente UNILAGO Stella Flávia Renzeti MARIOTTI Silvia Messias BUENO
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis PROCEDIMENTOS ADOTADOS PELO IBAMA URÂNIO EM ÁGUA DE POÇO EM LAGOA REAL, CAETITÉ / BA. Audiência Pública na Comissão de Meio Ambiente
DISPONIBILIDADE NO SETOR PÚBLICO E PREÇOS NO SETOR PRIVADO: UM PERFIL DE MEDICAMENTOS GENÉRICOS EM DIFERENTES REGIÕES DO BRASIL
DISPONIBILIDADE NO SETOR PÚBLICO E PREÇOS NO SETOR PRIVADO: UM PERFIL DE MEDICAMENTOS GENÉRICOS EM DIFERENTES REGIÕES DO BRASIL Núcleo de Assistência Farmacêutica Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio
Química - 9º ano. Água Potável. Atividade complementar sobre as misturas e suas técnicas de separação
Química - 9º ano Atividade complementar sobre as misturas e suas técnicas de separação Água Potável A água é o constituinte mais característico da terra. Ingrediente essencial da vida, a água é talvez
BOLETIM CAGED Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. FEVEREIRO - 2016 Comportamento do Emprego - Limeira/SP.
BOLETIM CAGED Cadastro Geral de Empregados e Desempregados FEVEREIRO - 216 Comportamento do Emprego - Limeira/SP. A Consultoria Técnica Especializada da Câmara Municipal de Limeira apresenta os dados do
IV-010 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE ÁGUA DO RIO TIMBUÍ TENDO COMO REFERÊNCIA O GRUPO DE COLIFORMES
IV-010 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE ÁGUA DO RIO TIMBUÍ TENDO COMO REFERÊNCIA O GRUPO DE COLIFORMES Aline Gonçalves Louzada (1) Bióloga pela Escola Superior do Educandário Seráfico São Francisco de Assis (ESESFA)
XI-019 - AVALIAÇÃO DE DOIS MÉTODOS CONCORRENTES USADO NA DETERMINAÇÃO DO CLORO EM ÁGUA TRATADA
XI-019 - AVALIAÇÃO DE DOIS MÉTODOS CONCORRENTES USADO NA DETERMINAÇÃO DO CLORO EM ÁGUA TRATADA Ricardo Noll (1) Engenheiro Químico. Farmacêutico-Bioquímico. Especialista em Saneamento Básico. Chefe do
Análise do conteúdo orgânico de amostras de esgoto sanitário desinfetadas com ácido peracético
Análise do conteúdo orgânico de amostras de esgoto sanitário desinfetadas com ácido peracético Autores: Moara Yuri Utino Barbosa E-mail: [email protected] Grasiele Soares Cavallini e-mail: [email protected]
RELATÓRIO TÉCNICO PESQUISA COMPARATIVA DE PREÇOS DE MEDICAMENTOS MAIO/2012
RELATÓRIO TÉCNICO PESQUISA COMPARATIVA DE PREÇOS DE MEDICAMENTOS MAIO/2012 A pesquisa comparativa de preços de medicamentos foi realizada por funcionários do Núcleo Regional Campinas (Fundação Procon/SP)
SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO, SP: AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO ATUAL SOB A ÓTICA DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA MUNICIPAL
SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO, SP: AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO ATUAL SOB A ÓTICA DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA MUNICIPAL Regina Maria Alves Carneiro¹; Vanderlei Greggi²; Sônia Maria
Estudo do comportamento da Dengue na cidade de Araguari- MG por meio de séries temporais.
Estudo do comportamento da Dengue na cidade de Araguari- MG por meio de séries temporais. 1 Introdução Luiz Carlos Costa Júnior 1 Ednaldo Carvalho Guimarães 2 A dengue é uma doença reemergente, e constitui
José Lázaro de Brito Ladislau Coordenador Geral do Programa Nacional de Controle da Malária
Ministério da Saúde Secretária de Vigilância em Saúde Laudo de Avaliação do Potencial Malarígeno e Atestado de Aptidão Sanitária: a aplicabilidade da exigência desses documentos no processo de licenciamento
Análise: O preço dos alimentos nos últimos 3 anos e 4 meses
1 São Paulo, 7 de maio de 2008. NOTA À IMPRENSA Análise: O preço dos alimentos nos últimos 3 anos e 4 meses O comportamento recente do preço dos alimentícios tem sido motivo de preocupação, uma vez que
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE TECNOLGIA FT
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE TECNOLGIA FT Disciplina: CET- 0307 - Amostragens e Análises Físico-Químicas de Ar, Águas de Abastecimento e Residuárias e Solo. 1 RELATÓRIO DE VISITA TÉCNICA
PROJETO AMBIENTAL LIXO RURAL
PROJETO AMBIENTAL LIXO RURAL NATUREZA: Coleta de resíduos sólidos domiciliares da zona rural. LOCAL: Zona rural do município de Santa Rita d Oeste - SP. EMPREENDEDOR: Secretaria Municipal de Agricultura,
Aula 1 Estatística e Probabilidade
Aula 1 Estatística e Probabilidade Anamaria Teodora Coelho Rios da Silva Aula 1 Plano de ensino Planejamento das aulas Referências Bibliográficas Atividades de Aprendizagem Orientadas Sistema de Avaliação
Manual Técnico de Orientações Básicas para Atuação no Programa de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano VIGIAGUA
Manual Técnico de Orientações Básicas para Atuação no Programa de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano VIGIAGUA Rio Grande do Norte 2013 GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Rosalba
A PROCURA DE EMPREGO DOS DIPLOMADOS
A PROCURA DE EMPREGO DOS DIPLOMADOS COM HABILITAÇÃO SUPERIOR Em Fevereiro de 2008, o GPEARI do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior publicou o segundo relatório sobre a procura de emprego
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL DEPARTAMENTO DE AÇÕES EM SAÚDE
NOTA TÉCNICA Assunto: Leitos de Saúde Mental Integral DA HABILITAÇÃO 1. No Estado do Rio Grande do Sul, os leitos de saúde mental integral terão duas formas de habilitação: federal, quando se tratarem
O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso das atribuições que lhe confere o inciso I, do 2º, do Art. 8º do seu Regimento
Resoluções RESOLUÇÃO/conama/N.º 016 de 07 de dezembro de 1989 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso das atribuições que lhe confere o inciso I, do 2º, do Art. 8º do seu Regimento Interno
Presença a do Estado no Brasil: Federação, Suas Unidades e Municipalidades
Presença a do Estado no Brasil: Federação, Suas Unidades e Municipalidades Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada BRASIL Marcio Pochmann Presidente Brasília, 15 de dezembro de 2009 Justificativa
PH E TURBIDEZ DA ÁGUA DE ABASTECIMENTO DE ESCOLAS ESTADUAIS DO MUNICIPIO DE PARANAIGUARA- GO
1 PH E TURBIDEZ DA ÁGUA DE ABASTECIMENTO DE ESCOLAS ESTADUAIS DO MUNICIPIO DE PARANAIGUARA- GO Adrielle Gonçalves dos Santos; Carlos Henrique Maia [email protected]; [email protected] Resumo Com o
ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 545
DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 545 Dispõe sobre a autorização da implantação da tarifa de contingência pela Sabesp, visando à redução do consumo de água em face da situação de grave escassez de recursos hídricos.
DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES
Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00
Qualidade da água para consumo humano
Portaria MS nº 2.914/2011 Qualidade da água para consumo humano Adriana Rodrigues Cabral Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador
SICLOM Mapa Mensal. 1 Mapa Mensal. Versão: 2012. Manual de preenchimento do mapa mensal no SICLOM Gerencial
1 Mapa Mensal SICLOM Mapa Mensal Manual de preenchimento do mapa mensal no SICLOM Gerencial Versão: 2012 2 Mapa Mensal 3 Mapa Mensal Índice.. Introdução. 5 Como Acessar o SICLOM Gerencial. 5 Menu Geral.
Utilização da Perfilagem Ótica na Avaliação de Poços Tubulares
Utilização da Perfilagem Ótica na Avaliação de Poços Tubulares Pedro Antonio Roehe Reginato 1, Siclério Ahlert 2 1 DHH/IPH/UFRGS ([email protected]) 2 UCS/CARVI ([email protected]) Resumo Este trabalho
MERCADO DE TRABALHO NA CIDADE DE PORTO ALEGRE
MERCADO DE TRABALHO NA CIDADE DE PORTO ALEGRE Junho/2012 Crescimento da ocupação e saída de pessoas do mercado de trabalho determinam expressiva redução do desemprego 1. Em junho, as informações da Pesquisa
O PAPEL SÓCIO-AMBIENTAL DA COLETA SELETIVA NO MUNICÍPIO DO NATAL/RN-BRASIL
O PAPEL SÓCIO-AMBIENTAL DA COLETA SELETIVA NO MUNICÍPIO DO NATAL/RN-BRASIL INSTITUIÇÕES: UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE UFRN COMPANHIA DE SERVIÇOS URBANOS DE NATAL - URBANA SECRETARIA MUNICIPAL
PORTARIA Nº 3.090, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de 2011 00:00
PORTARIA Nº 3.090, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de 2011 00:00 PORTARIA Nº 3.090, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Estabelece que os Serviços Residenciais Terapêuticos (SRTs),
Maio 2004. Belo Horizonte. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE
Pesquisa Mensal de Emprego Maio 2004 Região Metropolitana de Belo Horizonte Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE 1 PESQUISA MENSAL DE EMPREGO ESTIMATIVAS PARA O MÊS DE MAIO DE 2004 REGIÃO
Escola SENAI Alfried Krupp CFP 568
Escola SENAI Alfried Krupp CFP 568 Programa de Redução de Consumo de Recursos Naturais - Água Sumário 1. Objetivo: Descrição completa do objeto a ser executado --------------------------------- 3 2. Meta
Sistemas de segurança na produção de alimentos
Sistemas de segurança na produção de alimentos Profa. Dra.Vanerli Beloti Universidade Estadual de Londrina Centro Mesorregional de Excelencia em tecnologia do Leite do norte Central [email protected]
IV-016 - FISCALIZAÇÃO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS EXPERIÊNCIA DO ESTADO DE PERNAMBUCO EM ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
IV-016 - FISCALIZAÇÃO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS EXPERIÊNCIA DO ESTADO DE PERNAMBUCO EM ÁGUAS SUBTERRÂNEAS Eduardo Antonio Maia Lins (1) Graduado em Engenharia Civil pela Escola de
INSTRUÇÃO DE SERVIÇO Nº 009/2012/GEDSA
INSTRUÇÃO DE SERVIÇO Nº 009/2012/GEDSA Estabelece procedimentos a serem cumpridos para as propriedades que se destinarem a alojamento temporário de suínos de origem GRSC oriundos de outros Estados. - Considerando
OFICINA 3 IGM Indicadores de Governança Municipal Projeto SEP: PLANEJAMENTO E FORMAS ORGANIZACIONAIS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS MUNICIPAIS / REGIONAIS
Objetivo: OFICINA 3 IGM Projeto SEP: PLANEJAMENTO E FORMAS ORGANIZACIONAIS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS MUNICIPAIS / REGIONAIS Contribuir com a SEP, analisando o processo de planejamento nos municípios, por
Karen Vendramini Itabaraci N. Cavalcante Rafael Mota Aline de Vasconcelos Silva
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA ASPECTOS HIDROGEOLÓGICOS E HIDROQUÍMICOS DO BAIRRO BENFICA FORTALEZA, CEARÁ Karen Vendramini Itabaraci N. Cavalcante Rafael Mota
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl
Análise do perfil da Poliomielite no Brasil nos últimos 10 anos
Introdução A poliomielite é uma doença infectocontagiosa viral aguda, causada pelo poliovírus. Caracteriza-se por quadro de paralisia flácida, cujas manifestações frequentemente não ultrapassam três dias.
Renata Burin. Departamento de Meio Ambiente
Renata Burin Departamento de Meio Ambiente Druck Chemie Ltda Multinacional alemã Produção de insumos químicos para o segmento gráfico Grande atuação no mercado europeu Druck Chemie Brasil Ltda Início das
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15
AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL EM POSTO DE ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEL NO MUNICÍPIO DE CUIABÁ, MATO GROSSO
Salvador/BA a 8//0 AVALIAÇÃO DE IMACTO AMBIENTAL EM OSTO DE ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEL NO MUNICÍIO DE CUIABÁ, MATO GROSSO Wilian de Oliveira Rocha(*), Kelly Dayana Benedet Maas, Marcos Anderson de aula
INUNDAÇÕES URBANAS NA CIDADE DE VITÓRIA DA CONQUISTA, ESTADO DA BAHIA
INUNDAÇÕES URBANAS NA CIDADE DE VITÓRIA DA CONQUISTA, ESTADO DA BAHIA Tércia Oliveira Castro(*), Bruna Fonsêca de Oliveira Nascimento, Franciele Santos Torres. * Instituto Federal de Educação, Ciência
AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE ÁGUA DE PISCINAS EM PALMAS TOCANTINS
AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE ÁGUA DE PISCINAS EM PALMAS TOCANTINS Alison Phelipe Silva Nepomuceno 1, Eleny Almeida Costa Barros 1, Euriana Sena lopes 2, Sara dos Santos Silva 2, Marcelo Mendes Pedroza 3,
ANALISE DAS ANOMALIAS DAS TEMPERATURAS NO ANO DE 2015
ANALISE DAS ANOMALIAS DAS TEMPERATURAS NO ANO DE 2015 O ano de 2015 foi marcado pela sensação de calor maior que em anos recentes, também muito quentes. Segundo a Agência Espacial Americana (NASA), o ano
Eixo Temático ET-03-015 - Gestão de Resíduos Sólidos AVALIAÇÃO DOS INDICADORES DO LIXÃO DO MUNICIPIO DE GUARABIRA-PB E SEUS IMPACTOS AMBIENTAIS
Anais do Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental e Sustentabilidade - Vol. 3: Congestas 2015 303 Eixo Temático ET-03-015 - Gestão de Resíduos Sólidos AVALIAÇÃO DOS INDICADORES DO LIXÃO DO MUNICIPIO DE
NTA 60. Decreto Estadual n.º 12.486, de 20/10/78
NTA 60 Decreto Estadual n.º 12.486, de 20/10/78 ÁGUAS DE CONSUMO ALIMENTAR 1. DEFINIÇÃO São consideradas águas potáveis, as águas próprias para a alimentação. Esta Norma trata somente de águas potáveis,
Responsável: João Seyffarth Ministério do Meio Ambiente Apoio: Gerência da Conta TFCA no Funbio Rio de Janeiro, 03 de junho de 2016. 1.
TERMO DE REFERÊNCIA nº 13/2016 Contratação de consultoria pessoa física para coordenação técnica do projeto Promoção do Cadastro Ambiental Rural CAR na APA de Pouso Alto GO Responsável: João Seyffarth
Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) JOINVILLE
Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) JOINVILLE Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) JOINVILLE FECOMÉRCIO SC SUMÁRIO Endividamento em Joinville 7 Considerações
NOTA TÉCNICA 03/2013. IPCA e INPC AMPLIAÇÃO DA ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA
NOTA TÉCNICA 03/2013 IPCA e INPC AMPLIAÇÃO DA ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA A partir do mês de janeiro de 2014, com divulgação em fevereiro do mesmo ano, o Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor
